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I- Nome(s) completo(s) da/o/as/os aluna/o/as/os e respectivo(s) R.A.(s) a) Ana Lucia dos Santos – RA: 337882 b) Daniele Cristina da Silva – RA : 339198 c) Flávia Rocha Gonçalves – RA: 339438 d) Francisca Rosa de Maria – RA : 340144 e) Janaina Amanda Medeiros – RA : 339741 f) Leticia Sousa de Oliveira – RA: 339023 II- 4º Semestre- Noturno – Campus Augusta. III- E-mail válido a) anaenfermeira10tm@gmail.com b) dani-cristinads@hotmail.com c) flavitarocha@gmail.com d) rosademariaf@gmail.com e) janaina.medeiros11@hotmail.com f) Oleticias@outlook.com IV- DIREITOS HUMANOS E AÇÃO DO ESTADO NO QUE SE REFERE A PRESIDIÁRIAS GESTANTES E SEUS FILHOS V- Há alguma proposta de tema para o próximo Projeto Interdisciplinar? Se sim, qual? VI- Disciplinas e nome(s) dos professores que a/o(s) cursam presencialmente Professora Ana Vastag Professor Gean Carlo Prata Professor João Batista Vilhena SÃO PAULO 2023 DIREITOS HUMANOS E AÇÃO DO ESTADO NO QUE SE REFERE A PRESIDIÁRIAS GESTANTES E SEUS FILHOS. Ana Lucia dos Santos1 Daniele Cristina da Silva2 Flávia Rocha Gonçalves3 Francisca Rosa de Maria4 Janaina Amanda Medeiros5 Leticia Sousa de Oliveira6 1. INTRODUÇÃO Em julho de 2022 um caso ganhou visibilidade midiática nos EUA quando Natalia Harrell, de 24 anos e grávida de seis semanas, fora detida por assinar uma mulher a tiros dentro de um carro de aplicativo (Uber). As alegações tiradas do processo judicial seguem a linha que a grávida carregava uma pistola no bolso por temer por sua vida e a de seu filho. Este é um caso polêmico que envolve uma questão jurídica complexa nos Estados Unidos, mas resumidamente a ação movida pelo seu advogado de Natalia Harrel aduz que , “ o nascituro não foi acusado de nenhum crime” e, portanto, estaria preso ilegalmente. Todavia o Tribunal da Florida rejeitou a libertação da grávida, negando o pedido de “habeas corpus”, pois isso seria que uma tentativa da mãe de usar seu filho não nascido como base para ser libertada de uma detenção legal. A partir do caso relatado, o presente trabalho se alicerça e tem como objetivo a análise de uma problemática que enfrentamos no Brasil, onde nos deparamos com 1 Graduanda do 4º Semestre Período noturno do Curso de Direito do Centro Universitário das Américas. RA n. 337882. anaenfermeira10tm@gmail.com 2Graduanda do 4º Semestre Período noturno do Curso de Direito do Centro Universitário das Américas. RA n.º339198. dani-cristinads@hotmail.com 3 Graduanda do 4º Semestre Período noturno do Curso de Direito do Centro Universitário das Américas. RA n.º. 339438. flavitarocha@gmail.com 4 Graduanda do 4º Semestre Período noturno do Curso de Direito do Centro Universitário das Américas. RA n.º340144. rosademariaf@gmail.com 5 Graduanda do 4º Semestre Período noturno do Curso de Direito do Centro Universitário das Américas. RA n.º339741. janaina.medeiros11@hotmail.com 6 Graduanda do 4º Semestre Período noturno do Curso de Direito do Centro Universitário das Américas. RA n.º 339023. Oleticias@outlook.com as questões de Direitos humanos frente a ação do Estado na prestação da saúde às mulheres gestantes e mães em situação de cárcere. No primeiro momento, analisando o sistema prisional brasileiro com o foco no tratamento dado às mulheres grávidas e mães, que possuem necessidades diferentes, que não são respeitadas no sistema carcerário, fazendo com essas mulheres percam sua dignidade, sem respeito às suas necessidades básicas. Em seguida serão abordados também os direitos concedidos as gestantes e aos bebês, observando a falta de estrutura e violação dos Direitos Humanos de ambos, desde o início da gravidez até o nascimento e primeira infância. Abordando ainda como se dá a separação da mãe e do filho, feita de maneira quase que tortuosa, vez que não há nenhuma dinâmica de desligamento emocional e mesmo que previsto em lei, as penitenciárias não dispõem de um espaço apropriado para proporcionar a convivência do filho com a mãe na primeira infância. Por fim, analisamos a atuação Poder Judiciário na efetivação das garantias humanitárias a responsabilidade do Estado em relação à gestante encarcerada e o nascituro, em especial no estado de emergência da pandemia do Covid19. A confecção teórica deste estudo se deu a partir de pesquisa, dados estatísticos e leitura de artigos. 2. O SISTEMA CARCERÁRIO FEMININO NO BRASIL De acordo com o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, realizado pelo Departamento Penitenciário Nacional e Ministério da Justiça, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking dos países com a maior população prisional feminina do mundo, cumulado com o fato que estudos apontam o total 49 mil mulheres encarceradas (CNJ, 2022) maior número já visto no Brasil. Importante ressaltar que o sistema prisional foi arquitetado para comportar homens, sem nenhuma atenção as particularidades inerentes ao gênero, necessidades fisiológicas, os cuidados com a saúde ou o exercício da maternidade no cárcere, ainda que exista previsão legal de inúmero direitos as mulheres presas na Lei de Execução Penal, os dados demostram que somente 41% dos presídios femininos dispõem de locais para visitas íntimas, apenas 16% das prisões disponibilizam dormitórios para gestantes e somente 14% possuem berçários ou espaços de referência materno-infantil. Por muito tempo, a mulher não fora notada figura possível na autoria de delitos, bem como as penalidades advindas de tais atos, como a pena de restrição da liberdade. Todavia, o o cenário atual aprisionamento feminino e as condições desumanas e estruturas inadequadas para mulheres gestantes e lactantes demostram um problema social muito relevante. 3. CÁRCERE BRASILEIRO PARA MULHERES GRÁVIDAS E OS DIREITOS HUMANOS As gestantes em regime carcerário necessitam de tratamento especial, no que tange a cuidados para que tenham gestação saudável, zelando a vida da mãe e do feto que está sendo gerado. Sabemos que durante a gestação é fundamental o acompanhamento de pré- natal, alimentação balanceada, higiene adequada, um ambiente confortável, profissionais de saúde que prestem cuidados a gestante e ao feto, apoio familiar etc. Contudo, essas particularidades não são cumpridas da forma esperada, isso porque as prisões não estão instituídas em plena sintonia com a legislação vigente. Infelizemente, o sistema penitenciário feminino nacional está maculado pela insubordinação aos direitos humanos e à dignidade da mulher grávida e ao feto que está sendo gerado. As detentas gestantes permanecem em celas superlotadas, com condições insalubres e sem a adequada assistência em saúde, sem alimentação correta e nutritiva, neste sentido é importante destacar que durante a gestação a alimentação correta é imprenscidivel para o desenvolvimento do feto e formação das funções neurologicas e tal direito está previsto no artigo 12 da Lei nº 7.210/84 - Lei de Execução Penal (LEP) e na Regra de Bangkok nº 48, assim como a Constituição Federal reconhece que o nascituro tem direito à vida e à saúde e a legislação brasileira estabelece que o nascituro pode ser reconhecido como herdeiro e que a mãe tem o dever de cuidar da saúde durante a gestação. Na visita a Penitenciária Feminina do Distrito Federal pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por ordem da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, notou se a alimentação irregular e falta de fiscalização na dieta das gestantes, as detentas relataram que a comida é salgada, gordurosa e algumas vezes crua ou estragada, devendo ser consumida mesmo assim nestas condições, pois não existe a possibilidade de substituição. Violando também as previsões legais contidas no art. 89 da LEP e a Regra de Bangkok de nº 5 a maioriadas presidiárias gestantes não se encontram em unidades que possuem celas apropriadas para acolhe-las dignamente, além da violação de outros direitos estabelecidos pela Lei, como como a proibição do uso da algema durante o parto, primeira consulta do pré-natal em até 120 dias da gestação, assistência pré e pós-natal, entre outros. Relatos evidenciam detentas que realizaram o próprio parto, outras que foram submetidas a um parto improvisado, ausência de assistência adequada nas unidades prisionais, além de serem algemadas durante o parto(QUEIROZ, 2015) Todo exposto demonstra de maneira clara que tais ações são formas de aplicação de um castigo, sobrepuja a privação de liberdade e o resultado esperado de reabilitação, como finalidade da pena, violando de maneira significativa os direitos fundamentais da mãe e do feto. 4. DA SEPARAÇÃO MÃE E FILHO No Brasil, as presidiárias tem o direito de permanecer com seus filhos até que eles completem sete anos de idade, após esse período, caso não tenha nenhum membro familiar para cuidar do bebê pela Lei nº 11.942/09 aduz que é direito o oferecimento de creches para abrigar crianças maiores de seis meses e menores de sete anos. Contudo, quando não há alternativa nessas condições, a criança é levada para um abrigo. A Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso L, aborda o tema da amamentação, assegurando que as detentas fiquem com seus filhos após a gestação, garantindo nutrição do bebê, bem como a convivência entre eles, pelo menos até não ocorrer à separação. Algumas presidiárias ignoram as perdas que seu filho poderá sofrer por crescer dentro de uma prisão, vez que a permanência junto ao filho tem benefício para os dois, já existem casos, em que as mães preferem conceder a guarda da criança para algum familiar, visando o bem estar de seu filho, visto que o sistema carcerário não possui estrutura digna nem para mulher, quem dirá para a criança, assim a punição se estende ao filho da presidiária, no que se refere as crianças, trata-se de público que deve ter proteção integral do Estado e prioridade absoluta em políticas e cuidados. A vivência em privação de liberdade viola os direitos da primeira infância.Primeiramente porque prisão não é lugar para criança, ainda que haja um espaço customizado para recebê-las, devendo sempre serem priorizadas medidas que, garantindo a convivência familiar, sejam alternativas à manutenção de crianças em ambientes de privação de liberdade. E também considerando a precariedade dos cuidados pré-natais de gestantes presidiárias, as condições dos partos e falta de estrutura dos espaços destinados à mães e bebês. Cumulada com a falta de condições adequadas para desenvolvimento infantil, como socialização e aprendizagem na maioria absoluta das penitenciárias. Quando se trata de prisão provisória, o artigo 318, incisos IV e Vdo CPP, dispõe que gestantes e mães de filhos de até 12 anos de idade incompletos, possam cumprir prisão domiciliar até o julgamento do caso. Em 2014, foi sancionada a Lei nº 12.962, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no artigo 19, parágrafo 4º assegurando que a convivência “[...] com a mãe ou pai privado de liberdade, por meio de visitas periódicas promovidas pelo responsável ou, nas hipóteses de acolhimento institucional pela entidade responsável, independentemente de autorização judicial.” Mas a realidade fática é bem diferente do que a lei prevê devido a distância entre as penitenciárias e a residência da sua família, o sentimento de abandono dos filhos separados de maneira repentina que acontece sem uma dinâmica de desligamento emocional, a dificuldade do contato físico, além do próprio ambiente carcerário As presidiárias tem seus direitos violados devido a lei não ser garantida na prática para que os dois possam permanecer juntos, o que traz consequências negativas para esse relacionamento ao longo do tempo. 5 .O PODER JUDICIÁRIO E ESTADO DE EMERGÊNCIA DURANTE A PANDEMIA A Constituição Federal em seu artigo 5º, incisos L e XLIX, prevê direitos as presidiárias, como amamentar os filhos, integridade física e moral. O dever de proteção está previsto expressamente no artigo 6º, caput, e a assistência gratuita à criança de até seis anos de idade em creches e pré-escolas disposta no artigo 7º, inciso XXV da Constituição como direitos sociais. Em 2009, as Leis nº 11.942/09 e nº 12.121/09 realizaram grandes mudanças para as mulheres gestantes em situação de cárcere, neste sentido o artigo 83, §2º da LEP, dispõe que os estabelecimentos penais femininos devem conter berçários em suas dependências para que as mulheres possam ter contato com seus filhos e amamentá-los, pelo menos até os seis meses de idade e o artigo art. 89, que as penitenciárias femininas possuam seção para gestante, além de creche para abrigar crianças maiores de seis meses e menores de sete anos de idade. O Habeas Corpus nº 143.641 foi impetrado em favor de todas as mulheres submetidas à prisão cautelar que fossem gestantes, puérperas ou mães com crianças de até 12 anos de idade ou mãe de crianças e pessoas com deficiência, de qualquer idade, sob sua guarda. O STF atendeu ao pedido da substituição da prisão preventiva em domiciliar quase integralmente, pois apenas estabeleceu restrições em relação à natureza do crime, excetuando os casos de crimes praticados mediante violência ou grave ameaça, contra seus descendentes ou em situações excepcionalíssimas, as quais deverão ser devidamente fundamentadas pelos juízes que negarem o pedido de substituição. Ressalva-se a possibilidade das medidas alternativas previstas no artigo 319 do CPP Podemos observar duas tendências no julgamento de gestantes ou puérperas presas, sendo negativa sob o fundamento de ser a conduta não condizente com a de uma mãe imprescindível para a criança, já outros que maternidade é uma forma de não mais cometer crimes e de resgatar bons princípios, concedendo assim a maneira a domiciliar. Em 2020, durante a pandemia (COVID-19) e considerando o estado de emergência, numa pandemia sem precedentes, foi fundamental que medidas urgentes fossem tomadas, como a decisão sobre liberação ou permanência das detentas na prisão. Reforça-se que a partir do encarceramento, a gestante passa a estar sob a tutela do Estado, se tornando este seu agente garantidor e responsável por sua segurança e bem-estar durante o tempo que ela permanecer encarcerada, tendo assim o Estado tem o dever de garantir dignidade tanto para ela quanto para o nascituro, mantendo as condições carcerárias com mínimos padrões de humanidade previstos em lei, neste o CNJ editou a Recomendação nº 62, orientando tribunais e magistrados a optarem por diferentes medidas preventivas para evitar a propagação do vírus no sistema prisional, com intuito de reduzir as aglomerações nos presídios e assegurar a saúde da população carcerária, orientando sobre a máxima excepcionalidade de novas prisões preventivas, assim como reavaliação das já decretadas, principalmente no caso de mulheres gestantes, lactantes, mães responsáveis por crianças de até 12 anos, contudo foi amplamente descumprido por parte dos magistrados e tribunais. Somente em 28% das decisões favoráveis aos réus houve menção à recomendação do CNJ, enquanto, entre as decisões que mantiveram o cárcere, 39% dos juízes mencionaram o documento.1 Um exemplo de cumprimento à recomendação do Conselho Nacional de Justiça foi Penitenciária Feminina Madre Pelletier localizada em Porto Alegre que por ordem da juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais, liberou 36 mulheres do grupo de risco Coronavírus à prisão domiciliar, isso para protegê-las do vírus. Diante de tudo que fora citado, se torna evidente quepara fazer com que as normas aplicadas às gestantes e aos nascituros que se encontram no sistema carcerário se tornem uma realidade que respeite a dignidade da pessoa humana, há uma necessidade de reforma nos presídios femininos com intuito da efetividade no cumprimento do que diz a lei. 6. CONCLUSÃO O trabalho analisou como acontece a gestação e o pós gestação no sistema carcerário brasileiro e os problemas que ocorrem neste cenário. Muito se fala sobre a ressocialização, sobre a inclusão do indivíduo na sociedade, uma vez que, o mesmo já pagou por seus delitos. Mas pouco se fala ou se cobra sobre a dignidade do ser humano durante o cumprimento de sua pena prisional. 1 https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2021-08/pandemia-levantamento- mostra-permanencia-indevida-de-presos-na-cadeia https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2021-08/pandemia-levantamento-mostra-permanencia-indevida-de-presos-na-cadeia https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2021-08/pandemia-levantamento-mostra-permanencia-indevida-de-presos-na-cadeia A questão da figura feminina no meio prisional é algo que é questionado por muitos, mas infelizmente nada é feito efetivamente para que ocorra melhorias e evolução da metodologia utilizada. Quando uma mulher está gerando uma vida, automaticamente pensamos nos prós e no significado da maternidade e os impactos positivos na vida da mulher, mas quando acontece durante o cárcere, a figura muda, pois como amplamente relatado neste trabalho, e com base em todos os dados expostos, podemos afirmar que temos leis asseguram a dignidade da gestante e de seu filho, mas infelizmente não são colocadas em prática como deveriam, pois viver em local insalubre, sem comida apropriada e acesso a saúde, vai contra a dignidade da vida humana conforme dispões o código de direitos humanos. Quando falamos sobre o nascituro que está na rota do fato, em contribuição com esse fato leciona Ives Gandra Martins que o direito à vida, talvez mais do que qualquer outro ,impõe o reconhecimento e ação do Estado para que seja protegido e, como vimos a falta de cuidado e prestação de serviços digna com a gestante implica diretamente na violação deste direito. Como vimos, no estado de emergência durante a pandemia do Covid19 houve o cumprimento por parte minoritária quando o CNJ editou a Recomendação nº 62 para proteger as grávidas e os nascituros, o que mostra de maneira cristalina o quão grande é a deficiência do sistema, assim como o acesso das garantias contidas na lei, desde a gestação até o momento que a criança deverá de desligar da mãe e encarar a realidade com o sentimento de abandono fora da prisão. Diante de todo exposto, podemos perceber que se faz necessária uma revisão na legislação para que de fato sejam atendidas as necessidades especificas deste grupo, para que essas mulheres cumpram sua pena de privação de liberdade objetivada na ressocialização e na punição da criminalidade somente, e que isso não se apresente como um castigo e mácula no que tange os direitos básicos e fundamentais, preservando sua dignadade e de seu filho A reflexão final é que estamos em constante evolução, contudo tal evolução não acessa o meio carcerário, e isso não mudar estaremos fadados ao fracasso da espécie humana. REFERÊNCIAS AUDI, Amanda. Juízes ignoram a lei e mantêm mais de 3 mil mães na cadeia longe dos filhos durante a pandemia. Intercept, 09 de maio de 2020. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2020/05/09/juizes-ignoram-lei-maes- presas-pandemia/. Acesso em: 20 de maio de 2022. CASTRO, Carla. Direitos humanos para todos? 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