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Atividade contextualizada – Nutrição Clínica 
Durante um período de internação hospitalar, o estado nutricional do paciente pode ser 
influenciado por vários fatores, como inflamações, falta de mobilidade, administração de 
medicamentos e a condição clínica subjacente do indivíduo. Todas essas situações podem 
afetar de forma negativa a nutrição, resultando em desnutrição associada à hospitalização, que 
é uma complicação frequente e, muitas vezes, inadequadamente diagnosticada. 
A análise nutricional se torna fundamental neste cenário, pois possibilita a detecção rápida de 
indícios de desnutrição e a realização de intervenções alimentares apropriadas. Esse tipo de 
análise normalmente abrange: 
Avaliação do histórico de saúde e alimentação do paciente: Compreender a alimentação regular 
do paciente e as alterações que surgiram após a internação. 
Avaliação física: Verificar indícios clínicos de desnutrição, como diminuição da massa 
muscular e do tecido adiposo. 
Dados antropométricos: Avaliar peso, altura, índice de massa corpórea (IMC) e perímetro do 
braço, entre outros aspectos. 
Análises laboratoriais: Acompanhar marcadores bioquímicos como albumina, proteína C-
reativa e eletrólitos que podem indicar questões nutricionais. 
Extensão da duração da internação: Indivíduos com desnutrição podem levar mais tempo para 
se restabelecerem de suas condições de saúde. 
Aumento da vulnerabilidade a infecções: A falta de nutrientes afeta o sistema imunológico, 
elevando a predisposição a contrair doenças infecciosas. 
Diminuição na habilidade de cicatrização: A falta de nutrientes fundamentais pode retardar a 
recuperação de ferimentos ou intervenções cirúrgicas. 
Aumento da taxa de mortalidade: A desnutrição está ligada a um prognóstico desfavorável e a 
um maior risco de complicações graves. Para prevenir esses desafios, é fundamental que os 
profissionais de saúde colaborem na elaboração de um plano alimentar que atenda às 
necessidades nutricionais individuais do paciente, contribuindo para a melhora ou manutenção 
de seu estado nutricional e, por consequência, de seu prognóstico clínico. Desta forma, a 
nutrição em ambientes hospitalares se torna uma parte essencial do cuidado integral à saúde. 
 
Referências 
Disponível em: BRASIL. Portaria nº 483, de 1º de abril de 2014. Redefine a Rede de Atenção 
à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e 
estabelece diretrizes para a organização das suas linhas de cuidado. Diário Oficial da União, 
Brasília, DF, 02 abr. 2014. Acesso em: 29/10/2025. 
 
 
 
 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de 
Alimentação e Nutrição. Brasília, 2012. 
 
Disponível em: Política Nacional de Alimentação e Nutrição — Ministério da Saúde. Acesso 
em: 29/10/2025. 
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnan

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