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Gramática da Linguagem Visual
Elementos da linguagem visual
Desde os primórdios da história da humanidade o homem realiza obras que expressam vivências a nível pessoal individual ou coletivo que classificamos hoje como arte dos povos primitivos, consistiu no exercício de atividades como a edificação de templos, casas, a realização de pinturas e esculturas, a fabricação de objetos e utensílios ou a tecelagem de padrões. No que toca especialmente à pintura, que é objeto do nosso estudo, desde a pré-história os “artistas” utilizaram os elementos básicos da gramática visual – o ponto, a linha, a cor, a textura, a mancha e o volume - para expressar emoções através das diversas obras que chegaram até nós como testemunho.
O Ponto
Georges Seurat (1859-91) utilizou como ponto de partida o método impressionista de pintura, estudou a teoria científica da visão cromática e decidiu construir os seus quadros por meio de pequenas e regulares pinceladas de cor ininterruptas como um mosaico. Esperava que isso levasse à mistura das cores no olho (ou melhor, no cérebro), sem que perdessem a consistência e a luminosidade. Essa técnica extrema, que se tornou conhecida como pontilhismo, pôs em risco a clareza das suas pinturas, ao evitar todos os contornos e ao decompor cada forma em zonas de pontos multicolores. Existe algo de quase egípcio na ênfase de Seurat sobre as verticais e horizontais, que o levou a distanciar-se cada vez mais da reprodução fiel das aparências naturais e no sentido de uma exploração de padrões interessantes e expressivos.
A linha
A palavra linha vem do latim “línea”, que significa extensão com uma só dimensão. A trajetória de um ponto no espaço é uma linha. Se imaginarmos que o ponto se desloca sempre na mesma direção, dá origem a uma linha reta. Se mudar constantemente de direção, dá origem a uma linha curva. A linha é utilizada por nós todos os dias. Para escrever, para sublinhar ou para desenhar, ela pode ter várias expressões e intensidades. Os artistas utilizam-na das mais variadas maneiras: reta, curva, quebrada ou mista, grossa ou fina, definindo as formas ou estruturando o espaço. Vamos conhecer alguns artistas e a maneira como eles abordavam a linha.
A Textura
Visualmente, a textura não é mais do que um conjunto determinado de pequenos sinais, fáceis de interpretar pelo cérebro. A textura sente-se quer quando olhamos, quer quando tocamos uma superfície.A Textura é, portanto, uma sensação visual e táctil. Ela caracteriza mais profundamente as superfícies das formas tridimensionais, permitindo o seu reconhecimento e a sua identificação com maior exatidão e rapidez.
A Cor
O conhecimento dos elementos visuais modifica o conhecimento que adquirimos acerca das coisas que estão à nossa volta e facilita o processo de comunicação visual. Estes elementos são observados nas formas que nos rodeiam e são utilizados no desenho e na pintura para comunicar ideias e transmitir sensações e sentimentos. Vamos saber mais sobre o elemento visual cor e de que forma alguns artistas a usaram nas suas obras.
O volume e a mancha
A relação formal entre as manchas coloridas e o volume presentes em uma obra constitui a sua estrutura fundamental, guiando o olhar do espectador e propondo-lhe sensações de calor, frio, profundidade, sombra, entre outros. Estas relações estão implícitas na maior parte das obras de arte.
A Mancha de cor é considerada por muitos como a base da imagem.
Gramática da Linguagem Visual
Elementos da linguagem visual
Desde os primórdios da história da humanidade o homem realiza obras que expressam vivências a nível pessoal individual ou coletivo que classificamos hoje como arte dos povos primitivos, consistiu no exercício de atividades como a edificação de templos, casas, a realização de pinturas e esculturas, a fabricação de objetos e utensílios ou a tecelagem de padrões. No que toca especialmente à pintura, que é objeto do nosso estudo, desde a pré-história os “artistas” utilizaram os elementos básicos da gramática visual – o ponto, a linha, a cor, a textura, a mancha e o volume - para expressar emoções através das diversas obras que chegaram até nós como testemunho.
O Ponto
Georges Seurat (1859-91) utilizou como ponto de partida o método impressionista de pintura, estudou a teoria científica da visão cromática e decidiu construir os seus quadros por meio de pequenas e regulares pinceladas de cor ininterruptas como um mosaico. Esperava que isso levasse à mistura das cores no olho (ou melhor, no cérebro), sem que perdessem a consistência e a luminosidade. Essa técnica extrema, que se tornou conhecida como pontilhismo, pôs em risco a clareza das suas pinturas, ao evitar todos os contornos e ao decompor cada forma em zonas de pontos multicolores. Existe algo de quase egípcio na ênfase de Seurat sobre as verticais e horizontais, que o levou a distanciar-se cada vez mais da reprodução fiel das aparências naturais e no sentido de uma exploração de padrões interessantes e expressivos.
A linha
A palavra linha vem do latim “línea”, que significa extensão com uma só dimensão. A trajetória de um ponto no espaço é uma linha. Se imaginarmos que o ponto se desloca sempre na mesma direção, dá origem a uma linha reta. Se mudar constantemente de direção, dá origem a uma linha curva. A linha é utilizada por nós todos os dias. Para escrever, para sublinhar ou para desenhar, ela pode ter várias expressões e intensidades. Os artistas utilizam-na das mais variadas maneiras: reta, curva, quebrada ou mista, grossa ou fina, definindo as formas ou estruturando o espaço. Vamos conhecer alguns artistas e a maneira como eles abordavam a linha.
A Textura
Visualmente, a textura não é mais do que um conjunto determinado de pequenos sinais, fáceis de interpretar pelo cérebro. A textura sente-se quer quando olhamos, quer quando tocamos uma superfície.A Textura é, portanto, uma sensação visual e táctil. Ela caracteriza mais profundamente as superfícies das formas tridimensionais, permitindo o seu reconhecimento e a sua identificação com maior exatidão e rapidez.
A Cor
O conhecimento dos elementos visuais modifica o conhecimento que adquirimos acerca das coisas que estão à nossa volta e facilita o processo de comunicação visual. Estes elementos são observados nas formas que nos rodeiam e são utilizados no desenho e na pintura para comunicar ideias e transmitir sensações e sentimentos. Vamos saber mais sobre o elemento visual cor e de que forma alguns artistas a usaram nas suas obras.
O volume e a mancha
A relação formal entre as manchas coloridas e o volume presentes em uma obra constitui a sua estrutura fundamental, guiando o olhar do espectador e propondo-lhe sensações de calor, frio, profundidade, sombra, entre outros. Estas relações estão implícitas na maior parte das obras de arte.
A Mancha de cor é considerada por muitos como a base da imagem.

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