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DE REVISÃO
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DE REVISÃO
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DE REVISÃO
EM TABELASEM TABELASEM TABELAS
CIVIL
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
Contratos em geral 2 
Contratos em Espécie 7 
Responsabilidade Civil 11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
 
 
Contratos em geral 
1. Classificação dos Contratos 
Quanto aos deveres das partes: 
UNILATERAIS BILATERAIS 
Cria deveres apenas para uma das partes. 
Exemplo: 
Contrato de Doação: 
Maria doa seu carro a João. Apenas Maria 
tem obrigação (entregar o carro); João não 
precisa prestar nenhuma contraprestação. 
Cria deveres para ambas as partes. 
 
Exemplo: 
Contrato de Compra e Venda: 
Ana vende seu notebook a Carlos por R$ 2.000. Ana 
deve entregar o notebook e Carlos deve pagar o 
preço. Ambos têm obrigações recíprocas. 
Quanto ao benefício das partes: 
ONEROSO GRATUITO 
Ambas as partes se beneficiam; 
Exemplo: Contrato de compra e venda. 
Apenas uma das partes se beneficia; 
Exemplo: Doação pura - Ana, que está muito bem 
financeiramente, decide doar R$ 50.000,00 para Hulk, 
por ser seu melhor amigo. 
Quanto aos riscos no contrato: 
COMUTATIVO ALEATÓRIOS 
Prestações determinadas, ou seja, as partes 
já têm conhecimento das prestações que 
deverão ser cumpridas. 
Prestações indeterminadas, ou seja, as prestações 
que deverão ser cumpridas são desconhecidas por 
uma das partes. 
Quanto à previsão legal: 
TÍPICOS OU NOMINADOS ATÍPICOS OU INOMINADOS 
O modo de desenvolvimento está previsto e 
regulamentado por lei; 
Exemplo: Contrato de compra e venda é 
previsto no Código Civil. 
Não há designação em lei e estão dentro da esfera 
de liberdade das partes (art. 425, CC). 
 
Quanto à forma de aperfeiçoamento: 
CONSENSUAIS REAIS 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
Há manifestação da vontade. 
Exemplo: Contrato de locação 
Há entrega da coisa. 
Exemplo: Comodato 
Quanto à consideração recíproca: 
EXECUÇÃO 
INSTANTÂNEA 
EXECUÇÃO 
DIFERIDA 
TRATO SUCESSIVO 
Cumprido no momento da sua celebração, 
ou seja, consuma-se em um só ato, após a 
execução (pagamento à vista). 
Cumprido no futuro, ou 
seja, consuma-se em 
um só ato, mas no 
futuro (pagamento 
postergado para data 
única); 
Exemplo: Ana investiu 
R$ 600.000,00 para o 
RBD realizar um show 
daqui 1 mês ou 1 ano. 
 
Contrato realizado de 
forma prolongada, ou 
seja, consuma-se por 
meio de atos reiterados 
(é o chamado 
pagamento fracionado). 
Quanto à discussão das cláusulas: 
ADESÃO PARITÁRIOS CONTRATO-TIPO 
Não há liberalidade de discussão de 
cláusulas; em que pese haver a vontade 
das partes, não há puntuação contratual*, 
logo, não há negociação do está no 
contrato; 
Exemplo: contrato bancário. 
Permitem a discussão 
de cláusulas, há 
puntuação contratual*. 
Contrato de formulário 
(não se confunde com o 
de adesão), há 
puntuação contratual* e 
são acrescentadas 
cláusulas à mão ou por 
procedimento mecânico. 
Quanto à formalidade: 
FORMAIS INFORMAIS 
Forma prescrita em lei que, quando não 
observada, gera nulidade do contrato; 
Exemplo: Compra e venda de bem imóvel. 
Não há forma prevista na lei. 
 
Quanto à solenidade: 
SOLENES NÃO SOLENES 
Lei prevê solenidade para que se 
aperfeiçoe; 
Exemplo: Registro. 
Não há forma prevista na lei. 
Quanto à definitividade: 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
PRELIMINARES DEFINITIVOS 
Antecedem o definitivo, implica a 
confecção do contrato principal. 
É o contrato propriamente dito. 
2. Exceção de Contrato Não Cumprido 
REGRA GERAL 
Trata-se de um mecanismo de defesa contratual, conhecido como exceção do contrato não 
cumprido, pelo qual se autoriza, de forma excepcional, que a parte obrigada a cumprir primeiro 
suspenda o cumprimento de sua obrigação, enquanto a outra parte não satisfizer a sua 
prestação ou não oferecer garantia suficiente de que irá cumpri-la. 
Exemplo: O comprador não paga porque o vendedor ainda não entregou o produto. 
Em outras palavras, ninguém é obrigado a cumprir o que foi pactuado se a contraparte não 
cumpre ou não demonstra disposição de cumprir o que lhe compete, princípio que reflete a 
reciprocidade e a boa-fé nas relações contratuais. 
3. Estipulação em Favor de Terceiro X Promessa de Fato de Terceiro 
ESTIPULAÇÃO EM FAVOR DE TERCEIRO PROMESSA DE FATO DE TERCEIRO 
É uma modalidade contratual pela qual duas 
partes celebram um contrato que confere um 
benefício direto a uma terceira pessoa, 
estranha à relação contratual original. 
 
Nessa hipótese, uma pessoa (estipulante) 
ajusta com outra (promitente) que esta deverá 
cumprir determinada prestação em favor de 
um terceiro (beneficiário). Assim, o beneficiário 
adquire o direito de exigir o cumprimento da 
obrigação, ainda que não tenha participado 
diretamente do contrato. 
Trata-se de um contrato em que uma pessoa 
(promitente) se obriga a fazer com que um 
terceiro cumpra um fato. 
Exemplo: Pedro (estipulante) celebra contrato 
com João (promitente), determinando que 
João pague uma quantia a Maria 
(beneficiária). Maria, embora não tenha 
participado da celebração do contrato, passa 
a ter o direito de exigir o pagamento previsto 
no acordo. 
Exemplo: Ana convenceu Aldenor a ir até o 
podcast, mas chegando lá, ele se revolta e 
discute com o apresentador, indo embora. Nesse 
caso, quem vai responder por perdas e danos 
será Aldenor. 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
4. Vício Redibitório 
REGRA GERAL 
É o defeito oculto existente na coisa recebida, que a torna imprópria ao uso ou lhe diminui o valor, 
de forma que o comprador não a teria adquirido ou teria pago menos se o conhecesse. Não há 
que se falar em vício redibitório no Código do Consumidor! 
CONSEQUÊNCIAS 
Se o alienante sabia da existência do vício: Além de devolver o valor, deverá, ainda, pagar 
perdas e danos. 
Se NÃO sabia: Irá somente restituir o valor recebido + despesas 
do contrato. 
PRAZO PARA AJUIZAR AÇÃO REDIBITÓRIA (art. 445, CC): 
Móvel – 30 dias a contar da entrega. Imóvel – 1 ano a contar da entrega. 
Se o adquirente já estava na posse, o prazo 
conta-se da alienação, reduzido à metade. 
Sendo bem móvel ou imóvel que nunca teve 
posse, conta-se o prazo inteiro. 
PRAZO QUANDO VÍCIO É OCULTO OU DE DIFÍCIL PERCEPÇÃO: 
Móvel - 180 dias a contar da descoberta do 
vício. 
Imóvel - 1 ano a contar da descoberta do vício. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
5. Evicção 
 
REGRA GERAL 
É a perda total ou parcial da coisa adquirida, em razão de decisão judicial que reconhece direito 
de terceiro sobre ela, anterior à aquisição. 
SUJEITOS ● Evicto: adquirente que vem a perder a coisa adquirida; 
● Alienante: aquele que transfere através de contrato; 
● Evictor: terceiro que move a ação e vem a ganhar total ou 
parcialmente o objeto do contrato. 
REQUISITOS ● Contrato oneroso; 
● Perda da coisa por ato estatal; 
● Anterioridade do direito do terceiro: Nos casos de perda parcial, 
mas considerável, poderá o evicto optar entre rescisão do contrato e 
restituição da parte do preço correspondente ao desfalque sofrido. 
CARACTERÍSTICAS O evicto poderá pleitear, salvo estipulação em contrário, a restituição 
integral do preço ou das quantias que pagou (art. 450, CC), através da 
AÇÃO EDILÍCIA, observado o prazo prescricional de 3 anos (art. 206, §3º, V, 
CC), tendo direito: 
 - à indenização dos frutos que tiver sido obrigado a restituir; 
- à indenização pelas despesas dos contratos e pelos prejuízosque 
diretamente resultarem da evicção; 
- às custas judiciais e aos honorários do advogado por ele constituído 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
 
Contratos em Espécie 
1. Compra e Venda 
 
CONCEITO 
O comprador se obriga a pagar preço e o vendedor se obriga a entregar o objeto. A propriedade 
das coisas móveis transmite-se pela tradição. 
OBRIGAÇÕES DO 
VENDEDOR 
● Entregar a coisa vendida; 
● Responder pelos vícios redibitórios e pela evicção; 
● Garantir o uso pacífico do bem. 
OBRIGAÇÕES DO 
COMPRADOR 
● Pagar o preço no tempo, local e forma ajustados; 
● Receber a coisa; 
● Suportar os riscos após a tradição. 
MODALIDADES 
ESPECIAIS 
● Venda ad mensuram (por medida) e ad corpus (por coisa certa); 
● Venda a contento e sujeita a prova; 
● Venda com reserva de domínio; 
● Retrovenda (direito de reaver o bem). 
VENDAS DE 
ASCENDENTES E 
DESCENDENTES 
É proibido que ascendentes vendam aos descendentes quaisquer bens, 
sem que haja o consentimento dos outros descendentes e do cônjuge do 
alienante, sob pena de anulação do ato. 
 
EXCEÇÃO: Dispensa-se o consentimento do cônjuge, se casado sob o 
regime de separação obrigatória! 
VENDA ENTRE 
CÔNJUGES 
É possível que haja a venda de bens entre cônjuges, desde que o contrato 
de compra e venda seja compatível com o regime de bens adotado pelo 
casal, isso porque só é possível compra e venda de bens excluídos da 
comunhão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
2. Doação 
 
CONCEITO 
O contrato de doação é um ato de liberalidade pelo qual uma pessoa (doador), por 
generosidade ou espontaneidade, transfere bens ou vantagens de seu patrimônio para o de 
outro (donatário), que os aceita. 
CARACTERÍSTICAS ● A doação far-se-á por escritura pública ou instrumento particular 
(art. 541, CC); 
● Se a pessoa que o doador indicar falecer antes de receber a doação, 
os bens doados voltarão para o seu patrimônio. 
IMPORTANTE ● É nula a doação de todos os bens do doador sem a reserva do 
necessário à sua subsistência, conforme dispõe o art. 548 do 
Código Civil. 
● É ANULÁVEL a doação feita para amante. 
REVOGAÇÃO DA DOAÇÃO 
Por ingratidão do donatário ou por inexecução do encargo. O prazo para revogação da doação 
será de 1 ano, a contar de quando chegue ao conhecimento do doador o fato que autoriza a 
revogação da doação. 
DOAÇÃO DE ASCENDENTES E DESCENDENTES E DOAÇÃO ENTRE CÔNJUGES 
● Ascendentes → Descendentes: Doação = adiantamento da herança → bem deve ser 
colacionado no inventário. 
● Entre Cônjuges: Válida, desde que o bem seja exclusivo de um deles (não faça parte do 
patrimônio comum). 
3. Mútuo X Comodato 
MÚTUO COMODATO 
Bens fungíveis. Bens infungíveis. 
Empréstimo de consumo. Empréstimo de uso. 
Há transferência do bem. Não há transferência do bem. 
Ex.: Dinheiro Ex.: Modem de Internet 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
4. Fiança 
 
FIANÇA 
É um contrato acessório de garantia pessoal, pelo qual uma pessoa (fiador) se compromete a 
responder pela dívida de outra (afiançado), caso esta não cumpra a obrigação. 
O fiador responde subsidiariamente (em regra) ou solidariamente (se houver cláusula expressa) 
com o locatário pelo pagamento das obrigações. 
O fiador demandado pelo pagamento da dívida tem direito a exigir, até a contestação da lide, que 
sejam primeiro executados os bens do devedor. É deste benefício que dizemos que a 
responsabilidade do fiador é SUBSIDIÁRIA, pois o fiador só é cobrado depois do devedor! 
EXCEÇÕES (quando não é aplicado o benefício da ordem): 
● Quando há renúncia expressa do benefício; 
● O fiador está na obrigação como principal pagador ou devedor solidário; 
● Devedor insolvente ou falido; 
5. Fiança X Locação 
FIANÇA LOCAÇÃO 
É garantia. 
Uma pessoa (fiador) promete pagar a dívida 
do devedor caso ele não cumpra. 
É um contrato principal, pelo qual uma parte 
(locador) se obriga a ceder o uso e gozo de um 
bem a outra (locatário), mediante pagamento de 
aluguel. 
→ Não é contrato de uso de imóvel, e sim de 
responsabilidade. 
O locatário responde diretamente pelo 
pagamento dos aluguéis, encargos e pela 
conservação do bem. 
Exemplo: Se o inquilino não paga o aluguel, o 
fiador paga. 
Terminou o prazo de 30 meses, o proprietário 
poderá simplesmente pedir o imóvel e o locatário 
poderá entregar sem pagar multa ou qualquer 
tipo de indenização (denúncia vazia). 
Exemplo: Maria aluga seu apartamento para João, 
que paga mensalmente um aluguel para poder 
morar no imóvel 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
 
6. Prestação de Serviços X Empreitada 
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EMPREITADA 
O contrato de prestação de serviço é aquele 
pelo qual uma das partes (prestador) se obriga 
a realizar determinada atividade ou trabalho 
em favor de outra (tomador), mediante 
remuneração. 
Trata-se de um contrato por meio do qual o 
dono da obra estipula com o empreiteiro 
algum serviço a ser executado, mediante certa 
remuneração. 
Trata-se de um contrato que envolve relação de 
subordinação e contraprestação econômica, 
sendo o prestador remunerado pelo serviço 
executado. 
O empreiteiro poderá prestar o serviço apenas 
com sua mão de obra ou mão de obra + 
materiais (art. 610, CC). 
 
Caso as partes não estipulam previamente o 
valor da remuneração, e não cheguem a acordo 
posterior, este será fixado conforme os usos e 
costumes locais, o tempo de execução e a 
natureza ou qualidade do serviço prestado. 
O empreiteiro não se subordina ao dono da 
obra e deverá entregar o serviço solicitado 
dentro do prazo proposto, recebendo uma 
remuneração fixa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
Responsabilidade Civil 
1. Elementos da Responsabilidade Civil 
ELEMENTOS DA RESPONSABILIDADE CIVIL 
Os principais elementos da responsabilidade civil são: 
CONDUTA É a ação ou omissão voluntária do agente, contrária ao direito, que dá 
origem ao dano. Pode consistir tanto em fazer algo indevido quanto em 
deixar de agir quando havia o dever de agir. 
NEXO DE 
CAUSALIDADE 
É o vínculo de causa e efeito entre a conduta do agente e o dano 
experimentado pela vítima. Representa a “ponte” que conecta o 
comportamento do autor ao resultado danoso. Sem esse nexo, não há 
dever de indenizar. 
DANO É o prejuízo efetivo sofrido pela vítima, podendo ser material (patrimonial) 
ou moral (extrapatrimonial). Sem dano, não existe responsabilidade civil, 
pois não há o que reparar. 
CULPA Elemento exigido apenas na responsabilidade civil subjetiva. Envolve a 
conduta culposa ou dolosa do agente, caracterizada por imprudência, 
negligência ou imperícia. Na responsabilidade objetiva, a culpa é 
presumida ou irrelevante, bastando a comprovação do dano e do nexo 
causal. 
2. Responsabilidade civil objetiva x subjetiva 
RESPONSABILIDADE CIVIL 
OBJETIVA 
RESPONSABILIDADE CIVIL 
SUBJETIVA 
Ocorre independentemente de culpa, 
bastando a comprovação do dano e do nexo 
causal entre a conduta e o prejuízo. 
Ocorre quando o dever de indenizar depende 
da comprovação da culpa ou dolo do agente. 
Elementos necessários: 
● Conduta 
● Dano 
● Nexo causal (culpa é dispensada) 
Elementos necessários: 
● Conduta 
● Culpa (negligência, imprudência ou 
imperícia) 
● Dano 
● Nexo causal 
Exemplo: Empresa de transporte responde por 
acidente com passageiro (atividade de risco). 
Exemplo: Acidente causado por motorista 
imprudente. 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.1163. Responsabilidade Solidária X Subsidiária 
RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA 
Na obrigação solidária, cada devedor 
responde pela totalidade da dívida, e cada 
credor pode exigir o cumprimento integral 
da obrigação, conforme o caso, até que esta 
seja totalmente satisfeita. 
A responsabilidade subsidiária ocorre quando há 
apenas um devedor principal, mas outra pessoa 
se compromete a responder pela dívida somente 
no caso de inadimplemento do devedor 
originário. 
Exemplo: Se Ana e Bruno são devedores 
solidários de R$ 10.000,00, o credor pode 
cobrar o valor integral de qualquer um deles. 
Quem pagar poderá depois exigir do outro a 
parte correspondente (direito de regresso). 
Exemplo: Em um contrato de locação, o fiador 
possui responsabilidade subsidiária: o locador 
deve primeiro cobrar o locatário (devedor 
principal) e, somente se ele não pagar, poderá 
exigir o valor do fiador. 
4. Responsabilidade Direta X Indireta 
RESPONSABILIDADE DIRETA RESPONSABILIDADE INDIRETA 
A responsabilidade civil direta ocorre quando 
a própria pessoa que pratica o ato ilícito é a 
mesma que causa o dano e, 
consequentemente, assume o dever de 
repará-lo. 
 
A responsabilidade civil indireta ocorre quando a 
pessoa obrigada a reparar o dano não é quem o 
causou diretamente, mas responde pelo ato de 
terceiro, de animal ou de coisa sob sua guarda ou 
vigilância. 
Exemplo: Um motorista, agindo com 
imprudência, atropela um pedestre. Nesse 
caso, ele responde diretamente pelos danos 
materiais e morais causados à vítima. 
Exemplo: Os pais respondem civilmente pelos 
danos causados por seu filho menor, ainda que 
não tenham concorrido diretamente para o 
prejuízo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
5. Excludentes da Responsabilidade Civil 
EXCLUDENTES DA RESPONSABILIDADE CIVIL 
As excludentes de responsabilidade civil são circunstâncias que eliminam a obrigação de 
indenizar, mesmo que um dano tenha ocorrido. 
CASO FORTUITO OU FORÇA 
MAIOR 
FATO DE TERCEIRO CULPA EXCLUSIVA 
 DA VÍTIMA 
● Caso Fortuito: Evento 
imprevisível, mas de 
natureza humana. 
● Força Maior: Evento 
imprevisível e inevitável, 
de origem natural. 
O fato de terceiro ocorre 
quando o dano é provocado 
por ato de uma pessoa alheia à 
relação entre o agente e a 
vítima. 
 
A culpa exclusiva da vítima 
ocorre quando o dano resulta 
unicamente da conduta da 
própria vítima, sem qualquer 
contribuição do agente. 
 
Exemplo: Uma enchente 
inesperada invade uma loja 
e destrói mercadorias. O 
dono não responde porque o 
evento foi inevitável. 
Exemplo: Um entregador 
derruba a moto de outra 
pessoa, causando danos ao 
veículo estacionado. O 
proprietário do local não é 
responsável, pois o dano foi 
causado por terceiro. 
Exemplo: Um pedestre atravessa 
fora da faixa correndo e sem 
olhar, e acaba sendo atropelado. 
O motorista não responde 
porque o acidente ocorreu 
exclusivamente por culpa da 
vítima. 
6. Excludentes de Ilicitude 
EXCLUDENTES DE ILICITUDE 
As excludentes de ilicitude são situações em que um ato, embora cause dano ou prejuízo, não é 
considerado um ato ilícito. 
LEGÍTIMA DEFESA Ocorre quando o agente pratica ato necessário para repelir uma agressão 
injusta, atual ou iminente, contra si ou contra outrem. 
EXERCÍCIO 
REGULAR DE UM 
DIREITO 
Ato praticado dentro dos limites legais de um direito reconhecido, ainda que 
cause dano a outrem. 
ESTRITO 
CUMPRIMENTO DO 
DEVER LEGAL 
Quando o agente atua em razão de obrigação imposta pela lei, cumprindo 
um dever jurídico. 
ESTADO DE 
NECESSIDADE 
Situação em que o agente causa dano a outrem para proteger um direito 
próprio ou alheio, diante de perigo atual, que não provocou 
voluntariamente. 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
7. Prazo Prescricional 
EM REGRA 
O prazo prescricional na responsabilidade civil é o período em que a vítima de um dano tem para 
ajuizar uma ação judicial buscando a reparação desse dano. A principal distinção para o prazo 
prescricional na responsabilidade civil é entre a responsabilidade contratual e a responsabilidade 
extracontratual: 
RESPONSABILIDADE CIVIL 
CONTRATUAL 
RESPONSABILIDADE CIVIL 
EXTRACONTRATUAL 
10 anos (art. 205, CC) 3 anos (art. 206, CC) 
8. Espécies de Dano 
PATRIMONIAIS ● Lucro cessante: frustração de um ganho certo, ou seja, aquilo que a 
pessoa deixou de ganhar por causa de um dano que sofreu. 
● Danos emergentes: danos decorrentes, diretamente, do ato ilícito. 
● Danos estéticos: dano causado na fisionomia da pessoa, não sendo 
necessariamente visível. 
DANO MORAL Trata-se da violação da honra ou imagem de alguém. Resulta de ofensa aos 
direitos da personalidade (intimidade, privacidade, honra e imagem). 
INDIRETO Refere-se à conduta em que o agente, mesmo não desejando diretamente o 
resultado, assume o risco de produzi-lo, ou seja, prevê a possibilidade do 
dano e, apesar disso, age, aceitando as consequências. 
PERDA DE UMA 
CHANCE 
Neste caso não há lucro certo, mas há possibilidade de ganho. A indenização 
deve ser pela perda da OPORTUNIDADE de obter uma vantagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nome: MARIA Adrielle do Carmo Ramos, CPF: 01179811259 IP: 2804:1b3:1142:9ab7:8059:7d13:644b:94db, 172.64.222.116
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	Contratos em Espécie 
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