Prévia do material em texto
Agente de Transformação Institucional (ATI) Necessidade de Capacitação Técnica e Direitos Conflitos Interpessoais e Ruídos de Comunicação DGESP Acolhe COPPE GRH Saúde Mental e Sobrecarga Situações de Assédio Moral e Discriminação O Diagnóstico Institucional da COPPE/UFRJ A atuação das equipes da Diretoria de Gestão de Pessoas (DGESP) é historicamente focada na prevenção e promoção. No entanto, o monitoramento contínuo revelou um aumento em demandas sistêmicas que exigem capilaridade para serem resolvidas: Devido ao tamanho e à complexidade da estrutura organizacional da COPPE, as ações centralizadas não alcançam a totalidade da comunidade. A Mudança de Paradigma: A solução é formar representantes em cada Programa e setor, criando uma rede de multiplicadores capaz de atuar preventivamente onde os problemas nascem. Público-Alvo: Trabalhador técnico-administrativo (Estatutário, CLT ou outros vinculos) que atua como pessoa de referência em seu programa ou setor da COPPE. Objetivo Central: Contribuir para eficácia e efetividade das ações e serviços desenvolvidos pelas equipes da DGESP na redução de condutas e posturas incompatíveis com o ambiente laboral. A rede de suporte: Quem é o Agente de Transformação? O Agente é o elo vivo. Ele não substitui as instâncias técnicas, mas facilita o acesso à informação e acelera os encaminhamentos institucionais. - Aumentar a integração entre o corpo social e discente da COPPE/UFRJ. - Ampliar o conhecimento sobre os serviços técnico- administrativos e de acolhimento. Capacitação & Acolhimento - Capacitar trabalhadores para a mediação e orientação de demandas (DGESP). - Despertar novas habilidades e competências entre o corpo social técnico-administrativo - Contribuir para o entendimento da importância da formação dos multiplicadores de informação institucional. Os Objetivos Específicos do Agente de Transformação Prevenção & Proteção - Reduzir condutas de assédio, discriminação e quaisquer outros tipos de violência. Conexão & Integração - Diminuir ruídos de comunicação e conflitos internos. Aspectos Subjetivos (BES) - O Emocional Sentido pessoal atribuído às tarefas Felicidade e Emoções Positivas Confiança e Engajamento Status: Desenvolvido e protegido pela rede ATI. Fronteiras de Atuação: O escopo do Mediador Institucional O AGENTE NÃO ÉO AGENTE É Facilitador de acessos: Conecta a comunidade COPPE à DGESP. Psicólogo ou terapeuta: Não realiza atendimento clínico. Ouvinte empático: Realiza a escuta inicial sem julgamentos. Resolvedor final: Não é o único responsável por extinguir um conflito complexo. Substituto técnico: Não toma o lugar da DGESP, Acolhe COPPE ou GRH. Fiscal punitivo: Não atua como auditor de condutas, mas como promotor de acolhimento. Orientador de fluxos: Indica o caminho institucional correto. Mediador: Contribui para a redução de ruídos na comunicação. • Ação: Acolhimento em primeira instância. • Foco: Oferecer um espaço seguro para que o colega de setor expresse sua demanda, dúvida técnica ou relato de conflito. 2. Orientação Básica • Ação: Direcionamento informado. • Foco: Utilizar o letramento adquirido no curso para contextualizar a situação e esclarecer o cenário de forma primária. 3. Encaminhamento Institucional • Ação: Conexão com especialistas. • Foco: Acionar os serviços adequados da DGESP, acompanhando o fluxo sem absorver a execução técnica. 1. Escuta Inicial Etapas do ATI: 07/04 (2h) - Apresentação do curso e introdução aos Direitos e Deveres no ambiente laboral. (Facilitadores: Vanda, Arthur e Paula) 14/04 & 28/04 (4h total) - Conteúdo acolheCOPPE (Equipe Acolhe COPPE) 09/04 (2h) - Letramento sobre diversidades (Facilitadora: Andrea) Cronograma de Execução: Parte 1 07/05 (2h) - Vivência e Oficina de consolidação do aprendizado. (Equipe Multidisciplinar DGESP) 05/05 (2h) - Conteúdo acolheCOPPE (Equipe Acolhe COPPE) 30/04 (2h) - Conteúdo GRH. (Equipe GRH) Cronograma de Execução: Parte 2 Conclusão Desenvolver a formação de agente de transformação institucional, não se constitui em tarefa fácil, mas certamente representa um grande desafio, cujo resultado traz importante valorização e reconhecimento para os participantes. Compreende uma jornada continuada de aprendizado pessoal e profissional. O formato integrativo e cooperativo, visa estabelecer um processo de impacto positivo e duradouro. Essa capacitação, tem o compromisso de incentivar o desenvolvimento de habilidades fundamentais para trabalhar de forma transversal nas diversas áreas institucionais, promovendo uma real e necessária mudança de cultura institucional. Importante ter em mente que cada ação tem seu potencial de contribuir para transformações cada vez maiores. Agente de Transformação Institucional (ATI) O Diagnóstico Institucional da COPPE/UFRJ A atuação das equipes da Diretoria de Gestão de Pessoas (DGESP) é historicamente focada na prevenção e promoção. No entanto, o monitoramento contínuo revelou um aumento em demandas sistêmicas que exigem capilaridade para serem resolvidas: DGESP Acolhe COPPE GRH Devido ao tamanho e à complexidade da estrutura organizacional da COPPE, as ações centralizadas não alcançam a totalidade da comunidade. A Mudança de Paradigma: A solução é formar representantes em cada Programa e setor, criando uma rede de multiplicadores capaz de atuar preventivamente onde os problemas nascem. Conclusão