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Segurança do paciente na gestão do
cuidado: Administração segura de
medicamentos
APRESENTAR A IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO SEGURA DE MEDICAMENTOS, FORNECER UMA
VISÃO GERAL DA SEGURANÇA DE MEDICAMENTOS E DESCREVER A PRÁTICA DO PROCESSO DE
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS DE FORMA SEGURA.
AUTOR(A): PROF. SANDRA ALVES NEVES ARAUJO
Vamos relembrar! Em 2008, a Agência aderiu ao primeiro desafio global da OMS, "Uma Assistência Limpa é
uma Assistência mais Segura", quando foram implantados no país os "sítios de testes complementares" para
a melhoria da higienização das mãos (HM) em serviços de saúde. O segundo desafio global, "Cirurgias
Seguras Salvam Vidas" foi direcionado para a segurança cirúrgica em serviços de saúde.
Apresentamos o "O Desafio global de segurança do paciente - Medicação sem dano" proposto pela
Organização Mundial de Saúde - OMS, que pretende publicar no primeiro semestre de 2017, irá propor
soluções para enfrentar muitos dos obstáculos que o mundo enfrenta hoje para garantir a segurança das
práticas de medicação e, tem como objetivo reduzir em 50% os danos severamente evitáveis relacionados à
medicação, nos próximos 5 anos. Foi formalmente anunciado na segunda reunião Mundial de Segurança do
Paciente Ministerial em Bonn, Alemanha, em 29 de março de 2017.   
As práticas de medicação inseguras e erros de medicação são uma das principais causas de lesões e danos
evitáveis nos sistemas de cuidados de saúde em todo o mundo. Globalmente, o custo associado com erros
de medicação foi estimado em US$ 42 bilhões de dólares por ano. Uma parte deste desafio será lidar com os
erros de medicação que ocorrem devido à nomeação, embalagem e rotulagem dos medicamentos. Isso
envolverá a busca de agências reguladoras globais para: Padronizar a designação e a rotulagem dos
medicamentos; Harmonizar os códigos de barras de Medicamentos em escala internacional;  Desenvolver
programas locais e nacionais de comunicação e, Melhorar a divulgação dos relatórios de
orientação/segurança; Desenvolver segurança de medicação local e/ou ministerial para ajudar a disseminar
as lições aprendidas.
Para tanto, faz-se necessário a mobilização dos profissionais e serviços de saúde para garantir a segurança
das práticas de medicação, propondo soluções, pois se trata de uma área ampla e complexa. A meta desse
desafio é conseguir um compromisso e engajamento de todos os países membros da OMS, bem como dos
profissionais em todas as partes do mundo para reduzir os danos associados à medicação.
  
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Os erros podem ocorrer em diferentes fases do processo do preparo e administração da
medicação  Apresentamos na tabela, os tipos de erros relacionados à medicação descritos
por Cassini em 2005.  
 
Erros de
prescrição
Seleção incorreta do medicamento (de acordo com
contraindicações, alergias conhecidas ou outros fatores).
Monetarização, dose, via de administração, concentração,
velocidade de infusão, instruções de uso inadequadas feitas pelo
medico; prescrições ilegíveis ou que possam induzir a erro.
Erro de
transcrição
Equívocos na transcrição da prescrição medica manual para o
sistema de prescrição eletrônica.
 
Erros de
distribuição/
dispensação
São os erros que ocorrem no momento da dispensa/dispensação
dos medicamentos pelos serviços farmacêuticos (doses
diferentes das prescritas, diferentes formas farmacêuticas e
apresentações dos medicamentos, outro medicamento diferente
do originalmente prescrito).
Erro de
preparação
Medicamento incorretamente formulado ou manipulado antes da
administração (reconstituição ou diluição incorreta, associação
de medicamentos físico ou quimicamente incompatíveis).
 
Erro de
administração
Podem ser incluídas aqui doses administradas pela via incorreta
(diferente da prescrita), ou pela via correta, mas no local errado
(troca do olho/ouvido, esquerdo pelo direito) e os casos em que o
padrão de administração não e respeitado (por exemplo,
velocidade de infusão).
CASSIANI, 2005
A Organização Mundial da Saúde -  OMS publicou, em 2009, a Estrutura conceitual da Classificação
Internacional sobre Segurança do Paciente, onde descreve a classificação dos incidentes relacionados com a
medicação e fluidos IV.
 
Objeto disponível na plataforma
Informação:
Estrutura conceitual da Classificação Internacional sobre Segurança do Paciente. 7
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Carvalho, et al. (1999) reforçam que o Conselho de Coordenação Nacional para Prevenção
e Relatos de Erros na Medicação (NCCMERP) dos EUA define "erros de medicação como
qualquer evento previsível que pode causar ou levar ao uso inapropriado do medicamento
ou danos ao paciente. Este evento pode estar relacionado à prática profissional, aos
produtos de saúde, aos procedimentos e sistemas, incluindo a prescrição, comunicação da
prescrição, rótulo dos produtos, embalagem e nomenclaturas, a composição, a
dispensação, a distribuição e a administração." O protocolo de Segurança na prescrição e
administração de medicamentos tem como objetivo a promoção de práticas seguras no
uso de medicamentos em estabelecimentos de saúde. Segundo o protocolo, estima-se que
os erros de medicação em hospitais provoquem mais de sete mil mortes por ano nos
Estados Unidos, acarretando custos tangíveis e intangíveis. (Carvalho, 2000)
Os eventos adversos relacionados a medicamentos (EAM) extrapolam as situações que envolvem drogas
concentradas e de alta vigilância. Os erros de medicação (EM) e as reações adversas a medicamentos (RAM)
estão entre as falhas mais frequentes nos cuidados em saúde e é importante destacar que estas situações,
muitas vezes, poderiam ter sido evitadas nas três principais fases do processo de medicação - prescrição,
dispensação e administração, as quais envolvem ações multiprofissionais de equipes médicas, de
enfermagem e farmacêuticas.
Os erros de prescrição são os mais relevantes. Os fatores contribuintes são:
1. Falta de informação sobre os pacientes;
2. Não aplicação de conhecimentos;
3. Processos de tratamento propensos a falhas.
No Brasil, a avaliação da incidência de EAs foi realizada por Mendes et al. (2009), em três hospitais no Rio
de Janeiro. Os autores levantaram que a incidência de EA foi de 7,6%, e, destes, 67% foram classificados
como evitáveis. O estudo mostrou que os EAs mais frequentes foram as infecções associadas aos cuidados
da saúde (IACS), como observado em outros países em desenvolvimento, representando 24,6% dos EAs
evitáveis, complicações na punção venosa, 7,7%; e danos em consequência da administração de
medicamentos, 4,6%. Os EAs evitáveis representam um sério problema para o cuidado hospitalar no Brasil.
Esse cenário pode ser modificado por ações que não requerem demasiada complexidade tecnológica.
A segurança do paciente deve ser valorizada, mais do que nunca, principalmente nos hospitais, onde os
profissionais trabalham em busca do melhor para os pacientes, mas que, devido à elevada complexidade,
estes podem estar em risco por se encontrarem internados. Nos hospitais, a chance de o erro acontecer é
elevada devido a prestação de serviços estar ligada a complexidade tecnológica, interações entre pessoas,
instalações, equipamentos e medicamentos.
Estrutura conceitual da classificação internacional sobre segurança do paciente:
relatório técnico final.
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Para prevenir erro de medicação, é necessário prover um ambiente seguro, com
disponibilidade de recursos humanos e físicos, assim como investimentos no
conhecimento sobre administração de medicamento aos profissionais de enfermagem.
Portanto, Carvalho, et al. (1999) recomendam:
Ter espaço próprio, privativo e adequado para a diluição de medicamentos (pia, fluxo
laminar, filtro de ar, janela telada, armáriose geladeira), evitando-se a aglomeração de
funcionários no local;
Possuir protocolos com interações medicamentosas, estabilidade de soluções, tipo de
diluente adequado e tempo de conservação do medicamento em geladeira;
Utilizar seringas convencionais para administrar as medicações de via parenteral
(intramuscular, intraóssea e endovenosa);
Utilizar seringas de uso exclusivo para administrar medicações de uso oral e enteral,
conforme protocolo institucional;
Ter frascos esterilizados para armazenar os medicamentos diluídos, verificando período
de estabilidade da droga;
Prover materiais necessários para a realização da diluição como seringas, álcool a 70%
para desinfecção dos frascos, algodão, agulhas, dentre outros;
Ter pessoal qualificado para a administração segura dos medicamentos, com
conhecimento e habilidade em cálculo de doses e diluições, da ação do fármaco,
propriedades, indicações, posologia, contraindicações, efeitos colaterais e as interações
medicamentosas;
Utilizar paramentação necessária, como avental, gorro e máscara.
CARVALHO, 2000
No Brasil, o Ministério da Saúde preconiza os itens de verificação para administração segura de
medicamentos aos profissionais de saúde, ao administrar um medicamento, checar, os "nove
certos":
1. Paciente certo;
2. Medicamento certo;
3. Via certa;
4. Hora certa;
5. Dose certa;
6. Registro certo;
7. Ação certa;
8. Forma certa;
9. Resposta certa.
Pois pode prevenir significativa parte dos eventos adversos durante o processo de administração de
medicamentos.
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A técnica asséptica se refere à utilização de várias barreiras e precauções para evitar a transferência de
microorganismos a partir do profissional de saúde e o meio ambiente para o paciente durante um
procedimento. Estéril é a ausência de todos os micróbios. Passamos a descrever os cuidados com preparo e
administração de medicamentos:
Higienizar as mãos antes de acessar materiais/suprimentos, frascos de medicamentos e soluções
intravenosas, e durante preparo e administração de medicamentos.
Utilizar técnica asséptica em todos os aspectos da utilização de frasco de medicamento, preparação e
administração de medicamentos parenterais.
Armazenar, acessar e preparar medicamentos e materiais/suprimentos em uma área limpa ou superfície
limpa.
Evitar o contato não estéril com áreas estéreis dos dispositivos, recipientes e medicamentos.
Após um evento de emergência, descarte todos os frascos de produtos parenterais estéreis abertos ou
perfurados com agulha, soluções intravenosas e recipientes de uso único.
Nunca guarde seringas e agulhas desembrulhadas, pois a esterilidade não pode ser assegurada.
Desinfetar o diafragma (borracha) do frasco-ampola e ampola de vidro com álcool 70% antes de inserir
uma agulha ou quebrar a ampola.
Utilizar sistema livre de agulhas para todos os aspectos da administração de medicamentos e transferência
de soluções entre recipientes.
Não misture as sobras de medicamentos parenterais (frascos ou soluções intravenosas) para administração
posterior.
Não utilizar seringa preenchida para diluir medicamentos para administração.
Não transportar seringas de medicamentos em bolsos ou roupas.
Nunca utilizar um recipiente de solução intravenosa (por exemplo, bolsa ou frasco de soro) para obter
soluções de flushing para mais de um paciente.
Nunca utilize materiais de infusão, tais como: agulhas, seringas, sistemas de infusão, para mais de um
paciente.
Utilizar um ambiente ISO Classe 5 para preparar soluções/medicamentos estéreis quando o uso urgente
não é necessário.
Se um frasco multidose for utilizado, usá-lo apenas para um paciente e depois descartá-lo. Utilizar uma
nova agulha e uma nova seringa para cada entrada no frasco.
Quando um medicamento precisa ser reconstituído fora do ambiente ISO classe 5 (por exemplo, posto de
enfermagem) preparar de acordo com as instruções do fabricante e imediatamente antes da
administração.
Frascos de medicamentos multidoses utilizados por mais de um paciente devem ser armazenados e
rotulados de forma adequada e não devem entrar na área de atendimento imediato ao paciente (por
exemplo, sala cirúrgica, carro de anestesia). Se frascos multidoses entrarem na área de assistência ao
paciente, eles devem ser dedicados para administração em um único paciente e descartados
imediatamente após o uso.
Remover agulha, seringa, cânula e/ou acessórios para infusão intravenosa imediatamente antes do uso.
Nunca utilize uma seringa para mais de um paciente mesmo se a agulha tiver sido trocada entre pacientes.
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Algumas instituições têm implementado sistema de distribuição de medicamentos por
dose unitária - SDMDU, em que o fármaco chega da central de misturas intravenosas -
CMIV ao posto de enfermagem já diluído, embalado e rotulado, fracionado em dose
pronta para ser administrado. A central de misturas intravenosa é provida de filtro HEPA:
filtro para ar de alta eficiência com a capacidade de reter 99,97% das partículas maiores
de 0,3µm de diâmetro.
O Ministério da Saúde publicou em 2014 que o SDMDU consiste na distribuição dos
medicamentos com doses prontas para a administração de acordo com a prescrição
médica do paciente. A dose do medicamento é embalada, identificada e dispensada pronta
para ser administrada, sem necessidade de transferências, cálculos e manipulação prévia
por parte da enfermagem antes da administração ao paciente.
ARAÚJO, 2002
A enfermagem recebe da CMIV, a medicação pronta para sua administração, confere e acondiciona os
fármacos na sala de serviço, em recipientes individuais, identificados com o nome da criança. Finalizando o
fluxo, no momento da administração a enfermagem confere mais uma vez a medicação mediante junto a
prescrição médica e a administra à criança hospitalizada.
Entretanto, ainda são poucos os hospitais que adotaram esse sistema, de maneira que cabe à enfermagem o
preparo e a administração dos medicamentos prescritos. Vale ressaltar que o sistema de dose unitária -
SDMDU é considerado o mais seguro para a prática de dispensação de medicamentos, sendo recomendado
aos estabelecimentos de saúde. Por outro lado, o sistema coletivo ou tradicional, onde a medicação é
diluída e fracionada pela enfermagem no posto de enfermagem na unidade de internação, ainda hoje
utilizado em diversos hospitais; é considerado inseguro e DEVE ser abolido dos estabelecimentos de saúde.
Além disso, o Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos - ISMP, estabelece também uma lista
de recomendações para dos medicamentos potencialmente perigosos - MPP na instituição de saúde:
Padronizar prescrição, dispensação, preparação, administração e armazenamento;
Utilizar etiquetas auxiliares com cores ou sinais de alerta diferenciados nas embalagens;
mplantar práticas de dupla checagem na dispensação, preparo e administração;
Limitar o número de apresentações e concentrações disponíveis, particularmente de anticoagulantes,
opiáceos e insulinas;
Retirar das enfermarias e ambulatórios soluções concentradas de eletrólitos, particularmente cloreto de
potássio injetável;
Estabelecer e divulgar as doses máximas desses medicamentos;
Fornecer e melhorar o acesso à informação sobre estes medicamentos;
Utilizar indicadores para gerenciamento dos erros de medicação e incorporar alertas de segurança nos
sistemas informatizados de prescrição e dispensação.
 
   
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Já foram desenvolvidas várias intervenções para a redução dos incidentes relacionados à medicação - IRM.
Para apoiar essas intervenções e, para que sejam eficazes a National Patient Safety Agency - NPSA propõe o
uso da ferramenta Easy-to-use (fácil de usar), para avaliação de risco na área da saúde. Visandopromover a
vigilância na identificação de risco e as formas em que o risco pode ser minimizado. O uso desta ferramenta
aumenta a conscientização e a compreensão da importância da prática de avaliação de risco e estimula, na
equipe de Enfermagem, a promoção da vigilância na identificação de riscos e, como os riscos podem ser
reduzidos ou eliminados.  Para tanto a NPSA orienta que o termo PERIGO, indica situações com potencial
para causar danos e, o termo RISCO, como a probabilidade de um evento adverso e em um período
especifico ocorrer. No quadro, os cinco passos para utilização da ferramenta Easy-to-use.
Passos Fazer perguntas Estratégia Recomendações
 
Passo 1
 
O que pode dar
errado?
Identificar os
perigos
 
 
Considere as
atividades dentro do
contexto físico,
ambiente e da cultura
organizacional. e, os
funcionários que
realizam a atividade.
Leve em consideração
o que deu errado
anteriormente e o 
near-miss que ocorreu
agora. Aprender com
as experiências
anteriores e com os
dados da organização.
1. Observar o local de trabalho (setor ou
unidade de internação). Converse com os
pacientes e funcionários;
2. Faça mapeamento e avalie a atividade e
identificar o potencial incidente;
3. Converse com paciente-família e equipe
multidisciplinar para obter informações.
Passo 2
Quem está
exposto ao
perigo?
O que pode dar
errado?
 
É necessário
antecipar-se e tentar
impedir que o
incidente que resulte
em dano.
1. Considerar todos os envolvidos como
paciente-família, visitante e equipe de
trabalho que podem ser afetados.
2. Lembrar-se de que os pacientes mais
vulneráveis são os mais propensos a sofrer
danos.
3. Considerar a complexidade de cada tarefa.
  
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O Monitoramento dos indicadores para a dispensação segura. A farmácia deve registrar e
notificar erros de dispensação ao Núcleo de Segurança do Paciente: conforme recomenda
o Ministério da Saúde em 2014.
Passo 3
Há a necessidade
de novas
medidas?
Avalie os riscos e
decida sobre as
precauções.
 
Verifique o que pode
acontecer, a
frequência com que
pode ocorrer e
possíveis efeitos.
1. Identificar a probabilidade do incidente
ocorrer na unidade e as consequências. Ex.:
IRM com insulina.
2. Averiguar a existência de protocolo. Ex.:
protocolo de administração de medicamentos
potencialmente perigosos - MPP
3. Reavaliar os riscos e, verificar se as
precauções foram tomadas. Ex.: checar o
medicamento com os "nove certos" antes de
administrá-lo;
4. Utilizar matriz de risco (risk matrix)*
Passo 4
Registrar as
descobertas e as
ações propostas.
Identificar quem
as executará e
registrar a data da
implementação.
(Sistematizar a
documentação).
Um sistema eficiente e
sucinto de
documentação é
essencial para
proteger a todos e,
Você precisa mostrar
que:
 
1. Identificar todos os riscos minuciosamente
e, tratar todos os riscos significativos.
2. Verificar se as condutas tomadas são
adequadas à realidade e, os riscos
remanescentes são aceitáveis.
3. Atentar para que as propostas sejam
eficazes e sustentáveis.
Passo 5
Revise a avaliação
de risco e atualize
se necessário.
 
Mantenha a
documentação
atualizada.
 
1. Revise a avaliação de risco periodicamente, 
quando houver mudança;
2. Reavaliar rotineiramente ou anualmente os
riscos relacionados ao ambiente de trabalho.
Exemplos: estresse, sobrecarga, situações de
urgência, interrupções das atividades,
situações que possam elevar o grau de perigos
e riscos.
3. Revise quando houver mudança significativa
na rotina de trabalho.
Se os benefícios do cuidado de enfermagem
superarem o risco, o grau de risco evitável
pode ser aceito.
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Nome do indicador Taxa de erros na dispensação de medicamentos.
Objetivo do
indicador
Monitorar a ocorrência de erros na atividade de separação /
dispensação de medicamentos para atendimento ao paciente.
Fórmula do
indicador 
nº medicamentos dispensados com erro x 100
nº total de medicamentos dispensados
Periodicidade
mínima de
verificação
Mensal
Explicação da
fórmula
 
N° de medicamentos dispensados com erro de omissão,
concentração/forma farmacêutica erradas ou medicamento
errado.
São erros de omissão quando o medicamento é prescrito, mas
nenhuma dose (unidade) é dispensada ou o número de doses
dispensadas é menor que o prescrito.
São erros de concentração/forma farmacêutica quando o
medicamento é dispensado em concentração diferente (maior ou
menor) ou forma farmacêutica diferente daquela prescrita.
O medicamento errado ocorre quando prescrito um
medicamento e dispensado outro, podendo estar associado a
medicamentos com nome ou pronúncia similares, sendo possível
a troca no momento da dispensação N° total de medicamentos
dispensados: todos os medicamentos dispensados em
determinado período de tempo.
Fonte de
Informação
Prescrição médica ou odontológica (eletrônica, transcrita ou
manual).
Coleta de dados
Elaborar planilha para registro do número total de
medicamentos dispensados e dos medicamentos dispensados
com erro de omissão, concentração, forma farmacêutica e
medicamento errado.
Observações
Em farmácias com sistemas informatizados, este poderão ser
preparados para emitirem relatório com as informações
necessárias para a aplicação da fórmula do indicador
Responsável Farmacêutico
BRASIL, 2014
13
13
13
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Monitoramento de indicador para a administração segura de medicamento. Os eventos
adversos relacionados à administração de medicamentos devem ser notificados ao Núcleo
de Segurança do Paciente:
Nome do
indicador
Taxa de erros na administração de medicamentos.
Objetivo do
indicador
Monitorar a ocorrência de erros na atividade de administração de
medicamentos para atendimento ao paciente.
Fórmula do
indicador
nº medicamentos administrados com erro de omissão x 100
nº total de medicamentos administrados
Periodicidade
mínima de
verificação
Mensal.
Explicação da
fórmula
N° de medicamentos prescritos mas não administrados (erro de
omissão): são os itens prescritos mas não administrados
(checados).
N° total de medicamentos administrados: todos os medicamentos
prescritos em um determinado período de tempo.
Fonte de
Informação
Registros de enfermagem na prescrição médica ou odontológica
(eletrônica, transcrita ou manual).
Coleta de dados
Elaborar planilha para registro do número total de medicamentos
prescritos mas não administrados dividido pelo número total de
medicamentos prescritos. Totalizar os dados e aplicar a fórmula.
Responsável Enfermeiro
BRASIL, 2014
Para concluir, enfatizamos que a administração de medicamentos requer conhecimento e cuidados de
enfermagem especializados, ressaltando-se a importância de profissionais estarem comprometidos e
constantemente atualizados, para que possamos oferecer uma assistência de qualidade, segura e livre de
danos.
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SAIBA MAIS
Propomos aos alunos realizem pesquisa sobre o tema  "Desafio global de segurança do paciente -
 Medicação sem dano" proposto pela Organização Mundial de Saúde - OMS, que pretende publicar
no primeiro semestre de 2017, sobre Práticas de medicação inseguras e erros relacionadas a
medicação.
Acompanhe no endereço eletrônico, disponível em: http://www.who.int/patientsafety/en/. Acesso
em: 18 de abr. 2017.
Para conhecer o instrumento matriz de risco  (risk matrix), veja a página, disponível em:
http://coren-sp.gov.br/sites/default/files/uso-seguro-medicamentos.pdf.  Acesso em: 18 de
abr. 2017.
Acesse à lista completa de medicamentos potencialmente perigosos - MPP ou de alta vigilância de
uso hospitalar e ambulatorial, recomenda-seo acesso ao  endereço eletrônico,  disponível
em: www.ismp-brasil.org. Acesso em: 18 de abr. 2017.
ATIVIDADE
A ferramenta Easy-to-use (fácil de usar), é utilizada para avaliação de
risco na área da saúde. Identifique os cinco passos preconizados. 
A. Quem está exposto ao perigo?
B. O que pode dar errado? Identificar os perigos
C. Há a necessidade de novas medidas?
D. Registrar as descobertas e as ações propostas.
E. Revise a avaliação de risco e atualize se necessário.
ATIVIDADE
Os erros podem ocorre em diferentes fases do processo do preparo e
administração da medicação. Identifique a alternativa incorreta. 
A. Erros de  prescrição:  Seleção incorreta do medicamento (de acordo com contraindicações, alergias
conhecidas ou outros fatores). Monetarização, dose, via de administração, concentração, velocidade
de infusão, instruções de uso inadequadas feitas pelo medico; prescrições ilegíveis ou que possam
induzir a erro.
B. Erro de  transcrição:  Equívocos na transcrição da prescrição medica manual para o sistema de
prescrição eletrônica.
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C. Erros de distribuição/ dispensação: São os erros que ocorrem no momento da dispensa/dispensação
dos medicamentos pelos serviços farmacêuticos (doses diferentes das prescritas, diferentes formas
farmacêuticas e apresentações dos medicamentos, outro medicamento diferente do originalmente
prescrito).
D. Erro de concentração:  Medicamento incorretamente formulado ou manipulado antes
da  administração (reconstituição ou diluição incorreta, associação de medicamentos físico ou
quimicamente incompatíveis). 
E. Erro de administração: Podem ser incluídas aqui doses administradas pela via incorreta (diferente da
prescrita), ou pela via correta, mas no local errado (troca do olho/ouvido, esquerdo pelo direito) e os
casos em que o padrão de administração não e respeitado (por exemplo, velocidade de infusão).
REFERÊNCIA
World Health Organization - WHO. World Alliance for Patient Safety. Global Patient Safety Challenge:
2005- 2006. WHO Press; 2005. Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/en/
(http://www.who.int/patientsafety/en/). Acesso em: 18 abr. 2017.
World Health Organization -  WHO. World Alliance for Patient Safety. Forward Programme -  2008-2009.
Disponível em: www.who.int/patientsafety/en (http://www.who.int/patientsafety/en.). Acesso em: 18 abr.
2017.
World Health Organization - WHO. Drug resistance. Disponivel em:http://www.who (http://www.who/).
Acesso em: 18 abr. 2017.
World  Health organization - WHO, 2017. Medication Without Harm: WHO's Third Global Patient Safety
Challenge. Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/medication-safety/en/
(http://www.who.int/patientsafety/medication-safety/en/). Acesso em: 18 abr. 2017.
Organização Mundial de Saúde - OMS. Abstracts and Speakers 2nd Global Ministerial Summit on Patient
Safety 2017. Workshop 6: Safety of Medication Therapy. Disponível em:
http://www.bundesgesundheitsministerium.de/fileadmin/Dateien/3_Downloads/P/Patientensicherheit/Abst
racts_and_Speakers_Patient_Safety.pdf
(http://www.bundesgesundheitsministerium.de/fileadmin/Dateien/3_Downloads/P/Patientensicherheit/Abs
tracts_and_Speakers_Patient_Safety.pdf). Acesso em: 18 abr. 2017.
Cassiani S. A segurança do paciente e o paradoxo no uso do medicamento. Rev. Bras. Enferm.
2005;58(3):95-9.
Organização Mundial de Saúde. Estrutura conceitual da classificação internacional sobre segurança do
paciente: relatório técnico final. Tradução realizada pela Divisão de Segurança do Doente, Departamento da
Qualidade na Saúde. Lisboa: Direção Geral de Saúde; 2011. Disponível em:
file:///C:/Users/Usu%C3%A1rio/Desktop/CLASSIFCA%C3%87%C3%83O%20DE%20ERRO%20DE%20MEDICA
%C3%87%C3%83O.pdf
(file:///C:/Users/Usu%C3%A1rio/Desktop/CLASSIFCA%C3%87%C3%83O%20DE%20ERRO%20DE%20MEDIC
A%C3%87%C3%83O.pdf). Acesso em: 30 abr. 2017.
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http://www.bundesgesundheitsministerium.de/fileadmin/Dateien/3_Downloads/P/Patientensicherheit/Abstracts_and_Speakers_Patient_Safety.pdf
http://www.bundesgesundheitsministerium.de/fileadmin/Dateien/3_Downloads/P/Patientensicherheit/Abstracts_and_Speakers_Patient_Safety.pdf
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