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FACULDADE DOM ALBERTO
PÓS GRADUAÇÃO EM SAÚDE DO IDOSO
ANA DE OLIVEIRA PINA
DOENÇA DO ALZHEIMER
SÃO PAULO
2019
DOENÇA DO ALZHEIMER
Ana de Oliveira Pina [footnoteRef:1]. [1: nhapina@hotmail.com
] 
Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. 
RESUMO
Este estudo aborda a Doença de Alzheimer, além de trazer teorias e opiniões de especialistas que escrevam sobre o assunto de forma objetiva tornando claro e de maneira simples, demonstrando a Doença de Alzheimer como a principal causa de demência. Apresentamos também informações úteis sobre como prevenir a doença e lidar com a mesma. Discorremos sobre os cuidados medicamentosos que são efetuados e traz sugestões de como os familiares podem lidar com a doença e com o doente de forma que mantenha a dignidade, o respeito e a qualidade de vida.
Palavras-Chave: Doença de Alzheimer. Família. Tratamento Medicamentoso. 
INTRODUÇÃO
O ser humano nasce morrendo. Todo dia as células morrem, o que nos mantêm vivos é a divisão celular. As mitocôndrias, que são como uma usina para as nossas células, produzem energia e nos faz ter respiração. Contudo, com o passar do tempo, assim como um componente químico, as mitocondrias deixam resíduos e esses resíduos acabam por danificar a própria célula. Os danos vão se acumulando, fazendo o corpo envelhecer. A cada divisão que ocorre nas células, são perdidos fragmentos de DNA, causando erros genéticos. Quando a célula não consegue mais se dividir, perdemos a respiração e morremos. 
Com isso, sabemos que pelo avanço da tecnologia e das descobertas científicas, a expectatviva de vida do ser humano tem aumentado. Entretanto, na grande parte de idosos, estamos vendo um aumento significativo de Alzheimer, que é uma doença degenerativa do cérebro que afeta principalmente a memória, o raciocínio e a comunicação da pessoa afetada entre as demais pessoas. Além disso, mudanças no temperamento também são comuns.
Sabe-se que muitos idosos padecem com a Doença de Alzheimer. Diante disso, vemos a importância do estudo da Doença de Alzheimer como uma forma de refletir e se obter um entendimento melhor e mais aprofundado sobre a doença. Mesmo que atualmente, não haja cura para doenças “mentais”, existem medicamentos que auxiliam na qualidade de vida dos pacientes e no controle da doença em si própria dita, facilitando assim o convívio social. 
Desse modo, temos como objetivo principal descrever sobre o Alzheimer, assim como demonstrar a importância do tratamento da doença; como obter conhecimento da doença entre as outras demências e definir um diagnóstico. Podemos apresentar formas de prevenção; demonstrar o impacto da doença sobre o paciente e como isso reflete em seus familiares e aqueles que cuidam do idoso ou da pessoa doente, obtendo formas de como a família pode responder, cuidar e agir com o paciente.
A escolha do tema deu-se por ser de grande interesse pessoal, e a importância do tema, sua novidade. Os dados deste artigo foram obtidos através de pesquisas bibliográficas, em livros da área e artigos, com a palavra chave: Doença de Alzheimer e Alzheimer. Após a leitura de materiais pertinentes ao assunto serão coletados dados suficientes para a explanação e descrição desse assunto. 
1. A DOENÇA DE ALZHEIMER
Segundo Araújo (2009): “O ser humano nasce, passa pela puberdade, maturidade (fase adulta) e o envelhecimento”. Desde que Adão e Eva escolheram desobedecer a ordem divina e comer do fruto proibido, toda a humanidade está condicionada ao processo de nascer, crescer, envelhecer e morrer. Fica claro então, que o processo de envelhecimento não pode ser evitado. A humanidade está condicionada a virar pó, do jeito que foi criado, tendo até a antiguidade, uma expectativa de vida de 70 anos e aqueles que ultrapassavam essa faixa etária tinha em seu corpo sintomas de enfado, cansaço, problemas intestinais, urinários e mentais. 
Todavia, com a melhoria da qualidade de vida em todo o mundo e com o avanço da tecnologia, ajudando a inovar as pesquisas cientificas e evoluir a qualidade da medicina, a expectativa de vida do Brasileiro tem aumentando. Isso significa que as taxas de mortalidade vêm diminuindo. Contudo, podemos observar que, com o aumento da homossexualidade, o aumento significativo do egoísmo e da vida competitiva, o número de nascimentos vem caindo, enquanto o número de envelhecimento vem aumentando. Berquó (1995) destaca que:
(...) trata-se de um momento favorável, dada a estrutura etária conformada pelo declínio rápido e sistemático da fecundidade, sem que tenha havido tempo ainda para que a população já fosse envelhecida. Este metabolismo demográfico leva a uma razão de dependência declinante até os 20 anos do próximo século, quando, então, esta passará a crescer pelo efeito do peso relativo da população idosa. 
Com isso, assuntos relacionados a cuidados com o idoso, mundo do trabalho, aposentadoria, seguridade social, risco e incerteza, acumulação de capital são pautas da população e do Governo em si. O processo natural de envelhecimento do ser humano faz com que o mesmo passe por alterações biológicas e psicológicas, que adicionadas ao meio em que ele vive, podemos dizer que o idoso começa a ter doenças degenerativas e crônicas que resultam em transtornos mentais, demências, esquecimento, mudanças no humor, imunidade baixam, problemas urinários, transtornos emocionais.
O esquecimento é normal e é parte natural do processo de envelhecimento de todo ser humano. Muitos de nós em algum certo momento tivemos lapsos de esquecimento de nomes, datas, lugares, pessoas, acontecimentos. Porém, a Doença de Alzheimer faz com que enfermo fique no escuro. Desse modo, o enfermo acaba se perdendo em lugares conhecidos, não se lembra de nomes nem de rostos familiares e também se esquecem de fazer suas atividades básicas e suas necessidades fisiológicas. 
Apesar da Doença de Alzheimer afetar idosos na maior parte, não existe comprovações cientificas de que a doença está ligada ao processo de envelhecimento. Em geral a Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável, consequencia da morte de células cerebrais. De acordo com Pereira (2006), o Alzheimer é: “uma das principais doenças que causam problemas de memória, perda de habilidades motoras, problemas de comportamento e confusão mental”. Pereira (2006), ainda vai discorrer dizendo que: 
Existem 18 milhões de idosos que sofrem com demência, 61% desses números estão em países do terceiro mundo. Daqui a 25 anos serão em torno de 34 milhões de idosos nessas condições e a esmagadora maioria, cerca de 71%, nos países de terceiro mundo. Nos dias atuais, no Brasil, são 1,2 milhão de idosos com maior ou menor grau de demência. 
Por causa de vários problemas de saúde, que afetam o ser humano, principalmente na velhice, como doenças comuns como resfriados que podem se agravar para pneumonias, por consequencia da baixa imunidade, problemas intestinais por causa do enfraquecimento dos musculos internos e da coordenação motora ficar cada vez mais agravantes e outras doenças degenerativas que se iniciam, como problemas cardiovasculares, câncers. 
Segundo Araújo (2009), “As pessoas com Alzheimer em comparação aos outros, tem sua interação social comprometida, perdendo amizades de companheiros de trabalho, dificuldades em lidar com as pessoas da familia, os filhos se afastam entre outros”. Portanto,é importante ressalvar que as pessoas com Alzheimer devem ser estimuladas a saírem, fazerem tarefas domesticas, estar com a família, para sua autoestima, mantendo também autonomia.
2. A DOENÇA DE ALZHEIMER E SUA HISTÓRIA 
A Doença de Alzheimer (DA) é um dos desafios da rede de saúde. A DA é uma das demências mais violentas que existe, comparando o seu poder de destruição e morbilidade com o câncer e ataques do coração. A situação dos idosos que em muitos casos, acabam abandonados e desamparados, seja socialmente ou familiarmente exige dos centros de saúde e asilos, que seja feita uma capacitação real, para prestar assistência emocional e tendo também como objetivo aumentar o número de profissionais qualificados para melhorar a vida dos pacientes e prestar atendimento humanos. 
Atualmente, mesmo com o avanço da tecnologia, ainda não existe a possibilidade de cura da DA, mas, pode se fazer tratamento medicamentoso, suplementos alimentares e estratégias de controle (exames, métodos, alimentação, acompanhamentos), para que dessa forma tendo tambem como objetivo elevar a qualidade de vida dos pacientes e tornando possível o convívio social, faciliando o convivio com a doença. 
De acordo com Lozano (1997), “aproximadamente em 80% dos casos é a família quem se responsabiliza pelo enfermo. Em muitas vezes isso é feito em condições dramáticas e sem nenhum tipo de ajuda, subvenção (subsídio ou auxílio pecuniário), informação, apoio ou consideração”. Em certo casos, a família não sabe lidar com o idoso, principalmente com o idoso demente, e assim passam a ter desequilíbrios emocionais, passam a terem atitudes violentas, desrespeitosas ou não sabem como agir diante das disfunções que a patologia muito mais ampla do que se tentava corrigir. Por isso é necessário, cada vez mais, desenvolver programas terapêuticos para integrar os familiares e sempre, também, na possibilidade de ajudas econômicas adequadas.
2.1 HISTÓRIA DA ENFERMIDADE
A Doença de Alzheimer foi diagnosticado pela primeira vez pelo neurologista alemão Alois Alzheimer em 1907. Ele observava um paciente que havia tido sintomas graduais de demencias e outras doenças cerebrais. Esse paciente infelizmente veio a falecer e na autópsia foi visto neurônios danificados e placas emaranhadas neurofibrilares dentro de amilóide. (Correa, 1996) deixa claro que: “O fato de não ser evidenciado um diagnóstico até 1907 não significa que a doença de Alzheimer não existia, já que, na maioria dos casos, era confundido com outras demências”.
Assim sendo, a partir desse caso e dessa data, houve uma urgencia em se estudar e investigar doenças mentais mais profundamente, assim como superviosionar e analisar de perto e cuidadomente todos os dados coletados de estudos e investigações sobre a Doença de Alzheimer (DA) e outras doenças mentais. (Araújo, 2009) diz que: “Estudos realizados em 1977 mostram que em 10% das pessoas com mais de 65 anos existe lesões cerebrais. Destas lesões em 75% se diagnostica como DA e em 25% do restante se corresponde com alterações cerebrais produzidas por infartos múltiplos”. 
Esses infartos podem ser renomeados como derrames cerebrais, pois é isso que acontece quando o fluxo de sangue fica obstruido, no coraçao é infarto, no pulmao é embolia pulmonar, na cabeça é derrame e assim vai.
2.2 DEFINIÇÃO E MANIFESTAÇÃO DO ALZHEIMER
No Código Internacional das Doenças (CID), nº 10 Capítulo V – Transtornos Mentais e Comportamentais F00-F99 , define o DA como “uma doença degenerativa cerebral primária, de etiologia desconhecida que representa características neuropatológicas e neuroquímicas características.” (OMS, 2013). O período que a DA pode se manisfestar é de curto prazo, após os 65 anos de idade. É provavel que exista um histórico familiar com diagnótiscos anteriores de demência ou problemas similares. Quando a DA evolui, o processo da doença se da rapidamente, causando lesoes nos neurônios e em todo o lobo, ocorrendo deterioração mais global das funções corticais superiores.
2.3 AS HIPÓTESES SOBRE A ORIGEM E A CAUSAS DA DOENÇA
A causa da DA é desconhecida, contudo, existem teorias que tentam exempleficar e classificar as causas, sejam elas genéticas, infecciosas, tóxicológicas, e também as alteraçoes metabólicas e a divisao celular, atingindo os neurônios, afetando o seu funcionamento e a sua capacidade de se comunicar com o corpo. Araújo (2009) diz que: 
As teorias mais recentes e estudadas atualmente são aquelas baseadas na constatação de vários casos de transmissão genética dentro de um certo número de famílias. Investigadores identificaram a maioria dos genes responsáveis pela DA de começo cedo. Estes se encontram no cromossomo 14 (responsável em 70% dos pacientes com cedo desenvolvimento), cromossomo 1 (cerca de 25% dos casos) e cromossomo 21 (5%).Investigações recentes sugerem que a apoptose, processo que governa a morte normal e ordenada das células, pode não funcionar em pessoas com genes defeituosos nos cromossomos 1 e 17, assim, as células nervosas morrem prematuramente.
Atualmente, técnicas sofisticadas como tomografias, principalmente as tomografias de contraste que soltam produtos especializados em emissão de pósitron conseguem identicar atividades reduzidas em áreas específicas dos cérebros, mostrando, dessa forma, uma pré disposiçao de quem é capaz de desenvolver a DA, somente pelo fator genético, mesmo quando não existam sintomas. Fatores ambientais tambem parecem contribuir para o aparecimento da Doença de Alzheimer (DA). (Jackson, 1994) diz que:
A DA é raro na África Ocidental e as autópsias ali executadas mostraram quantidade de beta amilóide significativamente inferiores do que aquelas feitas em países mais desenvolvidos como o Japão e a Austrália. Todavia, os descendentes naturais estadunidenses da África Ocidental têm uma taxa de Alzheimer tão alta quanto outros estadunidenses, indicando que os fatores ambientais ou o modo de vida podem desempenhar uma função na manifestação do Alzheimer.
Sendo esse o caso, podemos supor que a doença tambem pode ser consequencia de fatores ambientais como vírus, mesmo que não exista nenhuma evidência de que a DA seja transmissível, mas pode ser contraída se levarmos em consideração a deterioração do sistema imunológico, que consequentemente, essa deterioração afetará o cérebro. 
Outro fator que fora estudado e que curiosamente foi avaliado como uma das possíveis causas do DA é os metais. (Jackson, 1994) diz que “Os cérebros dos animais de laboratório que foram expostos a altos níveis de alumínio mostraram emaranhados neurofibrilares que são parecidas com a DA”. Contudo, fica claro que o alumínio ou qualquer metal que seja, não cause a DA. (Jackson, 1994), vai discorrer que: 
Alguns estudiosos crêem que o zinco pode promover a formação de placas de amilóides. Em um experimento, esse processo acelerou-se quando o zinco foi combinado com silicato de alumínio, uma substância que se encontra em cremes não lácteos e em alguns medicamentos antidiarreicos. Também foi encontrado em portadores da DA um metabolismo anormal de zinco. 
Desse modo, a maneira mais correta de dizer o que causa a DA é o envelhecimento do cérebro e a degeneração dos neurônios, evoluindo em varíos estágios diferentes, quando proteinas celulares tóxicas invadem o hipocampo e as areas que controla a memória e o córtex cerebral, iniciando um processo defeituoso. (Correa, 1996), vai dizer que:
Alois Alzheimer em 1907, pensou-se que havia uma destruição acelerada das células do cérebro e que se acumulavam muitas proteínas dentro e fora dos neurônios. Esses processos podem aparecer debilmente em anciãos, mas são intensos na DA. Tenta-se impedir o desenvolvimento do processo de involução celular e da formação de placas, já que é muito lento (superior a 30 anos) e poderia realizar-se um bom trabalho de prevenção obtendo resultados na investigação em andamento.
Os desequilíbrios como consequencia do envelhecimento no sistema cerebral, faz que o nosso corpo perca a habilidade de defender as célulase por causa disso, alguns neuronios acabam morrendo. Essa degeneração dos neurônios causa a demência e os problemas mentais e disturbios homornais e corporais que acontecem na velhice. Esses fatores de envelhecimento são as características mais definitórias da DA, e por isso, é importante focar em produzir medicamentos para agirem nessa area e impedirem o avanço da doença, tendo tambem uma forma de prevençao. 
2.4 TRATAMENTOS
Ainda não existe um fármaco que trate a DA. A maioria dos pacientes que possuem DA se tornam pessoas agitadas e violentas, seja essa violencia de forma verbal ou física. Quando esse é o caso, medicamentos como Haldol e Trazodone são prescritos para controlar estes comportamentos, sendo efetivos por um momento na melhora desses sintomas. Contudo, acerca de medicamento que possam curar a DA, (Correa, 1996), vai dizer que: 
Tacrine é o primeiro medicamento aprovado pela FDA especificamente para a Doença de Alzheimer. Tacrine ajuda a desacelerar a deterioração da acetilcolina– produto químico necessário para a comunicação do cérebro-célula e que se esgota gravemente como a DA. Os efeitos do medicamento estão longe de serem muito notáveis. Em geral, cerca da metade dos pacientes começa a tomar tacrine deixam de fazê-lo devido principalmente a reações secundárias e adversas, tais como erupções e problemas de estômago. Nas pessoas que continuam como medicamento, a melhora leve ocorre em menos da metade dos pacientes em etapas leves a moderadas da doença
Até os dias atuais, não foram encontrados tratamentos adequados para a DA, e as unicas recomendaçoes medicas que existem sao que aqueles que possuem DA, evitem dirigir ou operar maquinas, pois devido ao dano neurologico, o risco de acidentes se eleva e dessa forma, aumenta tambem o risco de morte. Outro sintoma comum é os pacientes ficarem perdidos e perambularem como zumbis pelas ruas, avenidas e bairros sem terem a menor noçao do que estao fazendo ou da onde estao indo. Assim, é preciso saber como se prevenir. 
3. COMO SE PODE DIAGNOSTICAR E PREVENIR 
A tomografia computadorizada é a forma atual e mais eficiente para se diagnosticar o DA. Atraves dela descarta-se a presença de coágulos sanguíneos, tumores e evidência de um derrame cerebral. Outro exame efetivo tambem é o electroencefalograma, que demonstra atividades de ondas cerebrais lentas distinguindo o Alzheimer da pessoa emocionalmente deprimida. 
Numerosos estudos comprovaram que o Mal de Alzheimer nao afeta aquelas pessoas que se mantem mentalmente ativas. A leitura e a estimulaçao cerebral sao formas naturais e eficazes para manter os neuronios funcionando sem degeneraçao celular. Cientistas da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, atraves de suas pesquisas, chegaram a conclusao que a mente ativa estimula a mente e ajuda na criaçao e crescimentos dos neurônios, alem de exercicios areobicos, sexo,alimentaçao e estresse sob controle reforça e fortalece o cérebro impedindo a destruição das células cerebrais. 
CONCLUSÃO
A Doença de Alzheimer além de ser uma doença degeneretiva cerebral, acaba também degerenerando de certo modo a vida dos familiares, ja que a DA é uma doença complicada, incurável e de alto cargo emocinal, psicológico e um fardo muito pesado para aqueles que convivem com o enfermo. A assistência aos portadores de Alzheimer é de fundamental importância. Saber o que fazer para prevenir e cuidar da saúde, torna-se fundamental na prevenção da demência. 
Portanto, neste estudo evidenciamos as causas, as formas de prevençoes, a forma como a doença avança e seu processo de degeneração, além de subjetivamente fazer uma critica e tambem um apelo para as instituiçoes de saude e instituiçoes especiais, e tambem os familiares, serem capacitados para lidar com o enfermos e efetivando cuidados especiais com os idosos com DA, tentando de alguma forma manter a dignidade e a independencia.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, Paulo Benardo. Alzheimer: o idoso, a família e as relações humanas. 2ª ed. Rio de Janeiro: WSK; 2009.
BERQUÓ, Elza. Os idosos no Brasil: considerações demográficas. Campinas: UNICAMP, 1995.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria Nº 1.298, De 21 De Novembro De 2013. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença de Alzheimer. Diário Oficial da União,Brasília, DF 2013.
CORREA, Antônio Carlos de Oliveira. O Envelhecimento, Depressão e Doença de Alzheimer. Belo Horizonte: Health, 1996.
JACKSON,Osa Shulte. Função cerebral: envelhecimento e demência. Fisioterapia Neurológica. 2º ed. São Paulo:Manole, 1994
LOZANO, Fiórez. Psicopatologia do cuidador habitual do idoso. Universidade de Oviedo, Espanha, 1997 
PEREIRA, Mauricio Gomes. A Saúde dos Idosos. Universa. Brasília. 2006.

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