Prévia do material em texto
Processo Civil 05/02 – Professora Marcia Michele · Processo de conhecimento: É um tipo de processo, e temos dois tipos de processo atualmente pelo código de processo civil, sendo o: - processo de conhecimento e o processo de execução. 1) Processo de conhecimento: se possui o devido direito, vai analisar as provas e sentenciar. É composto por 04 fases: ordinária, instrumental e decisória. 2) Processo de execução: através de um título executivo, que por sua essencialidade traz certeza ao que é devido, liquidez ao que deve ser entregue.. a sentença no processo de conhecimento cria este titulo de execução. Cabe ao devedor desconstruir a alegação, podendo alegar a prescrição, quitação, decadência. - Os dois devem observar as regras e garantias, com demanda e defesa, onde os instrumentos serão diferentes. - Processo é o instrumento para prestação jurisdicional, onde tem um direito e precisa concretizar isto. - Procedimento é onde tem cada etapa para ser praticado. - Execução fiscal: tem sua legislação especial mas a regra está no Código de processo civil. Cognição: é se conhecer algo através do que esta no processo para julgar, mas o juiz pode se valer de outras formas para julgamento. Cognição limitada: · PETIÇÃO INICIAL: - lide: a pretensão da petição inicial. A petição inicial é instrumento que fixa o limite da lide. Professor Rodolfo hartman – aula 06/02 - Pedidos: é a parte mais importante da petição inicial, estando no art. 322 ao 329. O pedido certo é o pedido expresso na petição inicial. - existe os pedidos implicitos: é o oposto do pedido certo, decorrendo da lei, onde o juiz conhece do direito, exemplo dos honorários advocatícios, não precisa necessariamente constar para que ele seja aplicado. O pedido deve ser determinado, conforme art. 324, é equivalente conforme pedido delimitado. As hipóteses de pedido genérico são excepcionais. - Interpretação dos pedidos: Art. 322, §2º: o pedido deve ser intepretado com conjunto da postulação e respeitará a boa-fé. - art. 327 – acumulação de pedidos. Em relação ao mesmo réu, ainda que não haja conexão. - pode haver cumulação de pedidos a reus diferentes, mas que haja conexão. - exige: 1- Competencia de orgão 2- Mesmo procedimento (pq não dá pra cumular inventário com reconhecimento de paternidade). 3- Compatíveis entre si. O STJ fala sobre a cumulação de pedidos no mesmo processo. (ex: · Classificação de demandas: - Cumulação simples: Pode haver cumulação mas são independentes entre si, onde um pode ser acolhido e outro rejeitado. - cumulação excessiva: os dois vão ser analisados mas são condicionados um ao outro. (declaração de inexistência de dívida C/C danos morais) - cumulação eventual subsidiária: faz dois pedidos, mas o juiz nunca vai julgar procedente os dois, pois você quer um deles. (ex: contrato de franquia). - cumulação alternativa de pedidos: o que entende-se é que não é cumulação alternativa, é alternativa de pedidos, onde um só pedido que pode ser cumprida de mais de uma forma. · 329 – alteração do pedido: enquanto o réu não for citado, você pode mudar, mas se for citado, só se o réu concordar e antes da etapa de saneamento do processo. - Pressuposto processual: - Vicio na citação não preclui, pois é um vicio extremamente grave. - art.525, §1º, CPC – - É possível uma ação autonoma para reconhecer este vício da citação. · Citação: - pessoal: - eletronica/ - postal/ - oficial de justiça/ - escrivão ou chefe de secretaria. - Ficta: - Edital: o réu em locais inacessiveis. - por hora certa: quando o oficial vai duas vezes no endereço e o oficial pela dúvida, marca um dia com hora para citar o réu que se oculta. Mas se caso o réu não comparecer em audiência, não vai ser revel, será nomeado um curador especial. - art. 240 §1º - diz que o cite-se interrompe a prescrição. · AUDIêNCIA CONCILIAÇÃO/MEDIAÇÃO: deve ser designada. - quem falta paga multa, por ser obrigatória. Pode haver um representante com poderes específicos. - quando a audiência não é desingada, o prazo da resposta começar diretamente. - por falta de interesse também não será designada. Prof Guilherme Hartman – aula 09/02 · RESPOSTA DO RÉU: necessariamente não precisa ser a contestação, ele pode apresentar resposta de algumas formas: · CONTESTAÇÃO: peça de defesa – art. 335 · RECONVENÇÃO: o réu se aproveita do mesmo processo que esta sendo demandado para reconvir em face do autor. · Pedido de desmembramento do litisconsórcio multitudinário - para alegar antes da contestação, prejuízo defensivo. – art. 113, §1 e §2. · Reconhecimento de procedência do pedido – não é uma defesa mas é uma resposta do réu. – art. 487, II, a do CPC. · CONTESTAÇÃO: 335-342 - Prazo de 15 dias contados em dias uteis. - eventualidade da contestação: o réu deve trazer na contestação toda matéria defensiva, seja de fato ou de direito, processual ou de mérito. - matéria que não preclui: incompetência absoluta. – 342 · Matérias defensivas na contestação: - preliminar própria/ peremptória – se acolhida, é extinta a ação sem julgamento do mértio. - preliminar imprópria/dilatória – se acolhida, não extingue. 1) inexistência ou nulidade de citação - preliminar dilatória – reconhece mas segue o processo em curso. 2) Incompetência do juízo –imprópria/dilatória – não extingue, declina para o juizo certo. 3) Incorreção do valor da causa – 4) Inépcia da petição inicial – entendimento do STJ é que deve-se extinguir a ação, pois dará possibilidade de alterar o pedido, só poderá emendar inicial com a aceitação do réu. 5) Perempção (o autor abusa do direito da ação) – 6) Litispedência – são pressupostos processuais negativos – preliminar peremtória – será extinta. Convenção de arbitragem – · REVELIA – réu citado que não apresenta defesa (contestação). – art. 344/346 do CPC. Onde em juízados o réu que não comparece em audiência, já é revel, art. 20 da lei 9.099/95. · Quando for Fazenda pública não haverá incidência de revelia, pq entende pelo 345, II do CPC. · RECONVENÇÃO: quem promove é o réu. - a ideia é a economia processual. - ampliação subjetiva do processo de reconvenção: Possibilidade de inclusão de terceiros: 1) De dois ou mais reconvidos – 343, §3 CPC. 2) Dois ou mais reconvintes – art. 343, §4º CPC. · Contraposto: só pode versar pelo mesmo fato aduzido na petição inicial. Ex: pode dizer que quem é devedor da dívida é o autor e requerer indenização. Prof Rodolfo Hartman – aula 10/02 · Réplica: · - art. 350 - depende do teor da contestação. - · Revelia: quando não apresenta defesa no processo. - se não contestar, presumi-se verdadeiro o que foi narrado na inicial. - art. 349 – produção de provas ao revel. · Preliminar: - art. · Extinção do processo – art. 354 - esse momento verifica se vai fazer extinção do processo. O nosso código hoje prestigia o princípio da análise meritória, onde está em várias normas do CPC, e um deles em específico é o artigo 488. Art. 488. Desde que possível, o juiz resolverá o mérito sempre que a decisão for favorável à parte a quem aproveitaria eventual pronunciamento nos termos do art. 485 . - art. 139, IX – cabe ao juiz determinar os pressupostos processuais. - art. 355 – hipóteses de antecipação de mérito. - art. 356 – antecipação parcial do mérito. - art. 357 – saneamento do processo. - decisão de saneamento, onde o CPC trouxe a possibilidade de audiencia de saneamento: Tendos 03 audiencias: - ACM – 334 -AS – 357 - AIJ – - No art. 357 que trata da audiencia, diz que se marcar uma audiencia, tem que esperar um intervalo de 01 hora para a próxima. - segunda possibilidade é convenção ou saneamento compartilhado, é uma convenção processual dirigida ao juiz para ver se o mesmo concorda. Caso o juiz concorde, tem a estabilidade. · TEORIA GERAL DAS PROVAS: - finalidade: convencimento do juiz. - art. 369 Destinatário da prova: um deles é o juiz - modelo adotado pelo Brasil é da persuação racional, que é o convencimento motivado – 371, segunda parte, do CPC. Significaque o juiz tem que fundamentar o ato , de acordo com o art. 489 do CPC. - no momento que produz a prova, o juiz decide com base na prova, mesma que seja em desfavor do autor. – art 371 primeira parte. Princípio da comunhão das provas. Prof. Câmara – 23/02 · Ata notorial: quando você quer documentar um fato que é transittório. · Depoimento pessoal da parte: é uma prova oral, testemunho prestado pela parte no processo e que tem uma finalidade essencial de provocar uma confissão. O advogado da própria parte não faz pergunta, é o advogado da parte contrária que faz as perguntas. Se a parte recusa a responder uma pergunta, é considerado uma confissão. A parte não tem direito de silêncio. Pode se recusar a depor por conta de seu conjuge, ou por colocar em risco a integridade física. · Confissão: é a admissão pela parte de um fato que é contrário e que é favorável ao adversário. Pode ser feita judicial ou extrajudicial. Pode ser expontanea ou provocada por meio do depoimento pessoal judicial. A confissão expontanea pode ser feito pela propria parte ou pelo procurador com efeitos especiais. · Prova documental: O documento é o registro de um fato, sempre que há a gravação de um fato, isto é um documento, podendo ser uma gravação, um aúdio, fotografia. Podendo ser este documento público e privado, em tese a mesma força probatória. - Art. 405 do CPC. - documento original não é obrigatório juntar nos autos, mas a parte é obrigada a guardar para comprovar a veracidade do documento. Regra: autor todos os documentos na inicial e o réu na contestação. Pode ser juntado documento tardio, se não existisse anteriormente ou a fatos supervenientes, ou se não estava disponível, tendo que comprovar este fato. Sendo esta juntada a qualquer tempo até a 2º instância de jurisdição. - Art. 435. É lícito às partes, em qualquer tempo, juntar aos autos documentos novos, quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados ou para contrapô-los aos que foram produzidos nos autos. Parágrafo único. Admite-se também a juntada posterior de documentos formados após a petição inicial ou a contestação, bem como dos que se tornaram conhecidos, acessíveis ou disponíveis após esses atos, cabendo à parte que os produzir comprovar o motivo que a impediu de juntá-los anteriormente e incumbindo ao juiz, em qualquer caso, avaliar a conduta da parte de acordo com o art. 5º . - Documentos eletrônicos: art. 439 a 441. Só se conseguir comprovar sua integridade e veracidade, através do metadados. - prova testemunhal: Quem não pode ser: - art. 447, §2º. - não pode substituir testemunha, a não ser que a testemunha: morra, seja acometida de doença ou .. - acareação: só se faz de quem já depôs. - Inspeção judicial: o próprio juiz examina os fatos.. Prof Felipe – 24/02 · Audiência de Instrução e julgamento: é a audiência que vai colher provas, onde pode perdurar mais de um dia. A partir do artigo 360 do CPC. · Art. 453 – Vai falar que há testemunhas que não são ouvidas na AIJ, vão ser ouvidas através de cartas, ou testemunha que está em risco de vida, que é prolatada uma audiência especial. · Art. 362 – as partes convencionaram, o juiz terá que acatar, pois não tem razão em realizar uma audiência sem as partes. · Caso haja atraso de mais de 30 minutos, poderá a audiencia ser remarcada. · O juiz pode prolatar sentença na hora da audiência ou terá o prazo para setenciar posteriormente. · Caso não houver sentença prolatada na AIJ, terá o prazo de alegações finais em 15 dias. - em face das provas: - é o requerente que tem que provar que o requerido tem as provas necessárias para lide. · Sentença: - artigo 203 do CPC. - A sentença precisa ter um conteúdo decisório, que põe fim a fase de conhecimento e as vezes a fase de cumprimento de sentença. - Fase de conhecimento: 1) indeferimento liminar (321) ou improcedência liminar (332). Prof Câmara – 25/02 - Pericia judicial: quem requereu terá que depositar o valor dos honorários periciais. - Custas Processuais: no artigo 463 do CPC, fala que o juizo tem que observar as questões supervenientes. Onde será condenado em custas quem deu causa ao processo, não necessariamente quem ganhou. Ex: inquilino que não sai do imóvel após notificação, pois o locatário queria utilizar para sua mãe, que vem morrer no decorrer do processo, por fato superveniente não há mais a continuação do processo, mas a causa se deu pela não saida do inquilo, ele ira arcar com as custas. - Honorários de sucumbência: a obrigação de pagar os honorários é de quem deu causa no processo. O percentual fica entre 10% a 20% do valor da condenação. Nem todo processo causa condenação, .. o juiz fixará os honorários po equidade, artigo 85 do CPC. - Tema 1056 – honorários não podem usar para diminuir, só para aumentar. - art. 85, § 8º-A – CPC: Na hipótese do § 8º deste artigo, para fins de fixação equitativa de honorários sucumbenciais, o juiz deverá observar os valores recomendados pelo Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil a título de honorários advocatícios ou o limite mínimo de 10% (dez por cento) estabelecido no § 2º deste artigo, aplicando-se o que for maior. - Nos casos que a fazenda pública for parte, onde o CPC desenvolveu uma tabela, nos incisos III e IV do artigo 85: § 3º Nas causas em que a Fazenda Pública for parte, a fixação dos honorários observará os critérios estabelecidos nos incisos I a IV do § 2º e os seguintes percentuais: I - mínimo de dez e máximo de vinte por cento sobre o valor da condenação ou do proveito econômico obtido até 200 (duzentos) salários-mínimos; II - mínimo de oito e máximo de dez por cento sobre o valor da condenação ou do proveito econômico obtido acima de 200 (duzentos) salários-mínimos até 2.000 (dois mil) salários-mínimos; III - mínimo de cinco e máximo de oito por cento sobre o valor da condenação ou do proveito econômico obtido acima de 2.000 (dois mil) salários-mínimos até 20.000 (vinte mil) salários-mínimos; IV - mínimo de três e máximo de cinco por cento sobre o valor da condenação ou do proveito econômico obtido acima de 20.000 (vinte mil) salários-mínimos até 100.000 (cem mil) salários-mínimos; V - mínimo de um e máximo de três por cento sobre o valor da condenação ou do proveito econômico obtido acima de 100.000 (cem mil) salários-mínimos. - O STJ, por meio da Corte Especial (Tema 1.153), firmou o entendimento de que os honorários advocatícios, embora possuam natureza alimentar, não se equiparam à "prestação alimentícia" para fins de penhora de salários ou valores de natureza salarial, sendo impenhoráveis nos termos do art. 833, IV, do CPC. A verba de natureza alimentar destina-se ao sustento, mas não autoriza a constrição, diferentemente da pensão alimentícia - Art. 87 do CPC: o pagamento de honorários tem que ser proporcional. · Decisão judicial: espera-se que seja clara, integra e ... quando apresenta algum vício ou correção, deve-se utilizar de mecanismos para correção das decisões judiciais, através do recurso que é o Embargos de Declaração. Pode se dá atraves do recurso de apelação, onde o código preve que se a sentença não julgou todos os pedidos, mas estava em condição de ser julgado, a apelação devolve ao tribunal para julga-lo. · Demanda: tem que observar partes, causa de pedir e pedidos. Essas demandas limitem o poder judiciário, que devem observar rigorosamente a causa de pedir e o pedido. · Vício de congruência: ultra petita=mais do que o pedido, extra petita= diverso do que foi pedido e a sentença é nula!, citra petita= deixou de julgar algum pedido, mas não é nula, o que na decisão é a inexistencia de algum julgamento. · Classificação da sentença de mérito: sempre irá declarar a existencia ou inexistencia de direito do autor, por isso toda sentença é declaratória. Algumas sentença só declaram (ex: ação de investigação de paternidade) que são chamadas de sentença meramente declaratórias. - há sentenças mais complexas, chamadas sentenças constitutiva, que declara que tem direito á formação de umanova situação jurídica. (determina que algo se modifique... criação, modificação ou extinção de uma relação jurídica). Ex: renovação de locatária. - sentença condenatória: é uma sentença menos intença que as outras, pois - sentença executiva: Era as ações que ajuizavam apenas para executar o titulo judicial, que agora se faz dentro do processo que condenou. - sentença mandamental: é uma sentença que o juiz reconhece que algo tem que ser realizado e demanda de uma sentença posterior, essa efetivação desta sentença se dá exclusivamente através de meios coercitivos. Ex: · Coisa Julgada: é uma estabilidade processual. Hoje no Direito Brasileiro, possui 04 tipos de estabilidade: - estabilização de decisão de saneamento. - estabilização da tutela antecipada São estabilidades diferentes da preclusão e da coisa julgada, que tem sua importancia para o processo. - estabilização de decisão e saneamento de processo: art. 357, §1º do CPC. Quer dizer que naquele grau de jurisdição não se pode mais modificar aquilo. Ex: o juiz deferiu uma prova pericial, não cabe agravo e não tem preclusão e se o tribunal reeximar e ver que a prova não era pra ser produzida, não levará em consideração posteriormente. · Preclusão: é um fenomeno endoprocessual = dentro do processo em que aparece. A preclusão é a perda da possibilidade de se praticar um ato processual, perdendo assim exemplo: de constestar, recorrer... A preclusão pode se manifestar de tres maneiras diferentes: 1) Temporal: Resulta de um recurso de um prazo, onde encerrado este prazo, é impossivel recorrer. 2) Lógica: que é uma manifestação de boa-fé objetiva. 3) Consumativa: perde a possibilidade de praticar o ato, pois já foi praticado, consumado. Não podendo se repetir. - Após proferida sentença sem interposição de recurso, ocorre o trânsito em julgado para marcar que não possui mais direito a interpor recurso. Havendo assim uma preclusão da possibilidade de recorrer. Em face a Sentença, existe a: 1)terminativa – art. 485 que também existe dois tipos: - A que não impede nova propositura da mesma demanda. - E a sentença que impede a propositura de nova demanda. Com base no artigo 486, §1. Coisa julgada formal. 3) Definitiva: com a coisa julgada material. (487) · Coisa julgada: é um fenômeno enxoprocessual= impede que aquela matéria a qual a coisa julgada se formou, seja objeto de análise em outros processos. É a imutábilidade e indiscutabilidade de uma decisão já transitada em julgado. Não podendo mais ser modificado, não pode ser discutido novamente. - efeito positivo: a coisa julgada vincula a decisão de demanda distinta quando houver entre elas relação de prejudicialidade. Ex: · Limites da coisa julgada: alcança as partes e terceiros favoraveis (só para se beneficiar). A coisa julgada que forma para parte alcança seus sucessores. · Limites objetivos da coisa julgada: o que é acançado pela coisa julgada? · Art. 503 - A decisão (dispositivo) que julgar total ou parcial o mérito, tem força de lei em relação ao que foi decidido. · Relativização de coisa julgada: · Sentença determinativa: faz coisa julgada, pois .. · Doutrina tem 02 correntes: 1) Onde quando o juiz fixa os alimentos, na condição atual, podendo pedir revisão posteriormente. 2) Faz coisa julgada, pode rever e não possui nada demais.