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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS FENOMENOS DE TRANSPOTE ALUNO: CARLOS EDUARDO CURSO: ENGENHARIA CIVIL RELATÓRIO 1 ESTÁTICA DOS FLUIDOS 1 OBJETIVOS - Determinar a viscosidade de diferentes fluidos; - Diferenciar a viscosidade dinâmica e a viscosidade cinemática; - Compreender a relação entre a velocidade de escoamento e as propriedades dos fluidos; - Compreender a lei de Stokes através da aplicação do viscosímetro na determinação da viscosidade do fluido. 2 METODOLOGIA, PROCEDIMENTOS E RESULTADOS Inicialmente é realizada a montagem do experimento no simulador de Laboratório Virtual Algetec. A partir dele é realizada a leitura do tempo de queda o qual será utilizado para o cálculo e verificação das Viscosidades e Velocidades no sistema Fluido-Esfera. É realizado o experimento com diferentes diâmetros de esferas e diferentes fluidos (Água, Óleo e Glicerina), a seguir seguem os resultados e prints de alguns exemplos, iniciando com Água e uma esfera de 10 mm de diâmetro: Figura 1.1 – Print de Experimento em Água Tubo com Água Diâmetro da esfera Tempo de Queda (s) Média do Tempo de Queda (s) Distância percorrida (m) Velocidade Média (m/s) 10 mm 0,84 0,86 0,76 0,78 0,81 0,9 1,11 8 mm 0,90 1,04 0,98 0,94 0,97 0,9 0,93 6 mm 1,11 1,09 1,13 1,11 1,11 0,9 0,81 5 mm 1,25 1,23 1,17 1,21 1,22 0,9 0,74 Tabela 1.1 - Resultados dos Experimentos em Água Em seguida foi realizado o mesmo experimento com Óleo e as mesmas dimensões de esferas: Figura 2 - Experimento em Óleo Tubo com Óleo Diâmetro da esfera Tempo de Queda (s) Média do Tempo de Queda (s) Distancia percorrida (m) Velocidade Média (m/s) 10 mm 1,05 0,84 1,01 0,95 0,96 0,9 0,94 8 mm 1,15 1,28 1,29 1,18 1,23 0,9 0,73 6 mm 1,63 1,51 1,53 1,49 1,54 0,9 0,58 5 mm 1,88 1,93 1,96 1,98 1,94 0,9 0,46 Tabela 2 - Resultado dos Experimentos em Óleo Por fim, foi realizado o experimento com Glicerina, os resultados e o exemplo de print seguem: Figura 3 - Experimento em Glicerina Tubo com Glicerina Diâmetro da esfera Tempo de Queda (s) Média do Tempo de Queda (s) Distancia percorrida (m) Velocidade Média (m/s) 10 mm 3,10 3,20 3,06 3,11 3,12 0,9 0,29 8 mm 4,70 4,74 4,58 4,67 4,67 0,9 0,19 6 mm 7,76 7,54 7,57 7,62 7,62 0,9 0,12 5 mm 10,48 10,52 10,55 10,54 10,52 0,9 0,09 Tabela 3 - Resultados do Experimento em Glicerina 4 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Compare os valores encontrados para a viscosidade cinemática de forma experimental com o valor da viscosidade cinemática real. Os valores encontrados podem ser utilizados para representar a viscosidade cinemática da água? Justifique. Não, os erros percentuais dos experimentos são expressivos demais para serem levados em consideração. 2. Quais são as principais fontes de erros para este experimento? O input lag do simulador, a falta de precisão do operador do cronometro e a falta de fatores externos que só podem ser visualizados em situações reais. RELATÓRIO 2 EXPERIMENTO DE REYNOLDS 1 OBJETIVOS - Determinar a vazão em uma tubulação; - Identificar as características dos tipos de escoamento: laminar, transição e turbulento; - Relacionar o comportamento do fluido com o número de Reynolds. 2 METODOLOGIA, PROCEDIMENTOS E RESULTADOS Inicialmente são habilitadas as bombas e em seguida realizada o controle da vazão com o intuito de iniciar o preenchimento de agua no reservatório: Em seguida é realizada o controle das válvulas e é verificado a válvula que permeia o corante para realizar as medições: O experimento foi repetido para várias porcentagens de trabalho da válvula e os resultados podem ser visualizados a seguir: Porcentagem de trabalho da válvula 14 Tempo (s) Volume Inicial (mm) Volume Final (mm) Vazão 4 360 440 410 1,26E+01 8 110 435 405 4,11E+01 16 45 400 370 1,01E+02 25 10 380 350 4,52E+02 33 5 360 330 9,05E+02 4 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 1. A partir dos dados obtidos no laboratório, considerando a passagem de tempo e alteração do nível da água, determine a vazão do sistema para a porcentagem utilizada na válvula de escoamento do tubo de Reynolds. Registre as informações na tabela abaixo. Porcentagem de trabalho da válvula 14 Vazão Velocidade (m/s) Re Regime de Escoamento 4 1,26E+01 330,58 1454,55 Laminar 8 4,11E+01 1081,89 4760,33 Turbulento 16 1,01E+02 2644,63 11636,36 Turbulento 25 4,52E+02 11900,83 52363,64 Turbulento 33 9,05E+02 23801,65 104727,27 Turbulento 2. Considerando as informações obtidas durante a etapa de observação do regime de escoamento, qual o regime de escoamento encontrado? Porcentagem de trabalho da válvula 14 Regime de Escoamento 4 Laminar 8 Laminar 16 Turbulento 25 Turbulento 33 Turbulento RELATÓRIO 3 PERDA DE CARGA DISTRIBUÍDA 1 OBJETIVOS - Identificar a relação de dependência entre a perda de carga e a vazão; - Determinar o número de Reynolds para cada caso estudado; - Compreender como o material utilizado na fabricação dos condutos influencia na queda de pressão de um fluido em movimento. 2 METODOLOGIA, PROCEDIMENTOS E RESULTADOS Inicialmente é realizada a montagem do experimento no simulador de Laboratório Virtual Algetec. Inicialmente é configurada a bomba e fechada a válvula B1: Em seguida é configurado o tubo o qual vai ser realizado ensaio, desliga todos os demais e o conecta com o Manômetro em U o qual vai realizar a medição da perda de carga: Em seguida é realizado o acionamento da bomba e é feito o ensaio com diferentes tubos de diferentes materiais e diâmetros. Também foi realizado o estudo com diferentes vazões: Os resultados dos ensaios são os seguintes: Material Tubo (mm) Manômetro (mmH20) Rotâmetro, Vazão (LPH) Vazão (m3/s) PVC 32 60 4600 1,30E-03 10 1600 4,44E-04 0 300 8,33E-05 PVC 25 180 4400 1,22E-03 40 1700 4,72E-04 0 500 1,39E-04 Cobre 28 88 4500 1,25E-03 22 1800 5,00E-04 7 500 1,39E-04 Acrílico 22 194 4100 1,14E-03 44 1700 4,72E-04 6 500 1,39E-04 4 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 1. O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY (teórico). 1- PVC 32 mm Rugosidade do PVC e= 0,0015 mm 2- PVC 25 mm Rugosidade do PVC e= 0,0015 mm 3- Cobre 28 mm Rugosidade do Cobre e= 0,0015 mm 4- Acrílico 22 mm Rugosidade do Cobre e= 0,0015 mm 2. O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas teoricamente e a lida no manômetro U no experimento. PVC 32 mm – 28% PVC 25 mm – 40,6% Cobre 28 mm – 42,9% Acrílico 22 mm – 373% 3. Quais são as principais fontes de erros para este experimento? A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais? Para os cálculos, considere que a distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas. Por não poder ser realizada a medição da rugosidade em tempo real, quando há materiais que nominalmente são perfeitamente lisos, como o Acrílico, a discrepância entre os valores teóricos e experimentais é muito alto. 4. Qual a influência do diâmetro da tubulação, do material e da vazão na perda de carga distribuída? Quanto menor o diâmetro da tubulação maior a perda de carga. RELATÓRIO 4 TROCADORES DE CALOR 1 OBJETIVOS - Compreender o funcionamento de um trocador de calor; - identificar qual tipo de trocador de calor possui melhor eficiência trifásica; - Entender a influência da vazão na transferência de calor. 2 METODOLOGIA, PROCEDIMENTOS E RESULTADOS Inicialmente é realizada a montagem do experimento no simulador de Laboratório Virtual Algetec. É feita a seleção do trocador de calor e colocado na bancada: Em seguida é feita a configuração do painel para iniciar o aquecimento do sistema: Logo após,são abertas as válvulas e ligado as bombas que permearam liquido com certa vazão definida pelo potenciômetro do painel: Por fim, os resultados adquiridos foram catalogados a seguir: Trocador Tempo Aquecer (s) vazão (l/min) T1 inicial ~ final T2 inicial ~ final T3 inicial ~ final T4 inicial ~ final T5 inicial ~ final valor (ºC) tempo -0,01(s) valor (ºC) tempo -0,01(s) valor (ºC) tempo -0,01(s) valor (ºC) tempo -0,01(s) valor (ºC) tempo -0,01(s) Tubo concêntrico 7,1 11,12 27,00 ~ 63,00 30 27,00 ~ 32,66 4 27,00 ~ 36,06 4 27,00 ~ 42,58 8 27,00 ~ 63,00 30 Casco tubo 8 15,09 29,79 ~ 62,79 30 27,00 ~ 32,76 4 27,00 ~ 36,17 4 27,00 ~ 42,58 8 29,79 ~ 63,00 30 Casco tubo 8 9,56 27,00 ~ 63,00 30 27,00 ~ 32,66 4 27,00 ~ 36,06 4 27,00 ~ 42,58 8 27,00 ~ 63,00 30 Placas 7,4 16,43 27,00 ~ 63,00 30 27,00 ~ 32,62 4 27,00 ~ 36,08 4 27,00 ~ 42,60 8 27,00 ~ 63,00 30 4 AVALIANDO RESULTADOS 1. Quais as principais vantagens da utilização de trocadores de calor? Eficiência térmica e energética, além de haver redução de ruídos e maior precisão de controle térmico. 2. Qual tipo de trocador é mais utilizado na indústria de alimentos? Justifique. Trocador de placas já que há uma maior facilidade de realizar a higienização do equipamento. 3. Quais critérios devem ser levados em consideração ao escolher um tipo de trocador de calor? O estado do fluido e sua natureza, além dos coeficientes de temperatura e pressão máxima do tipo de serviço a ser aplicado, além da facilidade de higienização e manutenção. 4. Qual a influência da vazão na transferência de calor? Se a vazão de água quente aumenta e a de água fria é menor ou igual há uma queda de performance do equipamento. Já se a vazão de água fria é maior há um aumento na eficiência do equipamento. 2 image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image1.png image2.png image3.png