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2 Capítulo 4 Sumário Nas sombras da Babilônia: a inversão de valores ............................................................ 3 A grande batalha espiritual .............................. 3 O Deus de caráter contrastante ....................... 4 O reinado da Babilônia .................................... 5 A esperança da glória futura ............................ 9 O casamento de Jesus...................................... 9 Jesus montado em seu cavalo branco ............ 11 A batalha do Armagedom .............................. 12 Chegaram as bodas do cordeiro ..................... 13 Referências Bibliográficas .............................. 17 Autores ......................................................... 21 Créditos ......................................................... 23 3 Nas sombras da Babilônia: a inversão de valores Desde os tempos primordiais, a sutil serpente ofereceu a Eva uma tentadora promessa no Jardim do Éden: a busca pelo prazer a qualquer custo. Essa tentação, que teceu seu fio em Gênesis, encontrou sua plena realização na cidade espiritual conhecida como a Grande Babilônia. Nela, homens e mulheres, dia após dia, se entregam aos desejos ardentes de seu coração, onde a inversão de valores é a norma. O sistema da Babilônia nos incita incessantemente a buscar mais dinheiro, mais prazeres, mais glórias terrenas. Somos seduzidos a viver apaixonadamente pelos enganos e ambições que essa cidade oferece. Os valores foram invertidos; o egoísmo substitui a compaixão, a ganância ofusca a generosidade e a luxúria obscurece o amor verdadeiro. É a antítese da Jerusalém celestial que Deus está construindo, como nos revela Apocalipse 21. A grande batalha espiritual A queda da Grande Babilônia narrada no Apocalipse é uma profunda alegoria da contenda entre esses valores mundanos e as verdades espirituais. Este é um tema amplamente compartilhado por intérpretes do Apocalipse, que 4 creem que o juízo divino sobre a corrupção espiritual prepara o terreno para a vitória da Igreja e o estabelecimento da nova Jerusalém. O Deus de caráter contrastante Enquanto a Babilônia é símbolo de decadência e decadência moral, a nova Jerusalém é uma representação da esperança cristã. Nela, encontramos os atributos divinos que contrastam com os valores da Babilônia. A misericórdia de Deus, Sua justiça, amor, santidade e verdade se manifestam plenamente na nova Jerusalém. Enquanto a Babilônia se afunda na escuridão da depravação, a nova Jerusalém brilha como uma cidade de luz e retidão. A Babilônia pode representar a queda da humanidade nos abismos do egoísmo e da ganância, mas a Igreja guarda a esperança da vinda da nova Jerusalém, onde os princípios divinos resplandecerão e o caráter de Deus triunfará sobre as sombras da corrupção espiritual. Este é o eterno conflito entre as trevas e a luz, entre os valores mundanos e os princípios eternos de Deus. A Babilônia pode cair, mas a promessa da nova Jerusalém nos lembra de que, por fim, a justiça e a verdade prevalecerão. 5 O reinado da Babilônia João é levado pelo anjo, em espírito, para o deserto e lá ele vê a meretriz sentada sobre muitas águas. Essas muitas águas são a besta que emerge do mar, que simboliza o mundo como centro das perseguições. O espírito do anticristo persegue a mulher por meio de governos, povos e os grandes impérios que já passaram pela Terra, como podemos ver na estátua do capítulo 2 de Daniel. Lembre-se de que em Apocalipse 12 a mulher, que é símbolo da Igreja, fugiu para lá, por isso a besta também foi a esse deserto dos povos para tentar seduzir a noiva de Cristo. A besta não está sozinha, agora ela tem a meretriz montada nela. A meretriz tem um traje de roupas escarlate e púrpura e está coberta de ouro; ela se acha rainha, adorna-se de pedras preciosas. Os reis da Terra são seus amantes, e o povo do mundo se embriaga com o vinho da sua prostituição. Ela tem na mão uma taça de imundícias de suas concupiscências, e na sua testa está escrito: Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das abominações da Terra. Ela está embriagada com o sangue dos mártires de Cristo. O anjo explica para João que a meretriz é a Babilônia (Ap 17.5, 18; 19.2-3). Segundo William Hendriksen, a Babilônia é chamada de grande meretriz porque ela ilude, tenta, seduz e conduz os seres humanos para longe 6 de Deus. Essa cidade é louca por prazeres e muito presunçosa. Segundo Hendriksen, essa Babilônia, ou grande meretriz, não pode ser comparada com a Igreja apóstata ou a falsa Igreja, porque no original grego ela é chamada de porne, “meretriz”, e a igreja apóstata de moichalis, “adúltera”. Dessa forma, a Babilônia jamais foi a noiva do Cordeiro. Ela definitivamente não é a falsa Igreja. Se olharmos Apocalipse 18 – especialmente os versos 11 e 13 –, veremos que se ajusta à descrição da cidade do mundo; é difícil harmonizar isso com a ideia da falsa Igreja. Finalmente, a totalidade do Antigo Testamento sugere o mundo como o oposto do povo de Deus. Consideramos totalmente impossível o conceito da “falsa Igreja”. A Babilônia, portanto, representa o mundo como centro da indústria, comércio, arte, cultura etc. Ela quer seduzir, viciar e afastar os seres humanos da presença de Deus. O mundo com sua concupiscência dos olhos, concupiscência da carne e soberba da vida (1 Jo 2.16). No passado, a Babilônia era uma cidade, mas hoje ela é um sistema mundial. Sua essência é sempre a mesma: seduzir os seres humanos com seus prazeres. Ela vem montada na besta, que simboliza todo movimento anticristão através dos séculos. 7 As sete cabeças da besta são sete montes sobre os quais a mulher está assentada. Uma dessas cabeças era Roma, com seus prazeres e suas orgias, com o domínio da arte, da cultura, dos governos. Ela se embriagava com o sangue dos santos. A repreensão de Deus “sai dela povo meu, para não serdes participantes dos seus pecados” (Ap 18.4) está ligada com o tempo de João antes da destruição de Jerusalém e com o chamado ao arrependimento em nossos dias. A Igreja ainda está exercendo seu ministério, como símbolo das duas testemunhas, anunciando que o dia do Senhor vem e será terrível para os seres humanos (Jl 2.1-2). É muito difícil participar de um sistema financeiro capitalista e não estar envolvido com a meretriz. Tertuliano, um dos pais da Igreja, já discutia isso em seu tempo. Quais vocações seriam inadequadas para os cristãos? Afinal, como obter lucros sem também compartilhar dos crimes da Babilônia? (Lendo o Apocalipse com responsabilidade, Michael J. Gorman). William Hendriksen define assim a Babilônia: “A Babilônia, então, é o centro mundial de sedução a qualquer momento da História, especialmente durante esta presente dispensação. A meretriz, Babilônia, sempre se opõe à noiva, a nova Jerusalém (Ap 21.9ss.). Ambos os símbolos são apresentados por ‘um dos anjos que têm as sete taças’, mas eles são opostos. A queda da Babilônia 8 refere-se não apenas à destruição final do mundo, visto como centro de cultura anticristã e de sedução, na segunda vinda de Cristo, mas também à demolição da totalidade das precedentes concentrações de engano mundano. A queda da Babilônia ocorre ao longo da História, mas, especialmente, no grande dia do Juízo Final. A queda da última Babilônia – em sua forma final – coincide com a vinda do Senhor para juízo”. G. K. Beale afirma: “A causa do juízo da Babilônia está no fato de ela ter seduzido nações e governantes para levá-los à idolatria: pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria. A referência não é à prostituição literal (grego porneia, veja sobre 2.14, 20; 14.8; 17.2; 18.9), mas à aceitação dasexigências religiosas e idólatras da Babilônia em troca de segurança econômica (cf. 2.9; 13.16- 17)”. Outro agravante contra Babilônia é que ela derramou sangue de inocentes. Nela foi achado sangue dos servos e dos profetas de Deus. Portanto, a Babilônia, que tanto seduziu e enganou os homens, será lançada para sempre no mar do esquecimento e jamais retornará. 9 A esperança da glória futura Mesmo que a Babilônia seja o epicentro mundial da sedução ao longo da História, podemos concluir que sua queda não será apenas um evento futuro, mas um processo que ocorre ao longo do tempo. É a demolição gradual das concentrações de engano mundano que se opõem à noiva, a nova Jerusalém. Essa queda nos lembra de que, apesar das forças corruptas que tentam seduzir e dominar, as promessas da nova Jerusalém e da vitória final de Cristo permanecem firmes. A fé e a esperança residem na convicção de que, no grande dia do Juízo Final, a última Babilônia será derrotada e o Senhor triunfará sobre todas as formas de sedução e engano. Louvado seja nosso Deus e Pai. O casamento de Jesus No vislumbre de João, os céus se abriram, revelando uma cena divina e gloriosa. No centro, um trono resplandecente, e sobre ele o próprio Cordeiro de Deus, Jesus Cristo. Sua presença irradiava amor e majestade. Ao redor do trono, uma multidão celestial entoava hinos de louvor, suas vozes ecoando como as muitas águas. Anjos e seres celestiais proclamavam com alegria, cientes da iminência de um evento cósmico. Era a preparação para o tão esperado casamento celestial. 10 Existe uma explosão de felicidade que é possível compreender quando lemos Apocalipse 19.2. Deus julgou a meretriz que corrompia, perseguia e matava os santos. Os céus dão aleluia, porque a fumaça dela sobe pelos séculos dos séculos. Essa é uma referência à queda de Edom: “Subirá para sempre a sua fumaça” (Is 34.10). A queda de Edom é como a sombra do que virá a acontecer no futuro com a queda da Babilônia. Apocalipse 14.11 também se refere ao tormento das pessoas incrédulas. Essa fumaça que sobe é o pranto e lamento daqueles que têm a marca da besta, que assumiram andar na prática da injustiça, da mesma forma que os justos têm suas orações subindo como aroma agradável a Deus (Sl 141.2; 119.164; Êx 30.7-8; Ap 8.3-4). E o antítipo disso é a fumaça que subirá do lamento pelos séculos dos séculos daqueles que tiveram a oportunidade e não aceitaram a graça oferecida por Deus através do sacrifício de Jesus. Sabemos que a fumaça representa algo que foi consumido, destruído, queimado. É uma alusão às pessoas sendo lançadas no lago de fogo. A fumaça sempre cheira mal, diferentemente do aroma agradável. As orações são aromas agradáveis, e a fumaça, como o lamento dos que foram condenados. 11 Ainda hoje temos a chance de converter nossa mente e nossas atitudes para o reino de Deus ou aceitar a marca da besta, que nos chama todos os dias à vida individualista, à idolatria do culto à nossa própria personalidade e aos prazeres da nossa carne. Nosso chamado é para sermos sacerdotes de um reino de sacerdotes (Ap 1.6). Jesus montado em seu cavalo branco Então Jesus é visto montado no Seu cavalo branco, Seus olhos são como chama de fogo, na Sua cabeça há muitos diademas, Ele tem um nome escrito que ninguém conhece senão Ele mesmo. Seu manto está manchado de sangue, o Seu nome se chama verbo de Deus, e seguiam-no os exércitos do céu montando cavalos brancos, vestidos de linho finíssimo branco e puro. Da Sua boca sai uma espada com a qual Ele ferirá as nações e pessoalmente pisa o lagar do furor da ira de Deus. No seu manto e na sua coxa está escrito Rei dos reis e Senhor dos senhores. Essa visão é repleta de detalhes descritos por João. Quando Jesus entra em Jerusalém antes de Sua crucificação, Ele o faz montando um jumentinho branco, que é um símbolo de paz, de serviço. Mas agora Ele vem no Seu cavalo branco, símbolo de força de guerra. E Seus olhos como chama de fogo 12 representam sua onisciência; tudo Ele vê, e Seus olhos consumirão Seus inimigos. Os diademas são autoridades, e a mancha de sangue em Suas vestes não é da cruz do Calvário, esse período já passou. Suas vestes agora estão manchadas com o sangue de Seus inimigos, porque Ele pisa o lagar da ira de Deus. Ele esmagará Seus inimigos debaixo dos Seus pés (Is 63.1-6; Ap 14.20; 19.15). A espada que sai da Sua boca é a palavra de Deus, uma voz de comando que destruirá os Seus inimigos. Assim como Deus tudo criou por meio da palavra, dessa mesma forma Ele destruirá Seus inimigos. Com Jesus vem Seu exército, os santos anjos. Cristãos de todas as gerações prontos para a batalha (Mt 25.31). A batalha do Armagedom William Hendriksen afirma: “É um imenso massacre, o massacre de Armagedom. Lembre-se de que o Armagedom consiste de dois elementos: o ataque final das forças do anticristo – a besta – contra a Igreja, e a vitória de Cristo sobre esse vasto exército em sua segunda vinda para juízo”. Essa é a grande batalha tão aguardada. Hoje, o diabo, o falso profeta e o anticristo pelejam, matam e silenciam os santos de Deus. À medida 13 que o fim se aproxima, as forças demoníacas só aumentam sua intensidade contra os santos de Deus. Mas a segunda etapa dessa batalha está chegando com a volta de Cristo. Os exércitos que acompanham Cristo não lutarão, mas Jesus destruirá o anticristo com o sopro da sua boca (2 Ts 2.8). O grande dia do Senhor será um dia de trevas para os inimigos de Deus. O anticristo, o falso profeta e a meretriz serão lançados no lago de fogo (Ap 19.3, 20) e de lá jamais sairão. Uma dimensão espiritual onde não há portas nem janelas. Somente lamento pela eternidade. Dor e sofrimento eternos. Prepare-se e mantenha-se vigilante para que aquele dia não apanhe você de surpresa. Chegaram as bodas do cordeiro “Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos” (Ap 19.7-8). Na Bíblia, as roupas brancas sempre são sinônimo de santidade, e a santidade está diretamente relacionada a manter o testemunho de Cristo (Ap 19.10). 14 Há quem diga que esse linho finíssimo seria a herança sem mesmo merecermos. Essa interpretação não está de toda errada, mas a responsabilidade das testemunhas de Deus é dar testemunho. E testemunha fala do que viu e viveu. Portanto, andar nas mesmas pegadas de Cristo é ser como Ele, carregar nossa cruz diariamente, servindo nossos irmãos, amando o próximo, sempre tocando trombetas e anunciando as instruções de Deus para a humanidade. O versículo 7 mostra todos os santos se alegrando, porque são chegadas as bodas do Cordeiro. Essa é a festa de casamento de Jesus com a Igreja. Já o versículo 17 mostra o banquete que a Igreja vai presenciar: “Então, vi um anjo posto em pé no sol, e clamou com grande voz, falando a todas as aves que voam pelo meio do céu: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus […]”. Vejo muitas pessoas dizendo que Jesus vai servir a todos na mesa com Abraão, Isaque e Jacó, por conta de algumas passagens como Isaías 25.6-9 e 55.1-2; Miqueias 4.4; Lucas 16.22-23, mas é uma visão muito simplória das realidades espirituais que nos aguardam. Pode parecer pesada a cena, mas Deus nos mostra que Suas bodas, ou seja, Sua festa de casamento, têm a ver com a Sua justiça aplicada aos ímpios, aqueles que perseguiram e mataram os santos durante gerações. 15 Veja o que o profeta Isaías fala sobre a destruição de Babilônia: “Todos os reis das nações, sim, todos eles, jazem com honra, cada um, no seu túmulo. Mas tu és lançado fora da tua sepultura, como um renovo bastardo, coberto de mortos traspassados à espada,cujo cadáver desce à cova e é pisado de pedras. Com eles não te reunirás na sepultura, porque destruíste a tua terra e mataste o teu povo; a descendência dos malignos jamais será nomeada” (14.18-20). Benditos aqueles que têm fome e sede de justiça (Mt 5.6). João descreve o grande banquete das bodas: “[…] para que comais carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e seus cavaleiros, carnes de todos, quer livres, quer escravos, tanto pequenos como grandes” (Ap 19.18). O intuito dessa passagem não é mostrar uma carnificina ou um banquete de comidas e bebidas, como muitas pessoas acreditam, mas mostrar a humilhação do fim daqueles que não recebem Jesus nem se arrependem dos seus maus caminhos. Todo enterro digno possui seus ritos, bem como a guarda e o sepultamento do corpo. O fato de as aves comerem as carnes dessas pessoas é símbolo de humilhação. Esse é o tom dessa passagem. As bodas do Cordeiro são o 16 banquete de casamento, e nesse banquete terá carne de reis e poderosos. A justiça de Deus é aplicada. Por fim, a besta e o falso profeta são lançados vivos no lago de fogo. 17 Referências Bibliográficas BAUCKHAM, Richard. A teologia do livro do Apocalipse. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2022. BEALE, G. K. e CAMPBELL, David H. Brado de vitória. São Paulo: Cultura Cristã, 2017. Beale, G. K. (2021). Templo e a Missão da Igreja. São Paulo: Vida Nova. BLOOMFIELD, Arthur E. As profecias do Apocalipse. Venda Nova, MG: Betânia, 1996. CARSON, D. A.; FRANCE, R. T.; MOTYER, J. A.; WENHAM, G. J. Comentário bíblico Vida Nova. São Paulo: Vida Nova, 2018. CURSO DESVENDANDO O APOCALIPSE. Disponível em: www.institutobiblicodiscipular.com.br. ERICKSON, Millard J. Apocalipse: a polêmica em torno do milênio. São Paulo: Vida Nova, 1996. ESTUDOS DO APOCALIPSE. Disponível em: www.papocomdeus.com.br. FEE, Gordon. Comentário bíblico Apocalipse. 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São 20 Paulo: Cultura Cristã. (Trad. de Jonathan Hack, Markus Hedig er e Mary Lane). Shedd, R. P. (2006). Escatologia do Novo Testamento (3ª ed. rev.). São Paulo: Vida Nova. 21 Autores Maxwell Mendes é Professor, escritor, pastor, teólogo e fundador do Instituto Bíblico Discipular e do Ministério Papo com Deus. Bacharelando em Teologia pela Unicesumar/PR. Com paixão por levar a Palavra de Deus e transformar vidas, Maxwell fundou a Aliança Brasil x África, em parceria com o Pr. Tchingungu. Juntos, impactam comunidades em Angola através de ações de evangelismo, apoio alimentar e projetos sociais, em parceria com a CEU (Comunidade Evangélica Unidos por Cristo). Sua missão é promover o ensino da Bíblia, fortalecer a fé e inspirar pessoas a serem agentes de mudança no mundo. 22 Euber Lucas é Professor, escritor, teólogo, licenciado em História. Especialização em Fundamentos do Ensino de Filosofia e Sociologia, Bacharelando em Teologia pela UNICESUMAR /PR e cofundador do Instituto Bíblico Discipular. 23 Créditos Para reproduzir nosso material é necessário citar a fonte: Ministério Papo com Deus e Instituto Bíblicos Discipular na pessoa dos professores Pr. Max Mendes e Euber Lucas. ---------------------------------------------------- + de Nossos Conteúdos: Papocomdeus.com.br Institutobiblicodiscipular.com.br Equipe Papo com Deus: - Max Mendes - Euber Lucas - Vanessa Mendes - Lucas Mendes - Antonio Prado - Ginis Carvalho - Pr. Tchingungu / África / Angola O Papo com Deus, em parceria com o Pr. Tchingungu, fundou a Aliança Brasil x África, que tem levado esperança e transformação para comunidades em Angola. Através de ações de evangelismo e apoio alimentar, eles têm impactado a vida de famílias e povoados, plantando sementes de fé e amor. Se você deseja apoiar esse projeto entre em contato por Whatsapp 11 95199 1434 (Vanessa). Nas sombras da Babilônia: a inversão de valores A grande batalha espiritual O Deus de caráter contrastante O reinado da Babilônia A esperança da glória futura O casamento de Jesus Jesus montado em seu cavalo branco A batalha do Armagedom Chegaram as bodas do cordeiro Referências Bibliográficas Autores Maxwell Mendes é Créditos