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PSICOLOGIA JURÍDICA: Aspectos Epistemológicos da Psicologia 
Forense, Análise de Temais Atuais do Direito com aplicação da 
Psicologia Forense e Questões Discursivas. 
 
 Domingos Amândio Eduardo1 
Camila de Carvalho Ouro Guimarães2 
 
 
RESUMO 
 
Trata-se de trabalha acadêmico de Psicologia Jurídica baseado na abordagem dos 
aspectos epistemológicos da Psicologia Forense, relação entre o Direito e a Psicologia, 
conceitos, análise dos aspectos Bioéticos e seus Princípios Prima Facie sob a ótica de 
Beauchamp e Childress (Não Maleficência, Não Maleficência, Autonomia e Justiça) 
frente a Psicologia Forense. Aborda ainda temas do Direito de Família como violência 
doméstica e a alienação parental; do Direito do Trabalho tal como o assédio moral, 
assédio sexual e o racismo institucional. Em matéria de Direito Penal aborda noções de 
Imputabilidade e Inimputabilidade frente ao Transtorno de Conduta e Transtorno de 
Personalidade Antissocial. 
 
 
Palavras chaves: Psicologia Jurídica, Psicologia Forense, Questões Discursivas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1Acadêmico do 5º Ano do Curso de Direito da Faculdade CNEC de Joinville. Graduado em Teologia. Pós-
graduado em Sociologia, Ciência Política, Direitos Humanos e Realidades Regionais. Mestrando em 
Educação. domingoseduardo12@hotmail.com 
2 Professora e coordenadora do Curso de Direito na CNEC. Docente no Ensino Superior desde 2004 com 
seguinte formação: - Graduada em Direito. -Pós-Graduada em Direito Processo Civil; Resp. Civil e Direito 
do Consumidor; Direito Constitucional; Direito e Saúde Pública; Docência do Ensino Superior; 
Planejamento, Implementação e Gestão em EAD; Especialização em Direito Comparado; Direito 
Ambiental pela University of Florida: L. College of Law; - MBA em Gestão de Negócios ênfase em 
Instituições de Ensino Superior; Gestão e Políticas Públicas ênfase em Segurança; Gestão Ambiental. - 
Mestre em Educação pela Universidade de Jaen na Espanha; Mestre em Bioética, Ética Aplicada, Saúde 
Coletiva: PPGBIOS - Programa em Associação UFRJ, UFF, FIOCRUZ e UERJ; -Coord. Curso Direito CNEC Ilha 
do Governador. Doutoranda em Direito pela UBA: Universidad de Buenos Aires 
mailto:domingoseduardo12@hotmail.com
Introdução 
 
A Psicologia é definida como a ciência cujo objeto principal é analisar, 
compreender e ajudar a sociedade a compreender comportamentos e as 
atividades psíquicas. As demandas do ser humano relacionadas com o fórum 
mental são de difícil compreensão, e muitas vezes impossíveis de serem 
controladas, mas possíveis de serem estudadas. 
Por serem basicamente intrínsecos à cada ser humano em particular, os 
fenômenos psíquicos revestiram-se sempre de excepcionalidade no 
conhecimento. Por esse motivo a extraordinária expansão da psicologia como 
ciência, profissão e ensino conferiram-lhe elevado e constante reconhecimento, 
haja vista que contribuiu para que fossem solucionados diversos e antigos 
problemas antrópicos, pessoais e sociais. 
Associada ao ramo do Direito, transformou-me em um ramo de estudo 
fundamental para auxiliar profissionais desta área para melhor lidarem com 
indivíduos alvos e violadores de prerrogativas legais. 
Destarte, pode-se definir a psicologia jurídica como uma vertente de 
estudo da psicologia consistente na aplicação dos conhecimentos psicológicos 
aos assuntos relacionados ao direito, principalmente quanto à saúde mental, 
quanto aos estudos sócio-jurídicos dos crimes e quanto a personalidade da 
pessoa natural e seus embates subjectivos. Por este motivo, a psicologia forense 
tem se dividido em outros ramos de estudo, de acordo com as matérias a que se 
referirem (GONÇALVES; BRANDÃO, 2011). 
Ainda nas palavras de Gonçalves e Brandão, a Psicologia Jurídica auxilia 
a avaliação da veracidade e a validade do testemunho, produzindo diagnósticos 
e predizendo condutas associadas a processos de tutela, guarda, interdição, 
progressão e regressão de penas ou medidas socioeducativas entre outras 
aplicações 
A Psicologia Jurídica é uma área de estudos emergente enquanto 
especialidade da ciência psicológica, isto se tomarmos como base ou referencial 
comparativo as áreas tradicionais de formação e atuação da Psicologia, tais 
como a Psicologia Escolar, a Psicologia Organizacional e a Psicologia Clínica. A 
psicologia Jurídica tem congruências óbvias com o Direito, que resultam em 
proximidades e equidistâncias epistemológicas e conceituais que permeiam a 
atuação do psicólogo jurídico. Dentre os setores da Psicologia Jurídica estão 
aqueles mais tradicionais, como a atuação em Fóruns de justiça e Prisões, e 
outros mais inovadores, como como a Mediação e a Autópsia psíquica 
(FRANÇA, 2004). 
Segundo MORRIS, Charles G. e Albert A. Maisto, 
a Psicologia é o estudo científico do comportamento e dos 
processos mentais. Algumas pessoas poderiam pensar que os 
psicólogos estão interessados apenas em comportamentos 
anormais. Na verdade, eles estão interessados em todos os 
aspectos do pensamento e do comportamento humanos. 
 A especificidade da nossa disciplina requer que se tracem paralelos e 
distinções entre a Psicologia Jurídica e a Psicologia Forense, que apesar de 
parecidas, são ramos de estudo distintos. Segundo Urra (1993), a Psicologia 
Jurídica engloba a Psicologia forense e a Psicologia criminológica. 
 Nestes termos, reza a história que já desde os idos 1792 que pareceres 
psicológicos passaram a ser solicitados pelos tribunais dos Estados Unidos. Mas 
na Europa a Psicologia Jurídica somente passou a ser conhecida após as ações 
de Lombroso no ramo da psiquiatria, isto na Itália de 1876, e de Kestschmer na 
Alemanha de 1955 (FREITAS, 2010). 
 A psicologia jurídica auxilia no trabalho de assistentes sociais ou 
sociólogos, os escritórios de advocacia e juizados, com o objetivo de colaborar 
para o esclarecimento de conflitos judiciais, a encontrar as melhores estratégias 
para dirimir os efeitos psicológicos negativos de uma determinada decisão 
judicial. Tratando-se do sistema penal acusatório, a Psicologia jurídica é apta 
para sustentar dados empíricos bem alinhavados acerca de acusados, de forma 
que seus argumentos sejam persuasivos, mas, ao mesmo tempo, não sejam 
discriminatórios nem levianos (FREITAS, 2010). 
 
1. Psicologia forense 
Segundo o Infopédia 
a psicologia forense ou judiciária é um campo da psicologia que 
consiste na aplicação dos conhecimentos psicológicos aos 
propósitos do direito. Dedica-se à proteção da sociedade e à 
defesa dos direitos do cidadão, na perspectiva psicológica. 
Enquanto que a psicologia é o estudo do comportamento 
humano e animal, o termo forense refere-se, num sentido 
restrito, às situações que se apresentam nos tribunais. Deste 
modo, a psicologia forense são todos os casos psicológicos, que 
são levados à tribunal. Por outras palavras, esta ciência (tal 
como a psiquiatria forense) nasceu da necessidade de 
legislação apropriada para os casos dos indivíduos 
considerados doentes mentais, apesar de terem cometido atos 
criminosos ou pequenos e grandes delitos. 
 
O psicólogo forense deve ser especialista e ter conhecimentos da 
psicologia antes dos jurídicos, possuir a capacidade ou olhar clínico e possuir 
um conhecimento pormenorizado da psicopatologia. O seu exercício é, 
normalmente, praticado nas instituições hospitalares, especialmente, do tipo 
psiquiátrico. 
 Já a psicologia criminal é o ramo da psicologia que se dedica ao estudo 
do comportamento criminoso. Ela tenta descobrir a história pessoal do indivíduo 
criminoso e todo o conjunto de processos psicológicos que o conduziram à 
criminalidade. 
O intuito primordial do psicólogo forense é munir advogados, juízes, 
desembargadores, promotores, procuradores, entre outros profissionais do 
Direito, de uma bagagem psicossocial e cultural sobre o comportamento humano 
para que as decisões tomadas em situaçõesde tribunais seja as menos injustas 
possíveis (FREITAS apud RASKIN, 1994). 
Tanto a Psicologia Jurídica quanto a Forense são ramos do direito que se 
alinham aos princípios defendidos pela bioética. Tanto é assim que os elementos 
de hipossuficiência, vulnerabilidade e autonomia previstos no rol dos princípios 
bioéticos descritos por Beauchamp e Childress (1979), encontram-se de alguma 
forma normatizados dentre dispositivos jurídico-legais como o Estatuto da 
Criança, do Adolescente, do Idoso e do Deficiente, os quais, em tese, claramente 
do fórum inicialmente psicológico, defendem a não-maleficência; beneficência; 
autonomia e justiça de indivíduos em situação de vulnerabilidade. 
A psicologia Forense relaciona-se com os aspectos bioéticos e seus 
princípios sob a ótica de Beauchamp e Childress (Não Maleficência, Não 
Maleficência, Autonomia e Justiça). Podemos citar, como exemplo, em disputas 
pela custódia dos filhos é avaliada a autenticidade da opinião infantil a favor de 
um dos pais considerando-se sua idade, ou seja, pode-se avaliar se uma criança 
foi manipulada a emitir certa preferência ou se realmente está manifestando seu 
laço afetivo mais forte. 
Em uma situação de cerceamento da liberdade de um idoso ou da 
possibilidade de internação com interdição de uma pessoa (idosa, deficiente, 
menor, ou incapaz), observando os princípios da bioética, o juiz certamente se 
valerá dos conhecimento e préstimo de um profissional de psicologia jurídica ou 
forense para aferir com exatidão as questões em volta de um processo e assim 
julgar e decidir com o máximo de equidade possível. 
Neste sentido, juízo é a faculdade psicológica dos profissionais, 
embasada no universo sociocultural do indivíduo, de discernir, imparcialmente, 
entre duas situações conflitantes – em geral de defesa e de acusação. A partir 
de tal dinâmica psíquica, o juiz elabora um enunciado sobre a questão – o 
veredicto – e o ratifica como julgamento ou sentença declaratória. É nesses 
termos que o juízo pressupõe uma apreciação legal, comparação cultural e 
avaliação psicológica dos fatos da querela, emitindo, posteriormente, postulados 
não pessoais sobre ela (FREITAS, 2010). 
Assim sendo, fica claro que o psicólogo forense é um profissional que 
deve possuir formação adicional em Psiquiatria e Direito, o que lhe permitirá 
aplicar seus saberes às questões levantadas pelo sistema legal do seu local de 
atuação. Alguns fóruns possuem serviços de apoio psicológico, e em situações 
emergenciais é possível recorrer à uma prática clínica. É possível também 
ocorrer disputas judiciais problemáticas, e para isso o sistema de justiça está 
munido de serviços de apoio psicológico. 
Neste sentido, passamos a aferir como principal propósito da Psicologia 
forense, o de fornecer avaliações que possam ser utilizadas por cortes, 
advogados e até mesmo por instituições de detenção. Ela também é assaz 
profícua na distinção entre um trauma ou síncope psicológica verdadeira da 
simulada, já que as desordens mentais graves autênticas podem conduzir à 
prática de algum delito involuntário (FREITAS, apud RASKIN, 1994). 
Freitas (2010) avalia como bastante útil a utilização da Psicologia forense 
para se elaborar laudos durante a acareação em processos que envolvam crimes 
de exploração sexual e de maus-tratos, mais um elemento que claramente atesta 
a relação próxima e até certo ponto simbiótica entre os princípios da Bioética 
com a Psicologia Jurídica e Forense. 
É de extrema importância também em situações mais comuns, o 
psicólogo forense ajudar a descobrir, por exemplo, se uma pessoa 
psiquicamente enferma se auto-acusa ou se incrimina inocentemente por um 
delito grave levado a cabo por outrem (FREITAS, 2010). 
Todos os cuidados tomados com recurso às técnicas da Psicologia 
Jurídica e Forense vão de encontro à proteção das garantias constitucionais da 
ampla defesa e do princípio do contraditório, pressupostos caros demais no 
processo de prossecução penal e busca pelo conceito de justiça. 
De acordo com o Portal Educação, 
Toda a prática do psicólogo, seja ela qual for, deve ser pautada 
por princípios éticos, os quais são aprendidos, no mínimo, 
durante sua formação, constam do seu código deontológico 
(Código de Ética), são reafirmados em várias legislações, além 
de permearem as supervisões profissionais e terapia pessoal 
desse profissional. 
 
Existe um código de ética para os profissionais da psicologia (2005), e 
nele estão presente oito princípios principais que orientam o trabalho da classe. 
No seu 1º artigo pode-se ler que são deveres fundamentais dos psicólogos, entre 
outros: 
1. Conhecer, divulgar, cumprir e fazer cumprir este Código. 
2. Assumir responsabilidades profissionais somente por 
atividades para as quais esteja capacitado pessoal, teórica e 
tecnicamente. 
No artigo 2º, do mesmo Código, constam as proibições ao 
psicólogo e entre elas destacam-se: 
1. Emitir documentos sem fundamentação e qualidade técnico-
científica. 
2. Ser perito, avaliador ou parecerista em situações nas quais 
seus vínculos pessoais ou profissionais, atuais ou anteriores, 
possam afetar a qualidade do trabalho a ser realizado ou a 
fidelidade aos resultados da avaliação. 
O profissional de psicologia jurídica e forense está sujeito à necessidade 
ética do respeito ao sigilo em relação às informações colhidas durante perícia ou 
a ele transmitidas durante consulta com paciente. Neste sentido, é claro o Código 
de Ética do psicólogo quando aponta, principalmente nos seus artigos 9, 10 e 
11, que: 
1. É dever de o psicólogo respeitar o sigilo profissional para 
proteger a intimidade das pessoas, grupos ou organizações. 
2. O psicólogo poderá decidir pela “quebra de sigilo”, baseando 
sua decisão na busca do menor prejuízo. Em caso de quebra do 
sigilo, o psicólogo deverá restringir-se a prestar as informações 
estritamente necessárias. 
3. Quando requisitado a depor “em juízo” (em qualquer atividade 
jurídica, testemunha, perito, assistente, etc.), o psicólogo poderá 
prestar informações, considerando o previsto no seu Código de 
Ética Profissional. 
 
Em relação à questão do sigilo, seria ideal que houvesse o mesmo nível 
de confidencialidade entre os contextos clínico/voluntário e forense/não 
voluntário (Portal Educação apud ESPADA, 1986). Mas, o próprio objetivo da 
avaliação forense já impõe limites ao sigilo, pois o laudo do psicólogo tem por 
função auxiliar o sistema judicial gerando informações técnicas que irão aos 
autos do processo. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Depreende-se da síntese realizada, que a Psicologia exerce relevante 
papel no universo jurídico-legal, pois através dela é possível o jurista pode 
compreender melhor as características e ações humanas, e contribuir para 
atendimentos e prestação de serviços mais humanizados por parte dos juristas, 
em benefício da sociedade. 
É possível compreender também que a Psicologia e o Direito são 
complementares entre si, e isto é uma realidade há vários anos. Esta interação 
tem contribuído para que a aplicação do Direito seja cada vez mais justa. 
Apesar das debilidades do nosso sistema de justiça e do sistema 
penitenciário, o recurso à Psicologia é crucial para acompanhamento e 
recuperação de delinquentes, desde a infância até a idade adulta, a fim de 
contribuir para a efetiva reintegração dos infratores, e também como ferramenta 
de análise dos riscos para a permanência dos “recuperados” na sociedade. 
 
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