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Sumário 
 
CONTEÚDO 1º BIMESTRE DE ARTE DO 6º ANO ............................................................. 8 
❖ A PRODUÇÃO ARTÍSTICA COMO FATO HISTÓRICO CONTEXTUALIZADO 
NO TEMPO E NAS DIVERSAS CULTURAS. ................................................................... 8 
AULA 1: Introdução à Arte Como Espelho da Sociedade ............................................ 8 
AULA 2: A Arte ao Longo da História ............................................................................. 10 
AULA 3: Diversidade Cultural na Arte ........................................................................... 12 
AULA 4: A Arte Como Documento Histórico ................................................................. 13 
AULA 5: Criando Nossa Própria Arte Histórica ............................................................ 15 
❖ PESQUISAR E EXPERIMENTAR A ARTE NUMA PERSPECTIVA DE 
CONSTRUÇÃO/DESCONSTRUÇÃO, PARA A PROBLEMATIZAÇÃO DA 
CONSTRUÇÃO DE UMA POÉTICA PESSOAL................................................................. 17 
AULA 6: Introdução à Poética Pessoal na Arte ........................................................... 17 
AULA 7: Pesquisa e Exploração de Diferentes Estilos Artísticos ............................. 18 
AULA 8: Experimentação Prática de Técnicas e Materiais ........................................ 20 
AULA 9: Construção e Desconstrução na Arte ............................................................ 22 
AULA 10: Desenvolvendo uma Poética Pessoal ......................................................... 23 
❖ OS GESTOS COTIDIANOS E NÃO COTIDIANOS COM INTENÇÕES 
DRAMÁTICAS. ......................................................................................................................... 24 
AULA 11: Introdução aos Gestos Cotidianos e Dramáticos ...................................... 25 
AULA 12: Observação e Imitação de Gestos............................................................... 26 
AULA 13: Transformação de Gestos Cotidianos em Performance .......................... 27 
AULA 14: Explorando Gestos Não Cotidianos ............................................................. 29 
AULA 15: Criação de uma Pequena Peça ou Performance ...................................... 30 
❖ A RELAÇÃO DO TEMPO REAL E O TEMPO DRAMÁTICO. ................................. 32 
AULA 16: Introdução ao Tempo Real e Tempo Dramático......................................... 32 
AULA 17: Explorando o Tempo Real ............................................................................. 34 
AULA 18: Descobrindo o Tempo Dramático ................................................................. 35 
AULA 19: A Relação entre Tempo Real e Tempo Dramático ..................................... 36 
AULA 20: Criando com o Tempo .................................................................................... 38 
❖ IDENTIFICAR E CLASSIFICAR INSTRUMENTOS MUSICAIS. ............................. 40 
AULA 21: Introdução aos Instrumentos Musicais ........................................................ 40 
AULA 22: Categorias de Instrumentos Musicais ......................................................... 41 
AULA 23: Instrumentos de Cordas ................................................................................ 43 
AULA 25: Criando uma Orquestra Imaginária ............................................................. 46 
CONTEÚDO 2º BIMESTRE DE ARTE DO 6º ANO ........................................................... 48 
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❖ RECONHECER A COR COMO ELEMENTO EXPRESSIVO NA PRODUÇÃO 
ARTÍSTICA. .............................................................................................................................. 48 
AULA 26: Introdução às Cores ....................................................................................... 48 
AULA 27: Cores Quentes e Frias ................................................................................... 50 
AULA 28: A Cor na Expressão Artística ........................................................................ 51 
AULA 29: Experimentando com Cores ......................................................................... 53 
AULA 30: Apresentação e Discussão ............................................................................ 54 
❖ REALIZAR PRODUÇÕES ARTÍSTICAS UTILIZANDO A COR COMO 
ELEMENTO EXPRESSIVO E SIMBÓLICO ........................................................................ 56 
AULA 31: Introdução à Cor como Linguagem ............................................................. 57 
AULA 32: Explorando o Significado das Cores ........................................................... 58 
AULA 33: Cores na Arte – Estudo de Caso .................................................................. 59 
AULA 34: Prática Artística com Cores ........................................................................... 61 
AULA 35: Apresentação e Reflexão Coletiva ............................................................... 63 
❖ A EXERCITAÇÃO CÊNICA PARTINDO DA MÍMICA, DA PANTOMIMA, DOS 
BONECOS EM SUAS VARIAÇÕES, DAS MÁSCARAS, DA SOMBRA E DAS 
FORMAS ANIMADAS. ............................................................................................................ 64 
AULA 36: Introdução à Mímica e Pantomima .............................................................. 65 
AULA 37: Explorando Bonecos e Variações ................................................................ 66 
AULA 38: O Uso de Máscaras no Teatro ...................................................................... 68 
AULA 39: A Arte da Sombra e Formas Animadas ....................................................... 70 
AULA 40: Apresentação Final e Reflexão..................................................................... 72 
❖ OBSERVAR E VIVENCIAR TÉCNICAS CORPORAIS COTIDIANAS E EXTRA 
COTIDIANAS DOS POVOS. .................................................................................................. 74 
AULA 41: Introdução às Técnicas Corporais ............................................................... 74 
AULA 42: Técnicas Corporais Cotidianas ..................................................................... 75 
AULA 43: Técnicas Corporais Extra Cotidianas .......................................................... 77 
AULA 44: Vivenciando Técnicas Corporais .................................................................. 79 
AULA 45: Reflexão e Compartilhamento ...................................................................... 80 
❖ INTERPRETAR MÚSICA VOCAL E/OU INSTRUMENTAL DE DIFERENTES 
ÉPOCAS E ESTILOS .............................................................................................................. 82 
AULA 46: Introdução à Música Vocal e Instrumental .................................................. 82 
AULA 47: Viagem Musical pelas Épocas ...................................................................... 84 
AULA 48: Explorando Estilos Musicais Diversos ......................................................... 88 
AULA 49: Interpretação Musical ..................................................................................... 90 
AULA 50: Apresentação e Reflexão Coletiva ............................................................... 92 
 
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CONTEÚDO 1º BIMESTRE DE ARTE DO 6º ANO 
 
❖ A PRODUÇÃO ARTÍSTICA COMO FATO HISTÓRICO CONTEXTUALIZADO NO 
TEMPO E NAS DIVERSAS CULTURAS. 
A produção artística como fato histórico contextualizado no tempo e nas diversas 
Culturas. 
Para criar uma aula sobre "A produção artística como fato histórico contextualizado no 
tempo e nas diversas culturas" direcionada a alunos do 6º ano do ensino fundamental, 
vamos estruturar o conteúdo em cinco tópicos principais. Essa estrutura visa facilitar a 
compreensão dos estudantes sobre como a arte reflete a históriae a diversidade cultural 
ao longo do tempo. 
 
 
AULA 1: Introdução à Arte Como Espelho da Sociedade 
 
Objetivo: Introduzir o conceito de arte como uma representação das condições sociais, 
políticas e culturais de seu tempo. 
Atividade: Discussão em sala sobre diferentes formas de arte que os alunos conhecem 
e como essas formas podem refletir diferentes aspectos da vida e da cultura. 
Hoje vamos embarcar numa viagem incrível pelo mundo da arte. Mas, antes, vamos 
entender uma coisa muito importante: a arte não é só um monte de pinturas e esculturas 
antigas. Na verdade, a arte é como um espelho que reflete a sociedade, mostrando 
 9 
como as pessoas viviam, o que pensavam e até o que sentiam em diferentes épocas da 
história. 
 
O que é arte? 
Primeiro, vamos pensar juntos: o que vem à mente quando vocês ouvem a palavra 
"arte"? Talvez, pinturas famosas como a "Mona Lisa" ou esculturas como o "David" de 
Michelangelo? Sim, essas são formas de arte, mas ela é muito mais ampla! A arte inclui 
desenhos, pinturas, esculturas, dança, música, filmes e até mesmo jogos de vídeo 
game. Tudo que é criado para expressar ideias, emoções e contar histórias pode ser 
considerado arte. 
 
Arte reflete a sociedade 
Agora, vamos ao ponto principal: como a arte reflete a sociedade? Imagine que você é 
um detetive da história, e sua missão é descobrir como as pessoas viviam centenas de 
anos atrás. Uma das maneiras de fazer isso é olhando para a arte que elas deixaram 
para trás. Por exemplo, as pinturas nas paredes das cavernas nos contam sobre os 
animais que as pessoas pré-históricas caçavam e os rituais que realizavam. As enormes 
pirâmides e estátuas do Egito antigo mostram o poder dos faraós e sua crença na vida 
após a morte. 
 
Arte e mudanças sociais 
A arte também pode nos contar sobre as mudanças nas sociedades. Por exemplo, 
durante a Revolução Francesa, artistas criaram pinturas e esculturas que refletiam o 
desejo do povo por liberdade e igualdade. Em tempos mais recentes, artistas usam suas 
obras para comentar sobre questões sociais, como direitos humanos, meio ambiente e 
tecnologia, mostrando como o mundo está mudando. 
 
Atividade Prática: Para finalizar nosso primeiro encontro, quero que vocês pensem 
sobre algo que vocês gostam muito hoje (pode ser um jogo, um filme, uma música) e 
descrevam como isso pode refletir o mundo em que vivemos. Vocês acham que, no 
futuro, as pessoas olharão para as coisas de hoje e aprenderão sobre nós? 
 
Conclusão 
Lembrando, pessoal, a arte é uma janela para vermos o mundo de diferentes maneiras. 
Ela nos ajuda a entender quem somos, de onde viemos e para onde estamos indo. 
Então, estão prontos para essa viagem? No nosso próximo encontro, vamos explorar 
como a arte mudou ao longo da história e o que isso nos diz sobre as pessoas de 
diferentes épocas. Até lá! 
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AULA 2: A Arte ao Longo da História 
 
Objetivo: Apresentar uma linha do tempo visual que mostre a evolução da arte desde 
a pré-história até os dias atuais, destacando como diferentes períodos históricos 
influenciaram os estilos artísticos. 
Atividade: Criação de uma linha do tempo em grupo ou no quadro com imagens e 
informações sobre períodos artísticos chave, como a Arte Egípcia, Grega, Medieval, 
Renascimento, entre outros. 
Hoje, vamos fazer uma viagem no tempo para ver como a arte mudou desde a pré-
história até os dias de hoje. É como um grande filme, onde cada cena mostra um novo 
estilo de arte que as pessoas criaram em diferentes épocas. 
 
Pré-história: As Origens da Arte 
Nossa viagem começa na pré-história, quando as primeiras pessoas desenhavam nas 
paredes das cavernas. Esses desenhos eram principalmente de animais e cenas de 
caça. Imagine só, eles usavam carvão e tintas naturais para criar essas primeiras obras 
de arte! 
 
Egito Antigo: Arte com Mensagem 
Avançando no tempo, chegamos ao Egito Antigo. Aqui, a arte era cheia de significados, 
com estátuas gigantes e pirâmides que mostravam a importância dos faraós e dos 
deuses. Eles também criaram hieróglifos, um tipo de escrita com desenhos que 
contavam histórias sobre a vida e a morte. 
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Grécia e Roma: Beleza e Realismo 
Na Grécia e em Roma, a arte alcançou novos níveis de beleza e realismo. Esculturas 
detalhadas mostravam o corpo humano de maneira muito realista e expressiva. Essas 
civilizações também construíram templos e monumentos incríveis que ainda nos 
impressionam hoje. 
 
Idade Média: Arte Religiosa 
Durante a Idade Média, a arte estava muito ligada à religião. Grandes catedrais foram 
construídas com vitrais coloridos que contavam histórias da Bíblia. Os livros eram 
cuidadosamente decorados à mão por monges, numa arte chamada iluminura. 
 
Renascimento: O Renascer da Arte 
No Renascimento, houve um verdadeiro "renascer" das artes e da cultura. Artistas como 
Leonardo da Vinci e Michelangelo criaram obras-primas que ainda são admiradas por 
sua beleza e técnica. Eles estudaram o corpo humano e a natureza para criar arte que 
parecia real e viva. 
 
Arte Moderna e Contemporânea 
Chegando aos tempos modernos, a arte se tornou ainda mais variada. Artistas 
começaram a experimentar novas ideias, formas e cores. Temos desde as pinturas 
impressionistas, que capturam a luz e o movimento, até a arte abstrata, que usa formas 
e cores de maneiras inovadoras para expressar emoções e ideias. 
 
E hoje? 
Hoje, a arte continua a evoluir, com artistas usando todo tipo de material e tecnologia 
para expressar suas ideias. Desde pinturas e esculturas até arte digital e instalações 
que desafiam nossa maneira de pensar sobre arte. 
 
Atividade Prática: Para nossa atividade de hoje, gostaria que vocês escolhessem um 
período que acharam mais interessante e desenhassem algo inspirado por ele. Pode 
ser um animal como nas cavernas, um faraó do Egito, um guerreiro grego, ou até algo 
abstrato inspirado na arte moderna! 
 
Conclusão 
Lembrando, a arte é uma viagem incrível através do tempo, mostrando como as pessoas 
viam o mundo e se expressavam. Cada período tem suas próprias histórias para contar. 
Qual história vocês gostariam de contar através da sua arte? 
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CONTEÚDO 3º BIMESTRE DE ARTE DO 6º ANO 
 
❖ IDENTIFICAR FORMAS VOLUMÉTRICAS NO MUNDO REAL (CONCRETO) E NA 
IMAGEM GRÁFICA (REPRESENTADA) 
Para criar uma aula sobre "Identificar formas volumétricas no mundo real (concreto) e 
na imagem gráfica (representada)" direcionada a alunos do 6º ano do ensino 
fundamental, organizaremos o conteúdo em cinco tópicos principais. Esta estrutura visa 
introduzir os estudantes aos conceitos básicos das formas volumétricas, ajudando-os a 
observar e entender como essas formas são aplicadas tanto no mundo real quanto na 
arte gráfica. 
 
AULA 1: Introdução às Formas 
Volumétricas 
 
Objetivo: Apresentar aos alunos o 
conceito de formas volumétricas e a 
diferença entre formas bidimensionais e 
tridimensionais. 
Atividade: Discussão guiada sobre formas 
bidimensionais (2D) e tridimensionais (3D), 
utilizando objetos reais e imagens para 
ilustrar a diferença entre elas. Introdução 
às formas volumétricas básicas: cubo, 
esfera, cilindro, cone e pirâmide. 
Hoje, vamos embarcar em uma aventura 
pelo mundo das formas e aprender sobre as maravilhas das formas volumétricas. Vocês 
estão prontos para descobrir como elas fazem parte do nosso dia a dia e da arte que 
nos rodeia? Vamos lá! 
 
O que são Formas Volumétricas? 
Formas volumétricas são objetos que têm três dimensões: comprimento, largura e 
altura. Isso significa que, ao contrário de um desenho no papel, que é plano e tem 
apenas duas dimensões, as formas volumétricas ocupam espaço e podem ser vistas e 
tocadas de diferentes ângulos. 
 
Bidimensional vs. Tridimensional 
Para entender melhor, vamos comparar: uma foto de uma bola é bidimensional (2D), 
porque só tem comprimento e largura. Mas a bola real que você pode seguraré 
tridimensional (3D), porque também tem altura. As formas 2D são como sombras ou 
imagens planas, enquanto as formas 3D são como os objetos reais que podemos pegar 
e mover. 
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Formas Básicas 
Existem algumas formas volumétricas básicas que são os blocos de construção de 
quase tudo ao nosso redor. Incluem: 
Cubo: pense em um dado ou uma caixa de sapato. Ele tem seis lados iguais, todos 
quadrados. 
Esfera: como uma bola de basquete, perfeitamente redonda em todas as direções. 
Cilindro: tem duas faces circulares e uma curva, como uma lata de refrigerante. 
Cone: tem uma base circular e afunila até um ponto, como um chapéu de festa. 
Pirâmide: tem uma base que pode ser um quadrado ou um triângulo e faces que se 
encontram em um ponto no topo. 
 
Por Que São Importantes? 
As formas volumétricas são importantes porque nos ajudam a entender e a descrever o 
mundo ao nosso redor. Na arte, elas são usadas para criar ilusões de profundidade e 
espaço em pinturas e esculturas, tornando as obras mais realistas ou interessantes. 
 
Conclusão 
As formas volumétricas são uma parte fascinante do estudo da arte e do design. Ao 
aprender sobre elas, vocês começarão a ver o mundo de uma maneira nova, notando 
as formas básicas que compõem tudo, desde prédios até esculturas e brinquedos. Estão 
prontos para explorar mais e ver onde encontramos essas formas no nosso dia a dia e 
na arte? Vamos nessa aventura! 
 
AULA 2: Formas Volumétricas no Mundo Real 
 
Objetivo: Explorar como as formas volumétricas são encontradas no mundo real. 
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Atividade: Passeio de observação ao redor da escola ou sala de aula para identificar 
objetos que correspondam às formas volumétricas básicas. Fotografar ou desenhar os 
objetos encontrados. 
Após nossa introdução às formas volumétricas, vamos agora abrir nossos olhos para o 
mundo ao nosso redor e descobrir como essas formas estão presentes em tudo o que 
vemos e tocamos no dia a dia. Vocês estão prontos para se tornarem detetives das 
formas? Vamos lá! 
 
Encontrando Formas Volumétricas 
As formas volumétricas não estão apenas nos livros de arte ou nas salas de aula; elas 
estão em toda parte! Por exemplo: 
Cubos e Paralelepípedos: Olhem ao redor da sala de aula. Livros, caixas e até mesmo 
o próprio prédio da escola têm formas de cubos ou paralelepípedos. 
Esferas: Bolas de futebol, globos terrestres e até laranjas são exemplos de esferas que 
podemos encontrar facilmente. 
Cilindros: Garrafas de água, latas de refrigerante e tubos de pasta de dente são todos 
cilindros. 
Cones: Cone de trânsito, sorvetes e até o lápis que usamos para desenhar têm forma 
de cone. 
Pirâmides: Embora não vejamos pirâmides egípcias por aí, podemos encontrar formas 
piramidais em tendas, certos tipos de telhados e até em montanhas de areia. 
 
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Por Que Isso Importa? 
Observar como as formas volumétricas estão presentes no mundo real ajuda a entender 
melhor o espaço e a estrutura das coisas. Isso não apenas nos torna melhores artistas 
e designers, mas também nos ajuda a resolver problemas práticos do dia a dia, como 
empacotar objetos ou organizar espaços. 
 
Atividade Prática 
Vamos fazer uma atividade divertida: cada um de vocês receberá uma folha de papel e 
um lápis. Sua missão é escolher um objeto na sala de aula que tenha uma forma 
volumétrica clara. Desenhem esse objeto no papel, tentando capturar sua forma 
tridimensional. Não se preocupem em fazer um desenho perfeito; o objetivo é observar 
e registrar a forma. 
 
Compartilhando Descobertas 
Depois de desenharem, vamos compartilhar nossas descobertas. Cada aluno mostrará 
seu desenho e falará sobre o objeto escolhido, explicando qual forma volumétrica ele 
representa. Será interessante ver quantas formas diferentes podemos encontrar em um 
único espaço! 
 
Conclusão 
As formas volumétricas estão por toda parte, desde os objetos que usamos todos os 
dias até as construções em que vivemos e brincamos. Ao aprender a identificá-las no 
mundo real, desenvolvemos um olhar mais apurado para o design, a arte e a matemática 
do espaço ao nosso redor. Continuem explorando e observando, turma, porque o mundo 
está cheio de formas esperando para serem descobertas! 
 
 
 
AULA 3: Formas Volumétricas na Imagem Gráfica 
 
Objetivo: Demonstrar como as formas volumétricas são representadas em imagens 
gráficas e artes visuais. 
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CONTEÚDO 1º BIMESTRE DE ARTE DO 7º ANO 
 
❖ A PRODUÇÃO ARTÍSTICA COMO FATO HISTÓRICO CONTEXTUALIZADO NO 
TEMPO E NAS DIVERSAS CULTURAS. 
Para elaborar uma aula direcionada a alunos do 7º ano do ensino fundamental sobre "A 
Produção Artística como Fato Histórico Contextualizado no Tempo e nas Diversas 
Culturas", a estrutura será simplificada em três tópicos principais. Esta abordagem visa 
introduzir os estudantes à ideia de que a arte não apenas reflete, mas também influencia 
a história e a cultura de uma época. A aula explorará como diferentes contextos 
históricos e culturais moldam a produção artística, destacando a importância da arte 
como documento histórico e como expressão da diversidade cultural. 
 
AULA 1: A Arte como Reflexo da História 
 
Objetivo: Demonstrar como eventos históricos influenciam e são refletidos na arte. 
Conteúdo: Introdução sobre como a arte serve como um espelho para a sociedade, 
capturando e refletindo eventos históricos, mudanças sociais, e o espírito de uma época. 
Exploração de exemplos de obras de arte de diferentes períodos, como a Renascença, 
o Barroco, e o Modernismo, e discussão sobre como essas obras refletem os contextos 
históricos e culturais de suas épocas. 
Hoje vamos embarcar em uma viagem fascinante para descobrir como a arte e a história 
estão interligadas, como dois fios de uma mesma teia. Vocês sabiam que cada pintura, 
escultura ou edifício conta uma parte da história do mundo? Sim, a arte é como um livro 
aberto que nos mostra o que aconteceu em diferentes épocas e lugares. Vamos explorar 
como os eventos históricos deixam sua marca na arte. 
 
A Arte Mostra o Passado 
Pensem na arte como uma 
máquina do tempo. Quando 
olhamos para as obras dos 
antigos egípcios, por exemplo, 
vemos deuses e faraós que nos 
contam sobre suas crenças e 
seu modo de vida. Da mesma 
forma, as grandes pinturas da 
Renascença nos levam de volta 
à Europa do século XV, 
mostrando o renascimento do 
interesse pelas artes e ciências 
da Antiguidade. 
 
 
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Eventos Históricos na Tela 
Muitos artistas usam sua arte para comentar sobre os eventos de seu tempo. Durante 
tempos de guerra ou revolução, a arte pode capturar a esperança, o medo e o desejo 
de mudança das pessoas. Por exemplo, a famosa pintura "Guernica", de Pablo Picasso, 
retrata o horror do bombardeio da cidade de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola, 
servindo como um poderoso lembrete dos horrores da guerra. 
 
 
A Arte Muda com o Mundo 
Conforme o mundo muda, a arte também muda. Novas tecnologias, descobertas 
científicas e mudanças sociais influenciam os artistas e o tipo de arte que eles criam. 
Assim, ao estudar diferentes estilos artísticos, podemos ver como as pessoas viam o 
mundo em diferentes épocas e o que era importante para elas. 
 
Nossa Atividade de Hoje 
Para entender melhor como a arte reflete a história, vamos fazer uma pequena 
atividade. Escolham uma obra de arte que lhes interesse e pesquisem o período 
histórico em que foi criada. Pensem sobre como essa obra pode ter sido influenciada 
pelos eventos ou pela cultura da época. Depois, vamos compartilhar nossas 
descobertas e discutir como a arte nos ajuda a entender a história de uma forma única 
e emocionante. 
 
Conclusão 
A arte é uma janela para o passado, um espelho que reflete a história e as experiências 
humanas através dos tempos. Ao explorar a arte, não estamos apenas admirando a 
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beleza ou a técnica dos artistas, mas também aprendendo sobre quem somos,de onde 
viemos e talvez para onde estamos indo. Então, mantenham os olhos e a mente abertos 
para as lições que a arte tem para nos ensinar sobre o nosso mundo maravilhoso e 
complexo. 
 
AULA 2: A Arte como Influência Cultural 
 
Objetivo: Explorar como a arte pode influenciar a 
cultura e vice-versa. 
Conteúdo: Análise de como a arte não só reflete, mas 
também molda a cultura e os valores de uma 
sociedade. Discussão sobre o conceito de arte como 
uma ferramenta de poder e propaganda (ex.: arte na 
Revolução Francesa, arte soviética), e como 
movimentos artísticos influenciaram e foram 
influenciados por mudanças culturais. 
Hoje, vamos mergulhar na incrível relação entre arte e cultura. Vocês já pararam para 
pensar em como a arte não apenas reflete, mas também molda nossa sociedade? Sim, 
a arte tem o poder de influenciar a cultura, assim como a cultura influencia a arte. É uma 
dança entre criar e ser criado, onde cada passo muda o curso da história. 
 
Arte Influenciando a Cultura 
A arte tem o poder de comunicar ideias, provocar emoções e inspirar mudanças. Pense 
nos murais de rua que trazem mensagens políticas ou sociais, nas músicas que se 
tornam hinos de movimentos de direitos civis, ou nos filmes que desafiam nossa 
percepção do mundo. Essas formas de arte podem iniciar conversas, mudar opiniões e 
até mesmo influenciar leis e políticas. 
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Cultura Influenciando a Arte 
Da mesma forma, a cultura de uma sociedade - suas crenças, valores, histórias e 
tradições - serve como uma fonte rica de inspiração para os artistas. As festas 
populares, os rituais, a moda, a linguagem e até a culinária de um lugar podem ser 
refletidos e celebrados através da arte. Isso não apenas preserva a cultura, mas também 
a compartilha com novos públicos, às vezes até globalmente. 
 
Exemplos pelo Mundo 
Música: O jazz, nascido nos Estados Unidos, reflete a história e a luta dos afro-
americanos, influenciando e sendo influenciado pela cultura americana. 
Pintura: Os impressionistas franceses, como Claude Monet, pintaram cenas cotidianas 
da França do século XIX, capturando a luz e a atmosfera de uma forma que nunca tinha 
sido feita antes, influenciando a percepção da beleza na arte. 
Arquitetura: A arquitetura gótica, com suas grandes catedrais, reflete o papel central da 
religião na Europa medieval, ao mesmo tempo em que influenciava a sociedade, 
reunindo as pessoas em espaços de culto e comunidade. 
 
Atividade de Hoje 
Escolham uma forma de arte que vocês gostem - pode ser música, dança, pintura, 
escultura, literatura, cinema ou outra - e pesquisem como essa forma de arte foi 
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CONTEÚDO 3º BIMESTRE DE ARTE DO 7º ANO 
 
❖ IDENTIFICAR CARACTERÍSTICAS NA ESTRUTURAÇÃO DAS FORMAS NO 
ESPAÇO TRIDIMENSIONAL. 
Esta aula tem como objetivo introduzir os alunos do 7º ano ao fascinante mundo das 
formas tridimensionais na arte. Os estudantes irão aprender a identificar e entender as 
características que definem a estruturação das formas no espaço tridimensional. 
 
AULA 32: Introdução às Formas Tridimensionais 
 
Objetivo: Apresentar o conceito de formas tridimensionais, diferenciando-as das formas 
bidimensionais. 
Conteúdo: Definição e Exemplos: Explicação do que são formas tridimensionais, 
utilizando exemplos do dia a dia e da arte (esculturas, instalações artísticas, etc.). 
Características: Discussão sobre as principais características das formas 
tridimensionais: altura, largura e profundidade. 
Quando falamos de arte, muitas vezes pensamos em pinturas e desenhos, não é 
mesmo? Essas são formas bidimensionais, pois possuem apenas altura e largura. Mas 
a arte vai muito além disso! Existe um universo fascinante de formas que também têm 
profundidade: as formas tridimensionais. 
 
Definição e Exemplos: 
Formas tridimensionais são objetos que ocupam espaço. Diferente de um desenho em 
um papel, que só tem duas dimensões, as formas tridimensionais têm altura, largura e 
profundidade. Imagine uma bola de futebol, uma escultura no parque ou até mesmo 
uma cadeira. Todos esses são exemplos de formas tridimensionais. Na arte, esculturas 
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e instalações são exemplos perfeitos que utilizam essas três dimensões para criar 
expressão e beleza. 
Características: 
As principais características das formas tridimensionais são, justamente, suas três 
dimensões: altura (quão alto é), largura (quão largo é) e profundidade (quão profundo 
ou espesso é). Essas dimensões permitem que as formas tridimensionais existam no 
espaço, podendo ser vistas e até tocadas de diferentes ângulos. 
 
Atividade Prática: Para entender melhor, vamos fazer um pequeno exercício. Pegue 
um objeto qualquer que esteja perto de você, como um livro ou uma caixa. Observe 
como ele tem altura, largura e profundidade. Você pode ver diferentes partes do objeto 
movendo-se ao redor dele, não é? Isso não aconteceria com uma imagem 
bidimensional, que parece a mesma, não importa de onde você olhe. 
 
As formas tridimensionais são fundamentais na arte, pois permitem aos artistas explorar 
o espaço de maneiras que as formas bidimensionais não podem. Esculturas podem 
invocar a sensação de movimento, presença e até emoção, simplesmente pela maneira 
como ocupam o espaço. 
 
Ao longo desta aula, vamos explorar mais sobre como essas formas são criadas e como 
podemos apreciá-las, não só na arte, mas em tudo ao nosso redor. Vamos descobrir 
como os artistas usam a tridimensionalidade para trazer suas visões à vida e como você 
também pode começar a pensar e criar em três dimensões. 
 
AULA 33: Elementos das Formas 
Tridimensionais 
 
Objetivo: Explorar os elementos básicos 
que compõem as formas tridimensionais 
no espaço, como ponto, linha, plano e 
volume. 
Conteúdo: Elementos Básicos: Breve 
descrição de cada elemento e sua 
importância na criação de formas 
tridimensionais. Exercício Prático: Utilização de materiais simples (papel, argila, ou 
massinha de modelar) para criar estruturas básicas que demonstrem esses elementos. 
Vamos aprofundar nosso entendimento sobre as formas tridimensionais ao explorar os 
elementos básicos que as compõem. Entender esses elementos é como aprender o 
alfabeto antes de escrever palavras e frases. Com essa base, podemos começar a criar 
nossas próprias formas tridimensionais. 
Para criar qualquer coisa no espaço tridimensional, artistas e designers começam com 
elementos básicos: ponto, linha, plano e volume. Cada um desses elementos tem um 
papel fundamental na estruturação das formas no espaço. 
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Elementos Básicos: 
Ponto: O ponto é o elemento mais simples, mas é o começo de tudo. No espaço 
tridimensional, podemos pensar em um ponto como uma localização ou uma posição. 
Embora não possamos vê-lo fisicamente, o ponto é crucial para determinar onde algo 
começa ou termina. 
Linha: Quando movemos um ponto de um lugar para outro, criamos uma linha. As linhas 
podem ser retas, curvas, grossas, finas e são usadas para definir bordas, contornos e 
até direções no espaço. 
Plano: Ao conectar linhas, formamos planos. Um plano pode ser uma superfície plana 
como a folha de papel sobre a qual você desenha ou a tela de um pintor. No espaço 
tridimensional, planos criam paredes, pisos, e até mesmo os lados de uma caixa. 
Volume: Quando planos são unidos de uma maneira que fecha um espaço, criamos um 
volume. O volume é o que dá a um objeto sua forma tridimensional, seja ele uma bola 
(volume redondo) ou uma caixa (volume quadrado ou retangular). 
 
Atividade Prático: Agora, vamos colocar a mão na massa! Usando papel, argila ou 
massinha de modelar, vamos criar estruturas básicas que demonstrem esses 
elementos. Comece fazendo pontos no papel, depois linhas conectando esses pontos. 
Tente dobrar o papel para criar planos e, se possível, forme um volume simples, como 
uma caixinha ou uma esfera de massinha. 
 
Este exercício nos ajuda a entender como os elementosbásicos podem ser combinados 
de maneiras infinitas para criar formas tridimensionais. Ao praticar, começamos a ver 
como tudo ao nosso redor é composto desses elementos básicos, desde a cadeira em 
que você está sentado até a arquitetura complexa de um prédio. 
 
Ao explorar esses elementos, estamos não só aprendendo a base da criação 
tridimensional na arte, mas também como ler e interpretar as formas que compõem o 
mundo ao nosso redor. Isso nos prepara para os próximos tópicos, onde vamos 
descobrir como artistas utilizam esses elementos para criar obras que ocupam o espaço 
de maneira significativa e expressiva. 
 
AULA 34: Estruturação e Composição no Espaço Tridimensional 
 
Objetivo: Ensinar como as formas tridimensionais são estruturadas e compostas no 
espaço. 
Conteúdo: Princípios da Composição: Explicação sobre equilíbrio, proporção, ritmo e 
harmonia na composição tridimensional. Análise de Obras: Observação e discussão 
sobre obras de arte tridimensionais que exemplifiquem esses princípios. 
Nosso objetivo aqui é mergulhar um pouco mais fundo no mundo das formas 
tridimensionais, aprendendo a estruturá-las e compô-las de maneira que façam sentido 
 11 
visual e artístico. Vamos entender como princípios como equilíbrio, proporção, ritmo e 
harmonia são essenciais na composição tridimensional. 
Conteúdo: 
Quando falamos sobre criar ou apreciar arte tridimensional, não estamos apenas 
olhando para a forma ou o material de uma obra. Estamos também vendo como essas 
formas se relacionam entre si e com o espaço ao seu redor. Para que uma peça seja 
agradável aos olhos ou transmita uma mensagem, precisa ser bem composta. Isso 
significa aplicar princípios de composição que artistas usam para guiar o olhar do 
espectador e criar uma sensação de harmonia. 
 
Princípios da Composição: 
Equilíbrio: Refere-se à distribuição visual de peso em uma obra. Uma composição pode 
ser simétrica (com elementos iguais dos dois lados) ou assimétrica (com elementos 
diferentes que ainda equilibram a imagem). 
Proporção: Trata da relação de tamanho entre diferentes partes da obra. Uma proporção 
equilibrada ajuda a obra a parecer mais natural ou intencional, dependendo do efeito 
desejado. 
Ritmo: Como na música, o ritmo na arte visual refere-se à repetição de elementos que 
cria uma sensação de movimento ou fluxo. Isso pode ajudar a guiar o olhar do 
espectador através da obra. 
Harmonia: Este princípio busca criar uma unidade visual, onde todas as partes da 
composição trabalham juntas de maneira coesa. Harmonia pode ser alcançada através 
do uso de cores, formas, ou texturas similares. 
 
Análise de Obras: 
Vamos observar algumas obras de arte tridimensionais para ver esses princípios em 
ação. Por exemplo, uma escultura pode parecer equilibrada mesmo se as formas de um 
lado não espelharem exatamente as do outro lado. Isso é equilíbrio assimétrico. 
Podemos também notar como o artista usou proporções para dar mais importância a 
uma parte da obra, como uma cabeça maior em uma estátua para enfatizar a expressão 
facial. 
Discussões em sala de aula sobre essas obras podem nos ajudar a entender como os 
artistas tomam decisões sobre composição. Isso não só nos faz apreciar mais as obras 
de arte, mas também nos dá ferramentas para começar a criar nossas próprias 
composições tridimensionais, seja em projetos de arte, modelagem, ou até design de 
objetos do dia a dia. 
Ao fim deste tópico, esperamos que você esteja mais confortável para não apenas 
observar, mas também para começar a criar obras tridimensionais, pensando 
cuidadosamente sobre como cada elemento se encaixa no todo, criando composições 
que são equilibradas, proporcionais, rítmicas e harmoniosas. 
 
 
 1 
 
 8 
CONTEÚDO 1º BIMESTRE DE ARTE DO 8º ANO 
 
❖ DIFERENCIAR OS GÊNEROS VISUAIS. 
Para criar uma aula direcionada a alunos do 7° ano do ensino fundamental com o 
objetivo de diferenciar os gêneros visuais na disciplina de Arte, você pode estruturar a 
aula em três tópicos principais. Cada tópico é projetado para oferecer aos alunos uma 
compreensão clara e interativa dos diferentes gêneros visuais, suas características e 
exemplos representativos. 
 
AULA 1: Introdução aos Gêneros 
Visuais 
 
Objetivo: Apresentar aos alunos o conceito 
de gêneros visuais, explicando como as obras 
de arte são classificadas em diferentes 
categorias com base no tema, técnica e 
propósito. 
Conteúdo: Definição de gêneros visuais e a 
importância de diferenciá-los. Breve história 
sobre como os gêneros visuais se 
desenvolveram ao longo do tempo e como 
eles refletem a cultura e a sociedade. 
Atividades: Apresentação de imagens representativas de diversos gêneros visuais 
(como retrato, paisagem, natureza-morta, abstrato). Discussão guiada para explorar as 
primeiras impressões dos alunos sobre cada imagem e que tipo de história ou 
sentimento elas transmitem. 
Nesta parte da nossa aula, vamos descobrir o que são gêneros visuais e entender por 
que é importante conhecer as diferentes categorias que as obras de arte podem ser 
divididas. Vamos embarcar numa viagem pelo tempo para ver como esses gêneros 
surgiram e como eles refletem as mudanças na nossa sociedade e cultura. 
 
Explicação 
Quando falamos em arte, muitas vezes pensamos em pinturas, esculturas, desenhos, e 
outras formas de expressão visual. Mas você sabia que dentro da arte visual existem 
categorias específicas, chamadas de gêneros visuais? Esses gêneros ajudam a 
classificar as obras de arte de acordo com o tema que elas exploram, as técnicas usadas 
para criá-las, e o propósito por trás delas. 
 
Gêneros Visuais 
Existem vários gêneros visuais, e cada um tem suas características únicas. Alguns dos 
mais conhecidos incluem retratos, que focam em representar uma pessoa ou grupo de 
pessoas; paisagens, que capturam cenas da natureza ou ambientes urbanos; e 
natureza-morta, que apresenta objetos inanimados em um espaço. 
 9 
Mas por que é importante diferenciar esses gêneros? 
Ao entender o gênero de uma obra de arte, podemos ter uma ideia melhor sobre o que 
o artista queria comunicar, as técnicas que ele usou, e até mesmo o período histórico 
em que a obra foi criada. Por exemplo, muitas vezes os retratos eram usados para 
mostrar o poder e o status de uma pessoa, enquanto as paisagens podiam refletir o 
amor do artista pela natureza ou sua visão sobre a urbanização. 
 
História 
Ao longo da história, os gêneros visuais também mudaram e evoluíram. Na 
Renascença, por exemplo, o foco em retratos e cenas religiosas era muito comum, 
refletindo a importância da Igreja e da individualidade naquela época. Já no século XIX, 
com o movimento impressionista, vimos uma explosão de paisagens e cenas do 
cotidiano, mostrando uma nova apreciação pela beleza natural e pelos momentos 
simples da vida. 
 
Atividades Sugeridas 
Vamos começar nossa aula com uma atividade divertida: vou mostrar algumas imagens 
de obras de arte famosas, e vocês vão tentar adivinhar de qual gênero visual cada uma 
faz parte. Depois, vamos conversar sobre por que vocês escolheram aquele gênero e o 
que faz aquela obra ser um exemplo dele. 
Também vamos criar um mural na sala de aula com imagens de diferentes gêneros 
visuais. Cada aluno vai escolher uma imagem de um gênero específico e escrever uma 
breve explicação sobre por que aquela obra representa aquele gênero. 
 
AULA 2: Explorando Gêneros Visuais Específicos 
 
Objetivo: Aprofundar o conhecimento dos alunos sobre quatro gêneros visuais 
principais - retrato, paisagem, natureza-morta e arte abstrata - destacando suas 
características distintas. 
Conteúdo: Retrato, Paisagem, Natureza-morta, Arte Abstrata. 
Atividades: Criação de pequenos esboços pelos alunos, tentando imitar cada gênero 
visual. Análise de obras de arte famosas, identificando o gênero ao qual pertencem e 
discutindo os elementos que as definem. 
Agora que já sabemoso que são gêneros visuais, vamos mergulhar mais fundo em 
quatro tipos específicos que são muito importantes na arte: retrato, paisagem, natureza-
morta, e arte abstrata. Vamos descobrir o que torna cada um desses gêneros único e 
como artistas usam essas formas de arte para expressar suas ideias e sentimentos. 
 
 
Retrato 
 10 
Quando pensamos em retrato, imaginamos uma pintura, desenho ou escultura que 
mostra uma pessoa. Mas um retrato vai muito além de simplesmente mostrar como 
alguém é fisicamente. Ele pode capturar a personalidade da pessoa, suas emoções, e 
até mesmo contar uma história sobre quem ela é ou foi. Artistas usam cores, expressões 
faciais, e até mesmo a postura do retratado para trazer esses elementos à vida. 
 
 
 
Paisagem 
A paisagem é um gênero que nos leva a viajar sem sair do lugar. Pode ser uma cena da 
natureza, como montanhas, rios, florestas, ou até mesmo um ambiente urbano, como 
cidades e vilarejos. O que é fascinante nas paisagens é como os artistas conseguem 
capturar não só a beleza do lugar, mas também a atmosfera e o sentimento que ele 
transmite. É como se pudéssemos sentir o vento, o calor do sol, ou a tranquilidade de 
um lago apenas olhando para a obra. 
 11 
 
 
Natureza-Morta 
Talvez você pense que objetos inanimados como frutas, flores ou utensílios domésticos 
não sejam tão interessantes, mas a natureza-morta prova o contrário. Este gênero é 
tudo sobre a composição, a maneira como os objetos são arranjados, além de luz e cor. 
Ele nos mostra como objetos comuns do dia a dia podem ser transformados em arte, 
capturando a beleza nas coisas simples. 
 
 
 
 1 
 
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CONTEÚDO 3º BIMESTRE DE ARTE DO 8º ANO 
 
❖ RECONHECER A RELAÇÃO FIGURA/FORMA NAS OBRAS DOS ARTISTAS. 
 
AULA 31: Compreendendo Figura/Forma na Arte 
 
Objetivo: Introduzir aos alunos o conceito de figura/forma nas artes visuais, ensinando-
os a identificar e diferenciar esses elementos em obras de arte. Este tópico visa 
desenvolver a capacidade analítica dos alunos para que possam reconhecer como 
artistas utilizam figura e forma para comunicar ideias e emoções. 
Conteúdo: Neste segmento, exploramos a definição básica de figura e forma na arte. 
Figura refere-se ao objeto principal dentro de uma obra de arte, o foco da composição. 
Forma, por outro lado, diz respeito ao aspecto tridimensional (3D) de objetos, que pode 
ser representado em duas dimensões (2D) através de técnicas de sombreamento, 
perspectiva e contorno. 
Quando olhamos para uma obra de arte, seja uma pintura ou uma escultura, o que 
realmente vemos? Além das cores e das linhas, há dois elementos essenciais que nos 
ajudam a interpretar o que está diante de nós: a figura e a forma. Mas o que esses 
termos significam? 
 
Figura 
A figura, em arte, é o principal ponto de interesse. É o objeto, pessoa ou detalhe que 
chama nossa atenção primeiro. Pode ser algo realista, como um retrato de uma pessoa, 
ou algo abstrato, uma mancha de cor que se destaca contra o fundo. A figura é o "herói" 
da história que a obra de arte conta, capturando nosso olhar e guiando nossa 
interpretação. 
 
 9 
Forma 
Já a forma refere-se à tridimensionalidade dos objetos. Mesmo em uma pintura, que é 
plana, artistas usam truques para dar a impressão de que podemos alcançar dentro dela 
e tocar o que está lá. Eles usam sombreamento, perspectiva e linhas para criar essa 
ilusão de profundidade e volume. A forma pode ser tão simples quanto um círculo que 
parece uma bola ou tão complexa quanto um corpo humano em movimento. 
 
Identificação 
Mas como esses elementos trabalham juntos? Imagine uma pintura de uma maçã sobre 
uma mesa. A maçã é a figura, o foco principal que nossos olhos veem primeiro. A forma 
da maçã é mostrada através de sombras e luzes, dando a impressão de que é redonda 
e sólida, que poderíamos pegá-la. A mesa, embora também importante, atua como o 
fundo, ajudando a destacar a figura da maçã. 
 
Conclusão 
Entender a diferença e a relação entre figura e forma nos ajuda a apreciar mais 
profundamente a arte. Percebemos como os artistas usam esses elementos não apenas 
para mostrar o mundo como ele é, mas para expressar suas ideias, sentimentos e visões 
únicas. Ao analisar uma obra de arte, tente identificar a figura e observar como a forma 
é usada para trazê-la à vida. Essa é uma habilidade que vai enriquecer não só a sua 
apreciação da arte, mas também a sua capacidade de ver o mundo de maneira mais 
criativa e detalhada. 
 
AULA 32: Análise de Obras de Arte através da Relação Figura/Forma 
 
Objetivo: Profundar a compreensão dos alunos sobre a importância da relação 
figura/forma na interpretação de obras de arte. Este tópico enfatiza a análise crítica, 
encorajando os alunos a explorar como diferentes artistas utilizam figura e forma para 
criar significado e expressão em suas obras. 
Conteúdo: Aqui, os alunos serão incentivados a aplicar seus conhecimentos sobre 
figura/forma na análise de várias obras de arte, variando desde pinturas clássicas até 
esculturas e instalações modernas. Discutiremos como a manipulação de figura e forma 
pode afetar a interpretação de uma obra, alterando emoções, mensagens e temas 
percebidos pelo observador. 
Após entendermos o básico sobre figura e forma na arte, vamos mergulhar mais fundo 
e ver como esses conceitos se aplicam na análise de obras de arte reais. Este processo 
não é apenas sobre ver; é sobre observar, pensar e interpretar. Cada artista tem uma 
maneira única de usar figura e forma para contar histórias, expressar emoções ou 
provocar pensamentos. 
 10 
 
Explicação 
Vamos começar escolhendo algumas obras de arte famosas, de diferentes períodos e 
estilos. Por exemplo, podemos olhar para "A Noite Estrelada" de Vincent van Gogh, 
onde as formas ondulantes do céu contrastam com as figuras pontiagudas da vila 
abaixo. Ou a "Guernica" de Pablo Picasso, onde as figuras distorcidas e as formas 
fragmentadas transmitem o horror e o caos da guerra. 
 
Nossa missão é descobrir como a relação entre figura 
e forma ajuda a construir o significado dessas obras. 
Em "A Noite Estrelada", como as formas ondulantes 
do céu complementam ou contrastam com as figuras 
da vila? O que isso nos diz sobre o estado emocional 
de Van Gogh ou sua visão do mundo? 
 
 Em "Guernica", como as formas angulares 
e as figuras distorcidas expressam a 
tensão e o terror? O que podemos 
aprender sobre a técnica de Picasso e sua 
mensagem política através dessa análise? 
 
Para cada obra de arte, vamos fazer algumas perguntas-chave: Qual é a figura 
principal? Que formas o artista usa para destacar essa figura? Como a relação entre 
figura e forma afeta o significado da obra? Essas perguntas vão nos guiar em nossa 
jornada de descoberta, ajudando-nos a ver não apenas com os olhos, mas com a mente 
e o coração. 
 
Esse processo de análise não é apenas um exercício acadêmico; é uma forma de nos 
conectarmos mais profundamente com a arte e, por extensão, com a experiência 
humana. Ao explorar como os artistas usam figura e forma para comunicar, começamos 
a entender melhor o poder da arte como linguagem universal, capaz de transcender 
barreiras culturais e temporais. 
 
❖ ESTRUTURAR FORMAS VOLUMÉTRICAS A PARTIR DA PESQUISA E 
EXPERIMENTAÇÃO DE MATERIAIS 
 
 11 
AULA 33: Pesquisa e Seleção de Materiais 
 
Objetivo: Introduzir os alunos à diversidade de materiais que podem ser utilizados para 
criar formas volumétricas na arte, incentivando a experimentação e a criatividade. 
Conteúdo: Neste primeiro segmento, exploraremos a importância da escolha de 
materiais na construção de formas volumétricas. Cada material tem propriedades únicas 
que influenciam a textura, o peso, a durabilidade e a estética da obra final. Discutiremos 
diferentes tipos de materiais, como papel, argila, materiais recicláveis, tecidos, e como 
eles podem ser manipulados para criar volume eforma. 
 
No estudo das formas volumétricas na arte, uma etapa fundamental é a seleção 
consciente de materiais. Cada material escolhido para uma obra de arte carrega consigo 
um universo de possibilidades expressivas e técnicas, influenciando diretamente o 
resultado final da criação. Este tópico aborda a diversidade de materiais disponíveis 
para artistas, enfatizando a experimentação e a inovação na prática artística. 
 
Introdução 
Materiais tradicionais como argila, papel 
machê, e tecido oferecem uma vasta gama 
de texturas e flexibilidades, permitindo a 
construção de estruturas complexas com 
detalhes refinados ou formas abstratas. A 
argila, por exemplo, é um material versátil 
que pode ser moldado em formas 
orgânicas ou geométricas precisas, 
enquanto o papel machê permite a criação 
de formas leves e resistentes. 
 
Utilização 
Além dos materiais tradicionais, a reutilização de objetos e materiais recicláveis abre 
novas perspectivas criativas. Garrafas plásticas, embalagens, peças de computador 
descartadas, e tecidos antigos podem ser transformados em componentes de 
esculturas ou instalações artísticas, promovendo uma reflexão sobre consumo, descarte 
e sustentabilidade. 
 
Contexto 
A escolha de materiais não se limita apenas às suas propriedades físicas; ela também 
envolve considerações sobre o contexto da obra, o ambiente em que será exibida, e o 
diálogo que o artista deseja estabelecer com o público. Um material pode ser escolhido 
por sua capacidade de evocar memórias, provocar reações sensoriais ou por sua carga 
simbólica. 
 
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 8 
CONTEÚDO 1º BIMESTRE DE ARTE DO 9º ANO 
 
❖ A PRODUÇÃO ARTÍSTICA COMO FATO HISTÓRICO CONTEXTUALIZADO NO 
TEMPO E NAS DIVERSAS CULTURAS. 
 
AULA 1: A Arte na Pré-História e nas Antigas Civilizações 
 
Nas cavernas escuras da Pré-História, as primeiras manifestações artísticas ganharam 
vida. Desenhos de animais nas paredes das cavernas não eram apenas decorações, 
mas registros de uma época em que o homem vivia da caça e se maravilhava com o 
mundo natural. Avançando no tempo, as grandes civilizações como o Egito, a 
Mesopotâmia, a Grécia e Roma usavam a arte para contar suas conquistas, 
homenagear seus deuses e celebrar a beleza do humano e do divino. Cada escultura, 
cada templo, cada afresco nos conta histórias de fé, poder e inovação. 
 
Introdução 
Imagine entrar em uma 
caverna escura com apenas 
uma tocha na mão e, nas 
paredes, descobrir 
desenhos incríveis de 
animais selvagens que 
parecem saltar em sua 
direção. Essas são as 
primeiras manifestações de 
arte que conhecemos, 
criadas por nossos 
ancestrais na Pré-História. 
Eles não tinham pincéis ou 
tintas como conhecemos hoje, mas usavam carvão, terra e até mesmo seu próprio 
sangue para criar essas imagens. Mas por que eles fizeram isso? Para contar histórias, 
para expressar seu respeito pela natureza ou talvez para invocar sorte na caça. 
 
Usando a Imaginação 
Agora, vamos viajar no tempo e espaço até as grandes civilizações antigas. No Egito, 
cada pirâmide, cada estátua do faraó, cada hieróglifo nas paredes dos templos era uma 
maneira de registrar sua história, homenagear seus deuses e garantir a imortalidade de 
sua alma. Eles acreditavam que a arte tinha o poder de tornar eternas as coisas deste 
mundo. 
 
Antigamente 
Na Mesopotâmia, berço de algumas das primeiras cidades da humanidade, os zigurates 
(grandes templos em forma de pirâmide) dominavam o céu, mostrando a todos o poder 
 9 
dos deuses e dos reis. A arte nessa região era uma mistura de realismo com mitologia, 
mostrando tanto a vida cotidiana quanto criaturas fantásticas. 
E que tal a Grécia, com suas esculturas que buscavam a perfeição do corpo humano? 
Os gregos amavam a beleza, a simetria e a proporção. Eles queriam que sua arte 
mostrasse o ideal humano, tanto em força quanto em sabedoria. 
 
Roma Antiga 
Por último, mas não menos importante, temos a Roma Antiga, com seus vastos impérios 
e conquistas. Os romanos eram mestres da engenharia e da construção, criando 
anfiteatros, aquedutos e templos que ainda hoje nos deixam maravilhados. Eles 
pegaram a arte grega e a transformaram, adicionando seu próprio estilo, mostrando seu 
poder e sua glória através de enormes estátuas e grandiosas construções. 
 
Conclusão 
Cada pedaço de arte que essas antigas civilizações nos deixaram é como uma janela 
para o passado, mostrando como as pessoas viviam, o que valorizavam e como viam o 
mundo ao seu redor. E o mais incrível é que, mesmo depois de milhares de anos, essas 
obras ainda falam conosco, contando histórias de fé, poder, beleza e inovação. 
 
AULA 2: A Arte na Idade Média e no Renascimento 
 
A Idade Média trouxe a arte sacra ao centro do palco. Catedrais góticas apontando para 
o céu eram a expressão da devoção religiosa, mas também do engenho humano. Neste 
período, a arte estava a serviço da fé, ensinando as histórias sagradas para uma 
população majoritariamente analfabeta. Com o Renascimento, o foco se expandiu para 
a beleza do mundo e do homem, inspirado pela redescoberta dos ideais da antiguidade 
clássica. Artistas como Leonardo da Vinci e Michelangelo não só dominavam a técnica, 
mas também buscavam compreender as leis da natureza e da ciência, integrando-as 
em sua arte. 
 
 10 
Introdução 
Durante a Idade Média, a arte tomou um caminho profundamente espiritual. Imagine 
entrar em uma imensa catedral gótica, onde as altas torres parecem tocar o céu e os 
vitrais coloridos contam histórias da Bíblia com a luz do sol. Essas catedrais eram como 
livros de pedra e vidro, ensinando as verdades sagradas a todos que entravam. Em 
cada escultura, em cada afresco, a vida dos santos e as histórias das escrituras 
ganhavam vida, guiando os fiéis em sua jornada espiritual. 
 
Renascimento 
Mas então chegamos ao Renascimento, um despertar que mudou tudo. Inspirados pelo 
conhecimento e pela arte da Grécia e Roma antigas, artistas como Leonardo da Vinci e 
Michelangelo começaram a explorar não apenas temas religiosos, mas também a 
beleza do mundo natural e do ser humano. O Renascimento foi como uma grande luz 
que brilhou sobre a Europa, trazendo uma nova era de descobertas e inovações. 
 
Exemplo 
Leonardo da Vinci, com seu olhar curioso sobre o mundo, não era apenas um pintor, 
mas também um inventor, um cientista, um verdadeiro homem do Renascimento. Suas 
obras, como a Mona Lisa, nos mostram uma nova forma de ver o ser humano, com 
expressões que parecem nos contar segredos milenares. 
 
 
 
 11 
Exemplo 
Michelangelo, por outro lado, nos deu o majestoso teto da Capela Sistina e a imponente 
estátua de Davi, demonstrando não só sua maestria com o pincel e o cinzel, mas sua 
profunda compreensão da forma humana e sua paixão pelo divino. 
 
Período Histórico 
Neste período, a arte se tornou uma janela para a alma humana e para o universo. 
Artistas renascentistas não se limitavam a criar obras de beleza; eles buscavam 
entender o mundo ao seu redor, misturando arte, ciência e filosofia. Eles nos mostraram 
que o homem não estava separado da natureza ou de Deus, mas era uma parte 
fundamental de um todo magnífico. 
 
Conclusão 
Portanto, ao estudar a arte da Idade Média e do Renascimento, não estamos apenas 
aprendendo sobre história ou técnicas artísticas; estamos descobrindo como nossos 
ancestrais viam o mundo e a si mesmos, e como essa visão moldou o mundo em que 
vivemos hoje. 
 
AULA 3: A Arte Moderna e a Exploração da Individualidade 
 
A arte moderna rompe com as tradições, explorando novas ideias e técnicas. Este 
período é marcado pela individualidade do artista e pela experimentação. Movimentos 
como o Impressionismo, Expressionismo, Cubismo e Surrealismo surgem como formas 
de ver o mundo sob perspectivas únicas, desafiando a percepção e a realidade. Artistas 
como Van Gogh, Picasso e Dalí convidam o observador a entrar em seusmundos 
internos, cheios de cor, forma e significado. 
 
Introdução 
Imagine um mundo onde os artistas começam a quebrar todas as regras, onde cada 
pincelada e cada cor não precisam mais imitar a realidade. Bem-vindos ao mundo da 
Arte Moderna! Neste período incrível, os artistas pararam de perguntar "Como o mundo 
me vê?" e começaram a se perguntar "Como eu vejo o mundo?". Eles exploraram novas 
técnicas, novas perspectivas e novas ideias, tudo para expressar seus sentimentos, 
pensamentos e visões únicas. 
 
Impressionismo 
Começamos com o Impressionismo, onde pintores como Claude Monet nos mostraram 
que a luz e a cor podem contar histórias diferentes dependendo do momento do dia. 
Eles pintavam ao ar livre, capturando as mudanças rápidas na luz e na atmosfera. Suas 
pinturas não eram detalhadas, mas sim impressões de um momento, cheias de cor e 
movimento. 
 
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 7 
 
CONTEÚDO 3° BIMESTRE DE ARTE DO 9° ANO 
 
❖ IDENTIFICAR FORMAS VOLUMÉTRICAS NO MUNDO REAL (CONCRETO) E NA 
IMAGEM GRÁFICA (REPRESENTADA.). 
 
AULA 33: Explorando Formas Volumétricas no Mundo Real 
 
Objetivo: Introduzir aos alunos o conceito de formas volumétricas, ajudando-os a 
reconhecer e compreender essas formas no ambiente que os rodeia. A aula enfocará 
na observação e identificação de objetos tridimensionais no mundo real, destacando 
como o volume é percebido através da luz, sombra e perspectiva. 
Conteúdo: Definição de Formas Volumétricas: Breve explicação sobre o que são 
formas volumétricas e como elas diferem de formas planas. 
Percepção de Volume: Discussão sobre como a luz e a sombra afetam a percepção 
do volume, utilizando exemplos concretos, como frutas, mobiliário e arquitetura. 
Atividade Prática de Observação: Os alunos realizarão uma atividade ao ar livre (ou 
dentro da escola, dependendo das condições) para identificar objetos com diferentes 
formas volumétricas, como esferas, cilindros, cones e cubos, e descrever como a luz 
interage com esses objetos para criar sombras e profundidade. 
 
Introdução 
Quando olhamos ao nosso redor, 
percebemos que o mundo não é feito 
apenas de linhas e cores; ele é repleto 
de volumes, formas que ocupam 
espaço e têm profundidade. Essas 
formas volumétricas, como esferas, 
cilindros, cones e cubos, estão em toda 
parte, desde a bola de futebol no recreio 
até os prédios em nossa cidade. 
 
Vamos começar com algo simples: 
Pegue uma fruta, como um limão ou uma laranja. Ao observá-la, notamos sua forma 
arredondada, quase uma esfera. Mas o que realmente nos faz perceber que ela é 
volumosa? A luz e a sombra. Quando a luz atinge a fruta, cria áreas iluminadas e 
sombras que nos dão pistas sobre sua forma tridimensional. 
 
Usando a Imaginação 
Agora, pense nos móveis em sua casa ou na escola. Uma cadeira, por exemplo, pode 
ser vista como uma combinação de cilindros (as pernas) e um cubo ou paralelepípedo 
 8 
(o assento e o encosto). A maneira como a luz cria sombras nos contornos da cadeira 
nos ajuda a entender seu volume. 
E sobre a arquitetura? 
Os prédios que vemos no caminho para a escola ou em nossa cidade têm volumes 
complexos. Tomemos como exemplo o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 
desenhado por Oscar Niemeyer. Sua forma circular e elevada sobre uma base cônica é 
um belo estudo de como as formas volumétricas podem ser usadas na arquitetura para 
criar impacto visual e funcionalidade. 
 
Mas como podemos realmente entender essas formas? 
Através da percepção de como a luz interage com os objetos. Em um dia ensolarado, 
observe como as sombras são projetadas no chão ou nas paredes. Essas sombras nos 
dão uma pista sobre a forma do objeto que bloqueia a luz. 
 
Conclusão 
Por meio desses exemplos simples do nosso cotidiano, começamos a entender como 
as formas volumétricas estão presentes em tudo ao nosso redor. Reconhecer e 
compreender essas formas nos ajuda não apenas a apreciar mais profundamente o 
mundo visual, mas também a fundamentar nossos próprios trabalhos artísticos e 
projetos criativos. Observar, questionar e experimentar são as chaves para desbloquear 
a beleza e a complexidade das formas volumétricas no mundo real. 
 
AULA 34: Formas Volumétricas na Imagem Gráfica 
 
Objetivo: Ensinar os alunos a identificar e interpretar formas volumétricas em imagens 
gráficas, como desenhos, pinturas e ilustrações. A aula focará em como artistas 
representam o volume em duas dimensões, utilizando técnicas de sombreamento, 
perspectiva e linha para criar a ilusão de tridimensionalidade. 
 9 
Conteúdo: Técnicas de Representação de Volume: Explicação das técnicas utilizadas 
por artistas para representar formas volumétricas em superfícies planas, incluindo 
sombreamento, uso de linhas de contorno e perspectiva. 
Análise de Obras de Arte: Os alunos analisarão obras de arte selecionadas que 
exemplificam o uso eficaz de formas volumétricas, discutindo como as técnicas artísticas 
contribuem para a percepção de profundidade e volume. 
Atividade de Criação Artística: Os estudantes serão incentivados a criar suas próprias 
imagens gráficas, aplicando o que aprenderam para representar objetos tridimensionais 
em duas dimensões. Esta atividade pode incluir desenho, pintura ou uso de software de 
design gráfico, dependendo dos recursos disponíveis. 
 
Introdução 
Transformar o plano bidimensional de uma folha de papel em uma janela para um 
mundo tridimensional é um dos maiores truques da arte visual. Neste tópico, vamos 
desvendar como artistas brasileiros, como Tarsila do Amaral e Candido Portinari, 
mestres em capturar a essência do Brasil, utilizam técnicas para dar vida e volume às 
suas obras. 
 
Exemplo 
Começamos com a observação de "Abaporu", de Tarsila do Amaral. Esta obra não 
apenas marcou o início do movimento antropofágico na arte brasileira, mas também é 
um estudo fascinante sobre a representação de formas volumétricas. Note como Tarsila 
usa cores e sombras para dar volume ao corpo e à planta, transformando formas 
simples em representações ricas e profundas. 
 
Exemplo 
Em seguida, mergulhamos no universo de Candido Portinari, explorando sua série "Os 
Retirantes". Portinari captura a dura realidade dos trabalhadores rurais brasileiros com 
uma profundidade emocional que transcende a tela. Preste atenção em como ele 
emprega a perspectiva e o sombreamento para dar forma e substância às figuras 
humanas, tornando-as quase palpáveis. 
 
Entendendo os Efeitos 
Para entender como esses efeitos são alcançados, vamos praticar com lápis e papel. 
Usando objetos simples como uma caneca ou uma caixa, tentamos replicar o jogo de 
luz e sombra que vemos. Observamos como a luz natural ou de uma lanterna cria 
sombras, e tentamos traduzir isso em nossos desenhos, prestando atenção especial à 
forma como as sombras dão a ilusão de profundidade e volume. 
 
 
 
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Perspectiva 
A técnica da perspectiva também é crucial. Desenhando uma rua ou ferrovia que se 
afunila ao longe, aprendemos como linhas podem sugerir profundidade, fazendo com 
que objetos pareçam mais próximos ou mais distantes. 
 
Conclusão 
Através dessas atividades, não apenas apreciamos a habilidade dos artistas em 
transformar o plano em tridimensional, mas também começamos a desenvolver nossas 
próprias habilidades para criar ilusões de volume em nossas obras. Essa compreensão 
nos permite não só interpretar melhor as obras de arte que vemos, mas também explorar 
nossas próprias expressões artísticas com mais profundidade e significado. 
 
❖ ESTRUTURAR FORMAS BI E TRIDIMENSIONAIS A PARTIR DA PESQUISA E 
EXPERIMENTAÇÃO DE MATERIAIS. 
Introduzir os conceitos de formas bidimensionais (2D) e tridimensionais (3D) aos alunos. 
Explorar a diversidade de materiais no processo criativo para a construção dessas 
formas. Estimular a experimentação prática e a pesquisa como meios de aprendizagem 
e expressão artística. 
 
AULA 35: DescobrindoFormas Bidimensionais com 
Materiais Variados 
 
Conteúdo: Neste segmento, 
vamos mergulhar no mundo das 
formas bidimensionais, aquelas 
que possuem apenas altura e 
largura. Utilizando materiais 
simples como papel, lápis de cor, 
tintas e tecidos, os alunos serão 
incentivados a criar suas próprias 
obras de arte 2D. A ideia é 
experimentar com texturas e cores, 
observando como diferentes 
materiais reagem e se 
complementam. 
Exemplo Prático: Criação de uma 
colagem que represente uma paisagem brasileira, utilizando recortes de revistas, 
tecidos e papel colorido. Os alunos serão desafiados a pensar na composição de sua 
obra, considerando elementos como equilíbrio, harmonia e contraste, para transmitir a 
beleza e diversidade do Brasil através de uma forma bidimensional. 
 
 
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Introdução 
Formas bidimensionais são a base da expressão artística, capturando ideias, emoções 
e narrativas em superfícies planas. Ao explorar materiais diversos, podemos descobrir 
novas maneiras de comunicar visualmente, enriquecendo nossa compreensão da arte 
e da criatividade. 
Tipos de Papéis 
Vamos começar com o papel, um suporte clássico na arte. Mas não qualquer papel: 
experimentaremos com tipos variados, desde o sulfite comum até o canson, passando 
por papéis reciclados e coloridos. Cada tipo oferece uma textura e uma reação diferente 
à luz, ao toque e aos materiais aplicados sobre ele. 
 
Cores 
Introduziremos os lápis de cor, ferramentas simples, mas poderosas, capazes de criar 
efeitos vibrantes ou sutis, dependendo da pressão e da técnica utilizada. A riqueza dos 
biomas brasileiros, como a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica, servirá de 
inspiração para nossas composições. Imagine retratar a diversidade da flora e fauna 
desses ecossistemas com seus lápis de cor, destacando desde o verde intenso das 
folhagens até o colorido exuberante das aves e flores. 
 
Tintas 
As tintas, sejam aquarelas, acrílicas ou guache, nos permitem explorar a fluidez e a 
transparência. Inspirando-nos na arte indígena brasileira, com seus padrões 
geométricos e simbolismos ricos, criaremos peças que reflitam essas tradições, 
aplicando técnicas de pintura que nos permitam misturar cores e criar texturas. 
 
Tecidos 
Por último, o uso de tecidos nos introduzirá ao mundo da colagem e da textura. 
Recortando e combinando pedaços de tecido, poderemos criar obras que homenageiem 
as festas populares brasileiras, como o Carnaval, o Maracatu e o Bumba Meu Boi. Essas 
festividades são explosões de cores, ritmos e movimentos, e nossas colagens buscarão 
capturar essa energia e alegria. 
 
Conclusão 
Ao final desta exploração, cada aluno terá criado uma série de obras bidimensionais 
que não apenas demonstram habilidade técnica, mas também uma apreciação profunda 
pelas riquezas culturais e naturais do Brasil. Através deste processo, aprendemos que 
a arte é uma forma de conexão com nosso entorno, um diálogo contínuo entre o criador, 
o material e o mundo.

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