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CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA SUPERIOR BACHARELADO ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SOLOS AVANÇADA E OBRAS DE TERRA ROTEIROS PRÁTICOS CESAR ALVES GALDINO DA SILVA RA: 3616240007 ASSÚ/RN 2026 SUMÁRIO 1. ATIVIDADE PRÁTICA 1 5 1.1. INTRODUÇÃO 5 1.2. DESENVOLVIMENTO 5 1.3. CONCLUSÃO 10 2. ATIVIDADE PRÁTICA 2 11 2.1. INTRODUÇÃO 11 2.2. DESENVOLVIMENTO 11 2.3. CONCLUSÃO 11 3. ATIVIDADE PRÁTICA 3 12 3.1. INTRODUÇÃO 12 3.2. DESENVOLVIMENTO 12 3.3. CONCLUSÃO 12 4. ATIVIDADE PRÁTICA 4 13 4.1. INTRODUÇÃO 13 4.2. DESENVOLVIMENTO 13 4.3. CONCLUSÃO 13 1. ATIVIDADE PRÁTICA 1 Unidade: U1_TENSÕES_E_DEFORMAÇÕES_DO_SOLO Aula3: DEFORMAÇÕES_VERTICAIS_DEVIDAS_A_CARREGAMENTOS_VERTICAIS 1.1. INTRODUÇÃO O comportamento mecânico dos solos é um dos principais fatores considerados no desenvolvimento de projetos geotécnicos e estruturais, especialmente em obras de fundações. A determinação da resistência e da deformabilidade do solo permite prever seu desempenho quando submetido às cargas provenientes das edificações, contribuindo diretamente para a segurança e estabilidade das estruturas. Entre os parâmetros geotécnicos fundamentais, destaca-se a compressibilidade do solo, que representa a capacidade do material em sofrer deformações quando submetido a esforços externos. Nos solos coesivos, essa propriedade está relacionada à reorganização das partículas e à redução de volume sob aplicação de carga. A análise da compressibilidade possibilita compreender a relação entre tensão aplicada e deformação desenvolvida, sendo essencial para avaliar recalques e a resistência à compressão. O ensaio de resistência à compressão não confinada, regulamentado pela NBR 12770 (ABNT, 2022), é amplamente utilizado para determinar a resistência de solos coesivos sem aplicação de confinamento lateral. Nesse procedimento, um corpo de prova cilíndrico é submetido a carregamento axial crescente até a ruptura, sendo registradas as variações de altura e as cargas aplicadas ao longo do tempo. A partir desses dados, calcula-se a deformação axial específica, a área corrigida da seção transversal e, por fim, a tensão de compressão desenvolvida no material. A atividade permitiu compreender, de forma prática e aplicada, o comportamento do solo sob carregamento progressivo, bem como consolidar os conceitos teóricos fundamentais da mecânica dos solos. 1.2. DESENVOLVIMENTO A atividade prática foi realizada no Laboratório Virtual Algetec, simulador “Compressibilidade dos Solos – ID 148”, utilizando os instrumentos disponíveis no ambiente virtual: balança, extrator de amostras, paquímetro, equipamento de compressão, anel dinamométrico e medidor de deslocamento (relógio comparador). O ensaio seguiu o procedimento indicado para compressão não confinada em solos coesivos, conforme referência da NBR 12770 (ABNT, 2022) descrita no roteiro. A atividade prática foi realizada por meio do Laboratório Virtual Algetec – “Compressibilidade dos Solos – ID 148”, com o objetivo de determinar a resistência à compressão não confinada de um solo coesivo. Inicialmente, realizou-se a pesagem do corpo de prova no Laboratório Virtual Algetec, conforme ilustrado na Figura 1, obtendo-se massa igual a 7532,70 g. Em seguida, o corpo de prova foi removido da camisa de amostragem com auxílio do extrator, garantindo a preservação de sua geometria para as medições dimensionais. Foram realizadas três medições de altura e três medições de diâmetro com o paquímetro, a fim de reduzir erros experimentais. As alturas medidas foram 226,4 mm, 201,3 mm e 200,5 mm, resultando na altura média: Os diâmetros medidos foram 118,6 mm, 100,2 mm e 98,4 mm, obtendo-se o diâmetro médio: A partir do diâmetro médio, calculou-se a área inicial da seção transversal utilizando: Convertendo para centímetros: Convertendo para o SI: O volume do corpo de prova foi determinado por: Após as medições iniciais, o corpo de prova foi posicionado na prensa para realização do ensaio de compressão não confinada. Durante a aplicação da carga axial crescente, registraram-se valores de deformação vertical (ΔH) e carga aplicada (P), até a ruptura do material (Figura 2). A deformação axial específica foi calculada pela Equação (1): Onde mm. Exemplo para 300 s: Como ocorre deformação do corpo de prova, a área da seção transversal foi corrigida conforme a Equação (2): Substituindo: A tensão de compressão foi então calculada pela Equação (3): Para 300 s: Tabela 1 – Dados do corpo de prova Massa (g) 7532,70 Altura média (mm) 209,4 Diâmetro médio (mm) 105,73 Área (cm²) 87,79 Volume (cm³) 1838,3 Fonte: Autor, 2026. Após as medições geométricas, o corpo de prova foi posicionado na prensa de compressão não confinada, sendo ajustado adequadamente para o início do ensaio. Durante a aplicação progressiva da carga axial, registraram-se os valores de deformação vertical (ΔH) e carga aplicada (P) ao longo do tempo, até a ocorrência da ruptura do material, conforme apresentado na Figura 2. A deformação axial específica foi calculada por meio da Equação (1), utilizando a altura inicial média do corpo de prova (209,4 mm). Como ocorre alteração geométrica durante o ensaio, a área da seção transversal foi corrigida conforme a Equação (2), adotando-se como área inicial o valor convertido para unidades do Sistema Internacional (Ai = 0,008779 m²). Por fim, a tensão de compressão foi determinada pela razão entre a carga aplicada e a área corrigida, conforme a Equação (3). Os resultados obtidos ao longo de cinco minutos de ensaio, com leituras a cada 60 segundos e incremento de carga de 5 kN, estão apresentados na Tabela 2. Tabela 2 – Dados experimentais de compressibilidade Tempo (s) ΔH (mm) P (kN) ε (%) A (m²) q (kN/m²) 0 0,0 0 0,00 0,008779 0,0 60 1,2 5 0,57 0,008830 566,3 120 2,6 10 1,24 0,008889 1124,9 180 4,1 15 1,96 0,008954 1675,2 240 5,8 20 2,77 0,009029 2215,1 300 7,6 25 3,63 0,009110 2744,3 Fonte: Autor, 2026. Observa-se que, à medida que a carga aplicada aumenta, ocorre crescimento progressivo da deformação axial específica. Consequentemente, a área corrigida apresenta leve aumento devido à redução da altura do corpo de prova. A tensão de compressão calculada apresenta comportamento crescente ao longo do tempo, evidenciando a relação direta entre carregamento axial e deformação desenvolvida no solo até a ruptura. Figura 1 – Pesagem do corpo de prova no laboratório virtual. Fonte: Autor, 2026. Figura 2 – Ruptura do corpo de prova durante o ensaio de compressão não confinada. . Fonte: Autor, 2026. 1.3. CONCLUSÃO . Com base nos dados obtidos no simulador e nos cálculos realizados, conclui-se que os dados necessários para a execução do ensaio foram corretamente e previamente preparados, uma vez que foram feitas a pesagem do corpo de prova e as medições geométricas (três alturas e três diâmetros) com posterior determinação dos valores médios, permitindo calcular a área inicial e o volume do corpo de prova, além de garantir as variáveis indispensáveis para o cálculo de deformação e tensão ao longo do ensaio. Além disso, verifica-se que as rotinas previstas para o ensaio estão entendidas, pois a sequência do procedimento foi seguida de forma lógica e completa: pesagem → remoção do corpo de prova → medições dimensionais → posicionamento na prensa → leitura de deformação vertical e carga → execução até ruptura, conforme descrito nas etapas da atividade. Essa organização permitiu coletar as leituras necessárias para preencher as tabelas e aplicar corretamente as equações do roteiro. Por fim, utilizando os valores registrados em 300 s (P = 25 kN e área corrigida ), a tensão de compressão nesse instante foi calculada por: Assim, a tensão de compressão em 300 segundos é . 2. ATIVIDADE PRÁTICA 2 Unidade: U1_TENSÕES_E_DEFORMAÇÕES_DO_SOLO Aula: A4_TEORIA_DO_ADENSAMENTO 2.1. INTRODUÇÃO 2.2. DESENVOLVIMENTO 2.3. CONCLUSÃO 3. ATIVIDADE PRÁTICA 3 Unidade: U2_RESISTENCIA_AO_CISALHAMENTO 4 Aula: A4_RESISTENCIA_DE_SOLOS_ARENOSOS_E_ARGILOSOS3.1. INTRODUÇÃO 3.2. DESENVOLVIMENTO 3.3. CONCLUSÃO 4. ATIVIDADE PRÁTICA 4 Unidade: U3_ESTABILIDADE_DE_TALUDES Aula: A1_MOVIMENTO_DE_MASSA 4.1. INTRODUÇÃO 4.2. DESENVOLVIMENTO 4.3. CONCLUSÃO image1.jpeg image2.png image3.png