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Blindagem
Aplicação dos principais conceitos para utilização das metodologias de cálculo de projetos de blindagem
em instalações de radiodiagnóstico.
Profa. Aneuri Souza de Amorim
1. Itens iniciais
Propósito
Compreender que os métodos de cálculo de projetos de blindagem em instalações que utilizam equipamentos
de radiologia emissores de radiações eletromagnéticas ionizantes demandam cálculos específicos por
profissionais da área da radiologia.
Preparação
Antes de iniciar o estudo deste tema, tenha em mãos uma calculadora científica.
Objetivos
Aplicar a metodologia da NCRP-49 para cálculo de blindagem em radiodiagnóstico.
Aplicar a metodologia da NCRP-147 para cálculo de blindagem em radiodiagnóstico.
Introdução
A manutenção de níveis de radiação ionizante abaixo dos limites exigidos pelas normas nacionais e
internacionais é um tema amplamente abordado na área da Radiologia. A legislação exige que sejam
implantados métodos de otimização que garantam que o público exposto esteja submetido aos menores
níveis de radiação possíveis, levando-se em conta fatores sociais e econômicos. Na medicina, a proteção
radiológica durante a utilização de fontes de radiação ionizante deve seguir essa filosofia de trabalho. Para
isso, paredes, biombos, visores, tetos e pisos de salas utilizadas em radiologia diagnóstica, radioterapia e
medicina nuclear devem ser corretamente dimensionados e revestidos com materiais atenuadores para
garantir que os níveis de radiação em suas adjacências sejam compatíveis com os limites de dose para o tipo
de público ocupante da área em questão. 
• 
• 
1. Cálculo de blindagem pela NCRP-49
Barreiras primárias e secundárias
Você sabia que as barreiras para as quais o feixe primário de raios X pode ser direcionado (geralmente, piso e
parede com bucky mural) são denominadas barreiras primárias? As demais são chamadas de barreiras
secundárias, e sobre elas incidem radiação secundária (espalhada por ocorrência de efeito Compton).
Vamos analisar a imagem a seguir para compreender melhor: 
Feixe primário (e de fuga) e feixe secundário (radiação espalhada) de um serviço de
radiodiagnótico.
De acordo com uma legislação vigente, a RDC Nº 330/2019 (ANVISA), instalações que utilizem
equipamentos de radiologia emissores de radiações eletromagnéticas ionizantes para fins
diagnósticos ou intervencionistas devem apresentar o projeto de blindagem elaborado e assinado
por profissional legalmente habilitado, aprovado e assinado pelo responsável legal. 
Como as barreiras estão sujeitas a diferentes condições de incidência da radiação e, além disso, as áreas
adjacentes podem apresentar tipos e graus de ocupação também diferenciados, o cálculo das espessuras das
barreiras é feito caso a caso. O cálculo considera também diversos parâmetros, tais como as condições de
operação e a quantidade de exposições realizadas com o aparelho de raios X, distâncias consideradas etc.
Cálculo da carga de trabalho (W)
Carga de trabalho semanal (W) é o somatório dos produtos da corrente pelo tempo (mAs) utilizados na
semana. É, aproximadamente, o produto do número de radiografias semanais pelo mAs médio utilizado.
Recomendação
A determinação da carga de trabalho máxima semanal (W) de um serviço de radiodiagnóstico, expressa
em mAmin/sem, pode ser obtida por meio de entrevistas com a equipe técnica, a partir do número
aproximado de pacientes por dia (ou semana) e dos parâmetros operacionais mais utilizados. 
Teoria na prática
Considere um serviço em que o equipamento de raios X opera com 5 mA durante 2 horas por dia, 5 dias por
semana. Nesse caso, a carga de trabalho desse serviço será: 
A tabela a seguir apresenta o valor típico de carga de trabalho para equipamentos convencionais de raios X:
Tabela: Carga de trabalho semanal típica para radiologia convencional. Extraída de
Ministério da Saúde, 2005, p. 20; 43; 67; e 85, adaptada por Aneuri Amorim.
Carga de trabalho
Com a ajuda da especialista Aneuri Amorim, aprenderemos a calcular a carga de trabalho em radiodiagnóstico.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Fator de uso (U)
O fator de uso (U) consiste na fração da jornada de uso do aparelho de raios X em que a radiação incide sobre
a barreira. Se em um serviço são realizados, por exemplo:
Exemplo 1
30 exames no bucky mural, o U da parede
(barreira primária), em que está o bucky, será
0,3.
Exemplo 2
70 exames na mesa de exames, o U do piso sob
a mesa (barreira primária) será 0,7.
A composição dos fatores de uso resulta em 0,3 (30% dos exames totais) e 0,7 (70% dos exames totais),
totalizando 1, ou seja 100%. Quando não existem dados disponíveis, podem-se assumir os valores do seguinte
quadro: 
Barreira U
Piso 0,5 
Parede 1 0,25 
Parede 2 0,25 
Quadro: Fatores de uso (U) para radiologia convencional.
Extraído de Ministério da Saúde, 2005, p. 20.
 
Fator de ocupação (T)
O fator de ocupação (T) consiste na fração da jornada de uso do aparelho de raios X em que a área adjacente
é ocupada por pessoas. Uma sala adjacente à sala de exames que está sempre ocupada (100%) terá um fator
T=1, enquanto uma área de circulação externa terá um fator de ocupação baixo, geralmente terá um fator T0 grau de atenuação feixe primário para determinada barreira primária é dado por:
Onde:
 
 é a constante de rendimento do aparelho de raios X, expressa em .
W diz respeito a carga de trabalho semanal do aparelho de raios , expressa em mAmin/sem.
U corresponde ao fator de uso da barreira (grandeza adimensional).
J remete-se ao limite autorizado (RDC Nº 330/2019) semanal no ponto de interesse da área adjacente,
em mSv/sem.
a₁ refere-se à distância entre o ponto de interesse da área adjacente e o ponto local, em metros.
Limite autorizado
Utilizar a relação entre kerma no ar em mGy = 1,14 Equivalente de Dose Ambiente (Dose Externa) em
mSv. 
Saiba mais
Constante de rendimento expressa a eficiência de emissão do espectro contínuo de tubos de raios X
utilizados nas diversas aplicações da radiologia em função das variáveis como a tensão aplicada no
tubo, o número atômico do material do alvo e da camada de filtração adicional. 
A constante de rendimento ( ) de aparelhos de raios é definida como:
Onde:
 é a taxa de kerma no ar na distância as do ponto focal.
I é o maior valor da corrente no tubo.
Os valores de para equipamento com retificação de onda completa são dados na imagem a seguir, para
diferentes valores de tensão e filtração. Para equipamentos trifásicos ou de potencial de onda constante
deverão ser utilizados os valores fornecidos pelo fabricante.
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
Gráfico logarítmico para representação da constante de rendimento de um tubo
com alvo de tungstênio, no ar a 1 metro do ponto focal. 
Constante de rendimento
Vamos agora, através de uma demonstração, compreender como encontrar a constante no gráfico.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Barreira primária
Agora que sabemos como encontrar a constante no gráfico, que tal descobrir como realizar o cálculo da
barreira primária? É exatamente isso que a especialista Aneuri de Amorim demonstrará no vídeo a seguir: 
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Cálculo para atenuação do feixe de raios X espalhados por
efeito Compton
0 grau de atenuação de determinada barreira secundária para a radiação espalhada é dado por:
Onde:
 e têm o mesmo significado que no cálculo de barreira para o feixe primário de raios 
.
 
 (fator de uso sempre será igual a 1 para o cálculo das barreiras secundárias).
 
• 
• 
 corresponde a distância entre a superfície do meio espalhador (paciente) e o ponto focal, em
metros.
 
d diz respeito a distância entre a superfície do meio espalhador e o ponto de interesse da área
adjacente.
 
k é o coeficiente de espalhamento,em - para salas de radiografia, em geral, e para
radiologia oral, (área média do espalhamento da radiação pelo paciente).
Acompanheremos a seguir a imagem que representa as distâncias e d utilizadas para calcular o fator :
Representação das distancias a₁ e d utilizadas para calcular o fator \(F _{ s }\).
Do mesmo modo, veremos a representação do gráfico logarítmico para determinação grau de atenuação para 
 e para raios X (filtração de 2mm Al), em milímetros de chumbo:
• 
• 
• 
Gráfico logarítmico para determinação grau de atenuação para \(F _{ p }\) e \(F _{ s }
\) para raios X (filtração de 2mm Al), em milímetros de chumbo. 
Barreira secundária
Que tal aprender a calcular a espessura da barreira secundária? No vídeo a seguir, a especialista Aneuri de
Amorim fará a demonstração desse cálculo. Acompanhe: 
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Cálculo de barreira para feixe de raios X transmitidos
através da blindagem do cabeçote
0 grau de atenuação de determinada barreira secundária para a radiação de fuga é dado por:
Onde: 
 e têm o mesmo significado que no cálculo de barreira para o feixe primário de raios 
.
 
 corresponde à quantidade de radiação padrão em um determinado ponto, fornecida pelo
fabricante - se não estiver disponível, usar .
 
Q é a quantidade máxima admissível de eletricidade com a tensão nominal durante uma hora,
especificada pelo fabricante - para radiografia, a 150 kV .
A espessura definitiva da barreira secundária será:
Observe: 
• 
• 
• 
Igual ao valor da barreira mais espessa
encontrada 
Se a diferença entre as espessuras das
barreiras para a radiação de fuga e para a
radiação espalhada for maior que 4 camadas
semirredutoras (CSR).
Igual ao valor da barreira mais espessa
somada de uma camada semirredutora 
Se as espessuras das barreiras para a
radiação de fuga e para a radiação
espalhada tiverem valores
praticamente iguais.
Gráfico logarítmico para determinação do grau de atenuação \(\left( F _{ tr }\right)\)
em milímetros de chumbo para raios X transmitidos através do cabeçote.
Saiba mais
A radiação de fuga ou simplesmente a fuga de cabeçote é a radiação primária gerada no ponto focal
(anodo) do tubo de raios X que não sai pela janela direcionada para o paciente, mas se dispersa para
todos os lados, atravessando a blindagem do cabeçote. 
Fuga de cabeçote
Neste vídeo, a especialista Aneuri de Amorim demonstra o cálculo para fuga de cabeçote.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Os valores da camada semirredutora, em cm, para um feixe largo de radiação e fortemente filtrado para
diferentes tensões, são apresentados no quadro a seguir:
Camada semirredutora
É a espessura de determinado material que atenua um feixe de raios X ou gama de energia específica,
reduzindo sua intensidade à metade da intensidade inicial.
Tensão kV CSR (cm)
50 0,05 
75 0,15 
100 0,25 
125 0,27 
150 0,29 
Quadro: Valores da camada semirredutora, em cm, para um feixe largo de radiação.
Extraído de NCRP-49, 1976, p. 88.
Camada semirredutora
Vamos agora aprofundar ainda mais nossos conhecimentos a respeito do conceito de CSR e sua aplicação nos
projetos de blindagem.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Demonstração
Qual será a espessura definitiva da barreira secundária C? Calcule em mmPb e para o material argamassa
baritada. 
Vimos que a espessura definitiva da barreira secundária será: 
Vimos que os valores da camada semirredutora, em centímetros de Pb, para um feixe largo de radiação e
fortemente filtrado para diferentes tensões, são:
Tensão kV
50 0,05 
75 0,15 
100 0,25 
125 0,27 
150 0,29 
Para 100 kV , o valor de é .
 
Igual ao valor da barreira mais espessa
encontrada 
Se a diferença entre as espessuras das
barreiras para a radiação de fuga e para a
radiação espalhada for maior que 4 camadas
semirredutoras .
Igual ao valor da barreira mais espessa
somada a uma camada semirredutora 
Se as espessuras das barreiras para a
radiação de fuga e para a radiação
espalhada tiverem valores
praticamente iguais.
Calculando o módulo da diferença entre .
 
0 valor é menor do que .
Resumindo
As espessuras das barreiras para a radiação de fuga e para a radiação espalhada têm valores
praticamente iguais, e a espessura da barreira C é igual ao valor da barreira mais espessa acrescida de
uma camada semirredutora: Fazendo a conversão: 1mmPb = 10mm de argamassa baritada. A espessura
da barreira C seria de 12,5mm de espessura em argamassa baritada. 
Mão na massa
Questão 1
No gráfico logarítmico para representação da constante de rendimento de um tubo com alvo de tungstênio, no
ar a 1 metro do ponto focal, o valor aproximado de para 100 kV na curva de 2 mm de filtração de Al é:
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Ftr no gráfico de Fs no NCRP-49.
A
B
C
D
E
A alternativa C está correta.
O valor de para 100 kV na curva de 2 mm de filtração de Al:
Passo 1: Posicionar a ponta do lápis ou caneta em 100 kV , subir exatamente nesse valor de 100 kV até a
curva de 2 mm Al (pontilhado, em rosa, na imagem a seguir).
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Ftr no gráfico de Fs no
NCRP-49.
Passo 2: Exatamente no ponto de encontro, deslizar o lápis ou caneta na horizontal, para o eixo y.
Gráfico: Exemplo da marcação do valorde Ftr no gráfico de Fs no
NCRP-49.
Realizar a leitura no eixo y: .
Questão 2
Um serviço de radiodiagnóstico que funciona 7 dias por semana tem as seguintes características: 50
pacientes ao dia; 50mAs por filme (incidência); 3 filmes (incidências) por paciente.
 
Nesse contexto, a carga de trabalho em mAmin/sem é:
A
500 mAmin/sem.
B
575 mAmin/sem.
C
600 mAmin/sem.
D
720 mAmin/sem.
E
875 mAmin/sem.
A alternativa E está correta.
Então:
Como a unidade da carga de trabalho (W) é mAmin/sem, temos que converter 1 segundo em minuto, ou
seja,
Logo:
Quando conhecemos as características do serviço, não precisamos calcular o W por meio da Carga de
trabalho semanal típica para radiologia convencional.
Tabela: Carga de trabalho semanal típica para radiologia convencional. 
Questão 3
Observe a planta baixa do serviço de radiodiagnóstico a seguir: 
Planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico com as distâncias medidas nos
pontos de interesse — não está em escala.
Considere que o serviço está no andar térreo, ou seja, não há nada sob o chão onde está a sala de
radiodiagnóstico.
 
Com base nessas informações, a alternativa que contém a correta classificação das áreas A, A*, B, C, D, E, F e
G é:
A
A barreira A sempre será primária, a barreira A* é primária e as barreiras B, C, D, E e F são secundárias, tanto
para os exames realizados no bucky mural quanto para os exames realizados na mesa; já a barreira G, que é o
chão da sala, é primária para os exames realizados no bucky mural.
B
A barreira A sempre será primária, a barreira A* é primária e as barreiras B, C, D, E e F são secundárias, tanto
para os exames realizados no bucky mural quanto para os exames realizados na mesa; já a barreira G, que é o
chão da sala, é primária para os exames realizados na mesa.
C
A barreira A é primária quando os exames são realizados no bucky mural, a barreira A* é secundária quando
os exames são realizados na mesa, e as barreiras B, C, D, E e F são secundárias, tanto para os exames
realizados no bucky mural quanto para os exames realizados na mesa; já a barreira G, que é o chão da sala, é
primária para os exames realizados na mesa.
D
A barreira A é secundária quando os exames são realizados no bucky mural, a barreira A* é secundária quando
os exames são realizados na mesa, e as barreiras B, C, D, E e F são secundárias, tanto para os exames
realizados no bucky mural quanto para os exames realizados na mesa; já a barreira G, que é o chão da sala, é
primária para os exames realizados na mesa.
E
A barreira A é primária quando os exames são realizados no bucky mural, a barreira A* é secundária quando
os exames são realizados na mesa, e as barreiras B, C, D, E e F são primárias, tanto para os exames realizados
no bucky mural quanto para os exames realizados na mesa; já a barreira G, que é o chão da sala, é barreira
primária para os exames realizados na mesa.
A alternativa C está correta.
Barreira A — barreira primária quando os exames são realizados no bucky mural.
Barreira A* — barreira secundária quando os exames são realizados na mesa.
Barreiras B, C, D, E e F — barreiras secundárias, tanto para os exames realizados no bucky mural quanto
para os exames realizados na mesa.
Barreira G — chão da sala, barreira primária para os exames realizados na mesa.
Questão 4
Observe que a planta baixa a seguir, que está com as informações dos fatores T e U.
Planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico com os fatores U e T — não está em
escala.
Considerando e , marque a alternativa que contém a
correta espessura da barreira primária A .
A
A espessura da barreira A é de 1mm de chumbo (1,0 mmPb).
B
A espessura da barreira A é de 1,5 mm de chumbo (1,5 mmPb).
C
A espessura da barreira A é de 2mm de chumbo (2,0 mmPb).
D
A espessura da barreira A é de 2,5mm de chumbo (2,5 mmPb).
E
A espessura da barreira A é de 3mm de chumbo (3,0mmPb).
A alternativa E está correta.
0 grau de atenuação para determinada barreira primária é dado pelo por:
Para a barreira A:
 é 
W= 
;
 
 (área livre);
 (distância entre o ponto de interesse da área adjacente e o ponto focal, em metros).
Substituindo os valores:
Realizando-se as multiplicações do numerador e denominador e cortando-se as unidades iguais, teremos
que:
Usando a relação entre kerma no ar em mGy = 1,14 Dose Externa (mSv)
Finalmente:
O Fator é adimensional, ou seja, um número desprovido de qualquer unidade física que o defina -
portanto, é um número puro.
Os números adimensionais se definem como produtos ou quocientes de quantidades cujas unidades se
cancelam. Dependendo de seu valor, tais números têm um significado físico que caracteriza determinadas
propriedades para alguns sistemas.
Para obter a espessura em chumbo dessa barreira, para esse valor de , vamos ao gráfico da imagem a
seguir, na curva de 100 kV , e encontramos no eixo y o valor de e marcamos o valor
correspondente no eixo .
Observe a marcação no gráfico a seguir:
• 
• 
• 
• 
• 
• 
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Fp o gráfico de Fp.
Ou seja, a espessura da blindagem em chumbo para a barreira primária A será de 3mm de chumbo.
Questão 5
Seguindo no sentido horário da imagem da questão 4 e tomando como referência as incidências na barreira 
, marque a alternativa que apresenta as corretas espessuras em mm de chumbo (mmPb) dos Fatores e 
 da barreira secundária B .
A
 e .
B
 e .
C
 e .
D
 e 
E
 e 
A alternativa C está correta.
Cálculo do fator 
a2= 1,5 — distância entre a superfície do meio espalhador (paciente, cuja espessura geralmente
consideramos igual a 30 cm) e o ponto focal, em metros;
d = 1,5 m distância entre a superfície do meio espalhador e o ponto de interesse da área adjacente.
Para obter a espessura em chumbo dessa barreira, para esse valor de , vamos ao gráfico da imagem a
seguir, na curva de 100 kV , e encontramos no eixo y o valor de e marcamos o valor
correspondente no eixo x .
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Fs no gráfico de Fs no
NCRP-49.
Ou seja, a espessura da blindagem, correspondente a um forte em chumbo para a barreira
secundária B que será de aproximadamente de chumbo.
Temos que calcular o fator :
 : quantidade de radiação padrão num determinado ponto, fornecida pelo fabricante. Se não estiver
disponível, usar 
Q: quantidade máxima admissível de eletricidade com a tensão nominal durante uma hora, especificada
pelo fabricante. Para radiografia, Q a 150 kV.
Logo:
Realizadas as conversões de 1 mGy = 1,14 mSv e 1 min = 60s, teremos que:
Para obter a espessura em chumbo dessa barreira, para esse valor de , vamos ao gráfico na imagem a
seguir, na curva de 100 kV , e encontramos no eixo y o valor de e marcamos o valor
correspondente no eixo .
Observe a marcação no gráfico a seguir:
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Ftr no gráfico de Fs no
NCRP-49.
Ou seja, a espessura da blindagem, correspondente a um fator em chumbo para a barreira
secundária B será de aproximadamente de chumbo.
Questão 6
A espessura final correta da barreira secundária B da questão 5 é de:
A
1mm de chumbo (1,0 mmPb).
B
1,5 mm de chumbo (1,5 mmPb).
C
2,25 mm de chumbo (2,25 mmPb).
D
2,5mm de chumbo (2,5 mmPb).
E
3mm de chumbo (3,0mmPb).
A alternativa C está correta.
A espessura da barreira secundária será: igual ao valor da barreira mais espessa encontrada, se a diferença
entre as espessuras das barreiras para a fuga de cabeçote e para a radiação espalhada for maior que 4
camadas semirredutoras ; ou igual ao valor da barreira mais espessa acrescida de uma camada
semirredutora, se as espessuras das barreiras para a radiação de fuga e para a radiação espalhada tiverem
valores praticamente iguais.
Vimos que os valores da camada semirredutora, em centímetros de Pb, para um feixe largo de radiação e
fortemente filtrado para diferentes tensões, são:
Ou seja, as espessuras das barreiras para a radiação de fuga e para a radiação espalhada têm valores
praticamente iguais, e a espessura da barreiraB é igual ao valor da barreira mais espessa acrescida de uma
camada semirredutora:
Verificando o aprendizado
Questão 1
Observe que a planta baixa a seguir: 
Planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico.
Seguindo no sentido horário da imagem e tomando como referência as incidências na Barreira , a
espessura em mm de chumbo ( mmPb ) do Fator da barreira secundária C é:
A
 
B
 
C
 
D
 
E
 
A alternativa E está correta.
Barreira C
a2 = 1,5 — distância entre a superfície do meio espalhador (paciente, cuja espessura geralmente
consideramos igual a 30 cm) e o ponto focal, em metros;
d = 3,5m distância entre a superfície do meio espalhador e o ponto de interesse da área adjacente.
Para obter a espessura em chumbo dessa barreira, para esse valor de , vamos ao gráfico da imagem a
seguir, na curva de 100 kV , encontramos no eixo y o valor de marcamos o valor correspondente
no eixo .
Observe a marcação no gráfico a seguir:
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Fs no gráfico de Fs no
NCRP-49.
Ou seja, a espessura da blindagem, correspondente a um fator em chumbo para a barreira
secundária C que será de aproximadamente de chumbo (em azul no gráfico anterior).
Questão 2
Seguindo no sentido horário da imagem e tomando como referência as incidências na Barreira A*, a espessura
em mm de chumbo do Fator da barreira secundária C é:
A
B
C
D
E
A alternativa A está correta.
Temos que calcular o fator :
 : quantidade de radiação padrão num determinado ponto, fornecida pelo fabricante. Se não estiver
disponível, usar ;
Q: quantidade máxima admissível de eletricidade com a tensão nominal durante uma hora, especificada
pelo fabricante. Para radiografia, a 150 kV .
Logo:
Realizadas as conversões de e 60s, teremos que:
Para obter a espessura em chumbo dessa barreira, para esse valor de Ftr, vamos ao gráfico da imagem a
seguir, na curva de 100 kV , encontramos no eixo y o valor de e marcamos o valor
correspondente no eixo .
Observe a marcação no gráfico a seguir:
Gráfico: Exemplo da marcação do valor de Ftr no gráfico de Fs no
NCRP-49. a.
Ou seja, a espessura da blindagem, correspondente a um fator em chumbo para a barreira
secundária C será de aproximadamente de chumbo.
2. Cálculo de blindagem pela NCRP-147
Recomendações e informações técnicas
A NCRP-147 foi publicada em 2004 e apresenta recomendações e informações técnicas relacionadas ao
projeto e à instalação de blindagem estrutural para salas que fazem uso de raios X para diagnóstico. Ela
substitui as recomendações da NCRP-49 referentes a salas de raios X diagnóstico. 
É bom frisar que as recomendações na NCRP-147 se aplicam somente às novas instalações e novas
construções, não sendo exigidas para verificação de salas já existentes, ou seja, instalações
projetadas antes da publicação da NCRP-147 e que atendam às exigências da NCRP-49 não
precisam ser reavaliadas. Porém, se forem feitas modificações nas salas já existentes, elas deverão
obedecer à NCRP-147. Como muitas instalações ainda possuem os cálculos baseados na NCRP-49,
é importante você conhecer as duas metodologias. 
Durante a década de 1980, a NCRP-49 começou a ser revista por diferentes autores, que consideravam suas
informações ultrapassadas (COSTA, 1999). Os principais pontos criticados eram: 
Ausência de novas tecnologias
A não inclusão de novas tecnologias, como a mamografia, a tomografia computadorizada, a radiologia
digital e a radiologia odontológica.
Anulação dos dados de atenuação
Os dados de atenuação não podiam mais ser utilizados, em face das novas tecnologias de
equipamentos radiológicos.
Valores realistas para as cargas de trabalho
As cargas de trabalho sugeridas não mais representavam valores realistas devido à utilização de
combinações tela/filme mais rápidas.
Pouca disponibilidade de informação
Poucas informações eram fornecidas sobre outros materiais para blindagem que não o chumbo ou
concreto.
Ideia aparentemente conservadora
A regra do "adicionar " mostrava-se muito conservadora.
Fatores de uso e ocupação irreais
Os fatores de uso e de ocupação publicados pareciam ser bastante irrealistas.
Curiosidade
Os dados utilizados para compor os gráficos de atenuação apresentados na NCRP-49, contudo, estavam
baseados em estudos realizados nas décadas de 1960 e 1970 e, no caso daqueles específicos para as
energias utilizadas em radiodiagnóstico, utilizando equipamentos monofásicos. O desenvolvimento
tecnológico de equipamentos dessa natureza foi bastante acentuado, com a introdução de sistemas
trifásicos e multipulsados, o que acarretou diferenças significativas nos espectros gerados e,
consequentemente, invalidou a utilização dos gráficos publicados no NCRP-49 para uma estimativa
precisa das dimensões das barreiras para salas de radiodiagnóstico (COSTA, 1999). 
Distribuição de cargas de trabalho 
Quando o responsável pelo projeto de proteção de uma sala radiológica inicia os cálculos da espessura de um
material protetor que deverá ser instalado nas barreiras, conta com as seguintes informações:
 
Tipo de pessoas (trabalhadores com radiação ou membros do público) e fatores de ocupação em cada
região adjacente, que definirão a quantidade de radiação que poderá atingir o local durante um período
de tempo.
 
Arquitetura da sala, com especial atenção às distâncias da fonte às barreiras.
 
Carga de trabalho da fonte (e seus fatores de uso), que é proporcional à quantidade de radiação total
gerada na sala e que atinge as barreiras.
 
Tensão de operação do equipamento.
Exemplo
Como exemplo do conservadorismo dos valores propostos no NCRP-49 para carga de trabalho,
combinado à hipótese de utilização de um único valor de tensão, considera-se uma exposição realizada
com 100 kVp em um paciente de 20cm de espessura (cf. DIXON, 1994). Se for utilizada uma combinação
tela/filme de velocidade 400 e o ponto focal do tubo estiver a uma distância de 1 metro do filme, serão
necessários cerca de 4mAs para se obter uma boa imagem. Sendo a carga de trabalho recomendada
pelo NCRP-49 de 1000mAmin/sem, seria necessário expor 15.000 filmes radiográficos para que se atinja
essa carga de trabalho em uma semana, ou seja, mais de seis filmes por minuto em uma instalação que
opera durante 8 horas por dia, 5 dias por semana. Esse valor é extremamente não realista (cf. DIXON;
SIMPKIN, 1997). 
NCRP-147
Você deve estar se perguntando: como ocorreu a evolução dos projetos de blindagem? A especialista Aneuri
de Amorim apresenta essa temática no vídeo a seguir: 
1. 
2. 
3. 
4. 
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Fatores de uso (U)
Paralelamente ao levantamento de cargas de trabalho, houve também uma revisão dos fatores de uso (U) para
o feixe primário propostos na NCRP-49. Os valores encontrados estão no quadro a seguir. 
Barreira U (NCRP-49) U (NCRP-147)
Piso 0,5 0,89
Parede 1 0,25 0,09
Parede 2 0,25 0,02
Quadro: Fatores de uso conforme especificados no NCRP-49 e os publicados na NCRP-147 para salas de
radiografia em geral. 
Extraído de NCRP-147, 2004, p. 41, adaptado por Aneuri de Amorim.
Para as salas dedicadas à radiografia de tórax, a parede que contém a estativa tem o U=1.
Fatores de ocupação (T)
Quando informações detalhadas das frequências de ocupação das áreas adjacentes de uma sala não são
disponíveis, valores tabelados podem ser utilizados. Mais a frente serão apresentados os valores para fatores
de ocupação típicos, considerando diferentes áreas ocupadas. Esses valores, contudo, devem ser usados com
cautela, uma vez que cada instalação terá características particulares de funcionamento. 
Quais exatamente são os fatores de ocupação sugeridos pelo NCRP-147?
1
Local: escritórios, lojas, alojamentos, áreas de recreação para crianças, locais ocupados nas
construções adjacentes, lavanderias, salas de espera com recepcionista e corredores, laboratórios e
salas de controle.
1/2
Local: salas de tratamento e exame de pacientes.
1/5
Local: circulação, quarto de pacientes, sala de repousode funcionários.
1/8
Local: corredores.
1/20
Local: lavabos e banheiros, áreas de vendas sem vendedores, almoxarifados e áreas externas com
bancos ou cadeiras.
1/40
Local: áreas externas de fluxo de pedestres ou veículos, estacionamentos sem manobristas, áreas de
carga e descarga de veículos sem manobristas, portarias, escadarias e elevadores sem ascensoristas.
Recomendação
De acordo com a NCPR-147, cuidados devem ser tomados ao se utilizar fatores de ocupação pequenos
em áreas cuja vizinhança possa ter uma ocupação significativa. Nesses casos, os fatores de ocupação
maiores devem ser adotados, a despeito da maior distância que a área mais ocupada possa estar da
fonte de radiação. 
Barreira primária 
Você sabia que a NCRP-147 introduz um modelo matemático que traz grande simplificação à formulação
apresentada na NCRP-49 para o cálculo de barreiras protetoras? A motivação desse modelo tem origem em
um estudo realizado anos antes por Stewart Bushong, no qual diversos profissionais norte-americanos foram
consultados para especificar as barreiras protetoras necessárias para uma sala radiológica de uso geral.
Apesar de todos os profissionais afirmarem terem utilizado a NCRP-49, os resultados tiveram grande variação.
O cerne da questão situa-se, em princípio, na complexidade em relacionar, de forma objetiva, as informações
da sala (dimensões, carga de trabalho etc.) com os cálculos, gráficos e tabelas apresentados na metodologia
do NCRP-49. Desse modo, a NCRP-147 publicou um modelo matemático que permite ajustar uma função
paramétrica aos gráficos de atenuação apresentados na NCRP-49, partindo de informações típicas utilizadas
em cálculos de barreiras. 
O ponto de partida é a determinação das derivadas de cada curva de atenuação apresentadas no Gráfico
logarítmico para representação da constante de rendimento de um tubo com alvo de tungstênio, no ar a 1
metro do ponto focal. Pelo comportamento dessas derivadas, verificou-se que podiam ser representadas por
curvas de crescimento. Tais curvas de crescimento, por sua vez, foram integradas, produzindo uma
representação matemática da série original de curvas de atenuação. A equação resultante desse processo foi:
Gráfico logarítmico para representação da constante de rendimento de um tubo com alvo
de tungstênio, no ar a 1 metro do ponto focal.
Onde:
 é o kerma por unidade de mAmin por semana a 1 metro da fonte de radiação, obtida aplicando-se um
potencial V ao tubo.
 
 é o valor de sem que nenhum material atenuador intercepte o feixe.
A espessura do material protetor é dada por: 
Em que:
 
 é a espessura do material protetor em milímetros, e e são parâmetros
determinados por meio um método não linear de mínimos quadrados.
 
P é nível de restrição por semana ( para área livre e para área controlada)
admissível para o tipo de área a ser protegida (controlada ou não controlada).
 
 é a distância de uma fonte de radiação ao ponto a ser protegido.
 
N é o número de pacientes por semana.
 
U é o fator de uso.
 
T é o fator de ocupação.
Veja a seguir o kerma por unidade de mAmin por semana a 1 metro da fonte de radiação: 
Distribuição de cargas de trabalho
Sala radiográfica — bucky 0,6 2,3
Sala radiográfica — piso e outras
barreiras
1,9 5,2
Sala R&;F (tubo radiográfico) 1,5 5,9
Sala para tórax 0,22 1,2
Quadro: Kerma por unidade de mAmin por semana a 1 metro da fonte de radiação. 
Extraído de NCRP-147, 2004, p. 43, adaptado por Aneuri de Amorim.
Teoria na prática
Vamos calcular, pela metodologia do NCRP-147, a carga de trabalho de um serviço cujo equipamento de raios
X opera 5 dias por semana, com 50 pacientes por dia, e cujas incidências são de 100% no bucky vertical. Para
calcular a carga de trabalho precisamos usar o valor de 0,6 mAmin/paciente, do quadro anterior. Logo,
teremos: 
Acompanharemos a seguir os valores de e para feixes primários de raios para chumbo, concreto
e gesso:
 Chumbo
kVp
30 3,880x10¹ 1,780x10² 3,473x10⁻¹
50 8,801 2,728x10¹ 2,957x10⁻¹
70 5,369 2,349x10¹ 5,881x10⁻¹
100 2,500 1,528x10¹ 7,557x10⁻¹
150 1,757 5,177 3,156x10⁻¹
Extraído de NCRP-147, 2004, p. 133, Anexo B, adaptado por Aneuri de Amoim e Thaiane Andrade.
 Concreto
kVp
 Concreto
30 3,173x10⁻¹ 1,698 3,593x10⁻¹
50 9,031x10⁻² 1,712x10⁻¹ 2,324x10⁻¹
70 5,087x10⁻² 1,696x10⁻¹ 3,847x10⁻¹
100 3,925x10⁻² 8,567x10⁻² 4,273x10⁻¹
150 3,243x10⁻² 8,599x10⁻² 1,467
Extraído de NCRP-147, 2004, p. 133, Anexo B, adaptado por Aneuri de Amoim e Thaiane Andrade.
 Gesso
kVp
30 1,208x10⁻¹ 7,043x10⁻¹ 3,613x10⁻¹
50 3,883x10⁻² 8,730x10⁻² 5,105x10⁻¹
70 2,302x10⁻² 7,163x10⁻² 7,299x10⁻¹
100 1,466x10⁻² 4,171x10⁻² 8,939x10⁻¹
150 1,030x10⁻² 2,198x10⁻² 1,013
Extraído de NCRP-147, 2004, p. 133, Anexo B, adaptado por Aneuri de Amoim e Thaiane Andrade.
Atenção
Aqui, e não são as radiações alfa, beta e gama, mas os fatores relativos à tensão do tubo de raios para
chumbo, concreto e gesso. 
Considerações sobre os materiais que interceptam o feixe 
O processo de produção de imagens
radiográficas prevê que o feixe de raios X
emitido pelo equipamento radiológico atravesse
o paciente e seja registrado em algum tipo de
receptor de imagens. Existem diversas
combinações distintas de receptores de
imagem, que serão utilizados conforme a
aplicação diagnóstica indicada. 
Na radiologia convencional, usualmente, o feixe
que emerge do paciente atravessa a mesa de
exames, uma grade antiespalhamento, as duas
faces do chassi radiográfico, os ecrãs, o filme e
o porta-cassete antes de atingir a barreira estrutural utilizada para fins de radioproteção. Contudo, uma
grande quantidade de variações a essa configuração pode existir.
Como em:
Radiologia ortopédica 
Em radiologia ortopédica de extremidades, na maioria das vezes a grade antiespalhamento não está
presente. Os exames de tórax são, em geral, realizados em sistemas do tipo bucky vertical de parede.
Técnicas de fluoroscopia utilizam intensificadores de imagem que atenuam quase totalmente o feixe
primário. O mesmo acontece na tomografia computadorizada, em que a matriz de detectores é capaz
de absorver praticamente toda a radiação emergente do paciente. 
Radiologia odontológica
Na odontologia, os exames periapicais são realizados com campos de radiação maiores que os filmes
utilizados, enquanto isso não ocorre em radiografias panorâmicas. Esses materiais que interceptam o
feixe atenuam e modificam as propriedades do feixe incidente de radiação que atinge a barreira
primária — pela metodologia do NCRP-49, esse efeito não é considerado. 
Com o objetivo de quantificar a influência desses materiais na estruturação das barreiras necessárias para
salas radiológicas típicas, o NCRP nomeou a espessura desses meios como . O subíndice "pré" dessa
equação segue a nomenclatura referindo-se aos materiais posicionados anteriormente à barreira primária
(como em "pré-barreira").
 
Desse modo, a barreira primária fica:
Alguns valores de estão apresentados no quadro a seguir. A consideração ou não de uma pré-barreira é
de responsabilidade do especialista qualificado.
APLICAÇÃO
X pre [mm]
CHUMBO CONCRETO AÇO
Receptor de imaggens em mesa radiográfica ou porta-
chassi montado na parede (atenuação por grade, chassi e
estruturas de suporte do receptor de imagens)
0,85 72 7
Através da mesa (atenuação somente por grade e
cassete) 0,3 30 2
Quadro: Valores sugeridos para do NCRP-147.
Extraído de NCRP-147, 2004, p. 44, adaptado por Aneuri de Amorim.
Barreira primária pela NCRP-147
A seguir, veremos como calcular a espessura de uma barreira primária.
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Barreira secundária
A formulação do NCRP-49 para a estimativa das barreiras secundárias necessárias à proteção de ambientes
adjacentes a uma sala radiológica leva a valores superestimados de espessura para as barreiras. Isso porque,
em primeiro lugar, a quantificação da radiação de fuga é feita supondo que o equipamento opera, durante
todo o tempo, em seu máximo valor de tensão, o que é bastanteirrealista. 
Além disso, o NCRP-49 reporta-se a tabelas para os fatores de espalhamento que são baseados no trabalho
de Trout e Kelley (1972), que apresentam valores para 50 e 70 kVp — não reproduzem as propriedades de
espalhamento de equipamentos radiológicos modernos. Segundo Simpkin e Dixon (1998), que produziram
uma revisão extensa do modelo apresentado no NCRP-49, tais valores levavam a subestimativas das frações
de espalhamento da ordem de duas vezes nesses potenciais. 
Para a radiação espalhada, o modelo revisado para o espalhamento proposto por Simpkin e Dixon (1998), que
foi adotado pela NCRP-147, parte das seguintes considerações: 
Primeiro
A intensidade da radiação espalhada em um
dado ângulo depende da quantidade e da
qualidade da radiação primária, da localização
do feixe de raios X no paciente e de suas
condições anatômicas.
Segundo
O número de fótons de raios X primários
incidentes no paciente varia linearmente com a
área do feixe.
Terceiro
Para uma técnica radiográfica fixa — tensão
(kVp), produto corrente-tempo (mAs) e
abertura do colimador —, a dose no ar devida à
radiação espalhada é independente da
distância entre o ponto focal e o paciente.
Já a avaliação da barreira contra radiação de fuga depende da taxa de exposição (ou taxa de kerma no ar)
permissível para esse tipo de emissão da fonte. Os valores de kerma no ar a um metro de distância atualmente
aceitos para a fabricação de equipamentos de raios X são de 1mGy/h para raios X utilizados em diagnóstico
médico e 0,25mGy/h para diagnóstico odontológico. Esses valores diferem um pouco daqueles apresentados
na NCRP-49 e são válidos quando o tubo é operado com corrente máxima para funcionamento em regime
contínuo, utilizando-se a maior tensão de acionamento do tubo. 
Saiba mais
O texto da NCRP-49 propõe, ainda, que a barreira necessária para a proteção contra a radiação
secundária (espalhada + fuga) seja tal que, se os valores de espessura para cada tipo de radiação forem
aproximadamente iguais, a espessura de uma camada semirredutora (CSR) deve ser adicionada à maior
delas e considerada como a espessura ideal. Contudo, se os valores diferirem por mais de uma camada
décimo redutora (CDR), a mais espessa entre as duas deverá ser considerada a adequada. A NCRP-147
demonstra que a “regra do adicionar 1 CSR” pode acarretar superestimativas das espessuras
necessárias. 
A metodologia do NCRP-147 prevê uma espessura, x, de um material protetor, tal que a transmissão da
radiação secundária total seja: 
Barreira secundária pela NCRP-147
Vejamos agora como calcular a espessura de uma barreira secundária, através de um exemplo. 
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Mão na massa
Questão 1
Um serviço de radiodiagnóstico tem as seguintes características: 50 pacientes ao dia (distribuídos em 40
pacientes no bucky e 10 pacientes na mesa); e funcionamento de 7 dias por semana.
 
Com base nessas características, a alternativa que apresenta a correta carga de trabalho (em mAmin/sem)
desse serviço é:
A
Parede do bucky = W = 168 mAmin/sem; e piso = W = 133 mAmin/sem.
B
Parede do bucky = W = 450 mAmin/sem; e piso = W = 350 mAmin/sem.
C
Parede do bucky = W = 350 mAmin/sem; e piso = W = 450 mAmin/sem.
D
Parede do bucky = W = 350 mAmin/sem; e piso = W = 150 mAmin/sem.
E
Parede do bucky = W = 450 mAmin/sem; e piso = W = 250 mAmin/sem.
A alternativa A está correta.
Tomando como base o quadro sobre kerma por unidade de mAmin por semana a 1 metro da fonte de
radiação, temos:
• parede do bucky = W = 40 x 0,6 x 7= 168 mAmin/sem;
• piso = W = 1,9 x 10x 7 = 133 mAmin/sem.
Questão 2
Observe, a seguir, a planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico:
Tome como base os fatores de ocupação sugeridos pelo NCRP-147 e assuma que o serviço está no andar
térreo, ou seja, não há nada sob o chão onde está a sala de radiodiagnóstico. 
A barreira A é primária quando os exames são realizados no bucky mural; a barreira A* é secundária quando
os exames são realizados na mesa, enquanto as barreiras B, C, D, E e F são secundárias, tanto para os exames
realizados no bucky mural quanto para os exames realizados na mesa; já a barreira G, que é o chão da sala, é
primária para os exames realizados na mesa. 
Com base nessas informações, marque a opção que apresenta, corretamente, os valores dos fatores de
ocupação da planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico, para as áreas A, A*, B, C, D E, F e G,
respectivamente: 
A
A T=1; A* T =1/8 ; B T=1; C T=1/20; D 1; E T=1; F T=1.
B
A T=1/8; A* T =1/8; B T=1; C T=1/20; D 1/20; E T=1; F T=1.
C
A T=1; A* T =1/8; B T=1; C T=1/20; D 1/20; E T=1; F T=1.
D
A T=1; A* T =1/8; B T=1; C T=1/20; D 1/20; E T=1/8; F T=1.
E
A T=1; A* T =1/8; B T=1/8; C T=1/20; D 1/20; E T=1; F T=1.
A alternativa B está correta.
Quando informações detalhadas das frequências de ocupação das áreas adjacentes de uma sala não são
disponíveis, valores tabelados podem ser utilizados. São sugeridos pelo NCRP-147 os valores para fatores
de ocupação típicos, considerando diferentes áreas ocupadas.
Questão 3
Observe, a seguir, a planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico: 
Tomando como base o quadro Fatores de uso conforme especificados no NCRP-49 e os publicados na
NCRP-147 para salas de radiografia em geral, marque a alternativa que apresenta, corretamente, os valores
dos fatores de uso (U) da planta baixa desse serviço de radiodiagnóstico para as barreiras A (primária), B e C. 
A
A U=0,89; B U=0,07; C U=0,03.
B
A U=0,89; B U=0,09; C U=0,12.
C
A U=0,89; B U=0,19; C U=0,02.
D
A U=0,89; B U=0,09; C U=0,02.
E
A U=0,89; B U=0,25; C U=0,25.
A alternativa D está correta.
Tomando como base a metodologia NCRP-147, os valores dos fatores de uso (U) da planta baixa desse
serviço de radiodiagnóstico para as barreiras A (primária), B e C são os seguintes:
barreira A = U=0,89;
barreira B = U=0,09;
barreira C = U=0,02.
Questão 4
Observe, a seguir, a planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico: 
• 
• 
• 
Para este exercício, considere a metodologia do NCRP-147 e leve em conta os seguintes valores: 
Com base nessas informações e sem considerar uma pré-barreira, a alternativa que apresenta, corretamente,
a espessura da barreira A em mm de chumbo (mm Pb) é: 
A
1,1 mmPb
B
1,2 mmPb
C
1,3 mmPb
D
1,5 mmPb
E
3,0 mmPb
 
A alternativa C está correta.
Confira a solução:
Questão 5
Observe, a seguir, a planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico:
Utilizando a metodologia do NCRP-147 e considerando uma pré-barreira de 0,85mm, a alternativa que
apresenta, corretamente, a espessura da barreira A em mm de chumbo (mmPb) é: 
A
0,25 mmPb
B
0,35 mmPb
C
0,45 mmPb
D
0,65 mmPb
E
2,15 mmPb
A alternativa C está correta.
Confira a solução:
Questão 6
Observe, a seguir, a planta baixa de um serviço de radiodiagnóstico: 
Adote os seguintes valores: 
A espessura necessária da barreira A para o material concreto, sem considerar uma pré-barreira, será de: 
A
88 mm
B
65 mm
C
56 mm
D
72 mm
E
45 mm
 
A alternativa A está correta.
Confira a solução:
Verificando o aprendizado
Questão 1
Observe a imagem a seguir: 
Considere uma pré-barreira de 72 mm e leve em conta os seguintes valores:
 
É correto afirmar que a espessura da barreira A, para o material concreto, é de:
A
10 mm
B
12 mm
C
16 mm
D
20 mm
E
25 mm
A alternativa C está correta.
Confira a solução:
Questão 2
Observe a imagem a seguir: 
Adote a metodologia do NCRP-147 e considere os seguintes valores:
Sem considerar uma pré-barreira, a espessura da barreira B — em mm de chumbo (mm Pb) — é de:
A
0,55 mmPb
B
0,85 mmPb
C
1,0 mmPb
D
1,1 mmPb
E
1,2 mmPb
A alternativa B está correta.
Confira a solução:
3. Conclusão
Considerações finais
Você conseguiu iniciar os estudos teóricos para utilizar os métodos de cálculo de projetos de blindagem de
instalações que utilizam equipamentos de radiologia emissores de radiações eletromagnéticas ionizantes e
compreendeu diversostermos, nomenclaturas e conceitos iniciais para o entendimento global do conteúdo
desenvolvido. 
As metodologias encontradas aqui são utilizadas em todo o planeta quando o assunto é cálculo da espessura
das barreiras primárias e secundárias de um serviço de radiologia médica.
Podcast
Para concluir este estudo, escute o podcast a seguir para compreender os principais conceitos
abordados no conteúdo.
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Pesquise sobre como o conhecimento das construções das salas comerciais atuais, com paredes feitas com o
material conhecido como drywall, podem ser utilizadas na radiologia. A página da Knauf é uma boa fonte.
 
Assista ao vídeo Cálculo de blindagem para salas de raios x, disponível no site do BrasilRad.
Referências
AMORIM, A. S. de. Planejamento de instalações e cálculo de blindagens. 1. ed. Rio de Janeiro: SESES, 2019.
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Radiodiagnóstico Médico: Desempenho
de Equipamentos e Segurança / Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília:
Ministério da Saúde, 2005.
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Resolução Nº 330,
de 20 de dezembro de 2019. Brasília: Ministério da Saúde, 2019.
 
COSTA, Paulo R. Modelo para determinação de espessuras de barreiras protetoras em salas para radiologia
diagnóstica. São Paulo: IPEN, 1999.
 
DIXON, R. On the Primary Barrier in Diagnostic X-ray Shielding. Medical Physics. v. 21, n. 11, p. 1785- 1793,
1994.
 
DIXON, R. L.; SIMPKIN, D. J. New Concepts for Radiation Shielding of Medical Diagnostic X-ray Facilities. The
Expanding Role in Medical Physics in Diagnostic Imaging. Proceedings of the 1997 AAPM Summer School.
Advanced Medical Publishing, Wisconsin, Madison, 1997.
 
NCRP-NATIONAL COUNCIL ON RADIATION PROTECTION AND MEASUREMENTS (NCRP). Structural Shielding
and Evolution for Medical Use of X Rays and Gamma Rays of Energies up to 10 MeV. NCRP-49. Bethesda (MD):
NCRP Publications, 1976.
 
NCRP-NATIONAL COUNCIL ON RADIATION PROTECTION AND MEASUREMENTS (NCRP). Structural Shielding
Design for Medical X-Ray Imaging Facilities. NCRP-147. Bethesda (MD): NCRP Publications, 2004.
 
SIMPKIN, D. J. Shielding a Spectrum of Workloads in Diagnostic Radiology. Health Physics, v. 61, n.2, p.
259-261, 1991.
 
SIMPKIN, D. Evaluation of NCRP Report No. 49 Assumptions on Workloads and Use Factors in Diagnostic
Radiology Facilities. Medical Physics, v. 23, n.4, p. 577-584, 1996.
 
SIMPKIN, D.J.; DIXON, R. L. Secondary Shielding Barriers for Diagnostic X-ray Facilities: Scatter and Leakage
Revisited. Health Physics, v.74, n. 3, p. 350-365, 1998.
 
TROUT, E.; KELLEY, J.P. Scattered Radiation from a Tissue Equivalent Phantom for X- Rays from 50 to 300
kVp. Radiology, v. 104, p. 161-169, 1972. Consultado na internet em: 4 out. 2021.
	Blindagem
	1. Itens iniciais
	Propósito
	Preparação
	Objetivos
	Introdução
	1. Cálculo de blindagem pela NCRP-49
	Barreiras primárias e secundárias
	Cálculo da carga de trabalho (W)
	Recomendação
	Teoria na prática
	Carga de trabalho
	Conteúdo interativo
	Fator de uso (U)
	Exemplo 1
	Exemplo 2
	Fator de ocupação (T)
	Classificação de áreas
	Curiosidade
	Barreiras físicas
	Acesso exclusivo
	Cálculo para atenuação do feixe primário de raios X
	Saiba mais
	Constante de rendimento
	Conteúdo interativo
	Barreira primária
	Conteúdo interativo
	Cálculo para atenuação do feixe de raios X espalhados por efeito Compton
	Barreira secundária
	Conteúdo interativo
	Cálculo de barreira para feixe de raios X transmitidos através da blindagem do cabeçote
	Saiba mais
	Fuga de cabeçote
	Conteúdo interativo
	Camada semirredutora
	Conteúdo interativo
	Demonstração
	Resumindo
	Mão na massa
	Questão 1
	Questão 3
	Questão 4
	Verificando o aprendizado
	Questão 1
	2. Cálculo de blindagem pela NCRP-147
	Recomendações e informações técnicas
	Ausência de novas tecnologias
	Anulação dos dados de atenuação
	Valores realistas para as cargas de trabalho
	Pouca disponibilidade de informação
	Ideia aparentemente conservadora
	Fatores de uso e ocupação irreais
	Curiosidade
	Distribuição de cargas de trabalho
	Exemplo
	NCRP-147
	Conteúdo interativo
	Fatores de uso (U)
	Fatores de ocupação (T)
	1
	1/2
	1/5
	1/8
	1/20
	1/40
	Recomendação
	Barreira primária
	Teoria na prática
	Atenção
	Considerações sobre os materiais que interceptam o feixe
	Radiologia ortopédica
	Radiologia odontológica
	Barreira primária pela NCRP-147
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	Barreira secundária pela NCRP-147
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	Mão na massa
	Questão 2
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	Questão 4
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	Questão 6
	Verificando o aprendizado
	Questão 1
	Questão 2
	3. Conclusão
	Considerações finais
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	Referências

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