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Apostila Petrobras vibração

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PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
CURSO DE VIBRAÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MACAÉ-RJ 
1998 
 
ÍNDICE 
 
 
BR 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
Pg.:2/41 
BR 
 
 
Introdução ............................................................................................ Pg.03 
Vibração Convencional ..................................................................... Pg.06 
Frequência Natural............................................................................... Pg.11 
Avaliação Das Vibrações....................................................................... Pg.13 
Análise Das Frequências...................................................................... Pg.13 
Estudo das Fontes Vibratórias.............................................................. Pg.15 
Rolamentos........................................................................................... Pg.25 
Software PRISM 2................................................................................. Pg.26 
Software PRISM 4................................................................................. Pg.29 
Microlog CMVA10/CMVA30.............................................................. Pg.39 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.Curso de Vibrações para 
Mecânicos de Manutenção 
 
1.1 Introdução 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
Atualmente as industrias de processos têm 
enfrentado problemas gerais, tais como: 
redução de custos, aumento do tempo de 
operação das máquinas e outros 
problemas diversos inerentes a qualquer 
unidade produtiva. 
 
Com isso, a busca de técnicas que 
possibilitam solucionar esses problemas, 
tornou-se intensa. Uma destas alternativas 
é a programação de intervenções através 
do acompanhamento da qualidade de 
funcionamento das máquinas, conhecidas 
por Manutenção Preditiva ou Manutenção 
por Condição. 
 
A manutenção Preditiva diferencia-se da 
corretiva pelo fato de que a intervenção no 
equipamento somente ocorrerá a partir do 
momento em que este apresentar os sinais 
de falha, enquanto que na manutenção 
corretiva faz-se quando o equipamento 
quebra, implicando aumento de custos de 
manutenção (horas de parada, mão-de-
obra, falta de reposição, etc.). 
 
A manutenção preventiva é baseada na 
vida média dos componentes, sendo 
caracterizada por intervenções 
programadas em intervalos fixos de tempo. 
Esse procedimento da manutenção 
apresenta disponibilidade da máquina 
bastante superior ao da manutenção 
corretiva. As principais desvantagens da 
manutenção preventiva vem do fato de se 
realizar paradas de equipamentos, as 
vezes desnecessárias, aumentando os 
 
 
custos de manutenção em função da troca 
de componentes ainda em condições de 
uso, e a introdução de eventuais defeitos 
nos equipamentos durante a manutenção. 
 
A manutenção Preditiva se utiliza da 
análise de vibrações, termografia, 
ferrografia, análise de óleo, etc., para 
realizar uma avaliação segura das 
condições de funcionamento dos 
equipamentos, acompanhando da evolução 
de falhas detectas nas máquinas. Com 
isso, é possível fornecer previsões de 
quebra dos equipamentos, garantindo a 
operação sem riscos de quebra 
inesperadas até a execução de uma 
parada planejada. 
 
A análise de vibrações é a técnica utilizada 
na manutenção Preditiva para a avaliação 
de máquinas rotativas que apresenta um 
melhor custo/beneficio, em relação as 
demais técnicas, fornecendo dados que 
possibilitam prolongar a vida dos 
equipamentos, baseando-se nas 
informações obtidas durante a operação 
normal do mesmo. 
 
 
1.2 Manutenção Preditiva através 
de Média e Análise de Vibrações 
 
A implantação da Manutenção Preditiva em 
Máquinas rotativas através de medida e 
análise de vibrações, é necessário 
estabelecer o seguinte: 
 
• Aparelho de medição e registro das 
vibrações; 
• Lista dos equipamentos a serem 
medidos com respectiva identificação e 
cadastramento no sistema; 
• Levantamento de dados construtivos e 
operacionais dos equipamentos, tais 
como: rolamentos, número de dentes 
das engrenagens, rotação, potência, 
desenhos construtivos, etc.; 
 
• Histórico de manutenção dos 
equipamentos; 
• Escolha dos pontos de medição e sua 
identificação no sistema e na máquina; 
• Grandezas a serem medidas para cada 
ponto; 
• Níveis de alarme para cada ponto de 
medição; 
• Periodicidade das medições; 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
• Programação dos pontos de coleta de 
dados; 
• Informações e relatórios periódicos; 
 
 
1.3 Resultados Previstos 
 
As atividades de Manutenção Preditiva 
permitem ganhos financeiros para a 
empresa resultantes dos seguintes 
benefícios para a manutenção. 
 
A. Redução dos custos de manutenção - 
Com base na análise de vibrações e nas 
curvas de tendência, pode-se ter uma 
previsão de quando será necessária 
uma intervenção de manutenção, e 
quais os serviços a serem realizados, 
prolongando-se a vida útil de 
componentes, substituindo-as apenas o 
necessário. 
 
B. Aumento da eficiência das intervenções 
da manutenção - através da indicação 
antecipada dos elementos com falha e 
da avaliação dos resultados das 
intervenções. 
 
C. Aumento da disponibilidade dos 
equipamentos - A utilização de 
programas preditivos pode 
virtualmente eliminar paralisações 
imprevistas devido a falha de máquinas, 
bem como reduzir a necessidade de 
programação de paradas 
desnecessárias para serviços 
preventivos. 
 
D. Aumento da confiabilidade operacional - 
A eliminação de paradas não 
programadas aumenta a confiabilidade 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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1.4 Curvas de Tendência 
 
O gráfico que registra os níveis globais registrados ao longo do tempo, chama-se CURVA 
DE TENDÊNCIA. Através dessa curva, pode-se extrapolar com os resultados obtidos, 
realizando uma previsão da data de ocorrência de níveis de falha programando-se assim 
as intervenções com antecedência. 
 
 
 
 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
2.Vibração Convencional 
 
Fundamentos 
 
A vibração é um movimento oscilante ou de 
trepidação de uma máquina ou de algum 
elemento de máquina, saindo de sua 
posição de estabilidade (estática ou 
dinâmica). 
 
Como exemplo, tomemos uma massa 
suspensa presa ao referencial por uma 
mola, e que se movimenta a partir de sua 
posição neutra (repouso) até os limites 
superior e inferior, retornando à sua 
posição neutra, conf. figura. 
Neste ponto, estará completo UM CICLO 
DE OSCILAÇÃO. 
Dizemos que existe VIBRAÇÃO quando 
este ciclo se repete várias vezes numa 
unidade de tempo. 
 
O TEMPO gasto para completar UM CICLO 
é chamado PERÍODO e, a quantidade de 
ciclos numa unidade de tempo é chamada 
FREQUÊNCIA DO MOVIMENTO. 
Registrando graficamente este movimento 
temos o traçado senoidal desta “oscilação” 
,que obedece às leis cinemáticas do 
“MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES - 
MHS”. 
Em nossas máquinas temos caracterizado 
um movimento rotacional que segue as leis 
cinemáticas do “MOVIMENTO CIRCULAR 
UNIFORME - MCU”, por tratar-se de 
rotação constante no momento da 
medição. 
Comparando os movimentos MHS e MCU, 
percebemos que as equações matemáticas 
obedecem aos mesmos princípios e são 
representadas, de forma simplificada, como 
se segue: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Registro de movimento harmônico. 
 
 
 
 
Movimento harmônico com projeção de umponto 
que se move numa circunferência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No movimento harmônico, a velocidade e a 
aceleração estão à frente do deslocamento por /2 
e. W = 2. . n/60 → RPM 
 
 
 
2.1 Grandezas Físicas da 
Vibração 
As principais grandezas são, Amplitude, 
Frequência e Fase 
 
2.1.1 Amplitude de Vibração 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
A AMPLITUDE relaciona-se com a 
quantidade de energia contida no sinal 
vibratório mostrando-nos a criticidade e 
destrutidade dos eventos presentes. 
 
É plotada no “EIXO Y” cartesiano. 
 
Pode ser tomada em Deslocamento, 
Velocidade e Aceleração 
e suas curvas de confiabilidade de 
respostas são: 
 
 
 
t 
 
 
 
 
 
 
Podem ser obtidas nos sistemas métrico ou 
inglês. 
 
 
 AMPLITUDE 
 
MÉTRICO 
 
INGLÊS 
 
Deslocamento 
 
microns 
 
 mils 
 
Velocidade 
 
 mm/s 
 
 in/s 
 
Aceleração 
 
 G * 
 
 G 
 * 1,0 G = 9,81 m/s2 
 
 
A detecção do sinal pode ser em PICO, 
RMS OU PICO-A-PICO 
 
 
 
 
 
 
As Normas e Recomendações mais 
utilizadas são: 
 
ISO-2372, VDI-2056 e NBR-10.082 
(ABNT). 
 
 
2.2 Escolha do Ponto de Medição 
 
 
Nem todo equipamento de um complexo 
industrial oferece condições favoráveis 
para medição e são várias as 
considerações a serem analisadas para a 
prévia seleção: 
Eficiência, Custo, Acesso, Segurança do 
operador, etc. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
ONDE e COMO MEDIR VIBRAÇÃO ? 
 
A fonte de excitação de qualquer vibração 
é a RPM de trabalho, ou seja, a vibração 
surge quando a máquina é acionada dando 
movimento aos elementos rotativos. 
 
O “ELO DE LIGAÇÃO” entre as partes 
rotativas (dinâmicas) e as partes fixas 
(estáticas) de uma máquina são os seus 
mancais de apoio dos rotores. 
 
Assim, as vibrações excitadoras irão do 
rotor para a carcaça passando pelo mancal 
e suas características são INTERNAS 
(para as vibrações próprias e elásticas do 
rotor) e EXTERNAS (carregamento e 
ressonâncias). 
 
Em preditiva, é fundamental que os 
procedimentos de medição sejam 
conservativos, ou seja, tomadas de sinais 
devem ser feitas sempre no mesmo local e 
nas mesmas condições técnicas. 
 
Devemos escolher “O PONTO RÍGIDO 
MAIS PRÓXIMO DA FORÇA DE 
EXCITAÇÃO”, para que tenhamos a menor 
influência da “Impedância Mecânica” . 
Assim, o sinal será tão mais real quanto 
mais próximo da força de excitação. 
A “Impedância Mecânica” é a razão de 
absorção vibratória pela massa por onde o 
sinal irá “caminhar”. 
Grande impedância implica em grande 
atenuação das amplitudes originais. 
 
Para as vibrações de carregamento (cargas 
rotacionais sem impacto, do tipo 
desbalanceamento desalinhamento, etc) 
utilizamos a técnica da Vibração 
convencional e medimos nas três direções 
cartesianas: 
 
 
 
 
 
 H = Horizontal V = Vertical A = Axial 
 
 
 
 
 
Isto nos mostrará as direções mais 
evidentes das forças de excitação levando-
nos ao diagnóstico das fontes. 
 
Sinais de rolamentos e engrenagens 
devem ser tomados na direção da carga, 
p.ex. e, para medir o estado de 
conservação de rolamentos procuramos 
nos aproximar o máximo possível da “Zona 
de Carga”. 
 
Para engrenamentos helicoidais 
procuramos a direção axial e para 
engrenamentos retos, procuramos as 
radiais. 
 
Note-se que é fundamental conhecer o 
projeto da máquina para identificar com 
precisão a natureza dos esforços. 
 
Após a final definição do ponto de medição, 
este deve ser marcado com tinta ou fixação 
de disco acoplador. 
 
 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
 
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE 
COLETA DAS BOMBAS DE 
CAPTAÇÃO EURECA TENDER 
 
 
 
 
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS E 
COLETA DAS MOTO BOMBAS DE 
TRANSFERÊNCIA DE ÓLEO DE 1 E 
2 ESTÁGIOS 
 
 
 
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE 
COLETA DAS CAIXAS DE 
ENGRENAGENS DAS BOMBAS DE 
INCÊNDIO 
 
 
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE 
COLETA DAS MOTO BOMBAS DE 
TRANSFERÊNCIA DE ÓLEO DE 3 
ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.2.2 Frequência da Vibração 
 
Informa-nos sobre a natureza dos eventos 
repetitivos. 
 
É plotada no “EIXO X” cartesiano. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
Relaciona-se com a rotação fundamental 
da máquina, de forma proporcional inteira 
ou fracionada, identificada no espectro com 
HARMÔNICAS da rotação. 
 
No gráfico (espectro) de freqüências temos, 
p.ex.: 
 
 
 
 
 
É a grandeza que define o “RANGE” do 
espectro, o qual, contém as prováveis 
freqüências excitadoras da vibração. 
 
Pode ser tomada em: 
 
 * CPM - Ciclos Por Minuto 
 * CPS - Hz - Ciclos Por Segundo (1 Hz = 
60 CPS) 
 
2.2.3 Fase da Vibração 
 
Informa-nos sobre a interação cinética 
entre os esforços atuantes e a reação física 
da máquina ou componentes. 
 
Em máquinas rotativas temos o seguinte 
evento: 
 
Em um ponto de referência da máquina 
temos a atuação da força num determinado 
instante “t” e, para toda AÇÃO existe uma 
REAÇÃO igual e contrária. 
Contudo, em função da IMPEDÂNCIA 
MECÂNICA dos sistemas, estamos diante 
de um amortecimento da força de ação, o 
que torna a força de REAÇÃO menor do 
que a de AÇÃO. 
 
 
 
 
A força de AÇÃO é rotacional e, quando 
ocorrer a REAÇÃO, o ponto forçante não 
mais estará no ponto de referência. 
 
Esta DIFERENÇA ANGULAR é chamada 
de FASE DO MOVIMENTO. 
 
Outro conceito importante de FASE, é 
quando temos mais de um evento vibratório 
com amplitudes ou freqüências diferentes 
entre si. 
 
Dizemos que estas vibrações estão EM 
FASE, caso os ciclos se iniciem no mesmo 
angulo, num instante “t”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Frequência Natural 
 
Todo corpo na natureza possui uma 
freqüência natural própria de sua 
constituição física. 
 
De uma folha de papel, barra de ferro aos 
mais complexos sistemas, todos possuem 
Frequência Natural própria. 
 Força de Reação = Força de Ação-Amortecimento 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
Matematicamente ela é definida como 
sendo a relação entre a Rigidez (K) e a 
Massa (M) do corpo/sistema. 
 
Wn = 2  K/M [CPM ou Hz] 
 
A seguir, ilustramos um Sistema Massa-
Mola onde estão presentes a Massa “M” , 
a Força de Excitação “Fexc” , a constante 
de Rigidez “K” e a constante de 
Amortecimento “C” . A correta combinação 
desses fatores gera a estabilidade 
dinâmica desejada. 
 
 
 
 
 
 
 Esta figura pode ser entendida 
 como qualquer parte de máquinas 
 ou seja, uma chapa de carcaça, 
 mesa de mancal, eixo, rolamentos 
 e seus componentes, base de 
 concreto, ou ainda, qualquer 
 corpo na natureza. 
 
 
Os gráficos a seguir, mostram que, quando 
as freqüências Natural e de Excitação 
estão próximas (Wexc/Wn  1), a amplitude 
tende a infinito, levando à quebra da 
máquina quando a resistência mecânica é 
ultrapassada. 
 
Dizemos, então, que o sistema está em 
RESSONÂNCIA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3.1 Ressonância 
 
A RESSONÂNCIA é a interação física e 
matemática de dois ou mais eventos 
atuando simultaneamente. 
 
As energias dos eventos manifestando-se 
em freqüências idênticas ou próximas entre 
si, darão surgimento a excitações não 
previstas inicialmente nos mais diversos 
sistemas mecânicos, elétricos ou 
estruturais. 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
É objetivo daanálise espectral, identificar 
os vários componentes que podem gerar 
as interações para assim proceder as 
modificações necessárias para eliminá-las. 
 
Agregando o monitoramento periódico e 
sistemático, podemos identificar situações 
de ressonância as mais imprevisíveis, 
responsáveis, muitas das vezes, pela 
deterioração prematura de máquinas e 
componentes. 
 
Os exemplos mais comuns de 
RESSONÂNCIAS são: 
 
* RPM da máquina com CPM da estrutura 
 
* RPM de um componente com CPM de 
partes de rolamentos 
 
* CPM de área espectral com CPM de 
partes de rolamentos 
 
* CPM de engrenagens com CPM de 
carcaças e estruturas 
 
* CPM de componentes de máquinas com 
CPM de sensores 
 
* CPM de rolamentos com CPM de 
alimentação elétrica, dentre outros. 
 
Nos estudos de RESSONÂNCIA é comum 
confundi-la com BATIMENTO, devido à 
forma de manifestação, uma vez que nos 
dois casos existe um ruído modulado e 
característico, porém, de naturezas 
diferentes. 
 
RESSONÂNCIA é a interação entre 
energias de freqüências próximas, 
incluindo-se nestas, as freqüências naturais 
envolvidas, ao passo que o BATIMENTO é 
a interação simples de dois eventos de 
rotação similar. 
 
A RESSONÂNCIA é permanente e o 
BATIMENTO é transitório. 
 
O BATIMENTO possui um grau de 
destrutividade muito menor do que a 
RESSONÂNCIA, e isto é fundamental em 
preditiva. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
4.Avaliacão Das Vibrações 
 
Para todos os pontos de medição, é 
registrado o nível global de vibração, que 
representa a composição de várias fontes 
de vibração. Estes níveis avaliados, 
devendo permanecer dentro de faixas 
admissíveis. A partir de uma tendência de 
evolução desses níveis de vibração, é feita 
uma análise de freqüência para 
identificação da origem do problema. 
 
Os critérios de avaliação das condições de 
um equipamento estão baseados em 
normas como ISO 2372, tabela a seguir, 
que especificam limites que dependem 
somente da potência da máquina e do tipo 
de fundação. Indicações Confiáveis das 
condições de uma máquina é baseada na 
alteração das medidas relativas, isto é, a 
especificação de uma espectro de 
referência, ou nível a acompanhar a sua 
evolução. 
 
principal critério da avaliação de máquina 
rotativa em velocidade RMS é a norma ISO 
2372 de 1974. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Análise de Freqüências 
 
A análise de freqüências é a ferramenta 
eficiente para a identificação de defeitos 
em máquinas. 
 
Como já foi dito, ela é feita, basicamente, 
pelo ESPECTRO DE FREQUÊNCIAS 
processado em TEMPO REAL por meio 
das Transformadas Rápidas de Fourier 
(FFT). 
 
É fundamental o conhecimento completo 
do projeto da máquina para que possamos 
calcular e determinar as freqüências 
prováveis que estarão presentes no 
espectro, e assim, definir a Freqüência 
Máxima do espectro (RANGE), que irá 
contê-las. 
 
 
O “FATO GERADOR de vibrações é a 
RPM DA MÁQUINA” e todas as 
freqüências do espectro serão 
proporcionais a esta RPM, apresentando-
se inteiras ou fracionadas. 
 
Identificadas as freqüências, a etapa 
seguinte é saber se as amplitudes 
correspondentes são críticas. 
 
 
 
 
 
 
 
5.1 Resolução 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
Pg.:14/41 
BR 
A exatidão da análise depende da 
RESOLUÇÃO DO ESPECTRO. 
 
É comum, nos sistemas eletro-mecânicos, 
encontrarmos várias fontes vibratórias com 
freqüências muito próximas entre si, p.ex.: 
 
F1 - Freq. de Desalinhamento .. 7.160 CPM 
 
F2 - Frequência Elétrica .......... 7.200 CPM 
 
A diferença F1 - F2 = 40 CPM é chamada 
de Frequência de Referência - FREF. 
Os analisadores de espectros operam com 
o recurso da segmentação do RANGE com 
um número de divisões opcional. o qual, 
será utilizado caso a caso. 
 
É chamado de “NÚMERO DE LINHAS” 
As opções SKF, são: 100 -200 - 400 - 800 
- 1600 - 3200 - 6400. 
 
Assim, num espectro com o RANGE de 
0-60.000 CPM com 400 Linhas não seria 
possível separar F1 de F2, do exemplo 
anterior, pois, 
 
 
RRES = 60.000/400 = 150 CPM/divisão > 
40 CPM. 
 
A prática mostra que a Equação da 
Resolução, abaixo, nos permite emitir 
espectros confiáveis: 
 
Assim, o N.º Linhas ideal para o exemplo é 
3.200 Linhas, para gerar: 
RRES = 60.000/3.200 = 18,75 2 x FMAX/FREF ---> N.º Linhas 
> 2 x 30.000/10 
 
N.º Linhas > 6.000, levando-nos a definir 
6.400 Linhas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Resolução RRES = FMAX/Nº Linhasira romper o eixo por fadiga 
Grande incidência de quebras e empenos 
de eixos ocorrem em pontas de eixos com 
acoplamentos e rotores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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6.2 Desalinhamentos 
 
Tabela I - Quadro Ilustrativo De Diagnósticos De Vibração 
 
O ESPECTRO TÍPICO O RELAÇÃO DE FASES OBSERVAÇÕES 
 
DESBALANCEAMENTO DE MASSA 
 
 
O Desbalanceamento de Forças estará em fase e 
será permanente. A amplitude devida ao 
Desbalanceamento crescerá com o quadrado da 
velocidade (3X de aumento da velocidade = 9X de 
aumento na vibração). 1X RPM sempre está 
presente e normalmente domina o espectro. Pode 
ser corrigida pela colocação, simplesmente, de um 
peso de balanceamento em um plano no centro de 
gravidade do Rotor (CG). 
 
 
O Desbalanceamento de Acoplamento tende a 
ficar 180° fora de fase no mesmo eixo. 1X está 
sempre presente e normalmente domina o 
espectro. A amplitude varia com o quadrado do 
crescimento da velocidade. Pode provocar 
vibrações axiais e radiais elevadas. A correção 
exige a colocação de pesos de balanceamento em 
pelo menos 2 planos. Observe que pode existir 
aproximadamente 180° de dife-rença de fase 
entre as horizontais OB e IB, bem como entre as 
verticais OB e IB. 
 
 
O Desbalanceamento do Rotor em Balanço causa 
elevado 1X RPM tanto na direção axial como na 
direção radial. Leituras axiais tendem a estar em 
fase, enquanto leituras de fase radiais podem ser 
instáveis. Rotores em balanço comumente têm 
desbalanceamento de força e de acoplamento, 
cada um dos quais exigirá igualmente que se faça 
a correção. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
É uma importante fonte de vibrações em 
máquinas e pode, muitas das vezes passar 
desapercebida ou ser desprezada. 
 
Os tipos mais comuns são: 
 
• Paralelo ou OFF-SET 
 
 
• Angular 
 
 
 
• Misto ou combinado 
 
 
 
• Desalinhamento em transmissões por 
correia 
 
 
 
• Desalinhamento entre eixos engrenados 
 
 
• Desalinhamento entre mancais 
 
 
 
 
 
Atualmente, a tecnologia de correção de 
DESALINHAMENTOS 
está bastante avançada e os instrumentos 
em evidência operam com Laser visível 
com central computadorizada. 
 
O sistema SKF, modelos COMBI-
LASER/SHAFT 100 permitem o 
alinhamento de eixos rotativos com 
precisão de 0,01 mm. 
 
Possuem vários programas para máquinas 
horizontais, verticais, perpendicularidade, 
paralelismo, etc., e tem como vantagem 
sobre os sistemas convencionais o mínimo 
tempo de correção, o qual é, em média, 1/6 
menor. 
 
 
 
 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
O ESPECTRO TÍPICO O RELAÇÃO DE FASES OBSERVAÇÕES 
 
 
EIXO ARQUEADO 
 
 
 
Problemas de Arqueamento do eixo 
causam alta vibração axial com as 
diferenças de fase axial tendendo para 
180° no mesmo componente da 
máquina. A vibração dominante é 
normalmente de 1X se a curvatura for 
próxima ao centro do eixo, mas será 
de 2X se a curvatura estiver próxima 
ao acoplamento ( Ao fazer as 
medições seja cuidadoso com a 
orientação do transdutor , invertendo a 
direção do transdutor para cada 
medição axial). 
 
 
DESALINHAMENTO 
A - ANGULAR 
 
 
B B- PARALELO 
 
O Desalinhamento Angular é 
caracterizado pela alta vibração axial, 
180° fora de fase através do 
acoplamento .Caracteristicamente 
haverá alta vibração axial tanto com 
1X quanto com 2X RPM. Entretanto 
não é incomum que 1X, 2X ou 3X 
sejam dominantes. Estes sintomas 
podem indicar também problemas de 
acoplamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desalinhamento Paralelo tem 
sintomas simulares ao Angular, mas 
apresenta vibração radial alta que se 
aproxima de 180° fora de fase através 
do acoplamento. 2X é muitas vezes 
maior que 1X, mas sua altura relativa 
para 1X é habitualmente ditada pelo 
tipo e construção do acoplamento. 
Quando o Desalinhamento Angular ou 
Radial se torna severo, pode gerar 
picos de alta amplitude em 
harmônicos muito mais altos (4X-8X) 
ou mesmo toda uma série de 
harmônicos de alta freqüência similar 
na aparência à folga mecânica. A 
construção do acoplamento 
influenciará muitas vezes a for ma do 
espectro quando o Desalinhamento é 
severo.. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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 ESPECTRO TÍPICO RELAÇÃO DE FASES OBSERVAÇÕES 
 ESPECTRO TÍPICO O RELAÇÃO DE FASES OBSERVAÇÕES 
 
 FOLGA MECÂNICA 
 
 
 
 
 
 
A folga Mecânica é indicada pelos espectros 
dos tipos A, B e C. O Tipo A é causado por 
folga/fragilidade Estrutural nos pés, base ou 
fundação da máquina; também pela dete-
rioração do apoio ao solo, folga de parafusos 
que sustentam a base; e distorção da arma-
ção ou base (ex.: . pé frouxo). A análise de 
fase revelará aproximadamente 180° de 
diferença de fases entre medições verticais 
no pé da máquina, local onde está a base e a 
própria base. 
O tipo B é geralmente causado por 
parafusos soltos no apoio da base, trincas na 
estrutura do skid ou no pedestal do mancal. 
 O tipo C é normalmente provocado por 
ajuste impróprio entre partes componentes 
para forças dinâmicas do rotor. Causa o 
truncamento da forma de onda no tempo. O 
tipo C é muitas vezes provocado por uma 
folga linear do mancal em sua tampa, folga 
excessiva em uma bucha ou de elemento 
rotativo de um mancal de rolamento ou um 
rotor solto com folga em relaçâo ao eixo. A 
fase tipo CX é muitas vezes instável e pode 
variar amplamente de uma medição para a 
seguinte, particularmente se o rotor muda de 
posição no eixo à cada partida. A folga 
Mecânica é, geralmente, altamente 
direcional e pode causar leituras bem 
diferentes se comparamos incrementos de 
30° de nível na direção radial em todo o 
caminho entorno de uma caixa de mancal. 
Observe também que a folga causará muitas 
vezes múltiplos de subharmônicos a 
exatamente 1/2 ou 1/3 RPM (.5X, 1.5X, 
2.5X,etc.). 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
ROÇAMENTO DO ROTOR 
 
 
O Roçamento do Rotor produz espectro 
similar à folga mecânica quando as partes 
rotativas entram em contacto com 
componentes estacionários. O atrito pode ser 
parcial ou em toda a rotação. Usualmente, 
gera uma série de freqüências, muitas vezes 
excitando uma ou mais ressonâncias. Muitas 
vezes excita uma série completa de 
subharmônicos frações da velocidade de 
marcha (1/2,1/3, 1/4,1/5, ...1/n), dependendo 
da localização das freqüências naturais do 
rotor. O Roça mento do Rotor pode excitar 
muitas freqüências cias altas (ruído de banda 
larga semelhante ao ruído do giz quando risca 
o quadro-negro). Ele pode ser muito sério e 
de curta duração se provocado pelo contacto 
do eixo com o (Babbit)metalpatente do 
mancal; mas menos serio quando o eixo roça 
em uma vedação, a pá de um misturador roça 
na parede de um tanque, e o eixo ou a luva 
roça no guarda acoplamento . 
 
 
 
Os últimos estágios de desgaste dos 
mancais de bucha são normalmente 
evidenciados pela presença de séries 
inteiras de harmônicos da velocidade de 
operação (acima de10 ou até 20). Mancais 
de bucha desgastados comumente 
admitirão altas amplitudes verticais se 
comparadas com as horizontais. Mancais de 
bucha com excessiva liberdade podem 
permitir um menor desbalanceamento e/ou 
desalinhamento , provocandovibração alta, 
que poderia ser muito menor se as folgas do 
mancal fossem apertadas. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Instabilidade do Filme de Óleo por 
Turbilhonamento ocorre de .42 a .48X RPM e é 
muitas vezes bastante severa e considerada 
excessiva quando a amplitude exceder 50% 
das folgas dos mancais. O Turbilhonamento do 
Óleo é uma vibração firmemente excitada do 
óleo causada por desvios nas condições 
normais de operação (posição do ângulo e 
razão de excentricidade) fazem com que a 
cunha de óleo empurre o eixo ao redor da parte 
interna do mancal. A força desestabiliza- dora 
na direção de rotação resulta em um 
turbilhonamento (ou precessão). O Turbilhona 
mento é inerentemente instável, uma vez que 
ele aumenta as forças centrífugas que 
aumentam as forças do turbilhonamento. Pode 
levar o óleo a não sustentar o eixo, ou pode se 
tornar instável quando a freqüência do 
turbilhonamento coincide com a freqüência 
natural do rotor. Mudanças na viscosidade do 
óleo, pressão no tubo e cargas externas podem 
causar o turbilhonamento do óleo. 
 
 
A turbulência muitas vezes ocorre em sopra 
dores devido às variações de pressão e velo 
cidade do ar passando através do ventilador ou 
do sistema de dutos conectados. A passagem 
do fluxo causa turbulência, que gerará vibração 
aleatória de baixa freqüência, típica mente na 
faixa de 50 a 2000 CPM 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
 
 
A cavitação normalmente gera energia em 
banda larga, de freqüência mais alta, de cará ter 
aleatória, que algumas vezes se superpõe a 
harmônicos de freqüência de passo de lâmina. 
Normalmente, indica pressão de sucção 
insuficiente. A cavitação pode ser bastante 
destrutiva para a parte interna da bomba, se 
deixada sem correção. Ela pode particularmente 
erodir as palhetas do rotor. Quando presente, 
ela soa muitas vezes como se pedras 
estivessem passando através da bomba. 
 
PROBLEMAS ELÉTRICOS 
 
 
Problemas no estator geram vibração alta em 
2X a freqüência da linha (2FL=120Hz). Problemas 
no estator produzem um espaço vazio estacionário 
desigual entre o Rotor e o Estator, o que produz 
uma alta vibração bem definida em freqüência. O Air 
Gap Diferencial (Entreferro) não deve exceder 5% 
para motores de indução e 10% para motores 
síncronos. Pés amortecidos ou bases isoladas 
podem acarretar a excentricidade do estator. O ferro 
solto é devido à fragilidade ou a folga do suporte do 
estator. Lâminas do estator curto circuitadas podem 
causar aquecimento localizado irregular, o que pode 
fazer curvar o eixo do motor. Produzindo vibração 
induzida termicamente que pode crescer 
significativa mente ao longo do tempo de operação. 
 
 
 
Pode ocorrer Chicoteamento do Óleo se a 
máquina operar em ou acima de 2X a Freqüência 
Crítica do Rotor. Quando o Rotor atinge duas vezes 
a Velocidade Crítica, o Chicoteamento do Óleo 
estará muito próximo da Crítica do Rotor e talvez 
cause excessiva vibração a qual leva a película de 
óleo a não mais ser capaz de suportar o eixo por 
muito tempo .Agora a Velocidade do 
Turbilhonamento se amarrará à Crítica do Rotor e 
seu pico não ultrapassará mais esta, mesmo que a 
máquina atinja velocidades cada vez mais altas. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
 
 
MANCAIS DE ROLAMENTOS 
 4 ESTAGIOS DE FALHAS DE ROLAMENTOS : 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTAGIO 1: As primeiras indicações de problemas 
de rolamentos aparecem nas Freqüências 
Ultrasônicas na faixa aproximada de 20.000 à 
80.000 Hz (1.200.000 a 3.800.000 CPM). Estas 
freqüências são avaliadas através do Spike 
Energy(gSE), HFD(g) e Shock Pulse (dB). Por 
exemplo, o Spike Energy pode ocorrer primeiro a 
cerca de 0,25gSE no Estágio 1 (valor atual 
dependendo da localização da mediçâo e da 
velocidade da máquina). 
ESTÁGIO 2: Defeitos de pequena monta começam 
a "cercar" as Freqüências Naturais dos 
componentes do rolamento (Fn) que ocorrem 
predominantemente na faixa de 30K a 120K CPM. 
Freqüências das bandas laterais aparecem acima e 
abaixo do pico da freqüência natural ao fim do 
Estágio 2. A energia de ponta cresce (por exemplo 
de 0,25 para 0,50 gSE). 
ESTÁGIO 3: Freqüências de defeitos de 
Rolamentos e seus Harmônicos aparecem (ver 
página sob o título "Freqüências de Falha de 
Rolamentos em Conjunto Girante"). Quando 
aumenta o desgaste, aparecem mais Harmônicos 
da Freqüência de defeito e cresce o número de 
bandas laterais, ambos em torno daquelas e das 
freqüências naturais do Rolamento . Spike Energy 
(gSE), continua a crescer (por exemplo de 0,5 para 
mais de 1 gSE). O desgaste é agora , em geral , 
visível, e poderá se estender pela periferia do 
Rolamento, particularmente quando bandas laterais 
bem formadas acompanham harmônicos de 
Freqüência de defeito do Rolamento. Substitua os 
Rolamentos agora . 
ESTÁGIO 4: Caminhando para o fim, até mesmo a 
amplitude de 1X RPM é afetada. Ela cresce, e 
normalmente causa o crescimento de muitos 
harmônicos da velocidade de operação. Defeitos 
discretos de rolamento e freqüências naturais de 
componentes neste momento começam a 
"desaparecer", sendo substituídas por freqüências 
altas de banda larga , aleatórias num “patamar de 
ruído" . Além disso, as amplitudes tanto da 
freqüência alta do patamar de ruído quanto da 
energia de ponta poderão na verdade decrescer ; 
mas, imediatamente antes da falha a Spike Energy 
(gSE), usualmente crescerá para amplitudes 
excessivas. 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
FORÇAS AERODINÂMICAS E HIDRÁULICAS 
 
 
 
Freqüência de Passagem de Palheta (BPF) = No. 
de Palhetas(ou Pás) X RPM. Esta Freqüência é 
inerente à bombas, ventiladores e compressores, e, 
normalmente não constitui um problema. Entretanto, 
grande amplitude BPF (e harmônicos) podem ser 
gerados em uma bomba se o intervalo entre as pás 
rotativas e os difusores estacionários não for 
mantido igual ao longo de todo o caminho. Também 
BPF (ou harmônico) pode coincidir algumas vezes 
com a freqüência natural do sistema causando alta 
vibração. Alto BPF pode ser gerado se formarem 
desgastes nos impulsores ou caírem as travas dos 
difusores. BPF alto também pode ser causado por 
bandas abruptas na tubulação (ou duto), obstruções 
que prejudiquem o fluxo, ou se o rotor da bomba ou 
do ventilador estiver descentralizado dentro de sua 
carcaça . 
 
 
7 - ROLAMENTOS 
 
Rolamentos são padronizados 
mundialmente pelo diâmetro do anel 
externo, diâmetro do anel interno e 
Largura. 
 
 
Características como o número de 
elementos rolantes, diâmetro dos 
elementos rolantes, diâmetro primitivo e 
ângulo de contato são particulares de cada 
fabricante, o 
qual, define de acordo com o projeto 
próprio. 
 
 
As equações a seguir demonstram como a 
geometria interna influência nas 
frequências particulares dos componentes 
do rolamento, frequências essas que 
possuem a sua nomenclatura padronizada 
mundialmente conforme a seguinte 
descrição : 
 
 
 
BPFO = Defeito na Pista Externa 
 
BPFI = Defeito na Pista Interna 
 
BSF = Defeito em Elementos Rolantes 
 
FTF = Defeito em Gaiola 
 
 
 
BPFO = Z/2 X N/60 X [1 - (Dw/dm) x Cos ] 
 
BPFO = Z/2 X N/60 X [1 + (Dw/dm) x Cos ] 
 
BSF = (dm/Dw) x n/60 x[1-(Dw/dm)2]x Cos2 
 
FTF = ( ½ - 1,2/Z ) x FO 
 
 
 
 
 FO = Rotação das Pistas Externa ou 
interna 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
ENVELOPEDE ACELERAÇÃO 
 
 
RPM 
 
RECOMENDAÇÃO 
CMVA10 CMVA55 
 Amp. Orientativas Amp. Orientativas 
 FILTRO RANGE 
(CPM) 
A1 A2 A1 A2 
0 A 50 F1 0 a 600 0.02 0.05 0.03 0.07 
25 a 500 F2 0 a 6K 0.2 0.5 0.3 0.7 
250 a 5000 F3 0 a 60K 4 10 6 13 
> 2500 F4 0 a 600K 20 70 26 91 
 
OBS.: * Para Microlog SKF, CMVA10, valor 
 de Pico 
 * Para Microlog CMVA55 multiplicar 
 A1 e A2 por 1,3 com Set-Up para 
 valor Pico-a-Pico. 
 * Todas as medidas são tomadas 
 com 400 Linhas. 
 
 
8 - SOFTWARE PRISM2 V:1.31 
 
1- COMO ACESSAR UM 
ESPECTRO/TENDÊNCIA: 
 Posicionar o cursor sobre o SET da 
Máquina desejada; 
 
- Teclar F3, para abrir o Menu Superior; 
- Acessar o Menu DISPLAY 
(Utilize as Setas); 
-Acessar a opção 
REPORT BY SET(Enter); 
-Acessar a opção USER DEFINID (Enter); 
-OBS: Para organizar a tela, tecle F7 e 
escolha: 
ID, DATE, PREV VAL, LAST VAL, %CHG, 
ALARM STA 
Tecle ESC e a tela será montada 
automaticamente; 
-Para acessar um ESPECTRO, posicione o 
cursor em cima do ponto desejado e tecle 
F6. Para mudar direto para a curva de 
Tendências, tecle ALT O, para mudar 
direto para medição no Tempo, tecle 
ALT T; 
-Para acessar uma TENDÊNCIA, posicione 
o cursor em cima do ponto desejado e tecle 
F5. Para mudar direto para o Espectro, 
tecle ALT S, Para mudar direto para 
medição no Tempo, tecle ALT T; 
-Uma vez dentro de um Espectro, 
podemos circular pelo mesmo 
movimentando com as setas para 
direita e esquerda. Com as setas para 
cima e para baixo, acessamos os 
Espectros anteriores e posteriores. O 
mesmo vale para as curvas de Tendência. 
 
1.1 - PLOTANDO LINHAS DE 
FREQUÊNCIA 
 
◼ Uma vez dentro de um Espectro, 
podemos plotar as linhas de 
frequência dos Rolamentos (caso 
estejam cadastradas, somente pontos 
de Envelope 
◼ de Aceleração). Observar o menu 
inferior, teclar F9 duas vezes, teclar 
F6 - Freq. Aparecerão as linhas dos 
defeitos de Rolamentos. 
 
2 - COMO ACESSAR / DIGITAR UM 
RELATÓRIO 
 
 
- Posicionar o cursor sobre o SET da 
Máquina desejada; 
- Teclar F3, para abrir o Menu Superior; 
- Acessar o Menu DISPLAY (Utilize as 
Setas); 
- Acessar a opção HISTORY / NOTES 
(Enter). Aparecerá na tela o histórico do 
equipamento, podendo ser alterado / 
complementado quando se desejar. 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
 
3 - ABRINDO UM BANCO DE DADOS 
NOVO 
 
- Posicionar o cursor sobre o SET da 
Máquina desejada; 
- Teclar F3, para abrir o Menu Superior; 
- Acessar o menu SPECIAL; 
- Acessar a opção CONTROL PANEL; 
- Na primeira linha, digite o Diretório de 
Dados que se deseja criar: 
DATA DIRECTORY:C:\PRISM2\DATAPEN 
- Tecle a opção F7 - NEW DB, menu 
inferior, e confirme com Y para criação do 
novo Banco de Dados; 
- Para acessar o novo Banco de Dados 
basta teclar F10 e confirmar Y; 
- Para retornar ao Banco de Dados 
anterior, basta repetir os cinco passos 
iniciais e digitar o diretório desejado em 
DATA DIRECTORY, teclando F10 e 
confirmando Y, para mudanças. 
 
 
4 - CRIANDO MÁQUINAS E PONTOS 
 
- Uma vez no novo Banco de Dados, 
teremos que criar Sets e Pontos de 
medição. Observe como foi criado no 
Banco de Dados original a Hierarquia. 
Deve-se proceder da mesma forma; 
- Com o cursor em cima do primeiro 
elemento da hierarquia (só terá ele), tecle 
Seta para Direita para 
 
“abrir” o Set; 
- Teclar F3 para abrir o menu superior; 
- Acessar o menu DATABASE e acessar a 
opção ADD SET; 
- Repita o passo acima para criar Áreas 
e Máquinas, observando sempre que as 
máquinas serão criadas abaixo da posição 
do cursor, devendo ser criado primeiro os 
Sets das Áreas. Depois com o cursor em 
cima da posição da Área, abra o Set (seta 
para a direita) e repita o passo acima para 
criação das Máquinas; 
 
- Uma vez criada a máquina, posicione o 
cursor em cima da mesma, abra o Set 
(seta para direita), tecle F3 para abrir o 
menu superior, acesse o menu 
DATABASE e acesse a opção ADD 
POINT. Dentro da tela, preencha as 
opções, escolhendo o tipo de parâmetro de 
leitura, faixas de Alarme, sentido de 
medição, Etc. 
 
 
5 - ENTRADA DE DADOS MANUAL 
 
- Abrir os Sets(Máquinas) desejados; 
- Teclar F3 para abrir o menu superior; 
- Acessar o Menu TRANSFER; 
- Acessar a opção MANUAL; 
- Digite Data e Hora e preencha 
manualmente para cada Ponto, o valor 
medido com a VIB PEN. Os valores farão 
parte da Curva de Tendência. 
 
 
 
6- CARREGANDO / DESCARREGANDO 
UMA ROTA PASSO A PASSO 
 
6.1-CARREGANDO UMA ROTA DO 
PRISM2 PARA O MICROLOG 
 
- Conectar cabos de comunicação do 
Microlog/Computador. 
 
- Ligar Microlog e posicionar barra de 
seleção do Microlog sobre o modo 
Transfer e teclar ENTER. 
 
- C:\ prism2 
 
- Abrir menu (teclar F3). 
 
- Acessar com as setas ( ,  ) a caixa 
Transfer. 
 
- Posicionar barra sobre Microlog e teclar 
Enter . 
- Teclar F2 e posicionar barra sobre Clear 
SKF Microlog teclar Enter  e responder 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
“Y” à pergunta Limpar SKF Microlog ! 
Confirmar [Y/N]. 
 
- Teclar F3 e posicionar barra sobre pela 
rota e tecle Enter . Em seguida 
posicionar barra sobre a rota a ser 
coletada, CONVÉS PRINCIPAL, 
CORRENTE ELÉTRICA, SUBMARINO 
BOMBORDO, SUBMARINO BORESTE, 
COLUNA BORESTE ou SALA DE 
MÁQUINAS , em seguida teclar Enter . 
 
- Teclar Home ou com as setas ( ,  ) 
posicionar a barra no topo da Rota. 
 
 - Teclar ao mesmo tempo “Ctrl ” para 
garantir que todos os pontos estarão 
abertos ao carregar a rota. 
 
 
 
 
 - Teclar F5 e em seguida posicione barra 
sobre PONTOS da ROTA corrente e teclar 
Enter  em seguida responda “Y” à 
pergunta Força coleta de espectros p/ 
todos PONTOS? 
 
 - Teclando F6 muda-se de janela ativa, da 
rota para a SKF Microlog. 
 
 - Com auxílio da setas (, , ,  ) com o 
uso conjugado da tecla Ctrl ou não, 
certifique-se que todos os equipamentos 
estão presentes na rota carregada no 
coletor bem como seus respectivos pontos, 
caso contrário, tecle F10 ou Esc . Para um 
determinado ponto ser aberto é necessário 
que abaixo dele existam ramificações. 
 
 
6.2-DESCARREGANDO UMA ROTA 
COLETADA DO MICROLOG PARA O 
PRISM2 
 
-Conectar os cabos de comunicação do 
Microlog/Computador. 
 
-Ligar Microlog e Posicionar barra de 
seleção do Microlog sobre o modo 
Transfer e teclar ENTER 
 
- C:\ prism2 
 
- Abrir menu teclar F3. 
 
- Acessar com as setas ( ,  ) a caixa 
Transfer. 
 
- Posicionar barra sobre Microlog e teclar 
Enter . 
 
- Tecle F7 e posicione a barra de seleção 
sobre The Entire SKF Microlog e teclar 
Enter  e em seguida F10 e responda “N” 
a pergunta Deseja gerar relatório? 
 
- Tecle F10 e em seguida selecione EXIT e 
teclar Enter . 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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BR 
CARREGANDO , DESCAREGANDO E VERIFICANDO UMA 
ROTA COM PRISM4 
 
1- CARREGANDO UMA ROTA DO PRISM4 PARA O MICROLOG - 
 
1.1 - CONECTAR O CABO CMSS50080 AO MODULO SUPORTE CMVA6112 E AO MICRO ( 
TERMINAL COM 2 - 25Db Macho ). 
 
1.2- CONECTAR O CABO CMSS50077 AO MODULO SUPORTE CMVA6112 E AO COLETOR CMVA 30 
, CONFORME FIGURA ABAIXO . 
 
 
 
 
 
 
OBSERVAÇÃO : CASO A BATERIA DO COLETOR INDIQUE CARGA BAIXA INSTALAR O 
CARREGADOR CMVA3350 PARA AS BATERIAS CMVA50227-1 COM-
OU__ODULO 6111@šU O CARREGADOR SNP-T035 PARA AS BATERIAS 
CMVA50230-1 COM O MODULO SUPORTE 6112 . 
 
IMPORTANTE : NO CASO DAS BATERIAS CMVA50230-1 COM O MODULO SUPORTE 6112 LER 
ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES PARA CARREGAMENTO (EM ANEXO) . 
 
1.3 - LIGAR MICROLOG E SELECIONAR MODO TRANSFER , CONFORME INSTRUÇÕESA SEGUIR 
: 
1.3.1- LIGUE O MICROLOG TECLE E VEREMOS A SEGUINTE TELA : 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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1.3.2 - TECLE OU PARA ACESSAR O MENU TRANSFER E VEREMOS NA TELA : 
 
 
 
1.3.3 - TECLE VEREMOS NA TELA : 
 
 
 
AGORA ESTAMOS COM O COLETOR PRONTO PARA SER CARREGADO PELO MICRO PARA 
COLETA . 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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1.4 - NO GERENCIADOR DE PROGRAMAS CLIQUE 2 x NO ÍCONE E APÓS A 
ABERTURA DA JANELA , CLIQUE 2x NO ÍCONE , E VEREMOS NA TELA : 
 
 
 
 
1.5 - CLIQUE SOBRE USER1 E SOBRE OK , VEREMOS NA TELA : 
 
 
 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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1.6 - CLIQUE SOBRE O ÍCONE ROTA E VEREMOS NA TELA : 
 
 
 
1.7 - PARA SELECIONAR A ROTA DE TRABALHO , CLIQUE SOBRE UMA DAS ROTAS 
DISPONÍVEIS E EM SEGUIDA SOBRE E VEREMOS NA TELA A ROTA 
SELECIONADA E OS ÍCONES DE FUNÇÕES CORRESPONDENTES : 
 
 
 
1.8 - PARA CARREGAR A CORRENTE ROTA NO COLETOR , PRIMEIRAMENTE DEVE-SE 
CERTIFICAR-SE QUE TODOS OS PONTOS ESTÃO ABERTOS , PARA ISTO DEVE-SE CLICAR 
SOBRE OS ICONES DE CADA EQUIPAMENTO E DEICHA-LOS ABERTOS . O 
COLETOR TEM QUE ESTAR LIMPO , PARA ISTO DEVE-SE SELECIONAR O ICONE EM 
SEGUIDA APARESSERÁ A SEGUINTE TELA : 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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EM SEGUIDA CLIQUE SOBRE E RESPONDA YES A PERGUNTA “ABOUT TO 
CLEAR MICROLOG , PLEASE CONFIRM ” , RETORNE A TELA DO ITEM 1.7 
SELECIONANDO O ICONE . FINALMENTE PARA CARREGAR O COLETOR 
CLIQUE SOBRE O PRIMEIRO ÍCONE . NESTE PONTO O COLETOR ESTÁ 
PRONTO PARA COLETAR DADOS , FECHE O PROGRAMA CLICANDO NO MENU 
PRINCIPAL SOBRE File E EM SEGUIDA Exit . NESTE PONTO , O COLETOR ESTÁ 
PRONTO PARA COLETA . 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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2 - DESCARREGANDO UMA ROTA COLETADA DO MICROLOG PARA O PRISM4 - 
 
2.1 - REPETIR ITENS 1.1 , 1.2 , 1.3 , 1.4 E 1.5. 
 
2.2 - NO MENU PRINCIPAL CLIQUE SOBRE Transfer E EM SEGUIDA SOBRE Upload 
.CONFORME INDICADO NA TELA A SEGUIR : 
 
 
2.3 - SELACIONE A ROTA DESEJADA , NO EXEMPLO ABAIXO A ROTA É A 
CORRENTE , E EM SEGUIDA CLIQUE SOBRE O ÍCONE E 
AGUARDAR FINALIZAÇÃO DO PROCESSO . 
 
 
3 - PROCEDIMENTO PARA ANÁLISE DE VIBRAÇÃO EM CONJUNTOS MOTO-
BOMBAS ELÉTRICAS UTILIZANDO O PROGRAMA PRISM4 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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3.1 - INTRODUÇÃO - 
 
Este procedimento tem por finalidade orientar a analise de vibração em conjuntos moto bombas 
usando-se o sistema SKF / MICROLOG com bancos de dados elaborados pelo GEOFI/GMAN . Neste 
procedimento parte-se da premissa que o usuário tenha algum conhecimento prévio de vibração . 
 
3.2 - CONCEITO BÁSICOS - 
 
Espectro de vibração - Consiste em transformar uma amostra de vibração no domínio do tempo em um 
espectro no domínio das frequências , o sinal é decomposto em uma série de amplitudes com frequências 
determinadas . O espectro é obtido através da Transformada de Fourier , na maiorias dos aparelhos de 
medição de vibração utiliza-se o algoritmo denominado Fast Fourier Transform (FFT) . 
 
Unidades - As unidade que utilizadas são mm/s para velocidade , G’s para aceleração e GE para acelerações 
resultantes da técnica de Envelope de Aceleração . Para a faixa de 600 cpm a 60K cpm usa-se velocidade , 
para a faixa superior o mais adequado é utilizar aceleração e para vibrações provenientes de rolamentos o mais 
usual é o envelope de aceleração . 
 
Envelope de aceleração - Consiste basicamente na demodulação dos sinais de aceleração na faixa de 500 hz a 
10khz , de modo a obter-se em baixas frequências as “bateções” provenientes de defeitos de rolamento tais 
como : Gaiola , Esferas ou rolos , pista interna , pista externa ou eventuais folgas . 
 
Nível Global - Define o estado geral de vibração de um equipamento , conforme a ISO 10816 o mais 
significativo é a média RMS = 1/TTf(t)2 1/2 , pois mostra intensidade geral de vibração de um equipamento . 
De modo a classificar a severidade de vibração de um equipamento , deve-se adotar sempre o maior valor de 
vibração entre os mancais . 
 
 
3.3 - NÍVEL GLOBAL - 
 
De acordo com a ISO 10816 , pode ser enquadrado conforme o descrito abaixo: 
 
A/B - Equipamento em condições de operar por um longo período , neste estágio o equipamento 
opera abaixo do nível de alerta ( A1) .O estágio A é o esperado para um equipamento perto do 
comissionamento . 
 
C - Equipamento em condição de operar por um período limitado de tempo , até que uma 
intervenção seja factível , neste estágio o nível de alerta ( A1) foi ultrapassado e ainda não foi 
atingido o nível de perigo ( A2 ) . 
 
D - Equipamento operando em condições perigosas e sujeito a danos , deve-se parar o equipamento e 
providenciar reparo .Neste ponto deve-se parar o equipamento , principalmente este ponto foi 
atingido repentinamente , caso contrário uma analise mais criteriosa deve ser executada 
 
OBS.: As norma ISO 10816-1 não menciona limites A1 (Alerta) e A2 (Perigoso) , esta é uma adaptação 
em função das limitações do programa Prism4 . O banco de dados está programado de modo a A2 = 
A1*1.5 . 
 
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3.4 - CURVA DE TENDÊNCIA - 
 
A curva de tendência é a distribuição ao longo do tempo dos valores globais de vibração , deve-se 
sempre estar atento quanto a mudanças bruscas na curva de tendência , pois indicam sempre que algo de 
anormal está ocorrendo . 
 
Curva Curva de 
tendência da Bomba de Transfência de óleo D de PGP-1 , quando equipamento desembarcou para reparo haviam 
pedaços de metal presos a sucção e palhetas de alguns impelidores avariados . 
 
COMANDOS DE ACESSO - TECLE O ÍCONE , APOS TROCA DE TELA SELECIONAR 
 , EM SEGUIDA CLICAR SOBRE O ÍCONE , NESTE 
PONTO APARECE A SEGUINTE TELA : 
 
 
SELECIONA O PONTO , EM SEGUIDA CLIQUE SOBRE O ÍCONE . 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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3.5 - DESBALANCEAMENTO - 
 
É evidenciado pelas vibrações em 1 x a rotação da máquina nas direções radiais e axiais , demonstra 
envelhecimento , presença de corpo estranho ou algo quebrado no interior de uma bomba ou motor . O 
nível de desbalanceamento pode ser acompanhado através da banda espectral 1 . 
 
 
Banda-1 em alerta , evidenciando a necessidade de balanceamento do conjunto girante . 
 
COMANDOS DE ACESSO - IGUAL AO ÍTEM ANTERIOR , ENTRETANTO NESTE PONTO 
DEVE-SE SELECIONAR O ÍCONE , PARA ATIVAR AS BANDAS ESPECTRAIS CLIQUE 
SOBRE Display , Alarms e Spectral Bands , CONFORME MOSTRADO NA TELA A SEGUIR : 
 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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3.6 - DESALINHAMENTO DO CONJUNTO - 
 
O desalinhamento de um conjunto é verificado através da vibração radial ou axial em 2 x rotação , nos 
mancais acoplados , devendo-se neste caso ser verificada a severidade através do acompanhamento da 
banda espectral 2 , e classifica-la emA/B,C e D conforme descrito em analise global. Neste caso deve-se 
procurar logo corrigir o desalinhamento , evitando-se atingir o nível D . 
 
 
Conjunto severamente desalinhado , pico na banda-2 ultrapassando o limite perigoso 
 
COMANDOS DE ACESSO - IGUAL AO ÍTEM ANTERIOR . 
 
3.7 - MANCAIS DE ROLAMENTO - 
 
Os rolamentos são acompanhados basicamente pelo Espectro de Envelope e pelo HFD: 
 
Espectro de Envelope - Detecta defeitos em estágios iniciais , deve-se procurar identificar defeitos 
FFT(gaiola) , BSF(esfera) , BPFO(pista externa) e BPFI(pista interna) . Deve-se observar a formação 
de harmônicos e formação de bandas laterais , fato este que indica final da vida útil do rolamento . 
 
 
Rolamento com defeito de pista interna . 
 
Curva de Tendência - Uma variável de fácil acompanhamento é a curva de tendência dos náveis 
globais , principalmente o de aceleração em alta freqüência ( 1kHz à 10khz) . Após a ultrtapassagem do 
nível A2 deve-se proceder a troca do rolamento , desde que verificados os parametros anteriores . 
 
COMANDOS DE ACESSO - IGUAIS AOS ÍTENS ANTERIORES , ENTRETANTO DEVEM SER 
PESQUISADOS SOMENTE NOS ITENS COM AS TERMINAÇÕES “E” . 
 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
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MICROLOG 
CMVA10 & CMVA30 
TECLAS & FUNÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 VER OPÇÕES 
 
 CONGELA A MEDIÇÃO 
 
 CURSORES ESPECIAIS ( Harmônicos ) 
 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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 EXPANDE A TELA 
 
 SALVA A MEDIÇÃO 
 
 REINICIA MEDIÇÃO COM MAIS LINHAS E MENOR RANGE 
 
 REINICIA MEDIÇÃO COM MENOS LINHAS E MAIOR RANGE 
 
 REINICIA MEDIÇÃO 
 
 RECONFIGURA ROTAÇÃO NOMINAL ( Da Posição do Cursor ) 
 
 REPOSICIONA O CURSOR EM TELA “DUAL” 
 
 TROCA ESCALAS NA TELA ( LINEAR / LOGARITMICA ) 
 
 RETORNA O VALOR GLOBAL DO ESPECTRO 
 SELECIONA A NOTA A SER INCLUIDA NA COLETA 
 
 PROCURA MAIOR PICO E QUANDO 
 (ON) LIGADO ( PULA HARMÔNICO ) 
 
 IMPRIME TELA (FUNÇÃO NÃO ATIVA) 
 
 PETROBRAS/E&P-BC/GELOG/GEOFI/GMAN 
 
 
 
 
 GEOFI/GMAN , Eng. Mauro Sá , R - 2480,2338 QM59 CM00 
 
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 APAGA ESCRITA 
 
 ESPAÇO NA ESCRITA 
 
 ATIVA TECLADO ALFABÉTICO 
 
 RETORNA AO INÍCIO DO ARQUIVO 
 
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 ABRE ARQUIVOS 
 
 VAI AO FIM DO ARQUIVO 
 
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 ILUMINA A TELA (SOMENTE NO CMVA 10) 
 LIGA E DESLIGA O MICROLOG

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