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ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS A organização/classificação dos seres vivos e a taxonomia são áreas da biologia que lidam com a organização e categorização dos organismos. Enquanto a classificação se refere à organização geral dos seres vivos em categorias hierárquicas, a taxonomia é a ciência que estabelece as regras, critérios e métodos usados nesse processo. A Classificação dos Seres Vivos: Uma Visão Histórica, Metodológica e Atual A classificação dos seres vivos, conhecida como taxonomia, é um dos pilares fundamentais da biologia. Esse processo permite a organização e o entendimento da imensa diversidade de formas de vida que habitam o planeta Terra, fornecendo um sistema que identifica, descreve e categoriza organismos com base em características comuns. Desde as primeiras tentativas rudimentares de classificação até os sistemas modernos, baseados em análises genéticas, a taxonomia evoluiu significativamente, refletindo o avanço do conhecimento científico. 1. A História da Classificação dos Seres Vivos A necessidade de classificar organismos é tão antiga quanto a própria humanidade, pois ela surgiu do desejo de compreender a natureza para fins práticos, como alimentação, medicina e agricultura. No entanto, foi com Aristóteles, no século IV a.C., que surgiram as primeiras tentativas sistemáticas de classificação. Ele dividiu os seres vivos em dois grandes grupos: animais e plantas. Essa divisão rudimentar permaneceu influente por séculos. No século XVIII, o botânico sueco Carl von Linné (Lineu) revolucionou a taxonomia ao criar o sistema binomial de nomenclatura, que ainda é amplamente utilizado. Nesse sistema, cada organismo é designado por dois nomes em latim: o gênero e a espécie. Por exemplo, o ser humano é denominado Homo sapiens. Lineu também propôs uma hierarquia taxonômica que inclui categorias como reino, classe, ordem, gênero e espécie. Com o tempo, novos avanços científicos, como o desenvolvimento do microscópio, revelaram organismos invisíveis a olho nu, como os microrganismos, e expandiram os limites da classificação. Posteriormente, Charles Darwin, com sua teoria da evolução, trouxe um entendimento de que a classificação deveria refletir as relações evolutivas entre os organismos. 2. Os Reinos dos Seres Vivos: Expansão do Modelo Inicial Inicialmente, Lineu reconhecia apenas dois reinos: Animalia (animais) e Plantae (plantas). Porém, com o progresso da ciência, novos reinos foram propostos para acomodar grupos de organismos que não se encaixavam nessa dicotomia. No século XIX, o biólogo Ernst Haeckel introduziu o reino Protista para incluir organismos unicelulares. Posteriormente, Robert Whittaker propôs um sistema de cinco reinos em 1969, que se tornou amplamente aceito: 1. Monera: inclui organismos procariontes, como bactérias. 2. Protista: abriga organismos unicelulares e alguns multicelulares simples, como protozoários e algas. 3. Fungi: reino dos fungos, como cogumelos e leveduras. 4. Plantae: reino das plantas. 5. Animalia: reino dos animais. Essa divisão ajudou a organizar os seres vivos com base em características celulares, modos de nutrição e complexidade estrutural. 3. O Impacto da Genética e da Biologia Molecular O advento da biologia molecular e o estudo do DNA trouxeram uma revolução para a taxonomia. Em 1977, Carl Woese propôs uma nova classificação baseada em sequências de RNA ribossômico, que revelou diferenças fundamentais entre os procariontes. Isso levou à divisão do reino Monera em dois domínios: Bacteria e Archaea, além do domínio Eukarya, que inclui os outros quatro reinos. Atualmente, os três domínios representam a base da classificação biológica: 1. Bacteria: organismos unicelulares procariontes comuns. 2. Archaea: organismos unicelulares procariontes adaptados a ambientes extremos. 3. Eukarya: organismos com células eucariontes, que incluem os reinos Protista, Fungi, Plantae e Animalia. Essa nova abordagem demonstra que a taxonomia não é fixa, mas sim dinâmica, refletindo descobertas e avanços científicos. 4. Os Critérios de Classificação A classificação dos seres vivos baseia-se em vários critérios, que podem ser resumidos em três grandes áreas: 1. Morfologia e Anatomia: características externas e internas, como forma, estrutura e sistemas orgânicos. 2. Fisiologia e Bioquímica: processos metabólicos e composição química dos organismos. 3. Genética e Evolução: análise do DNA, RNA e proteínas para determinar parentesco e ancestralidade. Esses critérios são usados em conjunto para criar árvores filogenéticas, diagramas que representam as relações evolutivas entre diferentes espécies. 5. Os Desafios e Futuro da Taxonomia Apesar dos avanços, a taxonomia enfrenta desafios constantes. A descoberta de novas espécies, muitas vezes em regiões remotas ou inexploradas, acrescenta complexidade à tarefa de categorização. Além disso, a integração de dados genômicos e morfológicos nem sempre é simples, devido às discrepâncias entre os métodos. O futuro da taxonomia depende do uso de tecnologias avançadas, como inteligência artificial e sequenciamento genômico de alta velocidade. Essas ferramentas prometem melhorar a precisão da classificação e ajudar a resolver questões pendentes, como a posição de organismos enigmáticos e as relações evolutivas de grupos pouco estudados. A classificação dos seres vivos é mais do que uma tarefa de organização; é uma busca pela compreensão das relações intrínsecas que unem todas as formas de vida. Desde as ideias iniciais de Aristóteles até os modernos sistemas baseados em genética, a taxonomia reflete o progresso do conhecimento humano e nossa capacidade de decifrar os mistérios da biodiversidade. Com o avanço contínuo da ciência, esse campo promete continuar evoluindo, proporcionando uma visão cada vez mais detalhada e precisa da vida na Terra. Pergunta 1: Sobre a evolução histórica da classificação dos seres vivos, é correto afirmar que: a) Aristóteles foi o primeiro a utilizar o sistema binomial de nomenclatura. b) Carl von Linné (Lineu) introduziu o sistema binomial de nomenclatura e uma hierarquia taxonômica. c) Charles Darwin propôs a divisão dos seres vivos em cinco reinos. d) A descoberta do RNA ribossômico não trouxe impacto para a classificação dos seres vivos. Gabarito: b) Carl von Linné (Lineu) introduziu o sistema binomial de nomenclatura e uma hierarquia taxonômica. Comentário: A alternativa correta é a b porque Carl von Linné foi responsável pela criação do sistema binomial de nomenclatura, no qual cada organismo é identificado por dois nomes (gênero e espécie), e propôs uma hierarquia taxonômica com categorias como reino, classe e espécie. As outras opções estão incorretas: Aristóteles criou uma classificação rudimentar (opção a), Darwin trouxe a teoria da evolução, mas não propôs a divisão dos reinos (opção c), e a descoberta do RNA ribossômico teve impacto significativo ao introduzir os domínios (opção d). Pergunta 2: Quais critérios são utilizados na classificação dos seres vivos? Marque a alternativa correta. a) Apenas morfologia e anatomia. b) Genética e evolução são os únicos critérios relevantes. c) Morfologia, fisiologia, bioquímica e genética são usados para a classificação. d) Apenas critérios morfológicos são suficientes para criar árvores filogenéticas. Gabarito: c) Morfologia, fisiologia, bioquímica e genética são usados para a classificação. Comentário: A classificação dos seres vivos utiliza múltiplos critérios. A alternativa c é correta porque a taxonomia moderna combina dados morfológicos (forma e estrutura), fisiológicos (processos metabólicos), bioquímicos (composição química) e genéticos (análises de DNA e RNA) para criar árvores filogenéticas e categorizar os organismos.As demais opções são limitadas ou incorretas, pois o uso exclusivo de um critério não reflete a complexidade e as relações evolutivas entre os seres vivos. TAXONOMIA A taxonomia, enquanto disciplina primordial da sistemática, constitui-se como um arcabouço epistemológico cujo intento é a ordenação meticulosa do conhecimento em categorias hierárquicas. Originária do grego taxis (ordem) e nomos (lei ou norma), a taxonomia transcende a mera classificação utilitária, posicionando- se como um dos pilares estruturantes das ciências naturais e humanas. Em seu cerne, reside o ímpeto humano por compreender, nomear e organizar o caos aparente da diversidade que permeia a existência. Sob a égide da taxonomia, emerge a possibilidade de estruturar o saber a partir de critérios objetivos e rigorosamente sistematizados. Essa ordenação se dá por meio de categorias que, ao longo dos séculos, foram aprimoradas com base em paradigmas científicos, culturais e tecnológicos. É por meio desse esforço classificatório que se estabelece a compreensão dos fenômenos naturais e culturais, demarcando linhas de convergência e disjunção que fundamentam a epistemologia moderna. O Desenvolvimento Histórico da Taxonomia Historicamente, a taxonomia tem suas raízes no pensamento aristotélico, que introduziu os primeiros esforços metodológicos de classificação. Contudo, foi com o naturalista sueco Carl Linnaeus, no século XVIII, que a taxonomia adquiriu seu formato moderno. Linnaeus, em sua monumental obra Systema Naturae, instituiu o sistema binomial de nomenclatura, que permanece, em essência, a pedra angular da taxonomia biológica contemporânea. Esse sistema, ao nomear os organismos por gênero e espécie, não apenas simplificou a comunicação científica, mas também estabeleceu um padrão universal de identificação. A evolução taxonômica, todavia, não permaneceu estática. Com os avanços da biologia molecular e da bioinformática, o conceito de classificação expandiu-se para incorporar critérios filogenéticos, enfatizando as relações evolutivas entre os organismos. Assim, a taxonomia moderna transita entre o empirismo observacional e as abstrações matemáticas e computacionais que permitem o mapeamento de relações filogenéticas complexas. A Filosofia Subjacente à Taxonomia Do ponto de vista filosófico, a taxonomia não é meramente uma ferramenta utilitária, mas uma manifestação da maneira como o ser humano compreende e se relaciona com o mundo. A classificação reflete pressupostos ontológicos e epistemológicos, revelando a percepção que diferentes culturas e épocas têm sobre a natureza da realidade. Enquanto alguns sistemas taxonômicos priorizam critérios morfológicos, outros enfatizam aspectos ecológicos, genéticos ou funcionais, evidenciando a pluralidade de abordagens possíveis para o entendimento da diversidade. Nesse contexto, a taxonomia se relaciona intrinsecamente com a semiótica, na medida em que os nomes atribuídos aos objetos carregam significados que transcendem a descrição. Esses significados são impregnados de historicidade, subjetividade e poder. A nomenclatura taxonômica, portanto, atua como um discurso que não apenas descreve a realidade, mas também a constrói. Taxonomia e Interdisciplinaridade A abrangência da taxonomia extrapola as fronteiras das ciências biológicas, infiltrando-se em disciplinas como a antropologia, a linguística e a ciência da informação. Em cada uma dessas áreas, a taxonomia exerce o papel de ordenar e categorizar fenômenos, sejam eles culturais, linguísticos ou tecnológicos. No campo da ciência da informação, por exemplo, as taxonomias estruturam bancos de dados, organizam sistemas de recuperação de informação e permitem a análise semântica de conteúdos. Ademais, na contemporaneidade, observa-se a emergência de taxonomias aplicadas a problemáticas globais, como as mudanças climáticas, a sustentabilidade e a conservação da biodiversidade. Essas classificações transcendem a descrição passiva e adquirem uma dimensão normativa, informando políticas públicas e estratégias de manejo ambiental. A taxonomia, enquanto ciência e filosofia da classificação, permanece como um alicerce indispensável para a organização e compreensão do conhecimento. Sua relevância transcende os limites disciplinares, conectando o saber humano em uma rede intrincada de relações e significados. Ao refletir sobre suas origens, evolução e aplicações contemporâneas, percebe-se que a taxonomia é, acima de tudo, uma manifestação da busca humana por ordem, sentido e transcendência em um mundo caracterizado pela diversidade e pela complexidade. Que sua contínua evolução nos inspire a aprofundar nossa relação com o conhecimento e com o cosmos que buscamos decifrar. Pergunta 1: Qual foi a principal contribuição de Carl Linnaeus para a taxonomia e como ela impacta a ciência moderna? A) A introdução de critérios filogenéticos na classificação. B) O desenvolvimento do sistema binomial de nomenclatura, facilitando a identificação e comunicação científica. C) A criação de um sistema taxonômico baseado exclusivamente na biologia molecular. D) A fundação da taxonomia cultural para estudar fenômenos antropológicos. Resposta correta: B Comentário sobre a resposta: A introdução do sistema binomial de nomenclatura por Linnaeus simplificou e universalizou a classificação biológica, sendo uma base sólida para estudos científicos. Essa contribuição permanece essencial na taxonomia moderna. Pergunta 2: De que forma a taxonomia transcende o campo das ciências biológicas e se conecta a outras áreas do conhecimento, como a ciência da informação? A) Classificando apenas fenômenos culturais e sociais. B) Atuando apenas na organização de informações genéticas. C) Estruturando bancos de dados, facilitando a organização e recuperação de informações, além de contribuir em campos como antropologia e linguística. D) Limitando-se à descrição de organismos vivos. Resposta correta: C Comentário sobre a resposta: A taxonomia é uma ferramenta interdisciplinar que organiza conhecimentos em diferentes áreas. Sua aplicação em bancos de dados e na ciência da informação exemplifica como ela transcende as ciências biológicas, conectando disciplinas variadas. Classificação e Taxonomia na Prática: A Arte de Organizar o Conhecimento A classificação e a taxonomia constituem disciplinas fundamentais para a organização do conhecimento e a compreensão sistemática do universo natural e abstrato. Essas áreas, alicerçadas na racionalidade e no empirismo, permitem ao ser humano ordenar a miríade de elementos que compõem a realidade, transcendendo o mero caos perceptivo e estabelecendo uma ordem inteligível. Na prática, o exercício da classificação e da taxonomia revela-se indispensável para a ciência, a tecnologia e a gestão do conhecimento em sociedades contemporâneas. Fundamentos Epistêmicos e Históricos A palavra "taxonomia" tem raízes etimológicas no grego, derivando de táxis (ordem) e nómos (lei). Desde os tempos de Aristóteles, observamos o esforço humano em organizar e categorizar os fenômenos naturais. Contudo, foi somente com os avanços do Iluminismo, em particular com Carl von Linné, que se estabeleceu um sistema mais robusto e universal de classificação biológica. O sistema binomial de Linné – que atribui a cada organismo um gênero e uma espécie – permanece como uma das maiores contribuições epistemológicas para a biologia. Na prática contemporânea, o conceito de taxonomia transcende a biologia, sendo amplamente aplicado em áreas como a biblioteconomia, a informática, a gestão de dados e até mesmo no design organizacional. Esse deslocamento demonstra o caráter universal e transversal da taxonomia enquanto disciplina. O Processo de Classificação: Metodologias e Aplicações Na prática, a classificaçãopode ser entendida como o processo de agrupar elementos com base em características comuns. Esse processo exige rigor metodológico e critérios bem definidos para evitar ambiguidades. Por exemplo, na taxonomia biológica, os critérios morfológicos, genéticos e filogenéticos são utilizados para agrupar organismos de forma precisa. Essa abordagem metodológica também é replicada em outras áreas. No campo da gestão de dados, por exemplo, sistemas de classificação permitem que grandes volumes de informações sejam organizados de maneira a facilitar a recuperação e a análise. A taxonomia aqui assume um papel de mediadora entre a complexidade dos dados e a necessidade de simplificação para a tomada de decisão. Ademais, na educação, a taxonomia de Bloom se destaca como um modelo que organiza os objetivos educacionais em níveis hierárquicos. Esse sistema auxilia educadores a delinear estratégias pedagógicas que favoreçam a aquisição e o aprofundamento do conhecimento. Desafios e Limitações na Prática Apesar de sua eficácia, a aplicação prática da classificação e da taxonomia enfrenta desafios inerentes à complexidade do mundo real. A subjetividade na escolha de critérios de classificação pode gerar discordâncias entre especialistas, principalmente em áreas interdisciplinares. Ademais, a fluidez das fronteiras entre categorias muitas vezes desafia a rigidez dos sistemas taxonômicos tradicionais. No domínio biológico, por exemplo, a descoberta de espécies híbridas e a evolução das técnicas de sequenciamento genético frequentemente obrigam a revisões e reclassificações. No contexto tecnológico, a crescente adoção de sistemas de inteligência artificial também apresenta desafios à taxonomia. Embora algoritmos possam identificar padrões e sugerir classificações, a falta de transparência nos processos decisórios dessas máquinas (o chamado "problema da caixa-preta") pode dificultar a validação e a interpretação dos resultados. Perspectivas Futuras O futuro da classificação e da taxonomia reside na integração de métodos tradicionais com abordagens inovadoras, como a análise de big data e a modelagem computacional. Ferramentas baseadas em inteligência artificial já permitem a criação de taxonomias dinâmicas, capazes de se adaptar à evolução do conhecimento em tempo real. No entanto, o uso dessas tecnologias requer um equilíbrio cuidadoso entre automação e supervisão humana para garantir que os sistemas de classificação reflitam os objetivos e os valores da sociedade. Além disso, a interseção entre taxonomia e ética emerge como uma área de crescente importância. Na prática, sistemas de classificação influenciam decisões em áreas sensíveis, como a medicina, o direito e a gestão de recursos naturais. Assim, é imperativo que tais sistemas sejam concebidos de forma a minimizar vieses e promover a justiça social. Classificação e taxonomia são práticas intelectuais que transcendem as barreiras do tempo e do espaço, conectando o pensamento humano à ordem subjacente do universo. Seja na organização de seres vivos, na estruturação de dados ou no planejamento de estratégias educacionais, essas disciplinas constituem ferramentas indispensáveis para a compreensão e a transformação do mundo. Embora enfrentem desafios inerentes à complexidade e à dinamicidade da realidade, seu papel permanece central na busca por conhecimento e progresso. No futuro, sua evolução continuará a ser moldada pela intersecção entre ciência, tecnologia e ética, reafirmando sua relevância para a humanidade. CADERNO DE EXERCÍCIOS – CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS Questão 1 As coleções biológicas possuem importância didática para o ensino da Zoologia, promovendo a observação, a análise e a manipulação de espécimes. As coleções zoológicas devem ser: a) Preservadas apenas de forma úmida, utilizando formol 4%. b) Secas em estufa a 50°C e preservadas utilizando naftalina. c) Preservadas de forma seca ou úmida, de acordo com o objetivo da coleção. d) Secas em estufa a 50°C e preservadas, de forma úmida, utilizando somente álcool etílico 70%. Questão 2 Assinale corretamente a unidade básica de classificação dos seres vivos, que agrupa organismos semelhantes com base em características compartilhadas. a) Gênero b) Família c) Espécie d) Ordem e) Filo Questão 3 Dentre os seguintes níveis de classificação taxonômica, assinale o que apresenta ser o mais abrangente e engloba uma ampla variedade de organismos. a) Gênero b) Ordem c) Família d) Filo e) Classe Questão 4 A Taxonomia ou Sistemática é o ramo da Biologia que se ocupa com a classificação dos organismos. O seu objetivo básico é dispor os organismos em uma ordenação que demonstre a sua verdadeira posição no contexto do mundo orgânico e sua real posição filogenética. Assim, a unidade básica da Taxonomia e a partir da qual se estabelece toda a classificação é o(a) a) Espécie. b) Filo. c) Ordem. d) Classe. e) Gênero. Questão 5 Como professor do Ensino Fundamental, você deve estar apto a explicar conceitos básicos de ciência de forma compreensível para os alunos, sendo uma posição que pode direcionar a escolha dos alunos em suas profissões a serem seguidas. Tendo essa consciência, qual das seguintes afirmações você, como professor, usaria para descrever os Reinos Monera, Protista e Fungi para estudantes do Ensino Fundamental? Assinale a alternativa CORRETA. a) "Os seres do Reino Monera, como as bactérias, são muito pequenos, não têm um núcleo verdadeiro e podem viver em quase todos os lugares, desde oceanos até dentro do corpo humano." b) "Os organismos do Reino Protista são todos muito grandes e podem ser facilmente vistos a olho nu. Eles incluem algas e protozoários." c) "No Reino Fungi, encontramos seres que são sempre invisíveis a olho nu, como os bolores, que se alimentam de matéria orgânica morta." d) "Todos os organismos do Reino Monera são capazes de realizar fotossíntese, assim como as plantas." e) "Os membros do Reino Protista são todos multicelulares e vivem principalmente em ambientes terrestres." Questão 6 Ernst Haeckel foi um biólogo, naturalista, filósofo, médico, professor, artista alemão e um dos grandes expoentes do cientificismo positivista, que ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin. Descreveu e nomeou várias espécies novas, mapeou uma árvore genealógica que relaciona todas as formas de vida e utilizou, pela primeira vez, o termo ecologia, ao descrever um organismo e suas interações com o ambiente. (https://pt.wikipedia.org. Adaptado.) De acordo com o excerto, os estudos realizados por Haeckel integram áreas da biologia direcionadas a) à origem e à fisiologia das espécies. b) à seleção e à reprodução das espécies. c) à taxonomia e ao nicho ecológico das espécies. d) à anatomia e à morfologia das espécies. e) à genética e ao nível trófico das espécies. Questão 7 Há tempos, cientistas debatem sobre qual seria a correta classificação taxonômica para o pau-brasil. Agora, um novo estudo que utilizou sequências de DNA para analisar as relações entre a espécie e cerca de 200 plantas tropicais com genética parecida com a do pau-brasil confirma que a árvore representa uma linhagem única. O nome científico do pau-brasil muda, então, de Caesalpinia enchinata para Paubrasilia enchinata. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/pau-brasil- ganha-novo-nome-cientifico-20282129. Acesso em 09 jan. 2024. Desse modo, a árvore passa a pertencer a um(a) novo(a) a) filo. b) ordem. c) classe. d) família. e) gênero. Questão 8 Analise os nomes científicos da arara-canindé (Ara ararauna), da arara-vermelha (Ara chloropterus) e da araracanga (Ara macao), psitacídeos brasileiros. As informações taxonômicas oferecidaspelos nos nomes científicos das aves permitem afirmar que as três araras pertencem a) às mesmas subespécies de espécies diferentes. b) a espécies diferentes da mesma família. c) a filos diferentes da mesma classe. d) à mesma espécie de gêneros diferentes. e) a gêneros diferentes da mesma família. Questão 9 Sobre o reino Animália, analise as afirmativas a seguir. I. Reúne organismos eucarióticos, multicelulares e que passam pelo estágio de blástula durante o desenvolvimento embrionário. II. Reúne organismos autotróficos. III. Contém os filos Porífera, Cnidária, Anelídeos, entre outros. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) III, apenas. c) II e III, apenas. d) I e III, apenas. e) I e II, apenas. Questão 10 Os seres vivos se dividem em quais reinos? a) Animal, Vegetal e Mineral. b) Animal e Vegetal. c) Animal, Vegetal e protozoários. d) Animal, Vegetal, fungi, protista e monera. Questão 11 As categorias taxonômicas básicas, do grupo mais abrangente para o mais restrito, são: a) Espécie, gênero, família, ordem, filo, classe e reino b) Ordem, classe, família, reino, filo, gênero e espécie. c) reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie d) reino, classe, filo, ordem, família, gênero e espécie Questão 12 Observe o esquema celular a seguir. Essa célula pertence a qual reino? a) Reino Monera. b) Reino Fungi. c) Reino Protista. d) Reino Plantae. e) Reino Animalia. Questão 13 A Taxonomia e Sistemática já fazem parte de ações dos homens desde 384 a.C., por Aristóteles, sempre buscando catalogar, sistematizar, facilitar a compreensão das informações faunísticas e florísticas, entre outras. Por volta de 1.700 d.C., o botânico e físico Linnaeus propôs o surgimento da nomenclatura binominal, dando origem a gênero e espécie, além do uso do latim obrigatoriamente. Em meados de 1900, Whittaker propôs a classificação dos seres vivos em 5 (cinco) Reinos: (Monera, Protista, Fungi, Animalia e Plantae). Já Woese em 1977, subdividiu a Classificação em 6 (seis) Reinos: (Bacteria, Archaea, Protista, Fungi, Plantae, Animalia), além de renominar os Reinos Monera em Organismos Procariontes, e o Reino Protista em Eucariontes Celulares, não sendo mais considerados Reinos. Por fim, passados alguns anos, Woese indicou uma nova classificação em 3 (três) domínios: Bacteria, Archaea e Eukarya, sendo a mais aceita pela grande maioria dos cientistas, atualmente. Relacionados a tal, assinale a alternativa incorreta. a) O Reino, ou Domínio Bacteria, classifica espécies procarióticas, unicelulares e microscópicas, muito semelhantes aos Eukarya, com membrana composta de fosfolipídios lineares, a maioria não possuindo parede celular peptídica. Tem cromossomo circular, são normalmente termófilas, halófitas ou metanogênicas. b) O Domínio Archaea cataloga os seres unicelulares e procarióticos, comumente microscópicos, a maioria possuindo parede celular peptídica, presença de inúmeros ribossomos e plasmídios, podem ser autotróficas (quimio e fotossíntese) ou heterotróficas (fermentadoras, aeróbias e anaeróbias, facultativas ou obrigatórias). c) As bactérias que não possuem parede celular podem ser facilmente identificadas pelo método de Gram, onde as Gram- Positivas após coradas, tornam-se violetas, enquanto que as Gram- Negativas tornam-se rosadas. Tal método auxilia na identificação de patologias bacterianas, e algumas podem ser resistentes à penicilina e sulfa. d) As categorias taxonômicas propostas por Linnaeus seguem sendo utilizadas até hoje habitualmente. A sequência hierárquica correta é Reino → Filo → Ordem → Classe → Família → Gênero → Espécie. e) O Reino Plantae é composto por representantes de organismos eucarióticos, uni ou pluricelular, com nutrição heterotrófica. Enquanto que o Reino Fungi possui os seres eucarióticos, multicelulares, autotróficos, ou fotossintetizantes. Questão 14 Os Reinos nas Ciências Biológicas são a maneira encontrada para condensar as semelhanças entre os organismos, gerando assim uma classificação dos seres vivos e facilitando a compreensão das relações evolutivas. Em uma linha do tempo dos sistemas de classificação é possível inferir que as primeiras criações baseavam- se no estilo de vida e nas visualizações macroscópicas dos especialistas e proponentes, passando assim por Aristóteles, Linnaeus (~1735), Haeckel (~1866), Copeland (~1956), Whitakker (~1969), Woese (~1977), e atualmente aprimorando os dados de análise através de caracteres anatômicos, morfológicos, genéticos e outros pela Sistemática Filogenética de Hennig (~1950 e ~1966). Com relação aos Reinos Animal (Animalia) e Vegetal (Plantae), assinale a alternativa incorreta. a) O Reino Plantae subdivide-se em avasculares (briófitas) e vasculares (pteridófitas, gimnospermas e angiospermas). b) Os organismos do Reino Animalia são todos celomados, pois apresentam celoma em sua constituição, o qual é responsável por manter as vísceras protegidas, originando cabeça, boca e ânus, além de mantê-los com um esqueleto hidrostático. c) As principais características dos organismos do Reino Plantae são o fato de ser eucarionte, fotossintetizante, possuírem células com parede celular, além da presença de vacúolos e plastos. d) Os moluscos do Reino Animalia possuem respiração cutânea, branquial ou pulmonar, além de terem em seus folhetos germinativos o ectoderme, a mesoderme e a endoderme, os quais originarão os tecidos e órgãos deste filo. Questão 15 No que se refere aos nomes científicos de animais, nos casos em que a espécie ainda não foi identificada, o nome do gênero deve ser seguido pela abreviatura a) spps. b) spsp. c) ssp. d) sp. e) sps. Questão 16 Um técnico de ciências recebeu novas amostras de animais, já preservados, porém não identificados, para a coleção zoológica do IFRN. Tendo em vista que a coleção do IFRN está organizada apenas em Filos e que o técnico recebeu uma espécie de cobra, um Polychaeta, um Myriapoda, um bivalve e um peixe, os filos em que os animais devem ser colocados são, respectivamente: a) Réptilia, Nematoda, Arthorpoda, Mollusca e Peixe. b) Chordata, Annelida, Arthorpoda, Mollusca e Chordata. c) Chordata, Annelida, Echinodermata, Mollusca e Chordata. d) Nematoda, Arthorpoda, Echinodermata, Cnidaria e Chordata. Questão 17 “O Pantanal é reconhecido pela abundância de vida selvagem, relacionada à alta produtividade de ambientes sazonalmente alagados [...], como o maior dos tatus, o tatu-canastra (Priodontes maximus), o maior dos tamanduás, o tamanduá- bandeira (Myrmecophaga tridactyla), o maior dos roedores, a capivara (Hydrochaeris hydrochaerys), a maior das araras, a arara- azul (Anodorhynchus hyacintinus), e a maior das lontras, a ariranha (Pteronura brasiliensis). O maior felino das Américas, a onça-pintada (Panthera onca), e o maior mamífero terrestre do Brasil, a anta (Tapirus terrestris) ...” Fonte: Tortato, F., Ribas, C., Concone, H., & Hoogesteijn, R. (2022). Turismo de observação de mamíferos no Pantanal. Boletim Do Museu Paraense Emílio Goeldi: Ciências Naturais, 16(3), 351- 370. De acordo com a nomenclatura binomial, a composição dos nomes científicos presentes no texto refere-se respectivamente: a) à família e ao gênero b) à espécie e ao gênero c) ao gênero e à espécie d) à família e ao subgênero Questão 18 Atualmente, tanto a nomenclatura dos organismos vivos quanto a dos organismos fósseis obedecem às normas estabelecidas pelo Código Internacional de Nomenclatura Zoológica. Com isso, a nomenclatura científica uniformiza, internacionalmente, a denominação dos animais, porque existem nomes populares para as mesmas espécies, variando de região para região e dentro do mesmo idioma. Considerando as exigências da Leida Prioridade, que estabelece os requisitos para que um nome científico tenha a sua validade reconhecida internacionalmente, quando um mesmo e único tipo animal tenha recebido duas denominações distintas, propostas por dois pesquisadores diferentes, a segunda denominação perde sua validade, permanecendo válida a primeira, sendo a segunda, então, citada como a) Homonímia. b) Nomina nuda. c) Tautonomia. d) Sinonímia. e) Paralectótipo. Questão 19 Assinale a alternativa correta em relação à caracterização dos grandes grupos animais e vegetais. a) Todos os animais são vertebrados. b) As plantas não possuem tecidos diferenciados. c) Os invertebrados representam a maior parte da diversidade animal. d) As plantas são incapazes de se reproduzir sexualmente. e) Os fungos são classificados como animais. Questão 20 Acerca das regras de nomenclatura e de classificação dos seres vivos em categorias obrigatórias e facultativas, o procedimento biológico classificatório pode obedecer aos parâmetros relacionados às observações empíricas, biológicas e (ou) genéticas. No que se refere à diversidade animal e vegetal do cerrado do Distrito Federal, para cada uma das classificações a seguir, assinale a alternativa que apresenta uma categoria taxonômica facultativa. a) Ipê amarelo, classe Magnoliopsida b) Quero-quero, subfilo Vertebrata c) Cigarra, ordem Hemiptera d) Barbatimão, divisão Magnoliophyta e) Capivara, família Caviidae Questão 21 A taxonomia, o ramo da biologia que nomeia e classifica espécies, formaliza o ordenamento de espécies em grupos de maior flexibilidade, com base no grau de compartilhamento de características. Considerando o seu conhecimento sobre este tema, assinale a alternativa correta. a) A unidade taxonômica denominada em qualquer nível da hierarquia é chamada de filo b) O formato em duas partes do nome científico, geralmente denominado binomial, foi instituído no século XVIII por Charles Darwin c) A história evolutiva de um grupo de organismos pode ser representada em um diagrama ramificado chamado de táxon d) A divergência de duas linhas evolutivas a partir de um ancestral comum dá-se o nome de ponto de ramificação e) As filogenias mostram relações prospectivas Questão 22 A nomenclatura biológica desenvolvida por LINEU refere-se à nomenclatura binominal. Diante disso, a escrita CORRETA científica para lobo é: a) Canis lupus. b) Canis lobo. c) Cannis familiaris. d) Canis familiaris. Questão 23 Os seres vivos são divididos em reinos, conforme suas características. É correto afirmar que o reino Monera reúne os a) animais multicelulares e heterotróficos. b) fungos unicelulares. c) plantas multicelulares. d) protozoários e as algas. e) seres procarióticos e unicelulares. Questão 24 Segundo Leite & Mendes de Sá (2010), o Código de Nomenclatura Zoológica (CNZ) foi criado de modo a promover a estabilidade e a universalidade do nome científico dos animais a fim de que só tenham um nome; adota como norma fundamental a Lei da Prioridade, isto é, o nome válido de um táxon, o nome disponível mais antigo aplicado a ele e que não seja anterior ao ano de 1758, ano em que saiu a 10ª edição do livro Systema naturae, publicado por Lineu, em que descreve as normas para nomenclatura adotadas ainda hoje, com pequenas modificações, e que não seja invalidado por quaisquer disposições do CNZ. Considerando o que determina o CNZ, assinale a afirmativa incorreta. a) A data da publicação de um nome, se citada, segue o nome do autor com uma vírgula interposta: Aphis mellifera Lin., 1758. b) O CNZ disciplina os nomes dos táxons do grupo Família, Tribo, Gênero e Espécie; para os demais dá somente recomendações. c) O nome da Família é formado pela adição da terminação IDAE ao Gênero-tipo e no caso de Subfamília pela adição da terminação INAE ao Gênero-tipo: Família Papilionidae, deriva do Gênero Papilio. d) Os nomes de Famílias, de Gêneros e os de Espécies devem sempre ser iniciados com letra maiúscula. e) O Subgênero, quando citado, é colocado entre o Gênero e a Espécie e entre parênteses. Questão 25 A nomenclatura binomial segue regras bem definidas. Nesse sistema, o epíteto genérico é um substantivo e o epíteto específico é, geralmente, um adjetivo. Com relação às regras de nomenclatura, analise os itens a seguir. I. Para nos referirmos a um animal do gênero Panthera, sem especificar se é onça, tigre, leão etc, basta acrescentar após o gênero a abreviatura “sp”. A mesma abreviatura “sp” deve ser usada caso estejamos nos referindo a várias espécies desse gênero, como na frase: As Panthera sp são carnívoras.” II. Ao ser utilizado pela primeira vez em um texto, o nome científico deve ser escrito por extenso. Nas demais vezes que for citado, pode-se abreviar o gênero. III. Os nomes científicos devem ser escritos em latim ou latinizados, devendo ser destacados do texto, ou usando itálico ou grifando o nome. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. e) I, II e III. Questão 26 Leia o trecho a seguir. “A Athene cunicularia é conhecida popularmente como Coruja Buraqueira, [...] é uma espécie generalista, que consome presas em função de sua disponibilidade. As análises revelaram que a alimentação das corujas foi composta de folhas, gravetos, sementes e muitos coleópteros Scarabaeidae e ossículos do lagarto Ameiva ameiva, bem como a presença de sapos (Bufo sp.) sem cabeça e fragmentos ósseos de roedores (Mus musculus, Rattus norvegicus e Rattus rattus).” Fonte: Santos, Divaney Mamédio dos, et al. "Caracterização alimentar da Athene cunicularia (Strigiformes: Strigidae)(Coruja Buraqueira)." Ciência Animal Brasileira 18 (2017). Disponível em: https://www.scielo.br/ Considerados os critérios da classificação biológica, no trecho são citados: a) uma família de coruja, uma espécie de coleóptero, um gênero de lagarto, uma espécie de sapo e uma espécie de roedor b) uma espécie de coruja, uma família de coleóptero, uma espécie de lagarto, um gênero de sapo e três espécies de roedores c) uma família de coruja, um gênero de coleóptero, um subgênero de lagarto, uma espécie de sapo e duas espécies de roedores d) uma espécie de coruja, uma espécie de coleóptero, uma subespécie de lagarto, uma família de sapo e três gêneros de roedores Questão 27 Considerando os conhecimentos sobre taxonomia biológica da arara-canindé (Ara ararauna), da araracanga (Ara macao) e da arara-vermelha (Ara chloropterus), são animais que pertencem, obrigatoriamente a) ao mesmo gênero e à mesma espécie. b) à mesma espécie e a diferentes subespécies. c) à mesma subespécie e à mesma espécie. d) ao mesmo gênero e à mesma família. e) a diferentes classes e ao mesmo filo. Questão 28 A taxonomia pode ser compreendida como o ramo da biologia responsável por descrever, identificar e nomear os seres vivos de acordo com os critérios estabelecidos, como aspectos morfológicos, genéticos, fisiológicos e reprodutivos. As categorias taxonômicas integram um sistema hierárquico de classificação (hierarquia taxonômica), proposto pelo naturalista sueco Carl von Linné (1707 - 1778), popularmente conhecido por Lineu. Este é um sistema de ordenação em que os seres vivos são agrupados numa série ascendente. A proposta científica de Lineu agrupa os seres vivos em sete categorias taxonômicas principais que, corretamente, são a) classe – filo – reino – família – ordem – espécie – gênero. b) classe – filo – reino – ordem – gênero – família – espécie. c) reino – filo – classe – ordem – família – gênero – espécie. d) filo – reino – classe – família – ordem – espécie – gênero. e) reino – classe – filo – ordem– família – espécie – gênero. Questão 29 A coruja-buraqueira Athene cunicularia é uma ave de rapina americana comumente encontrada no cerrado do Distrito Federal, que recebe o nome comum por viver em buracos cavados no solo. Em relação à taxonomia, pode ser classificada como Animalia, Chordata, Vertebrata, Tetrapoda, Aves e Strigifor mes, seguindo com a classificação para família, subfamília, gênero e espécie. Considerando a classificação taxonômica da ave citada, assinale a alternativa referente à categoria que corresponde ao táxon Tetrapoda. a) Filo b) Subfilo c) Classe d) Ordem e) Superclasse Questão 30 O sistema taxonômico denominado lineano, foi proposto em 1735, pelo botânico sueco Lineu. Nesse sistema, os seres vivos são agrupados em uma hierarquia de categorias (táxons), progressivamente inclusivas. Relacione os nomes da coluna da esquerda ao táxon correspondente. 1. Mollusca ( ) Família 2. Felidae ( ) Ordem 3. Mammalia ( ) Classe 4. Hymenoptera ( ) Filo Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada. a) 2, 3, 4 e 1. b) 4, 2, 1 e 3. c) 2, 4, 3 e 1. d) 4, 3, 1 e 2. GABARITO ANOTE 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 C C D A A C E B D D 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 C A C B D B C D C B 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 D A E D D B D C E C