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COLÉGIO TABLEAU TAUBATÉ
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Disciplina: HIGIENE E BIOSSEGURANÇA 
NAS AÇÕES DE ENFERMAGEM
Prof.ª: Laís Claudia Walker Moraes Pellenz
Taubaté
2018
Introdução
• Considera-se Infecção Hospitalar (IH) a infecção adquirida durante a 
hospitalização e que não estava presente ou em período de incubação 
por ocasião da admissão do paciente. São diagnosticadas, a partir de 72 
horas, após a internação.
• As infecções no recém-nascido são hospitalares, com exceção das 
transmitidas de forma transplacentária e aquelas associadas a bolsa rota 
superior a 24 horas. 
• Os pacientes provenientes de outro hospital que se internam com 
infecção, são considerados portadores de infecção hospitalar do hospital 
de origem.
• Atualmente, tem sido sugerida a mudança do termo Infecção Hospitalar 
por Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS).
HISTÓRIA INFECÇÃO HOSPITALAR
• 1854 – Guerra na Criméia (1854 – 1856): Florence Nightingale Enfermeira inglesa, 
desenvolveu um trabalho inovador de assistência aos enfermos e de organização 
na infraestrutura, o que reduziu a taxa de mortalidade no hospital de 42,7% para 
2,2%. Além disso, diversificou a visão de enfermagem não só de intervenção direta 
no doente, ampliando as funções para o meio ambiente, organizando os serviços.
• Louis Pasteur - descobriu algumas das bactérias causadoras de doença e que 
muitas delas morriam se aquecidas acima de certa temperatura - pasteurização
• Fim do século XIX: Joseph Lister - implantou os princípios de assepsia, isto é, 
manter livre de microrganismos os centros cirúrgicos. 
• Início século XX: Halsted (cirurgião americano) - introdução do uso de luvas nos 
procedimentos hospitalares. 
• 1929 – obtenção penicilina Alexander Fleming. Seguida pelos demais antibióticos 
corrida vertiginosa da potente indústria farmacêutica),
• Resistência bacteriana controle
CCIH
HISTÓRIA CCIH
• 1963 - Hospital Ernesto Dornelles (RS) Primeira
CCIH no Brasil;
• 1976 - Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)
obriga hospitais a constituírem CCIH Controle de
Infecção Hospitalar Histórico Brasil;
• 1976 - Decreto do MS n° 77.052 de 19/01/1976, em
seu Artigo 2°, Item IV determinou que nenhuma
instituição hospitalar pode funcionar no plano
administrativo se não dispuser de meios de proteção
capazes de evitar efeitos nocivos à saúde dos agentes
e pacientes.
HISTÓRIA CCIH
• 1983 - Portaria nº 196 - Ministério da Saúde –
determinando a obrigatoriedade da existência de CCIH .
• 1985 - Notícia da morte do presidente Tancredo Neves
supostamente relacionada com deficiências no controle
das IHS.
• 1989 - I Congresso Brasileiro de Infecção Hospitalar.
• 1990 - Programa Nacional é transformado em Divisão
Nacional de Controle de Infecção
• 1992 - Portaria nº 930 /MS - “Todos Hospitais do País
deverão manter programa de Controle IH, independente
de entidade”.
HISTÓRIA CCIH
• 1997 - Lei Federal nº 9431/MS - “Os Hospitais do País são obrigados a
manter P.C.I.H.”
• 1998 - Portaria nº 2616/MS - Diretrizes e normas para prevenção e
controle das IH anexos: I; II; III; IV; V – Define o programa de controle de
IH.
• 1999 – 15/05/99 - Ministério da Saúde - Dia Nacional do Controle de
Infecção Hospitalar
• 1999 - Lei nº 9.782, de 26/01/1999 - Agência Nacional de Vigilância
Sanitária.
• 2003 - Portaria nº 385, de 04/06/2003 – foi criada a Unidade de Controle 
de Infecção Hospitalar (UCISA). 
• Atualmente, o programa nacional de controle de infecção hospitalar está 
ligado à gerência de investigação e prevenção das infecções e dos eventos 
adversos (gipea), que é subordinada à gerência geral de tecnologia em 
serviços de saúde - ANVISA. 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
• A CCIH, pela sua constituição, tem caráter consultivo e normativo, enquanto o
SCIH é o executor do programa de controle de infecção hospitalar. Por isso, o
SCIH tem importância fundamental na implantação de medidas de prevenção e
controle de IH.
• Programa de controle de infecção hospitalar (PCIH) é um conjunto de ações 
desenvolvidas, deliberadas e sistematizadas, com vistas à redução máxima 
possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares. 
• A vigilância epidemiológica permite um diagnóstico situacional mais preciso para 
o planejamento das ações e possibilita a identificação de casos e de surtos de IH, 
e a implementação de medidas imediatas de controle.
• Comissão de controle de infecção hospitalar (CCIH) a CCIH é um órgão de 
assessoria à autoridade máxima da instituição e de planejamento e 
normatização das ações de controle de infecção hospitalar, que serão executadas 
pelo serviço de controle de infecção hospitalar (SCIH). 
• Promover a proteção da saúde da população por intermédio do controle
sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à
vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das
tecnologias a eles relacionados.
INDICADORES
• Segundo a ANVISA, indicadores são “instrumentos 
utilizados para avaliar o desempenho hospitalar, 
envolvendo sua organização, recursos e metodologia de 
trabalho”. Ou seja, são ferramentas e metodologias que 
permitem medir determinados parâmetros de qualidade.
• Ao realizar a mensuração dos dados, é possível obter 
dados necessários ao planejamento e avaliação dos 
serviços saúde; identificar fatores determinantes a 
doenças e permitir sua prevenção; avaliar a eficácia dos 
métodos utilizados no controle de doenças e permite 
descrever a linha cronológica da doença instaurada.
INDICADORES
• Taxa de infecção hospitalar (%) :
número de infecções hospitalares
número de saídas
• Taxa de doentes com infecção hospitalar (%) : 
número de pacientes com infecção hospitalar
número de saídas
• Taxa de infecção por proced. de risco (%0):
nº de pac. submetidos ao proced. com infecção
nº de pacientes submetidos ao procedimento 
• Taxa de Densidade de infecção hospitalar (%0):
número de infecções hospitalares
número de pacientes-dia 
ESTATÍSTICAS
ESTATÍSTICAS
PRINCIPAIS INFECÇÕES
• INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO – ITU
• 80% das ITU estão relacionado ao cateterismo vesical de demora;
• Fatores de Risco: Assepsia inadequada/irregular;
• Colonização do meato uretral (por bactérias potencialmente
patogênicas);
• Duração do cateter;
• Agente Etiológico: E. Coli(90%).
• Sinais e sintomas: Febre, uso de antimicrobianos, urocultura
positiva, uso de sonda vesical.
PRINCIPAIS INFECÇÕES
• INFECÇÃO CIRÚRGICA
• Fatores de Risco:
• Tricotomia com lâmina;
• Assepsia inadequada/irregular do sítio operatório;
• Duração prolongada da cirurgia;
• Contaminação abdominal microbiana;
• Drenos;
• Furos em luvas;
• Corpos estranhos;
• Não realização de banho/higiene pré operatória.
• Sinais e sintomas: Febre, descrição do aspecto do curativo,
permanência de drenos, deiscência, uso de antimicrobianos, coleta
de cultura de secreção.
PRINCIPAIS INFECÇÕES
• INFECÇÃO RESPIRATÓRIA
• O mecanismo de defesa do sistema respiratório, durante a hospitalização,
pode sofrer redução na sua eficiência, por causa de sua patologia ou das
medicações utilizadas no tratamento.
• Fatores de risco:
• Nebulização/ Oxigenioterapia;
• Tubo endotraqueal (+ de 72 horas);
• Ventilação mecânica;
• Exemplo de patologia da Infecção Respiratória: Pneumonia
• Agente Etiológico: Staphylococcus aureus;
• Sinais e sintomas: Presença de secreção pulmonar aspirada, febre, realização
de radiografias, uso de antimicrobianos
SEPSES
• SEPSES OU INFECÇÕES GENERALIZADAS:
• Na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por 
vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, 
o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta com inflamação 
numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a 
falência de múltiplos órgãos.
• Fatores de Risco:
• Infusões contaminadas;
• Quebra da técnica asséptica;
• Cateteres, equipos e dânulas por longo tempo ( = /• Curativos com sujidades ou descolamento*;
• 400 mil casos por ano;
• 240 mil mortes por ano;
• Em 2003 aconteceram 398.000 casos e 227.000 mortes por choque séptico no 
Brasil com destinação de cerca de R$ 17,34 bilhões ao tratamento.
PRÍNCIPIOS GERAIS DA 
BIOSSEGURANÇA
• Biossegurança na Saúde é um conjunto de 
normas relativas à segurança do trabalhador de 
saúde, submetido ao risco potencial de acidente 
com material ou instrumentos contaminados 
com material biológico.
PRÍNCIPIOS GERAIS DA 
BIOSSEGURANÇA
• No ambiente hospitalar há RISCOS FÍSICOS, 
QUÍMICOS e BIOLÓGICOS e para cada um deles 
há NORMAS específicas disponíveis visando 
proteger : o paciente, o trabalhador de saúde, o 
acompanhante e a preservação do meio 
ambiente.
PRÍNCIPIOS GERAIS DA 
BIOSSEGURANÇA
Riscos Físicos : Formas de energia como ruídos, vibrações, pressões 
anormais, radiações ionizantes ou não, ultra e infra- som (NR-09 e 
NR-15). 
Riscos Biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, 
vírus, etc. (NR- 09)
Riscos Químicos: Substâncias, compostos ou produtos que podem 
penetrar no organismo por via respiratória, absorvidos pela pele ou 
por ingestão, na forma de gases, vapores, neblinas, poeiras ou 
fumos (NR-09, NR- 15 e NR-32).
PRÍNCIPIOS GERAIS DA 
BIOSSEGURANÇA
• EPI- Equipamento de Proteção Individual 
Luvas, máscara, protetor respiratório, avental, 
gorro, calçados e óculos de proteção. São EPI’s 
que são utilizados para proteger determinada 
parte do corpo contra os microrganismos.
• EPC – Equipamento de Proteção Coletiva trata-
se todo dispositivo, sistema ou produto de uso 
COLETIVO, destinado à proteção e promoção da 
segurança e saúde no trabalho
PRÍNCIPIOS GERAIS DA 
BIOSSEGURANÇA
São exemplos de EPC: 
• Sinalização de segurança proteção de partes móveis de 
máquinas e equipamentos ;
• Corrimão de escadas;
• Capelas químicas.
• Sistemas de ventilação e exaustão;
• Proteção de circuitos e equipamentos elétricos;
• Proteção contra ruídos (isolantes acústicos) e 
vibrações;
• Sensores de presença;
• Barreiras contra luminosidade intensa e descargas 
atmosféricas.
PRÍNCIPIOS GERAIS DA 
BIOSSEGURANÇA
São exemplos de EPI’S:
• Luvas – Protege as mãos;
• Máscara e Protetor respiratório – Vias 
Respiratórias;
• Avental – Tronco, braços e pernas;
• Gorro – Cabelos;
• Calçados e propés – Pés;
• Óculos de Proteção – Olhos;
• Capelas.
LAVAGEM DAS MÃOS
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
DESCARTE DE 
PÉRFUROCORTANTES 
PRECAUÇÕES PADRÃO
• Na década de 80 houve nova revisão onde precauções com sangue e 
fluídos corpóreos substituiu o Isolamento de proteção (Reverso) devido 
à falta de eficiência na prevenção de infecções.
• Em 1985 foi elaborado as Precauções Universais devido a contaminação 
de profissionais de saúde com HIV. 
• Em 1987 foi proposto o Isolamento de Substâncias Corpóreas – enfatiza 
os riscos de transmissão cruzada de doenças, e uso de luvas como 
barreira.
• Na década 90 surgiu novamente a necessidade de uma nova política de 
isolamento Precauções Universais e o Isolamento de Substâncias 
Corpóreas.
• Devido à confusão na interpretação e surgimento de microrganismos 
multirresistente em 1996 optou-se pelas precauções baseadas na 
transmissão de doenças sempre associadas a Precauções Padrão.
PRECAUÇÕES PADRÕES
• Conjunto de medidas que devem ser aplicadas no cuidado de 
todos os cliente, independente de seus diagnósticos. 
• Exposição a fezes, urina, vômito, saliva, lagrima, secreção nasal e 
brônquica;
• Descarte adequado dos resíduos perfurocortantes;
• Lavagem das mãos;
• Uso adequado de desinfetantes;
• Limpeza de Superfícies;
• Uso de Equipamento proteção índividual e equipamento de 
proteção coletiva. EPI e EPC.
Precauções Padrão
• Indicação: diminuir os riscos de transmissão 
por:
• CONTATO
• GOTÍCULAS Associadas às precauções padrão
• VIAS AEREAS
PRECAUÇÕES PADROES
• Modos de Transmissão de Microrganismos:
VETORES
• INDIRETO VEÍCULO INANIMADO – ESTERILIZAÇÃO E 
CUIDADOS AO MANUSEAR MATERIAIS.
CONTATO 
• DIRETO VIA AÉREA 
EXPOSIÇÃO A FLUIDOS CORPÓREOS
PRECAUÇÕES PADRÕES
• Quarto privativo: não.
• Lavagem das mãos: sim
• Luvas:todas as vezes que houver a possibilidade de contato com sangue, 
fluídos corpóreos, secreçoes e membrana mucosa, pele não integra e itens 
contaminados;
• Avental: quando houver risco de respingos de sangue e líquidos corporais.
• Máscara, gorro: quando houver risco de respingos de sangue e líquidos 
corporais.
• Óculos de proteção, escudo facial: quando houver risco de respingos de 
sangue e líquidos corporais.
• Artigos e Equipamentos: limpeza e desinfecção e esterilização, manusear 
sangue e fluídos corpóreos e perfurocortantes com cuidado.
• Transporte do cliente: avental limpo para o cliente, e cobrir todas as feridas 
abertas.
TIPOS DE TRANSMISSÃO
• CONTATO
a) Transmissão por Contato Direto:
• Pele e Mucosa 
• Ex: Herpes simples, diarreia infecciosa, sarna, conjuntivite, escabiose, 
pediculose, micoses, gastroenterites, gripe, catapora, candidíase.
• Lavagem de mãos, uso de luvas e avental.
DIRETO PESSOA PESSOA 
PREVENÇÃO
TIPOS DE TRANSMISSÃO
• CONTATO INDIRETO
• Superfícies ambientais e equipamentos FÔMITES.
• Ex: termômetros, estetoscópio, mesa de apoio, cama, suportes de
soro.
• Limpeza, desinfecção e esterilização.
É QUALQUER OBJETO 
INANIMADO OU 
SUBSTÂNCIA CAPAZ 
DE ABSORVER, RETER 
E TRANSPORTAR 
ORGANISMOS 
CONTAGIANTES OU 
INFECCIOSOS DE UM 
INDIVÍDUO A OUTRO.
INDIRETO FÔMITES PELE E MUCOSAS
PREVENÇÃO
PRECAUÇÕES POR CONTATO
• Quarto privativo: sim. Ou doentes com a mesma doença.
• Lavagem das mãos: indispensável e com uso de antisséptico.
• Luvas: Obrigatório, Calçadas e descartadas dentro do quarto.
• Avental: vestir antecipadamente e retirar antes de sair do quarto.
• Máscara: Sim.
• Artigos e Equipamentos: Uso exclusivo. Desinfecção. 
• Transporte de cliente: Notificar a área a receber o cliente para que 
os profissionais utilizem a precaução indicada; e realizem a 
desinfecção dos materiais e equipamentos que entrar em contato 
com o doente. Máscara para o cliente – comum. Elevador 
exclusivo.
• OBS: o manguito não deverá entrar em contato com a pele do 
cliente.
TIPOS DE PREVENÇÃO
• Aérea ou Respiratória:
• GOTÍCULAS:
• Ex: meningite, caxumba e rubéola, pneumonias, coqueluche,
Uso de máscara comum, manter paciente em
quarto sozinho, lavagem das mãos.
Fala, tosse, espirro 1 metro chão.
TIPOS DE PREVENÇÃO
• AEROSSÓIS:
• Ex: tuberculose, sarampo, herpes zoster, imunossuprimido.
• Higienização das mãos, porta quarto fechada,
uso dos epi’s.
RESPIRAÇÃO, FALA, TOSSE, ESPIRRO SUSPENSAS NO AR.
PRECAUÇÃO REVERSA
É um isolamento para proteger o paciente de 
agentes infectantes daqueles que potencialmente 
podem transmitir-lhes doenças infecciosas. Casos 
de imunodeprimidos, operados de grandes 
cirurgias, transplantados queimados
• Materiais :
• Quarto privado 
• Luvas de procedimentos 
• Máscara comum 
• Avental de manga longa.
PRECAUÇÃO REVERSA
• Quarto privativo necessário.
• Manter a porta sempre fechada.
• Avental: deve ser usada por todas as pessoas que entrarem no 
quarto.
• Máscara deve ser utilizada pelo paciente.
• Lavagem das mãos, na entrada e saída do quarto do paciente.
• Luvas: devem ser usadas por todas as pessoas que têm contato 
direto com o paciente.
• Visitas devem ser limitadas e instruídas quanto aos cuidados a 
serem tomados dentro do quarto.
• Transporte de pacientes: deve ser evitada a exposição do paciente 
a qualquer fonte de infecção; utilizar técnica empregada em 
isolamento total para transporte de paciente.
SITUAÇÃO PROBLEMA
• Grandes queimados;
• Alergia ao látex;
• Transplantados;
• Grandes operados;
Classificação queimaduras
Classificação queimaduras
Classificação queimaduras
Classificação queimaduras
Classificação queimaduras
Classificaçãoqueimaduras
ESCAROTOMIA
ALERGIA AO LATEX
• O que é: É uma reação alérgica desencadeada pelo contato ou 
exposição a produtos derivados de borracha natural; 
• Este tipo de alergia acomete cerca de 4% da população mundial;
• Látex é: Uma substância extraída da seiva da seringueira e encontrada 
na borracha natural; é utilizado na indústria para o fabrico de 
inúmeros produtos. QUAIS???
• Grupos de risco: 
 Crianças portadoras de alguns tipos de malformações congênitas,
 Profissionais da área de saúde,
 Trabalhadores da indústria da borracha, 
 Pacientes submetidos a múltiplas cirurgias,
 Pacientes atópicos (rinite e asma). 
 A alergia a látex pode se manifestar em qualquer faixa etária;
ALERGIA AO LATEX
• Na pele (Dermatite de contato, Urticária), no sistema respiratório 
(Asma, Rinite, Conjuntivite), em setores variados do organismo 
(Anafilaxia).
• Reações cruzadas com alimentos: Um aspecto interessante da 
alergia ao látex é a presença de reações cruzadas com alguns tipos 
de alimentos; principalmente frutas, já que o látex é um produto 
vegetal e contém proteínas semelhantes;
• Cerca de 50% dos pacientes alérgicos ao produto, são também a 
pelo menos uma fruta; geralmente banana, kiwi, abacate, maracujá, 
manga, abacaxi ou mamão.
•
PROBLEMATIZAÇÃO
• COMO PREPARAR UMA SALA DE
CIRURGIA PARA O PACIENTE COM
ALERGIA AO LÁTEX?
CLASSIFICAÇÃO DAS 
CIRURGIAS
• De acordo com o atendimento
• 1.CIRURGIA DE EMERGÊNCIA: O paciente necessita de atenção
imediata; o distúrbio pode ser ameaçador à vida. Indicação para a
cirurgia: Sem demora. Exemplos: ???
• 2.CIRURGIA DE URGÊNCIA: O paciente precisa de atenção rápida.
Indicação para a cirurgia: Dentro de 24 a 30h. Exemplos: ???
• 3.CIRURGIA ELETIVA: O paciente pode ser operado. Indicação para a
cirurgia: A não realização da cirurgia não é catastrófica. Exemplos:????
CLASSIFICAÇÃO DAS 
CIRURGIAS 
• De acordo com o objetivo ou por afinidade do tratamento -
Cirurgias paliativas: Tem a finalidade de atenuar ou buscar uma
alternativa para aliviar o mal, mas não cura a doença. Ex. ???
• Cirurgias radicais/Cirurgia Curativa: Tem por objetivo extirpar ou
corrigir a causa da doença, devolvendo a saúde ao paciente. Para
essa finalidade é necessário às vezes a retirada parcial ou total de
um órgão. A operação curativa é aquela que permite uma
sobrevida. Ex. ???
CLASSIFICAÇÃO DAS 
CIRURGIAS
• Cirurgias reparadoras: Reconstitui artificialmente uma parte do corpo
lesada por enfermidade ou traumatismo. Ex. enxerto de pele em
queimados. - Cirurgias reconstrutoras (plásticas): Realizada com
objetivos estéticos ou reparadores, para fins de embelezamento. Ex?
• Cirurgias para diagnóstico: Realizada com o objetivo de ajudar no
esclarecimento da doença. Ex?
• PORTE CIRURGICO
• As cirurgias podem ainda ser classificadas quanto ao porte cirúrgico
ou risco cardiológico (pequeno, médio ou grande porte), ou seja, a
probabilidade de perda de fluidos e sangue durante sua realização.
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS
• Cirurgias de Porte I Com pequena probabilidade de perda de fluido e 
sangue
• Cirurgias de Porte II Média perda de líquidos, eletrólitos e sangue)
• Cirurgias de Porte III(Grande perda de líquidos, eletrólitos e sangue:
• Duração do procedimento 
• Cirurgias de Porte I (Até 2h): 
• Cirurgias de Porte II (De 2 a 4h
• Cirurgias de Porte III (De 4 a 6h)
• Potencial de contaminação 
• CIRURGIA LIMPA: São aquelas realizadas em tecidos estéreis ou passíveis 
de descontaminação, na ausência do processo infeccioso e inflamatório 
local ou falhas técnicas grosseiras; cirurgias eletivas atraumáticas com 
cicatrização de 1ª intenção e sem drenagem.
•
CLASSIFICAÇÃO DAS 
CIRURGIAS
• CIRURGIA POTENCIALMENTE CONTAMINADA: São aquelas realizadas em
tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa ou em tecido de
difícil descontaminação, na ausência de processo infeccioso e inflamatório e
com falhas técnicas no transoperatórios.
• CIRURGIA CONTAMINADA: São aquelas realizadas em tecidos traumatizados
recentemente e abertos, colonizados por flora bacteriana abundante, cuja
descontaminação é difícil ou impossível, bem como todas aquelas em que
tenham ocorrido falhas técnicas grosseiras, na ausência de supuração local.
Presença de inflamação aguda na incisão e cicatrização de 2ª intenção, grande
contaminação a partir do trato digestivo.
• CIRURGIA INFECTADA: São intervenções cirúrgicas realizadas em qualquer
tecido ou órgão, em presença do processo infeccioso, tecido necrótico, corpos
estranhos e feridas de origem suja
VÍDEOS
QUESTIONAMENTOS
• COMO ABRIR O MATERIAL CORRETAMENTE?
• QUAIS EPIS USAR?
• QUAL O FLUXO DO CENTRO CÍRURGICO?
• COMO DEVE SER A LIMPEZA DA SALA APÓS UMA CIRURGIA? E
APÓS UM TRANSPLANTE?
Classificação de áreas da 
limpeza hospitalar
• Dentro de uma instituição de saúde, existe uma classificação para as 
áreas que devem passar por higienização, de acordo com o risco 
potencial apresentado com relação à transmissão de doenças:
• Áreas críticas, onde existe um risco maior de infecções, como as usadas 
para procedimentos de risco, como salas de cirurgia, unidades de 
tratamento intensivo, locais onde estão pacientes comprometidos com 
doenças infecciosas, etc.;
• Áreas semicríticas, onde estão os pacientes com moléstias infecciosas de 
baixo poder de transmissão ou de doenças não infecciosas, como 
ambulatórios, quartos, enfermarias, etc.;
• Áreas não críticas, que são as áreas não ocupadas por pacientes ou onde 
não se realizam procedimentos de risco, como as áreas administrativas, 
consultórios ou de manutenção da instituição de saúde.

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