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Feridas eFeridas e
CurativosCurativos
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F E R I D A S E C U R A T I V O S 
Feridas 
Feridas são lesões na pele ou em outros tecidos do corpo que
ocorrem devido a diversos fatores, como acidentes, cortes,
queimaduras, abrasões, ulcerações, entre outros. Elas podem
variar em gravidade, tamanho e profundidade.
Curativos
Os curativos são produtos ou materiais utilizados para cobrir e
proteger as feridas, auxiliando no processo de cicatrização e
prevenindo infecções
Finalidade dos curativos
Os curativos têm diversas finalidades, tais como:
Proteção: Os curativos protegem a ferida contra contaminação
externa, impedindo a entrada de sujeira, bactérias e outros
microrganismos, que poderiam causar infecção.
Absorção de exsudato: Algumas feridas produzem
exsudato, que é uma secreção líquida ou purulenta
proveniente da ferida. Os curativos podem ser projetados
para absorver o excesso de exsudato, ajudando a manter
um ambiente úmido favorável à cicatrização.
Promoção da cicatrização: Alguns curativos possuem
ingredientes ativos que estimulam a cicatrização da ferida,
como substâncias antimicrobianas, fatores de crescimento
ou hidrogéis.
Controle do odor: Em algumas feridas, especialmente
úlceras de pressão ou feridas com tecido necrótico, pode
haver odores desagradáveis. Alguns curativos têm a
capacidade de minimizar o odor.
É importante ressaltar que a escolha do curativo
adequado depende do tipo e da condição da ferida, e
pode variar de acordo com a orientação de um
profissional de saúde. 
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Existem diferentes tipos de feridas
 
Feridas perfurantes: são lesões que
atravessam completamente a pele e os
tecidos subjacentes.
Feridas abrasivas: são causadas por fricção
na pele, como arranhões ou escoriações.
Feridas incisas: ocorrem quando a pele é
cortada por um objeto afiado, como uma
faca ou vidro.
Feridas abrasivas: são causadas por fricção
na pele, como arranhões ou escoriações.
Feridas incisas: ocorrem quando a pele é
cortada por um objeto afiado, como uma
faca ou vidro.
Feridas punctórias: são lesões provocadas
por objetos pontiagudos, como pregos ou
agulhas
Feridas contusas: ocorrem quando a pele é
esmagada ou golpeada por um objeto
rombo, como um martelo ou uma pancada.
Classificação das feridas 
As feridas podem ser classificadas de diferentes maneiras com
base em vários critérios, como a causa da lesão, a profundidade
da ferida ou a presença de infecção.
Classificação por mecanismo de
lesão:
As feridas podem ser classificadas de diferentes
maneiras com base em vários critérios, como a causa
da lesão, a profundidade da ferida ou a presença de
infecção.
Feridas incisas: Causadas por objetos afiados,
resultando em cortes limpos.
Feridas contusas: Causadas por impacto ou trauma
contundente, resultando em danos teciduais
extensos.
Feridas perfurantes: Causadas por objetos
pontiagudos, resultando em perfurações.
Feridas por queimadura: Resultantes de exposição a
calor extremo, substâncias químicas corrosivas,
eletricidade ou radiação.
Classificação por profundidade:
Feridas superficiais: Atingem apenas as camadas
externas da pele, como abrasões ou arranhões.
Feridas parciais: Afetam camadas mais profundas
da pele, como lacerações ou queimaduras de
espessura parcial.
Feridas completas: Envolvem todas as camadas da
pele e podem afetar tecidos subjacentes, como
queimaduras de espessura total ou feridas por
laceração.
Classificação por estágio de
cicatrização:
Fase inflamatória: É a primeira fase, caracterizada
por vermelhidão, inchaço e dor.
Fase de proliferação: O tecido de granulação começa
a se formar e preencher a ferida.
Fase de maturação ou remodelação: O tecido
cicatricial se reorganiza e fortalece a área afetada.
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Fase de remodelação: Esta é a fase final da cicatrização
e pode levar semanas ou até meses. Durante essa fase,
o colágeno produzido na fase anterior é remodelado e
realinhado, tornando o tecido mais forte e flexível. A
ferida torna-se mais plana e clara à medida que os
vasos sanguíneos diminuem e a quantidade de
colágeno aumenta. No entanto, a força total do tecido
cicatricial pode levar até um ano para se desenvolver
completamente.
Classificação por presença de
infecção:
Feridas limpas: Feridas não infectadas, geralmente
resultantes de cirurgias e com baixo risco de
infecção.
Feridas limpas-contaminadas: Feridas que foram
expostas a uma fonte controlada de bactérias, como
cirurgias em trato gastrointestinal.
Feridas contaminadas: Feridas abertas em
ambientes com alto risco de infecção, como feridas
traumáticas acidentais.
Feridas infectadas: Feridas com sinais clínicos de
infecção, como vermelhidão, inchaço, calor, dor e
presença de pus.
Essas são apenas algumas das classificações
comuns de feridas.
Cicatrização 
A cicatrização é um processo natural do corpo que ocorre após
uma lesão ou ferida. Envolve uma série de eventos complexos
que visam reparar o tecido danificado e restaurar a integridade
da pele ou do tecido afetado. Existem três fases principais no
processo de cicatrização:
Fase inflamatória: Esta é a primeira fase e ocorre logo
após a lesão. Envolve uma resposta inflamatória, na
qual as células do sistema imunológico são recrutadas
para limpar a área danificada e combater infecções.
Durante essa fase, ocorre a vasoconstrição inicial
(redução do fluxo sanguíneo) e, em seguida, a
vasodilatação (aumento do fluxo sanguíneo), o que
resulta em inchaço, vermelhidão e calor na área afetada.
Fase de proliferação: Nesta fase, as células começam a
reconstruir o tecido danificado. Fibroblastos são
ativados para produzir novo colágeno, a proteína
responsável pela estrutura e força do tecido conjuntivo.
Pequenos vasos sanguíneos chamados de capilares são
formados para fornecer nutrientes e oxigênio para as
células que estão se multiplicando. Nesta fase, a ferida
começa a se contrair, diminuindo seu tamanho.
É importante lembrar que a cicatrização pode ser
influenciada por vários fatores, como a gravidade da
lesão, a saúde geral do indivíduo, a presença de
doenças subjacentes, o cuidado adequado da ferida,
entre outros. Se você tiver uma ferida que está
demorando para cicatrizar ou tiver preocupações sobre
o processo de cicatrização, é recomendável consultar
um profissional de saúde para avaliação e orientação
adequadas.
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Tipos de Cicatrização
Existem três formas pelas quais uma ferida pode cicatrizar,
que dependem da quantidade de tecido lesado ou
danificado e da presença ou não de infecção.
Tipos de Desbriamento
Desbridamento autolítico: Nesse método, são utilizados
curativos que promovem um ambiente úmido na ferida,
permitindo que as enzimas naturais do corpo quebram e
removam o tecido necrótico. Pode ser uma opção
adequada para feridas de espessura parcial ou feridas
com pouco ou nenhum sinal de infecção.
Desbridamento cirúrgico: É um procedimento realizado
em ambiente cirúrgico, no qual o tecido necrótico ou
infectado é removido manualmente por um profissional
de saúde. 
Primeira intenção: é o tipo de cicatrização que
ocorre quando as bordas são apostas ou
aproximadas, havendo perda mínima de tecido,
ausência de infecção e mínimo edema. 
Aformação de tecido de granulação não é visível.
Segunda intenção: nesse tipo a cicatrização
ocorre perda excessiva de tecido com a presença
ou não de infecção. 
A aproximação primária das bordas não é
possível.
As feridas são deixadas abertas e se fecharão
por meio de contração e epitelização. 
Desbridamento mecânico: Envolve o uso de técnicas
mecânicas para remover o tecido necrótico ou não
saudável. Pode incluir o uso de irrigação com solução
salina para lavagem da ferida, aplicação de pressãonegativa (terapia por pressão negativa) ou o uso de
instrumentos especiais, como curetas, escovas ou jatos
de água.
Desbridamento autógeno: Nesse método, são
utilizados curativos que se aderem ao tecido necrótico
e o removem gradualmente à medida que são trocados.
Exemplos incluem curativos de alginato de cálcio e
prata, que ajudam a absorver o exsudato e facilitar a
remoção do tecido necrótico.
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Principais fases da cicatrização:
Hemostasia: A primeira etapa da cicatrização é a
hemostasia, que ocorre imediatamente após a lesão.
Nessa fase, ocorre a formação de um coágulo sanguíneo
para interromper o sangramento. Plaquetas sanguíneas
são ativadas para formar um tampão temporário na
ferida.
Inflamação: A fase inflamatória começa logo após a
lesão e geralmente dura de 1 a 3 dias. Nessa fase,
células inflamatórias, como neutrófilos e macrófagos,
migram para a área da ferida para limpar quaisquer
detritos, bactérias ou células danificadas.
Proliferação: Durante a fase de proliferação, que ocorre
de 3 a 5 dias após a lesão, as células começam a se
multiplicar para reparar o tecido danificado. 
Maturação e remodelação: A fase final da cicatrização é
a maturação e remodelação, que pode durar vários
meses ou até anos. Durante essa fase, o colágeno é
reorganizado e realinhado para aumentar a força do
tecido cicatricial. 
É importante notar que a cicatrização pode ser
afetada por vários fatores, como idade, nutrição,
condições médicas subjacentes, localização da ferida
e presença de infecção ou outros problemas.
Classificação quanto ao conteudo
bacteriano 
As feridas abertas podem fornecer um ambiente propício
para a colonização e crescimento de bactérias.
 Quando a pele é quebrada, as bactérias presentes na
superfície da pele ou do ambiente circundante podem
entrar na ferida, aumentando o risco de infecção.
Nem todas as feridas se tornam infectadas, e a presença
de bactérias na ferida nem sempre resulta em uma
infecção clínica. No entanto, se as bactérias se
multiplicarem de forma excessiva ou se forem
introduzidas bactérias patogênicas (que causam
doenças), pode ocorrer uma infecção da ferida. 
 Os sinais de uma infecção podem incluir vermelhidão,
inchaço, calor, dor, drenagem purulenta (pus) e odor
desagradável.
As bactérias mais comuns associadas a infecções de
feridas incluem Staphylococcus aureus, Streptococcus
pyogenes, Pseudomonas aeruginosa, Enterococcus
faecalis, entre outras. 
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Prepare uma solução de limpeza: Use água limpa corrente
ou solução salina estéril para limpar a ferida. Evite o uso
de produtos antissépticos fortes, como água oxigenada,
iodo ou álcool, a menos que seja especificamente
indicado pelo profissional de saúde.
Limpeza das feridas 
A limpeza adequada das feridas é crucial para remover
sujeira, detritos e bactérias, ajudando a prevenir
infecções e promover uma cicatrização adequada. 
Aqui estão algumas diretrizes gerais para a limpeza de
feridas:
Lave as mãos: Antes de iniciar a limpeza da ferida,
certifique-se de lavar bem as mãos com água e sabão
ou usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
Use luvas: É recomendável usar luvas estéreis ou luvas
limpas ao manipular a ferida para evitar a contaminação.
Controle o sangramento: Se a ferida estiver sangrando
ativamente, aplique pressão suave com uma gaze estéril
ou um pano limpo para controlar o sangramento antes de
iniciar a limpeza.
Evite o uso de produtos irritantes: Evite o uso de álcool,
iodo, peróxido de hidrogênio ou outros produtos irritantes
na limpeza da ferida, pois eles podem prejudicar o tecido
saudável e retardar a cicatrização.
Enxágue bem: Certifique-se de enxaguar completamente
a ferida após a limpeza para remover qualquer resíduo de
solução salina.
Seque delicadamente: Após a limpeza e o enxágue, seque
a área ao redor da ferida com uma toalha limpa e macia ou
uma gaze estéril, dando batidinhas suaves.
Cubra a ferida: Dependendo da gravidade da ferida, você
pode cobri-la com um curativo estéril ou deixá-la exposta
ao ar, conforme indicado pelo profissional de saúde.
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As bordas das feridas referem-se às margens ou
extremidades da lesão ou abertura na pele. Elas podem ser
uma parte importante da avaliação e do tratamento de uma
ferida. 
Bordas das feridas 
Aproximação das bordas: É desejável que as bordas de
uma ferida estejam próximas uma da outra para facilitar a
cicatrização adequada.
Quando as bordas da ferida estão bem alinhadas e
próximas, isso pode ajudar a acelerar o processo de
cicatrização e diminuir a formação de cicatrizes
indesejadas
. A aproximação das bordas pode ser alcançada por meio
de técnicas de sutura, grampeamento, adesivos ou outros
métodos de fechamento de feridas.
. A aproximação das bordas pode ser alcançada por meio
de técnicas de sutura, grampeamento, adesivos ou outros
métodos de fechamento de feridas.
Bordas irregulares: Algumas feridas podem ter bordas
irregulares, o que significa que não estão em uma linha reta
ou uniforme. Isso pode ocorrer devido a trauma extenso,
lacerações ou excisões cirúrgicas irregulares.
Tipos de borda de feridas 
Bordas maceradas: uma lesão acompanhada por
umidade, pele e deterioração branca em torno do local da
lesão original. A maceração ocorre quando há muita
umidade entre a ferida e seu curativo.
Bordas com hiperqueratose: hiperqueratose é um
espessamento da camada córnea da pele, resultado de
excessiva proliferação de células produtoras de queratina
sobre a superfície da pele que contribui para o aumento da
espessura da epiderme e da derme.
Equimoses e hematomas 
Características: As equimoses são manchas planas de
coloração roxa, azulada ou arroxeada na pele.
Causa: Elas ocorrem quando pequenos vasos
sanguíneos, chamados capilares, se rompem devido a
um impacto direto ou trauma na pele, mas sem danos
significativos aos tecidos subjacentes.
Mecanismo: O sangue extravasado dos capilares se
espalha pelos tecidos adjacentes, resultando em uma
descoloração visível.
Evolução: As equimoses geralmente desaparecem ao
longo do tempo, mudando de cor à medida que ocorre
a reabsorção do sangue. Inicialmente, são roxas ou
azuladas, depois ficam verdes ou amareladas antes de
desaparecerem completamente.
Equimose:
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É uma coleção localizada de sangue que se acumula
em um espaço delimitado dentro dos tecidos.
Geralmente ocorre após traumas mais intensos, como
pancadas fortes ou lesões mais graves.
Os hematomas podem ser dolorosos, inchados e
apresentar descoloração da pele.
São mais palpáveis e podem ter uma protuberância
visível na pele.
A absorção e cicatrização de um hematoma podem
levar mais tempo do que as equimoses.
Hematoma:
Exsudato seroso: É um exsudato claro e límpido,
semelhante ao plasma sanguíneo. Geralmente é presente
nas fases iniciais da cicatrização e indica uma ferida em
processo de cura.
Exsudato serossanguinolento: É uma mistura de exsudato
seroso e sangue, apresentando uma coloração rosa ou
rósea. É comum em feridas recentes ou após
procedimentos cirúrgicos.
Exsudato sanguinolento: Contém uma quantidade
significativa de sangue, conferindo ao exsudato uma
coloração vermelha ou vermelho-escura. Pode ser
observado em feridas com vasos sanguíneos danificados
ou após traumas mais intensos
Exsudato purulento: Também conhecido como exsudato
supurativo ou supuração, é caracterizado pela presença de
pus na ferida. O pus é uma mistura de células mortas,
bactérias, tecidos necróticos e fluidos inflamatórios.
Geralmente apresenta uma coloração amarela, verde ou
marrom e pode ser indicativo de uma infecção presente na
ferida.
Exsudato fibrinoso: Contém fibrina, uma proteína envolvida
na formação de coágulossanguíneos e na cicatrização de
feridas. O exsudato fibrinoso forma uma película aderente
de cor amarela ou acinzentada sobre a superfície da ferida. 
Exsudato
O exsudato é o líquido que é liberado a partir de uma ferida
durante o processo de cicatrização. A classificação do
exsudato é baseada em suas características físicas, como
quantidade, consistência e cor. A classificação do exsudato
é importante para ajudar no monitoramento da ferida e na
escolha do curativo adequado.
Classificações comuns do exsudato
É importante avaliar regularmente o exsudato da ferida
para monitorar a sua evolução e garantir a escolha
correta do curativo. Além disso, é fundamental que um
profissional de saúde seja consultado para fazer a
classificação adequada do exsudato e fornecer o
tratamento apropriado para a ferida.
Exsudato em pequena quantidade: gaze ou curativo pouco
úmido (25% 25%pelo dorso
do pé e continuar pelo maléolo interno, repetir as
voltas em forma de S até cobrir
o calcanhar e conseqüentemente o
tornozelo. 
 2.Terminar com uma circular em cima do
tornozelo.
Bandagem da perna direito/esquerdo:
 1.Iniciar com uma circular no tornozelo,
continuar a bandagem com espiral
ascendente cobrindo toda a perna. 
 2.Terminar com uma circular abaixo do
joelho. 
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O S C U R A T I V O S D E S E M P E N H A M U M P A P E L
C R U C I A L N A A S S I S T Ê N C I A M É D I C A , D E S D E O
T R A T A M E N T O D E P E Q U E N O S C O R T E S A T É A
C I C A T R I Z A Ç Ã O D E F E R I D A S C I R Ú R G I C A S
C O M P L E X A S . E L E S T Ê M U M A H I S T Ó R I A R I C A E
C O N T I N U A M E V O L U I N D O C O M O A V A N Ç O D A
T E C N O L O G I A E D A P E S Q U I S A M É D I C A .
Luvas Descartáveis: As luvas são
essenciais para manter a higiene e
prevenir a contaminação cruzada. Elas
protegem o profissional de saúde e o
paciente.
Gaze Estéril: A gaze é frequentemente
usada para limpar feridas, aplicar
antissépticos e cobrir a área após a
aplicação do curativo.
Ataduras: Ataduras elásticas ou não
elásticas são usadas para fixar o curativo
no lugar, proporcionar compressão
quando necessário e manter a ferida
protegida.
Esparadrapo: O esparadrapo é usado para
fixar a gaze e o curativo na pele. Existem
diferentes tipos de esparadrapo, incluindo
os hipoalergênicos.
Pinças: As pinças são usadas para
manusear materiais estéreis, como gazes,
de forma a evitar a contaminação.
Tesouras: Tesouras de ponta romba são
usadas para cortar bandagens, fitas
adesivas e outros materiais, com
segurança para o paciente.
Bisturi: Em procedimentos mais invasivos,
um bisturi pode ser usado por um
profissional de saúde para realizar
incisões cirúrgicas e preparar a área da
ferida.
Serigrafia: Utilizada para aplicação de
antissépticos, como iodopovidona, de
forma controlada na área da ferida.
Esses acessórios são fundamentais para garantir que o
curativo seja realizado de maneira eficiente,
minimizando riscos de infecção e promovendo a
cicatrização adequada da ferida. É importante que
profissionais de saúde sigam protocolos de assepsia e
biossegurança para proteger tanto o paciente quanto a
si mesmos durante o processo de curativos.
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rotegido por E
duzz.comfator de hidratação
natural da pele. Atua como potente
emoliente. Na concentração a 20% tem ação
ceratolítica e queratolítica; influencia na
expressão gênica reduzindo e regularizando
a proliferação dos queratinócitos,
promovendo o afinamento da pele. 
Contraindicações: hiperqueratoses de
etiologia desconhecida, descontinuar o uso
se tiver vermelhidão, ardência e sensação de
queimação.
Limpar a lesão com soro fisiológico 0,9%
Recortar a espuma do tamanho da ferida;
Ações: mantém o meio úmido; favorece o desbridamento
autolítico; absorve grande quantidade de exsudato;
reduz a dor e o trauma no momento da troca.
Contraindicações: feridas secas;
queimaduras de terceiro grau; feridas com
necrose de coagulação (escara). 
Frequência de troca: pode permanecer por
até 7 dias. As trocas variam dependendo da
saturação do curativo. Trocar o curativo
secundário sempre que saturado. 
Modo de usar: 
preferencialmente morno;
Ocluir com curativo secundário.
Gaze estéril umedecida com SF 0,9%.
Frequência de troca: aplicar na pele 2x/dia;
associação com outras coberturas: as trocas
devem ser realizadas conforme a cobertura de
maior durabilidade. 
Modo de usar: aplicar o produto de duas
vezes ao dia no local afetado, após higienizar
a pele com solução fisiológica e realizar leve
fricção com a gaze úmida, sem traumas ou
sangramento. Ocluir com gaze e atadura,
conforme a necessidade.
Quando na presença de pouco exsudato, a
Indicações/uso: indicado para todos os tipos de
lesões.
Ações: contribui para a umidade da lesão,
favorece a formação de tecido de
granulação, estimula o desbridamento
autolítico/mecânico e absorve exsudato.
Contraindicações: feridas que cicatrizam por
primeira intenção; lesões com excesso de
exsudato e secreção purulenta; locais de
inserção de cateter; drenos; fixador externo.
Frequência de troca: o curativo deve ser
trocado toda vez que estiver saturado com a
secreção ou, no máximo, a cada 24 horas. 
gaze deverá ser umedecida duas a três
vezes ao dia, com SF0,9%. 
GAZE COM SORO FISIOLÓGICO 
CREME DE UREIA 20%
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Atadura de gaze: é um tipo de atadura de pouco
peso e com boa adaptação.
Atadura de crepom: de boa adaptação na
superfície do corpo pela sua elasticidade, mantém o
local aquecido e de baixo custo. 
Atadura de flanela: é feita de flanela que mantém a
temperatura local e também para peles sensíveis.
Usadas em aparelhos gessados de crianças. 
Limpar a lesão com soro fisiológico 0,9%,
Recobrir toda a superfície com a gaze umedecida ao
leito da lesão não fazendo
Ocluir com cobertura secundária de gaze, chumaço
ou compressa, fixar com atadura, fita
hipoalergênica ou
Modo de usar: 
preferencialmente morno; 
compressão e atrito; 
esparadrapo; 
Bandagem é a técnica de colocar uma atadura, dando
diversas voltas convenientemente, cobrindo uma parte do
corpo, com fins terapêuticos.
Atadura elástica: atadura de fibras de
algodão entrelaçadas de fios de borracha.
Atadura de cretone: usada em ataduras
improvisadas.
Atadura de gesso: é constituído de sulfato de
cálcio desidratado.
Atadura de algodão hidrófobo: material de
algodão que não adere à água e usada para
bandar os membros sob a atadura de gesso, pois
mantém o membro aquecido.
TIPOS DE ATADURAS
bandagem 
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Fixa-se com uma circular e conduz o rolo
Espiral: aplicada nas partes em forma cilíndricas. 
em forma de espiral, da esquerda para direita, com
movimentos lentos, até
cobrir toda parte desejada. 
Espiral apressada: cobre o membro deixando um
espaço entre cada volta.
Espiral reversa: é feita uma volta em espiral
ascendente. No entanto, é feito o inverso na
metade de cada volta.
Espiral ascendente: costuma começar sempre
na parte inferior do segmento corporal,
sempre seguindo o sentido de baixo para
cima.
Espiral lenta: cobre o membro lentamente não
deixando nenhum espaço entre as voltas.
Espiral descendente: costuma começar à
partir da parte superior do segmento
corporal, sempre de cima para baixo.
Bandagem completa ou tipóia: tipo de
cobertura é utilizada para dar suporte ao
braço em caso de luxação do ombro ou
fratura do antebraço.
Cruzada, em oito ou espica: deve flexionar
levemente a articulação e fazer duas
ataduras circulares no centro. Assim, eles se
parecem uma figura em oito.
TIPOS DE BANDAGENS 
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Essa bandagem pode ser feita a partir de um único
pedaço de tecido dobrado em forma de triângulo e
amarrada por cima do ombro.
 A mão deve ser posicionado ligeiramente mais
elevada do que a do cotovelo.
É contra-indicada se o membro não estiver
naturalmente na posição desejada.
Espica do polegar direito/esquerdo: 
 1.A bandagem inicia circular sobre o
punho. 
 2.O rolo de crepom é levado até a ponta do dedo
polegar e passa oblíquo sobre o
dorso da mão. 
 3.Faz-se uma circular em volta da ponta do polegar.
Volta com o rolo sobre o polegar
em direção.
 4.Volta com o rolo sobre o polegar em direção ao
punho de maneira que esta
volta cruze a primeira.
 5.Levar novamente o rolo por traz do punho sobre o
dorso da mão até a ponta
do polegar.
 6.Continuar com a espica até cobrir todo o
polegar até alcançar a base do dedo. 
 7.Terminar com uma circular. 
Bandagem do antebraço direito/esquerdo: 
 1.Iniciar a bandagem com uma circular no
punho. 
 2.Continuar com uma espiral lenta ou espica
até o início do cotovelo onde
termina a bandagem com uma circular.
 3.Segurar o rolo de crepom com a mão
esquerda e a ponta do rolo de crepom com
a mão direita.
Espica do indicador direito/esquerdo:
 1.A bandagem inicia circular sobre o
punho. 
 2.O rolo de crepom é levado até a ponta do
dedo e passa oblíquo sobre o dorso da
mão. 
 3.Volta com o rolo sobre o dedo em direção
ao punho de maneira que esta volta cruze
a primeira.
 4.Levar novamente o rolo por traz do punho
sobre o dorso da mão até a ponta
do indicador.
 5.Continuar com a espica até cobrir todo o
polegar até alcançar a base do dedo. 
 6.Terminar com uma circular. 
BANDAGEM EM ALGUMAS ÁREAS
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Bandagem do membro superior direito/esquerdo:
 1.Iniciar a bandagem com uma circular no punho,
levar o rolo transversalmente sobre o dorso da mão
até a extremidade
dos dedos e fazer uma circular, cruzando
com a primeira volta. 
 2.Repetir as voltas até cobrir completamente o dorso
da mão, voltar ao punho fazendo uma circular e
bandar o antebraço iniciando por uma espiral lenta e
continuar com a espiral ou se preferir com a espica até
o início do cotovelo quando é feita uma espiral lenta
e flexionando ligeiramente o braço do paciente passar
o crepom EM CIMA do
cotovelo, ACIMA e EMBAIXO do cotovelo. 
 3.Voltar com o rolo acima do cotovelo e
continuar a bandar o braço. 
 4.Terminar com uma circular. 
Bandagem do pé direito/esquerdo: 
 1.Iniciar a bandagem com uma circular no
tornozelo, acima do maléolo. 
 2.Levar o rolo transversalmente sobre o
dorso do pé até as extremidades dos
dedos. 
 3.Fazer uma circular, deixando as
extremidades descobertas. 
 4.Subir com o rolo sobre o dorso do pé
cruzando com a primeira volta em
direção ao calcanhar. 
 5.Passar a atadura na ponta do calcanhar,
EM CIMA e ABAIXO do calcanhar, repetir
as voltas até cobrir todo o pé. 
 6.Terminar com uma circular no tornozelo. 
Bandagem do joelho direito/esquerdo:
 1.Iniciar a bandagem com uma circular
acima do joelho. 
 2.Levar o rolo obliquamente abaixo do
joelho. 
 3.Fazer uma circular e levar o rolo em
cima
do joelho, abaixo e em cima do joelho. 
 4.Continuar a bandagem até cobrir todo
o joelho. 
 5.Terminar com uma circular acima do
joelho.
Bandagem do tornozelo direito/esquerdo:
 1.Iniciar a bandagem com uma circular em cima
dos maléolos, levar o rolopelo dorso
do pé e continuar pelo maléolo interno, repetir as
voltas em forma de S até cobrir
o calcanhar e conseqüentemente o
tornozelo. 
 2.Terminar com uma circular em cima do
tornozelo.
Bandagem da perna direito/esquerdo:
 1.Iniciar com uma circular no tornozelo,
continuar a bandagem com espiral
ascendente cobrindo toda a perna. 
 2.Terminar com uma circular abaixo do
joelho. 
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T E C N O L O G I A E D A P E S Q U I S A M É D I C A .
Luvas Descartáveis: As luvas são
essenciais para manter a higiene e
prevenir a contaminação cruzada. Elas
protegem o profissional de saúde e o
paciente.
Gaze Estéril: A gaze é frequentemente
usada para limpar feridas, aplicar
antissépticos e cobrir a área após a
aplicação do curativo.
Ataduras: Ataduras elásticas ou não
elásticas são usadas para fixar o curativo
no lugar, proporcionar compressão
quando necessário e manter a ferida
protegida.
Esparadrapo: O esparadrapo é usado para
fixar a gaze e o curativo na pele. Existem
diferentes tipos de esparadrapo, incluindo
os hipoalergênicos.
Pinças: As pinças são usadas para
manusear materiais estéreis, como gazes,
de forma a evitar a contaminação.
Tesouras: Tesouras de ponta romba são
usadas para cortar bandagens, fitas
adesivas e outros materiais, com
segurança para o paciente.
Bisturi: Em procedimentos mais invasivos,
um bisturi pode ser usado por um
profissional de saúde para realizar
incisões cirúrgicas e preparar a área da
ferida.
Serigrafia: Utilizada para aplicação de
antissépticos, como iodopovidona, de
forma controlada na área da ferida.
Esses acessórios são fundamentais para garantir que o
curativo seja realizado de maneira eficiente,
minimizando riscos de infecção e promovendo a
cicatrização adequada da ferida. É importante que
profissionais de saúde sigam protocolos de assepsia e
biossegurança para proteger tanto o paciente quanto a
si mesmos durante o processo de curativos.
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