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Campo Grande/MS Novembro de 2018 M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 2 de 16 In fo rmaço e s P re v i a s R e q u e r e n t e Cliente: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Telefone: (67) 3345-7000 Endereço: Av. Costa e Silva, s/nº, Bairro Universitário CEP: 79070-900 Município/UF: Campo Grande/MS E m p r e s a Nome: Empresa Júnior Engefour Jr. CNPJ: 23.871.915/0001 - 78 Atividade: Projetos E Consultoria Em Engenharia Representante Legal: Marcelo Augusto Mendes dos Santos Endereço: Avenida Costa E Silva, S/N°. Departamento De Engenharia Elétrica. R e s p o n s á v e l T é c n i c o Nome: Fábio Gonçalves Veríssimo Formação Profissional: Engenharia Civil/Engenharia Ambiental Registro no CREA: MS12.345/67 Telefone: (67) 996-228-800 E-mail: fabio.goncalves@ufms.br E q u i p e T é c n i c a Nome: Mara Lúcia de Oliveira CPF: 037.511.511-09 Formação Profissional: Acadêmica de Engenharia Ambiental Celular: 67 99998-7830 E-mail: maraoliveira.engambiental@gmail.com mailto:fabio.goncalves@ufms.br mailto:maraoliveira.engambiental@gmail.com M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 3 de 16 S u m á r i o R e q u e r e n t e ____________________________________________________________ 2 R e s p o n s á v e l T é c n i c o _________________________________________________ 2 E q u i p e T é c n i c a ________________________________________________________ 2 S u m á r i o ________________________________________________________________ 3 1. Justificativa __________________________________________________________ 4 2. Descrição do Projeto __________________________________________________ 4 2.1. Estádio Morenão _____________________________________________________ 4 2.2. Restaurante Universitário _______________________________________________ 5 2.2.1 Localização _________________________________________________________ 5 2.2.2 Contribuição de Águas Pluviais __________________________________________ 5 2.2.2.1 Bacias de Contribuição ________________________________________________ 5 2.2.2.2 Método Racional _____________________________________________________ 5 2.2.2.3 Curva IDF ___________________________________________________________ 6 2.2.3 Galerias ____________________________________________________________ 7 2.2.3.1 Condutos ___________________________________________________________ 7 2.2.3.2 Declividade do terreno _________________________________________________ 7 2.2.3.3 Diâmetro Necessário __________________________________________________ 8 2.2.3.4 Diâmetro Comercial ___________________________________________________ 9 2.2.3.5 Vazão com seção plena ________________________________________________ 9 2.2.3.6 Velocidade com seção plena ___________________________________________ 10 2.2.3.8 Velocidade real _____________________________________________________ 11 2.2.3.8 Correções de declividade, diâmetro e número de tubulações __________________ 11 2.2.4 Sarjeta ____________________________________________________________ 11 2.2.5 Bocas Coletoras _____________________________________________________ 11 3. Referências Bibliográficas _____________________________________________ 13 4. Responsável Técnico _________________________________________________ 13 M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 4 de 16 1 . Jus t i f i ca t iva A urbanização das cidades brasileiras tem causado impactos significativos na população e no meio ambiente. Tais impactos têm comprometido a qualidade de vida das pessoas devido ao aumento da frequência e do nível das inundações aumentando a susceptibilidade a doenças. A drenagem superficial é responsável por interceptar, captar e conduzir toda água precipitada que escoa na superfície. Ou seja, toda a água proveniente da chuva que não infiltra no solo e nem evapora. O caminho percorrido pela água da chuva sobre uma área pode ser topograficamente bem definido, ou não. Originalmente, as enxurradas seguem um percurso desordenado de acordo com a topografia da superfície. Após a implantação de uma cidade, esse percurso passa a ser determinado pelo traçado das ruas e se comporta de maneira bem diferente de seu comportamento original. Os efeitos do escoamento superficial das águas pluviais têm causado transtornos nas regiões do estádio Morenão e Restaurante Universitário. A água não drenada do entorno do estádio tem escoado para pontos mais baixos – como o bloco 7 e o corredor central – causando erosão e dificuldade de acesso devido aos alagamentos. Enquanto na região do Restaurante Universitário, após chuvas intensas, a situação do tráfego de veículos e pedestres é crítica, como mostra a Figura 1, trazendo risco mecânicos aos veículos devido à altura da lâmina d’água e expondo os pedestres a doenças de veiculação hídrica. Figura 1. Rua UFMS na região do Restaurante Universitário. (Fonte: Autora) M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 5 de 16 Visando suprimir os efeitos negativos do escoamento superficial das águas pluviais, o projeto de drenagem conduzirá as águas interceptadas aos dispositivos adequados, de forma a proporcionar uma infiltração segura e rápida. 2 . Descr iça o do Pro je to 2 . 1 . E s t á d i o M o r e n ã o Após observar a contribuição das águas na região do estádio, concluiu-se a não necessidade de implementação de rede de drenagem neste local. Como solução para a região a proposta é um incremento de pavimento permeável na área onde os carros usam como estacionamento (Figura 2). Parte desse local já conta com esse tipo de pavimento, no entanto, sugere-se que este seja ampliado para os locais onde há problemas com a lama. Figura 2. Área de solo desprotegido, sem pavimento permeável, na região do Estádio Morenão. (Fonte: Google Maps) 2 . 2 . R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o Primeiramente, por segurança, sugere-se a verificação da atual funcionalidade dos dispositivos da rede de drenagem existente para, se houver necessidade, fazer a M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 6 de 16 manutenção da tubulação e bocas coletoras, principalmente. Com as chuvas intensas, vários sedimentos são arrastados, areia, folhagens, por isso, antes de executar este projeto, deve ser verificado o estado atual destes dispositivos. 2 . 2 . 1 . L o c a l i z a ç ã o A rede de drenagem de águas pluviais foi projetada para a região entre o Estádio Morenão e o Restaurante Universitário situados no campus da UFMS em Campo Grande. O ANEXO II, Folha 1 representa o local onde foi projetada a rede. 2 . 2 . 2 . C o n t r i b u i ç ã o d e Á g u a s P l u v i a i s Para dimensionar os elementos do sistema de drenagem pluvial é necessário estimar a precipitação em uma situação crítica e o correspondente escoamento superficial gerado, de forma que os dispositivos de drenagem suportem. Para tal, foram usados dados pluviométricos e as curvas de nível do terreno para então no software AutoCAD serem definidas as áreas de contribuição da bacia. Com os resultados desses dados, em uma planilha Excel, se determinou os valores das vazões usadas para o dimensionamento. 2 . 2 . 2 . 1 . B a c i a s d e C o n t r i b u i ç ã o As bacias de contribuição foram desenhadas conforme a geometria das quadras e vias. As bacias estão representadas no ANEXO II, Folha 2. 2 . 2 . 2 . 2 . M é t o d o R a c i o n a l Utilizado para estimar o escoamento superficial de pequenas bacias, o método racional considera a intensidade da chuva, a área da bacia de contribuição e o coeficiente de escoamento do método racional, sendo este um número adimensional empírico determinado pela superfície da área de contribuição. O cálculo do escoamento superficial é dado pela Equação 1. 𝑄 = 0,278 × 𝐶 × 𝑖 × 𝐴 [Equação 1] Onde: Q = Vazão (m3/s) C = Coeficiente de escoamento do método racional M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 7 de 16 i = Intensidade da chuva (mm/h) A = Área da bacia de contribuição (ha) O valor de C adotado para a região foi de 0,85. 2 . 2 . 2 . 3 . C u r v a I D F A curva IDF (intensidade, duração e frequência) é construída através de registros históricos. Para cada local distinto tem-se uma equação empírica determinada por parâmetros observados através dos registros. A Equação 2 apresenta a fórmula geral para o cálculo de chuva. 𝑖𝑚á𝑥 = 𝐾 ×𝑇𝑅𝑎 (𝑡+𝑏)𝑐 [Equação 2] Onde: i máx = Intensidade máxima média (mm/h) TR = Tempo de retorno (anos) t = tempo de duração da chuva (min) K, a, b e c = coeficientes locais ajustados pelo método dos mínimos quadrados. Segundo Silva (2016), os valores dos coeficientes para o município de Campo Grande/MS são: K = 2626,21 a = 0,1847 b = 27 c = 0,891 O tempo de retorno foi adotado como 10 anos. O tempo de duração da chuva é adotado como o tempo de concentração da bacia de contribuição. O tempo de concentração (t) é definido como o espaço de tempo entre o início da precipitação torrencial sobre a bacia até o instante em que a bacia toda passa a contribuir. O tempo de entrada (ti) é tempo necessário para que as contribuições iniciais atinjam a seção inicial do projeto. O tempo de percurso (tp) é o tempo gasto para que o escoamento atravesse toda a bacia. 𝑡 = 𝑡𝑖 + 𝑡𝑝 [Equação 3] 2 . 2 . 3 . G a l e r i a s A galeria de drenagem de águas pluviais está representada no ANEXO II, Folhas 3 e 4, assim como os cálculos realizados em planilha estão representados no ANEXO I. M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 8 de 16 2 . 2 . 3 . 1 . C o n d u t o s Os condutos transportam a água pluvial desde o início do escoamento superficial até o corpo hídrico receptor. Os condutos são ligados entre os poços de visita, determinados a partir das áreas de contribuição e declividade. São projetados para funcionarem em uma relação de altura de lâmina d’água (y) por diâmetro da tubulação (D) de até 75%. A velocidade máxima admitida foi de 5,0 m/s para que não comprometesse a tubulação de concreto. Para dimensionar a tubulação, foi utilizada a fórmula a seguir: 𝑄 = 𝐴 𝑛 × 𝑅ℎ 2 3 × 𝐼 1 2 [Equação 4] Onde: Q = Vazão de projeto (m3/s) A = Área da seção (m2) n = Coeficiente de Manning Rh = Raio hidráulico (m) I = Declividade do trecho (m/m) O valor de n adotado foi de 0,0015, considerando que as tubulações sejam d concreto no projeto. Outros parâmetros de projeto foram adotados: Recobrimento mínimo = 1,00 m Diâmetro mínimo = 300 mm Declividade mínima do trecho = 0,005 m/m 2 . 2 . 3 . 2 . D e c l i v i d a d e d o t e r r e n o Para o cálculo de declividade do terreno, foi utilizada a diferença de cotas entre os poços de visita, conforme a Equação 5. 𝐼𝑇 = 𝐶𝑇𝑀𝑜𝑛𝑡− 𝐶𝑇𝐽𝑢𝑠𝑎𝑛 𝐿 [Equação 5] Onde: IT = Declividade do terreno (m/m) CTMont = Cota do terreno à montante (m) CTJusan = Cota do terreno à jusante (m) L = Comprimento do conduto (m) Para definir a configuração dos trechos, foram priorizados os trechos com menor declividade, para evitar altas velocidades, e com menor recobrimento do conduto. 2 . 2 . 3 . 3 . D i â m e t r o N e c e s s á r i o M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 9 de 16 Considerando os condutos como circulares, para determinar o diâmetro mais adequado foi utilizada a Equação 6, proveniente da Equação 4. 𝐷 = 1,55 × (𝑛 × 𝑄 𝐼 1 2 ) 2 3 [Equação 6] Onde: D = Diâmetro necessário (m) n = Número de Manning Q = Vazão de projeto (m3/s) I = Declividade do trecho (m/m) Para os cálculos de diâmetro, a declividade utilizada foi a do trecho, calculada a partir da cota da geratriz inferior a cada extremidade do conduto, conforme a Equação 7. 𝐼 = 𝐶𝐺𝐼𝑀𝑜𝑛𝑡 − 𝐶𝐺𝐼𝐽𝑢𝑠𝑎𝑛 𝐿 [Equação 7] Onde: I = Declividade do trecho (m/m) CGIMont = Cota da geratriz inferior do conduto à montante (m) CGIJusan = Cota da geratriz inferior do conduto à jusante (m) L = Comprimento do conduto (m) A cota da geratriz inferior é calculada da seguinte forma expressa na Equação 8. 𝐶𝐺𝐼 = 𝐶𝑇 − 𝑅𝐶 − 𝐷𝑐𝑜𝑚 − 0,1 [Equação 8] Onde: CGI = Cota da geratriz inferior do conduto (m) CT = Cota do terreno (m) RC = Recobrimento do conduto (m) Dcom = Diâmetro comercial adotado (m) M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 10 de 16 2 . 2 . 3 . 4 . D i â m e t r o C o m e r c i a l O diâmetro comercial (Dcom) utilizado em cada conduto é escolhido conforme o cálculo de diâmetro necessário e obedecendo a relação y/D ≤ 0,75. Como base para a escolha da tubulação, foi utilizada como base a Tabela A.1 – Dimensões dos tubos para águas pluviais com encaixe ponta e bolsa e macho e fêmea da norma ABNT NBR 8890/07, apresentada na Tabela 1. Tabela 1. Dimensões (em mm) dos tubos para águas pluviais com encaixe ponta e bolsa ou macho e fêmea. Fonte: NBR 8890/07 2 . 2 . 3 . 5 . V a z ã o c o m s e ç ã o p l e n a Foi realizado o cálculo de vazão com seção plena (Qp) para encontrar as razões de y/D e velocidade real (V) sobre a velocidade com seção plena (Vp). Para este cálculo, foi utilizada a Equação 9. 𝑄𝑝 = 1 𝑛 × 𝜋×𝐷𝑐𝑜𝑚2 4 × 𝐷𝑐𝑜𝑚 2 3 × 𝐼 1 2 [Equação 9] A Tabela 2 apresenta as relações de y/D, Q/Qp e V/Vp. Tabela 2. Relação entre y/D, Q/Qp e V/Vp. M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 11 de 16 2 . 2 . 3 . 6 . V e l o c i d a d e c o m S e ç ã o P l e n a A velocidade com seção plena é calculada a partir de Qp e da área do diâmetro utilizado, através da Equação 10. 𝑉𝑝 = 𝑄𝑝 𝜋×𝐷𝑐𝑜𝑚2 4 [Equação 10] M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 12 de 16 2 . 2 . 3 . 7 . V e l o c i d a d e R e a l Através de Vp, é possível calcular a velocidade real (V) para cada tubulação na vazão de projeto utilizada com a relação V/Vp obtida por meio da Tabela 2. 2 . 2 . 3 . 8 . C o r r e ç õ e s d e d e c l i v i d a d e , d i â m e t r o e n ú m e r o d e t u b u l a ç ã o Foram feitas as correções necessárias após a realização dos cálculos citados acima. Os resultados foram obtidos através de métodos iterativos buscando o cenário mais econômico e respeitando os parâmetros de projeto estabelecidos. Nos trechos em que a relação y/D foi superior a 0,75, foi utilizado um diâmetro maior que o estimado previamente. Para os condutos com V acima da velocidade máxima permitida, aumentou-se o recobrimento do conduto a montante, reduzindo a declividade do trecho. Em alguns trechos houveram a necessidade de projetar mais de uma tubulação para reduzir a velocidade. 2 . 2 . 4 . S a r j e t a s A capacidade teórica da sarjeta foi calculada considerando que o canal é triangular e usando a seguinte equação: 𝑄𝑜 = 0,375 × 𝐼 1 2 × 𝑧 𝑛 × 𝑌𝑜 8 3 [Eq. 11] Onde: Qo = Vazão descarregada (m³/s) I = Declividade do terreno (m/m) z = Tangente do ângulo entre a sarjeta e a guia n = Número de Manning Yo = Lâmina d’água máxima A declividade usada utilizada para os cálculos foi a média das declividades do terreno entre os condutos da galeria, resultando em uma inclinação média de 0,014. A profundidade da sarjeta foi dimensionada em 15 cm e adotada uma lâmina máxima de para evitar transbordamento de 13 cm. A largura da sarjeta foi adotada como 60 cm. A tangente do ângulo entre a sarjeta e a guia é dada pela razão entre a largura da sarjeta e a altura da lâmina d’água. O n adotado foi de 0,015. A vazão suportada pela sarjeta é de 5,85 L/s para a inclinação média estimada acima. 2 . 2 . 5 . B o c a s C o l e t o r a s M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 13 de 16 As bocas coletoras foram dimensionadas como boca coletora simples intermediária e de cruzamento através do método Hsiung-Li, considerando a seguinte fórmula: 𝑄 𝐿 = ( 𝐾 + 𝐶) × √𝑦3 + 𝑔 [Eq. 13] Onde: Q = Vazão de projeto (m3/s) L = Comprimento de abertura (m) y = Altura máxima de água na sarjeta g = Aceleração da gravidade (m²/s) K e C são adimensionais. Para o dimensionamento da boca coletora, a vazão mínima adotada foi a vazão suportada pela sarjeta para a inclinação média estimada. O valor de K indicado é de 0,23. O valor de C é determinado pela expressão: 𝐶 = 145 1,12𝑀 [Eq. 14] Sendo M definido como: 𝑀 = 𝐿×𝐹2 𝛼×𝑡𝑔𝜃 [Eq. 15] Com α e tgθ definidos da seguinte forma: α = 𝑤 8 [Eq. 16] tgθ = 𝑤 [( 𝑤 𝑡𝑔 𝑧 )+α ] [Eq. 17] Onde: α = Depressão da boca coletora (m) w = Largura da sarjeta (m) z = Tangente do ângulo entre a sarjeta e a guia Sendo F: 𝐹2 = 2 × ( 𝐸 𝑦0 − 1) [Eq. 18] Sendo E determinado pela equação: 𝐸 = 𝑉0 2 2𝑔 + 𝑦0 + 𝛼 [Eq. 19] Onde: V0 = Velocidade de escoamento na sarjeta cheia (m/s) y0 = Altura da lâmina d’água coma sarjeta cheia (m) Através de métodos iterativos foi possível definir que uma boca coletora simples com abertura de 70 cm é suficiente para suportar a vazão comportada pela sarjeta, portanto foi adotado um modelo padrão de boca coletora simples, representando no ANEXO II, Folha 5. M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 14 de 16 3 . Refere nc i a s B ib l iogra f i c a s ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8890 : 2007 : Tubo de concreto de seção circular para águas pluviais e esgotos sanitários: Requisitos e métodos de ensaios. Rio de Janeiro: ABNT, 2007. 30 p. SILVA, T. S. Desenvolvimento de uma nova equação de intensidade-duração-frequência de chuvas para a cidade de Campo Grande – MS. Auditoria, Avaliações & Perícias de Engenharia, Instituto de Pós-Graduação – IPOG. Campo Grande, MS, 27/02/2016. 4 . Responsa ve l Te cn ico jh M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 15 de 16 ANEXO I – Planilha de dimensionamento das galerias M E M O R I A L D E S C R I T I V O D E P R O J E T O D E R E D E D E M I C R O D R E N A G E M E s t á d i o M o r e n ã o e R e s t a u r a n t e U n i v e r s i t á r i o - U F M S C a m p o G r a n d e / M S Engefour Jr Projetos e Consultoria em Engenharia Página 16 de 16 ANEXO II – Pranchas DIMENSIONAMENTO DE GALERIAS Extensão Período de retorno In te ns id ad e de c hu va De cl iv id ad e do te rr en o Co ef ic ie nt e Ru no ff Q td e de tu bo s Va zã o da b ac ia p ar a ca da tu bo Co ef ic ie nt e de M an ni ng Di âm et ro d e tu bu la çã o ne ce ss ár io Di âm et ro c om er ci al ad ot ad o De cl iv id ad e do tr ec ho co rr ig id a Di âm et ro d e tu bu la çã o ne ce ss ár io c or rig id o Di âm et ro c om er ci al co rig id o Va zã o co m a s eç ão p le na pa ra c ad a tu do Ve lo ci da de c om a s eç ão pl en a Ve lo ci da de c om a lâ m in a de y Mont. Jusan. L Incr. Incr. Acum. ti tp t T I Mont. Jusan. Mont. Jusan. IT Mont. Jusan. Mont. Jusan. C Q n Ø Øcom I Ø Øcom Qp Vp V (m) (m²) (ha) (ha) (min) (min) (min) (anos) (mm/h) (m) (m) (m) (m) (m/m) (m) (m) (m) (m) adim. (m³/s) adim. (m) (m) (m/m) (m) (m) (m³/s) adim. adim. adim. (m/s) (m/s) 1 2 93,010 5407,460 0,54 0,54 12,00 0,81 12,81 10 153,60 540,40 539,10 538,90 537,60 0,014 1,5000 1,5000 1,00 1,00 0,85 1 0,196 0,015 0,388 0,400 0,014 0,388 0,400 0,213 0,92 0,75 1,13 1,70 1,92 2 3 75,66 9941,310 0,99 1,53 12,81 0,58 13,38 10 150,83 539,10 538,40 537,30 536,60 0,009 1,8000 1,8000 1,00 1,00 0,85 1 0,551 0,015 0,617 0,700 0,009 0,617 0,700 0,772 0,71 0,62 1,09 2,01 2,19 3 4 88,28 15976,420 1,60 3,13 13,38 0,55 13,93 10 148,91 538,40 537,50 536,50 535,60 0,010 1,9000 1,9000 1,00 1,00 0,85 1 1,113 0,015 0,789 0,800 0,010 0,789 0,900 1,584 0,70 0,61 1,08 2,49 2,69 4 5 76,2 16310,920 1,63 4,76 13,93 0,55 14,48 10 147,13 537,50 537,30 535,20 534,80 0,003 2,3000 2,5000 1,00 1,20 0,85 1 1,680 0,015 1,188 1,200 0,005 1,043 1,100 1,941 0,87 0,72 1,13 2,04 2,30 5 6 73,18 13140,480 1,31 6,08 14,48 0,37 14,85 10 145,38 537,30 536,20 535,10 534,20 0,015 2,2000 2,0000 1,20 1,00 0,85 2 1,906 0,015 0,898 0,900 0,012 0,932 1,100 2,971 0,64 0,58 1,06 3,13 3,31 6 13 81,15 15581,010 1,56 7,64 14,85 0,51 15,36 10 144,24 536,20 536,10 533,60 533,10 0,001 2,6000 3,0000 1,00 1,40 0,85 1 2,437 0,015 1,574 1,500 0,006 1,164 1,200 2,652 0,92 0,75 1,13 2,35 2,66 7 8 65,51 12100,050 1,21 1,21 12,00 0,33 12,33 10 153,60 544,40 542,20 542,80 540,60 0,034 1,6000 1,6000 1,00 1,00 0,85 1 0,439 0,015 0,445 0,500 0,034 0,445 0,500 0,600 0,73 0,63 1,09 3,05 3,33 8 9 82,02 6040,590 0,60 1,81 12,33 0,75 13,07 10 152,46 542,20 542,10 540,10 539,60 0,001 2,1000 2,5000 1,00 1,40 0,85 2 0,548 0,015 0,901 1,000 0,006 0,666 0,700 0,627 0,87 0,72 1,13 1,63 1,83 9 10 97,48 8059,110 0,81 2,62 13,07 0,46 13,53 10 149,93 542,10 539,20 539,80 537,30 0,030 2,3000 1,9000 1,40 1,00 0,85 1 0,834 0,015 0,579 0,800 0,026 0,596 0,800 1,835 0,45 0,47 0,97 3,65 3,55 10 11 82,42 5641,030 0,56 3,18 13,53 0,39 13,92 10 148,42 539,20 537,40 537,40 535,60 0,022 1,8000 1,8000 1,00 1,00 0,85 1 1,031 0,015 0,665 0,700 0,022 0,665 0,800 1,694 0,61 0,56 1,05 3,37 3,53 11 12 91,98 4277,800 0,43 3,61 13,92 0,57 14,49 10 147,16 537,40 536,50 535,40 534,50 0,010 2,0000 2,0000 1,00 1,00 0,85 1 1,180 0,015 0,813 0,900 0,010 0,813 0,900 1,552 0,76 0,65 1,10 2,44 2,68 12 13 80,16 9606,010 0,96 4,57 14,49 0,52 15,01 10 145,35 536,50 536,10 534,30 533,70 0,005 2,2000 2,4000 1,00 1,20 0,85 1 1,510 0,015 1,012 1,100 0,007 0,938 1,000 1,798 0,84 0,7 1,12 2,29 2,56 13 CL1 75,045 38828,140 3,88 16,09 15,01 0,42 15,43 10 143,75 536,10 535,80 533,10 532,70 0,004 3,0000 3,1000 1,40 1,50 0,85 2 4,606 0,015 1,602 1,500 0,005 1,518 1,750 6,747 0,68 0,6 1,07 2,80 3,01 CL1 CL2 90,631 #N/D #N/D 16,09 535,80 535,50 532,70 532,20 0,003 3,1000 3,3000 1,50 1,70 2 4,606 0,015 1,660 1,500 0,006 1,509 1,750 6,864 0,67 0,59 1,07 2,85 3,04 CL2 E 61,3715 #N/D #N/D 16,09 535,50 532,80 532,90 530,90 0,044 2,6000 1,9000 1,70 1,00 2 2,303 0,015 0,788 0,800 0,033 0,834 0,900 2,832 0,81 0,68 1,11 4,45 4,95 0,014 Trecho PV Área de contribuição Q/Qp y/Øcom V/Vp Tempo de concentração Cota do terreno Cota da GI do conduto Profundidade do conduto Recobrimento do conduto PV Cota (m) Área de Contribuição (m²) 1 540,4 5407,460 2 539,1 9941,310 3 538,4 15976,420 4 537,5 16310,920 5 537,3 13140,480 6 536,2 15581,010 13 536,1 38828,140 7 544,4 12100,050 8 542,2 6040,590 9 542,1 8059,110 10 539,2 5641,030 11 537,4 4277,800 12 536,5 9606,010 CL1 535,8 0,000 CL2 535,5 0,000 E 532,8 0,000 Q/Qp y/Ø V/Vp Rh/Ø Am/ز 0,00015 0,01 0,0890 0,0066 0,0013 0,00067 0,02 0,1408 0,0132 0,0037 0,00161 0,03 0,1839 0,0197 0,0069 0,00298 0,04 0,2221 0,0262 0,0105 0,00480 0,05 0,2569 0,0326 0,0147 0,00708 0,06 0,2891 0,0389 0,0192 0,00983 0,07 0,3194 0,0451 0,0242 0,01304 0,08 0,3480 0,0513 0,0294 0,01672 0,09 0,3725 0,0575 0,0350 0,02088 0,10 0,4011 0,0635 0,0409 0,02550 0,11 0,4260 0,0695 0,0470 0,03058 0,12 0,4499 0,0755 0,0534 0,03613 0,13 0,4730 0,0813 0,0600 0,04214 0,14 0,4953 0,0871 0,0668 0,04861 0,15 0,5168 0,0929 0,0739 0,05552 0,16 0,5376 0,0986 0,0811 0,06288 0,17 0,5578 0,1042 0,0885 0,07068 0,18 0,5774 0,1097 0,0961 0,07891 0,19 0,5965 0,1152 0,1039 0,08757 0,20 0,6150 0,1206 0,1118 0,09664 0,21 0,6331 0,1259 0,1199 0,10613 0,22 0,6506 0,1312 0,1281 0,11602 0,23 0,6677 0,1364 0,1365 0,12631 0,24 0,6844 0,1416 0,1449 0,13698 0,25 0,7007 0,1466 0,1535 0,14803 0,26 0,7165 0,1516 0,1623 0,15945 0,27 0,7320 0,1566 0,1711 0,17123 0,28 0,7470 0,1614 0,1800 0,17336 0,29 0,7618 0,1662 0,1890 0,19583 0,30 0,7761 0,1709 0,1982 0,20863 0,31 0,7901 0,1756 0,2074 0,22175 0,32 0,8038 0,1802 0,2167 0,23518 0,33 0,8172 0,1847 0,2260 0,24892 0,34 0,8302 0,1891 0,2355 0,26294 0,35 0,8430 0,1935 0,2450 0,27724 0,36 0,8554 0,1978 0,2546 0,29180 0,37 0,8675 0,2020 0,2642 0,30662 0,38 0,8794 0,2062 0,2739 0,32169 0,39 0,8909 0,2102 0,2836 0,33699 0,40 0,9022 0,2142 0,2934 0,35250 0,41 0,9131 0,2182 0,3032 0,36823 0,42 0,9239 0,2220 0,3130 0,38415 0,43 0,9343 0,2258 0,3229 0,40025 0,44 0,9445 0,2295 0,3328 0,41653 0,45 0,9544 0,2331 0,3428 0,43296 0,46 0,9640 0,2366 0,3527 0,44954 0,47 0,9734 0,2401 0,3627 0,46624 0,48 0,9825 0,2435 0,3727 0,48307 0,49 0,9914 0,2468 0,3827 0,50000 0,50 1,0000 0,2500 0,3927 0,51702 0,51 1,0084 0,2531 0,4027 0,53411 0,52 1,1065 0,2562 0,4127 0,55127 0,53 1,0243 0,2592 0,4227 0,56847 0,54 1,0320 0,2621 0,4327 0,58571 0,55 1,0393 0,2649 0,4426 0,60296 0,56 1,0464 0,2676 0,4526 0,62022 0,57 1,0533 0,2703 0,4625 0,63746 0,58 1,0599 0,2728 0,4724 0,65467 0,59 1,0663 0,2753 0,4822 0,67184 0,60 1,0724 0,2776 0,4920 0,68895 0,61 1,0783 0,2799 0,5018 0,70597 0,62 1,0893 0,2821 0,5115 0,72290 0,63 1,0893 0,2842 0,5212 0,73972 0,64 1,0944 0,2862 0,5308 0,75641 0,65 1,0993 0,2881 0,5404 0,77295 0,66 1,1039 0,2900 0,5499 0,78932 0,67 1,1083 0,2917 0,5594 0,80551 0,68 1,1124 0,2933 0,5687 0,82149 0,69 1,1162 0,2948 0,5780 0,83724 0,70 1,1198 0,2962 0,5872 0,85275 0,71 1,2311 0,2975 0,5964 0,86799 0,72 1,1261 0,2987 0,6054 0,88294 0,73 1,1288 0,2998 0,6143 0,89758 0,74 1,1313 0,3008 0,6231 0,91188 0,75 1,1335 0,3017 0,6319 0,92582 0,76 1,1354 0,3024 0,6405 0,93938 0,77 1,1369 0,3031 0,6489 0,95253 0,78 1,1382 0,3036 0,6573 0,96523 0,79 1,1391 0,3039 0,6655 0,97747 0,80 1,1397 0,3042 0,6736 0,98921 0,81 1,1400 0,3043 0,6815 1,00041 0,82 1,1399 0,3043 0,6893 1,01104 0,83 1,1395 0,3041 0,6969 1,02107 0,84 1,1387 0,3038 0,7043 1,03044 0,85 1,1374 0,3033 0,7115 1,03913 0,86 1,1358 0,3026 0,7186 1,04706 0,87 1,1337 0,3018 0,7254 1,05420 0,88 1,1311 0,3007 0,7320 1,06047 0,89 1,1280 0,2995 0,7384 1,06580 0,90 1,1243 0,2980 0,7445 1,07011 0,91 1,1200 0,2963 0,7504 1,07328 0,92 1,1151 0,2944 0,7560 1,07520 0,93 1,1093 0,2921 0,7612 1,07568 0,94 1,1027 0,2895 0,7662 1,07452 0,95 1,0950 0,2865 0,7707 1,07138 0,96 1,0859 0,2829 0,7749 1,06575 0,97 1,0751 0,2787 0,7785 1,05669 0,98 1,0618 0,2735 0,7816 1,04196 0,99 1,0437 0,2666 0,7841 1,00000 1,00 1,0000 0,2500 0,7854 Profundidade máxima (cm) 15 Tangente do ângulo entre a sarjeta e a guia 4,615385 Lâmina d'água máxima maximorum (cm) 15 Inclinação média (m/m) 0,014 Lâmina d'água máxima para evitar transbordamento (cm) 13 Coeficiente de Manning 0,015 Largura (cm) 60 Vazão suportada (m³/s) 0,0058 Declividade mínima (m/m) 0,004 Vazão suportada (L/s) 5,85 Velocidade mínima do escoamento (m/s) 0,75 Velocidade máxima do escoamento (m/s) 3,5 Vazão de projeto (m³/s) 0,0058 Vazão suportada (m³/s) 0,0085 Comprimento de abertura (m) 0,79 Altura máxima de água na sarjeta (m) 0,13 Aceleração da gravidade (m²/s) 9,81 a (m) 0,075 K 0,23 tg θ 2,9268293 E (m) 2,7024516 F² (m) 39,576178 M 142,80888 C 4,212E-08 1 2 Resp. Técnico Arquiteto Robert Rodrigues Alencar CAU-MS A25548-3 EngeFour JrDez/2016 EngeFour Jr Indicada w w w .e ng ef ou rju ni or .c om .b r Av . C os ta E S ilv a, S N C id ad e U ni ve rs itá ria 01/04 Comercial PLANTA BAIXA, LOCAÇÃO E CORTES CONSTRUIDA DO TERRENO 300 m² 152,9 m² Benjamim Bernardi Av. Rita Vieira de Andrade, 59 Benjamim Bernardi CPF: 019.632.841-19 LEGENDA: Hidrografia Área do Projeto AutoCAD SHX Text RUA DOS MOTORISTAS AutoCAD SHX Text AV. COSTA E SILVA AutoCAD SHX Text RUA MIRIAM AutoCAD SHX Text RUA MARGARETH AutoCAD SHX Text RUA DOS OPERARIOS AutoCAD SHX Text RUA LUSO BRASILEIRA AutoCAD SHX Text RUA LAGO BALATON AutoCAD SHX Text RUA MARCILIO DIAS AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 20 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text L.10A AutoCAD SHX Text VILA MACIEL AutoCAD SHX Text 24 AutoCAD SHX Text 23 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 15 AutoCAD SHX Text 21 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 7 AutoCAD SHX Text 8 AutoCAD SHX Text 6 AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text RUA JOAO DE SOUZA AutoCAD SHX Text 22 AutoCAD SHX Text CORREGO BANDEIRA AutoCAD SHX Text RUA PONTO VERDE AutoCAD SHX Text RUA PORTUGUESA AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 6 AutoCAD SHX Text 7 AutoCAD SHX Text 8 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text B1 AutoCAD SHX Text AREA REMANESCENTE AutoCAD SHX Text RUA ANTONIO NERCINO MONTENEGRO AutoCAD SHX Text RUA DOS MOTORISTAS AutoCAD SHX Text RUA MAJ.GUMERCINDO BRUNO BORGES AutoCAD SHX Text 1AS AutoCAD SHX Text 1AT AutoCAD SHX Text B2 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text P/ AV.COSTA E SILVA AutoCAD SHX Text 2A AutoCAD SHX Text 1A AutoCAD SHX Text TRECHO DA RUA ANTONIO N. MONTENEGRO AutoCAD SHX Text AV. SENADOR ANTONIO MENDES CANALE AutoCAD SHX Text 2P AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 3P AutoCAD SHX Text 1P AutoCAD SHX Text RUA DOS MOTORISTAS AutoCAD SHX Text AV. COSTA E SILVA AutoCAD SHX Text RUA MIRIAM AutoCAD SHX Text RUA MARGARETH AutoCAD SHX Text RUA DOS OPERARIOS AutoCAD SHX Text RUA LUSO BRASILEIRA AutoCAD SHX Text RUA MARCILIO DIAS AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 20 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text L.10A AutoCAD SHX Text VILA MACIEL AutoCAD SHX Text 23 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 15 AutoCAD SHX Text 21 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 7 AutoCAD SHX Text 8 AutoCAD SHX Text 6 AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text RUA JOAO DE SOUZA AutoCAD SHX Text 22 AutoCAD SHX Text CORREGO BANDEIRA AutoCAD SHX Text RUA PONTO VERDE AutoCAD SHX Text RUA PORTUGUESA AutoCAD SHX Text RUA ANTONIO NERCINO MONTENEGRO AutoCAD SHX Text RUA DOS MOTORISTAS AutoCAD SHX Text RUA MAJ.GUMERCINDO BRUNO BORGES AutoCAD SHX Text 1AS AutoCAD SHX Text 1AT AutoCAD SHX Text B2 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text P/ AV.COSTA E SILVA AutoCAD SHX Text 2A AutoCAD SHX Text 1A AutoCAD SHX Text TRECHO DA RUA ANTONIO N. MONTENEGRO AutoCAD SHX Text AV. SENADOR ANTONIO MENDES CANALE EngeFour JrNov/2018 EngeFour Jr Sem escala w w w .e ng ef ou rju ni or .c om .b r Av . C os ta E S ilv a, S N C id ad e U ni ve rs itá ria 01/X ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO - CÓRREGO BANDEIRA CONSTRUIDA DO TERRENO 483314,06 m² 157638,14 m² UFMS Legenda Hidrografia Área de contribuição Governo Federal PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION P R O D U C E D B Y A N A U T O D E S K S T U D E N T V E R S I O N PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION P R O D U C E D B Y A N A U T O D E S K S T U D E N T V E R S I O N ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO GOVERNO FEDERAL AutoCAD SHX Text RUA DOS MOTORISTAS AutoCAD SHX Text AV. COSTA E SILVA AutoCAD SHX Text RUA MIRIAM AutoCAD SHX Text RUA MARGARETH AutoCAD SHX Text RUA DOS OPERARIOS AutoCAD SHX Text RUA LUSO BRASILEIRA AutoCAD SHX Text RUA LAGO BALATON AutoCAD SHX Text RUA MARCILIO DIAS AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 20 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text L.10A AutoCAD SHX Text VILA MACIEL AutoCAD SHX Text 24 AutoCAD SHX Text 23 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 15 AutoCAD SHX Text 21 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 7 AutoCAD SHX Text 8 AutoCAD SHX Text 6 AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text RUA JOAO DE SOUZA AutoCAD SHX Text 22 AutoCAD SHX Text CORREGO BANDEIRA AutoCAD SHX Text RUA PONTO VERDE AutoCAD SHX Text RUA PORTUGUESA AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 6 AutoCAD SHX Text 7 AutoCAD SHX Text 8 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text B1 AutoCAD SHX Text AREA REMANESCENTE AutoCAD SHX Text RUA ANTONIO NERCINO MONTENEGRO AutoCAD SHX Text RUA DOS MOTORISTAS AutoCAD SHX Text RUA MAJ.GUMERCINDO BRUNO BORGES AutoCAD SHX Text 1AS AutoCAD SHX Text 1AT AutoCAD SHX Text B2 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text P/ AV.COSTA E SILVA AutoCAD SHX Text 2A AutoCAD SHX Text 1A AutoCAD SHX Text TRECHO DA RUA ANTONIO N. MONTENEGRO AutoCAD SHX Text AV. SENADOR ANTONIO MENDES CANALE AutoCAD SHX Text 2P AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 3P AutoCAD SHX Text 1P PV1 PV2 PV3 PV4 PV5 PV6 BL BL 01-02 Ø400 93,010 0,014 02-03 Ø700 75,66 0,009 03-04 Ø900 88,28 0,010 04-05 Ø1100 76,2 0,005 05-06 Ø1100 73,18 0,012 06-13 Ø1200 81,15 0,006 540,4 539,1 538,4 537,5 537,3 536,2 1,8 1,8 1,9 1,9 2,3 2,5 2,2 2,0 2,6 3,0 1,5 1,5 Governo Federal EngeFour Jr Nov/2018 EngeFour Jr Sem Escala w w w . e n g e f o u r j u n i o r . c o m . b r A v . C o s t a E S i l v a , S N C i d a d e U n i v e r s i t á r i a 01/04 PLANTA DE EXECUÇÃO CONSTRUIDA DO TERRENO 483314,06 m² 157638,14 m² GOVERNO FEDERAL UFMS LEGENDA Trecho de galeria único Trecho de galeria duplo Trecho Diâmetro (mm) Comprimento (m) Declividade do trecho (m/m) 1,0 Profundidade do conduto 600,00 Cota do terreno Especifícações do trecho PV-01 Poço de visita Número do poço de visita Tubulação de boca coletora Boca coletora Hidrografia PV13 PV12 PV11 PV10 PV9 PV8 PV7 CL1 CL2 EXUTÓRIO 0,006 07-08 Ø500 65,51 0,034 08-09 Ø700 82,02 0,006 09-10 Ø800 97,48 0,026 10-11 Ø800 82,42 0,022 11-12 Ø900 91,98 0,010 12-13 Ø1000 80,16 0,007 13-CL1 Ø1750 75,045 0,005 CL1-CL2 Ø1750 90,631 0,006 CL2-EX. Ø900 61,3715 0,033 544,4 542,2 542,1 539,2 537,4 536,5 535,8 535,5 532,8 536,1 2,1 2,5 1,9 2,3 1,8 1,8 2,0 2,0 2,0 2,4 1,9 2,6 3,3 3,1 1,6 1,6 3,0 3,1 Governo Federal EngeFour Jr Nov/2018 EngeFour Jr Sem Escala w w w . e n g e f o u r j u n i o r . c o m . b r A v . C o s t a E S i l v a , S N C i d a d e U n i v e r s i t á r i a 01/04 PLANTA DE EXECUÇÃO CONSTRUIDA DO TERRENO 483314,06 m² 157638,14 m² GOVERNO FEDERAL UFMS LEGENDA Trecho de galeria único Trecho de galeria duplo Trecho Diâmetro (mm) Comprimento (m) Declividade do trecho (m/m) 1,0 Profundidade do conduto 600,00 Cota do terreno Especifícações do trecho PV-01 Poço de visita Número do poço de visita Tubulação de boca coletora Boca coletora Hidrografia AutoCAD SHX Text CORREGO BANDEIRA EngeFour Jr Nov/2018 EngeFour Jr Indicada w w w . e n g e f o u r j u n i o r . c o m . b r A v . C o s t a E S i l v a , S N C i d a d e U n i v e r s i t á r i a xxxxxxxx POÇO DE VISTA CONSTRUIDA DO TERRENO 483314,06 m² 157638,14 m² Governo Federal UFMS Governo Federal AutoCAD SHX Text TUBO DE CONCRETO 40DECLIV. MINIMA 1% AutoCAD SHX Text ALVENARIA DE TIJOLO MACIÇO DE 1/2 VEZ: PARA ALTURA MÁXIMA DE 1,00 m ALVENARIA DE TIJOLO MACIÇO DE 1 VEZ: PARA ALTURA MÁXIMA DE 1,60 m AutoCAD SHX Text LASTRO DE CONCRETO MAGRO AutoCAD SHX Text ESCALA 1:20 AutoCAD SHX Text CORTE BB AutoCAD SHX Text ESCALA 1:20 AutoCAD SHX Text VISTA SUPERIOR DA BOCA DE LOBO SIMPLES - BLS AutoCAD SHX Text A AutoCAD SHX Text CORTE AA AutoCAD SHX Text B AutoCAD SHX Text SARJETA AutoCAD SHX Text MEIO-FIO AutoCAD SHX Text B AutoCAD SHX Text A AutoCAD SHX Text ESCALA 1:20 60 4 5 ° 3 1 8 . 5 2 . 5 1 3 3 1 0 . 4 50 54.4 9.2 9.257.5 76 20 X20 3 5 1 0 2 0 2 0 Y 2 0 2 0 1 0 20 10 1 8 V A R I Á V E L ( h ) 1 2 V A R I Á V E L 5 3 5 10 Ø 1 5 10 2020 Ø 60 V A R I Á V E L ( H ) 1 5 EngeFour Jr Sem escala Governo Federal AutoCAD SHX Text - O TAMPÃO DEVERÁ SER ARTICULADO C/ O QUADRO. AutoCAD SHX Text - CARGA MÁXIMA GARANTIDA NO CENTRO DO TAMPÃO 7200kg AutoCAD SHX Text PLANTA AutoCAD SHX Text C AutoCAD SHX Text C AutoCAD SHX Text CORTE CC AutoCAD SHX Text TAMPÃO DE FERRO FUNDIDO ARTICULADO AutoCAD SHX Text PLANTA AutoCAD SHX Text CONCRETO FCK 15 MPa AutoCAD SHX Text TAMPÃO AutoCAD SHX Text CONCRETO NÃO ESTRUTURAL AutoCAD SHX Text CORTE AA AutoCAD SHX Text A AutoCAD SHX Text ESCADA TIPO MARINHEIRO 1/2" AutoCAD SHX Text ALVENARIA DE TIJOLO MACIÇO DE 1 VEZ C/ ARGAMASSA 1:3 AutoCAD SHX Text REVESTIMENTO EM CIMENTO E AREIA 1:3 ESP. 2cm AutoCAD SHX Text CORTE BB AutoCAD SHX Text B AutoCAD SHX Text B AutoCAD SHX Text A AutoCAD SHX Text CHAMINÉ AutoCAD SHX Text CÂMARA AutoCAD SHX Text CÂMARA AutoCAD SHX Text CHAMINÉ AutoCAD SHX Text V1/2/3/4/5/6 AutoCAD SHX Text V6 AutoCAD SHX Text Nov/2018 AutoCAD SHX Text EngeFour Jr AutoCAD SHX Text www.engefourjunior.com.br AutoCAD SHX Text Av. Costa E Silva, SN Cidade Universitária AutoCAD SHX Text xxxxxxxl AutoCAD SHX Text POÇO DE VISITA AutoCAD SHX Text CONSTRUIDA AutoCAD SHX Text DO TERRENO AutoCAD SHX Text 483314,06 m² AutoCAD SHX Text 157638,14 m² AutoCAD SHX Text Governo Federal AutoCAD SHX Text UFMS