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A VIDA POLÍTICA
Crise Colonial e Independência: 1808 - 1831
AUTORA: LÚCIA BASTOS PEREIRA DAS NEVES
IMPÉRIO PORTUGUES: CINCO REGIÕES: 1808-1822
RODRIGO DE SOUSA COUTINHO
Fuga da Família Real
Beija mãos
ABERTURA DOS PORTOS
primeiro, que sejam admissíveis nas Alfândegas do Brasil todos e quaisquer gêneros, fazendas, e mercadorias transportadas, ou em navios estrangeiros das potências que se conservam em paz e harmonia com a minha Real Coroa, ou em navios dos meus vassalos(...)
Segundo: Que não só os meus vassalos, mas também os sobreditos estrangeiros possam exportar para os portos que bem lhes parecer a benefício do comércio, e agricultura, que tanto desejo promover todos, e quaisquer gêneros, e produções coloniais (...)
e sem vigor todas as leis, cartas régias, ou outras ordens que até aqui proibiam neste Estado do Brasil o recíproco comércio, e navegação entre os meus vassalos, e estrangeiros. O que tudo assim fareis executar com o zelo, e atividade que de vós espero. Escrita na Bahia aos vinte e oito de janeiro de 1808. 
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Ressentimento de Portugal
Padre miguelinho
Revolução Liberal do Porto: 1820
Convocação as Cortes
PANFLETO
“HERÓIS BAIANOS! ÀS ARMAS! A GLÓRIA VOS CHAMA! VOSSOS ILUSTRES ASCENDENTES DO DOURO E DO TEJO DERAM-VOS O EXEMPLO E POR VÓS ESPERAM. GRITAI ALDAZES: VIVA A CONSTITUIÇÃO DO BRASIL E O REI QUE NÃO A RECUSARÁ”
ENTRADA TRIUNFANTE DE DOM JOÃO VI EM PORTUGAL 
ELEIÇÕS PARA DEPUTADOS
QUEM PODERIAM VOTAR?
CIDADÃO COM MAIS DE 25 ANOS.
QUEM NÃO PODIA VOTAR:
MULHERES
MENORES DE 25 ANOS, A NÃO SER QUE CASADOS
OFICIAIS MILITARES DA MESMA FAIXA DE IDADE
OS CLÉRIGOS REGULARES
OS “FILHOS-FAMÍLIA” QUE VIVESSEM COM OS PAIS
OS CRIADOS DE SERVIR, COM EXCEÇÃO AOS FEITORES DE CASA SEPARADA.
OS VADIOS, OS OCIOSOS E OS ESCRAVOS.
PARA SE ELEGER DEPUTADO:MAIS DE 25 ANOS, NÃO PERTENCER ÀS ORDENS REGULARES E SER NATURAL DA PROVÍNCIA HÁ MAIS DE SETE ANOS.
Mandou voltar
D. João por Graça de Deos e pela Constituição da Monarchia, Rei do Reino Unido de Portugal, Brazil e Algarves, d'aquem, e d'alem mar em África, etc. Faço saber a todos os meus Subditos que as Côrtes Decretaram o seguinte:
     As Côrtes Geraes Extraordinarias e Constituintes da Nação Portugueza, havendo Decretado, em data de hoje, a fôrma do Governo e Administração Publica das Provincias do Brazil, de maneira que a continuação da residencia do Principe Real no Rio de Janeiro se torna não só desnecessaria, mas até indecorosa á sua alta Jerarchia: E considerando juntamente quando convém aos interesses da Nação que sua Alteza Real viaje por alguns Paizes illustrados, afim de obter aquelles conhecimentos, que se fazem necessarios, para um dia occupar dignamente o Throno Portuguez: Mandam respeitosamente participar a El-Rei que tem resolvido o seguinte:
    
Mandou voltar
1º Que o Principe Real regresse quanto antes para Portugal.
     2º Que Sua Alteza Real, logo que chegue a Portugal, passe a viajar incognito ás Côrtes e Reinos de Hespanha, França e Inglaterra, sendo aconpanhado por pessoas dotadas de luzes, virtudes e adhesão ao systema constitucional que para esse fim Sua Magestade Houver por bem Nomear. Paço das Côrtes em 29 de Setembro de 1821.
     Portanto mando que seja assim presente a todas as Autoridades destes Reinos, e a todos os seus Subditos para sua intelligencia. Dado no Palacio de Queluz em 1 de Outubro de 1821.
ASSEMBLEIA BRASÍLICA
DECRETO DE 3 DE JUNHO DE 1822
Manda convocar uma Assembléa Geral Constituinte e Legislativa composta de Deputados das Provincias do Brazil, os quaes serão eleitos pelas Instucções que forem expedidas.(*)
Havendo-Me representado os Procuradores Geraes de algumas Provincias do Brazil já reunidos nesta Côrte, e differentes Camaras, e Povo de outras, o quanto era necesario, e urgente para a mantença da Integridade da Monarchia Portugueza, e justo decoro do Brazil, a Convocação de uma Assembléa Luso-Braziliense, que investida daquella porção de Soberania, que essencialmente reside no Povo deste grande, e riquissimo Continente, Constitua as bases sobre que se devam erigir a sua independencia, que a Natureza marcara, e de que já estava de posse, e a sua União com todas as outras partes integrantes da Grande Familia Portugueza, que cordialmente deseja:
ASSEMBLEIA BRASÍLICA
E Reconhecendo Eu a verdade e a força das razões, que Me foram ponderadas, nem vendo outro modo de assegurar a felicidade deste Reino, manter uma justa igualdade de direitos entre elle e o de Portugal, sem perturbar a paz, que tanto convem a ambos, e tão propria é de Povos irmãos: Hei por bem, e com o parecer do Meu Conselho de Estado, Mandar convocar uma Assembléa Geral Constituinte e Legislativa, composta de Deputados das Provincias do Brazil novamente eleitos na fórma das instrucções, que em Conselho se acordarem, e que serão publicadas com a maior brevidade. José Bonifacio de Andrada e Silva, do Meu Conselho de Estado, e do Conselho de Sua Magestade Fidelissema El-Rei o Senhor D. JoãoVI, e Meu Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Reino do Brazil e Estrangeiros, o tenha assim entendido, e o faça executar com os despachos necesarios. Paço 3 de Junho de 1822.
Com a rubrica do Principe Regente.
José Bonifacio de Andrada e Silva.
ACLAMAÇÃO DE DOM PEDRO I: Felix Emile Taunay.
ACLAMAÇÃO DOM PEDRO I: DEBRET
TÍTULO DADO POR DECRETO
“DOM PEDRO, PELA GRAÇA DE DEUS E UNÂNIME ACLAMAÇÃO DOS POVOS, IMPERADOR CONSTITUCIONAL E DEFENSOR PERPÉTUO DO BRASIL”
COROAÇÃO DE DOM PEDRO I
CONSTITUIÇÃO DE 1824
Carta de Lei de 25 de Março de 1824
Manda observar a Constituição Politica do Imperio, offerecida e jurada por Sua Magestade o Imperador.
DOM PEDRO PRIMEIRO, POR GRAÇA DE DEOS, e Unanime Acclamação dos Povos, Imperador Constitucional, e Defensor Perpetuo do Brazil : (GRIFO DO AUTOR DA CARTA)
Fuzilamento de Frei Caneca.
PODER MODERADOR.
 Art. 98. O Poder Moderador é a chave de toda a organisação Politica, e é delegado privativamente ao Imperador, como Chefe Supremo da Nação, e seu Primeiro Representante, para que incessantemente vele sobre a manutenção da Independencia, equilibrio, e harmonia dos mais Poderes Politicos.
REVISTA SUBSIDIADA.
Pedro I entrega a carta ao Major Frias.
O que nos faz brasileiros?
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