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DO COMPORTAMENTO 
DA CRIANÇA
FARMACOLÓGICO
@draluanaestevam
CONTROLE
NÃNÃ
OO
Capacidade do profissional de guiar e conduzir as experiências clínica. 
BASE PARA O TRATAMENTO
ODONTOLÓGICO infantil
BASE PARA O TRATAMENTO
ODONTOLÓGICO infantil
Efeitos mais benéficos podem resultar em longo prazo com uma
boa saúde bucal plantada precocemente no início de suas vidas;
@draluanaestevam
20032003
A Academia Americana de Odontopediatria
organizou um simpósio nacional sobre o
controle comportamental que focava em: 
Técnica clínicas
Mudança de ambiente
Tendências atuais na prática da
odontopediatria.
ORIENTAÇÃO COMPORTAMENTALORIENTAÇÃO COMPORTAMENTAL
@draluanaestevam
o objetivo não é “lidar com” o
comportamento da criança, mas sim
realçar a comunicação e parceria do
profissional para com a criança e o pais.. 
CONDICIONAMENTOCONDICIONAMENTO
@draluanaestevam
o objetivo então é promover
atitute positiva e melhorar a
saúde bucal da sociedade,
pois, logicamente, as crianças
são a chave para o futuro. 
@draluanaestevam
um-para-um
adulto x pediatriaadulto x pediatria
um-para-dois
@draluanaestevam
A sociedade é centralizada (os métodos que são aceitos
pela sociedade)
triângulo de tratamento pediátrico
FAMÍLIA (MÃE) CIRURGIÃO-DENTISTA E AMBIENTE
PACIENTE CRIANÇA
@draluanaestevam
SOCIEDADE
A criança é o ápice e o foco de atenção de ambas as partes
A mãe tem forte influência, apesar do formato familiar
estar mudando o ambiente familiar como um todo
deve ser considerado. 
O profissional possui relação dinâmica entre
os vértices do triângulo (a comunicação é
recíproca)
perfil dos pacientes
odontopediátricos
perfil dos pacientes
odontopediátricos
@draluanaestevam
Este autor chamou atenção para não se tentar conhecer uma criança por inteiro por meio
de um único rótulo, relativo ao desenvolvimento. Uma apreciação básica do conhecimento
pode ser muito útil ao cirurgião dentista. 
teoria de desenvolvimentoteoria de desenvolvimento
@draluanaestevam
Alpern, 1975
Tarefa
habilidades psicossociaishabilidades psicossociais
@draluanaestevam
Baseado no trabalho do Dr.
Arnold Gesell, 1949
A relação das mudanças físicas com as idades
cronológicas específicas determinou o estabelecimento
de marcos de desenvolvimento que se tornaram meios
de avaliação de crianças de forma individual. 
Capaz de desenvolver habilidades motoras como correr e pular.
Gosta de ver e tocar
Muito agarrada aos pais
Brinca sozinha, raramente compartilha.
Vocabulário Limitado início de formação de frases curtas
Começa a se interessar por habilidades independentes 
@draluanaestevam
2 anos
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
Baseado no trabalho do Dr.
Arnold Gesell, 1949
@draluanaestevam
Menos egocêntrica; gosta de agradar;
Tem imaginação muito ativa; gosta de histórias;
Permanece muito agarrada com os pais
3 anos
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
Baseado no trabalho do Dr.
Arnold Gesell, 1949
Tenta impor sua vontade
Participa em pequenos grupos sociais
Faz contato - período expansivo 
Demonstra muitas habilidade independentes 
Conhece muito obrigado (a) e por favor.
@draluanaestevam
4 anos
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
Baseado no trabalho do Dr.
Arnold Gesell, 1949
@draluanaestevam
Período de consolidação; deliberadora
Tem prazer com o que possui
Renuncia a coisas que dão conforto, como
cobertores e dedo polegar
Brinca de modo cooperativo com os colegas
5 anos
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
TRAÇOS E HABILIDADES PSICOSSOCIAIS
RELACIONADOS À IDADE PARA CRIANÇAS DE 2 A 5
ANOS
Baseado no trabalho do Dr.
Arnold Gesell, 1949
@draluanaestevam
Tarefas de desenvolvimento tendem a acontecer dentro da média de
normalidade de faixas etárias conforme o avanço da idade. 
habilidades psicossociaishabilidades psicossociais
Para o cirurgião dentista este conhecimento tem importância prática,
considerando a tarefa de educar e ensinar as crianças a utilizar o fio
dental sabemos que a habilidade para tal tarefa é adquirida mais tarde,
9 aos 12 anos de idade. 
desenvolvimento e
saúde bucal
desenvolvimento e
saúde bucal
@draluanaestevam
Crianças com pouca idade querem escovar seus próprios dentes
sozinhas, mas não possuem destreza manual. 
Os pais entendem (ou não) a falta de habilidade e frequentemente
insistem em realizar os cuidados com a saúde bucal de seus filhos.
Esta situação é parte normal no processo de maturação social dos
pacientes, sendo de grande importância a intervenção do cirurgião-
dentista fazendo recomendações conciliatórias apropriadas. 
desenvolvimento
intelectual 
desenvolvimento
intelectual 
@draluanaestevam
desenvolvimento
intelectual
desenvolvimento
intelectual
Área mais estudada no início de 1900 com o trabalho de Alfred Binet. O
método que ele aplicou quantificou habilidades mentais e as relacionou à
idade cronológica que levou ao conceito de QI (quociente de inteligência)
@draluanaestevam
Medido por tarefas avaliadoras de memória;
Relações espaciais;
Raciocínio e uma variedade de outras
habilidades mentais primárias
desenvolvimento
intelectual
desenvolvimento
intelectual
Por meio da determinação de média etária própria para realizar cada tarefa, é
estabelecido padrões por idade, o que permite que o examinador determine
a idade mental da criança com base em seu desempenho. 
@draluanaestevam
Fórmula para determinar QI utilizada por
Binet foi: 
QI= Idade mental 
 Idade Cronológica 
x 100
desenvolvimento
intelectual
desenvolvimento
intelectual
Assim, uma criança que realiza tarefas correspondentes à idade cronológica
de 10 anos, mas possui 8 anos, possui o QI de 125 
@draluanaestevam
10/8x100 = 125
A quantificação de inteligência permitiu a existência de vários
guias de classificação, mais de 300 testes foram explorados para
avaliar e medir o desenvolvimento intelectual. O mais conhecido e
padronizado são as escalas de Wechsler. 
desenvolvimento
intelectual
desenvolvimento
intelectual
Submédia significativa de funcionamento intelectual é definida com um QI
de aproximadamente 70 ou inferior (aproximadamente dois desvios padrões
abaixo da média)
@draluanaestevam
Entretanto, retardo ou deficiência intelectual (termo
recomendado pela Associação Americana de Deficiência
Intelectual ou de Desenvolvimento) não pode ser diagnosticado
em indivíduos com o QI menor que 70 sem limitações
significativas de funções adaptativas em pelo menos duas
categorias. 
Níveis de gravidade de
deficiência intelectual
Níveis de gravidade de
deficiência intelectual
Níveis de gravidade de retardamento mental
@draluanaestevam
deficiência
intelectual leve
deficiência
intelectual leve
Retardamento Mental Leve
@draluanaestevam
Usualmente referenciada como educável. É o maior grupo e
compreende 85% das pessoas que possuem deficiência
intelectual leve, desenvolvem habilidades sociais e comunicativas
na fase pré escolar e com o apoio adequado podem viver em
comunidade com sucesso quando adultos.
deficiência intelectual
moderada
deficiência intelectual
moderada
Retardamento Mental Moderado
@draluanaestevam
Usualmente referenciada como treinável. Compreende 10% das
pessoas que possuem deficiência intelectual, beneficiam-se de
treinamento vocacional podendo realizar tarefas de cuidado
pessoal com supervisão moderada, com apoio e supervisão,
geralmente adaptam-se bem à vida em comunidade. 
deficiência intelectual
grave
deficiência intelectual
grave
Retardamento Mental Grave
@draluanaestevam
Aproximadamente 3% a 4% das pessoas que possuem deficiênciaintelectual, na fase adulta podem realizar tarefas simples em
locais com apoio e adaptam-se bem à vida em comunidade a não
ser que possuam deficiências físicas complicadas necessitando de
cuidados especiais.
deficiência intelectual
profunda
deficiência intelectual
profunda
Retardamento Mental Profundo
@draluanaestevam
Aproximadamente 1% a 2% das pessoas que possuem deficiência
intelectual, geralmente apresentam desordem neurológica
identificável por conta da condição necessitam de cuidados e
supervisão individual o ambiente em que vive é um fator
discutível.
variáveis que influenciam o
comportamento de crianças
em ambiente odontológico
variáveis que influenciam o
comportamento de crianças
em ambiente odontológico
@draluanaestevam
ansiedade dos paisansiedade dos pais
@draluanaestevam
Estudos indicam uma correlação
significativa entre ansiedade materna
e o comportamento cooperativo da
criança no consultório durante a
primeira visita
ansiedade dos paisansiedade dos pais
@draluanaestevam
Alta ansiedade por parte dos pais tende a
afetar o comportamento das crianças
negativamente. Dados revelam que crianças
de todas as idades possam ser afetadas pela
ansiedade de sua mães com um efeito maior
para aquela com até 4 anos de idade.
Isto pode se antecipado pela simbiose
criança-pais que começa no início da vida e
que diminui gradualmente com o tempo
experiências médicasexperiências médicas
@draluanaestevam
A qualidade emocional de visitas anteriores é mais
significativa do que o número de visitas vivida.
Exames, vacinas e diversos outros
procedimentos.
A dor durante visitas médicas podendo sem
moderada ou intensa, real ou imaginária
problema dentalproblema dental
@draluanaestevam
A criança se aproxima do cirurgião dentista
sabendo que algo não está bem com ela podendo
ser um problema sério como abscesso ou apenas
manchas extrínsecas.
problema 
Comportamental
problema 
Comportamental
@draluanaestevam
Crianças que tem dificuldade de focar a atenção
ou na execução de atividades no seu ambiente
geral têm mais chances de problemas com relação
à expectativa comportamentais no ambiente
odontológico
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
@draluanaestevam
@draluanaestevam
A literatura é repleta de descrições e tem recebido denominações específicas como por
exemplo: incontroláveis, desafiadoras, tímidas, tensas-cooperadoras, e lamuriantes. Muitos
profissionais utilizam esta nomenclatura, pois a mesma retrata, em poucas palavras, a
essência do problema clínico. 
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
@draluanaestevam
A Escala Comportamental de Frankl (1962) vem constantemente sendo utilizada em
pesquisas científicas sendo dividida em quatro categorias
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
Categoria 1 - Definitivamente negativo (recusa o tratamento, choro
forçado, amedrontado)
Categoria 2- Negativo (emburrado, retraído)
Categoria 3- Positivo (colaborador, cauteloso)
Categoria 4- Definitivamente positivo (ta nem aí pra hora do Brasil, ri
e se diverte)
@draluanaestevam
A Escala Comportamental de Frankl (1962) vem constantemente sendo utilizada em
pesquisas científicas sendo dividida em quatro categorias
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
classificação do
comportamento cooperativo
das crianças
Categoria 1 - Definitivamente negativo (recusa o tratamento, choro
forçado, amedrontado)
Categoria 2- Negativo (emburrado, retraído)
Categoria 3- Positivo (colaborador, cauteloso)
Categoria 4- Definitivamente positivo (ta nem aí pra hora do Brasil, ri
e se diverte)
estratégias e técnicas para
atendimento na
odontopediatria
estratégias e técnicas para
atendimento na
odontopediatria
@draluanaestevam
@draluanaestevam
O objetivo primário durante o atendimento é guiar a criança passo a passo para que ela
desenvolva uma atitude positiva frente à odontologia.
Felizmente, a maior parte das crianças progride fácil e prazerosamente durante as consultas,
tal sucesso pode ser atribuído a um grande número de fatores, como posicionamento dos
pais, habilidade de comunicação da equipe.
@draluanaestevam
A primeira visita odontológica do paciente é crucial para a atitude posterior frente à
odontologia. Se a consulta é agradável, estabelece bases para atendimentos de sucesso. 
Vários métodos de modificação de comportamento pré consulta são reconhecidos
Modificação do
comportamento pré consulta
Modificação do
comportamento pré consulta
@draluanaestevam
Filmes ou vídeos foram feitos para servirem
de modelo para os pequenos pacientes. O
objetivo é que a criança reproduza o
comportamento exibido pelo modelo. No dia
da consulta, ou talvez em visita anterior o
paciente assiste à apresentação
uso de desenhos e filmesuso de desenhos e filmes
Fonte: Youtube
@draluanaestevam
A modificação comportamental antes da consulta também pode
ser realizada com modelos vivos, como irmãos.
modelagemmodelagem
Fonte: arquivo pessoal
@draluanaestevam
Os autores resumiram esse méritos como:
Rim e Masters ; 1974
1- Estímulo de novos comportamentos
2- facilitação de comportamento para uma maneira apropriada
3- desinibição do comportamento inapropriado por medo
4-extinção dos medos
Estes procedimentos oferecem ao profissional caminhos interessantes no
sentido de modificar o comportamento das crianças antes da sua primeira
visita odontológica 
@draluanaestevam
Outro método de modificação de comportamento consiste na educação dos
pais, em previamente conversar sobre a consulta, direcionar as falas e
comportamentos. 
Podendo emitir uma carta, comunicado ou telefonema prévio para construção
desta relação. 
Fundamentos de orientação
do comportamento
Fundamentos de orientação
do comportamento
@draluanaestevam
Fundamentos de orientação do
comportamento
Fundamentos de orientação do
comportamento
@draluanaestevam
A orientação do comportamento envolve toda a equipe odontológica. Sendo assim,
auxiliares de consultório possuem grande valia quando estão envolvidos no
tratamento de crianças
abordagem positivaabordagem positiva
@draluanaestevam
Há um consenso geral de que a atitude e as expectativas do profissional podem
afetar o resultado da consulta. A criança responderá com o tipo de comportamento
esperado, a criança responde à previsão do profissional, assim afirmações positivas
aumentam as chances de sucesso com as crianças. Elas são mais efetivas do que
perguntas ou observações descuidadas, é necessário estar a frente do pensamento
da criança.
Ex: palavras positivas e motivadoras.
atitude da equipeatitude da equipe
@draluanaestevam
Um sorriso agradável diz à criança que o adulto se importa com ela, as crianças
respondem melhor às atitudes espontâneas e amigáveis, muitas gostam de nomes
carinhosos ou apelidos que podem ser anotados na ficha para utilizar com
frequência. 
Ex:. usar o linguajar infantil e mergulhar no universo deles
organizaçãoorganização
@draluanaestevam
O planejamento do consultório deve possuir muitas dimensões, começando, por
exemplo, na área da recepção.
 Quem recebe o novo paciente? 
como este paciente será recebido? 
Se esta criança já chega chorando qual será a abordagem apresentada?
Atrasos? Quando um paciente encontra com o outro na recepção?
veracidadeveracidade
@draluanaestevam
Diferentemente dos adultos grande parte das crianças vê as coisas como ‘pretas” ou
‘brancas”. As tonalidades intermediárias são dificilmente distinguidas. Para os mais
jovens à equipe de saúde bucal é algo confiável ou não. 
A Verdade é muito importante quando se constrói confiança, portanto é um princípio
fundamental quando se lida com crianças. 
Ex: vai doer? vai arrancar meu dente?
tolerância tolerância 
@draluanaestevam
O nível de tolerância varia de pessoa para pessoao que envolve à habilidade do
profissional em lidar com o mau comportamento e manter a compostura. 
As pessoas que geralmente se sentem de melhor humor durante a tarde devem
instruir as recepcionistas e não marcar as crianças no início da manhã.
Ec. evitar horário de soneca, alimentação
flexibilidadeflexibilidade
@draluanaestevam
Crianças são crianças e não possuem maturidade, a equipe deve estar preparada
para alterar o planejamento quando necessário. Uma criança pode ficar agitada ou
irritada na cadeira odontológica devido o tempo de cadeira curto. 
A ergonomia do profissional muitas vezes é comprometido para que se mantenha o
conforto e tranquilidade do paciente, prejudicando a saúde do profissional.
comunicação com as
crianças
comunicação com as
crianças
@draluanaestevam
comunicação com as
crianças
comunicação com as
crianças
@draluanaestevam
Várias técnicas efetivas de comunicação podem ser sugeridas. Esses pontos chave são guias
para orientar, não regras inflexíveis, pois no mundo imprevisível da odontopediatria devemos
estar prontos para improvisar. 
Estabelecendo a comunicaçãoEstabelecendo a comunicação
@draluanaestevam
O primeiro objetivo no manejo bem-sucedido de crianças é estabelecer a comunicação.
Geralmente, reconhece-se que, envolvendo uma criança num diálogo, o profissional não
somente passa a conhecê-la, como pode relaxá-la. 
Há muitas maneiras de iniciar uma comunicação verbal e a eficácia desses procedimentos
difere de acordo com a idade da criança. 
Estabelecimento do
comunicador
Estabelecimento do
comunicador
@draluanaestevam
A assistente conversa com a criança durante a transferência da recepção para o consultório, e
durante o seu preparo na cadeira. Quando o cirurgião-dentista assume, a assistente e a família
ficam com um papel mais passivo, pois a criança só pode ouvir uma pessoa de cada vez. É
extremamente importante que a comunicação seja por apenas uma fonte.
mensagem claramensagem clara
@draluanaestevam
A mensagem deve ser entendida da mesma forma entre o transmissor e o receptor, utilizamos
muito o eufemismo ou palavras substitutas como uma segunda linguagem. É importante ser
cauteloso ao selecionar as palavras e frases para doutrinar o novo paciente odontopediátrico.
EX: Trocar o Doutor pelo tio, tia, fada
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
ISOLAMENTO 
ABSOLUTO
PULA-PULA
ANEL DE SUPER HERÓI 
ABRAÇO FORTE
ANEL DAS PRINCESAS
CAPA DE PROTEÇÃO
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
SELANTE
ÁCIDO FOSFÓRICO
TINTA PARA COLORIR
MASSINHA QUE DEIXA O
DENTE FORTE
SABÃO COM GOSTO DE
LIMÃO
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
VERNIZ
FLUORETADO
MICROBRUSH
BRILHO 
VITAMINA DE DENTES
CARAMELO SEM AÇÚCAR
PINCEL
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
SUGADOR CANUDO QUE PUXA ÁGUA
BARULHENTO
CANUDINHO
IMPLICANTE DE LÍNGUA
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
BAIXA ROTAÇÃO MOTORZINHO DE CARRO
TREME TREME
ESTRADA DE BURACOS
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
ALTA ROTAÇÃO CHUVEIRO MALUCO
REMOVEDOR DE BICHINHOS
SUPER HERÓI DOS DENTES
palavras substitutas palavras substitutas 
@draluanaestevam
ANESTESIA JACAREZINHO
SONO PROFUNDO
ESTÁTUA DO DENTE
CONTROLE DE VOZCONTROLE DE VOZ
@draluanaestevam
Comandos inesperados e firmes são usados para captar a
atenção da criança ou para que a mesma pare o que estiver
fazendo o oposto também é válido uma voz controlada, calma,
monótona e lenta. 
Avisar a família antes facilita a comunicação sobre quem
manda no ambiente
@draluanaestevam
Contato corporal pode ser uma forma de comunicação não
verbal, contato pelo olhar também é importante e transmite
confiança. 
Quando a criança evita o olhar, muitas vezes, está sinalizando
que não está apta ou confortável com a abordagem, podendo
alterar os batimentos cardíacos e transpiração, porém, não é
um limitador para o procedimento, por se tratar de um
estresse NÃO TÓXICO, ou seja, não vai gerar traumas.
comunicação multissensorialcomunicação multissensorial
Fonte: Arquivo Pessoal
@draluanaestevam
problema de domínioproblema de domínio
Evitar condenar a criança por algum comportamento
como por exemplo: você tem que ficar sentado
Trazer a ação para você: Eu não consigo olhar ser dentes
com você se mexendo, deu formiga na cadeira?
@draluanaestevam
separação pais-criançasseparação pais-crianças
O profissional pode solicitar que os pais saiam da sala com o intuito de que a criança
entenda que sem eles ali o comando é exclusivamente do profissional, quando o
comportamento é retomado os pais retornam para o campo de visão da criança.
Explicar todo o processo aos pais antes de solicitar a retirada entender o processo evita
questionamentos futuros
@draluanaestevam
Dar presentes é um consenso para o reforço positivo
e deve ser utilizado como recompensa e não como
suborno pelo comportamento.
Um suborno é uma promessa que induz ao
comportamento, já a recompensa é um
reconhecimento de um bom comportamento após o
atendimento sem a promessa prévia.
recompensasrecompensas
Fonte: Arquivo Pessoal
@draluanaestevam
Muito da ciência comportamental foi estudado com famílias
tradicionais nos anos 1960 e 1970.
Pais solteiros eram menos comuns, e termos como família
reconstituída e parceiros de relação familiares eram
desconhecidos.
Atualmente, muitos pais insistem sobre seu direito de
acompanhar os filhos.
limitaçõeslimitações
referênciasreferências
American Academy of Pediatrics and American Academy of Pediatric
Dentistry. Recommendations: Best Practices. Guideline for monitoring and
management of pediatric patients before, during and after sedation for diagnostic and
therapeutic procedures. 2016/2017; 39(6):278-307. Disponível em
 Acesso em 07 jan. 2018.
Malachias MVB, et al. 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. Arq
Bras Cardiol 2016; 107(3, Suppl. 3):1-83
Nelson SJ. Dental anatomy, physiology, & occlusion. 10th. Ed. St. Louis,
Missouri: Saunders, 2015.
American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD). Fluoride therapy. (Reference
Manual). Pediatr Dent. 2014;39(6):242-5.
Capítulo 3 (p. 27 a 40)
MUITO OBRIGADAMUITO OBRIGADA
LUANA ESTEVAM
APRESENTADO POR