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INTERNA Página 1 de 40 _ _ PE-2E&P-01047 – Versão 00.01 – Padrão Ativo PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA BACIA DE CAMPOS - PGRS Aprovado por Rafael Costa Guerreiro (SMS/LMA/MA) em 23/01/2026 | Gerido por SMS/LMA/GAE&P/AGP 1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. DESCRIÇÃO 4. REGISTROS 5. DEFINIÇÕES 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes, critérios e procedimentos para o gerenciamento de resíduos sólidos dos empreendimentos de exploração e produção de petróleo e gás da Bacia de Campos da Petróleo Brasileiro S.A. 2. APLICAÇÃO Unidades marítimas e terrestres que atuam na Bacia de Campos conforme detalhado na tabela 07. 2.1. ESCOPO Estabelecer as diretrizes, critérios e procedimentos para o gerenciamento dos resíduos sólidos gerados, abrangendo todas as etapas do processo, incluindo caracterização, classificação, segregação, coleta, manuseio, acondicionamento, identificação, sinalização, registro, quantificação, armazenamento temporário, transporte, movimentação portuária, destinação, redução da geração e logística reversa de resíduos. 2.2. APLICAÇÃO Aplica-se às unidades do E&P, do seguimento do E&P, Compartilhado e TIC, que atuam na Bacia de Campos. 3. DESCRIÇÃO 3.1. GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA BACIA DE CAMPOS 3.1.1. Responsáveis: Tabela 01 - Responsabilidades e Atribuições. Quem O quê INTERNA Página 2 de 40 SMS/LMA/GAE&P/AGP • Coordenar ações de melhorias no Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Bacia de Campos. • Aprovar os critérios para implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Bacia de Campos. Tabela 02 - Identificação dos profissionais responsáveis pela implementação do PGRS. Responsável técnico pela gestão da implantação do PGRS nas unidades marítimas Nome: Hélvia Hortência Barcelos Carvalho Função: Gerente setorial Lotação: SMS/LMA/GAE&P/AGP E-mail: helvia.carvalho@petrobras.com.br Responsável técnico pela gestão da implantação do PGRS no Compartilhado e TIC Nome: Rafael dos Santos Amim Função: Gerente Setorial Lotação: SMS/LMA/GA-DENGE- DCORP/CENPES-COMP-TIC E-mail: rafael.amim@petrobras.com.br Responsável técnico pela gestão da implantação do PGRS na LOEP/LON Nome: Marcelo Macedo Valinhas Função: Gerente Setorial Lotação: LOEP/LON/LRR E-mail: mvalinhas@petrobras.com.br Responsável técnico pela gestão da implantação do PGRS em Poços e na SUB Nome: Elaine Martins Lopes Função: Gerente Setorial Lotação: SMS/LMA/GA-DENGE- DCORP/POCOS-SUB E-mail: emlopes@petrobras.com.br 3.1.2. Lista de tarefas A necessidade do gerenciamento de resíduos deve ser identificada e aplicada com base nos critérios definidos neste procedimento, devendo ser registrados e gerenciados no sistema informatizado de gestão de resíduos conforme diretrizes a seguir. Figura 01 - Fluxo de movimentação dos resíduos nas unidades marítimas. https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=LOEP%2FLON%2FLRR&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FPOCOS-SUB&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FPOCOS-SUB&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A INTERNA Página 3 de 40 Figura 02 - Fluxo de movimentação dos resíduos nas unidades terrestre. 3.2. Descrição dos Empreendimentos A Petrobras é uma empresa integrada de energia, está presente em toda a cadeia de operações da indústria de petróleo e energia, atuando nos setores de exploração e produção, refino, comercialização e transporte de óleo e gás natural, petroquímica, distribuição de derivados, energia elétrica, biocombustíveis e outras fontes renováveis de energia. A área de Exploração e Produção (E&P) é responsável pela pesquisa, desenvolvimento, produção e incorporação de reservas de petróleo e gás natural, em terra e no mar. No âmbito deste PGRS, serão contempladas as atividades de E&P de petróleo limitadas à área da costa do Rio de Janeiro (entre as cidades de Arraial do Cabo e São Francisco de Itabapoana), contemplando atividades marítimas e de apoio terrestre, definida como região 4 pela NT IBAMA/CGPEG/DILIC 01/11. A região 4 está contida na Bacia de Campos, principal área sedimentar já explorada na costa brasileira, nesta região está contemplada a Unidade de Negócios de Exploração e Produção da Bacia de Campos (UN-BC), responsável pelos campos maduros e concessões no extremo sul da Bacia e algumas plataformas que pertencem a Unidade de Negócios de Exploração e INTERNA Página 4 de 40 Produção do Espírito Santo (UN-ES). Além das unidades operacionais de produção, atuam na mesma região uma unidade de construção e manutenção de poços (POÇOS) e uma Unidade de Serviços de Logística e Suporte as Operações (LOEP); uma Unidade de Operações Submarinas e Equipamentos Submarinos (SSUB). A BC gerencia 19 plataformas próprias e 4 plataformas contratadas e também possui a atribuição de oferecer serviços de manutenção em equipamentos críticos e a realização de análises laboratoriais. A ES gerencia 10 plataformas próprias e 3 plataformas contratada localizadas na Bacia de Campos mas seguem a diretrizes do seu próprio PGRS. Na Bacia de Campos estão em produção 401 poços produtores de óleo e 198 poços de injeção, totalizando uma produção média de 564.29 mil bpd. As unidades marítimas de produção e apoio (plataformas) utilizadas podem ser de sete tipos: as semisubmersíveis (SS); as unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSO); as plataformas fixas; as unidades de armazenamento e transferência (FSO); unidades de processamento e transferência (FPU); unidade de rebombeio autônomo (PRA) e unidades de manutenção e segurança (UMS). A gerência executiva POÇOS atua nas atividades de perfuração, completação, avaliação, manutenção e abandono de poços marítimos na exploração, no desenvolvimento da produção e na produção. Atualmente, na região 4 possui sondas contratadas, entre navios sondas (NS), sondas semisubmersíveis (SS). A permanência destas sondas em uma locação é de curta duração, de forma que o número, tipo e distribuição destas unidades na região 4 é variável. As unidades marítimas de perfuração (sondas) podem ser dos tipos: semissubmersíveis (SS); auto elevatória (PA); sondas moduladas (SM); sondas fixas (SF) e navios-sonda (NS). A SUB/SSUB é responsável pela instalação e manutenção dos sistemas submarinos das unidades de negócio do E&P. Esta unidade administra em média 80 embarcações contratadas, bases portuárias de carregamento e descarregamento de cargas sob gestão da SUB/SSUB/ISBM/BCDS e canteiros das contratadas, que dão apoio às atividades. A LOEP é responsável por prover serviços de logística e infraestrutura para todas as unidades marítimas do Sul e Sudeste do Brasil, garantindo o dimensionamento e o gerenciamento de uso das frotas nos modais terrestre, aéreo e marítimo, além de ter a atribuição de cuidar da armazenagem de material. A infraestrutura logística da LOEP inclui portos, centros de armazenagem e distribuição, hubsde diesel, entre outros. Em 2024, aproximadamente, 87 embarcações operaram dando apoio à logística da Bacia de Campos além de 5 embarcaçõesde gerências responsáveis pelo tratamento e disposição final dos resíduos estão disponíveis no item 7.12. anexo N. 3.7. Logística Reversa A logística reversa de produtos/resíduos na Petrobras poderá ser instituída através de acordos contratuais, apoiados ou não nos acordos setoriais publicados pelo Ministério do Meio Ambiente. Na existência de um acordo setorial que possibilite a logística reversa de um produto/resíduo específico, caberá às unidades responsáveis pela destinação e/ou às unidades adquirentes do bem, que dará origem ao resíduo, planejar e executar a logística reversa do mesmo. A logística reversa dos seguintes produtos/resíduos estão atualmente implementados na Petrobras: · Cartuchos e toners de impressoras A gerência TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) responsável pelo processo de contratação do serviço de fornecimento de equipamentos/suprimentos de impressão contempla a logística reversa de cartuchos e toners para as bases terrestres da Bacia de Campos. As matérias-primas são processadas para produzir novos cartuchos, partes e peças de impressoras e outros itens para diversos segmentos industriais. · Contentores/tanques - embalagens metálicas O processo de fornecimento de produtos químicos para as unidades marítimas da Bacia de Campos é feito por diferentes fornecedores tendo como operadora logística a Vibra Energia. Estes produtos químicos são acondicionados em contentores de 5000, 3000 e 1000 litros retornáveis ao operador logístico. INTERNA Página 33 de 40 3.8. Passivos ambientais Os passíveis ambientais podem ser os resíduos provenientes do desinvestimento e descomissionamento de unidades marítimas. Os resíduos a serem gerados em projetos de descomissionamento de unidades marítimas são os mesmos resíduos de processo, ex: produtos químicos, óleo lubrificante usado, sucata metálica, sucata plástica, resíduos contaminados com óleo etc. É esperado que o inventário seja composto prioritariamente de sucata metálica, seguido por resíduos classe I relacionados a óleo. Ressalta-se que a estrutura das plataformas pode conter material perigoso, a identificação deste material, sempre que possível, deve ser realizada para fins de adequado gerenciamento do resíduo, o principal instrumento utilizado atualmente é o inventário de materiais perigosos (Convenção de Hong Kong). O gerenciamento dos resíduos de descomissionamento pode não seguir o fluxo atualmente utilizado para resíduos provenientes de processos da Petrobras. Estes resíduos podem seguir principalmente de dois modos: • (i) ser entregues à Petrobras para proceder o gerenciamento, como normalmente ocorre para os resíduos de processo: deve seguir integralmente este PGRS; • (ii) a Petrobras pode contratar o serviço no modelo de outros tipos de contrato como o EPRD, onde a contratada realiza o gerenciamento do resíduo: neste caso, a contratada deverá ter PGRS para o projeto que deve ser aprovado pela Petrobras. O manifesto deve ser emitido em nome da Petrobras no CNPJ da UN. Para fins de descomissionamento de instalação, a resolução ANP 817 obriga o recolhimento de toda a sucata com mais de 1m em distâncias que variam de acordo com o tipo de estrutura. Deverão ser recolhidas as sucatas (conceito da resolução ANP 817/2020) no leito marinho. Para fins de atendimento da resolução 817/2020, são classificadas como sucatas qualquer material inservível ou resíduo não biogênico identificado no leito marinho, que não tenha sido previsto no projeto de arranjo submarino. Exemplos de sucata: tambor, pedaço de tubo, andaime, grade de piso, cabo de aço, corda, cacho de amarra (materiais usados como lastro em geral), etc.. Este resíduo é esperado principalmente no momento do descomissionamento, mas pode ser gerado a qualquer momento, por exemplo, durante uma atividade manutenção da engenharia submarina Para todos os resíduos a serem gerados no processo de desinvestimento/descomissionamento (inclusive para sucatas - resolução 817/2020 e NOTA TÉCNICA 01/2021- Diretrizes Sucatas) deverá ser feita a FGR em nome da unidade marítima a qual pertence o resíduo, cadastrada a origem previamente como "passivo ambiental" no SCR. No caso do gerenciamento ser realizado/contratado pela empresa contratada para realizar o descomissionamento, deve ser utilizada a planilha de afretada. Deverá ser considerado passivo ambiental no SCR, a partir da parada total de produção, não dependendo do protocolo e aprovação pelos órgão competentes do PDI-Projeto de INTERNA Página 34 de 40 Descomissionamento de Instalação. Passivos ambientais provenientes da geração de resíduos de outros processos, considerar PP- 1PBR-00782 - Gerir áreas contaminadas, para o estabelecimento das orientações necessárias à execução do gerenciamento de áreas impactadas por contaminantes químicos decorrentes das atividades da Petrobras. As unidades marítimas que saíram da locação e estão atualmente acostadas no Porto do Açu, na ausência de contrato específico, deverá ser seguido o fluxo estabelecido no item 7.12. Anexo L-1 - Fluxo para o descarte de resíduos de plataformas acostadas. 3.9. Periodicidade de revisão O plano de gerenciamento de resíduos deverá ser revisado quando houver alguma alteração na gestão. 4. REGISTROS As informações necessárias para o controle da geração e movimentação dos resíduos devem ser registradas no sistema informatizado de gerenciamento de resíduos do E&P da Petrobras (SCR) e no sistema dos órgãos ambientais estaduais, permitindo rastrear as atividades de geração, armazenamento, tratamento e destinação de resíduos. Os resíduos da Petrobras, gerados em local próprio ou de contratada, deverão ser cadastrados no SCR através de uma FGR - Ficha de Geração de Resíduos e no sistema dos órgãos ambientais estaduais através do MTR - Manifesto de Transporte de Resíduos. Cabe ao emissor da FGR (operador do SCR) e MTR informar a tipologia do resíduo gerado, quantidade, forma de acondicionamento, origem e outras informações relevantes que justifiquem a geração do resíduo ou favoreçam a destinação dos mesmos conforme item 7.8. Anexos I - Orientações para emissão de FGR e MTR. Os resíduos das contratadas, gerados em locais de atuação offshore terceirizados atendendo exclusivamente à Petrobras, deverão ter suas informações registradas por meio no SCR. Mensalmente deverá ser encaminhado todos os documentos que comprovem a rastreabilidade dos resíduos; As unidades do sistema Petrobras devem obter ou garantir a obtenção, junto ao órgão ambiental ou órgãos competentes, das autorizações e licenças necessárias para o armazenamento temporário, transporte, tratamento e disposição final utilizada ou pretendida, atendendo às legislações federais, estaduais e municipais. O transportador deve ter as licenças ou autorizações necessárias para o transporte de resíduos, emitidas pelos órgãos competentes, quando aplicável. Para o transporte terrestre deverá ser emitido o MTR nos estados em que o resíduo transitar. Caso o órgão estadual não tenha um sistema de registro, deverá ser utilizado o SNIR. No MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), para os resíduos perigosos, deverão constar o número da ONU, classe de risco, grupo de embalagem e a declaração de responsabilidade INTERNA Página 35 de 40 pela expedição. No caso de envio do resíduo da Petrobras para terceiros, para os resíduos perigosos, deve ser solicitado certificado de destinação final ou destruição do resíduo. Este documento deve conter informações do recebimento do resíduo e sua rastreabilidade. Toda a documentação referente às operações com resíduos de atividades administrativas deve ser arquivada durante cinco anos conforme Norma Petrobras N-2622. A documentação referente a resíduos perigosos deve ser arquivada permanentemente. Devem permanecer arquivados e atualizados, quando aplicável,os seguintes documentos: Tabela 09 - Documentos referentes às operações com resíduos Identificação Armazenamen to Proteção Recuperaç ão Retenção Disposiçã o Ficha de geração de resíduos (FGR) Eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha - Indetermina do NA Manifesto de Transporte de Resíduos - MTR Físico e eletrônico Acesso ao sistema por login, CPF, código da instalação e senha Indetermina do NA Licenças ambientais (ou autorizações) das empresas participantes do PCP emitidas pelos órgãos ambientais estaduais Físico e eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Até a validade Trituração do document o em papel Contratos ou declaração de comprometimen to das empresas participantes do PCP como recebedoras de resíduos Físico e eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Até a validade Trituração do document o em papel Licenças ambientais e planos de gerenciamento de resíduos de portos, terminais portuários e outros locais de Físico e eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Até a validade Trituração do document o em papel INTERNA Página 36 de 40 desembarque de resíduos Resultados do monitoramento e registros de manutenção dos equipamentos de bordo Eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Indetermina do NA Livros de registro de óleo e documentos assemelhados Físico Sob cargo de supervisão/coordena ção da área de produção de petróleo - 5 anos Trituração do document o em papel Registros fotográficos das ações de implementação do PCP. Deve constar desse registro, o número de fotos necessário para ilustrar cada uma das ações (coleta de resíduos na unidade ou embarcação; transporte marítimo; desembarque no porto ou na instalação de apoio; armazenament o temporário; embarque nos caminhões de transporte terrestre; transporte terrestre; chegada à disposição final); Eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica 5 anos NA Cartas de Anuência dos Físico e eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Até a validade Trituração do INTERNA Página 37 de 40 Órgãos Ambientais locais de origem, passagem e de destino final de resíduos document o em papel Autorizações para transporte de resíduos (ATR) Eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Até a validade NA Guia de transporte de resíduos industriais (GTRI) Eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Até a validade NA Notas Fiscais de Remessa Físico e eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica 5 anos Trituração do document o em papel Certificados de tratamento e disposição final Físico e eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica Indetermina do NA Outros documentos que permitam comprovar o gerenciamento Físico ou eletrônico Acesso ao sistema por chave e senha Ordem cronológica 5 anos Trituração do document o em papel Além dos documentos supracitados, também devem ser registrados e mantidos para consulta relatórios de auditorias de resíduos, internas e em fornecedores de serviços de transporte, tratamento e destinação final de resíduos; bem como lista de presença em DDSMS e outros certificados de treinamento em gerenciamento de resíduos de toda a força de trabalho. É obrigatória a inscrição no CTF AINDA, o qual deve ser mantido atualizado trimestralmente. 5. DEFINIÇÕES Associação Brasileira de Norma Técnicas (ABNT-NBR) - Órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) - Agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde do Brasil responsável pela aprovação dos produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, para posterior comercialização, implementação e produção no país; Acondicionamento de Resíduos - Ato de embalar os resíduos gerados numa instalação, em https://pt.wikipedia.org/wiki/Norma_t%C3%A9cnica https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil https://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Sa%C3%BAde_(Brasil) https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil INTERNA Página 38 de 40 recipiente, para protegê-los de risco e facilitar o seu transporte; Acordo Setorial - É um ato contratual, firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto; Armazenamento Temporário - Estocagem temporária de resíduos para reuso, reciclagem, recuperação, tratamento ou disposição final adequada; ART - Anotação de Responsabilidade Técnica; Centro de Atendimento a Emergência (CAE) - Central localizada nas instalações da Petrobras, em Imbetiba, Macaé, ocupada por vigilantes que trabalham em regime de turno ininterrupto e tem a responsabilidade pelo atendimento às ligações feitas para o número do telefone de emergência e repasse das informações à Estrutura Organizacional de Resposta - EOR; Caracterização - Identificação das propriedades físico-químicas dos resíduos, com o objetivo de segregar, classificar, acondicionar, manusear, transportar, armazenar, tratar e dispor; Certificado de Destinação Final (CDF) - É o documento que atesta a efetiva destinação final dos resíduos recebidos pelo destinador final dos resíduos; Central de Resíduos - Instalação destinada ao armazenamento temporário de resíduos, podendo ser projetada para realizar segregação, acondicionamento, rotulagem e tratamento de resíduos; Ciclo de Vida do Produto - Série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final; CNORP - Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos; Classificação - A classificação do resíduo deve ser feita de acordo com a ABNT NBR 10004 e tem por objetivo definir o nível de periculosidade do resíduo para a saúde e o meio ambiente; Coleta Seletiva - Coleta de resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou composição; DDSMS - Diálogo Diário de Saúde, Meio Ambiente e Segurança; Destinação Final - Destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa, entre elas a disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos; Disposição Final - Disposição ou destino definitivo dos resíduos de forma adequada, atendendo a legislação e normas específicas; Equipamento de Proteção Individual (EPI) - Equipamento utilizado pelo trabalhador para integridade física durante a jornada de trabalho; Ficha de Geração de Resíduos (FGR) - Ficha preenchida dentro do sistema SCR, e leva as seguintes informações: local de geração, resíduo, destino, quantidade, acondicionamento, documento de transporte, observação; Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos (FDSR) e Rotulagem - É um documento normalizado pela ABNT, conforme NBR 16725. É o documento onde o gerador de resíduos disponibiliza as informações indispensáveis sobre os resíduos gerados, permitindo assim que o receptor tenha a possibilidade de tomar as medidas cabíveis para a disposição adequada, favorecendo a proteção, segurança, saúde e o meio ambiente; Ficha de Informação e Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) - Fornece informações sobre vários aspectos da substância ou mistura quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A FISPQ fornece,para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência; Ficha com Dados de Segurança (FDS): Fornece informações sobre vários aspectos da substância ou mistura quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A FDS INTERNA Página 39 de 40 fornece, para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência; Geradores de Resíduos Sólidos - Pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo; Gerenciamento de Resíduos - Conjunto de ações e mecanismos integrados que objetivam acompanhar e promover melhorias em todas as operações e atividades, fomentando a utilização de processos, tecnologias, materiais, produtos ou energia que evitem ou minimizem a geração de resíduos na fonte e reduzam os riscos à saúde humana e ao meio ambiente; os mecanismos de gerenciamento de resíduos compreendem entre outros: manutenção do inventário de resíduos, otimização do processo produtivo, identificação das fontes de geração, acompanhamento das etapas de caracterização, segregação, armazenamento temporário, transporte, tratamento e disposição final dos resíduos; estão incluídos todos os resíduos gerados ou acumulados, oriundos dos processos e atividades da Petrobras; Logística Reversa - Instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada; NORM - Naturally Occurring Radioactive Materials; Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) - Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) - documento numerado gerado por meio do sistema dos órgãos ambientais estaduais, que deverá acompanhar o transporte da carga de resíduos até o destinador final. É um instrumento de controle que permite ao órgão ambiental monitorar e rastrear os resíduos desde a geração, transporte e destinação final. Minimização de Resíduos - Consiste no desenvolvimento de ações que promovam a redução de desperdícios, a conservação de recursos naturais, da quantidade de resíduos gerados por processos e produtos e, consequentemente, a redução de poluentes lançados para o ar, solo e águas; ONU - Organização das Nações Unidades; Padrões Sustentáveis de Produção e Consumo - Produção e consumo de bens e serviços de forma a atender as necessidades das atuais gerações e permitir melhores condições de vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras; Projeto de Controle da Poluição (PCP) - Trata-se de um conjunto de procedimentos, tanto a bordo, nas unidades marítimas e embarcações inseridas nesses processos de licenciamento, quanto fora dessas unidades e embarcações, de modo a buscar a minimização da poluição advinda: da geração de resíduos a bordo, de sua disposição em terra, do descarte de rejeitos no mar e das emissões atmosféricas. O PCP configura uma das medidas mitigadoras de impactos exigidas como condicionante de licença ambiental dos empreendimentos; Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) - Documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos geradores de resíduos das diversas atividades, contemplando os aspectos referentes à segregação, coleta, manipulação, o acondicionamento, o transporte, armazenamento, tratamento a reciclagem e a disposição final dos resíduos sólidos; Reciclagem - Tratamento de resíduos, ou de material usado, de forma a possibilitar sua reutilização; Registros - Documento de controle que evidência a conformidade com os requisitos Legais e outros sobrescritos, referentes ao gerenciamento de resíduos; Rejeitos - Resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento, reuso, reciclagem e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada; INTERNA Página 40 de 40 Resíduos Sólidos - Material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semisólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d'água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível; Reuso ou Reutilização - Uso de um produto, material ou resíduo mais de uma vez na sua forma original e para o mesmo propósito; Responsabilidade Compartilhada pelo Ciclo de Vida dos Produtos - Conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos da Lei 12.305; Requisição de Transporte (RT) - Formulário de requisição de transporte (terrestre, marítimo e aéreo, sendo tanto para materiais, equipamentos e pessoas) de um dos módulos do sistema SAP; Sistema Corporativo de Resíduos (SCR) - Sistema para Gerenciamento de Resíduos em todas as áreas da Petrobras de todas as gerências do E&P. O SCR permite o registro de todo o processo de gerenciamento de resíduos do E&P, desde a sua geração até a disposição final; Segregação - Separação e triagem dos resíduos, segundo suas características, para evitar a contaminação de outros materiais, reduzir riscos e facilitar o acondicionamento, manuseio, transporte, armazenamento temporário, tratamento e disposição final; Sistema Informatizado de Gerenciamento de Resíduos (Sigre) - Sistema para Gerenciamento de Resíduos de todas as gerências do E&P, descontinuado em 01/01/2025.. O SIGRE era utilizado para o registro de todo o processo de gerenciamento de resíduos do E&P, desde a sua geração até a disposição final. O sistema ainda pode ser utilizado para consulta; Transporte - Movimentação ou transferência de resíduos entre a fonte geradora, o local de armazenamento temporário, o local de tratamento ou disposição final, através das modalidades rodoviárias, ferroviárias, aeroviárias, marítimas, fluviais ou através de dutos; Tratamento - Processos e operações aos quais os resíduos são submetidos com o objetivo de eliminar ou atenuar seu potencial perigoso ou poluidor; Unidade Marítima Afretada - É uma unidade marítima contratada. 1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. DESCRIÇÃO 4. REGISTROS 5. DEFINIÇÕESdedicadas e 2 embarcações não dedicadas ao Plano de emergência de vazamento de óleos. O SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, apoia as Unidades/Gerências do COMPARTILHADO e demais unidades, quando cabível, responsável por prestar apoio aos serviços de coleta, transporte e destinação final de resíduos em bases terrestres e marítimas. https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A INTERNA Página 5 de 40 Esta gerência também apoia a gestão adequada dos resíduos de construção civil (RCC), assegurando o cumprimento das normas vigentes e promovendo práticas sustentáveis para minimizar impactos ao meio ambiente e a sociedade. Entre as bases de apoio terrestres que dão suporte às atividades marítimas de E&P, destacam- se: Base Geólogo Carlos Walter Marinho Campos (Base de Imbetiba), incluindo o píer e a área portuária; Base de Imboassica (Parque de Tubos); Área de Gerenciamento de Resíduos em Cabiúnas (AGR); Porto do Açu; Aeroportos (Macaé e Heliporto de São Thomé) e áreas externas de armazenamento de materiais e resíduos. 3.3. DIAGNÓSTICOS DOS RESÍDUOS 3.3.1. Fontes As fontes de geração dos resíduos seguem conforme a tabela 03 abaixo: Tabela 03 - Fontes de geração de resíduos FONTE RESÍDUOS Ambulatório Resíduos serviço de saúde - RSS (farmacêuticos); Resíduos serviço de saúde - RSS (infectantes e/ou perfurocortante) Atividade de pintura Tinta, vernizes e solventes com tinta (borra de tinta), Resíduos contaminados com óleo e/ou produtos químicos Atividade de salvatagem Sinalizadores pirotécnicos (fumígeno, facho manual); Colete salva vidas; Detetores de fumaça; Resíduos contendo mercúrio (filtros de gás, glicol, amina, sucata metálica e outros) Atividades administrativas Toner e cartuchos de impressora (não perigoso); Papel reciclável Casario Embalagem de aerossol; Lixo comum (material não reciclável); Papel reciclável; Plásticos e materiais plásticos não contaminados (exceto bombonas) Jardim Vegetação (podas, capinas, cortes e jardinagem) - não contaminada Laboratório Alumina ativada (saturada); Produtos químicos de laboratório (resíduos líquidos); Vidro não contaminado; Resíduo contaminado com óleo e/ou produto químico; Resíduos contendo mercúrio (filtros de gás, glicol, amina, sucata metálica e outros); Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos); Produtos químicos sólido vencidos ou gastos Obra,reforma e reparo Entulho e material de construção não contaminado; Fibra de vidro, Lã de vidro (isolamento térmico) - não contaminada; Amianto / asbesto, materiais contendo Oficina Embalagem de aerossol; Resíduo contaminado com óleo e/ou produto químico; Borracha e materiais de borracha não contaminados (borracha, mangueiras, mangotes, juntas etc); Resíduo de flutuadores de riser; Soluções ácidas; Óleos INTERNA Página 6 de 40 lubrificantes usados; Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos); Produtos químicos sólido vencidos ou gastos Perfuração Cascalho com fluido base aquosa aderido; Cascalho com fluido base não aquosa aderido (N-Parafinas) - Classe I; Cascalho com fluido base não aquosa aderido (olefinas); Cascalho contaminado com óleo da formação com FBA aderido; Cascalho contaminado com óleo da formação com FBNA aderido; Cascalho contaminado com óleo da formação com FBNA aderido; Efluente de lavagem de tanques de fluidos base aquosa; Efluente de lavagem de tanques de fluidos base não aquosa (olefinas); Resíduo de cimentação - Água de mistura; Resíduo de cimentação - Colchão espaçador ou lavador; Resíduo de cimentação - Pasta de cimento; Resíduo de cimentação - Água de lavagem da unidade de cimentação; Resíduo de Fluido Complementar Base Não Aquosa (N- PARAFINA); Resíduo de Fluido Complementar Base Não Aquosa (OLEFINAS); Resíduo de fluido complementar de base aquosa contaminado com óleo de formação; Resíduo de fluido complementar de base aquosa contendo cromato; Resíduo de fluido complementar de base aquosa; Resíduo de fluido complementar de base não aquosa contaminado com óleo de formação; Resíduo de fluido complementar de base não aquosa; Resíduo de Fluido de acidificação; Resíduo de fluido de perfuração de base aquosa contaminado com óleo de formação; Resíduo de fluido de perfuração de base aquosa; Resíduo oleoso de operações de perfuração, completação, workover e avaliação; Sólidos de fundo de tanque de perfuração/completação contaminados com óleo da formação; Sólidos de fundo de tanque de perfuração/completação; Produção Mangotes não contaminados; Mangueiras de incêndio; Sacaria- produtos químicos não perigosos (vazio); Sacaria-produtos químicos perigosos (vazio); Resíduos contaminados com óleo e/ou produtos químicos; Borracha e materiais de borracha não contaminados (borracha, mangueiras, mangotes, juntas etc); Resíduo de flutuadores de riser; Soluções ácidas; Óleos lubrificantes usados; Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos); Produtos químicos sólido vencidos ou gastos Refeitório/Cozinha Residuos orgânicos (restos de alimentos); Vidro não contaminado; Embalagem tetra pack; Latas de alumínio não contaminadas; Latas de flandre - serviços de cozinha; Óleo vegetal de restaurante; Lixo comum (material não reciclável) Sistema de combate a incêndio LGE vencido Tratamento de água ou ar Filtro de agua ou ar usado; Carvão ativado não contaminado (eta e outros) Tratamento de esgoto Efluente sanitário / esgoto sanitário (classe IIA); Lodo biológico da ETDI (não ativado) / Lodo do tratamento de efluentes sanitários / Lodo de ETA INTERNA Página 7 de 40 Unidades marítimas Abrasivo ou escória de jateamento - não contaminada (classe IIA); Baterias e pilhas para equipamentos eletrônicos (telefones celulares, rádios, câmeras, etc); Borra oleosa; Lâmpadas fluorescentes (vapor de mercúrio); Plásticos e materiais plásticos não contaminados (exceto bombonas); Embalagem metálica contam. prod. quim. ou deriv. petroleo; Embalagem plástica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo maior ou igual a 20L; Sucata eletrônica; Sucata metálica; Embalagem de aerosol;Cabos e amarras de atracação (plásticos); Água oleosa; Baterias / acumuladores contendo chumbo, cádmio ou mercúrio e seus compostos (veiculares, no-breaks); Carepas e ferrugens contaminadas (metálica ferrosa); Pneu; Lixo comum (material não reciclável); Madeiras não contaminadas - classe IIB; Papelão reciclável; Resíduo de bioincrustação; Espuma de poliuretano (isolamento térmico) - Não contaminada. Unidades terrestres (Bases terrestres) Água oleosa; Baterias / acumuladores contendo chumbo, cádmio ou mercúrio e seus compostos (veiculares, no-breaks); Amianto/Asbesto materiais contendo; Baterias e pilhas para equipamentos eletrônicos (telefones celulares, rádios, câmeras, etc); Borracha e materiais de borracha não contaminados (borracha, mangueiras, mangotes, juntas ,etc); Carepas e ferrugens contaminadas (metálica ferrosa); Embalagem metálica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo; Embalagem plástica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo maior ou igual a 20L; Sucata eletrônica; Entulho e material de construção não contaminado; Fibra de vidro; Filtro de agua ou ar usado; Fluido hidráulico (aquoso); Lã de vidro (isolamento térmico) - não contaminada; Lâmpadas fluorescentes (vapor de mercúrio); Latas de alumínio não contaminadas; LGE vencido; gás refrigerante; Lixo comum (material não reciclável); Madeiras não contaminadas - Classe IIB; Papel reciclável; Papelão reciclável; Plásticos e materiais plásticos não contaminados (exceto bombonas); Embalagem metálica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo; Pneu; Produtos químicos sólido vencidos ou gastos; Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos); Resíduo de Carcaça ou Cadáveres de Animais; resíduo de esgoto (sanitário e pluvial) ClasseIIA); Residuos contaminados com óleo e/ou produtos químicos; Solo contaminado com óleo; Sucata metálica; Cabos e amarras de atracação (plásticos); Tinta, vernizes e solventes com tinta (borra de tinta); Vegetação (podas, capinas, cortes e jardinagem) - não contaminada; Vidro não contaminado 3.3.2. Classificação Os componentes de interesse, as propriedades físico químicas e a classificação dos resíduos de acordo com a ABNT NBR 10.004 seguem conforme tabela 04 abaixo: Tabela 04 - Classificação dos resíduos. INTERNA Página 8 de 40 RESÍDUO COMPONENTES DE INTERESSE PROPRIEDADE FÍSICO- QUÍMICA CLASSIFICAÇÃO ABNT NBR 10.004 Abrasivo ou escória de jateamento - não contaminada (Classe IIA) Esferas sintetizadas de oxido de ferro Sólido IIA - Não Inerte Água oleosa Água com hidrocarbonetos Líquido I - Perigoso Alumina ativada (saturada) Alumínio e sulfeto Sólido IIA - Não Inerte Baterias / acumuladores contendo chumbo, cádmio ou mercúrio e seus compostos (veiculares, no- breaks) Metal (Ag, Pb), plástico, óxido de chumbo, ácido sulfúrico Sólido I - Perigoso Borra oleosa Hidrocarbonetos, sólidos Pastoso I - Perigoso Carepas e ferrugens contaminadas (metálica ferrosa) Resíduo de tinta e ferrugem Sólido I - Perigoso Toner e cartuchos de impressora (não perigoso) Polipropileno + toner / Material plástico e tinta Sólido IIA - Não Inerte Carvão ativado não contaminado (ETA e outros) Carvão Sólido IIB - Inerte Colete salva vidas Espuma de polietileno Sólido IIA - Não Inerte Detectores de fumaça Ferro e amerício Sólido NA - Não se aplica Embalagem metalica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo Ferro Sólido I - Perigoso Embalagem plástica contam. prod. quim. ou deriv. petróleo maior ou igual a 20L Plástico contaminado Sólido I - Perigoso Embalagem tetra pack 75% papel, 20% plástico e 5% alumínio Sólido IIB - Inerte Embalagens metálicas (vazia) Ferro Sólido IIB - Inerte Entulho e material de construção não contaminado Tijolo, cerâmica, cimento, pedra Sólido IIB - Inerte Fibra de vidro Lã de vidro e resina Sólido IIB - Inerte Filtro de água ou ar usado Fibra de celulose com plástico e metal Sólido IIA - Não Inerte Resíduo de fluido complementar de base aquosa Fluido complementares aquosos isentos de óleo Líquido IIA - Não Inerte INTERNA Página 9 de 40 Resíduo de fluido complementar de base aquosa contaminado com óleo de formação Fluido complementar de base aquosa contaminado com óleo de formação Líquido I - Perigoso Resíduo de fluido complementar de base não aquosa (olefinas) Fluidos complementares não aquosos isentos de óleo Líquido IIA - Não Inerte Resíduo de fluido complementar de base não aquosa contaminado com óleo de formação Fluido complementar de base não aquosa contaminado com óleo de formação Líquido I - Perigoso Resíduo de fluido complementar de base aquosa contendo cromato Fluido complementar de base aquosa com cromato Líquido I - Perigoso Fluido de acidificação Solução ácida e gel Líquido I - Perigoso Resíduo de cimentação (Pasta de cimento, água de mistura, água de lavagem da unidade de cimentação, colchão espaçador ou lavador) Água e aditivos de cimentação Líquido IIA - Não Inerte Resíduo e fluido de perfuração de base aquosa Base água Líquido IIA - Não Inerte Resíduo de fluido de perfuração de base aquosa contaminado com óleo de formação Base água e óleo Líquido I - Perigoso Resíduo de fluido de perfuração de base não aquosa (olefinas) Fluído de perfuração não aquoso, isentos de óleo de formação Líquido IIA - Não Inerte Resíduo de fluido de perfuração de base não aquosa contaminado com óleo de formação Fluido de perfuração não aquoso, com óleo de formação Liquido I - Perigoso Cascalho com fluido aquoso aderido Sólidos da formação de granulometria diversas, com FPBA Sólido IIA - Não Inerte Cascalho com fluido base não aquosa aderido (N- Parafinas) Sólidos da formação de granulometria diversas, com FPBNA Sólido I - Perigoso Cascalho contaminado com óleo da formação com FBA aderido Sólidos de formação de granulometria diversas Sólido I - Perigoso Cascalho contaminado com óleo da formação com FBNA aderido Sólidos de formação de granulometria diversas Sólido I - Perigoso INTERNA Página 10 de 40 Resíduo oleoso de operações de perfuração, completação, workover e avaliação Mais de 50% de óleo Líquido I - Perigoso Efluente de lavagem de tanques de fluidos base aquosa Água de lavagem de tanques de fluidos aquoso de perfuração Líquido IIA - Não Inerte Efluente de lavagem de tanques de fluidos base não aquosa (olefinas) Água de lavagem de tanques de fluidos não aquoso de perfuração Líquido IIA - Não Inerte Fluido hidráulico (aquoso) Etilenoglicol, Triazina, Dietanolamina Líquido I - Perigoso Material isolante Poliestireno, porcelana, borracha Sólido IIB - Inerte Lã de vidro (isolamento térmico) - não contaminada Fios de vidro Sólido IIB - Inerte Lâmpadas fluorescentes (vapor de mercúrio) Vidro e metal Sólido I - Perigoso Lâmpadas incandescentes Vidro e metal Sólido IIA - Não Inerte Lâmpada (led) Semicondutores Sólido IIA - Não Inerte Latas de alumínio não contaminadas Alumínio Sólido IIB - Inerte Latas de flandre - serviços de cozinha Flandre (ferro/estanho) Sólido IIB - Inerte LGE vencido Composto de teonsoativos, fluorados, hidrocarbonos e solventes Líquido IIA - Não Inerte Lixo comum (material não reciclável) Lixo urbano Sólido IIA - Não Inerte Lodo biológico da etdi (não ativado) / Lodo do tratamento de efluentes sanitários / Lodo de ETA Matéria orgânica Líquido IIA - Não Inerte Madeiras não contaminadas - Classe IIB Fibra de celulose e lignina Sólido IIB - Inerte Mangotes não contaminados Polipropileno, poliester, metais Sólido IIB - Inerte Mangueira de incêndio Borracha sintética Sólido IIB - Inerte Monoetilenoglicol contaminado com hidrocarbonetos Monoetilenoglicol contaminado com hidrocarbonetos Líquido I - Perigoso Óleo vegetal de restaurante Óleo de cozinha usado Líquido IIA - Não Inerte Óleos lubrificantes usados Hidrocarbonetos e aditivos Líquido I - Perigoso Papel reciclável Fibra de celulose Sólido IIB - Inerte INTERNA Página 11 de 40 Papelão reciclável Fibra de celulose Sólido IIA - Não Inerte Baterias e pilhas para equipamentos eletrônicos (telefones celulares, rádios, câmeras, etc) Carvão, cádmio, lítio Sólido I - Perigoso Plásticos e materiais plásticos não contaminados (exceto bombonas) Polietileno, polipropileno Sólido IIB - Inerte Pneu Polipropileno, poliester, metais Sólido IIB - Inerte Produtos químicos vencidos ou gastos (perigosos) Produtos químicos diversos Líquido I - Perigoso Produtos químicos sólido vencidos ou gastos Produtos químicos diversos Sólido I - Perigoso Amianto / asbesto, materiais contendo Amianto Sólido I - Perigoso Residuos orgânicos (restos de alimentos) - Descartados no mar Matéria orgânica Sólido IIA - Não Inerte Residuos orgânicos (restos de alimentos) Matéria orgânica Sólido IIA - Não Inerte Resíduo de bioincrustação Matéria orgânica Sólido IIA - Não Inerte Borracha e materiais de borracha não contaminados (borracha, mangueiras, mangotes, juntas etc) Material polimérico Sólido IIA - Não Inerte Resíduo de caixa de gordura Restos de gordura proveniente da preparação de alimentos Pastoso IIA - Não Inerte Carcaças e outros resíduos de animais mortos Carcaça ou cadáveres de animais Sólido Classe I Efluente sanitário / esgoto sanitário (Classe IIA) Material orgânico Pastoso IIA - Não Inerte Resíduo de flutuadores de riser Resina epoxi e microesfera de silicato Sólido IIA - Não Inerte Vegetação (podas, capinas, cortes e jardinagem) - não contaminada Matéria vegetale solo Sólido IIA - Não Inerte Produtos químicos de laboratório (resíduos líquidos) Produtos químicos diversos Líquido I - Perigoso Residuos contaminados com óleo e/ou produtos químicos Trapos, estopas, cordas, graxa/óleo Sólido I - Perigoso INTERNA Página 12 de 40 Resíduos contendo mercúrio (filtros de gas, glicol, amina, sucata metálica e outros) Mercúrio e solventes Sólido I - Perigoso Resíduos serviço de saúde - RSS (farmacêuticos) Químicos diversos Sólido / líquido I - Perigoso Residuos serviço de saude - RSS (infectantes e/ou perfuro-cortante) Perfurocortante e/ou biológicos Sólido I - Perigoso Sacaria-produtos químicos não perigosos(vazio) Polietileno e polipropileno Sólido IIB - Inerte Sacaria-produtos químicos perigosos(vazio) Polietileno e polipropileno Sólido I - Perigoso Silica gel não contaminada Sílica + sulfetos Sólido IIA - Não Inerte Sinalizadores pirotecnicos(fumigeno, facho manual) Nitratos de bário, estrôncio, magnésio, alumínio em pó Sólido I - Perigoso Solo contaminado (areia/terra contaminada) 90% areia, 10% óleo Sólido I - Perigoso Soluções ácidas Eletrólito Líquido I - Perigoso Sucata eletrônica Material elétrico/eletrônico Sólido IIB - Inerte Sucata metálica Metais ferrosos e não ferrosos Sólido IIB - Inerte Cabos e amarras de atracação (plásticos) Polipropileno/nylon Sólido IIA - Não Inerte Tinta, vernizes e solventes com tinta (borra de tinta) Resinas fenólicas, solventes Líquido I - Perigoso Tubos descontaminados (NORM) Metal Sólido IIB - Inerte Vidro não contaminado Vidro Sólido IIB - Inerte 3.3.3. Quantificação A quantificação da geração dos resíduos podem ser vistas através dos indicadores de resíduos no Portal de Gestão. 3.4 Gerenciamento 3.4.1. Matriz de responsabilidade A matriz de responsabilidade encontra-se no item 7.1. ANEXO A. 3.4.2. Pontos de coleta de resíduos Os pontos georreferenciados de coleta de resíduos nas bases terrestres e nas unidades marítimas encontram-se no item 7.14. Anexos Q - Pontos de coleta - bases terrestres e unidades marítimas. As unidades marítimas contempladas no anexo supracitado e não contempladas no item 3.4.10. Empreendimentos tratam-se de unidades marítimas afretadas. INTERNA Página 13 de 40 3.4.3. Procedimentos operacionais Os procedimentos gerais para cada etapa do gerenciamento de resíduos estão descritos nos subitens a seguir. Observações específicas são apresentadas nas fichas de resíduos no item 7.3. Anexo C - Fichas de resíduos, as quais contêm informações quanto à segregação, formas de acondicionamento, obtenção dos contentores, identificação, documentação, manuseio, EPIs obrigatórios, bem como sobre transporte, os locais de armazenamento temporário na Bacia de Campos, entre outras informações. Os geradores de resíduos deverão garantir que todos os resíduos sejam devidamente segregados, acondicionados em contentores identificados e encaminhados para transporte portando toda documentação necessária conforme o item 7.2. Anexo B - Matriz de documentos obrigatórios por tipo de resíduo, para suportar os riscos normais das etapas subsequentes, atendendo as legislações vigentes. Estes procedimentos deverão estar alinhados com as Normas Petrobras N-2350 e N-2622 (disponíveis no endereço nortec.petrobras.com.br), além das demais legislações vigentes. 3.4.3.1. Caracterização e classificação Os resíduos devem ser previamente caracterizados quanto a sua origem, propriedades físico químicas e composição aproximada, sendo classificados pela ABNT NBR 10004 (Classe I - Perigosos, Classe IIA - Não Inertes e Classe IIB - Inertes). Estas informações devem ser registradas no SCR. A caracterização prévia deve considerar o histórico e características de geração, devendo ser realizada na fase de planejamento da gestão de resíduos, de forma a orientar a segregação na origem. A caracterização deve considerar aspectos de reações espontâneas, geração de chama, compatibilidade química, estado físico e emanação espontânea de gases ou vapores tóxicos e inflamáveis. Todos os planos de amostragem e análises para caracterização devem ser realizados conforme estabelecem as NBRs 10005, 10006 e 10007 e outras normas específicas da legislação vigente. Os testes deverão ser realizados por empresas/laboratórios acreditados pelo Inmetro e os laudos assinados pelo responsável técnico devidamente habilitado. Quando não for possível a realização de um laudo de caracterização laboratorial, o resíduo deve ser classificado de forma conservadora, considerando as precauções de segurança do trabalho, higiene industrial e prevenção da poluição. Quando houver mudança no processo com possibilidade de alterações das características físicas, químicas, biológicas do resíduo, ou mudança dos parâmetros normativos, o resíduo deverá passar por nova caracterização. 3.4.3.2. Segregação, coleta e manuseio INTERNA Página 14 de 40 A segregação do resíduo deve ser iniciada na fonte geradora, evitando a mistura de resíduos perigosos e não perigosos e objetivando o reuso, recuperação, reciclagem e aproveitamento energético. A coleta de resíduos deve considerar as boas práticas de operação e atender à legislação vigente, de modo a prevenir o risco que os resíduos representam para a saúde humana e o meio ambiente e facilitar os processos de armazenamento, tratamento e disposição final. A compatibilidade existente entre os materiais deve ser observada, respeitando o estabelecido na ABNT NBR 12.235. Na Bacia de Campos está implementada a coleta seletiva, obedecendo a padronização de cores de acordo com a Conama 275/01, para os resíduos industriais e administrativo conforme descrito no item 3.4.6. COLETA SELETIVA. A freqüência de coleta deve ser dimensionada considerando a geração de resíduos, a fim de evitar acumulo, geração de odores, proliferação de vetores, exceder a capacidade de armazenamento dos recipientes e a contaminação ambiental. Nas bases terrestres, a coleta dos resíduos pode ser realizada pelo SMS/LMA/GA-DENGE- DCORP/CENPES-COMP-TIC, para aqueles resíduos recebidos e destinados pelo mesmo, ou pela LOEP/LON (através da emissão, pelo gerador, de uma Requisição de Transporte - RT), para os demais resíduos. O recebedor para cada tipologia de resíduo encontra-se identificado nas Fichas dos Resíduos conforme item 7.3. Anexos C - Fichas de resíduos. Quando couber ao SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, a coleta dos resíduos poderá ser realizada através de forma rotineira, para os resíduos comumente gerados e mapeados através do plano de coleta, ou via solicitação para a equipe responsável pela gestão do contrato de gerenciamento de resíduos do SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, para os resíduos gerados esporadicamente. Nas bases terrestres, a coleta de água oleosa, oriunda das caixas coletoras, obedece a um cronograma pré-definido para a geração de rotina. Para coletas adicionais, o cliente deverá solicitar atendimento. Para o manuseio dos resíduos deverão ser observadas as características do resíduo e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessário para a realização da atividade. 3.4.3.3. Acondicionamento Os resíduos devem ser acondicionados em recipiente (coletores) apropriados para resíduos, em bom estado de conservação, resistente ao resíduo que comportam, às condições climáticas, à ruptura, vazamentos, puncutura e queda e que garanta segurança aos trabalhadores e ao meio ambiente, considerando o tempo de armazenamento e o transporte. A escolha da forma de acondicionamento deve considerar as características do resíduo, forma de transporte e o tipo de destinação, bem como, a necessidade de facilitar o manuseio, reduzir a quantidade de embalagens necessárias, garantir a estanqueidade e o retardo na propagação https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1Ahttps://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A INTERNA Página 15 de 40 de incêndio em situações emergenciais. Não se deve acondicionar resíduos em contentores do tipo "coração de mãe". Deve-se evitar o acondicionamento do resíduo a granel. Quando este tipo de acondicionamento for requerido, deve ser empregado somente nos casos em que a emanação de vapores tóxicos atender aos limites estabelecidos pela legislação ambiental e ocupacional vigente e quando houver garantias de que os resíduos e efluentes líquidos gerados sejam adequadamente coletados e tratados. As embalagens para acondicionamento de resíduos perigosos devem ser certificadas por órgão competente, conforme ABNT NBR 11.564. Estes contentores devem ser estanques, como tambores do tipo cintado ou containers e recipientes que confiram grau de proteção equivalente. Quando for realizado acondicionamento em tambores, deverá ser utilizado um saco plástico com resistência física e química apropriada às características do resíduo, que deve ser devidamente fechado e amarrado. Não devendo ultrapassar o limite de 3/4 da capacidade do tambor. Os números de materiais (NM) das principais embalagens e demais insumos para resíduos utilizadas no âmbito da Bacia de Campos estão listados na tabela 5 abaixo e no item 7.3. Anexos C - Fichas de resíduos. Tabela 05 - Insumos INSUMOS NM Big bag polipropileno capacidade 100 Kg 10.484.689 Etiqueta autoadesiva 11.100.437 Marcador esferográfico para metais (cor preta) 10.179.665 Marcador esferográfico para metais (cor amarela) 10.203.856 Tambor metálico cor amarela 10.183.953 Tambor metálico cor amarelo ouro 11.190.265 Tambor metálico cor laranja 10.184.068 Tambor metálico cor laranja com bujão 11.098.995 Tambor metálico cor cinza 10.184.054 Bombona de resíduos de serviços de saúde 12.152.034 Saco plástico transparente 10.877.484 Envelope 10.115.738 Os resíduos gerados em unidades marítimas, deverão ser acondicionados em recipientes fechados, resistentes à ruptura, vazamentos, puncutura e queda. O acondicionamento de resíduos recicláveis devem ser feitos em big bags,devendo ser respeitado o limite de 2/3 da sua capacidade, estando os big bag fechado e este deverá estar acondicionado em contentor. O lixo comum deve estar em big bag e este dentro de caçamba. INTERNA Página 16 de 40 Os contentores e caçambas utilizados no acondicionamento dos resíduos, quando reutilizados, deverão ter sua higienização garantida. Recomenda-se que todos os recipientes e resíduos, quando encaminhados para fora das instalações da Petrobras, tenham a logomarca e o nome da empresa removidos ou descaracterizados previamente. Caso não seja possível realizar essa remoção ou descaracterização prévia, o contrato com terceiros poderá prever cláusula obrigatória que assegure essa operação. Quando não mais em condições de uso, os tambores (não contaminados) deverão ser direcionados para o pátio de valorização de resíduos, completamente esvaziados, onde serão posteriormente destinados para recondicionamento e/ou reciclagem. Para o resíduo de borra oleosa gerado em unidades marítimas, com material radioativo ou não, deverá ser utilizado tambor de cor amarelo ouro. Quando for constatada previamente a inexistência de material radioativo, poderá ser utilizado o tambor de cor laranja, sendo ainda obrigatória a medição posterior do tambor. Caso seja verificado posteriormente a classificação de algum nível radiação, CAT I ou CAT II, o resíduo deverá obrigatoriamente ser transferido para um tambor amarelo ouro na unidade marítima. É obrigatório encaminhar o relatório de medição de tambores (NORM), a declaração do expedidor e a ficha de monitoração de carga do veículo marítimo juntamente com o resíduo, bem como anexar esses documentos em formato pdf na FCDR (dentro do sistema). 3.4.3.4. Identificação e sinalização Todos os resíduos deverão estar identificados com, no mínimo: tipologia do resíduo, classe segundo ABNT NBR 10.004, unidade de origem, número da RT (quando couber) e número da FGR. As informações deverão ser identificadas com markey e/ou fixadas com etiqueta autoadesiva, conforme item 7.11. Anexo M - Etiquetas de Identificação do Resíduo. De acordo com a ANBT NBR 16.725, para os resíduos perigosos (Classe I conforme NBR 10.004), deverá ser disponibilizada a FDSR (Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos) no local de armazenamento temporário do resíduo, disponível no sistema SCR, e para fins de transporte, deverão portar o rótulo de segurança, disponível no sistema SCR, fixado no corpo do contentor utilizado para acondicionar o resíduo. As etiquetas de identificação e os rótulos de risco deverão ser fixados em local visível no contentor e protegidos contra intempéries. Devem ser utilizadas apenas canetas markeys para o preenchimento das etiquetas autoadesivas, de modo a conservar a informação. Excepcionalmente, no caso de resíduos em suas embalagens originais, estejam elas com restos de produto ou vazias e não limpas, como produtos vencidos, a FISPQ ou FDS e o rótulo do produto original podem ser utilizados, desde que os perigos e as informações de segurança, saúde e meio ambiente deste resíduo não tenham se alterado, ficando facultativa a elaboração de uma FDSR e do rótulo para identificação como resíduo. A orientação para o Manual de Sinalização da Petrobras através do Portal Petrobras encontra- INTERNA Página 17 de 40 se no item 7.9. Anexo J - Sinalização, neste estão descritos os procedimentos de sinalização dos resíduos. 3.4.3.5. Registro e quantificação Todos os resíduos gerados na Bacia de Campos, desembarcados ou descartados no mar, devem ser quantificados e registrados no SCR, conforme item 4. REGISTRO. Os resíduos devem ter seus volumes estimados ou pesados por guindastes ou em balanças a bordo no momento da emissão da FGR, antes do desembarque dos resíduos da plataforma. Os resíduos devem ser pesados na área de recebimento/armazenamento temporário, utilizando-se balança calibrada e aferida. Para os resíduos terrestres, o gerador deve estimar as quantidades ou volumes no momento da emissão do MTR, porém caso exista a possiblidade de pesagem dos resíduos, a mesma deverá ser executada e descrita na FGR. O valor atribuído no ato do recebimento do resíduo será o peso ou volume final oficial adotado pelas unidades da Petrobras. Este peso ou volume será atualizado na FGR. Os resíduos devem ser quantificados conforme unidade de medida prevista no SCR. Existem diferentes formas de quantificação para cada tipo de resíduo: Kg, m³, tonelada, litro ou unidade. 3.4.3.6. Área de transferência de resíduos a bordo A área de transferência de resíduos a bordo deverá estar posicionada em local seguro e que o resíduo não venha a constituir riscos à tripulação e visitantes, bem como o ambiente marinho. O(s) local(is) devem ser limpos e organizados de forma a permitir a remoção preferencial dos resíduos mais antigos. • Os resíduos dentro dos tambores/recipientes devem estar acondicionados em sacos plásticos. • Os tambores dos resíduos devem ser colocados sobre paletes ou estrados. • Os resíduos devem preferencialmente estar em áreas cobertas, na impossibilidade, recomenda-se que os resíduos sejam armazenados em recipientes cobertos ou outro sistema que evite ocontato com a água da chuva. • Os resíduos perigosos (classe I) devem estar em área contida e é obrigatório a FDSR estar disponível. 3.4.3.7. Movimentação portuária A movimentação portuária de resíduos consiste nas operações de carregamento, descarregamento, transbordo e envio para armazenamento temporário e destinação final. As atividades devem ser realizadas atendendo às Normas e Instruções de segurança vigentes e os colaboradores envolvidos deverão portar os EPIs necessários para a tarefa. Os locais de desembarque na região 4 são compreendidos pelo Porto Engenheiro Zephyrino Lavenère Machado Filho (Porto de Imbetiba) e o Porto do Açu. Quando houver a geração de resíduos de INTERNA Página 18 de 40 bioincrustação ou resíduos gerados pelas atividades da SUB poderão ser desembarcados nas bases portuárias de carregamento e descarregamento de cargas sob gestão da SUB/SSUB/ISBM/BCDS. No Porto do Açu, os resíduos são armazenados na área portuária aguardando a pesagem, carregamento, emissão documental e envio para empresa gerenciadora/destinadora final. A sucata metálica e sucata eletrônica vão para área B3 ou B6 e posteriormente seguem para o Patio Valorização. Não será realizado o armazenamento temporário na área portuária dos resíduos radioativos, que serão encaminhados para AGR Cabiunas. No porto de Imbetiba, os resíduos são transferidos das embarcações de apoio diretamente para as carretas, que seguem para uma área de passagem, denominada como cimentada (Bloco 321 e Galpão 329), onde é realizado um novo carregamento para o transporte com o destino descrito na RT emitida pelo gerador, exceto os resíduos de fluido de cascalho, cuja retirada pela empresa destinadora é feita diretamente no porto. 3.4.3.8. Transporte O transporte do resíduo só poderá ser realizado se o seu acondicionamento garantir que não haverá vazamento, transbordo, tombamento ou qualquer tipo de dano para a saúde pública, segurança do trabalhador e do meio ambiente, bem como o seu contentor seja resistente as intempéries, punctura e ruptura. Nenhum resíduo deverá ser transportado de sua unidade de origem sem que esteja devidamente identificado e cadastrado no sistema SCR, através da emissão de uma FGR, conforme orientação do item 4. REGISTRO. O transportador deverá ter as licenças e autorizações necessárias para o transporte de resíduos, emitidas pelos órgãos competentes. Toda movimentação de resíduos sólidos no modal terrestre, onde ocorra por rodovias dentro do limite do Estado do Rio de Janeiro, deve ser acompanhada, obrigatoriamente, do MTR INEA. Quando o sistema do órgão ambiental estadual não estiver operacional, e houver a necessidade de transporte e movimentação de resíduos deverá ser emitido MTR provisório obedecendo as diretrizes da NOP-35 do INEA. Quando a movimentação passar por outros estados, deve ser acompanhada, obrigatoriamente pelo MTR emitido pelo sistema do órgão ambiental estadual correspondente. Quando não houver, deverá ser emitido pelo SINIR. O resíduo deverá ser acompanhado das seguintes documentações: Transporte marítimo (Itens obrigatórios): - Ficha de Geração de Resíduos (FGR); - Requisição de transporte (RT); - Ficha de emergência e envelope (para resíduos perigosos); - Rótulo de segurança (fixado no contentor do resíduo perigoso); INTERNA Página 19 de 40 - Relatório de medição de tambor (para resíduos contaminados com NORM); - Declaração do Expedidor (para resíduos contaminados com NORM); - Ficha de Monitoramento da Carga (para resíduos contaminados com NORM); Transporte terrestre - Ficha de Geração Resíduos (FGR); - Requisição de transporte (RT) (quando transportado pela LOEP); - Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR); - Nota fiscal (NF); - Ficha de emergência e envelope (para resíduos perigosos); - Rótulo de segurança (fixado no contentor do resíduo perigoso); - Relatório de medição de tambor (para resíduos contaminados com NORM); - Declaração do Expedidor (para resíduos contaminados com NORM); - Ficha de Monitoramento da Carga (para resíduos contaminados com NORM). Obs.: 1. Quando a movimentação terrestre se dá entre áreas localizadas na mesma base Petrobras (de um galpão para outro), somente a FGR se faz necessária. 2. O Destino da RT deverá ser preenchido conforme o destino do resíduo. 3. As fichas de emergência estão disponíveis no SCR. 4. No MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), para os resíduos perigosos, deverão constar o número da ONU, classe de risco, grupo de embalagem e a declaração de responsabilidade pela expedição ou estas informações podem ser incluídas na NF, que passará a substituir as informações supracitadas no MTR. 5. Quando houver necessidade de transporte entre diferentes estados da federação, deverá ser requisitada autorização de todos os órgãos ambientais estaduais e municipais envolvidos, quando aplicável. 6. O contrato de transporte de resíduos deve prever responsáveis pela limpeza e descontaminação ambiental de bens materiais decorrentes de acidentes. 7. O transporte marítimo de resíduos deve ser realizado de acordo com a Lei nº 9.966/00 e as normas NORMAM 01, NORMAM 07 e MARPOL 73/75, anexo V. 8. O transporte de resíduos não deve ser feito no mesmo veículo que transporta alimentos, pessoas ou animais. 3.4.3.9. Armazenamento temporário Todo local de armazenamento de resíduos, deve ser identificado, sinalizado e protegido, evitando a entrada de pessoas não autorizadas, assim como deve também ser projetado, construído, operado e mantido de modo a minimizar e controlar a ocorrência de fogo, explosão ou de qualquer liberação de contaminantes para água, ar ou solo, conforme as normas da ABNT NBR 12.235 e NBR 11.174. Recomenda-se que os resíduos sejam preferencialmente armazenados em áreas cobertas, na impossibilidade, recomenda-se que os resíduos sejam armazenados em recipientes cobertos ou outro sistema que evite o contato com a água da chuva. A área de armazenamento temporária de resíduos deve ser dotada de facilidades fixas ou móveis para o combate a incêndio. Também devem ser previstas facilidades de comunicação e iluminação, para o caso de possíveis situações de emergência. INTERNA Página 20 de 40 A área de armazenamento temporária de resíduos deve ser licenciada junto ao órgão ambiental competente. No local de armazenamento temporário de resíduos perigosos em bases terrestres a FDSR (Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos) deve estar disponível em meio eletrônico e meio físico em local de fácil acesso. Recomenda-se que nos locais de armazenamento temporário de resíduos perigosos, quando tecnicamente possível, devam ser previstos poços de monitoramento para coleta de amostras de águas sub-superficiais, para verificação de possível contaminação do lençol freático. Deve ser feita a identificação e avaliação dos aspectos, impactos, perigos e consequências das áreas de armazenamento temporário de resíduos, e implantados os controles operacionais. A Bacia de Campos possui 5 áreas para armazenamento temporário de resíduos, sendo 03 próprias e 02 contratadas. A seguir estão relacionadas as áreas e respectivas classes de resíduos armazenados: 1- AGR Cabiúnas: Localizada no terminal de Cabiúnas, sob responsabilidade da gerência LOEP/LON/LLR/OP-RES. São armazenados temporariamente resíduos industriais perigosos (classe I), majoritariamente, e algumas tipologias de resíduos não-perigosos (classe II), para posterior destinação final, além de armazenamento de Borra Cat I - Etiqueta branca. 2- Pátio de Valorização: Localizada na base de Imboassica, sob responsabilidade da gerência LOEP/LON/LLR/OP-RES. São armazenados temporariamente resíduos industriais destinados à alienação, podendo estes ser perigosos (classe I) e não-perigosos (classe II). 3- Marimbondo: Localizada na base de Imboassica, sob responsabilidade da gerência LOEP/LON/LLR/OP-RES.São armazenados temporariamente resíduos explosivos, radioativos (detetores de fumaça, tubos e equipamentos com NORM) para posterior destinação final, além de armazenamento de Borra Cat II - Etiqueta amarela. 4- Área de resíduos da ECOLOGIKA: Localizada em área externa na Rodovia BR-101 COM RODOVIA RJ-182, S/Nº - LOTE 03 - ZONA ESPECIAL DE NEGÓCIOS - ZENC - CARAPEBUS - RJ, sob gestão da gerência SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC. São armazenados temporariamente resíduos recicláveis, perigosos (classe I) e não-perigosos (classe II). 5 - Área de resíduos: Localizada na base do Porto do Açu pertencente a empresa BPORT, contratada da Petrobras, sob gestão da gerência LOEP/LON/LLR/OP-RES. São armazenados temporariamente resíduos oriundos das plataformas podendo estes ser perigosos (classe I) e não-perigosos (classe II). https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A INTERNA Página 21 de 40 Além das 5 áreas de Armazenamento temporário descritas, podem haver pontos de coleta de resíduos, próprios dos locais de geração, que consiste na guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados até que sejam efetuadas as coletas internas. Nesses casos, a área operacional deve seguir os critérios técnicos de armazenamento aplicáveis, a fim de garantir a minimização ou eliminação dos riscos de danos ao meio ambiente e ao ser humano. Excepcionalmente, produtos químicos armazenados, que se encontrem vencidos ou em não conformidade, ou que seja necessário o descarte por algum outro motivo, poderão seguir o fluxo de transporte que melhor se adequar ao contrato a ser escolhido para disposição final, independente da região. 3.4.3.10. Destinação A indicação do tratamento será determinada pela gerência responsável pela fiscalização dos contratos de gerenciamento de resíduos, em acordo com as unidades geradoras, devendo, preferencialmente, evitar a disposição de resíduos industriais perigosos em aterro classe I. A escolha da forma de destinação a ser adotada deve estar tecnicamente subordinada ao atendimento à legislação ambiental e às normas técnicas pertinentes e também considerando o menor impacto ambiental, dentro do conceito de desenvolvimento sustentável, com o aproveitamento energético do resíduo e redução do uso de energia e água, levando-se em conta, inclusive, o cumprimento das metas de disposição de resíduos informadas ao IBAMA nos relatórios constantes da NOTA TÉCNICA CGPEG/DILIC/IBAMA Nº 01/11. Devem ser considerados: • A amostragem, a caracterização e a classificação; • Atendimento aos requisitos legais; • O escopo da Licença Ambiental em conformidade com a execução do serviço contratado; • Consulta ao SCR da Petrobras; • Se a tecnologia adotada gera algum tipo de resíduo e a sua forma de tratamento e disposição final; • Acompanhamento das áreas de destinação final • Avaliação dos custos e riscos associados ao transporte e tratamento do resíduo. 3.4.4. Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde Dispõe dos seguintes procedimentos operacionais: • PE-3UBC-03301 Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde das unidades marítimas da BC; • Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde de Cabiúnas, Imbetiba, Imboassica, UTE (Ver item 7.10 - Anexo L). INTERNA Página 22 de 40 3.4.5. Gerenciamento de Resíduos Radioativos Dispõe do seguinte procedimento operacional: • PE-1PBR-00244 Identificação e gerenciamento de NORM 3.4.6. Coleta Seletiva A coleta seletiva é a denominação para o processo de separação dos resíduos na fonte geradora, para que sejam encaminhados aos processos de reciclagem. A separação na fonte evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e diminuindo os custos do processo. A separação dos resíduos é estabelecida a partir das cores padrões para os recipientes de coleta seletiva, conforme descrito na Resolução CONAMA nº 275, de 19 de junho de 2001. A gerência SMS/LMA/GA-DENGE-DCORP/CENPES-COMP-TIC, é responsável pelo gerenciamento dos resíduos recicláveis gerados nas unidades terrestres. Para as unidades marítimas que desembarcam pelo Porto do Açu os resíduos recicláveis seguem para gerenciadora através do contrato com a Empresa Bport, sob gestão da gerência LOEP/LON/LRR/OP-RES. 3.4.7. Recursos Os recursos disponíveis para o gerenciamento dos resíduos seguem conforme figura abaixo: Figura 04 - Recursos para o gerenciamento de resíduos https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLMA%2FGA-DENGE-DCORP%2FCENPES-COMP-TIC&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A INTERNA Página 23 de 40 3.4.8. Relatórios • Relatório de atividades potencialmente poluidoras Esse relatório é preenchido anualmente, no período entre o dia 1 de fevereiro até o dia 31 de março do ano subsequente à atividade realizada. Os dados são preenchidos no site do Ibama, através do relatório da Lei 10.165. O Relatório é preenchido pelo CNPJ, e a alimentação dos dados desse relatório também atendem às IN IBAMA nº 01 e nº 13, às quais tratam, respectivamente, do CNORP e do Cadastro dos Resíduos Perigosos pelo gerador. Nesse relatório são apresentadas as informações de disposição de resíduos, tais como: código do resíduo, descrição do resíduo, quantidade gerada, unidade de medida, classificação conforme ABNT NBR 10004, armazenamento, transporte e destino das 19 tipologias de resíduos, conforme define a lista da Nota Técnica CGPEC/DILIC/IBAMA Nº 01/11, e seguindo a numeração da definição na IN Ibama nº 13. • Plano de gerenciamento de resíduos de serviço de saúde As unidades geradoras de resíduos de serviço da saúde deverão apresentar aos órgãos competentes, até o dia 31 de março de cada ano, uma declaração, referente ao ano civil anterior, subscrita pelo responsável técnico pelo serviço de saúde e pelo responsável técnico pelo PGRSS, acompanhada da respectiva ART, relatando o cumprimento das exigências INTERNA Página 24 de 40 previstas nesta Resolução. Esta declaração é apresentada através do Inventário do Plano de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde - PGRSS. • Projeto de controle da poluição O Projeto de Controle da Poluição (PCP), como medida mitigadora de impactos identificados, causados pelos empreendimentos de petróleo e gás, se caracteriza como um conjunto de diretrizes que visa à obtenção de melhores resultados ambientais, provenientes das atividades operacionais desenvolvidas, em consonância com a legislação aplicável. As orientações constantes do Projeto contribuem no controle, por parte da empresa, dos resíduos gerados, assim como na garantia da rastreabilidade dos resíduos desde sua geração até sua disposição final. Os relatórios de acompanhamento, elaborados anualmente, permitem a visualização, de forma regional, de quantitativos, indicadores e metas do Projeto. PCP é condicionante dos processos de licenciamento realizados pela coordenação geral de petróleo e gás da diretoria de licenciamento ambiental do Ibama (CGPEG/DILIC/IBAMA). A Nota Técnica CGPEG/DILIC/IBAMA Nº 01/11 estabeleceu a regionalização da costa brasileira e as unidades que operam na Bacia de Campos estão inseridas na Região 4. Cada região possui uma unidade gestora que fica responsável pela consolidação dos dados fornecidos em relatório padronizado por todas as unidades gestoras e recebedoras de resíduos e o posterior envio do PCP para o IBAMA, em até 90 dias após o final do período anual de análise. O SMS/LMA/GAE&P/AGP é a unidade gestora responsável pela Região 4. • Inventário nacional de resíduos sólidos industriais Este relatório atende às exigências da Resolução CONAMA nº 313/2002e da Portaria MMA nº 280, sendo sua entrega obrigatória aos órgãos competentes com periodicidade anual, conforme definido pela Licença de Operação (LO) e pelo tipo de instalação. O relatório é elaborado por meio dos sistemas do INEA e do SINIR, utilizando formulários específicos desenvolvidos para coletar informações detalhadas sobre o processo produtivo; a quantidade de matérias-primas e insumos utilizados; quantidade de produtos fabricados nos últimos 12 meses. Os resíduos sólidos gerados devem ser classificados conforme a norma ABNT NBR 10.004 e registrados com as seguintes informações, por tipo de resíduo: Formas de armazenamento; Formas de tratamento dentro da indústria; Formas de tratamento e destinação fora da indústria. A empresa deve reportar as informações referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano anterior, até o dia 31 de março do ano corrente, por meio do site do SINIR e INEA • Relatório DMR A empresa deve reportar, por meio do site do SINIR e/ou junto aos órgãos ambientais estaduais, as informações referentes a cada trimestre até o ultimo dia do mês subsequente ao trimestre. O relatório deve ser realizado por CNPJ/código de área previamente cadastrado e conter obrigatoriamente: Tipo e classificação dos resíduos, conforme estabelecido pela norma https://localizadorpessoas.petrobras.com.br/lope/busca/resultados.do?filtered=true&cleanAll=false&navigators=reset&lotacao=SMS%2FLCA%2FMPL-E%26P%2FMPL-AGP&opcaoBuscaLotacao=iniciandoCom&ordenacao=1A INTERNA Página 25 de 40 NBR 10.004; Quantidade trimestral de resíduos gerados; Destinação final adotada; Dados dos responsáveis pela destinação dos resíduos. • Relatório quadrimestral condição específica da LO Nº FE009414 Este relatório atende a condicionante específica nº 21 da Licença de Operação da Base de Imboassica. A empresa deve apresentar ao INEA, quadrimestralmente, relatório demonstrativo mensal sobre a movimentação e estocagem de resíduos do Parque de Tubos - PT discriminando e quantificando os resíduos gerados no PT, os encaminhados à AGR-Cabiunas, a área externa da empresa Ecologika e os destinados a terceiros acompanhados de Manifestos de Transporte de Resíduos. 3.4.9. Treinamentos As ações para capacitação da força de trabalho nos procedimentos de gerenciamento de resíduos são realizadas através de treinamento conforme a tabela 6 abaixo: Tabela 06 - Treinamentos NOME DO TREINAMENT O EMENTA RESPONSÁVE L PELO TREINAMENTO FREQUÊNCI A PÚBLICO ALVO OBSERVAÇÃO Ferramenta SCR Curso sobre a utilização do Sistema de Corporativo de Resíduos do E&P Administradores Corporativo - Curso online Por demanda Responsável pela utilização da ferramenta - Gestão de resíduos BC e ES Apresentar o sistema de Gerenciamento de Resíduos da Bacia de Campos e Espirito Santo; Capacitar o profissional para a identificação dos principais pontos críticos com base no PGRS; Capacitar o profissional para o uso aprofundado da ferramenta SCR - Sistema Corporativo de Resíduos do E&P . Técnicos da Gestão de Resíduos - Curso online A cada 2 anos Ser responsável por emitir FGR nas unidades marítimas; ou ser representante da Gestão de Resíduos; ou ser responsável pela Gestão de Conformidade Legal na Unidade Marítima ou na Operação. - Padrão PGRS Leitura do padrão Usuário (auto leitura do padrão) A cada 2 anos Ser responsável por emitir FGR nas unidades marítimas; ou ser representante da Gestão de Realizar a auto leitura do padrão INTERNA Página 26 de 40 Resíduos; ou ser responsável pela Gestão de Conformidade Legal na Unidade Marítima ou na Operação PEAT Curso Básico (empreendimentos marítimos em fase de instalação e operação) (i) Principais impactos ambientais da cadeia produtiva de petróleo e gás; (ii) medidas de prevenção, monitoramento, mitigação e/ou compensação exigidas pelo Ibama, no âmbito do licenciamento ambiental; (iii) procedimentos gerais de gerenciamento a bordo e em terra dos resíduos, efluentes e emissões atmosféricas; e (iv) medidas gerais de prevenção e resposta a acidentes ambientais, conforme a Nota Técnica nº 05/2020 COPROD/CGMAC/DILIC . Curso online (assíncrono autoinstrucional) via SIRH, presencial e síncrono conduzido por educador(a) ambienta Única vez Trabalhadore s em regime offshore Destinado a trabalhadores que não cursaram o curso básico, dos empreendimentos marítimos em fase de instalação e operação, das Unidades de Manutenção e Segurança (UMSs), sondas fixas e das embarcações de apoio Curso Continuado (empreendimentos marítimos em fase de operação) (i) Caracterização da bacia sedimentar (meio físico, biótico e socioeconômico); (ii) aspectos do sistema de Gestão Ambiental adotado pela operadora; (iii) procedimentos específicos de gerenciamento dos resíduos a bordo e em terra dos resíduos, efluentes e emissões atmosféricas; (iv) as medidas específicas de prevenção e resposta a acidentes ambientais em seus postos de trabalho; (v) os potenciais conflitos com comunidades da Anual Destinado a trabalhadores dos empreendimentos marítimos em fase de instalação e operação, das Unidades de Manutenção e Segurança (UMSs), Sondas fixas e das embarcações de apoio INTERNA Página 27 de 40 área de influência, em especial, com a pesca artesanal; (vi) os potenciais impactos ambientais em áreas protegidas, incluídas Unidades de Conservação, situadas na área de influência do empreendimento; e (vii) resultados dos projetos de monitoramento e de mitigação de impactos exigidos pelo licenciamento ambiental, atualizados anualmente, conforme diretrizes da Nota Técnica nº 05/2020- Coprod/CGmac/Dilic. Curso de Descomissionamento (instalações marítimas em fase descomissionamento) (i) Legislação, conceito e fases do descomissionamento; (ii) principais impactos e medidas da fase de descomissionamento; (iii) gerenciamento de resíduos, efluentes e emissões e medidas de prevenção a acidentes, conforme diretrizes da Nota Técnica nº 05/2020- Coprod/CGmac/Dilic. Única vez Destinado a trabalhadores de instalações marítimas na fase de descomissionament o 3.4.10. Empreendimentos Os empreendimentos seguem descritos na tabela 07 abaixo: Tabela 07 - Empreendimentos BASE DE APOIO ÀS ATIVIDADES MARÍTIMAS ATIVIDADE DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) Base Imbetiba Operação da base de Imbetiba incluindo pier e área portuária para suprir a infraestrutura administrativa e de serviços às unidades de exploração e produção de petróleo da BC 22° 23' 8.58" S/41°46' 15.87"W 190500 Base de Imboassica Atividade de manunteção de equipamentos e estocagem de produtos e resíduos em apoio 22°24'32.061"S/41°51'43.541"W 527830 INTERNA Página 28 de 40 às unidades de exploração e produção Terminal Cabiúnas Área de Gerenciamento de Resíduos e Oficina de reparo de dutos 22°16'59.83"S/41°43'4.50"W 6648 AEROPORTO ATIVIDADE DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) Heliporto São Thomé Transporte aéreo de pessoas 22° 1'45.72"S/41° 4'1.05"W 210000 ÁREAS DE ARMAZENAMENTO ATIVIDADE DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) AE 04 C/D / AL13 Áreas utilizadas para o armazenamento de materiais, equipamentos diversos e resíduos provenientes de atividades offshore 22°23'02"S/41°49'25"W 10137,04 AE 06 22°24'17"S/41°53'16"W 161246,61 AE 9A/B / AL 17 22°24'06.22"S/41°52'49"W 73726 AL33 22°24'48"S/41°51'46"W CAPTAÇÃO DE ÁGUA ATIVIDADES DESENVOLVIDA COORDENADA GEOGRÁFICA ÁREA (m²) ECA Severina Captação de água bruta superficial do rio Macaé com a finalidade de uso consumo e/ou higiene humana e industrial (torres de refrigeração) 22°17'45.70"S/41°53'29.50"O 400,00UNIDADES MARÍTIMA DE PRODUÇÃO TIPO COORDENADA GEOGRÁFICA CAMPO P-09 SS 22°34'25''692S/40°31'39''424W Corvina P-18 SS 22°25'42''225S/40°01'42''114W Marlim P-19 SS 22°23'33''716S/40°03'17''090W Marlim P-20 SS 22°21'32''707S/40°05'20''710W Marlim P-25 SS 22°6'34''399S/39°55'0''0W Albacora P-31 FPSO 22°7'48''454S/39°57'60''0W Albacora P-35 FPSO 22°26'13''326S/40°04'05''380W Marlim P-37 FPSO 22°29'06''826S/40°05'45''179W Marlim P-43 FPSO 22°33'03''421S/40°15'36''479W Barracuda P-47 FPSO 22°20'35''461S/40°11'36''501W Viola P-48 FPSO 22°39'49''982S/40°14'24''680W Caratinga PCH-1 FIXA 22°25'58''652S/40°28'49''753W Cherne PCH-2 FIXA 22°27'57''685S/40°28'07''602W Cherne PGP-1 FIXA 22°22'29''206S/40°25'02''838W Garoupa PNA-1 FIXA 22°26'19''161S/40°25'28''257W Namorado PNA-2 FIXA 22°27'02''680S/40°24'42''352W Namorado P-38 FSO 22°33'33''824S/40°07'15''898W Marlim Sul P-40 SS 22°32'50''719S/40°04'02''795W Marlim Sul P-51 SS 22°38'03''946S/40°05'37''305W Marlim Sul P-53 FPSO 22°25'26''457S/39°57'27''604W Marlim Leste P-56 SS 22°37'26''611S/39°59'22''421W Marlim Sul SONDA DE PERFURAÇÃO TIPO COORDENADA GEOGRÁFICA CAMPO SM-09 SS Variável Variável INTERNA Página 29 de 40 SM-14 SS Variável Variável SM-18 SS Variável Variável SM-20 SS Variável Variável UNIDADE MANUTENÇÃO E SEGURANÇA TIPO COORDENADA GEOGRÁFICA CAMPO UMS SS Variável Variável UMS NAVIO Variável Variável 3.4.11 Contratada A contratada deverá obrigatoriamente elaborar seu plano de gerenciamento de resíduos (PGRS) em consonância à legislação aplicável. Esse plano deverá ser disponibilizado à fiscalização da Petrobras quando solicitado. Os resíduos inerentes a aquisição de produtos pela contratada para a execução de um serviço serão de responsabilidade da contratada (ex.: EPI, recipientes de produtos químicos utilizados, latas de tinta, ponteiras de solda, etc.), exceto quando o contrário estiver previsto em cláusula contratual. No caso da contratada executar serviços que gerem resíduos pertencentes à Petrobras (ex.: serviços de manutenção industrial) esses resíduos deverão ser lançados no SCR e tratados conforme PGRS-BC. 3.5. REDUÇÃO DA GERAÇÃO Devem ser promovidas boas práticas para a minimização da geração de resíduos e redução da periculosidade. Entre as iniciativas implementadas, destacam-se: logística reversa, reciclagem, coleta seletiva, e programas de educação ambiental dos trabalhadores. 3.5.1. Monitoramento e controle O monitoramento do processo de geração, o armazenamento e disposição final dos resíduos é realizado através dos registros no sistema SCR. 3.5.1.1. Indicadores e metas O controle da gestão de resíduos na Bacia de Campos, visando à minimização da geração de resíduos sólidos, armazenamento e disposição final e a garantia do atendimento a legislação e demais requisitos de SMS é realizado por meio dos seguintes indicadores na tabela 08: Tabela 08 - Indicadores e metas INDICADOR ORIGEM ACOMPANHAMENTO PERIODICIDADE INTERNA Página 30 de 40 RSPG - Resíduos Sólidos Perigosos Gerados PP-1PBR-00416 Relatório anual análise critica de Gestão de Resíduos Anual RSPD - Resíduos Sólidos Perigosos Destinados para rotas não RRR RSPA -Resíduos Sólidos Perigosos Acumulados RSNPG - Resíduos Sólidos Não Perigosos Gerados RSNPD - Resíduos Sólidos Não Perigosos Destinados para rotas não RRR RSNPA - Resíduos Sólidos Não Perigosos Acumulados Indicadores de geração (g/homem.dia) PCP/CGPEG/DILIC/IBAMA 01/11 Relatório do PCP Região 4 Anual Indicadores de disposição (%) Para cada período de quatro anos, conforme NT 01/11 devem ser estabelecidas as metas de redução de geração por unidade marítima e por tipo de família de resíduos estabelecidas, e metas de disposição final estabelecidas em percentuais para cada tipo de resíduo gerado e desembarcado. Além das metas de redução de geração e de disposição final, são estabelecidos Limites admissíveis (LA) para os resíduos perigosos e para os resíduos não perigosos acompanhados mensalmente através das reuniões de análise crítica - RAC. 3.6 SEGURANÇA 3.6.1. Ações corretivas e preventivas As ações corretivas e preventivas objetivam identificar, corrigir e/ou evitar situações de gerenciamento incorreto de resíduos, com potencial de causar dano ao meio ambiente, saúde ou segurança do trabalhador. Os desvios são identificados pelas unidades geradoras através de inspeções internas, auditorias externas, tais como Conama 306, Anvisa e DZ-56, bem como através da constante vigilância dos operadores das unidades recebedoras, que podem abrir registro para o desvio. INTERNA Página 31 de 40 As ocorrências críticas levantadas pelos operadores das unidades recebedoras, transportadoras e destinadoras de resíduos, serão registradas, analisadas e tratadas como anomalias no sistema SAP, quando em atendimento aos seguintes critérios: · Desvio referente a resíduos controlados e/ou resíduos que comprometam a Licença de Operação das unidades; - Encaminhar borra oleosa com NORM (categoria I e II), pirotécnicos e resíduos de serviços de saúde, para locais não licenciados para recebimento; - Desembarcar tambores de borra oleosa com NORM sem medição, sem identificação ou com classificação errada; - Desembarcar sinalizadores pirotécnicos ou espoletas finca pinos acondicionado de forma incorreta ou junto com a sucata metálica ou outro tipo de resíduo; - Desembarcar cilindro de gás, com gás residual, junto com sucata metálica; · Contentores apresentado vazamento; · Contentores comprometendo a segurança do recebimento e transporte: · Resíduo desembarcado em big bags fora de recipientes de acondicionamento. · Desvio identificado em Auditoria Externa (Conama 306); As ocorrências levantadas pelos operadores das unidades recebedoras, transportadoras e destinadoras de resíduos, poderão ser registradas, analisadas e tratadas como anomalias no sistema SAP, em comum acordo com a unidade geradora quando em atendimento aos seguintes critérios: - Desembarcar cilindro de gás, com válvula, junto com sucata metálica; - Três ocorrências do mesmo tipo de desvio (registradas pela mesma área recebedora), na mesma unidade, no período de um mês; - Desembarcar resíduos em contentores fora de especificação. 3.6.2. Emergências A Central de Atendimento a Emergência - CAE ao receber a comunicação de emergência, conforme fluxo citado no item 7.13. Anexo O, repassará imediatamente a informação recebida para a Estrutura de Resposta a Emergência - EOR responsável pelo atendimento a emergência. A CAE funciona ininterruptamente e possui relação com todos os nomes, endereços, telefones comerciais e residenciais e números de celulares das pessoas e órgãos da Petrobras que devem ser informados da emergência. A comunicação inicial é entendida como caráter INTERNA Página 32 de 40 preliminar e tem o objetivo principal de assegurar o acionamento imediato do Plano de Resposta a Emergência e garantir agilidade no início das ações de resposta. O Plano de Resposta a Emergência, da EOR acionada pela CAE, possui Fluxograma de Comunicação a ser seguido em situações de emergência para os órgãos da Petrobras e as entidades externas pertinentes, tais como: órgãos ambientais, órgãos reguladores da atividade, órgãos policiais e de defesa civil e a comunidade. A forma da comunicação da emergência está disponível no PRE de cada Unidade. Todas as comunicações, caso necessário, deverão seguir o Plano de Comunicação da Crise da Petrobras. O CAE apoiará as unidades da Bacia de Campos em emergências, após ser acionado pelo Gestor Central, comunicando os setores responsáveis pela emergência, disponibilizando os recursos externos necessários que podem vir de outras Unidades Organizacionais, de instituições e empresas da região. As informações