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Vitória Brito – Odontologia UNIVAG - @vitoria_ldbrito 
Prótese Parcial Fixa 
Princípios Estéticos 
“A beleza eu não sei definir, mas sempre que a vejo, sei 
percebe-la”. 
• Saúde gengival 
• Ameias gengivais – posição das papilas 
• Eixo dental - a cervical dos dentes anteriores são 
distalisadas e as incisais são mesialisadas. 
• Zênite gengival – Porção mais alta 
 
• Equilíbrio entre as margens gengivais 
• Nível de contato interdental 
 
• Dimensões relativas dos dentes – proporção de altura 
e largura 
 
• Formas relativas dos dentes 
 
 
• Caracterização dos dentes – arestas, terço 
cervical, terço médio e terço incisal. 
 
• Aberturas de ameia. 
 
• Textura superficial. 
 
• Cor 
 
• Configuração do bordo incisal 
 
Vitória Brito – Odontologia UNIVAG - @vitoria_ldbrito 
 
 
• Linha do lábio inferior 
 
• Simetria do sorriso 
Dimensão relativa de um incisivo central superior: 
85x100 80x100 75x100.i 
Posição do bordo incisal jovem mulher (5 
Configuração do bordo incisal 
Princípios Biomecânicos 
• Etapas 
1. Consulta inicial e planejamento (muito importante 
conversar com o paciente). No planejamento que vou 
realizar o provisório. 
2. Preparo dental e provisório 
3. Moldagem 
4. Prova da prótese, ajustes e cimentação. 
Preparo protético 
• Conceito 
- Preparo protético é um processo de desgaste seletivo 
de esmalte e/ou dentina. 
- O preparo segue a anatomia real do dente. 
- Provisórios: resina acrílica. 
- Preparar os protéticos: pilar (região que será 
cimentada) e o pôntico (aquele que fica suspenso). 
 
- Dentes traumatizados: não utilizar facetas 
cerâmicas. 
• Identificação da situação clínica 
- Dente restaurado amplamente. 
 
- Dente traumatizado. 
 
- Próteses fixas insatisfatórias. 
 
• Indicação 
- Estética (alteração de cor e forma). 
- Fraturas dentárias extensas. 
- Pacientes adultos. 
- Pacientes com boa higienização. 
- Ausência de poucos dentes. 
• Contraindicações 
- Falta de higienização. 
- Crianças e adolescentes com erupção incompleta. 
- Dentes com má qualidade para serem suportes de 
P.F. 
- Pacientes com alto índice de cárie. 
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- Custo. 
Princípios Mecânicos 
• Retenção 
-Impede o deslocamento da prótese ao longo do eixo de 
inserção ou preparo. Inciso cervical ou ocluso cervical. 
- Depende basicamente do contato existente entre as 
superfícies internas da restauração e as externas do 
dente preparado (cimento + preparo). 
- Retenção friccional – influenciada pela conicidade do 
preparo, superfície de contato e textura superficial 
 
- Retenção 
• Regra geral 
- Paredes axiais levemente convergentes para oclusal. 
- Paredes paralelas: dificultam escoamento do 
cimento e inserção da peça cerâmica. 
 
• Resistência ou estabilidade 
- Prevenir o deslocamento da restauração quando 
submetida às forças oblíquas (ciclo mastigatório ou 
quando há parafunção), que podem provocar a rotação 
da restauração. 
- A restauração tende a girar em torno de um fulcro 
(ponto de apoio). 
 
• Fatores relacionados com a força de resistência. 
- Magnitude e direção da força: forças de grande 
intensidade e direcionadas lateralmente (pacientes 
com bruxismo), podem causar deslocamento da 
prótese. 
- Relação à altura/largura do preparo: quanto 
maior altura das paredes, maior será a área de 
resistência que irá impedir o deslocamento da 
prótese quando submetida a forças materiais. 
- Integridade do dente preparado: coroas íntegras 
resistem melhor às forças laterais do que aquelas 
parcialmente restauradas ou destruídas. 
• Rigidez estrutural 
O preparo deve ser executado de tal forma que a 
restauração apresente espessura suficiente de 
metal, metal e porcelana e de porcelana (cerâmica), 
para resistir às forças de mastigação e não 
comprometer a estética e o tecido periodontal. 
• Integridade Marginal 
O objetivo básico de toda restauração cimentada é 
estar bem adaptada e com uma linha mínima de 
cimento, para que a prótese possa permanecer em 
função o maior tempo possível, num ambiente 
desfavorável que é a boca. 
Princípios Biológicos 
• Dentes e tecidos moles 
- Dente vital e dente não vital. 
- Esmalte proximal do dente a ser preparado deve 
ter utilizado uma matriz de metal no dente 
adjacente. 
• Proximal - desgaste de 1,5 a 2,0mm 
Vitória Brito – Odontologia UNIVAG - @vitoria_ldbrito 
 
 
• Afastamento cuidadoso- lábios, língua, bochechas 
(principalmente em molares inferiores). 
• Proteção pulpar 
- Temperaturas extremas. 
- Irritação química (cimentação). 
- Microorganismos (cárie secundária). 
- Podem causar pulpite irreversível quando ocorre em 
túbulos dentinários recém seccionados. 
- 1 a 2 milhões de túbulos dentinários são expostos 
quando um dente é preparado para receber uma coroa 
total. 
 
• Temperatura: Pressão, velocidade de rotação, tipo, 
formato, condição do instrumento, nebulizações com 
água e quantidade de dentina remanescente. 
• Ação química: reação exotérmica, resinas 
restauradoras, solventes, agentes de cimentação, 
liberação de subprodutos. 
• Ação bacteriana: 
- Bactérias remanescentes: remover toda a dentina 
cariada antes de confeccionar a restauração provisória. 
-Microinfiltração: adaptação cervical da restauração 
provisória. 
Preparos em Dentes Anteriores 
- As coroas totalmente cerâmicas apresentam-se como 
ótima alternativa às tradicionais restaurações 
metalocerâmicas, alta resistência e previsibilidade 
clínica resultados estéticos superiores. 
- Metalocerâmicas. 
 
- Cerâmicas. 
 
• Características comuns 
- Regularização das paredes. 
 
- A quantidade de redução reflete na escolha do 
material de restauração planejado. A redução 
insuficiente pode resultar em restauração fina, com 
contorno pobre e suscetível à fratura ou perfuração, 
ou com sobrecontorno, podendo afetar a estética e 
também a saúde periodontal. 
• Influência 
1-Defeito pré-existente (quando tenho um substrato 
escuro eu desgasto mais, quando eu tenho um 
substrato claro eu desgasto menos. 
2-Dimensão restauradora final. 
• Cor do substrato 
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Escuro Claro 
- Prótese Fixa - Cerâmicas/ facetas em 
resina composta. 
 
• Nível do término cervical 
Escuro Claro 
-Subgengival - Á nível de gengiva 
(quase sempre). 
 
- Supragengival. 
 
- 0,5 a 0,6. 
 
 
 
• Guia de desgaste vertical 
 
- Silicone de condensação ou adição 
- Serve para orientação no desgaste correto. 
• Sulcos de orientações cervicais, vestibular e palatino. 
- Inclinação de 45°. 
- Metade da ponta ativa da broca. 
- A função é estabelecer já desde o início do processo, o 
término cervical em chanfro. 
- 1014. 
- Com uma ponta diamantada esférica com diâmetro de 
1,4 mm, o sulco é realizado nas faces vestibular e lingual 
até chegar próximo ao contato do dente vizinho. Na 
ausência de contato proximal, o sulco também deverá 
estender-se para as faces proximais. 
• Sulcos Longitudinais de orientação vestibular, 
incisal e linguocervical 
- Respeitar os três eixos de inclinação da face 
vestibular (cervical, médio e incisal). 
- Metade do diâmetro da broca. 
- 4138: Corte. 
 
- 4138F: Refinar o preparo. 
 
- União e regularização dos sulcos longitudinais de 
orientação, redução em incisal, determinação e 
regularização do término do preparo. 
• Rompimento das margens proximais. 
- 3195. 
 
• Redução da concavidade palatina. 
- 3118. 
 
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• Obrigatoriamente 
- Paredes levemente convergente para em 
incisal/oclusal. 
- Ângulos arredondados (pontas 90°, maior tensão). 
 
- Paredes lisas e polidas. 
- Inclinações vestibular. 
- Término em chanfro. 
 
• Quantidade de desgaste 
 
- Vestibular: 1,2 a 1,5 mm. 
- Palatina: 1,0 a 1,2 mm. 
- Incisal: 1,5 a 2,0 mm. 
Preparos em DentesPosteriores 
 
 
• Características Gerais 
- Término em chanfro, com 1,5 m de espessura 
- Ângulos internos arredondados. 
- Expulsividade em torno de 8° - 10º (isso pode 
variar de 6 a 12 graus) 
- 2,0 de redução oclusal. 
• Sulcos de orientação cervical, vestibular e palatino. 
- 1014. 
- Inclinação de 45° graus. 
• Sulcos Longitudinais de orientação vestibular e 
palatino. 
- 4138. 
- 4138 F. 
- Respeitar os dois eixos de inclinação da face 
vestibular. 
- União e regularização dos sulcos longitudinais de 
orientação, redução oclusal, determinação e 
regularização do término do preparo. 
• Rompimento das margens proximais. 
- 3195. 
- Proteger dentes vizinhos com matriz de metal. 
• Passo a Passo. 
- 1014 → sulco cervical (confecção das canaletas) 
 
- 4138 → Sulco de orientação (respeitando terço 
cervical, médio e oclusal). 
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- 4138 → Canaletas oclusais. 
 
- 3195 → Rompimento das proximais. 
- 4138 → União dos sulcos. 
 
- 4138 F → Acabamento e refinamento. 
- Polimento com borracha. 
 
Pino de Fibra de Vidro 
- Retentores intraradiculares. 
- Estrutura pré-fabricada ou customizada. 
- Aumentar a retenção do material restaurador. 
- Não reforça a estrutura dental. 
- Retenção associado à adesão (muito importante). 
 
• Função 
- Estética. 
- Módulo de elasticidade semelhante à dentina. 
- Anatomia semelhantes ao canal radicular 
- Fácil utilização. 
- Custo benefício. 
• Anatomia dos Pinos 
 
- Porção coronária. 
- Porção apical. 
• Módulo de Elasticidade 
 
- 18 MPa dentina. 
- 21-50 MPa pino de fibra de vidro. 
• Zona de Espelho 
- Menor zona de espelho: Pior prognóstico. 
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- Maior zona de espelho: Melhor prognóstico, melhor 
longevidade. 
 
• Indicações 
- Pouco remanescente. 
- Dentes tratados endodonticamente. 
• Núcleo Metálico Fundido 
 
- Por décadas, a confecção de núcleos metálicos 
fundidos foi a técnica mais impregnada. 
-Vantagens: 
● Pequena película de cimento. 
● Radiopacidade. 
● Boa adaptação. 
- Desvantagens: 
● Possibilidade de corrosão - Estética. 
● Alto módulo de elasticidade - Fratura Radicular. 
● Mais sessões clínicas - Custo. 
● Efeito de cunha. 
• Desobturação do canal 
 
- Deixar de 4 a 5 mm apical. 
- Radiografia e medir. 
- Desobturar com uma gates calibrada. 
] 
• O que devo observar? 
- Qual o dente envolvido. 
 
- Condição da estrutura dental. 
- Radiografia Periapical. 
 
• Efeito Férula 
- Estudo tem mostrado que a presença de pelo 
menos 2 mm de remanescente coronário em dentes 
tratados endodonticamente rende maior chance de 
sucesso clínico. 
 
Anatomia Interna Dentes superiores 
• Incisivo Central Superior 
- 1 canal. 
• Incisivo Lateral Superior 
- 1 canal 
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• Canino Superior 
- 1 canal 
• Primeiro pré-molar Superior 
- 2 canais (vestibular e palatino) 
- Sempre escolha o canal palatino. 
• Segundo pré-molar Superior 
- 1 canal ou 2 canais 
• Primeiro Molar Superior 
- 3 raízes. 
- 3 Canais ou 4 canais (1 canal palatino - esse é o de 
escolha, e os três canais vestibulares) 
• Segundo Molar Superior 
- 3 raízes. 
- 3 canais (2 vestibulares e um palatino - esse é o de 
escolha). 
Anatomia Interna Dentes inferiores 
• Incisivo Central Inferior 
- 1 canal. 
• Incisivo Lateral Inferior 
- 1 canal 
• Canino Inferior 
- 1 canal 
• Primeiro pré-molar Inferior 
- 1 canal. 
• Segundo pré-molar Superior 
- 1 canal. 
• Primeiro Molar inferior 
- 2 raízes. 
- 3 a 4 canais (2 mesiais e 1 distal) 
- Canal distal sempre o mais amplo, mais retilíneo, 
sendo ele o de escolha. 
• Segundo Molar Inferior 
- 2 raízes. 
- 3 canais (2 mesiais e um distal - esse é o de 
escolha). 
• Quase não se usa pino de fibra de vidro em dentes 
posteriores, utiliza a resina, e existe uma matriz que 
ajuda no fator de contração da resina. 
Protocolo do Uso de Fibra de Vidro 
• Depois de avaliar o caso e saber se está indicado o 
pino de fibra de vidro, fizemos a Seleção do pino! 
• Retirar a guta percha com uma broca gates 2 no 
movimento de vai e vem, entro com uma broca 
largo II e III, e se possuir brocas específicas dos kits 
de pino (finaliza com elas). 
 
 
• Protocolo intracanal: Irrigação do canal com 
hipoclorito de sódio a 1%, com a Easy Clean. É feito 
3 aplicações. 
- Porque não aumenta a concentração do 
NaOCI: maior capacidade bactericida, maior 
ação dissolvente e maior citotoxicidade. 
• Irrigação com soro fisiológico. 
• Aspiração e secagem do conduto com cone de 
papel. 
• Limpeza do pino: desengorduramento. 
• Limpeza com ácido fosfórico a 37% ou álcool e 
aplicação do SILANO. 
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• Jato de ar sobre o silano. 
• Cimentação com o cimento resinoso dual autoadesivo. 
 
• Preencho o dente de resina: Núcleo de 
preenchimento. 
• Cimento resinoso dual convencional 
- Erro ao usar adesivo fotopolimerizavel. 
- Deve ser usado um adesivo químico. 
Pino de fibra de vidro Anatômico 
 - Reanatomização. 
• Protocolo de Fibra de Vidro Anatômico 
 - Mesmo processo de desobturação do canal. 
• Limpeza do pino: desengorduramento. 
• Limpeza com ácido fosfórico a 37% ou álcool e 
aplicação do SILANO. 
 
• Jato de ar sobre o silano. 
• Adesivo (ele não melhora a adesão do pino ao 
conduto, mas da resina ao pino). 
• Jato de ar e fotopolimerizo. 
• Passar gel hidrossolúvel dentro do meu 
conduto. 
 
• Com uma resina composta de escolha, eu vou 
colocar uma pequena porção no ápice desse pino e 
venho com meus dedos levemente trazendo essa 
resina para região mais cervical e formando como se 
fosse um guarda chuva fechado. 
 
• Coloca o pino sobre o conduto e vai empurrando 
até que ele chegue na parte mais apical, a resina vai 
copiando a anatomia do conduto e vai se 
acomodando e a resina que for subindo já vai 
formando núcleo de preenchimento. 
 
• Fotopolimerização: ela acontece puxando o pino 
para a parte de fora de pouco em pouco até retirar 
tudo e fazer a polimerização final. 
 
• Extremamente importante marcar na vestibular 
meu pino, para eu saber a posição correta. 
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• Ácido fosfórico, silano e jato de ar. 
• No conduto, jogo soro fisiológico e seco novamente. 
 
• Cimentação. 
Provisórios 
• Material de Escolha 
- Decisão compartilhada com o TPD. 
- Opinião do TDP. 
- A responsabilidade pela execução técnica é do TDP. 
- Um exemplo, com um substrato escuro o protético 
pode escolher entre a zircônia e a metalocerâmica 
Paciente veio com uma zircônia e saiu com uma 
metalocerâmica. 
- Zircônia equivale 0,8mm e já a metalocerâmica 
equivale a 0,3mm. 
 
• Opacificação do pino metálico 
- Adequação do preparo com uma ponta diamantada 
4137. 
- Redução do pino metálico. 
- Jateamento com óxido de alumínio. 
- Condicionamento ácido fosfórico 35%. 
- Aplicação do sistema adesivo. 
- Fotopolimerização. 
- Aplicação de resina flow opacificadora. 
- Fotopolimerização 
- Preenchimento com resina composta DA2 - Z350 
3M. 
- Fotopolimerização. 
- Ajustes finais com a broca. 
• Definição 
- A restauração temporária serve de referencial para 
o planejamento e confecção da prótese definitiva. 
- A etapa de confecção do provisório é o passo-a-
passo que podemos cometer todos os erros para 
colher bons resultados. 
• Importância 
- Diminuir as dúvidas. 
- Avaliar os dentes e o periodonto. 
- Conscientizar o paciente sobre a higiene oral. 
• Requisitos 
- BIOLÓGICOS 
- Proteção do complexo dentina-polpa, contra 
estímulos (térmicos, químicos, mecânicos e 
bacterianos) e faz a manutenção da vitalidade. 
- Proteção Periodontal: preserva a integridade do 
tecido saudável, ajuda na recuperação do tecido 
alterado e mantém o periodonto tratado. 
- Adaptaçãocervical: término cervical e espaço 
biológico (preservação do espaço biológico). 
- Contorno gengival: perfil de emergência e sub e 
sobre contorno (paciente não consegue fazer a 
higienização correta), extensão da ameia 
interdental. 
- Espaço interproximal adequado. 
- Mecânico 
- Retenção. 
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- Estabilidade. 
- Rigidez. 
- Integridade marginal. 
- Facilmente removível. 
- Sem distorções. 
- Sem fraturas. 
- Sem danificar o dente ou estruturas vizinhas. 
- Restabelecer a oclusão: relação maxilo-mandibular 
adequada quando em trabalho e contatos uniformes e 
simultâneos. 
- O provisório deverá ser o mais semelhante possível da 
restauração definitiva, tanto a cor, forma e textura. 
- Estéticos 
- Cor. 
- Comprimento. 
- Largura. 
- Forma. 
- Contorno (posição v-l). 
- Textura da superfície. 
- Simetria gengival. 
- Relação pôntico-gengiva. 
- Após os ajustes estéticos e funcionais das coroas 
provisórias, nenhuma das partes profissional/paciente, 
pode apresentar dúvidas a respeito destes aspectos. 
- Fonéticos 
- Abertura interproximal. 
- Posição e espessura das bordas incisais. 
• Etapas Provisórios 
- Mistura da resina pó/líquido. 
- Faz uma bolinha e coloca ela sempre de incisal a 
cervical. 
- Esperar a resina polimerizar, sempre tirando e 
colocando. 
- Depois de polimerizada, é marcado os pontos de 
contato. 
- Remover toda região ao redor do ponto de 
contato, sem encostar no meu ponto de contato. 
- Retirar o volume cervical. 
- Marcação no término cervical , volume incisal, 
vestibular e palatino. 
- Reembasamento. 
- Com um pincel, vou molhar- ló no líquido e no pó 
formando uma pérola, e vou depositando em toda a 
região cervical do preparo. 
- Encaixe do provisório na posição novamente e 
engrossa a camada de resina sobre o provisório. 
Técnica de Nylon. 
- Remove o provisório do preparo. 
- Arestas de flexão de luz. 
- Arredondo a região entre aresta e ponto de 
contato, sem encostar no meu ponto de contato. 
- Anatomia. 
- Acabamento e polimento. 
• Características Desejáveis do Provisório 
- Resistência à função. 
- Estético. 
- Conforto ao paciente. 
- Anatomia oclusão: contatos oclusão e movimentos 
excursivos. 
• Características Indesejáveis do Provisório 
- Dificuldade de Higienização. 
- Sensibilidade dente na área, carinho e alteração 
pulpar. 
- Inflamação gengival e perda óssea (horizontal e/ou 
vertical). 
- Extrusão e migração dentária. 
- Dificuldade em se obter uma moldagem fiel. 
- Prejuízo da função. 
- Restauração final inadequada. 
- Perda do elemento dentário. 
• Técnicas de Confecção. 
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- Direta (imediata). 
- Vantagens: 
● Fácil confecção. 
● Adaptação e oclusão aceitáveis. 
● Fácil o reparo e modificação de forma ou cor. 
- Desvantagens: 
● Pouco durável (cor, adaptação marginal). 
● Alta porosidade (polimento, resistência) 
● Reação pulpar pela exotermia da resina acrílica. 
● Irritação gengival pelo monômero. 
- Técnicas: 
- Com molde de silicone. 
- Dentes de estoque. 
- Escultura regressiva. 
• Com molde de silicone: 
- Usado o silicone para copiar. 
- Depois coloca a regina sobre o molde e faz a 
moldagem. 
• Dentes de Estoque: 
- Lubrifica o preparo. 
- Desgasta o dente de estoque e deixa ele quase igual 
uma casca de ovo somente no vestibular. 
- Preenche com resina na região palatal. 
- Marcação cervical. 
- Desgaste. 
- Anatomia e polimento e acabamento. 
- Técnica Indireta - Uso de pinos Intrarradiculares 
- Recorta e dobra o fio. 
- Faz um lupin na ponta. 
- Retenções mecânicas ou um jateamento de óxido de 
alumínio. 
- Lubrificação do conduto com gel hidrossolúvel. 
- Acrescenta a resina sobre o pino com técnica de nylon 
e faz o reembasamento do conduto radicular. 
- Dente de estoque ou a técnica da bolinha. 
- Com a técnica de nylon, é acrescentado resina 
dentro do dente e é feito a adaptação do pino nos 
dentes de estoque. 
Cerâmica 
 
• Indicações 
- Correção de tamanho. 
- Correção de forma. 
- Alteração da inclinação dental (vestibularização). 
- Alteração da inclinação dental (lingualização). 
- Fechamento de diastemas. 
- Pequenas alterações de cor. 
- Substrato com coloração clara. 
- Dentes com endodontia conservadora. 
• Contraindicações 
- Paciente com higienização deficiente. 
- Pacientes sem dentes posteriores. 
- Dentes com pouco remanescentes dental. 
- Dentes com substratos escurecidos. 
- Dentes com endodontia. 
Enceramento…………………………………… 
- É o fator fundamental para o resultado final do 
trabalho estético, mostrando assim ao paciente uma 
simulação do resultado pretendido. 
- As guias de silicone feitas do enceramento são de 
grande importância na determinação do desgaste 
da estrutura dental. 
• Objetivo 
a) Antever o resultado final 
b) Auxiliar na preparação dental. 
c) Confecção de mock-up/provisório. 
• Passo a Passo 
a) Moldagem (silicone de adição) 
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b) Modelo de Gesso. 
c) Enceramento. 
d) Guia de desgaste. 
e) Guia para provisório. 
Desgaste é feito com a metade da ponta diamantada 
Falhas em Facetas Cerâmicas e restaurações 
indiretas 
- Pacientes oconfagicos (que roem unhas) não podem 
ser feitas facetas. 
- Saber as indicações e contraindicações. 
- Enceramento e diagnóstico. 
- Moldagem inadequada. 
- Muralhas de silicone sem material leve. 
- Preparos inadequados. 
- Estar em comunicação com o protético. 
- Não usar fio de afastamento. 
- Silicone errado (indicado somente silicone de adição, 
pois ele pode ser vazado o gesso mais de uma vez). 
Moldagem Em Prótese Fixa………………….. 
- É definida como um conjunto de procedimentos 
clínicos usados para a reprodução negativa dos 
preparos dentários e das regiões adjacentes por meio 
de materiais e técnicas adequadas. 
- Além do material, a execução de uma boa moldagem 
depende de três requisitos básicos: extensão do 
preparo dentro do sulco gengival, nitidez do término 
cervical e saúde do tecido gengival. 
• Objetivo 
- Registrar com precisão o término cervical e o preparo. 
- Obter modelos precisos para otimizar o resultado final. 
Métodos de Afastamento 
- O afastamento gengival tem por finalidade possibilitar 
uma visualização perfeita do preparo coronário do 
dente, bem como uma moldagem precisa. 
- Porque fazer o afastamento gengival: As fibras 
gengivais ao redor do dente quando afastadas sem 
desrespeitar a integridade do periodonto retornam 
a sua posição. 
• Passo a Passo 
- Anestesia 
- Remoção dos provisórios e limpeza dos preparos. 
- Isolamento relativo. 
- Seleção da espessura e tamanho do fio. 
- Escolha da solução astríngent. 
- Secar levemente a gengiva ao redor do preparo. 
- Inserção do fio com um instrumental adequado. 
- Aguardar 3-5 minutos. 
- Lavar. 
- Manipular a massa densa do material de 
moldagem escolhido. 
- Moldar ainda com o fio retrator, 
- Inserir o material de moldagem fluído com uma 
seringa para elastômeros no sulco gengival 
afastado. 
- Posicionar a moldeira com o primeiro molde na 
boca sobre o segundo material (fluído). 
- Remover cuidadosamente a moldeira num só 
movimento. 
- Limpar os provisórios e cimentar novamente. 
• Critérios para Seleção do Fio Afastador 
- Tipo de gengiva. 
- Profundidade do sulco gengival. 
• Princípios do Afastamento Gengival Efetivo 
- Operar em um tecido gengival sadio. 
- Expor o término do preparo e parte da porção 
apical não preparada do dente. 
- Controlar o fluido gengival e a hemorragia. 
- Não causar danos irreversíveis aos tecidos, 
devendo ainda ser atóxico. 
- Atraumático. 
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• Métodos de Afastamento Mecânicos 
- Consistem no afastamento exclusivamente por 
pressão. O uso da guta percha, anéis de cobre, argolas 
de couro, diques de borracha e outrosjá foram 
utilizados. 
- Atualmente os fios de afastamento a seco e os 
casquetes de moldagem são os mais utilizados. 
• Métodos de Afastamento Químicos-mecânicos 
- Aliam o afastamento mecânico, promovido pelo fio, ao 
químico, com uso de soluções vasoconstritoras e/ou 
adstringentes. 
- A inserção do fio deve ser sutil, sua direção é para 
apical com 45º de inclinação para o dente e evitar 
deslocar o fio já instalado no leito sulcular. 
- Pode-se optar pela técnica do fio único ou do fio 
duplo. 
• Métodos Cirúrgicos 
- Eletrocirurgia: é feita com auxílio de um bisturi 
elétrico. É indicada em situações em que não é possível 
afastar a gengiva apenas com o fio retrator. Pode 
também ser utilizada para remoção de tecido 
hipertrófico que tenha proliferado sobre o término do 
preparo. 
- Laser: é a técnica mais recente, confiável, precisa e 
rápida. Seus inconvenientes são o custo da aparelhagem 
e a técnica criteriosa de utilização. Deve-se evitar o 
contato com tecidos duros. 
• Fios de afastamento para Moldagem 
- Substrato escuro: sub-gengival (2 fios 00 e 000). 
- Substrato Claro: a nivel de gengiva (1 fio 00 ou 000). 
• Objetivos da Moldagem 
- Promover afastamento lateral do tecido gengival. 
- Expor a região do dente preparado. 
- Criar um espaço entre a gengiva e o preparo a ser 
ocupado pelo material de moldagem, copiando os 
detalhes do preparo. 
- Permitir acesso e espessura adequada do material de 
moldagem. 
- Controle do fluido gengival e sangue. 
Técnicas De Moldagem 
- Casquete. 
- Dupla impressão 
- Dupla mistura 
• Casquete 
- Moldagem parcial com alginato sem fio retrator. 
-Vazar o gesso. 
- Lubrifica o gesso e faz um alívio em cera com um 
gotejador. 
- Aplicação da resina acrílica com técnica de nylon. 
- Refinamento da resina. 
- Prova em boca. 
- Reembasamento na boca do paciente. 
- Aplicação de adesivo próprio do casquete. 
- Manipulação do POLIÉTER. 
- Carregar o casquete. 
- Levar ao preparo. 
- Moldar tudo junto com alginato. 
• Dupla Impressão 
- Fio afastador. 
- Manipulação do material pesado. 
- Molda o paciente com massa densa. 
- Alívio. 
- Remoção do segundo fio. 
- Seca bem a região. 
- Injetar a massa leve no preparo e no molde. 
- Jato de ar. 
- Fazer alivio se estiver com retenção no molde 
- Molde finalizado. 
• Dupla Impressão 
- Fio afastador. 
- Manipulação do material pesado e leve. 
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- Injetar a massa leve no preparo e no molde. 
Cimentação de Restaurações Indiretas 
• Uso de uma substância modelar que tem como 
objetivo selar ou cimentar duas partes, mantendo as 
juntas. 
- Fosfato de zinco 
- Cimento de ionômero de vidro 
- Cimento resinoso 
 
Fosfato de zinco 
- Tempo de trabalho: três a seis minutos. 
- Tempo de presa: de cinco a nove minutos. 
- Relação pó líquido. 
- Com velocidade de incorporação do pó. 
- Tempo de espatulação. 
- Temperatura da placa de espatulação. 
- Divisão em várias partes. 
- União por embricamento mecânico. 
- Adequada espessura de película (20um). 
- Baixo custo. 
- Alta solubilidade em água. 
- Adequado módulo de elasticidade. 
• Passo a passo 
- Remoção da restauração provisória 
- Limpeza do preparo cavitário (escova robson e pedra 
pomes). 
- Isolamento do campo. 
- Espatulação do cimento. 
- Inserção do cimento na peça protética. 
- Adaptação da peça no preparo cavitário 
- Remoção dos excessos. 
- Ajuste oclusão. 
- Radiografia. 
Ionômero de vidro 
- Remoção da restauração provisória. 
- Limpeza do preparo cavitário (esboça robson e 
pedra pomes) 
- Isolamento do campo. 
-Verificação da peça no modelo. 
- Remoção da restauração provisória 
- Limpeza do preparo cavitário 
- Verificação da cor. 
- Adaptação e ajuste proximais. 
- Adaptação e ajustes internos. 
 - Adaptação e ajuste marginal. 
- Ajuste da oclusão. 
Margem cervical da coroa protética é a área mais 
crítica e nobre de qualquer prótese e desse ajuste 
cervical adequado depende a qualidade do tecido 
gengival, a capacidade de higienização do paciente e 
a longevidade bem sucedida da própria prótese. 
Cerâmica 
- Aplicar por 20 ou 120 segundos, depende qual 
cerâmica será utilizada 
 
- Condicionamento da cerâmica com acidez 
fluorídrico. 
- Aplica o ácido fosfórico que é a limpeza dos 
subprodutos. 
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- Lava e seca muito bem 
- Sinalização, aplicar o laminado, esperar 60 segundos e 
aquecer com ar quente. 
 
- Utilizar uma camada de sistema adesivo. 
 
• Condicionamento da Cerâmica 
- Dissilicato de lítio: 20 segundos. 
- Leucita: 60 segundos. 
- Feldspática:90 segundos. 
 
Núcleo Metálico Fundido 
Indicações 
- Dentes despolpados com extensa destruição coronária. 
- São peças protéticas confeccionadas para recompor partes 
da coroa. 
COMPONENTES BÁSICOS 
- Retenção mecânica. 
- Porção intra-canal. 
- Porção supra-canal. 
RETENÇÃO MECÂNICA 
- Comprimento. 
- Conicidade. 
- Diâmetro. 
• Comprimento 
- Quanto maior o comprimento, maior é a retenção. 
- ½ da altura da crista óssea alveolar. 
- 2/3 do comprimento da raiz. 
- Preservar de 3 a 5 mm a abertura apical. 
• Conicidade 
- Manter inclinação do conduto. 
- Paredes excessivamente inclinada apresentam menor 
retenção. 
- Paredes excessivamente paralelas possuem alto grau de 
retenção, porém promove espessuras delgadas na região 
apical da raiz. 
• Diâmetro 
- Diâmetro ideal: 1/3 do diâmetro radicular. 
- Diâmetro máximo: pelo menos 1,0 mm de parede 
dental. 
TÉCNICA DE CONFECÇÃO 
- Técnica direta. 
- Técnica indireta. 
TÉCNICA DIRETA 
- Técnica mais utilizada. 
• Instrumentais 
- Broca gates. 
- Broca largo 1/2/3. 
- Lêntulo. 
DURANTE USO DOS INSTRUMENTAIS SEMPRE LEMBRAR 
DE ENTRAR COM O INSTRUMENTO ACIONADO E SAIR 
ACIONANDO. 
• Materiais 
- Duralay. 
- Potens dappen. 
- Pinjete. 
SEQUÊNCIA OPERATÓRIA 
- Exame clínico. 
- Exame radiográfico. 
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- Preparo adequado da porção coronária e intra coronária. 
- Exame radiográfico antes da cimentação. 
- Prova e cimentação do núcleo. 
• Cimentação 
- Jateamento: melhor imbricamento mecânico. 
- Cimento fosfato de zinco (mais indicado). 
- Cimento ionômero de vidro. 
• Passo a passo 
- Remodelamento. 
- Vaselina todo o dente com o auxílio de um algodão. 
- Técnica da saturação. 
- Molho o Pinjete no monômero. 
- Introduzo no canal, sempre removendo e colocando 
novamente (contração realizada pela resina acrílica). 
- Removo e manda para o protético. 
 
Restaurações Extrabucais 
FATORES QUE INFLUENCIAM NA FATURA DO DENTE 
- Redução da estrutura dentária. 
- Abrasão, erosão, LNC e idade do paciente. 
- Preparos extensos e endodontia. 
FATORES QUE INFLUÊNCIAM NA RESISTÊNCIA A FRATURA 
- Sistemas adesivos são influenciadores diretos na resistência 
a fratura. 
- Qualidade e quantidade do remanescente melhor a minha 
resistência, a minha longevidade. 
MATERIAL RESTAURADOR IDEAL 
- Permitir uma abordagem mais conservadora ao preparo 
cavitário. 
- Ser compatível com o substrato vital subjacente. 
- Permitir adaptação externa e interna para um bom 
vedamento marginal. 
- Permitir uma ideal anatomia, resistência mecânica e 
durabilidade. 
- Resina composta. 
TÉCNICA DIRETA 
- Técnica bulk fill com associação da resina composta 
convencional. 
TÉCNICA INDIRETA 
- Permitir uma melhor adaptação proximal. 
- Facilitar escultura e anatomia. 
- Ganho de tempo clínico. 
- Maior eficiência de polimerização (maior contato do 
foto com a minha resina, isso possibilita a conversão do 
meu maior número de monômeros em polímeros 
melhorando a resistência mecânica e melhorando as 
propriedades estéticas da resina). 
- Rentabilidade. 
• Desenho cavitário 
- Expulsivo (ponta diamantada 3131) 
- Ângulos internos arredondados. 
- Esmalte suportado. 
 
PASSO A PASSO TÉCNICAINDIRETA 
- Fazer o preparo com a broca 3131 com as características 
de ângulos arredondados, cavidade expulsiva e suporte 
de esporte. 
- Fazer moldagem com silicone de adição pesado e leve 
junto. 
- Obtenção do modelo em gesso especial. 
 
- Vai ser feito o troquel do dente preparado. 
 
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- Colocar o dente sobre o silicone de adição (pois é passível de 
ser vazado duas vezes), passar o cel-lac e vazar com gesso 
pedra novamente o molde de silicone de adição. 
 
 
- Então vai se obter o modelo de gesso com o troquel. 
 
 
 
- Delimitar todo o ângulo cavosuperficial com uma 
lapiseira vermelha. 
 
- Depois vai aplicação da cera sobre o dente com a 
finalidade de criar um espaço para o cimento e facilitar a 
retirada da peça. 
 
- Com resina eu vou fazer então toda a anatomia do meu 
preparo. 
 
CIMENTAÇÃO 
- Cimento resinoso dual convencional. 
- Cimento resinoso dual autoadesivo. 
- Resina composta termoaquecida. 
- Resina flow. 
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- Cimento resinoso fotoativado. 
• Cimento resinoso dual convencional 
• Vantagens: 
- Cavidades profundas. 
- Não necessita de um fotopolimerizador de alta 
potência. 
• Desvantagens: 
- Tempo de trabalho. 
- Remoção de excessos. 
• Estrutura dental: 
- Profilaxia. 
- Ácido fosfórico. 
- Sistema adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Peça em resina composta: 
- Jateamento com óxido de alumínio. 
- Ácido fosfórico por 1 minuto. 
- Silano. 
- Adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Cimento resinoso dual autoadesivo 
• Vantagens: 
- Cavidades profundas. 
- Não necessita de um fotopolimerizador de alta 
potência. 
- Não necessita procedimento ácido/adesivo na estrutura 
dental. 
• Desvantagens: 
- Tempo de trabalho. 
- Remoção de excessos. 
• Estrutura dental: 
- Profilaxia. 
• Peça em resina composta: 
- Jateamento com óxido de alumínio. 
- Ácido fosfórico por 1 minuto. 
- Silano. 
- Adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Resina composta termoaquecida 
• Vantagens: 
- Cavidades rasas/ médias. 
- Tempo de trabalho. 
- Remoção de excessos. 
• Desvantagens: 
- Não necessita de um fotopolimerizador de alta 
potência. 
- Cavidades profundas. 
- Necessita de um aparelho para aquecimento. 
• Estrutura dental: 
- Profilaxia. 
- Ácido fosfórico. 
- Sistema adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Peça em resina composta: 
- Jateamento com óxido de alumínio. 
- Ácido fosfórico por 1 minuto. 
- Silano. 
- Adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Resina Flow 
• Vantagens: 
- Cavidades rasas/ médias. 
- Tempo de trabalho. 
- Remoção de excessos. 
• Desvantagens: 
- Não necessita de um fotopolimerizador de alta 
potência. 
- Cavidades profundas. 
• Estrutura dental: 
- Profilaxia. 
- Ácido fosfórico. 
- Sistema adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Peça em resina composta: 
- Jateamento com óxido de alumínio. 
- Ácido fosfórico por 1 minuto. 
Vitória Brito – Odontologia UNIVAG - @vitoria_ldbrito 
 
- Silano. 
- Adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Cimento resinoso fotoativado 
• Vantagens: 
- Cavidades rasas/ médias. 
- Tempo de trabalho. 
- Remoção de excessos. 
• Desvantagens: 
- Não necessita de um fotopolimerizador de alta 
potência. 
- Cavidades profundas. 
• Estrutura dental: 
- Profilaxia. 
- Ácido fosfórico. 
- Sistema adesivo (sem fotopolimerizar). 
• Peça em resina composta: 
- Jateamento com óxido de alumínio. 
- Ácido fosfórico por 1 minuto. 
- Silano. 
- Adesivo (sem fotopolimerizar).

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