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ChA
vE 
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A Infantis - Primários
2º trimestre
de 2026
86
Crescer 
no que cremos
2
Chave Mestra
Ideias e projetos para desenvolver com 
crianças e adolescentes.
Diretora: Vicky de Caviglione
 E-mail: llave.maestra@adventistas.org.ar
INFANTIS – PRIMÁRIOS
 2° Trimestre de 2026 Ano A
Redatoras:
 Lindsay Sirotko Bebês e Iniciantes
 Cuca Lapalma Infantis e Primários
 Paola Ramírez Pré-adolescentes
 Luz del Alba Núñez Adolescentes
Trabalhos manuais: Gisela Stecler de Mirolo
Revisão e assessoria: Beatriz W. de Juste
Designer: Arturo Krieghoff
 E-mail: artkcreativa@gmail.com
É proibida a reprodução total ou parcial desta 
publicação da Divisão Sul-Americana (texto, imagens 
e design), sua manipulação eletrônica e transmissão 
por via eletrônica, mecânica, fotocópia ou outros 
meios. Esta revista é produzida com o apoio da 
Divisão Sul-Americana.
Q uando consultei no Dicioná-
rio Oxford o que é identidade, 
obtive a seguinte resposta: 
“conjunto de características que dis-
tinguem uma pessoa ou coisa e pelas 
quais é possível individualizá-la”. Ou-
tros dicionários definem identidade 
como “o conjunto de característi-
cas que fazem com que uma pessoa 
seja única e reconhecível”. E, de fa-
to, essas definições ajudam a com-
preender um tema simples, mas ao 
mesmo tempo desafiador.
 Para os cristãos, o conceito de 
identidade tem características es-
peciais que não apenas sustentam 
a fé, mas também ajudam na esta-
bilidade emocional, na formação da 
confiança, no autoconhecimento, na 
definição de papéis e nos propósitos 
de vida.
 A identidade não é apenas um 
número de documento que compro-
va quem somos. É a nossa história 
de vida, o nosso registro nas páginas 
do tempo, o nosso legado. Ao escre-
ver estas linhas, recuperei um pou-
co da minha história; lembrei-me da 
minha infância no campo onde cres-
ci, da minha origem simples, dos 
costumes familiares, de como fui 
criada, da formação cultural e espiri-
tual que os meus pais me deram, da 
origem ucraniana da minha família... 
Tantas lembranças que perduram 
até hoje! Quantas perguntas interes-
santes podem iniciar a exploração da 
identidade pessoal e religiosa. Que tal 
fazer o mesmo com os mais jovens?
 Nesta edição da revista Chave 
Mestra, você encontrará artigos que 
o farão refletir sobre como se constrói 
a identidade da Igreja Adventista do 
Sétimo Dia. Eles farão você pensar na 
importância de contar a história dos 
pioneiros aos filhos da igreja, para 
que conheçam sua origem, e refletir 
sobre os seis grandes pilares bíblicos 
que sustentam nossa fé, pois cada um 
deles tem a resposta para a pergunta: 
“Quem somos?”. Recomendo o artigo 
“Quem sou eu?”, do Dr. Adolfo Suárez, 
para descobrir as seis doutrinas.
 A cosmovisão cristã adventista nos 
ajuda a definir com segurança nossa 
identidade, e isso tem um forte im-
pacto para toda a vida. E, conforme 
é aconselhado nas histórias bíblicas, 
especialmente nos livros de Deutero-
nômio (capítulos 6 e 11) e Josué (capí-
tulo 4), repetir aos filhos as histórias 
das providências de Deus e Suas leis 
é perpetuar Seus ensinamentos, a fé 
e a dependência de Deus no coração 
e na mente das novas gerações. Qual 
é a resposta bíblica para quem é você, 
com base nas seis doutrinas adventis-
tas? Ficou curioso? Leia cada página 
desta edição e você encontrará orien-
tações sobre este tema precioso.
GLÁUCIA CLARA KORKISCHKO, diretora 
do Ministério da Criança e do Ministério do 
Adolescente da Divisão Sul-Americana.
Identidade
COMUNHÃO E MISSÃO
3
Sol, calor, sede e solidão. Uma 
combinação desfavorável 
para qualquer pessoa e em 
qualquer lugar. Mas, para ela, era 
uma combinação ainda pior, pois 
acrescentava o tempero o medo de 
ser vista pela comunidade.
 Ela sabia quem era — ou pelo 
menos achava que era alguém — 
mesmo que sua presença no bairro 
trouxesse consigo portas tranca-
das, janelas hermeticamente fe-
chadas por fora, mas abertas por 
dentro para espiar o lado de fora, e 
a impossibilidade de socializar com 
as mulheres do quarteirão.
 Sua identidade não correspon-
dia ao que se supunha que qual-
quer pessoa que morasse al i 
deveria ter. Era como se lhe fal-
tasse algo que a identificasse po-
sitivamente, ou que lhe desse um 
objetivo claro, uma missão.
 Ela estava tão imersa em seus 
pensamentos e ações que não 
percebeu a presença de um es-
trangeiro sentado, sob o calor do 
meio-dia, à beira do antigo poço. 
Estava acostumada a caminhar 
sem ser vista — e a caminhar sem 
olhar. Mas, desta vez, o homem 
estava com sede e lhe pediu água, 
algo tão simples e, ao mesmo tem-
po, tão necessário.
 O “dom de Deus”: assim se cha-
mava a água na antiguidade. Agora 
Jesus, o verdadeiro “Dom de Deus”, 
estava ali, diante dela, pedindo-lhe 
água. Que perguntas Jesus faz para 
nos despertar!
 No fim, a necessidade huma-
na de Jesus passou a refletir a ver-
dadeira necessidade de todo ser 
humano: o dom de Deus na vi-
da. Esse dom de Deus que derruba 
barreiras, une esperanças e ado-
ração ao Único que dá às pessoas 
identidade real e que oferece um 
propósito de vida.
 Porque ter identidade não é ape-
nas ter acesso a certos lugares ou 
oportunidades. Ter identidade es-
tá ligado a um objetivo, a uma mis-
são. É compartilhar o Dom de Deus 
que refresca a alma, dá sentido à 
vida, oferece salvação e perdão, e 
permite viver em Jesus sem fra-
cassos, sem medo do futuro, com 
a certeza de que esta Água — este 
Dom de Deus — estará disponível 
para nós a cada minuto do dia.
 Sol. Calor. Cansaço. A sede já não 
importa. É hora de beber a Água da 
Vida e compartilhar essa água com 
nossas crianças e adolescentes, an-
tes que outros os façam beber algo 
que distorça sua verdadeira identi-
dade, antes que se levantem muros 
que os isolem do Salvador e os im-
peçam de ser verdadeiros procla-
madores do Dom de Deus.
VICKY DE CAVIGLIONE, diretora do 
Ministério da Criança e do Ministério do 
Adolescente da União Argentina.
Identidade 
 “Dom de Deus”
INSPIRAÇÃO
4
Em um mundo cada vez mais 
segmentado por idades e expe-
riências, o culto intergeracio-
nal surge como resposta ao anseio por 
unidade e comunhão na família de 
Deus. Esse formato de adoração en-
volve ativamente crianças, adolescen-
tes, adultos e idosos, permitindo que 
cada geração contribua com seus dons 
e aprendizados para o corpo de Cris-
to. Compreender e promover esse mo-
delo significa semear desde a infância 
uma visão de igreja inclusiva, colabo-
rativa e enriquecida pela diversidade 
de histórias de vida.
Por que é importante?
 A Bíblia oferece múltiplos exem-
plos de interdependência entre ge-
rações. Em Deuteronômio 11:19, 20, 
o Senhor instrui os pais a ensina-
rem seus filhos diariamente: “Ensi-
nem-nas a seus filhos, conversando 
a respeito delas [...] quando se deita-
rem e quando se levantarem. Escre-
vam-nas nos batentes das portas de 
suas casas […]”.
 O Salmo 145:4 proclama: “Uma ge-
ração contará à outra a grandiosida-
de dos teus feitos; eles anunciarão os 
teus atos poderosos”. Ambos os tex-
tos ressaltam a necessidade de trans-
mitir a fé de uma geração para outra, 
não como um ato passivo, mas como 
um diálogo vivo.
 No Novo Testamento, Paulo descre-
ve a igreja como um corpo com mem-
bros diversos (1 Coríntios 12), onde a 
função de cada um é essencial. Um 
culto intergeracional reflete esse cor-
po: crianças que cantam com espon-
taneidade, jovens que contribuem 
com criatividade, adultos que ofere-
cem estabilidade doutrinária e idosos 
que compartilham testemunhos ma-
duros. Todos são necessários.
 Quando uma igreja não valoriza os 
benefícios do culto intergeracional, 
costuma surgir um distanciamen-
to entre jovens e adultos: cada grupo 
passa a acreditar que não há como se 
entender mutuamente e se comuni-
ca apenas com seus pares. Assim, os 
jovens sentem que suas inquietações 
não são ouvidas, e os adultos acredi-
tam que as novas gerações carecem 
de maturidade espiritual.
 Essa falta de diálogo gera des-
motivação, isolamento de talentos e 
enfraquecimento daunidade da con-
gregação, pois se perde a riqueza das 
experiências compartilhadas e se im-
pede que a fé se fortaleça por meio 
do apoio mútuo entre diferentes fai-
xas etárias.
Benefícios do culto 
intergeracional
 Enquanto refletia sobre o tema, 
comecei a pensar nos benefícios 
que essa convivência traz ao ado-
rar a Deus: os mais velhos transmi-
tem sabedoria, e os pequenos trazem 
frescor e entusiasmo. Assim, enri-
quece-se o senso de pertencimento, 
aprofunda-se o aprendizado mútuo, 
e garante-se a continuidade da fé em 
toda a comunidade.
 Outros benefícios:
◾ As relações pessoais se apro-
fundam quando participantes 
de diferentes idades colaboram 
e se conhecem.
◾ Ao demonstrar unidade e amor 
fraternal, a congregação se tor-
na um testemunho autêntico 
da mensagem de reconciliação 
de Cristo diante da sociedade.
◾ Cada geração possui habilidades 
particulares: domínio da tecno-
logia, criatividade na comuni-
cação, profundidade teológica e 
experiência de vida.
◾ Ao envolver as crianças desde 
a mais tenra infância, promo-
ve-se o senso de pertencimen-
to e compromisso de longo pra-
zo com a igreja.
Ideias de como incluir 
diferentes gerações
 Estas ideias não apenas fortale-
cem a dinâmica da Escola Sabatina, 
mas também podem ser aplicadas 
em diversos momentos de convi-
vência dentro da igreja: desde o culto 
principal e as reuniões de Pequenos 
Grupos até os projetos de serviço e 
os encontros informais. Envolver 
crianças, jovens, adultos e idosos em 
cada atividade cria um ambiente de 
unidade e aprendizado mútuo que 
transcende as paredes da classe e en-
riquece toda a vida comunitária.
1. Convide adultos de confian-
ça para colaborar em momen-
 Culto 
Intergeracional
ESPECIAL PARA PROFESSORES
5
quanto aos conselhos e à sabedoria, e 
o ancião ao adolescente em busca de 
auxílio e simpatia!” (Mente, Caráter 
e Personalidade, v. 2, p. 746). Anime-
-se a cultivar espaços em que crian-
ças, jovens, adultos e idosos se apoiem 
mutuamente, garantindo que a fé se-
ja transmitida e renovada de geração 
em geração!
CUCA LAPALMA.
igreja, incentivando o diálogo e o 
respeito entre as gerações.
5. Prepare dinâmicas em grupo 
que integrem pessoas de dife-
rentes gerações.
 Um culto intergeracional torna-
-se o reflexo vivo do corpo de Cris-
to quando cada geração se reconhece 
como necessária e valiosa. Como diz 
Ellen G. White: “Há uma bênção no 
convívio dos velhos com os moços. 
Estes podem iluminar o coração e a 
vida dos idosos. Aqueles cujos liames 
da vida se estão enfraquecendo, ne-
cessitam o benefício do contato com 
a esperança e a lepidez da juventude. 
E os moços podem ser auxiliados pela 
sabedoria e a experiência dos velhos. 
[…] Como é comovente ver a moci-
dade e a velhice dependendo uma 
da outra, o jovem olhando ao idoso 
tos específicos, como contar a 
curiosidade ou notícia missio-
nária, dirigir a oração ou ajudar 
a representar a história bíblica.
2. Organize, junto com as crian-
ças e os jovens, visitas aos ido-
sos da igreja para levar carinho, 
compartilhar orações e apren-
der com suas experiências.
3. Promova a participação das 
crianças em ministérios nos 
quais elas se sintam à vontade, 
por exemplo: receber os irmãos 
na entrada (Ministério da Re-
cepção), colaborar com um diá-
cono na coleta das ofertas (Dia-
conato) ou dirigir os cânticos 
com a equipe de música (Minis-
tério da Música).
4. Permita que as crianças entre-
vistem um idoso para conhecer 
seu testemunho de fé, experiên-
cias missionárias ou histórias da 
Shutterstock .
“Há uma bênção no 
convívio dos velhos 
com os moços. Estes 
podem iluminar o 
coração e a vida dos 
idosos.”
6
Em diversas ocasiões, voltei à mi-
nha cidade natal, Guayarame-
rín, Bolívia. No entanto, a visita 
de 2010 foi muito especial. Passei al-
guns dias com minha família. Numa 
tarde quente, calcei sandálias e saí pa-
ra caminhar. Percorri ruas onde está 
parte da minha história de vida. Vi-
sitei a escola católica Imaculada Con-
ceição, onde estudei até o quinto ano. 
Caminhei pelo porto, onde pelo me-
nos uma vez por semana eu sabore-
ava uma deliciosa “salteña”, um pastel 
típico boliviano. Passeei pelo merca-
do da cidade, que costumava visitar 
quase todos os dias dos 7 aos 17 anos. 
Parei em frente ao edifício onde fun-
cionava a principal rádio AM da mi-
nha adolescência. No fim da tarde, fui 
ao cemitério visitar o túmulo do meu 
pai, senhor Joaquim, que faleceu aos 
34 anos. Para encerrar o dia, passei 
alguns minutos observando algumas 
pessoas jogando futebol no campo on-
de muitas vezes eu havia jogado, par-
ticipando de campeonatos locais.
O que é identidade?
 Todos nós — individualmente — te-
mos nossa história, que é muito pre-
ciosa. Se as cenas que compõem nossa 
vida fossem apagadas da memória, o 
que restaria de nós? Restariam páginas 
em branco, livros sem letras. Restaria 
uma vida sem identidade.
 E que é “identidade”? O Dicionário 
da Língua Espanhola a define assim:
“Conjunto de traços próprios de um 
indivíduo ou de uma coletividade 
que os caracterizam em relação aos 
demais. Consciência que uma pes-
soa ou coletividade tem de ser ela 
mesma e distinta das outras” (ht-
tps://dle.rae.es/identidad?m=form). 
Hilton Japiassú, em seu Dicionário Bá-
sico de Filosofia, diz que identidade é 
“essência, o ser”. A Baker Encyclope-
dia of Psychology afirma que “em ter-
mos gerais, identidade refere-se à 
resposta de uma pessoa à pergunta 
‘Quem sou eu?’. Erik Erikson, o pensa-
dor mais conhecido nessa área, propôs 
que a identidade envolve um senso de 
singularidade pessoal, continuida-
de e identificação com ideais de gru-
po.” (Gassin, E. A., 1999. Identity. In D. 
G. Benner & P. C. Hill [Orgs.], Baker En-
cyclopedia of Psychology & Counseling, 
2nd ed. p. 604, Baker Books).
 Tomemos alguns aspectos dessas 
definições para esclarecer o conceito: 
A identidade é um conjunto de carac-
terísticas próprias de um indivíduo ou 
grupo; essas características permitem 
que nos diferenciemos dos demais. A 
identidade implica um senso de sin-
gularidade.
 A Igreja Adventista do Sétimo Dia 
(IASD) também tem sua identidade, 
formada por pessoas, ações e even-
tos, mas, acima de tudo, composta por 
crenças — pois as crenças, a teologia, 
determinam e sustentam nossa iden-
tidade como movimento profético.
A identidade da IASD
 Os adventistas se definem com es-
tas palavras no Tratado de Teologia: 
“A Igreja Adventista do Sétimo Dia é 
uma corporação mundial de mais de 
22 milhões de cristãos que guardam 
o sábado do sétimo dia e aguardam a 
breve volta de Jesus. [...] Os adventis-
tas são uma comunidade protestante 
e conservadora de cristãos evangéli-
cos cuja fé, baseada na Bíblia e cen-
trada em Cristo, enfatiza a morte 
expiatória do Salvador, Seu ministé-
rio no santuário celestial e Seu breve 
retorno para redimir os fiéis. Os ad-
ventistas são conhecidos por obser-
var o sábado, enfatizar a conservação 
da saúde como parte do dever reli-
gioso e por realizar atividades mis-
sionárias em todo o mundo.” (Nancy J. 
Vyhmeister, “Quem são os Adventistas 
do Sétimo Dia?”, em Raoul Dederen, 
org., Tratado de Teologia Adventista 
do Sétimo Dia, Tatuí, SP: Casa Publi-
cadora Brasileira, 2011, p. 1.)
 Depois dessas breves con-
siderações conceituais, surgem 
algumas perguntas: Se a iden-
tidade é um conjunto de traços 
específicos de um indivíduo ou 
comunidade que os caracteriza 
em relação aos outros, qual é a 
nossa essência como adventis-
ESPECIAL PARA PAIS
Quem sou eu? 
 A identidade adventista
7
 Nesse sentido, cada família deve-
ria assumir o compromisso de contar 
às novas gerações as histórias dos pio-
neiros, incutindo na mente de crian-
ças e adolescentes a admiração por 
aqueles que nos antecederam e, aci-
ma de tudo, cultivando um senso de 
gratidão por tudo o que Deus fez por 
nossa igreja.
 Assim como fizeram Josué e seus 
amigos fizeram (Josué 4:1–7), os pais 
de hoje deveriam tomar medidas para 
manter vivos na mente de seus filhos 
os grandes eventos do passadoque 
compõem nossa identidade. Não de-
vemos permitir que as gerações futu-
ras se esqueçam da liderança de Deus 
e do que Ele fez em favor da IASD 
(Francis D. Nichol, org., The Seventh-
-day Adventist Bible Commentary, vol. 
2, p. 190–191, Review and Herald Pu-
blishing Association, 1976).
Dr. ADOLFO SUÁREZ, decano do Seminário 
Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT) 
e diretor do Espírito de Profecia da Divisão Sul-
Americana.
6. DOUTRINA DOS ÚLTIMOS EVEN-
TOS: Quem somos nós? Somos 
pessoas que vivem à luz da espe-
rança da volta de Cristo.
Conhecer para se identificar
 Está claro que a identidade insti-
tucional da IASD e a identidade in-
dividual de cada adventista não se 
limitam a um conjunto de doutrinas 
e crenças. Afinal, as crenças são vivi-
das pelas pessoas. Assim, a identida-
de da IASD é mais bem compreendida 
quando estudamos a história da igreja 
e de seus pioneiros — homens e mu-
lheres que estruturaram uma deno-
minação extraordinária, com bases 
sólidas e referências firmes, permi-
tindo que a IASD seja o que é hoje.
 Graças ao legado dos pioneiros, po-
demos afirmar que “o adventismo 
promoveu práticas educativas e de 
estilo de vida saudável únicas, que 
moldaram e continuam a moldar o 
movimento de novas formas e dinâ-
micas” (Michael W. Campbell, Christie 
Chui-Shan Chow, David F. Holland, De-
nis Kaiser e Nicholas P. Miller, orgs., 
The Oxford Handbook of Seventh-Day 
Adventism, Nova York: Oxford Univer-
sity Press, 2024, p. 2).
tas? Em outras palavras: Quais são os 
aspectos da nossa singularidade que 
nos distinguem dos outros?
 Uma boa resposta está no livro Nis-
to Cremos. Cada uma das nossas seis 
doutrinas, desdobradas em 28 cren-
ças, responde a questões fundamen-
tais da existência humana e, por isso 
mesmo, podem ser vistas como pi-
lares da identidade adventista, com 
impacto em todas as áreas da vi-
da. Vejamos uma versão didática dos 
seis pilares da identidade adventista, 
com uma resposta rápida à pergunta: 
“Quem somos nós?”
1. DOUTRINA DE DEUS: Quem so-
mos nós? Somos adoradores 
que amam a Deus.
2. DOUTRINA DO SER HUMANO: 
Quem somos nós? Somos seres 
criados por Deus.
3. DOUTRINA DA SALVAÇÃO: Quem 
somos nós? Somos pessoas per-
doadas e redimidas por Deus.
4. DOUTRINA DA IGREJA: Quem so-
mos nós? Somos o remanescen-
te de Deus.
5. DOUTRINA DA VIDA CRISTÃ: 
Quem somos nós? Somos pesso-
as que vivem como Deus deseja.
8
tal. Ele pode ajudar a criança a perceber 
a Jesus em cada doutrina, a aplicar cada 
ensinamento à sua vida e a se prepa-
rar para tomar decisões com conheci-
mento e convicção. Quando o professor 
estuda com antecedência e ensina com 
paixão, torna-se um poderoso canal na 
formação de discípulos firmes. Além 
disso, nesta idade, as crianças da clas-
se dos Infantis começam a expressar o 
desejo de ser batizadas.
 Esse é um momento decisivo — a 
etapa em que elas podem compreen-
der, dentro de sua capacidade, o signi-
ficado de aceitar Jesus como Salvador 
pessoal, amar Sua Palavra e compro-
meter-se com Sua igreja.
 Por isso é tão importante que elas 
conheçam o que cremos! As 28 cren-
ças fundamentais não são um con-
teúdo pesado ou inacessível para as 
crianças; ao contrário, podem ser 
apresentadas com linguagem sim-
ples, ilustrações, exemplos e experiên-
cias que façam sentido dentro do seu 
mundo infantil.
Um currículo feito sob medida
 O currículo Vivos em Jesus foi cui-
dadosamente elaborado por e pa-
ra adventistas. A cada sábado, de 
maneira natural e progressiva, ele 
introduz uma ou mais crenças fun-
damentais, integradas a histórias 
Crescer no que cremos
TREINAMENTO PARA PROFESSORES
Q uando falamos sobre ensinar 
as crianças, geralmente nos 
concentramos em histórias, 
valores e comportamentos. Mas há 
um passo mais profundo e essencial: 
ensiná-las no que cremos como Igreja. 
Isso dá à criança um verdadeiro senso 
de identidade e pertencimento.
 No mundo, muitas vozes compe-
tem para moldar sua mente e seu co-
ração. Conhecer as verdades bíblicas 
que sustentam nossa fé lhes dá es-
tabilidade, propósito e direção. Mais 
do que conhecimento teórico, nos-
sas crenças estão presentes em tudo o 
que fazemos: quando oramos, canta-
mos, abrimos a Bíblia, pregamos; na 
maneira como falamos, nos vestimos 
e até no que comemos. Tudo isso re-
flete nossa identidade como adventis-
tas do sétimo dia.
 Mas não basta viver essas práti-
cas de forma automática; as crianças 
precisam compreender consciente-
mente que essas atitudes expressam 
uma fé que é delas, que as conecta a 
uma comunidade mundial, a uma 
missão especial e a um futuro cheio 
de esperança.
Quais são essas crenças?
 As 28 crenças fundamentais da 
Igreja Adventista do Sétimo Dia estão 
organizadas em seis grandes doutri-
nas ou níveis doutrinários, que aju-
dam a compreender a fé adventista 
de forma integral.
 Essas crenças não são apenas en-
sinamentos teológicos; são verdades 
bíblicas que definem nossa identida-
de, missão e esperança como igreja.
O papel do professor
 Nesse processo, o professor da Esco-
la Sabatina tem um papel fundamen-
A primeira doutrina, “Deus”, abrange as crenças 
1 a 5: As Escrituras Sagradas, A Trindade, O Pai, O 
Filho e O Espírito Santo.
A segunda, “O homem”, inclui as crenças 6 e 7: A 
Criação e A Natureza da Humanidade.
A terceira doutrina, “A salvação”, abrange as cren-
ças 8 a 11: O Grande Conflito, Vida, Morte e Res-
surreição de Cristo, A Experiência da Salvação e 
Crescimento em Cristo.
A quarta, “A Igreja”, compreende as crenças 12 a 
16: A Igreja, O Remanescente e Sua Missão, Uni-
dade no Corpo de Cristo, O Batismo e A Ceia do 
Senhor.
A quinta doutrina, “A vida cristã”, vai da crença 
17 à 23: Dons e Ministérios Espirituais, O Dom de 
Profecia, A Lei de Deus, O Sábado, A Mordomia, 
Conduta Cristã e O Casamento e a Família.
Por fim, a sexta doutrina, “Eventos Finais/Res-
tauração”, inclui as crenças 24 a 28: O Ministério 
de Cristo no Santuário Celestial, A Segunda Vinda 
de Cristo, Morte e Ressurreição, O Milênio e o Fim 
do Pecado, e A Nova Terra.
S
hu
tt
er
st
o
ck
.
9
bíblicas, atividades práticas e mo-
mentos de reflexão. O objetivo não 
é encher de informações, mas gerar 
identificação com Cristo e Sua igre-
ja. Assim, cada lição se torna uma 
oportunidade de discipulado e afir-
mação espiritual. No manual ou guia 
do professor, no início de cada lição, 
é possível ver quais crenças funda-
mentais serão abordadas por meio 
daquela história.
Mais ideias
 Existe um material especialmen-
te elaborado para ajudar crianças 
e adolescentes a conhecerem e se 
apropriarem das 28 crenças funda-
mentais da Igreja Adventista do Séti-
mo Dia: trata-se de Deus me ama de 
28 maneiras, de Charles Mills e Lin-
da Koh. Este recurso apresenta cada 
doutrina em uma linguagem sim-
ples, afirmativa e visual, com frases 
como “Eu creio que…”, facilitando pa-
ra que a criança não apenas compre-
enda, mas também expresse sua fé 
na primeira pessoa.
 O material pode ser utilizado na 
Escola Sabatina, nas classes batis-
mais ou no culto em família. É uma 
excelente ferramenta para fortalecer 
a identidade adventista desde a in-
fância. Apresentaremos ideias prá-
ticas para que o professor trabalhe 
com este livro em sala de aula, inte-
grando-o ao currículo Vivos em Jesus 
e a experiências significativas para 
as crianças.
1. MURAL DAS CRENÇAS
 Crie um mural com seis seções 
(uma para cada nível doutriná-
rio). A cada sábado, adicione de-
senhos ou frases que represen-
tem a(s) crença(s) estudada(s). 
Você pode usar:
 As crianças devem encontrar o 
par correto. É ideal para revisão 
ou para trabalhar em estações.
4. DRAMATIZAÇÃO DAS CRENÇAS
 Convide pequenos grupos pa-
ra representar cenas curtas 
que ilustrem uma crença (por 
exemplo, a Segunda Vinda, a 
Criação, o Batismo). Podem usar 
fantasias simples ou mímica.
5. “MEU PASSAPORTE DA FÉ”
 Entregue um “passaporte” em 
que as crianças recebam um 
carimbo ou adesivo cada vez 
que estudarem e compreende-
rem uma crença. Ao completá-
-lo, podem receberum certifi-
cado simbólico de “Embaixa-
dores da Fé”.
Aqui estão alguns exemplos:
1. Deus (Crenças 1–5)
◾ Bíblia aberta → Escrituras 
Sagradas.
◾ Imagens de revistas, dese-
nhos e adesivos.
◾ Fotos das crianças encenan-
do os conceitos.
2. MINILIVRO “NISTO EU CREIO”
 Entregue a cada criança um ca-
derninho em branco dividido em 
28 páginas. Em cada lição, elas 
completam uma página com:
◾ O número e o nome da crença.
◾ Um desenho e uma frase 
pessoal.
◾ Um versículo-chave.
 No final do trimestre, terão seu 
próprio “livrinho da fé”.
3. JOGO DA MEMÓRIA 
DOUTRINÁRIA
 Prepare cartões com pares:
 Cartão 1: Número e título da 
crença.
 Cartão 2: Imagem ou frase re-
sumo.
S
hu
tt
er
st
o
ck
.
10
6. CONVIDADO ESPECIAL
 Convide um jovem batizado ou 
um adulto firme na fé para con-
tar brevemente como conhecer 
as doutrinas o ajudou a tomar 
decisões ou o fortalece hoje. Is-
so serve como testemunho e 
exemplo.
 Crescer no que se crê é mais do 
que conhecer ideias: é formar cará-
ter, identidade e compromisso com 
Jesus e com Sua Igreja. Cada crença 
ensinada com amor e propósito tor-
na-se uma semente de fé que flores-
cerá no tempo certo. Que possamos 
ajudar nossas crianças não apenas a 
aprender o que cremos, mas a cres-
cer profundamente nisso.
 Fonte: https://es.adventist.org/creencias/
CUCA LAPALMA.
5. A vida cristã (Crenças 17–23)
◾ Caixa de presente → Dons 
espirituais.
◾ Rolo ou pergaminho → Dom 
de profecia.
◾ Tábua de pedra → Lei de Deus.
◾ Relógio → Sábado.
◾ Moeda ou saco de sementes 
→ Mordomia.
◾ Camiseta modesta → Condu-
ta cristã.
◾ Coração com família → Casa-
mento e família.
6.	Restauração	final	(Crenças	
24–28)
◾ Arco-íris → Promessas cum-
pridas.
◾ Nuvem com trombeta → Se-
gunda Vinda.
◾ Brotos saindo da terra → 
Morte e ressurreição.
◾ Cadeado aberto → Fim do pe-
cado.
◾ Paisagem celestial → Nova 
Terra.
◾ Triângulo → Representa a 
Trindade (Divindade: Pai, Fi-
lho e Espírito Santo).
◾ Coração com cruz → Deus 
Pai, que ama.
◾ Cruz → Deus Filho, nosso Sal-
vador.
◾ Pomba → Deus Espírito San-
to, que nos guia.
2. A humanidade (Crenças 6 e 7)
◾ Planta ou árvore → Criação e 
origem.
◾ Espelho → Natureza humana 
(imagem de Deus e necessi-
dade de redenção).
3. A salvação (Crenças 8–11)
◾ Espada quebrada → Grande 
conflito entre o bem e o mal.
◾ Tumba vazia → Ressurreição 
de Cristo.
◾ Presente → Salvação como 
dom gratuito.
◾ Pegadas → Crescer em Cristo, 
caminhar com Ele.
4. A Igreja (Crenças 12–16)
◾ Peça de quebra-cabeça → 
Unidade no corpo de Cristo.
◾ Tocha ou vela → Remanes-
cente que leva a luz.
◾ Gota de água → Batismo.
◾ Pão e suco → Santa Ceia.
◾ Igreja → Comunidade de fé.
USE O SEGUINTE CÓDIGO PARA 
ACESSAR MOLDES IMPRIMÍVEIS E 
FOTOS EXTRAS.
PROPOSTA TRIMESTRAL
ABRIL MAIO JUNHO
◾ Planejar as Classes Bíblicas.
◾ Realizar a Feira da Saúde com as 
crianças.
◾ Realizar a Semana Santa das 
Crianças.
◾ Preparar o Sábado da Criança 
Adventista e o Dia do Aventureiro.
◾ Realizar o Sábado da Criança 
Adventista e o Dia do Aventureiro.
◾ Ter as Classes Bíblicas.
◾ Planejar a Escola Cristã de Férias 
“Aventuras no Deserto”.
◾ Ter as reuniões pré-trimestrais.
◾ Planejar alguma atividade sobre a 
identidade adventista (como “Eu 
conheço minha história”).
◾ Planejar reuniões com o material 
“Crescendo em Cristo”, versão para 
crianças.
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Um novo trimestre... e uma nova etapa!
 Se você abriu esta revista esperando encontrar o de sempre, 
prepare-se para uma boa surpresa! Desde janeiro de 2026, as 
classes da Escola Sabatina das crianças estão passando por uma 
transformação muito esperada: o currículo Vivos em Jesus chegou.
ORGANIZANDO A CLASSE
 Nesta seção especial da Chave Mestra, queremos continuar 
acompanhando você neste processo de adaptação, trazendo 
ideias claras, práticas e contextualizadas para aproveitar ao 
máximo esta nova proposta.
 Por que a Chave Mestra agora inclui Infantis e Primários 
juntos?
 Com o lançamento do novo currículo Vivos em Jesus, 
também houve uma reorganização das classes e dos materiais.
Até o ano passado, a Chave Mestra vinha em duas versões: 
uma para Rol do Berço e Jardim da Infância, e outra para 
Primários.
 Mas agora, Infantis (de 4 a 6 anos) e 
Primários (de 7 a 9 anos) trabalham a mesma 
história bíblica a cada sábado, adaptada com 
abordagens metodológicas diferentes para 
cada faixa etária.
 Isso não significa que as classes 
devam ser unificadas, mas representa 
uma vantagem para as igrejas que, por 
necessidade, optam por fazê-lo. Além disso, 
facilita a preparação dos professores e 
enriquece a experiência familiar, já que 
irmãos de idades diferentes podem 
conversar sobre o mesmo relato bíblico 
em casa.
 Por isso, a partir do primeiro 
trimestre deste ano, a Chave Mestra 
oferece conteúdos integrados para 
Infantis e Primários, ajudando você 
a ensinar com recursos variados e 
contextualizados para cada grupo.
Histórias bíblicas dos Infantis e Primários
ANO A —SEGUNDO TRIMESTRE: “Deus sempre está comigo”.
Semana INFANTIS PRIMÁRIOS
1 Isaque e Rebeca. O ensopado do direito de 
primogenitura.
2 A bênção do direito de nascer. Jacó engana Isaque.
3 Jacó encontra o seu Salvador. A escada do céu.
4 Jacó em Harã. Jacó trabalha para o tio Labão.
5 Os irmãos se reencontram. Jacó e a luta da meia-noite.
6 O sonhador. O manto e os sonhos de José.
7 Vendido! José e seus irmãos.
8 Uma nova vida no Egito. José: escravo no Egito.
9 Milagres na prisão. José: da prisão ao palácio.
10 O novo governador. José: governador do Egito.
11 Uma reunião familiar! Uma família reunida.
12 Brilhando em terras distantes. Rute e Noemi.
13 Bem-vindos à família. Rute e Boaz.
ELO DA GRAÇA VIVOS EM JESUS
Nomes das 
classes, 
idades e 
ciclo
Rol do Berço (0–3 
anos)
Bebês (O-12 meses)
Uma história por 
mês.
Ciclo de 2 anos.
Uma história trimestral.
Ciclo anual.
Iniciantes (1-3 anos)
Ciclo de 3 anos.
Jardim da Infância 
(4–6 anos)
Ciclo de 2 anos.
Infantis (4 a 6 anos)
Ciclo de 3 anos.
Primários (7–9 anos)
Ciclo de 4 anos.
Primários (7-9 anos)
Ciclo de 3 anos.
Intermediários (10–
12 anos)
Ciclo de 4 anos.
Objetivo Apresentar às 
crianças o plano de 
Deus para suas vidas.
Guiar as crianças e os 
adolescentes no crescimento 
espiritual, desenvolvendo uma 
relação profunda e pessoal 
com Jesus Cristo por meio dos 
ensinamentos bíblicos e dos 
princípios morais.
Pilares ◾ Graça (Deus me 
ama).
◾ Adoração (Amo a 
Deus).
◾ Comunidade (Nós 
nos amamos).
◾ Serviço (Jesus 
também me ama).
◾ Graça
◾ Caráter
◾ Missão
Forma de 
ensinar
A lição é apresentada 
no sábado, e durante 
a semana as crianças 
revisam o conteúdo 
aprendido.
As crianças estudam a lição 
durante a semana e, no sábado, 
o professor aprofunda o estudo 
com base na ideia principal da 
lição (como acontece na Escola 
Sabatina para adultos).
Onde aprender mais sobre o novo currículo Vivos em 
Jesus e buscar recursos para as lições?
https://www.aliveinjesus.info/ (você pode traduzir em 
tempo real pelo seu navegador)
https://www.adventistas.org/pt/criancas/projeto/
vivos-em-jesus/ 
https://www.adventistas.org/es/ninos/
proyecto/curso-de-liderazgo/ (todo o nível 8 
é dedicado ao novo currículo)
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ik
.
12
Ao final do trimestre, levarão para casa uma lembrança 
cheia de mensagens bíblicas.
◾ Continue utilizando duas caixas decoradas: a “Caixa 
das surpresas secretas” e a “Caixa dos 
exploradores bíblicos”. Ambas trazem 
dinamismo, expectativa e um sentido 
de aventura espiritual.
◾ Um som suave e distintivo — 
como um sino, um guizo ou 
um xilofone — marcará os 
momentos especiais 
da classe: o início da 
lição bíblica, a oração 
ou o recolhimento das 
ofertas. O uso repetido 
ajuda as crianças a anteciparem o que vem a seguir e a 
se prepararem emocionalmente.
Primários
 Um planejamento cuidadoso transforma a Escola Sabatina em 
uma experiência significativa e atraente para as crianças. O Guia 
do Professor oferece orientações práticas para organizar a classe, 
criar um ambiente acolhedor e aplicarestratégias dinâmicas que 
reforcem os valores bíblicos do currículo Vivos em Jesus. 
 O programa da classe de Primários está estruturado da 
seguinte maneira:
Partes do 
programa Descrição Tempo 
estimado
Minutos 
prévios
Assim que as crianças chegam, são recebidas 
com atividades que despertam seu interesse 
e as preparam para a lição do dia. Essas 
atividades incluem jogos de mesa, quebra-
cabeças bíblicos e trabalhos manuais 
relacionados ao tema, proporcionando um 
ambiente interativo e especial.
10 minutos 
antes do 
início da 
Escola 
Sabatina.
Atividades 
prévias
Este momento começa com boas-vindas, 
cânticos e oração. É um momento curioso 
sobre a Bíblia. Também se recolhe a oferta 
e se saúdam as visitas e os aniversariantes 
da semana.
10 
minutos.
Contextuali-
zando
O objetivo aqui é conectar a lição bíblica com 
a vida real das crianças. O professor utiliza 
objetos, histórias ou vídeos que relacionem 
o tema da lição com experiências diárias, 
incentivando a discussão e a reflexão sobre 
o assunto.
5 minutos
História 
bíblica
Momento de contar a história bíblica do 
sábado.
15 minutos
Exploração da 
história
Perguntas para refletir sobre a história. 5 minutos.
Encerramento Verso para memorizar. Também é o momento 
de recolher a oferta missionária e lançar o 
desafio missionário. Encerra-se com cântico 
ou oração.
20 minutos
Infantis
 Para realizar a Escola Sabatina dos Infantis, é necessário 
seguir todas as orientações apresentadas no Guia do Professor. 
Durante a sessão da Escola Sabatina, o professor deverá 
considerar as seguintes partes:
Partes do 
programa Descrição Tempo 
estimado
Minutos 
prévios
Esta seção serve para dar as boas-vindas às 
crianças assim que chegam à sala. Inclui jogos 
ou atividades iniciais que começam a envolver 
as crianças de maneira lúdica e descontraída, 
preparando-as para o programa do dia.
10 minutos 
antes do 
início da 
Escola 
Sabatina.
Boas-vindas 
e cânticos
Em geral, inclui uma saudação de boas-
vindas e um cântico de bom dia. Também 
é o momento de celebrar aniversários e 
cumprimentar as visitas.
5 minutos.
Oferta, 
oração, 
verso para 
memorizar
Um momento para ensinar generosidade 
com a oferta, fortalecer a comunhão com 
Deus por meio da oração e ajudar as crianças 
a memorizar um verso bíblico de forma 
significativa.
6 minutos.
Caixa de 
surpresas 
secretas 
(preparação 
para a 
história)
Parte do programa onde o tema do dia 
é introduzido de forma mais concreta, 
frequentemente utilizando objetos, imagens 
ou atividades interativas para que as crianças 
possam visualizar e compreender melhor o 
contexto bíblico.
7 minutos.
História 
bíblica
A primeira parte da história bíblica do dia, 
geralmente com os personagens e o cenário. 
Nessa seção, são apresentados os elementos 
principais da narrativa.
10 minutos.
Caixa de 
exploradores 
bíblicos 
(análise da 
história)
Continuação da história, onde se explora o 
conflito ou o ponto central da narração.
5 minutos.
História 
missionária 
/ da 
natureza
A cada semana, uma história missionária ou 
uma história da natureza será usada para 
reforçar o ponto principal da lição. As histórias 
serão intercaladas.
3 minutos.
Trabalhos 
manuais
Esta é a seção final, onde se revisam todos 
os elementos do programa. Pode incluir uma 
atividade manual, um desafio missionário e 
uma oração.
15 minutos.
Preparação da sala
◾ A decoração continua sendo uma aliada poderosa. Em 
vez de encher as paredes com muitos elementos, escolha 
uma abordagem mais intencional: um mural principal com a 
imagem sugerida pelo Vivos em Jesus e a frase do trimestre 
— “Deus está sempre comigo” — em letras grandes e 
visíveis. Essa frase deve ser repetida com as crianças a cada 
sábado, ajudando-as a interiorizar essa verdade.
◾ Prepare, desde o primeiro sábado, uma sacolinha 
identificada com o nome de cada criança, onde serão 
guardados os cartões semanais. Você pode dizer que 
estão formando um “registro de momentos com Deus”. 
Shutterstock .
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 Mesmo assim, queremos que os professores saibam e 
compartilhem de maneira simples que, neste trimestre, parte 
das ofertas mundiais ajudará concretizar os seguintes projetos 
na Divisão Africana Centro-Oriental, uma região rica em 
culturas, desafios e oportunidades para pregar o evangelho:
1. Um megacentro multimídia com o Hope Channel, a 
Rádio Mundial Adventista, um centro de evangelismo em 
redes sociais e uma central de atendimento telefônico 
em Kinshasa, República Democrática do Congo.
2. Uma escola de enfermagem na Universidade Adventista 
de Lukanga, em Lubero, República Democrática do Congo.
3. Um posto médico em Buganda, Burundi.
4. Uma creche comunitária adventista em Merisho, Quênia.
5. Apoio ao Posto Médico Adventista de Zanzibar, 
Tanzânia.
 A Divisão Africana Centro-Oriental é composta por uma 
lista extensa e diversa de países, que inclui: Burundi, Eritreia, 
Etiópia, Quênia, República Democrática do Congo, Ruanda, 
Somália, Sudão do Sul, Tanzânia, Uganda e Djibuti.
 Nesta região, vivem centenas de milhões de pessoas, 
muitas das quais ainda não ouviram que Deus está sempre 
com elas. Por isso, cada moeda, cada oração e cada gesto 
missionário contam. Motivemos nossas crianças a trazerem 
suas ofertas todos os sábados e a compartilharem Jesus com 
aqueles ao seu redor. Elas também podem fazer parte de uma 
grande missão que começa exatamente onde estão!
Para entender melhor
 Preciso decorar a sala com um tema relacionado ao destino 
das ofertas? Embora o momento missionário seja breve, você 
pode enriquecê-lo com um flanelógrafo, mural ou espaço 
visual dedicado à Divisão Africana Centro-Oriental, a fim de 
despertar o interesse e incentivar um espírito de gratidão e 
generosidade.
 Inclua imagens de animais emblemáticos como a girafa, 
o elefante, o ocapi, o flamingo e outros que aparecem nas 
Preparação da sala
◾ Na parede principal da sala — aquela para a qual as crianças 
estarão voltadas durante boa parte do programa — 
coloque um mural com uma das imagens sugeridas pelo 
currículo Vivos em Jesus. Acompanhe a imagem com a 
frase do trimestre, “Deus está sempre comigo”, escrita em 
letras grandes e visíveis. Essa mensagem será essencial em 
cada história: desde Jacó fugindo para Harã até José no 
Egito ou Rute em terra estrangeira — todos aprenderam 
que Deus nunca os deixou sozinhos. Essa verdade deve ser 
repetida e reforçada semana após semana.
◾ Durante a narração da história bíblica, você pode utilizar 
os slides de PowerPoint disponíveis no site https://
aliveinjesus.info/. Faça pausas para conversar sobre 
as emoções expressas nos rostos dos personagens, os 
lugares distantes onde os fatos ocorreram e as decisões 
difíceis que precisaram tomar. Essas imagens ajudam 
as crianças a se conectarem profundamente com cada 
história e a lembrarem melhor o que aprenderam.
◾ Você também pode representar os relatos com bonecos, 
dramatizações simples ou com a participação ativa das 
crianças, usando objetos que despertem sua atenção: 
uma túnica colorida para representar José, espigas de 
trigo para Rute, pedras para o sonho de Jacó, etc. No 
Guia do Professor, você encontrará todos os elementos 
sugeridos para enriquecer sua narração e torná-la 
significativa.
◾ Para a memorização do verso bíblico, há cartões 
imprimíveis que as crianças poderão colecionar. Esses 
cartões, juntamente com a frase do trimestre, as 
ajudarão a construir uma memória espiritual baseada na 
confiança de que Deus está presente em cada passo de 
suas vidas.
Momento missionário
 Este momento missionário apresenta um enfoque diferente 
do que conhecíamos. Já não apresentamos mais a missão 
global de forma tão abrangente como antes; o objetivo agora 
é que as crianças compreendam o valor da missão local: ajudar 
aqueles que as cercam, compartilhar Jesus com a família, os 
vizinhos e os amigos, e participar de iniciativas solidárias em 
sua própria comunidade.
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ep
ik
.
MEU NOME:
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2. O lago mais comprido do mundo.O Lago Tanganica 
atravessa dois países dessa Divisão: Burundi e Tanzânia. 
É um dos lagos mais profundos e longos do mundo. Quase 
parece um mar! E abriga mais de 300 espécies de peixes.
3. Algumas crianças caminham quilômetros para ir à 
igreja ou à Escola Sabatina. Em áreas rurais de Ruanda 
e da Etiópia, muitas crianças caminham mais de cinco 
quilômetros para chegar à igreja. O amor por Jesus é o 
que as motiva!
4. Um país com mais de 120 grupos étnicos. A República 
Democrática do Congo possui uma impressionante 
diversidade de culturas e idiomas. É como uma grande 
família com muitas maneiras de louvar a Deus!
5. Os adventistas cuidam da saúde em áreas remotas. Em 
muitos desses países, os postos médicos adventistas são 
os únicos centros de saúde nas zonas rurais. Médicos e 
enfermeiros missionários levam esperança e cura!
6. O gorila-das-montanhas vive aqui... e está em perigo 
de extinção. Esse majestoso animal, que habita as 
montanhas entre Uganda, Ruanda e Congo, nos lembra 
que devemos cuidar e respeitar a criação de Deus.
7. Cantos com tambores e harmonias tradicionais. Em 
muitas igrejas adventistas da África, ritmos locais 
suaves são usados com tambores e coros harmoniosos. A 
música é alegre, reverente e celebra a unidade em Cristo.
8. O elefante africano: um gigante inteligente e sensível. 
O elefante africano, o maior animal terrestre do mundo, 
vive em savanas e florestas. Mas, além de seu tamanho, 
é conhecido por sua memória e empatia: cuida da família 
e pode chorar quando perde um ente querido. Um reflexo 
do amor de Deus na natureza!
9. Em alguns lugares, as pessoas vivem sem eletricidade 
nem internet. Embora seja difícil imaginar, milhares de 
adventistas dessa região adoram a Deus sem tecnologia 
moderna... e com muita fé!
10. Tecidos coloridos. Em muitos países desse território, 
usam-se tecidos de cores vivas e desenhos marcantes, 
que frequentemente contam histórias ou representam 
valores importantes da comunidade. São utilizados para 
decoração, embrulhos, celebrações e como símbolo 
de identidade. São uma 
expressão de criatividade e 
beleza na cultura local!
11. Comidas feitas com banana-
da-terra, mandioca e milho. 
Os pratos típicos utilizam 
ingredientes naturais. Muitos 
adventistas dessa região 
promovem a alimentação 
vegetariana, usando produtos locais como o ugali (mingau 
de milho) ou o matoke (purê de banana-da-terra verde).
12. O ocapi: um animal único criado por Deus. O ocapi, 
que vive apenas nas florestas do Congo, parece uma 
mistura de zebra e girafa, mas é uma espécie única. Foi 
curiosidades semanais. Você também 
pode usar um mapa-múndi ou um mapa da 
África (impresso ou em formato de globo) 
para mostrar às crianças onde se localiza essa 
Divisão. A cada 15 dias, revisem juntos os 
projetos missionários, reforçando o senso de 
propósito e envolvimento com a missão.
Coletor de ofertas
 Neste trimestre, escolha um coletor 
chamativo e fácil de fazer. Sugerimos esta 
divertida zebra, que não apenas ajudará a 
recolher as ofertas a cada sábado, mas também 
reforçará os valores da generosidade e da 
participação ativa.
 MATERIAIS:
◾ Tubos de papelão (como os de papel-toalha, latas de 
batata, etc.);
◾ Papel branco e preto;
◾ Tesoura, cola e marcador preto;
◾ Molde ou desenho simples de uma cabeça de zebra para 
recortar e decorar.
 Cubra o tubo com papel branco e decore com listras pretas 
para simular o corpo da zebra. Depois, feche a parte inferior 
para que as ofertas não caiam.
 Cole a cabeça da zebra na parte superior do tubo, deixando 
uma abertura no alto, por onde as crianças poderão depositar 
as ofertas.
13 curiosidades da Divisão Africana Centro-
Oriental
 A partir do primeiro trimestre de 2026, o novo currículo 
já não inclui uma história missionária semanal como antes. 
Como o tempo dedicado à missão global foi reduzido, agora 
são apresentadas 13 curiosidades ou notícias breves sobre a 
Divisão que recebe as ofertas do trimestre.
 Essas curiosidades podem ser lidas antes da coleta das 
ofertas. Elas servem para despertar o interesse das crianças, 
ampliar sua visão sobre a missão e fortalecer o sentido de 
pertencimento a uma igreja global.
 De acordo com a curiosidade de cada semana, você pode 
mostrar uma imagem impressa, um objeto representativo 
(como uma miniatura de animal, um tecido típico, etc.) 
ou marcar o local em um mapa missionário. Isso tornará 
a experiência mais vívida, concreta e memorável para as 
crianças.
1. A girafa: pescoço comprido e coração forte. A girafa 
vive em muitas regiões da África Oriental e tem um 
pescoço que pode medir até dois metros. Mas o mais 
impressionante é que seu coração é tão forte que 
consegue bombear sangue até a cabeça sem que ela 
fique tonta. Um design perfeito do Criador!
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hu
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S
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MEU NOME:
15
oportunidade de participar ativamente e sentir-se parte da 
adoração.
 No entanto, sempre que possível, incentive as famílias a 
entregarem dinheiro físico aos filhos para que eles mesmos 
o tragam. Ofertar é parte da adoração, e as crianças também 
podem vivenciar esse momento com propósito e significado.
Incentivo de presença
 Chegar pontualmente à Escola Sabatina é uma forma de 
honrar a Deus e demonstrar que estamos prontos para ouvir 
Sua voz. Quando as crianças chegam no horário, sentem-se 
acolhidas e iniciam o sábado prontas para aprender e participar.
 Neste trimestre, usaremos um incentivo especial: a mochila 
das histórias bíblicas. No primeiro sábado do trimestre, cada 
criança receberá, ao chegar, uma folha A4 dobrada ao meio 
como se fosse um livrinho. Na capa, será colada a imagem de 
uma mochila, onde a criança poderá escrever seu nome. Ao 
abrir, haverá espaço para colar os 13 elementos simbólicos que 
representarão cada história bíblica do trimestre.
 Depois de contar a lição bíblica, o professor pode dizer: Quem 
chegou cedo pôde colar uma nova lembrança em sua mochila. 
descoberto pelos cientistas somente no século XX. A 
criação de Deus sempre nos surpreende!
13. Os flamingos-rosados se reúnem aos milhares nos lagos 
africanos. Lagos alcalinos, como o Lago Natron (próximo 
à Tanzânia), recebem milhares de flamingos todos os 
anos. Sua cor rosa intensa vem de sua alimentação. Mais 
uma demonstração da 
beleza e do design divino!
Incentivo de ofertas
 Além do incentivo visual 
e participativo que você 
encontrará na página oficial 
do Vivos em Jesus, neste 
trimestre, você pode usar a 
imagem de uma girafa em preto 
e branco, dividida em duas 
folhas A4 que se unem pelo 
centro (ou em formato A3, se 
desejar uma versão maior).
 Cada vez que o alvo de ofertas for alcançado, 
uma criança poderá colorir aproximadamente cinco manchas da 
girafa. Assim, se conseguirem atingir a meta a cada sábado, ao 
final do do trimestre, a girafa estará completamente colorida! 
No primeiro sábado do trimestre, escolham juntos um valor 
como meta semanal de oferta. Depois, a cada semana, uma 
criança será responsável por anotar o valor arrecadado no 
espaço correspondente e pintar as manchas conquistadas.
 E se já não usamos dinheiro em espécie? Vivemos uma 
realidade em que muitas famílias já não utilizam dinheiro 
físico. Há pais e mães que devolvem seus dízimos e ofertas 
digitalmente pelo aplicativo 7me — e isso é ótimo!
 No entanto, para as crianças, ofertar com dinheiro em espécie 
ainda é uma parte essencial do aprendizado. Colocar uma moeda 
na caixa ou no envelope das ofertas deixa uma marca visual e 
emocional que as ajuda a compreender o ato de doar, desapegar-
se e confiar. Uma ideia para equilibrar o digital e o tangível é 
usar cartões de participação. No início do trimestre, as crianças 
podem confeccioná-los em casa, ou você pode entregar a cada 
uma vários cartões pequenos com frases como:
◾ “Já dei minha oferta no 7me!”
◾ “Minha família ofertou no 7me esta semana.”
◾ “Dou minha oferta com alegria em casa.”
 A cada sábado, 
as crianças podem 
colocar um desses 
cartões no momento 
da oferta, como 
símbolode que a 
oferta foi entregue 
em casa — mesmo 
que não a tragam 
fisicamente. Isso 
também lhes dá a 
Qual foi esse elemento? Como ele se relaciona com a história?” 
Assim, o momento da presença se conecta diretamente com o 
estudo da Bíblia de forma significativa e visual.
Elementos simbólicos por sábado
1. Frasco de água ou cântaro – Representa Rebeca e o ato 
de servir com alegria.
2. Prato fumegante – O ensopado de Esaú, símbolo de 
decisões precipitadas.
3. Escada – O sonho de Jacó, lembrando que Deus está 
perto.
4. Ovelha – Pelo trabalho de Jacó em Harã, cuidando do 
rebanho.
5. Coração partido e costurado – Pelo reencontro dos 
irmãos: perdão e restauração.
Gise la Stec ler.
G
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el
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S
te
cl
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16
 Talvez, em sua igreja, apenas uma classe seja responsável 
por conduzir o programa, ou talvez todas as classes infantis 
e juvenis participem juntas. Em ambos os casos, é uma bela 
oportunidade para que as crianças desenvolvam seus dons, se 
sintam parte ativa da igreja e se integrem com outras gerações 
em um culto significativo.
 Neste trimestre, ao preparar esse momento, é importante 
lembrar que o mais valioso que podemos compartilhar é a 
Palavra de Deus. Por isso, encorajamos você a enfatizar a 
principal história bíblica do trimestre, ou aquela que mais 
impactou as crianças, destacando o que elas aprenderam sobre 
como Deus está sempre conosco.
 Algumas ideias do que você pode fazer com sua classe de 
Primários:
◾ Breve dramatização de uma história do trimestre (José, 
Jacó, Rute...), com narrador e personagens simples.
◾ Apresentação do destino missionário com mapas, 
bandeiras, imagens de animais e crianças da África 
Centro-Oriental. Uma criança pode compartilhar a 
curiosidade que mais chamou sua atenção durante o 
trimestre. 
◾ Leitura coral de versículos-chave 
do trimestre, com cartazes grandes 
ou na tela. Que tal desafiar as 
crianças a recitarem os versículos 
de memória?Aproveite para ensinar-
lhes que, ao repetir, devem fazê-lo de 
maneira clara, lenta e audível para que 
todos entendam. A postura ereta com 
a cabeça levemente erguida faz muita 
diferença!
◾ Canto especial da música que mais 
gostaram ou uma música temática 
sobre a fidelidade de Deus.
◾ Desfile das “mochilas” com os elementos que as 
crianças coletaram no incentivo de presença.
◾ Apresentação de fotos ou vídeo curto com imagens das 
classes, atividades e aniversários do trimestre.
◾ Momento de entrega simbólica da oferta missionária 
com uma cesta especial decorada para representar a 
cultura africana.
 Encerrar o trimestre não é apenas marcar o fim de uma 
sequência de histórias, mas celebrar tudo o que Deus semeou 
no coração das crianças: memórias, ensinamentos, canções, 
orações e valores eternos. Seja por meio da missão global, 
dos incentivos semanais ou da participação especial no 13º 
sábado, cada parte do programa contribui para formar uma fé 
viva e significativa. Que a revisão das lições, a criatividade nas 
dinâmicas e o entusiasmo em compartilhar a missão continuem 
sendo uma ferramenta poderosa para levar cada criança a 
declarar com confiança: “Deus está sempre comigo”.
6. Túnica colorida – De José, símbolo de identidade e 
propósito.
7. Bolsa com moedas – Venda de José, decisões difíceis e 
dolorosas.
8. Correntes quebradas – José como escravo, mas livre em 
sua fé.
9. Chave dourada – José na prisão, mas com fé nas 
promessas de Deus.
10. Trigo ou espiga – Tempo de abundância e fome.
11. Casa ou tenda – Reencontro da família: restauração e lar.
12. Feixe de espigas – Rute colhendo; 
fidelidade e cuidado divino.
13. Anel ou buquê – Rute e Boaz: uma 
nova família sob a bênção de Deus.
Visitas
 Cada criança que visita nossa classe 
é uma bênção que merece ser lembrada. 
Neste trimestre, em vez de um simples 
cartão, vamos registrar sua visita em um 
mural muito especial: “Você passou por 
aqui... e Deus também esteve com você”.
 A proposta é que cada visitante escreva seu nome, a data 
e o local de onde veio sobre uma pegada de animal africano, 
como elefante, zebra ou girafa. Depois, ele colará sua pegada 
em um mural decorado com paisagens e animais africanos, 
lembrando-nos de que a missão une crianças de todo o mundo 
e de que a amizade em Cristo não tem fronteiras.
 Você pode acompanhar essa atividade com uma frase-
chave: “Cada passo que você dá com Jesus deixa uma marca 
de amor por onde passa”. 
 IDEIA EXTRA: Ao final do trimestre, tirem uma foto em 
grupo junto ao mural e enviem-na para quem visitou a classe 
ou incluam-na em uma apresentação especial no 13º sábado.
Aniversários
 Celebrar um aniversário é muito mais do que assoprar velas 
ou receber abraços. É reconhecer que a vida é um presente de 
Deus e que cada pessoa — seja aluno ou professor — é parte 
importante de nossa classe da Escola Sabatina.
 Incentivamos você a continuar usando as ideias 
compartilhadas na revista do primeiro trimestre de 2026 ou a 
manter esses belos costumes que cada professor implementou 
com carinho em seu grupo. O importante é que, de alguma 
forma, cada aniversário seja um reflexo do amor de Jesus em 
nossa classe.
13° sábado
 Em muitas igrejas, o último sábado do trimestre é uma data 
especial. As crianças saem de suas salas para compartilhar com 
toda a congregação um pouco do que viveram durante esses 
três meses. É um momento de alegria, testemunho e união.
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