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Relatorio final - Fenomeno de transporte Fenômenos de Transporte (Universidade Norte do Paraná) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Relatorio final - Fenomeno de transporte Fenômenos de Transporte (Universidade Norte do Paraná) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-norte-do-parana/fenomenos-de-transporte/relatorio-final-fenomeno-de-transporte/106048005?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-norte-do-parana/fenomenos-de-transporte/6174562?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-norte-do-parana/fenomenos-de-transporte/relatorio-final-fenomeno-de-transporte/106048005?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-norte-do-parana/fenomenos-de-transporte/6174562?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NOME DO ALUNO: VIVIAN MONTEIRO DOS REIS RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA FENOMENO DE TRANSPORTE AGUA AZUL DO NORTE – PA 2024 Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte INTRODUÇÃO Atividades práticas realizadas em ambiente virtual por meio de Software da ALGETEC Laboratórios Virtuais. Nos quais se teve a possibilidade de operar os equipamentos do Laboratório Virtual para investigar os seguintes conceitos: Estática dos fluidos - também chamada de hidrostática, é um ramo da mecânica dos fluidos que estuda os fluidos em repouso. Cinemática dos Fluidos - também chamada de hidrodinâmica, é um ramo da mecânica dos fluidos que estuda os fluidos em movimento. A hidrodinâmica é dividida em duas grandes áreas de estudo: a hidráulica, que estuda os líquidos em movimento, e a aerodinâmica, que estuda os gases em movimento. Perda de Carga em um Escoamento Interno - A perda de carga localizada ocorre em locais ou em singularidades em que o escoamento sofre perturbações bruscas. Essa perda de carga decorre dos efeitos de atrito e do gradiente adverso de pressão que acontece quando o fluido atravessa as singularidades inseridas no sistema. Radiação - É a energia emitida por fontes naturais ou artificiais que percorre o espaço por meio de ondas eletromagnéticas ou partículas. Trocadores de Calor – Os trocadores de calor são equipamentos usados para promover a transferência de calor entre fluidos a diferentes temperaturas, que se encontram separados por uma parede sólida. São classificados de acordo com o arranjo do escoamento e o tipo de construção. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 ATIVIDADE 01 ESTÁTICA DOS FLUIDOS – VISCOSÍMETRO DE STOKES Procedimentos realizados: ITEM DESCRIÇÃO FOTO 1 Inicialmente, são apresentados os materiais e equipamentos que farão parte do experimento prático. São eles: 1. Esfera de 5 mm; 2. Esfera de 6 mm; 3. Esfera de 8 mm; 4. Esfera de 10 mm; 5. Cronômetro; 6. Tubo com água; 7. Tubo com óleo 5W20; 8. Tubo com glicerina; 2 Vista superior das esferas 3 Vista frontal do topo dos tubos, onde o experimento consistirá em soltar as esferas de diferentes diâmetros em cada um dos tubos, afim de avaliar a viscosidade dos materiais Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte 4 O primeiro teste consistiu em realizar por três vezes, para cada tamanho de esfera a soltura da mesma no tubo de água, e cronometrar o tempo de descida do topo ao fundo. Depois, o mesmo teste foi feito para o óleo e posterior para a glicerina. 5 Cronômetro desligado e esferas na bancada. VELOCIDADE DE ESCOAMENTO Tubo com Água Diâmetro da esfera Tempo de queda (s) Média do tempo de queda (s) Distância percorrida (m) Velocidade Média (m/s) 10 mm 1,10 1,00 1,09 1,07 1,07 0,9 0,8411 8 mm 1,00 1,02 1,03 0,99 1,01 0,9 0,8910 6 mm 1,21 1,28 1,25 1,22 1,24 0,9 0,7258 5 mm 1,22 1,15 1,14 1,19 1,17 0,9 0,7692 Tabela 1 – Dados experimentais da água Tubo com óleo 5w20 Diâmetro da esfera Tempo de queda (s) Média do tempo de queda (s) Distância percorrida (m) Velocidade Média (m/s) 10 mm 1,15 1,20 1,22 1,16 1,18 0,9 0,7627 8 mm 1,50 1,53 1,49 1,55 1,51 0,9 0,5960 6 mm 1,90 1,81 1,85 1,89 1,86 0,9 0,4838 5 mm 2,19 2,15 2,11 2,17 2,15 0,9 0,4186 Tabela 2 – Dados experimentais da Tubo com óleo 5w20 Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 Tubo com glicerina Diâmetro da esfera Tempo de queda (s) Média do tempo de queda (s) Distância percorrida (m) Velocidade Média (m/s) 10 mm 3,88 3,86 3,94 3,89 3,89 0,9 0,2313 8 mm 5,57 5,59 5,52 5,56 5,56 0,9 0,1618 6 mm 8,82 8,86 8,91 8,87 8,86 0,9 0,1015 5 mm 11,98 11,95 12,01 11,99 11,98 0,9 0,0751 Tabela 3 – Dados experimentais da glicerina DETERMINANDO A VISCOSIDADE Fluido: Água Diâmetro da esfera Velocidade média (m/s) Velocidade Corrigida (m/s) Viscosidade Dinâmica Viscosidade Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 0,8411 1,2998 0,2872 0,0002872 29027,78 8 mm 0,8910 1,2798 0,1866 0,0001866 18824,94 6 mm 0,7258 0,9633 0,1395 0,0001395 14048,07 5 mm 0,7692 0,9789 0,3813 0,0003813 38571,39 Tabela 4 – Dados para Análise da água Fluido: Óleo 5w20 Diâmetro da esfera Velocidade média (m/s) Velocidade Corrigida (m/s) Viscosidade Dinâmica Viscosidade Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 0,7627 1,1780 0,3237 0,0003799 652,27 8 mm 0,5960 0,8560 0,2851 0,0003346 562,57 6 mm 0,4838 0,6421 0,2138 0,0002509 369,83 5 mm 0,4186 0,5327 0,1718 0,0002016 299,20 Tabela 5 – Dados para Análise da óleo 5w20 Fluido: Glicerina Diâmetro da esfera Velocidade média (m/s) Velocidade Corrigida (m/s) Viscosidade Dinâmica Viscosidade Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 0,2313 0,3574 1,0064 0,0008051 21,80 Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte 8 mm 0,1618 0,2324 0,9905 0,0007924 19,87 6 mm 0,1015 0,1347 0,9613 0,0007694 16,39 5 mm 0,0751 0,0955 0,9039 0,0007231 9,39 Tabela 6 – Dados para Análise da Glicerina Avaliando os resultados 1 - Compare os valores encontrados para a viscosidade cinemática de forma experimental com o valor da viscosidade cinemáticareal. Os valores encontrados da tabela 4, podem ser utilizados para representar a viscosidade cinemática da água? Justifique. R.: Os resultados obtidos no experimento não devem ser considerados em função do erro percentual ser muito grande. Observa-se que esses parâmetros são afetados por variações de viscosidade, diâmetro e velocidade de escoamento. 2 - Quais são as principais fontes de erros para este experimento? R.: Possíveis erros de cronometragem provocam desvios de precisão dos cálculos do início ao final do experimento. A massa da esfera também é um fator determinante de modo que as esferas maiores apresentaram erros relativos percentuais maiores. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 ATIVIDADE 02 CINEMÁTICA DOS FLUIDOS – EXPERIMENTO DE REYNOLDS Procedimentos realizados: ITEM DESCRIÇÃO FOTO 1 Inicialmente, a bancada foi ajustada de acordo com a tabela “CONDIÇÕES DE VÁLVULAS” Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte 2 Depois, as bombas foram habilitadas e o painel foi ligado. Com isso, iniciou-se a avaliação da passagem de água pelo rotâmetro 3 Com 40% de abertura da válvula 2C, temos 2900 LPH de vazão. 4 Seguindo o experimento, é realizada a abertura da válvula 2C completamente, atingindo 5000 LPH de vazão. Nessa análise, vemos a capacidade de estragulamento da vazão, causado pela válvula. Ali temos a chamada perda de carga. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 5 Posterior, foi feita a manobra para encher o volume do tanque de água. Chegou-se ao volume inicial de 0,056 m³, com altura “h” igual à 443 mm 6 Com 4% de abertura, temos regime laminar. 7 Com 8%, ainda temos regime laminar. 8 Com 33%, temos um regime turbulento, com fluxo descontínuo. Avaliando os resultados 1 - A partir dos dados obtidos no laboratório, determine a vazão do sistema. R.: ho = 443 mm hf = 396 mm Δh = 47 mm t = 64 segundos Volume = 6,02.10^-3 m³ Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte Q = V/t Q = 6,02.10^-3 m³ / 64 s Q = 9,4.10^-05 m³/s Ou Q=0,09 Litros/segundo. 2 - Qual o regime de escoamento observado no experimento? R.: Até 8%, constatou-se regime laminar. Após isso, até 25% de Transição e após 25%, regime turbulento. ATIVIDADE 03 PERDA DE CARGA EM UM ESCOAMENTO INTERNO – PERDA DE CARGA DISTRIBUIDA Procedimentos realizados: ITEM DESCRIÇÃO FOTO 1 Inicialmente, a bancada foi ajustada para o teste para o tubo de PVC de 32mm. Na imagem, o manômetro está em destaque, através do pop up.6 mm; 2 Com Q=1800 L/h, encontrou-se uma perda de carga de H=100 mmCA. Aumentando para 4600 L/h, obtivemos 56 mmCA. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 3 Repetiu-se os testes para as tubulações de PVC de 25 mm, de Cobre de 28 mm e de Acrílico de 25mm. Os resultados serão disponibilizados na tabela 1 abaixo. Tabela 1 – Avaliação de resultados do experimento de Perda de Carga distribuída Avaliando os resultados 1 - O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY (teórico). R.: Tabela 1 2 - O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas teoricamente e a lida no manômetro U no experimento. R.: Tabela 1 3 - Quais são as principais fontes de erros para este experimento? A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais? Para os cálculos, considere que a Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas. R.: Podemos citar, o delay do potenciômetro em aplicar a variação de vazão. Temos um “gap” entre alguns pontos, o que influencia nos valores; podemos citar também o acabamento interno das tubulações (rugosidade) pois é desconsiderada a rugosidade em tubulações plásticas, porém caso não haja acabamento superficial correto, a rugosidade interfere na perda de carga. 4 - Qual a influência do diâmetro da tubulação, do material e da vazão na perda de carga distribuída? plote os valores de Vazão x Perda de Carga utilizando um software gráfico para realizar esta análise. R.: De acordo com a Tabela 1, podemos avaliar a leitura da perda de carga entre os tubos de PVC de 32 e 25 mm. Ao analisar a primeira leitura, ambas estão com vazão ajustada em 1800 Litros/hora, porém a perda de carga no conduto de 32 mm é de 10 mmca, enquanto no de 25 mm é de 42 mmca. Ou seja, quanto maior o diâmetro, mais fácil é o escoamento de fluido, o que reduz a perda de carga. O gráfico abaixo, apresenta essa análise. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 ATIVIDADE 04 INTRODUÇÃO À RADIAÇÃO E TROCADORES DE CALOR - EXPERIMENTOS EM TROCADORES DE CALOR Procedimentos realizados: ITEM DESCRIÇÃO FOTO 1 Inicialmente, apresentemos os trocadores de calor que usaremos nesse experimento. Teremos: 1. Tubos concêntricos; 2. Casco- tubo; 3. A placas. 2 Encaixamos primeiro o trocador tipo tubos concêntricos. 3 Depois liga-se as bombas até que a temperatura T5 atinja 60 °C. 4 Depois, varia-se a vazão e fazse algumas análises referente a variação de temperatura de acordo com a vazão. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-final-fenomeno-de-transporte Avaliando os resultados 1 - Quais as principais vantagens da utilização de trocadores de calor? R.: Podemos citar: Alta eficiência térmica no processo de transferência de calor; Baixo custo de instalação; Alta performance, com baixo volume retido; Fácil desmontagem para manutenção; Por ser um equipamento desmontável, permite o ajuste da capacidade do trocador adicionando ou removendo placas do equipamento. 2 - Qual tipo de trocador é mais utilizado na indústria de alimentos? Justifique. R.: O modelo mais utilizado é o trocador de calor a placas, devido primeiro ao espaço reduzido que pode ser utilizado e principalmente pela facilidade de higienização que é fator crucial do processo produtivo em indústrias alimentícias. 3 - Quais critérios devem ser levados em consideração ao escolher um tipo de trocador de calor? R.: O layout físico disponível para instalação do trocador, o tipo de fluido que fará a troca térmica, a vazão do fluido, a temperatura de entrada e saída do fluido a ser resfriado, o LMTD (diferença de temperatura média logarítmica), número de passes, pressões de trabalho (entrada e saída). 4 - Qual a influência da vazão na transferência de calor? R.: O aumento da vazão gera maior energia cinética entre as moléculas de fluido, consequentemente gerando atrito entre o fluido e as paredes do conduto, auxiliando assim na troca térmica, incrementando a transferência de calor. Baixado por Hilario teixeira (hilarioteixeiracabral@outlok.com.br) lOMoARcPSD|41664234