Prévia do material em texto
ECG Concluído Matérias RPI Prazo ECG normal Noções Básicas de ECG VELOCIDADE 25mm/s EIXO X 1 🟥 0,04s 5 🟥 1 ⬛ 0,2s 5 ⬛ 1s EIXO Y 1 🟥 0,1 mV 5 🟥 1 ⬛ 0,5mV 2 ⬛ 1mV Noções Práticas de Vetores Há 3 eletrodos exploradores 22 de maio de 2024 ECG 1 https://www.notion.so/RPI-18cf155021e78122bf52ca073d3975e1?pvs=21 https://www.notion.so/RPI-18cf155021e78122bf52ca073d3975e1?pvs=21 Quando a onda de despolarização se aproxima do eletrodo Quando a onda de despolarização se afasta do eletrodo Paredes DERIVAÇÕES Derivações Contíguas Frontais= Olham a mesma parede DI/aVL parede ESQUERDA DII/DIII/aVF parede INFERIOR aVF parede DIREITA Condução Elétrica Inicia no NÓ SINUSAL com a DESPOLARIZAÇÃO ATRIAL Frequência: 50100 bpm Despolarização: AD (átrio direito) AE (átrio esquerdo) → se aproximando do eletrodo explorador ECG Onda P Despolarização Atrial no NÓ ATRIOVENTRICULAR AV Propriedade decremental do nó AV segura o impulso elétrico por alguns ms para permitir a finalização da contração atrial para só ECG 2 ⇒ DESPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR Nó AV SEPTO INTERVENTRICULAR Vetor resultante: para direita e para baixo → se afasta do eletrodo explorador ECG onda Q Despolarização ventricular: Repolarização atrial) Paredes livres dos ventrículos → Parede basais dos ventrículos Vetor resultante: para cima e para direita se afasta do eletrodo exploratório ECG onda S depois o ventrículo contrair ECG intervalo PR Despolarização ventricular: Septo interventricular → PAREDES livres dos VENTRÍCULOS Vetor resultante: para direita e para baixo → se aproxima do eletrodo explorador ECG onda R ⇒ REPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR ECG onda T Segue a mesma polaridade do complexo QRS ECG 3 REPOLARIZAÇÃO ATRIAL Acontece ao mesmo tempo em que os ventrículos se contraem Fenômeno não visível no ECG pois os fenômenos dos ventrículos acabam por “esconderˮ os fenômenos dos átrios devido a sua maior intensidade elétrica TIPOS DE COMPLEXO QRS Análise do Eletrocardiograma NORMAL ANÁLISE DA DERIVAÇÃO LONGA DII Ritmo SINUSAL Onda P em: DI, DII e aVF Onda P em: aVR Não necessariamente é um ritmo regular (distância de uma RR é a mesma) Não necessariamente precede um QRS ECG 4 Onda P DI, DII e aVF + Onda P aVR Morfologia da Onda P DII Altura 2,5mm Largura 2,5mm V1 Parte positiva 1mm Parte negativa 1mm2 Intervalo PR Normal: até 200ms (5mm) Aumentado: distúrbio/atraso da condução do impulso elétrico do átrio para o ventrículo (ex. BAV 1o GRAU Diminuído: taquicardia juncional (impulso elétrico nasce mais próximo ao ventrículo) FC Ritmos regulares: ECG 5 Regra dos 1500 FC 1500/N° de quadradinhos entre RR Ex: FC 1500/21,5 ≅ 70 bpm Regra dos 300 FC 300/No quadrados (5mm) entre RR Ex: FC 300/4 ≅ 75 bpm Ritmo Irregular FC No QRS – 1 x 6 Ex: FC 28 1 x 6 162 bpm QRS NO PLANO FRONTAL Largura do QRS Morfologia do QRS normal: ⇒ Largura 3mm 120ms) (menor que 3 🟥) Amplitude: variável Baixa voltagem se 0,5mV em todas as derivações periféricas (ex. pericardite) R onda positiva Q primeira onda negativa S onda negativa após o S R :̓ segunda deflexão para cima Critérios de sobrecarga Pesquisa de ondas “Qˮ patológicas por paredes ECG 6 Q despolarização septal ⇒ 1/3 da amplitude da onda R ⇒ Duração 0,04s 1 🟥) em duas derivações contíguas Pode significar: Pneumotórax esquerdo ou dextrocardia; Infarto do miocárdio e miocardite; Cardiomiopatia hipertrófica; BRE. Eixo elétrico Indica o vetor resultante da despolarização Eixo normal: de 30o e 90o PASSO 1 QRS em DI QRS I ou IV quadrantes PASSO 2 QRS em aVF QRS I ou II quadrantes PASSO 3 definir o quadrante DI eixo em I ou IV aVF eixo em I ou II Eixo no I quadrante PASSO 4 QRS em aVL QRS eixo entre 90o e 60o ECG 7 QRS NO PLANO HORIZONTAL V1;V2;V3;V4;V5;V6 Largura do QRS (mesmo do frontal) Critérios de sobrecarga ventricular Pesquisa de ondas “Qˮ patológicas por paredes (mesmo do frontal) Progressão das ondas R, S e razão R/S A medida que V1 vai para V6 Onda R vai AUMENTANDO e Onda S vai DIMINUINDO Acontece por causa da localização dos eletrodos V1 está mais longe do eletrodo explorador (mais -) V6 está mais perto do eletrodo explorador (mais +) ANÁLISE DE ST, T, QT E QTc Segmento ST Tempo do fim da despolarização ventricular até a repolarização ventricular NORMAL SUPRA INFRA ECG 8 Onda T Normal: Mais arredondada do que o QRS Geralmente possui o mesmo sentido do QRS (pode não seguir em DIII e V1 Altura e amplitude medindo 1/2 ou 1/3 da onda R anterior Intervalo QT Mede o início da despolarização dos ventrículos até o fim da repolarização Quanto maior o QT, maior a chance de arritmias graves ou morte súbita Intervalo QTc QTc normal: Crianças 460 ms Homens 450 ms Mulheres 470 ms QTc QT(s) / √RR(s) ECG 9 💡 LAUDANDO ECG NORMAL Ritmo sinusal, regular. Frequência cardíaca de 60100 BPM. Intervalo PR normal (até 200ms). QRS estreito 120ms) Sem critérios de sobrecarga. Sem ondas Q patológicas. Eixo elétrico entre 90o e 30o. Ausência de supradesnivelamento ou infradesnivelamento de segmento ST. Ausência de ondas T patológicas ou alteração de repolarização Intervalo QT normal. Sobrecargas ÁTRIOS D2 e V1 e VENTRÍCULOS V1 e V6 OLHAR ONDA P!! ÁTRIO ESQUERDO → ↑ALTURA 2,5mm) V1 → ↑COMPRIMENTO 2,5mm) V6 → não é para caber num quadrado ÁTRIO DIREITO → ↑COMPRIMENTO 2,5mm) V1 → ↑ALTURA 2,5mm) V6 VENTRÍCULOS V1 e V6 VENTRÍCULO DIREITO DESVIO P/DIREITA D1 e aVF V1 V6 TEM QUE TA MAIS POSITIVO DO QUE NEGATIVO VENTRÍCULO ESQUERDA ECG 10 AMPLITUDE > 30mm 6 QUADRÃOS v1 v5/v6 v2 v5/v6 PADRÃO DE STRAIN V5 e V6 Onda T apiculada com infra DESVIO DO EIXO PARA ESQUERDA QRS 100ms 2,5 quadradinhos TEP SOBRECARGA DE VENTRICULO DIREITO DPOC SOB Amiloidose Cardíaca Baixa atividade elétrica (baixa voltagem) ECG 11 🚨 PARA DEFINIR SE HÁ SOBRECARGA ATRIAL, É NECESSÁRIO OLHAR PARA AS DUAS DERIVAÇÕES DII E V1 E PREENCHER OS CRITÉRIOS!! CORRELAÇÃO CLÍNICA SOBRECARGA ATRIAL ESQUERDA ESTENOSE MITRAL SOBRECARGA ATRIAL DIREITA ESTENOSE TRICÚSPIDE sopro diastólico SOBRECARGA INSUFICIÊNCIA TRICÚSPIDE SOBRECARGA ATRIAL E VENTRICULAR ESQUERDA INSUFICIÊNCIA MITRAL sopro sistólico Arritmias ⇒ FIBRILAÇÃO ATRIAL RITMO IRREGULAR QRS ESTREITO SEM ONDA P ⇒ FLUTER ATRIAL PRESENÇA DAS ONDAS F ONDAS EM SERROTE ⇒ TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR RITMO REGULAR QRS ESTREITO SEM ONDA P ECG 12 ⇒ TAQUICARDIA VENTRICULAR MONOFÓRMICA QRS LARGO SEM ONDA P TODAS AS MORFOLOGIAS SÃO IGUAIS ⇒ TAQUICARDIA VENTRICULAR POLIMÓRFICA QRS LARGO SEM ONDA MORFOLOGIAS DIFERENTES Bloqueios de ramo ALTERAÇÃO DO VENTRÍCULO OLHAR APENAS QRS BLOQUEIO IMPEDE DEMORA MAIS LENTO QRS MAIS LARGO ECG 13 VD V1 NORMAL ONDA POSITIVA LARGA DUPLAMENTE POSITIVO (ORELHA DE COELHO V6 NORMAL ONDA NEGATIVA VE V1 DUPLAMENTE NEGATIVO “BICO DE PATO PARA BAIXOˮ V6 DUPLAMENTE POSITIVO “BICO DE PATO PARA CIMAˮ QRS ALARGADO S LA EMBAIXO 🔥 DICA DA LARA apenas em V1 Quando vc vai sinalizar no seu carro que vai dobrar a DIREITA vc botar pra CIMA o guidão Dobrar a ESQUERDA vc botar para BAIXO BRE DOR ANGINOSA IAM BLOQUEIOS DE ATRIOVENTRICULARES TIPOS BAV GRAU 1 ECG 14 TODA ONDA P VAI TER UM QRS PR ALARGADO MAIOR QUE 5 QUADRADINHOS BAV GRAU 2 MOBITZ I NEM TODA ONDA P VAI TER UM QRS PR VAI ALARGANDO (AUMENTANDO A DISTANCIA O RESIDENTE MOBITZ TIPO 1 QUE ATRASA ATRASA E FALTA BAV GRAU 2 MOBITZ II NEM TODA ONDA P VAI TER UM QRS PR NÃO VAI ALARGANDO SÓ FALTA DO NADA MALIGNO BAVT ONDA P ESTÁEM LUGARES ALEATÓRIOS RITMO REGULAR Alterações Isquêmicas ECG 15 PAREDE ANTERIOR DESCEDENTE ANTERIOR PAREDE LATERAL ARTÉRIA CIRCUNFLEXA PAREDE INFERIOR ARTÉRIA CIRCUNFLEXA ou ARTÉRIA CORONÁRIA DIREITA D2 na ESQUERDA ARTÉRIA CIRCUNFLEXA D3 ARTÉRIA CORONÁRIA DIREITA PEGA O D2/3 MAIOR ECG 16