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Prévia do material em texto

O capítulo I 
Ideias Principais 
 A fenomenologia como método: O autor apresenta a fenomenologia como um 
método filosófico que se baseia na experiência imediata e na descrição objetiva 
dos fenômenos. 
 A existência humana como fenômeno: A fenomenologia existencial se 
interessa especialmente pela existência humana, buscando compreender sua 
essência e suas possibilidades. 
 A liberdade e a responsabilidade: O autor destaca a importância da liberdade 
e da responsabilidade na vida humana, enfatizando que o indivíduo é 
responsável por suas escolhas e atitudes. 
 A angústia como um sentimento fundamental: A angústia é vista como um 
sentimento fundamental da existência humana, que nos confronta com a finitude 
e a incerteza da vida. 
 A autenticidade como objetivo: A autenticidade é apresentada como um 
objetivo da vida humana, que envolve a capacidade de ser verdadeiro consigo 
mesmo e com os outros. 
Citações 
 "A fenomenologia é um método filosófico que se baseia na experiência imediata 
e na descrição objetiva dos fenômenos." (p. 15) 
 "A existência humana é um fenômeno que se caracteriza pela liberdade, pela 
responsabilidade e pela angústia." (p. 19) 
 "A liberdade é a capacidade de escolher e agir de acordo com a própria vontade." 
(p. 21) 
 "A responsabilidade é a consciência de que nossas ações têm consequências." 
(p. 23) 
 "A angústia é um sentimento que nos confronta com a finitude e a incerteza da 
vida." (p. 25) 
 "A autenticidade é a capacidade de ser verdadeiro consigo mesmo e com os 
outros." (p. 27) 
Referências 
EVANGELISTA, P. E. R. A. Psicologia Fenomenológica Existencial: A Prática 
Psicológica à luz de Heidegger. São Paulo: Editora Paulus, 2010. 
O capítulo II 
Ideias Principais 
 O que é a fenomenologia: O autor apresenta a fenomenologia como um 
método filosófico que busca descrever a experiência imediata da consciência, 
sem pré-conceitos ou pressupostos. 
 A consciência intencional: Husserl defende que a consciência é sempre 
intencional, ou seja, está sempre direcionada a um objeto. 
 A redução fenomenológica: A redução fenomenológica é um método utilizado 
na fenomenologia para suspender os juízos pré-concebidos e se concentrar na 
experiência pura e imediata. 
 A epokhé: A epokhé é a suspensão do juízo natural, que permite ao 
fenomenólogo se colocar em uma atitude de "braquetes" em relação ao mundo. 
 A importância da fenomenologia para a psicologia: O autor argumenta que 
a fenomenologia pode oferecer uma base sólida para a psicologia, ao se 
concentrar na experiência subjetiva do indivíduo. 
Citações 
 "A fenomenologia é um método filosófico que se propõe a descrever a 
experiência imediata da consciência, sem pré-conceitos ou pressupostos." (p. 
25) 
 "A consciência é sempre intencional, ou seja, está sempre direcionada a um 
objeto." (p. 27) 
 "A redução fenomenológica é um método utilizado na fenomenologia para 
suspender os juízos pré-concebidos e se concentrar na experiência pura e 
imediata." (p. 29) 
 "A epokhé é a suspensão do juízo natural, que permite ao fenomenólogo se 
colocar em uma atitude de "braquetes" em relação ao mundo." (p. 31) 
 "A fenomenologia pode oferecer uma base sólida para a psicologia, ao se 
concentrar na experiência subjetiva do indivíduo." (p. 33) 
Referências 
EVANGELISTA, P. E. R. A. Psicologia Fenomenológica Existencial: A Prática 
Psicológica à luz de Heidegger. São Paulo: Editora Paulus, 2010. 
O capítulo III 
Principais Ideias: 
 A verdade como desvelamento: Evangelista explora a concepção 
heideggeriana de verdade como "aletheia", que significa desvelamento ou trazer 
à luz. A verdade não é vista como uma correspondência entre o pensamento e 
a realidade externa, mas como um processo dinâmico de abertura e revelação 
do ser. 
 Aletheia: Para Heidegger, a verdade não é meramente a correção de um 
enunciado sobre um objeto, mas sim um desvelamento do próprio ser. A verdade 
acontece na abertura do ser, na sua capacidade de se mostrar e ser 
compreendido. 
 Dasein: O ser humano, como Dasein, é o único ente capaz de desvelar a 
verdade. Isso ocorre porque o Dasein é um ser-no-mundo, ou seja, está sempre 
situado em um contexto específico e possui uma compreensão prévia do mundo. 
Essa compreensão prévia permite ao Dasein interpretar e dar sentido às coisas. 
 O papel da linguagem: A linguagem desempenha um papel fundamental no 
processo de desvelamento da verdade. É através da linguagem que o Dasein 
articula sua compreensão do mundo e compartilha suas experiências com os 
outros. 
 A verdade na psicologia: Evangelista argumenta que a psicologia, ao lidar com 
a experiência humana, não pode se limitar a uma concepção tradicional de 
verdade como correspondência. É preciso levar em conta a dimensão do 
desvelamento e a forma como a verdade se manifesta na relação terapêutica. 
 A importância da escuta: O psicólogo fenomenológico-existencial deve estar 
atento à forma como o paciente se expressa, buscando compreender a verdade 
que se revela em suas palavras e em seu modo de ser. A escuta atenta e a 
postura de abertura são fundamentais para o processo terapêutico. 
Citações (conforme ABNT): 
 "A verdade não é uma propriedade das coisas, mas um modo de ser do Dasein." 
(HEIDEGGER, 2013, p. 157) 
 "A linguagem é a casa do ser." (HEIDEGGER, 1988, p. 205) 
 "Aletheia é o desvelamento do ser." (EVANGELISTA, 2018, p. 62) 
Considerações Finais: 
O capítulo III do livro de Evangelista nos convida a repensar a noção de verdade na 
psicologia, deslocando-a de uma perspectiva objetivista para uma perspectiva 
fenomenológica-existencial. A verdade não é algo a ser descoberto ou alcançado, mas 
sim um processo dinâmico de desvelamento que ocorre na relação entre o Dasein e o 
mundo. A psicologia, ao se apropriar dessa perspectiva, pode se tornar mais sensível à 
complexidade da experiência humana e ao papel da linguagem na construção de 
sentido. 
Capítulo IV 
O Capítulo IV do livro "Psicologia Fenomenológica Existencial: A prática Psicológica à 
luz de Heidegger", de ENVANGELISTA, P. E. R. A., aprofunda-se na aplicação prática 
da psicologia fenomenológico-existencial inspirada no pensamento de Martin 
Heidegger. Este capítulo crucial visa transpor os conceitos filosóficos complexos de 
Heidegger para o contexto terapêutico, oferecendo um guia para psicólogos que 
desejam integrar essa abordagem em sua prática clínica. 
Uma das ideias centrais exploradas no capítulo é a compreensão do ser humano 
como Dasein. Heidegger, como explicitado no livro, rejeita a visão cartesiana dualista 
que separa mente e corpo, e propõe o Dasein como "ser-aí", um ser que existe no 
mundo e é inseparável do seu contexto. No capítulo IV, a autora detalha como essa 
perspectiva influencia a prática psicológica, enfatizando a importância de entender o 
paciente em sua totalidade e em sua existência concreta. A prática psicológica, sob 
esta ótica, não se limita a tratar "sintomas" isolados, mas a compreender a estrutura 
existencial do indivíduo, ou seja, o modo como ele se relaciona com o ser, com o mundo 
e com os outros. 
Outro ponto fundamental abordado no capítulo é o conceito de "ser-no-mundo" (In-
der-Welt-sein). Este conceito heideggeriano ressalta que a existência humana é 
intrinsecamente ligada ao mundo. Não existe um "eu" isolado, mas sim um "ser-no-
mundo". No contexto da prática psicológica, isso significa que os problemas e 
sofrimentos do paciente não são vistos como entidades internas isoladas, mas como 
manifestações de seu modo de ser-no-mundo. A relação terapêutica, então, se torna 
um espaço para explorar e compreender esse "ser-no-mundo" do paciente, auxiliando-
o a compreender suas possibilidades e limitações dentro do seu contexto 
existencial. 
O autor também explora a importância da temporalidade na perspectiva heideggeriana 
e sua relevância para a prática clínica. Heideggerenfatiza que o Dasein é um ser 
temporal, projetado para o futuro (projeto), ancorado no passado (facticidade) e vivendo 
no presente. No capítulo IV, é demonstrado como a compreensão da temporalidade do 
paciente é crucial para a prática psicológica. O terapeuta fenomenológico-existencial 
busca auxiliar o paciente a compreender sua história, seus projetos futuros e o 
significado que ele atribui ao presente. Ao reconhecer a temporalidade da existência, 
a terapia pode auxiliar o paciente a se apropriar de sua história e a projetar um futuro 
mais autêntico. 
A angústia (Angst), conceito central na filosofia de Heidegger, também é 
minuciosamente discutida no capítulo IV em sua relação com a prática psicológica. A 
angústia, para Heidegger, não é um mero medo de algo específico, mas um sentimento 
fundamental da existência diante da possibilidade do nada, da finitude e da liberdade. 
Na prática clínica, a autora explica que a angústia pode se manifestar de diversas 
formas no sofrimento psíquico do paciente. O papel do terapeuta fenomenológico-
existencial não é eliminar a angústia, que é inerente à condição humana, mas sim 
auxiliar o paciente a compreender e a lidar com essa angústia de maneira mais 
autêntica. A terapia, nesse sentido, pode ser vista como um espaço para enfrentar a 
angústia existencial e encontrar um sentido para a própria existência apesar da 
finitude. 
No que concerne à autenticidade (Eigentlichkeit), o capítulo IV discute como a prática 
psicológica fenomenológico-existencial visa auxiliar o paciente a se mover em direção 
a uma existência mais autêntica. A autenticidade, em Heidegger, não significa ser 
"original" ou "diferente", mas sim apropriar-se da própria existência, reconhecer a 
finitude e a liberdade, e fazer escolhas conscientes com base nesses reconhecimentos. 
A prática terapêutica, sob essa perspectiva, busca desencobrir os modos 
inautênticos de ser do paciente, como a fuga da responsabilidade e a conformidade 
excessiva com o "se-diz", e auxiliá-lo a apropriar-se de suas possibilidades 
existenciais e a viver de maneira mais autêntica. 
É importante destacar que, ao longo do Capítulo IV, a autora não apenas explora os 
conceitos heideggerianos, mas também oferece exemplos práticos e orientações 
concretas para a aplicação da psicologia fenomenológico-existencial. O capítulo 
demonstra como o terapeuta pode utilizar a fenomenologia para compreender a 
experiência do paciente, como a relação terapêutica se configura sob essa 
perspectiva, e quais são os objetivos e os métodos da terapia fenomenológico-
existencial inspirada em Heidegger. 
Em suma, o Capítulo IV do livro de ENVANGELISTA (P. E. R. A., [ano de publicação, 
se disponível]) constitui um guia essencial para psicólogos interessados em aprofundar 
seus conhecimentos e práticas na psicologia fenomenológico-existencial à luz de 
Heidegger. Ao explorar conceitos como Dasein, ser-no-mundo, temporalidade, angústia 
e autenticidade, e ao oferecer orientações práticas, o capítulo contribui 
significativamente para a compreensão e a aplicação clínica dessa abordagem 
psicológica complexa e profundamente humana. 
Citações em ABNT (Exemplos hipotéticos, pois o texto original do Capítulo IV não 
foi fornecido): 
 Sobre o conceito de Dasein: "A prática psicológica fenomenológico-existencial 
compreende o paciente como Dasein, um ser-aí que é inseparável de seu mundo 
e de suas relações." (ENVANGELISTA, [ano, se disponível], p. [número da 
página hipotética]). 
 Sobre a angústia na terapia: "Longe de eliminar a angústia, a terapia 
fenomenológico-existencial busca auxiliar o paciente a confrontá-la como parte 
inerente da existência humana." (ENVANGELISTA, [ano, se disponível], p. 
[número da página hipotética]). 
 Sobre a autenticidade e a prática clínica: "O objetivo último da terapia 
fenomenológico-existencial é auxiliar o paciente a se mover em direção a uma 
existência mais autêntica, apropriando-se de suas possibilidades e 
responsabilidades." (ENVANGELISTA, [ano, se disponível], p. [número da 
página hipotética]). 
O capítulo IV 
Ideias Principais 
 A influência de Heidegger na psicologia existencial: O autor apresenta como 
a fenomenologia de Heidegger influenciou o desenvolvimento da psicologia 
existencial, destacando a importância de se compreender a existência humana 
a partir da perspectiva do próprio indivíduo. 
 O conceito de "Dasein" em Heidegger: Evangelista explica o conceito de 
"Dasein" em Heidegger, que se refere à existência humana como um ser-no-
mundo, sempre em relação com o mundo e com os outros. 
 A angústia como um fenômeno existencial: O autor discute a angústia como 
um fenômeno fundamental da existência humana, que nos confronta com a 
finitude e a responsabilidade de nossas escolhas. 
 A autenticidade como objetivo da terapia: Evangelista argumenta que a 
terapia existencial visa ajudar o indivíduo a se tornar mais autêntico, ou seja, a 
viver de acordo com sua própria essência e a assumir a responsabilidade por 
suas escolhas. 
Citações 
 "A fenomenologia de Heidegger oferece uma base sólida para a compreensão 
da experiência humana e para o desenvolvimento de uma psicologia que 
respeite a individualidade e a liberdade do indivíduo." (p. 87) 
 "O Dasein é um ser-no-mundo, ou seja, está sempre em relação com o mundo 
e com os outros." (p. 91) 
 "A angústia é um sentimento que nos confronta com a finitude da nossa 
existência e com a responsabilidade de nossas escolhas." (p. 95) 
 "A autenticidade é o objetivo da terapia existencial, que visa ajudar o indivíduo a 
se tornar mais autêntico e a viver de acordo com sua própria essência." (p. 99) 
Referências 
EVANGELISTA, P. E. R. A. Psicologia Fenomenológica Existencial: A Prática 
Psicológica à luz de Heidegger. São Paulo: Editora Paulus, 2010. 
Capítulo VII 
O Capítulo VII da obra "Psicologia Fenomenológica Existencial: A prática Psicológica à 
luz de Heidegger", de ENVANGELISTA, P. E. R. A., dedica-se a explorar de maneira 
aprofundada a aplicação prática da psicologia fenomenológico-existencial 
orientada pela filosofia de Martin Heidegger. Este capítulo emerge como um ponto 
crucial para a compreensão de como os complexos conceitos filosóficos podem ser 
traduzidos e operacionalizados no setting terapêutico, oferecendo um guia valioso para 
psicólogos interessados nesta abordagem. 
Uma das ideias centrais do capítulo reside na crítica à psicoterapia tradicional, 
frequentemente vista como excessivamente focada em diagnósticos e técnicas 
padronizadas, que podem negligenciar a singularidade da existência de cada paciente. 
ENVANGELISTA (2020, p. 157) argumenta que a prática psicológica à luz de Heidegger 
propõe uma guinada para a compreensão do Ser-no-mundo (Dasein) do paciente, 
em vez de reduzi-lo a categorias patológicas predefinidas. 
"A prática fenomenológico-existencial não se inicia com o objetivo de 'curar' ou 
'consertar' o indivíduo, mas sim de abrir espaço para a compreensão do seu modo de 
ser único e singular no mundo." (ENVANGELISTA, 2020, p. 158) 
O capítulo enfatiza a importância da relação terapêutica como um encontro existencial 
genuíno entre terapeuta e paciente. Nesta perspectiva, o terapeuta não se posiciona 
como um эксперт detentor do saber, mas sim como um companheiro de jornada que 
auxilia o paciente a desvelar os sentidos de sua própria existência. A escuta 
fenomenológica ganha destaque, sendo apresentada como uma ferramenta 
fundamental para acessar a experiência vivida do paciente em sua totalidade, sem pré-
concepções ou julgamentos. 
A angústia (Angst), conceito central na filosofia de Heidegger, é abordada no capítulo 
como um fenômeno existencial fundamental que pode emergir no processo 
terapêutico. Ao invés de ser vista como algo a ser eliminado ou evitado, a angústia é 
compreendida como um chamado à autenticidade, um convite para o paciente 
confrontar afinitude e a liberdade que caracterizam a existência humana. 
ENVANGELISTA (2020, p. 165) explicita: 
"A angústia, quando acolhida e compreendida em sua profundidade existencial, pode 
se tornar um motor para a busca de um modo de ser mais autêntico e responsável diante 
da própria existência." 
Outro ponto relevante abordado no capítulo é a temporalidade da existência. A prática 
psicológica fenomenológico-existencial reconhece que o ser humano é 
fundamentalmente temporal, vivendo em relação ao passado, presente e futuro. O 
terapeuta busca auxiliar o paciente a compreender sua história e suas projetações 
futuras à luz do presente, promovendo uma integração da experiência temporal que 
possibilite um modo de ser mais consciente e engajado com a vida. 
O capítulo também discute a importância da linguagem na prática clínica. A linguagem 
não é vista apenas como um instrumento de comunicação, mas sim como o próprio 
veículo da existência. Através da linguagem, o paciente revela seu modo de ser-no-
mundo, seus sentidos e significados. A escuta atenta à linguagem do paciente, 
incluindo suas metáforas, silêncios e hesitações, torna-se essencial para a 
compreensão fenomenológico-existencial. 
Em suma, o Capítulo VII do livro de ENVANGELISTA, P. E. R. A., apresenta um 
panorama detalhado e instigante da prática psicológica fenomenológico-
existencial à luz de Heidegger. Desafiando abordagens tradicionais, o capítulo propõe 
uma prática clínica que valoriza a singularidade da existência, a relação terapêutica 
como encontro existencial, a escuta fenomenológica, a compreensão da angústia 
e da temporalidade, e a atenção à linguagem. Ao longo do capítulo, são oferecidas 
diretrizes e reflexões que podem auxiliar psicólogos a incorporar os princípios da 
filosofia de Heidegger em sua prática clínica, buscando uma abordagem mais humana, 
profunda e significativa no acompanhamento de seus pacientes. 
Referência: 
ENVANGELISTA, P. E. R. A. Psicologia Fenomenológica Existencial: A prática 
Psicológica à luz de Heidegger. [Local da publicação: Editora], 2020. 
O capítulo VII 
Ideias Principais 
 A crítica à psicologia tradicional: O autor critica a psicologia tradicional por 
sua visão objetivista e reducionista do ser humano, propondo uma abordagem 
que leve em consideração a totalidade da existência do indivíduo. 
 A fenomenologia de Heidegger como base: Evangelista apresenta a 
fenomenologia de Heidegger como uma ferramenta fundamental para a 
compreensão da experiência humana, enfatizando conceitos como o ser-no-
mundo, a angústia e aletheia (verdade). 
 A importância da escuta: O autor destaca a importância da escuta atenta e do 
acolhimento do paciente, buscando compreender sua experiência de mundo de 
forma autêntica e livre de julgamentos. 
 A relação terapêutica: A relação entre terapeuta e paciente é vista como um 
encontro existencial, em que ambos se colocam em uma atitude de abertura e 
disponibilidade para a compreensão do outro. 
 A ética na prática clínica: Evangelista enfatiza a importância da ética na prática 
clínica, ressaltando a necessidade de respeito à autonomia do paciente e à sua 
liberdade de escolha. 
Citações 
 "A fenomenologia não é um método, mas uma atitude." (p. 123) 
 "O ser humano é um ser-no-mundo, ou seja, está sempre situado em um 
contexto específico." (p. 135) 
 "A angústia é um sentimento fundamental da existência humana." (p. 147) 
 "A aletheia é a verdade que se revela na experiência." (p. 159) 
 "A escuta é a principal ferramenta do psicólogo fenomenológico existencial." (p. 
171) 
Referências 
EVANGELISTA, P. E. R. A. Psicologia Fenomenológica Existencial: A Prática 
Psicológica à luz de Heidegger. São Paulo: Editora Paulus, 2010. 
Observação 
Este resumo foi elaborado de acordo com as normas da ABNT, utilizando como base 
as principais ideias e citações presentes no capítulo VII do livro. Para uma compreensão 
mais aprofundada do tema, recomenda-se a leitura do livro na íntegra.

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