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CLIMATOLOGIA - SG
Aluno (a): isaque santos araujo
Data:26/11/2025
INSTRUÇÕES:
· Este Laboratório contém questões, totalizando 10 (dez) pontos.
· Você deve preencher dos dados no Cabeçalho para sua identificação
· Nome / Data de entrega
· As perguntas e respostas devem ser retiradas do Roteiro e digitadas logo abaixo.
· Ao terminar, grave o arquivo em PDF com o nome do Laboratório Escolhido.
· Envio o arquivo pelo sistema.
Bem, a proteção de nosso planeta e que mantém também a temperatura, está baseada na camada de Ozônio O3, que é um estado alotrópico do Oxigênio. Como sabemos, o O3 na estratosfera é um excelente escudo defletor de energias que nos seriam prejudiciais. O O3 na realidade ele faz as filtragens de radiação ultravioleta. Mas, vivemos uma anomalia, denominada “Anomalia sobre o Atlântico Sul”, com o apelido de efeito El Pato.
A Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA (do inglês, South Atlantic Anomaly) é uma região onde a parte mais interna do cinturão de Van Allen tem a máxima aproximação com a superfície da Terra. O resultado é que para uma dada altitude, a intensidade de radiação é mais alta nesta região do que em qualquer outra.
A AMAS é produzida por um "mergulho" no campo magnético terrestre nesta região, causada pelo fato de que o centro do campo magnético terrestre esta deslocado em relação ao centro geográfico por 450 km.
A anomalia do Atlântico Sul afeta satélites e outras espaçonaves com órbitas a algumas centenas de quilômetros de altitude e com inclinações orbitais entre 35° e 60°. Nessas órbitas, os satélites passam periodicamente pela AMAS, ficando expostos durante vários minutos às fortes radiações que ali existem. A Estação Espacial Internacional, orbitando com uma inclinação de 51,6 °, necessitou de um revestimento especial para lidar com o problema. O Telescópio Espacial Hubble não faz observações enquanto está passando pela região.
A AMAS sofre um deslocamento para a direção oeste, cuja velocidade de deslocamento é de 0,3 ° por ano. A taxa de deslocamento é muito próxima da rotação diferencial entre o núcleo da Terra e sua superfície, estimada estar entre 0,3 ° e 0,5 ° por ano.
 Fonte: Anomalia do Atlântico Sul – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)
Sobre este fenômeno, podemos verificar, que partículas como elétrons ultra relativísticos(pósitrons) podem adentrar se a magnetosfera reduzir ainda mais. Os ventos solares também poderiam carrear partículas. O que aconteceria com o clima do planeta?
 Obviamente, em outros locais do mundo, também houve registros científicos sobre esse problema, que até então não se tinha conhecimento e com o reconhecimento da comunidade científica. Um Imigrante Inglês chamado Jerry Stanhill, chega a Israel para estudar os efeitos do sol sobre o local, uma vez que estava no projeto de irrigação naquele país em particular. Através de modelos simples, ele conseguiu verificar que a quantidade de luz solar tinha sofrido um decréscimo. Ou seja, o mundo estava ficando mais escuro assim, Jerry batizou o fenômeno apropriadamente, como Escurecimento Global. A quantidade reduzida de luz solar chegando a Terra faria com que o planeta ficasse mais frio. Na época quando apresentou seu artigo, a comunidade científica não deu crédito e o trabalho caiu no esquecimento. Mais tarde, na Alemanha, uma climatologista chamada Beate Liepert, seguiu os passos de Jerry e constatou os mesmos dados que ele havia registrado há décadas atrás. Mas, algo não estava em harmonia com a afirmação do esfriamento do planeta. O Efeito Estufa estava presente, como era possível que o planeta estivesse esfriando ? Isso se tratava de um paradoxo. O aquecimento havia causado grande distúrbio na Ilhas Maldivas, pelo aumento do volume das águas oceânicas. No entanto, uma grande climatologista Hindu consegue perceber que a quantidade de luminosidade havia diminuído. As informações pareciam ser desconexas, mas isso era uma questão de tempo. 
 Na Austrália, dois biólogos fazem uma avaliação secular de evaporação da água através de um método denominado, “Teste da Panela”. Os cientistas, Graham Farquhar e Michel Howrick, medem essa taxa de evaporação, e percebem que há uma redução, uma vez que o volume da água reposta está diminuindo. A evaporação segundo esses cientistas não está ligada diretamente ao calor, mas, a luminosidade do sol, umidade e aos ventos. No entanto, são categóricos ao afirmarem que a luz é a variável mais impactante no processo. Sendo assim, não é preciso ser um cientista para atestar que a quantidade de energia luminosa do sol está diminuindo. Energeticamente falando, estamos com um grande problema nas mãos, uma vez que para evaporar 1 mm de água na Panela, gastamos 2,5 MW de energia. Como se apontou uma redução de 100 mm, basta multiplicarmos por 100 e verificarmos que a energia que deixa de chegar ao planeta naquele ponto é de 250 MW. Se considerarmos que l Joule/s = 10-6 MW, teríamos: 1 MW = 1.000.000 Joules/s x 250 MW = 250.000.000 joules/s ou 25x107 Joules/s no SI. Já 1,16 Joules/s = 1000(arredondado, na realidade, 1 J/s = 899,95 calorias por hora) calorias por hora. Energeticamente em calorias teríamos: 250.000.000 Joules/s x 1000 calorias por hora = 215.517.241.000 ( mais de Duzentos bilhões de calorias por hora) = 2,15 x 1011. Mas, temos a relação que 1 caloria = 4, 184 Joules. 1 Kcal = 4184 J, ou 4.184 J.
Se ventos solares chegarem com grande força, poderá varrer para o espaço sideral a atmosfera da Terra.
1) Supondo que você tenha feito um teste de evaporação e constata que houve uma redução de 25 mm, qual seria o déficit de energia em Joules de chegar ao planeta? 
1 mm de evaporação → 2,5 MW = 2,5 × 10^6 J/s.
1 UA = 149 597 871 km ≈ 150 × 10^6 km.
1) Déficit de energia para redução de 25 mm
Energia por 1 mm = 2,5 × 10^6 J/s
Energia por 25 mm = 2,5 × 10^6 × 25 = 62,500,000 J/s
62,500,000 = 6,25 × 10^7 J/s
b) 6,25×10^7
2) Em relação ao escurecimento global, o que poderia nos afetar de forma mais contundente?
R=A redução da luminosidade impacta diretamente a fotossíntese e, portanto, a produção de alimentos.
 c) Haveria quebra na produção de alimentos 
 
3) Qual foi o teste feito, que provou que a energia do sol estava chegando à Terra com menos intensidade e principalmente claridade?
 d) Panela 
4) 1 UA, é uma Unidade Astronômica, que equivale a distância entre o Terra e o Sol. 1 UA = 149.597.871 km, que normalmente arredondamos para 150 milhões de quilômetros. O vento solar é um fluxo que permanece ativo, emitindo partículas que têm velocidade entre 300 e 800 km/s(leve em consideração 500 km/s). Supondo que um grupo de partículas tenha saído do sol às 23h de uma segunda-feira, quando eles chegariam à Terra, levando em consideração a média da velocidade das partículas ejetadas, dando o tempo em horas?
Distância = 149 597 871 km
Velocidade = 500 km/s
tempo (s) = 149 597 871 / 500 = 299 195,742 s
tempo (h) = 299 195,742 / 3600 = 83,110 ≈ 83,11 h
b) 83,33 horas
Horário de chegada partindo às 23:00 segunda-feira:
23:00 + 83,11 h = 3 dias (72 h) + 11,11 h → quinta 23:00 + 11,11 h = sexta ≈ 10:06
a) 10:33 h sexta-feira
5) Caso fosse uma ejeção de massa coronal como tem ocorrido, mas em ondas eletromagnéticas que viajam a velocidade da luz(300.000 km/s), quanto tempo levaria para atingir nosso planeta, desconsiderando a filtragem pela magnetosfera? Dê a resposta aproximada, em horas.
tempo (s) = 149 597 871 / 300 000 = 498,65957 s
tempo (h) = 498,65957 / 3600 = 0,13851655 h ≈ 0,14 h
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