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5.4 COLETA INTERNA Conforme Monteiro (2001), o gerador do resíduo deveria ser responsável pela coleta e transporte, porém, a Prefeitura acaba recolhendo, orientando ou fiscalizando esse tipo de procedimento. É incrível, mas os resíduos gerados nos serviços de saúde que totalizam 100% do insumo, desses, 70% são efetivamente contaminantes, devido às deficiências e dificuldades de grande parte do sistema de saúde, sendo que os demais 30% são patogênicos e devem ter um tratamento especial quanto ao sistema de coleta e destinação final. (MONTEIRO, 2001). Para o transporte dos resíduos, o estabelecimento deve possuir carros com rodas de borracha maciça, de modo a evitar ruído, construídos com material resistente, rígido e que evite vazamento de líquidos. É recomendável também que os carros tenham cantos arredondados para não causar acidentes, tampa articulada no próprio corpo e identificação de acordo com o grupo dos resíduos transportados. Os carros devem ser exclusivos para o transporte de um determinado grupo de resíduos. As rotas do transporte interno devem evitar horários e locais de grande fluxo de pessoas e outros transportes ou serviços do estabelecimento de saúde, evitando riscos adicionais de acidentes. (ZAMONER, 2008). Zamoner (2008) relata que em visitas realizadas em várias ocasiões aos estabelecimentos hospitalares, constatou-se que resíduos segregados são misturados junto aos demais resíduos pelos servidores responsáveis pela coleta e transporte para a estocagem externa. Portanto, enquanto a segurança dos servidores dos estabelecimentos de saúde é assegurada, em alguns casos, a situação do público em geral continua a mesma.

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