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Parte 1: Entrevista Intergeracional Escolha uma pessoa de uma geração anterior (pai, mãe, avô, avó ou um mentor com mais de 50 anos) e faça as seguintes perguntas: 1. Com que idade você se sentiu um "adulto de verdade"? - 17 anos. 2. Qual foi o evento que marcou essa sensação? - Responsabilidades diárias. 3. Na sua época, o que a sociedade esperava de alguém com 25 anos? - Que já tivessem formado família. Sua tarefa: Escreva um parágrafo comparando a resposta deles com a sua realidade atual. Existem pressões diferentes hoje? Pensando na vida adulta de antigamente, há uns 25 anos atrás, a cobrança era muito mais voltada para casar logo e ter filhos. Não era uma pressão tão forte para estudar ou construir uma grande carreira, mas sim para “formar família” o quanto antes, como se esse fosse o principal marco de sucesso na vida adulta. Já na realidade de hoje, a pressão é diferente: existe uma exigência muito maior para ser bem-sucedida profissionalmente, conquistar estabilidade financeira, cuidar da saúde mental e ainda manter uma vida social ativa. Ao mesmo tempo, não existe mais aquela urgência de casar e ter filhos cedo, muitas pessoas da minha geração enxergam essas possibilidades como algo para mais pra frente, depois de alcançar outras metas pessoais e profissionais. Parte 2: O Inventário das 5 Características Baseado na Folha de Leitura, analise a sua vida hoje e dê uma nota de 1 a 5 (onde 1 é "não sinto isso" e 5 é "sinto totalmente") para as características de Arnett: Exploração da Identidade: (4) Instabilidade (Mudanças): (5) Foco em si mesmo (Autonomia): (3) Sentir-se "No meio do caminho": (4) Otimismo/Possibilidades: (3) Reflexão Curta: Escolha a característica que você deu a maior nota e descreva uma situação recente que exemplifique esse sentimento. A característica que eu mais pontuei foi instabilidade/mudanças, porque eu sinto que estou sempre mudando de planos e repensando minhas decisões. Recentemente, eu organizei metas para o meu futuro profissional e achei que estava decidida, mas pouco tempo depois já comecei a questionar se era realmente isso que eu queria. Passei a pensar em outras possibilidades e a reconsiderar minhas escolhas. Isso mostra como eu ainda estou em um momento de transição, em que nada parece totalmente certo ou definitivo. Parte 3: O Desafio da Autonomia Nesta semana, eu percebi que uma decisão que quase sempre peço opinião é sobre sair ou não para algum compromisso social, principalmente quando fico em dúvida entre descansar, estudar ou sair. Normalmente eu pergunto para amigos ou para minha família o que eles acham. Dessa vez, eu decidi sozinha ficar em casa e organizar minhas tarefas. Na hora, eu senti um pouco de medo de estar escolhendo errado ou de perder alguma coisa, mas depois veio um alívio. Eu percebi que consigo decidir por mim mesma, mesmo ficando insegura no começo