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A Autonomia e o 
Direito de Brincar
Jair Rodrigues da Silva
A Autonomia e o Direito 
de Brincar
2
Introdução
Prezados(as) estudantes, vamos seguir para o último conteúdo de Fundamentos 
Teóricos e Metodológicos da Educação Infantil. Neste conteúdo, vamos conhecer 
importantes autores da educação, entre eles Paulo Freire, Rousseau, Maria Montessori 
e outros. Além disso, refletiremos sobre o desenvolvimento da oralidade e o direito de 
brincar durante a Educação Infantil. 
Objetivos da aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:
• Conhecer as concepções sobre o direito de brincar na Educação Infantil.
• Perceber a importância das diferentes interações da criança com o outro, con-
sigo mesma e com o ambiente educativo.
• Compreender e refletir sobre a busca pelos direitos de aprendizagem e desen-
volvimento das crianças.
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O Direito de Brincar
Agora, vamos refletir acerca da importância do brincar como atividade lúdica e 
educativa para as crianças, sobretudo nos espaços educativos como creches e pré-
escolas. Iniciaremos refletindo sobre o conceito de brincar.
Figura 1 - O brincar
Fonte: Plataforma Deduca (2023).
#PraTodosVerem: A imagem representa quatro crianças, dois meninos de pele 
clara, e um menino e uma menina negros. Elas estão abraçadas formando um 
círculo e, ao fundo, há uma sala de aula com um globo terrestre. 
O ato de brincar é uma das marcas registradas da infância e que caracteriza essa 
etapa da vida humana. O ato de brincar nas creches e pré-escolas é tão importante 
que merece destaque nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil 
(2010) e na Base Nacional Comum Curricular (2017) que apontam a brincadeira como 
um dos seis direitos de aprendizagem e como um dos eixos norteadores do trabalho 
pedagógico na Educação Infantil. 
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Além das Diretrizes Curriculares Nacionais, consulte outros 
documentos disponibilizados pelo Ministério da Educação (MEC) 
que orientam a criação e a organização de momentos lúdicos para 
crianças pequenas. Leia o texto “Brinquedos e Brincadeiras de 
Creche” disponível aqui.
Saiba mais
O ato de brincar é, essencialmente, um ato de aprendizagem espontâneo e lúdico 
por meio do qual as crianças socializam entre si, experimentam possibilidades e 
desenvolvem as habilidades sociais. 
Sobre o brincar nos espaços de educação infantil, Horn (2009) afirma que:
Uma importante reflexão remete-nos a considerar que a organização dos 
espaços não se restringe às salas de atividades. Entende-se que todos 
os espaços da instituição de educação infantil educam, e os postulados 
teóricos até aqui apontados são válidos para a sua organização. Desde 
o hall de entrada, os corredores, a cozinha, o refeitório, os banheiros e as 
salas de atividades múltiplas até os pátios internos e externos, o princípio 
norteador de sua organização é convidar as crianças a estar neles, a acolhê-
las, a permitir estar junto uns com os outros. Em todos eles, destacam-
se as necessidades afetivas, fisiológicas, de autonomia, de movimento, 
de socialização, de descoberta, de exploração e conhecimento que elas 
possuem. Portanto, todos esses espaços e ambientes devem facilitar o 
crescimento infantil em todas as suas potencialidades, respondendo às 
necessidades da criança de se sentir completa em termos biológicos e 
culturais.
Vamos ampliar nosso olhar para a importância do brincar. Leia a seguir a publicação 
que faz parte dos documentos do MEC a respeito do universo da Educação Infantil, 
especificamente sobre a temática das brincadeiras nas instituições de Educação 
Infantil.
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/publicacao_brinquedo_e_brincadeiras_completa.pdf
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O Ministério da Educação enfatiza a utilização dos brinquedos 
e brincadeiras como recursos e ferramentas de aprendizagem 
na Educação Infantil. Leia mais sobre isso no link: https://
territoriodobrincar.com.br/wpcontent/.uploads/2014/02/
Territ%C3%B3rio_do_Brincar_-_Di%C3%A1logo_com_Escolas-
Livro.pdf.
Saiba mais
A instituição de Educação Infantil, tem a primazia em representar o local onde a criança 
pode desenvolver atividades significativas, que anteriormente ocorriam no núcleo 
familiar e no espaço externo que circundava o lar. Portanto, é necessário que existam 
possibilidades lúdicas diversificadas, que envolvam crianças de idades variadas e que 
permitam o reconhecimento e o respeito das diferenças individuais. 
Desenvolvimento da Oralidade
Trabalhar para o desenvolvimento da oralidade é uma das atribuições da Educação 
Infantil e faz parte dos campos de aprendizagem previstos na Base Nacional Comum 
Curricular (BRASIL, 2017), apresentados em nosso conteúdo. O campo de experiências 
está intitulado como escuta, fala, pensamento e imaginação.
Há diversas formas de incentivar a oralidade das crianças, dois exemplos estão no 
relato da história de cada criança e na leitura de poemas, confira a seguir.
Linguagem oral na Educação Infantil
Leia sobre o tema no link: https://novaescola.org.br/conteudo/3327/linguagem-
oral-na-educacao-infantil.
Estimular a oralidade por meio da leitura de poemas
Leia o texto de Ricardo Azevedo e Pedro Bandeira: https://novaescola.org.br/
conteudo/3924/ricardo-azevedo-declama-bola-de-gude-e-aula-de-leitura.
https://territoriodobrincar.com.br/wpcontent/.uploads/2014/02/Territ%C3%B3rio_do_Brincar_-_Di%C3%A1logo_com_Escolas-Livro.pdf
https://territoriodobrincar.com.br/wpcontent/.uploads/2014/02/Territ%C3%B3rio_do_Brincar_-_Di%C3%A1logo_com_Escolas-Livro.pdf
https://territoriodobrincar.com.br/wpcontent/.uploads/2014/02/Territ%C3%B3rio_do_Brincar_-_Di%C3%A1logo_com_Escolas-Livro.pdf
https://territoriodobrincar.com.br/wpcontent/.uploads/2014/02/Territ%C3%B3rio_do_Brincar_-_Di%C3%A1logo_com_Escolas-Livro.pdf
https://novaescola.org.br/conteudo/3327/linguagem-oral-na-educacao-infantil
https://novaescola.org.br/conteudo/3327/linguagem-oral-na-educacao-infantil
https://novaescola.org.br/conteudo/3924/ricardo-azevedo-declama-bola-de-gude-e-aula-de-leitura
https://novaescola.org.br/conteudo/3924/ricardo-azevedo-declama-bola-de-gude-e-aula-de-leitura
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A contribuição de Pedro Bandeira
Leia mais um artigo elaborado por Bandeira: https://novaescola.org.br/
conteudo/3925/pedro-bandeira-declama-mais-respeito-eu-sou-crianca.
Dentro da necessidade de trabalhar a oralidade, destacamos as possíveis contribuições 
da música como ferramenta pedagógica para o desenvolvimento da oralidade.
Figura 2 - Crianças cantando
Fonte: Plataforma Deduca (2023).
#PraTodosVerem: A imagem representa um grupo de cinco crianças sentadas 
no chão da sala de aulas com instrumentos musicais nas mãos. Elas interagem 
com os instrumentos musicais e estão olhando na mesma direção. 
Uma forma muito interessante e eficaz de trabalhar a oralidade das crianças é 
trabalhando a música como artifício lúdico para trabalhar a oralidade. 
Nesse contexto, trabalhar com um repertório variado e que converse com a vivência 
familiar dos alunos é uma forma de acolhimento e de pertencimento cultural para as 
crianças e suas famílias. 
https://novaescola.org.br/conteudo/3925/pedro-bandeira-declama-mais-respeito-eu-sou-crianca
https://novaescola.org.br/conteudo/3925/pedro-bandeira-declama-mais-respeito-eu-sou-crianca
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Figura 3 - Crianças batendo palmas
Fonte: Plataforma Deduca (2023).
#PraTodosVerem: A imagem representa um grupo de alunos composto por dois 
meninos (um de pele negra e outro de pele clara) e quatro meninas (todas de 
pele clara). Eles estão em volta de uma mesa acompanhados pela professora, 
todos batem palmas e interagem entre si.
Trabalhar músicas já conhecidas facilita os processos de adaptação, colocando 
a criança mais à vontade no ambiente educativo, pois ela encontrará, no espaço 
pedagógico, referências que remetem ao seu ambiente doméstico. O caminho inverso 
também é importante: envolver a família com um novo repertório, que a criança leva 
para casa, permite fortalecer os vínculos entre escola e família. 
A música facilita o estabelecimentode rotinas, com um clima prazeroso e descontraído. 
Cantar, recitar versos, histórias cantadas, brincadeiras de repetição de sons e gestos 
são estratégias capazes de proporcionar o desenvolvimento de muitas habilidades, 
inclusive a articulação lógica, quando as crianças se tornam autoras de seus versos 
e rimas.
Veja mais contribuições sobre o trabalho com música na Educação Infantil.
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A música no processo de ensino-aprendizagem na Educa-
ção Infantil
Leia o artigo que trata sobre o tema no link: http://www.gestaouniversitaria.com.
br/artigos/a-musica-no-processo-de-aprendizagem-na-educacao-infantil.
A música como objeto de entretenimento e diversão
Leia o artigo sobre essa temática clicando no link: https://novaescola.org.br/
conteudo/131/musica-contribui-para-o-desenvolvimento-infantil.
O educador na Educação Infantil: desafios e 
postura
Nossa reflexão sobre a autonomia no trabalho e formação de educadores(as) se 
dará a partir dos postulados do educador Paulo Freire e na apresentação de alguns 
importantes pesquisadores e intelectuais ligados à educação. Os conceitos discutidos 
aqui, bem como o legado de Freire são de grande importância para a formação de 
educadores e educadoras conscientes.
Acerca da postura dos profissionais na Educação Infantil te convidamos a acessar o 
objeto de aprendizagem a seguir e conhecer mais sobre o assunto.
A postura do educador na educação infantil 
Leia o artigo sugerido no link: https://editorarealize.com.br/editora/anais/
conedu/2018/trabalho_ev117_md1_sa9_id1828_09092018004655.pdf.
O processo de avaliação participativa na educação infantil
Leia o livro “Nó e nós”, clicando no link: https://indd.adobe.com/view/b760cfc6-
2daa-4c31-8516-8a83c390b3c1. 
http://www.gestaouniversitaria.com.br/artigos/a-musica-no-processo-de-aprendizagem-na-educacao-infantil
http://www.gestaouniversitaria.com.br/artigos/a-musica-no-processo-de-aprendizagem-na-educacao-infantil
https://novaescola.org.br/conteudo/131/musica-contribui-para-o-desenvolvimento-infantil
https://novaescola.org.br/conteudo/131/musica-contribui-para-o-desenvolvimento-infantil
https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/trabalho_ev117_md1_sa9_id1828_09092018004655.pdf
https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/trabalho_ev117_md1_sa9_id1828_09092018004655.pdf
https://indd.adobe.com/view/b760cfc6-2daa-4c31-8516-8a83c390b3c1
https://indd.adobe.com/view/b760cfc6-2daa-4c31-8516-8a83c390b3c1
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Figura 4 - Brincando em grupo
Fonte: Plataforma Deduca (2023)
#PraTodosVerem: A imagem representa um grupo de quatro crianças (três 
meninas e um menino, todos de pele clara) brincado de pular amarelinha numa 
calçada. Eles estão em fila: uma menina e um menino brincam enquanto duas 
meninas aguardam sua vez.
Para contemplar o direito necessário de brincar, as instituições escolares foram 
evoluindo e abarcando o pensamento de grandes estudiosos, em paralelo às 
construções teóricas desses estudiosos. 
Entre esses estudiosos citamos Rousseau (1712-1778), cujas ideias relacionadas à 
caracterização da criança, tem grande importância para a educação. Pois, a partir dos 
estudos de Rousseau, a criança passou a ser vista como um ser em desenvolvimento 
tanto físico quanto psicológico e cognitivo: uma etapa da vida humana peculiar 
e marcada por experimentações. Rousseau foi, assim, um dos percussores na 
elaboração de uma concepção mais consistente sobre criança e sobre infância. 
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Para você compreender um pouco melhor sobre quem foi 
Rousseau, sua trajetória de vida, e como sua visão sobre educação 
foi constituída, leia o artigo “Jean-Jacques Rousseau, o filósofo da 
liberdade como valor supremo”, de Márcio Ferrari. Clique aqui.
Saiba mais
Outra autora que fazemos destaque em nosso conteúdo é Maria Montessori (1870-
1952). A autora em questão, apresenta uma ideia bastante concreta sobre a Educação 
Infantil em seus muitos aspectos, inclusive no aspecto ambiental. Para saber mais 
sobre a autora, acesse a seção Saiba Mais a seguir.
O respeito ao interesse de cada criança em uma sala de aula e a 
grande preocupação em planejar e dispor o ambiente para facilitar 
o desenvolvimento da independência e da iniciativa são alguns 
tópicos que aparecem no artigo “Maria Montessori, a médica que 
valorizou o aluno”, de Márcio Ferrari. Confira aqui.
Saiba mais
É a partir de Montessori que a infância é reconhecida definitivamente como uma etapa 
muito importante de crescimento e maturação humana, caracterizada por uma série 
de fatores únicos que exigem, portanto, cuidados especiais. 
O método defendido por Montessori envolve a liberdade em sala de aula, onde cada 
criança, pela sua iniciativa, curiosidade e experiência, desenvolve seus estudos com 
determinados materiais. 
Há outros pesquisadores de referência para o universo da Educação,um deles é Lev 
Vygotsky (1896-1934), quem elaborou a teoria conhecida como Psicologia Histórico-
Cultural, a qual se ocupa, fundamentalmente, em compreender o papel das interações 
sociais e do meio na formação do sujeito. 
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/filosofo-liberdade-como-valor-supremo-423134.shtml?page=0
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/medica-valorizou-aluno-423141.shtml?page=1 
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É por meio das interações que a criança estabelece com o meio que ocorrem a 
aprendizagem e o desenvolvimento infantil em suas muitas esferas. As situações 
mediadas transformam-se em situações de aprendizagem. Compreender essa teoria 
é fundamental para pensar em um ambiente escolar infantil rico e capaz de criar 
diversas situações de interação – colocando a criança em contato com o universo 
que a cerca. 
Figura 5 - Mediação em sala de aula
Fonte: Plataforma Deduca (2023).
#PraTodosVerem: A imagem representa um grupo de alunos, composto por 
dois meninos (de pele clara) e cinco meninas, sendo duas de pele negra e três 
de pele clara. Há uma professora mediando uma situação de aprendizagem, 
com destaque para uma menina negra em cadeira de rodas no primeiro plano.
Outro nome que você deve conhecer é o de Jean Piaget (1896-1980), criador e defensor 
da Teoria Construtivista. Piaget elaborou sua teoria com base no estudo de aspectos 
internos do sujeito. Ele direcionou os estudos aos processos cognitivos ocorridos em 
cada fase de desenvolvimento humano e buscou caracterizar cada uma dessas fases. 
Ainda, outro grande autor, considerado por muitos o maior nome da educação 
brasileira, foi Paulo Freire (1921-1997), que defendia o desenvolvimento por meio 
da autonomia, entre suas principais obras, que recomendamos fortemente a leitura, 
temos: Pedagogia da Autonomia (FREIRE, 1996) e Pedagogia do Oprimido (FREIRE, 
1968).
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Em Freire (1996), o conceito de autonomia se aplica tanto a educadores quanto a 
educandos, pois, a relação de aprendizado, no pensamento de Freire se dá numa 
relação horizontal, onde há o acolhimento e o respeito são condições primárias numa 
educação que visa a autonomia. 
Conheça a biografia do grande autor e pesquisador brasileiro Paulo 
Freire, considerado por muitos como o maior nome da educação 
brasileira. Acesse: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/
biografias/paulo_freire.
Saiba mais
Horn (2009) ainda aponta a necessidade de trabalhar os espaços de educação infantil 
de forma a ofertar acolhimento e possibilidade de aprendizado e interação. Essas 
contribuições da autora vão ao encontro das Diretrizes Nacionais para a Educação 
Infantil. 
De acordo com Bassedas, Huguet e Solé (2007, p. 70):
Um dos objetivos mais importantes da atividade da criança, nesse 
momento, é a adaptação ao seu meio, que compreende tanto as pessoas 
que a envolvem e que gozam de um papel privilegiado nesse processo, 
como o meio físico em que se desenvolve. Tal adaptação não supõe uma 
atitude passiva por parte da criança; ao contrário: implica a capacidade 
de poder atuar, modificar e produzir alterações no seu meio. A inter-
relação entre as influências e as exigênciasdo meio e a competência para 
explorar, transformar e provocar mudanças nos elementos, nos objetos 
e nas pessoas que se apresentam possibilita o seu desenvolvimento e o 
seu crescimento pessoal.
Na Educação Infantil um espaço educativo nunca é apenas um espaço, mas deve se 
converter numa possibilidade de aprendizado e de interação para as crianças que 
fazem uso desses espaços nas instituições de ensino.
Destacamos, a seguir, alguns importantes conceitos que merecem atenção.
• O lúdico na Educação Infantil está relacionado aos momentos prazerosos de 
imaginação e criatividade que ocorrem em situações de brincadeira, de rotina 
ou de atividades proporcionadas e mediadas pelo professor.
https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/biografias/paulo_freire
https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/biografias/paulo_freire
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• Interação e mediação são conceitos que se completam: a interação refere-se 
à relação que os indivíduos estabelecem entre si e a mediação refere-se à 
ponte que o professor realiza nessas relações (seja entre sujeitos, seja entre 
sujeito com as suas experiências).
• O lúdico permite a construção gradativa do conhecimento, no ritmo que a pró-
pria criança define, com atividades adequadas para as peculiaridades e as 
necessidades de cada turma.
• Os momentos lúdicos devem fazer parte do planejamento escolar na Educa-
ção Infantil, respeitando as orientações e legislações nacionais, dentre elas as 
Diretrizes Curriculares Nacionais.
• A utilização da música na Educação Infantil é um importante e rico instrumen-
to para aprendizagens diversas, pois permite desenvolver tanto habilidades 
cognitivas quanto físicas e emocionais.
• O planejamento na Educação Infantil é uma importante etapa de trabalho dos 
educadores, que deve levar em conta três fatores: motivação, afetividade e 
raciocínio lógico. 
Conclusão
Após essa reflexão, encerramos nosso conteúdo. Esperamos que ele tenha se 
convertido numa ótima oportunidade de reflexão, crescimento e aprendizagem em 
sua jornada como futuros educadores (as). 
Ao longo do conteúdo refletimos sobre:
• a importância do brincar como atividade lúdica e educativa e suas contribui-
ções para o desenvolvimento das crianças. 
• a concepção e função dos espaços educativos como creches e pré-escolas.
• as contribuições de importantes autores da educação citados ao longo do 
texto, com destaque para Paulo Freire, cujas indicações de leitura (“Pedagogia 
da Autonomia”, de 1996, e “Pedagogia do Oprimido”, de 1968) reforçamos.
Deixamos ainda uma última reflexão que se faz necessária. Para uma atuação 
profissional de excelência é preciso repertoriar-se dos conceitos, legislações e teorias 
de forma a exercer uma atuação segura e autônoma de forma a garantir os direitos de 
aprendizagens das crianças público da Educação Infantil
Desejamos toda a sorte em sua futura jornada como profissional da educação. Bons 
estudos!
Referências 
BASSEDAS, Eulàlia; HUGUET, Teresa; SOLÉ, Isabel. Aprender e Ensinar na Educação 
Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum 
Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.
gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf. Acesso em: 15 ago. 2023.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares 
Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC/SEB, 2013. Disponível em: http://
portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-
pdf/file. Acesso em: 15 ago. 2023. 
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 
São Paulo: Paz e Terra, 1996.
______, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
HORN, Maria da Graça Souza. Brincar e Interagir nos Espaços da Escola Infantil. Porto 
Alegre: Penso, 2017. Ebook.
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf
http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file
http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file
http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file

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