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Surgiu na Inglaterra nos anos 1950, com o termo criado por Lawrence Alloway, e se popularizou nos anos 1960 em Nova York. Apesar de inspirada na cultura popular, a Pop Art é uma interpretação crítica dessa cultura. Teve forte influência na moda e no grafismo, e se baseia na estética da cultura de massas, frequentemente criticada por intelectuais. A Pop Art é um movimento artístico que retrata temas ligados ao consumo, publicidade e estilo de vida americano. Os artistas usavam símbolos populares para ironizar o consumismo e criticar a sociedade capitalista. Mesmo com essa crítica, a Pop Art se misturava com a indústria cultural. A linguagem direta e figurativa contrastava com a arte moderna abstrata, aproximando arte e vida por meio de símbolos acessíveis. Aproximação entre arte e cotidiano; Cores vibrantes; Inspiração em publicidade e cultura de massa; Serigrafia e estética industrial; Reproduções em série; Uso de celebridades e quadrinhos como tema. Andy Warhol foi o maior nome do movimento, conhecido por retratar celebridades de forma impessoal. Entre suas obras mais famosas: 1.Marilyn Monroe (1962) – Criada após a morte da atriz, reproduzida em várias versões coloridas. 2.Elvis (1963) – Representação do cantor com estética publicitária. 3.Sopa Campbell (1962) – Série com latas de sopa, símbolo do consumo em massa. Na Inglaterra, o grupo precursor foi o Independent Group, com artistas como: Eduardo Paolozzi Richard Hamilton Peter Blake Nos EUA, os principais nomes foram: Roy Lichtenstein Claes Oldenburg James Rosenquist Tom Wesselmann Wayne Thiebaud Jasper Johns Durante a ditadura, a Pop Art brasileira teve um papel crítico e político, dialogando com o povo por meio da estética pop. Destaques: “Não há vagas” (1965) critica a exclusão social. é conhecido por usar a estética pop, mas sem o viés crítico do movimento original. ROMERO BRITOROMERO BRITORUBENS GERCHMANRUBENS GERCHMAN ANTONIO DIASANTONIO DIAS CLAUDIO TOZZICLAUDIO TOZZI