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SUGESTÕES, CRÍTICAS | focadonoedital@gmail.com 
DECRETO Nº 9.758, DE 11 DE ABRIL DE 2019 
 
CONCURSO UNIRIO 2025/26 
 
No dia 11/04/2019 o então presidente Jair Bolsonaro assinou o Decreto 9.758 que proíbe que 
funcionários, servidores e integrantes do governo federal utilizem os termos "Vossa Excelência" e 
"doutor" em comunicados, atos e cerimônias públicas. Devendo os agentes públicos utilizarem, uns com 
os outros, o termo "senhor" ou "senhora" no tratamento oral e escrito. 
 
Sendo assim, as demais formas de tratamento, ainda que abreviadas, são vedadas: Vossa Excelência ou 
Excelentíssimo; Vossa Senhoria; Vossa Magnificência; doutor; ilustre ou ilustríssimo; digno ou 
digníssimo; e respeitável. 
 
As exceções desta regra se aplicam às comunicações entre agentes públicos federais e autoridades 
estrangeiras ou de organismos internacionais. 
 
Também se aplicam exceções às comunicações entre agentes públicos da administração pública federal 
e agentes públicos do Poder Judiciário, do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas, da Defensoria 
Pública, do Ministério Público ou de outros entes federativos, na hipótese de exigência de tratamento 
especial pela outra parte, com base em norma aplicável ao órgão, à entidade ou aos ocupantes dos cargos. 
 
Segundo o governo, a medida visa "promover a desburocratização no tratamento" e "eliminar barreiras 
que criam distinção entre agentes públicos no âmbito do Poder Executivo federal". 
 
Esse decreto entra em conflito com o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), que em 
seu capítulo II apresenta outros pronomes de tratamento. Mas o interessante para você, concurseiro que 
está se preparando para o concurso da UFRJ, é que a PR-4 não colocou nada sobre Redação Oficial, ou 
Comunicações Oficiais em seu conteúdo programático. Apenas citou o decreto, e sobre ele colocamos 
aqui as principais informações e agora vamos colocar o conteúdo integral deste decreto e depois 
questões: 
 
 
Dispõe sobre a forma de tratamento e de endereçamento nas comunicações com agentes públicos 
da administração pública federal. 
 
Objeto e âmbito de aplicação 
Art. 1º Este Decreto dispõe sobre a forma de tratamento empregada na comunicação, oral ou escrita, 
com agentes públicos da administração pública federal direta e indireta, e sobre a forma de 
endereçamento de comunicações escritas a eles dirigidas. 
§ 1º O disposto neste Decreto aplica-se às cerimônias das quais o agente público federal participe. 
§ 2º Aplica-se o disposto neste Decreto: 
I - aos servidores públicos ocupantes de cargo efetivo; 
II - aos militares das Forças Armadas ou das forças auxiliares; 
III - aos empregados públicos; 
188.807.337-37
 
 
 
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SUGESTÕES, CRÍTICAS | focadonoedital@gmail.com 
IV - ao pessoal temporário; 
V - aos empregados, aos conselheiros, aos diretores e aos presidentes de empresas públicas e 
sociedades de economia mista; 
VI - aos empregados terceirizados que exercem atividades diretamente para os entes da administração 
pública federal; 
VII - aos ocupantes de cargos em comissão e de funções de confiança; 
VIII - às autoridades públicas de qualquer nível hierárquico, incluídos os Ministros de Estado; e 
IX - ao Vice-Presidente e ao Presidente da República. 
§ 3º Este Decreto não se aplica: 
I - às comunicações entre agentes públicos federais e autoridades estrangeiras ou de organismos 
internacionais; e 
II - às comunicações entre agentes públicos da administração pública federal e agentes públicos do 
Poder Judiciário, do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas, da Defensoria Pública, do Ministério 
Público ou de outros entes federativos, na hipótese de exigência de tratamento especial pela outra 
parte, com base em norma aplicável ao órgão, à entidade ou aos ocupantes dos cargos. 
Pronome de tratamento adequado 
Art. 2º O único pronome de tratamento utilizado na comunicação com agentes públicos federais é 
“senhor”, independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião. 
Parágrafo único. O pronome de tratamento é flexionado para o feminino e para o plural. 
Formas de tratamento vedadas 
Art. 3º É vedado na comunicação com agentes públicos federais o uso das formas de tratamento, 
ainda que abreviadas: 
I - Vossa Excelência ou Excelentíssimo; 
II - Vossa Senhoria; 
III - Vossa Magnificência; 
IV - doutor; 
V - ilustre ou ilustríssimo; 
VI - digno ou digníssimo; e 
VII - respeitável. 
 
188.807.337-37
 
 
 
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SUGESTÕES, CRÍTICAS | focadonoedital@gmail.com 
§ 1º O agente público federal que exigir o uso dos pronomes de tratamento de que trata o caput , 
mediante invocação de normas especiais referentes ao cargo ou carreira, deverá tratar o interlocutor 
do mesmo modo. 
§ 2º É vedado negar a realização de ato administrativo ou admoestar o interlocutor nos autos do 
expediente caso haja erro na forma de tratamento empregada. 
Endereçamento de comunicações 
Art. 4º O endereçamento das comunicações dirigidas a agentes públicos federais não conterá 
pronome de tratamento ou o nome do agente público. 
Parágrafo único. Poderão constar o pronome de tratamento, na forma deste Decreto, e o nome do 
destinatário nas hipóteses de: 
I - a mera indicação do cargo ou da função e do setor da administração ser insuficiente para a 
identificação do destinatário; ou 
II - a correspondência ser dirigida à pessoa de agente público específico. 
 
Vamos ver umas questão sobre o Decreto: 
1. O Decreto Federal nº 9.758/2019 dispõe sobre a forma de tratamento empregada na comunicação, 
oral ou escrita, com agentes públicos da Administração Pública Federal. Considerando a quem se 
aplica o que determina o Decreto citado, marque a resposta INCORRETA: 
A) Aos ocupantes de cargo em comissão e de função de confiança. 
B) Ao pessoal temporário. 
C) Às autoridades públicas de qualquer nível hierárquico, exceto aos Ministros de Estado. 
D) Aos empregados públicos. 
E) Aos servidores públicos ocupantes de cargo efetivo. 
2- Um assistente administrativo é o responsável pela elaboração de um requerimento dirigido ao diretor 
da empresa em que trabalha, ocorre que esse diretor é um oficial general em exercício de função privativa 
do posto. Assim, de acordo com o Decreto nº 9.758/2019, o pronome de tratamento a ser utilizado na 
redação do referido documento para o diretor é: 
a) senhor 
b) excelência 
c) ilustríssimo 
d) vossa senhoria 
 
188.807.337-37
 
 
 
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SUGESTÕES, CRÍTICAS | focadonoedital@gmail.com 
3- Conforme o Decreto n º 9.758, de 11 de abril de 2019, que dispõe sobre a forma de tratamento e de 
endereçamento nas comunicações com agentes públicos da administração pública federal, analise as 
sentenças a seguir e assinale a alternativa INCORRETA: 
a) O único pronome de tratamento utilizado na comunicação com agentes públicos federais é “senhor”, 
independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião. 
b) É vedado na comunicação com agentes públicos federais o uso das formas de tratamento, ainda que 
abreviadas: I - Vossa Excelência ou Excelentíssimo; II - Vossa Senhoria; III - Vossa Magnificência; IV 
- Doutor; V - Ilustre ou Ilustríssimo; VI - Digno ou Digníssimo; e VII – Respeitável. 
c) O endereçamento das comunicações dirigidas a agentes públicos federais não conterá pronome de 
tratamento ou o nome do agente público 
d) É obrigatório na comunicação com agentes públicos federais o uso das formas de tratamento, ainda 
que abreviadas: I - Vossa Excelência ou Excelentíssimo; II - Vossa Senhoria; III - Vossa Magnificência; 
IV - Doutor; V - Ilustre ou Ilustríssimo; VI - Digno ou Digníssimo; e VII – Respeitável. 
 
 
GABARITO: 1- C / 2- A / 3- D 
188.807.337-37

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