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MANUAL HUAC-UFCG/EBSERH Reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis Versão: 1 | 2024 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 2 de 30 LISTA DE SIGLAS AD Água destilada SF Soro fisiológico SG Soro glicosado SGF Soro glicofisiológico TA Estabilidade em temperatura ambiente (15° a 30°C) REF Estabilidade em temperatura sob refrigeração (2° a 8°C) G Gramas MAV Medicamento de Alta Vigilância MG Miligramas mL Mililitros LIDO Lidocaína UI Unidades Internacionais SC Subcutânea EV Endovenosa IA Intra-arterial IM Intramuscular NA Inalatória VIA Via de administração VF Volume final Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 3 de 30 1 INTRODUÇÃO E OBJETIVO A segurança na prescrição, administração e dispensação de medicamentos injetáveis é fundamental para evitar danos ao paciente e garantir a eficácia do tratamento. Seguir as recomendações de reconstituição, diluição e tempo/velocidade de infusão é essencial para assegurar a dose correta, a estabilidade do medicamento e a integridade do paciente. A reconstituição e diluição dos medicamentos são etapas importantes que impactam diretamente a estabilidade e a efetividade do medicamento, tendo em vista que a ocorrência de uma incompatibilidade pode gerar a redução ou perda de ação farmacológica do medicamento. Além disso, soluções com concentrações acima daquelas recomendadas podem expor o paciente a flebites e inflamações no local da injeção. A administração do medicamento no tempo/velocidade adequado, por sua vez, tem o poder de evitar reações adversas indesejadas, como inclusive toxicidade. Portanto, o conhecimento dessas informações e o cumprimento rigoroso é vital para a segurança do paciente e o sucesso do tratamento. Considerando a importância da educação permanente e acesso à informação, este manual foi elaborado com o objetivo de disponibilizar, para equipe multiprofissional envolvida no uso de medicamentos, informações seguras e precisas sobre a reconstituição, diluição, tempo/velocidade de infusão e estabilidade físico-química dos medicamentos injetáveis padronizados no Hospital Alcides Carneiro (HUAC/UFCG). Os medicamentos estão organizados em uma tabela (APÊNDICE A), dividida em colunas que trazem as informações relacionadas à apresentação do medicamento, às vias de administração e, para cada via, as orientações relacionadas à reconstituição, diluição, velocidade/tempo de infusão e estabilidade físico-química. Além disso, há uma coluna de observações, na qual estão listadas informações gerais consideradas importantes, pois podem impactar alguma etapa da utilização do medicamento. A elaboração do manual baseou-se na busca de informações técnico-científicas de elevada confiabilidade a partir das bulas atuais dos fabricantes dos medicamentos padronizados e busca nas principais bases de dados nacionais e internacionais, por exemplo Micromedex e UpToDate. É importante destacar que todas as informações sobre soluções para reconstituição e diluição foram obtidas a partir das recomendações dos laboratórios fabricantes. Após a elaboração da tabela, as soluções para diluição foram cadastradas no AGHUx, de acordo com as recomendações do fabricante, com o intuito de auxiliar à equipe no ato da prescrição. Por estar em constante processo de construção, esse material está sujeito a atualizações. O Setor de Farmácia Hospitalar está à disposição caso haja dúvidas ou sugestões de ajustes e/ou acréscimos. 2 DEFINIÇÕES a) Diluição: É definida como a adição do medicamento reconstituído ou da forma farmacêutica injetável já pronta a um diluente compatível; Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 4 de 30 b) estabilidade física: É a manutenção da estabilidade relativa à integridade das características físicas. A forma física original, dentro dos parâmetros esperados devem ser mantidas, assim como as suas características organolépticas, aparência, uniformidade e dissolução; c) estabilidade química: É a capacidade do fármaco de manter suas características químicas, como a identidade molecular e a conformação espacial. Essa estabilidade determina as incompatibilidades fármaco-excipiente na formulação, permitindo definir as condições de armazenamento e acondicionamento compatíveis ao produto; d) estabilidade microbiológica: É a capacidade do fármaco em possuir resistência ao crescimento de microrganismos, quando em presença da solução, seja ela reconstituída ou diluída, encontrando-se dentro dos limites especificados em ensaios desenvolvidos na literatura; e) incompatibilidade: São decorrentes de reações, químicas ou físicas, entre duas ou mais substâncias quando em solução, podendo comprometer a segurança e a eficácia do tratamento devido ao novo elemento formado; f) injeção direta: Administração do medicamento injetável, em sua forma líquida, seja ele reconstituído, quando for o caso, ou não, diretamente e por via endovenosa, com tempo de administração menor; g) infusão: Injeção terapêutica, muito lenta ou gota a gota, de um soluto, mais ou menos volumoso, por via endovenosa ou por via subcutânea; h) medicamentos de Alta Vigilância (MAV): são aqueles que exibem maior risco de incorrer danos relevantes aos pacientes em decorrência de falha no processo de utilização. Os erros com esses fármacos não são contínuos, porém suas consequências tendem a ser mais graves, podendo originar lesões permanentes ou morte; i) reconstituição: É a adição de um excipiente próprio a um medicamento em pó ou pó liofilizado para obtenção do fármaco em solução. Os veículos recomendados para a reconstituição são aqueles comprovadamente compatíveis com os medicamentos e que quando misturados a ele não o modificam, ou seja, não alteram a estabilidade físico- química; j) temperatura ambiente: Faixa de temperatura ideal para conservação do medicamento, que está compreendida entre 15°C e 30°C, segundo a Resolução RE Nº 01/2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária; k) temperatura sob refrigeração: Faixa de temperatura ideal para conservação do medicamento, que está compreendida entre 2°C e 8°C, segundo a Resolução RE Nº 01/2005, da Agência de vigilância sanitária; l) velocidade/tempo de administração: É a taxa na qual um medicamento ou solução é administrado a um paciente por meio de um dispositivo de infusão, como um gotejamento intravenoso. Essa taxa é medida em mL/h (mililitros por hora) e é crucial para garantir que o paciente receba a quantidade correta de medicamento no tempo adequado. Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 5 de 30 3 ORIENTAÇÕES A SEREM CONSIDERADAS PARA UTILIZAÇÃO DO DOCUMENTO As informações sobre os medicamentos injetáveis padronizados estão dispostas em formato de tabela , para melhor visualização e entendimento. A coluna 1 relaciona os medicamentos em ordem alfabética pelo nome do princípio ativo, com a identificação dos fabricantes entre parênteses. Um mesmo medicamento pode apresentar orientações distintas conforme o fabricante. Por isso, alguns medicamentos foram repetidos na tabela. Na segunda coluna, encontram-se as vias de administração indicadas. Nas colunas 3 e 4 estão as informações relativas ao processo de reconstituição dos medicamentos que se apresentam na forma de pó liofilizado e suas respectivas estabilidades após reconstituição. É importante notar que existem medicamentos de alguns fabricantes que, ao serem reconstituídos, expandem o volume inicial injetado. Essa expansão altera a concentração final do produto e influencia no cálculo de dose para pacientes que recebem doses fracionadas, por exemplo, a maioriados pacientes pediátricos. Para os fármacos que sofrem expansão de volume após a reconstituição, a informação do volume final (VF) está descrita também na coluna 3. A coluna 5 contém as informações sobre as soluções compatíveis para a diluição dos medicamentos que tem indicação de administração endovenosa em solução diluída. As concentrações adequadas das soluções diluídas e suas estabilidades após diluição, por sua vez, estão relacionadas nas colunas 6 e 7, respectivamente. Por fim, na coluna 8 estão listadas as recomendações sobre as velocidades/tempos de administração para os medicamentos que podem ser administrados por injeção direta e/ou por infusão (via endovenosa). As soluções indicadas para reconstituição e diluição são aquelas comprovadamente compatíveis com os medicamentos, de acordo com informações do laboratório fabricante. Não utilizar soluções não referenciadas pelo fabricante. As informações sobre estabilidade contidas na tabela correspondem à estabilidade físico- química, que pode ser diferente de fabricante para fabricante, visto que alguns excipientes utilizados nas formulações podem variar (um dos motivos pelo qual o mesmo medicamento pode se repetir na tabela). Além disso, a estabilidade microbiológica não é citada pelos fabricantes, pois ela depende das condições de preparo e armazenamento de cada instituição. Alguns fabricantes recomendam que, para os medicamentos que possuem estabilidades físico-químicas superiores a 24 horas, o tempo de armazenamento não seja maior que 24 horas, a menos que a reconstituição e/ou diluição tenham sido realizadas em condições de assepsia controladas e validadas. Baseado nessas informações e visando a segurança do paciente, sugerimos as seguintes instruções: a) se o medicamento possuir estabilidade físico-química superior a 24 horas, considerar para utilização o período máximo de 24 horas após o preparo; b) se o medicamento possuir informações de estabilidade que variam de acordo com as diferentes faixas de temperatura (ambiente ou sob refrigeração), além de seguir a instrução anterior, considerar para armazenamento a faixa de temperatura que oferece maior tempo de estabilidade. Como exemplo, a piperacilina + tazobactam do fabricante Eurofarma, após reconstituição, possui estabilidade físico-química de 24 horas em temperatura ambiente e 48 horas sob refrigeração. Seguindo as instruções citadas acima, considerar um tempo de armazenamento Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 6 de 30 para utilização de até 24 horas sob refrigeração após o preparo. O arquivo da tabela de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis no formato PDF está disponível para consulta nos computadores internos do HUAC, na pasta FARMÁCIA- FORMULÁRIOS > TABELA DE RECONSTITUIÇÃO, DILUIÇÃO E ESTABILIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE MEDICAMENTOS (HUAC). 4 REFERÊNCIAS AMERICAN SOCIETY OF HEALTH-SYSTEM PHARMACISTS (ASHP). Pediatric Injectable Drugs - The Teddy Bear Book. 11ª edição, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. GUIA nº 28, versão 1, de 11 de novembro de 2019. Brasília, DF. Guia para realização de estudos de estabilidade. Brasília (Brasil): Ministério da Saúde; 2019. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Protocolo de Segurança na Prescrição, uso e Administração de Medicamentos. Protocolo coordenado pelo Ministério da Saúde e ANVISA em parceria com FIOCRUZ e FHEMIG. 2013. 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MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 8 de 30 5 HISTÓRICO DE REVISÃO Versão Data Descrição da atualização 1 13/12/2024 Versão Inicial. 6 RESPONSÁVEIS PELO DOCUMENTO Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicada a fonte e sem fins lucrativas. 2024, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. Todos os direitos reservados www.ebserh.gov.br Elaboração Gustavo Pereira de Souto – Farmacêutico – UFCLI/SFH Renata Alcantara Soares – Farmacêutica – UFCLI/SFH Geocivan Silvestre Fernandes – Farmacêutico – UFCLI/SFH Valma Pereira de Alencar – Farmacêutica – UDIS/SFH Thiago Peixoto Rodrigues – Farmacêutico – UDIS/SFH Joanda Paolla Raimundo e Silva – Técnica em Farmácia – UDIS/SFH Elton Falcão Soares – Técnico em Farmácia – UDIS/SFH Marygelle Maia de Lucena – Técnica em Farmácia – UDIS/SFH Brunno Ferreira Félix – Técnico em Farmácia – UDIS/SFH Thaysa Rhuanna Barbosa Hiluey – Técnico em Farmácia – UDIS/SFH Júlia Cristina Nunes Neves – Chefe de Serviço – UDIS/SFH Data: 13/12/2024 - Processo SEi 23769.018731/2024-19 Análise Dayana Paulo Lacerda – Chefe da Unidade de Farmácia Clínica UFCLI/SFH Data: 13/12/2024 - Ofício - SEI 20 (SEI nº 45200488) Validação de forma Rawlisson Douglas Firmino de Lima – UGQSP/STGQ/SUP Data: 18/12/2024 Aprovação Tatiany Fernandes Quirino – Chefe do Setor de Farmácia Hospitalar SFH Data: 13/12/2024 - Despacho - SEI (SEI nº 45202419) Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 9 de 30 APÊNDICE A – Tabela de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 10 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 11 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 12 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 13 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 14 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 15 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 16 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 17 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 18 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 19 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 20 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 21 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 22 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 23 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 24 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 25 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 26 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 27 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 28 de 30 Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis. MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 29 de 30 Fonte: Elaborado pelos autores (2024). Manual de reconstituição, diluição e estabilidade de medicamentos injetáveis.MN.UFCLI.002 – versão 1 Página 30 de 30