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Embriologia
Professora Me. Anna Karolyne Kaimmi Lima e Souza 
Lopes
Resultado da fecundação: formação do zigoto. 1º semana
 O zigoto é geneticamente único porque metade
dos seus cromossomos vem da mãe e a outra
metade, do pai.
 Restaura o número diploide normal de
cromossomos.
 Determina o sexo cromossômico do embrião.
Resultado da fecundação: clivagem do zigoto 1º semana
 Tem início aproximadamente 30 horas após a
fecundação
 A clivagem consiste em repetidas divisões mitóticas
do zigoto, resultando em rápido aumento do número
de células: blastômeros
 Os blastômeros tornam-se menores a cada divisão por
clivagem
 Durante a clivagem, o zigoto ainda se encontra
envolto pela zona pelúcida.
Resultado da fecundação: clivagem do zigoto 1º semana
 Após o estágio de oito células, os blastômeros mudam
sua forma e se agrupam firmemente uns com os
outros: compactação
 possibilita maior interação célula a célula o que 
facilita a diferenciação das células que formaram a 
massa celular interna 
Resultado da fecundação: clivagem do zigoto 1º semana
 Quando já existem 12 a 32 blastômeros, o concepto é
chamado de Mórula.
 As células internas da mórula: embrioblasto ou massa 
celular interna
 A camada de células achatadas (blastômeros) que 
circunda o embrioblasto é chamado de trofoblasto
Em seguida a mórula migra para parede 
uterina, é sustentado pelo “leite uterino” –
4 dias após a fecundação
 O trofoblasto: placenta 
 O embrioblasto: embrião 
Resultado da fecundação: formação do blastocisto 1º semana
 Agora o fluído da cavidade uterina adentra na mórula
e forma um espaço (cavidade
blastocística/blastocele).
 À medida que o fluido aumenta, os trofoblastos e os
embrioblasto torna-me melhor delimitados.
Durante esta fase do desenvolvimento o concepto é 
chamado de blastocisto. 
Resultado da fecundação: implantação do blastocisto 1º semana
O trofoblasto inicia a proliferação e se
diferencia em duas camadas
 Citotrofoblasto: camada interna de células, 
circundando o blastocisto 
Sinciciotrofoblasto: camada externa
Formam prolongamentos no epitélio endometrial, 
invadindo o tecido conjuntivo endometrial
 O sinciciotrofoblasto expande-se no endométrio e produz
enzimas que erodem o endomédrio, possibilitando ao blastocisto
“implantar-se” dentro do endométrio.
O sinciciotrofoblasto produz o hormônio,
gonadotrofina coriônica humana (hCG), que entra
no sangue materno.
Mantém o desenvolvimento das artérias
espiraladas do miométrio.
 Forma a base para os testes de gravidez por HCG
ao final da segunda semana.
Resultado da fecundação: Hormônio HCG
Resultado da fecundação: implantação profunda do blastocisto. Fim da 1º 
semana
 As células do tecido conjuntivo uterino
carregadas de glicogênio e lipídios, degeneram
próximo ao sinciciotrofoblasto, esse fagogita
essas células, o que fornece uma fonte rica de
nutrição para o embrião
Resultado da fecundação: Formação do disco embrionário bilaminar, 2º semana
No fim de 9 dias, as células do
embrioblasto se diferenciam em duas
camadas: hipoblasto (endoderma
primitivo) e epiblasto (ectoderma
primitivo). Juntas formam um disco
embrionário bilaminar.
Origem às camadas germinativas que 
formam todos os tecidos e órgãos do 
embrião
A partir do epiblasto (disco embrionário).
Resultado da fecundação: formação dos âmnio, 2º semana
Origem da cavidade amniótica e âmnio
As células do epiblasto se organizam numa 
membrana fina superior, o âmnio, revestindo a 
cavidade amniótica
Ambos circulam toda a cavidade 
blastocística (superfície interna do 
citotrofoblasto). 
Resultado da fecundação: formação dos saco vitelino. 2º semana
O hipoblasto forma o teto da cavidade 
blastocística
Células migram do hipoblasto e formam 
a membrana exocelômica.
A cavidade exocelômica forma o saco 
vitelino primário. 
 O disco embrionário, repousa entre a
cavidade amniótica e o saco vitelino
primário
 Os hipoblastos do saco vitelino forma
uma camada de tecido conjuntivo, o
mesoderma extraembrionário
Resultado da fecundação: formação do mesodermaResultado da fecundação: formação do mesoderma. 2º semana
Hipoblasto
Resultado da fecundação: nutrição do disco embrionário. 2º semana
 O sinciciotrofoblasto formam
lacunas no tecido conjuntivo que
são preenchidas com sangue, esse
que passa por difusão para o disco
embrionário
 Conforme as mudanças ocorrem no
trofoblasto, aparecerá dentro do
mesoderma espaços: espaços celômicos
extraembrionários.
Resultado da fecundação: celoma extraembrionário. 2º semana
 O espaço celômico une-se e formam uma
cavidade grande, o celoma
extraembrionário.
 Essa cavidade cheia de líquido circunda o
âmnio e o saco vitelino
Resultado da fecundação: celoma extraembrionário
Resultado da fecundação: celoma extraembrionário
 O saco coriônico protege o embrião e o
feto das respostas imunes da mãe
 Secreta proteínas que bloqueiam a produção de
anticorpos da mãe
 Estimula a produção dos linfócitos T que
suprimem a resposta imune normal no útero.
 Produz gonadotropina coriônica humana (hCG)
Resultado da fecundação: disco embrionário bilaminar
 No final da segunda semana de
desenvolvimento, o disco embrionário
bilaminar está conectado ao
trofoblasto por uma faixa de
mesoderma extraembrionário
conhecida como pedículo de conexão,
o futuro cordão umbilica
Final da 2º semana
3º semana
Aparecimento da linha primitiva 
A linha primitiva é formada pelo
epiblasto
À medida que desenvolve-se a linha
primitiva surge um sulco primitivo, se
desenvolve ao centro da linha primitiva
e termina em uma pequena depressão
no nódulo primitivo.
Sob a influência de vários fatores de
crescimento embrionário as células do
epiblasto migram através do sulco
primitivo, formando o mesoderma e o
endoderma.
Formação do mesoderma e endoderma
Disco embrionário trilaminar 3º semana
 À medida do desenvolvimento, induz o
ectoderma a espessar e formar uma placa
neural.
 O ectoderma da placa neural
(neuroectoderma) dá origem ao sistema
nervoso central
Placa neural
Tubo neural e notocorda
Por volta do 18º dia, a placa neural invagina no
mesoderma para formar um sulco neural mediano
que apresenta dobras neurais em cada lado.
Notocorda
- Define o eixo do embrião e lhe dá rigidez
- Serve como base para o
desenvolvimento do esqueleto axial
- Indica o futuro local dos corpos
vertebrais
- A notocorda se degenera e
desaparece como parte do corpo das
vértebras
- Partes dela persiste como o núcleo
pulposo de cada disco intervertebral
Tubo neural
No final da terceira semana, as dobras
neurais começam a se mover e a se
fusionar, convertendo a placa neural
em tubo neural: o primórdio do
cérebro e da medula espinal.
Tubo neural
O tubo neural se separa do ectoderma à medida
que as dobras neurais se encontram.
As bordas livres do ectoderma se fusionam, de
de modo que esta camada se torna contínua ao
nas costas do embrião.
Posteriormente, a superfície do ectoderma se
diferencia na epiderme da pele.
Os somitos formam protuberâncias na superfície
do embrião e aparecem triangulares, em cortes
transversais.
Somitos dão origem à maior parte do esqueleto
axial, músculos e à derme da pele.
Por serem os somitos tão proeminentes durante
a quarta e a quinta semana, eles são utilizados
como um dos critérios para determinar a idade
de um embrião.
Formação dos somitos
Final da 3º semana – ocorrerá o dobramento
completo do embrião
Vídeo
3º semana
3º semana
4º semana
5º semana
6º semana
8º semana
Formação da placenta
 As projeções celulares do citotrofoblasto
dentro do sinciciotrofoblasto formam as
vilosidades coriônicas primárias, o primeiro
estágio no desenvolvimento da placenta.
Resultado da fecundação: primórdios da placenta
Início da 3º semana
Resultado da fecundação: primórdios da placenta – vilosidade secundárias
 As vilosidades coriônicasprimárias
se ramificar. o mesoderma cresce
dentro das vilosidades primárias,
formando as vilosidades coriônicas
secundárias.
Resultado da fecundação: primórdios da placenta – vilosidade secundárias
 As células do mesoderma nas
vilosidades se diferenciam em
capilares e células sanguíneas
(vasculogênese). Assim as
vilosidades são denominadas
vilosidades coriônicas
terciárias.
 Os capilares nas vilosidades do
mesoderma anastomosam e
formam redes arteriocapilares,
que se conectam ao coração
embrionário
 Oxigênio e nutrientes no sangue materno
passam para o espaço interviloso,
difundem nas paredes das vilosidades e
entram no sangue do embrião.
Resultado da fecundação: primórdios da placenta – conexão com o embrião
As vilosidades coriônicas cobrem todo o saco
coriônico até o início da oitava semana.
Resultado da fecundação: Placenta
 A medida que o saco coriônico cresce, as
vilosidades são comprimidas, reduzindo o
fornecimento de sangue a estas estruturas.
 Essas vilosidades então degeneram,
produzindo uma área avascular, o cório liso.
 Como essas vilosidades desaparecem, ás
associadas à decídua basal aumentam e se
ramificam ampla e profusamente, origem do
cório viloso.
Resultado da fecundação: Cório liso e Cório viloso
Resultado da fecundação: Placenta e decíduas 
Resultado da fecundação: placenta fetal e materna
A forma da placenta é determinada pela forma da
área em que as vilosidades coriônicas persistem.
Sendo assim, é uma área circular, dando à placenta
uma forma discoide.
Referências
Embriologia Básica – Keith Moore
Embriologia Clínica – Keith Moore
Embriologia Clínica - Lisiane C. Mezzomo
Princípios de anatomia humana – Gerard Tortora

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