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Mariane Rauber 
Resumo Clínica cirúrgica 
 
Patologia Definição Quadro clínico Dx TTO 
Apendicite 
Inflamação do apêndice 
vermiforme. 
Causas: hiperplasia linfoide, 
fecálito. 
Dor periumbilical que migra para 
FID, náusea, anorexia, febre baixa, 
defesa, Blumberg +. 
Clínico: migração dor, anorexia, náusea, 
febre, dor FID, defesa FID, leucocitose, 
desvio E. 
Alvarado – 4-6: imagem; >7cirurg 
US – Gestantes, cça 
TC - Escolha 
Apendicectomia + atbt profilaxia 
(cefoxitina/ceftriaxona) 
Instável/peritonite: láparo + 
lavagem peritoneal + atbt 
Abcessos: drenagem percutânea + 
atbt, apendicectomia após 6-8 
semanas. 
Colelitíase 
Presença de cálculo na vesícula 
biliar, sem sinais de inflamação. 
Dor em HD pós-refeição (30-
45min), náuseas, vômitos, dor 6h, após 
ingesta gordurosa, febre, náusea, 
vômito, Murphy +. 
Sinal boas: irradia ombro D. 
FR: feminino, forty-idade>40, fatty-
obesidade, fair-caucasiano, fertile-
multiparidade 
Leucocitose desvio E, ↑PCR, ↑ FA/BD, 
US parede espessada 
Tokyo: A-Murphy+, B-febre-PCR-
leucocitose, C-USG+ 
Definitivo: A+B+C 
US – Inicial. TC avalia Complic. 
Cintilografia – padrão ouro. 
ATB + Colecistectomia (até 72h) 
Instáveis: ATBT + reposição 
volêmica + 
colecistotomia(drenagem). 
Coledocolitíase 
Cálculo impactado na via biliar 
comum (colédoco). 
Cursa com obstrução biliar. 
Dor HD, náusea, vômitos, icterícia, 
colúria - acolia fecal. 
Sd colestática: ictericia, acolia fecal 
- ↑BD (icterícia obstrut) 
↑GGT, ↑FA, ↑BD (icterícia obstrut), 
↑TGO/TGP 
US – Inicial 
Colangio Rm – padrão ouro. 
CPRE - diagnóstico e tratamento. 
Colecistectomia. 
Colangite 
Infecção da via biliar por 
obstrução + estase + infecção (E. 
coli) 
Tríade de Charcot: febre, icterícia, 
dor HD 
Pêntade de Reynolds: hipotensão, 
alt nível consciência. 
Corvoisier Terrier: VB palpável + 
icterícia – neoplasia cabeça pâncreas. 
Leucocitose desvio E. 
↑PCR, GGT, FA, BD, TGO, TGP. 
 
US – Inicial, 
ColangioRM 
Hist clínica + exame físico+ 
laboratório+imagem 
CPRE dx e tto. 
Suporte (jejum, ressuscitação 
volemica, analgesia) + ATBT + 
drenagem via biliar (CPRE) ou 
drenagem percutânea. 
Pancreatite 
Inflamação do pâncreas. 
Causas: biliar, alcoólica, 
triglicerídeos. 
Cullen: equimose periumbilical. 
Grey: equimose flancos 
Fox: equimose base pênis. 
Hemorragia retroperitoneal 
Dor em faixa no andar sup abd, 
irradia para dorso, náuseas, vômitos, 
icterícia. 
SIRS: ↑FC, ↑FR, hipotensão, ↑Ht, 
febre, leucocitose. 
Alívio: prece maometana. 
Sinais clínico + lipase/amilase 
>3x+imagem: 2 de 3. 
amilase/lipase: não são prognostico 
US: definir etiologia. 
TC: padrão ouro e complicações. 
Ransson: admissão/após 48h. 
Atlanta. 
Tratamento clínico: ressuscitação 
volêmica, analgesia, jejum (48-72h), 
nutrição assim que tolerado, ATBT 
somente se infecção – não fazer 
profilaxia. 
Se causa biliar - colecistectomia 
 
 
Mariane Rauber 
 
HDA 
Sangramento acima do ligamento de 
Treitz (ex: úlcera, varizes, 
gastropatia). 
 
Forrest: 
Ia: sge pulsátil. 
Ib: babação 
IIa: vaso visível 
IIb: coágulos 
IIc: hematina 
III: úlcera base limpa 
Hematêmese 
Melena 
 
EDA 
 
Hemoderivados: 
A – Hb60anos, Meckel - cça) 
Hematoquezia: tumor ou hemorroida. 
Enterorragia: divertículos ou 
angiodisplasia. 
Tumor colón D: sangra + 
Tumor colón E: obstrui + 
EDA – 24h 
Colonoscopia após preparo e 
pcte estável. 
 
Hematoquezia ou enterorragia + 
instabilidade = EDA 
suporte volêmico, tratamento da causa 
 
Arteriografia 
cirurgia 
Hernia 
Estruturas: 
Fáscia de camper – fáscia Scarpa – 
M. oblíquo externo, M. obliquo 
interno, M. transverso abd, fáscia 
transversal. 
⍙Hesselbach: 
Medial: borda reto abd 
Inferior: ligamento inguinal 
Superolateral: vasos epigástrios inferiores. 
Teto: fáscia Camper 
Assoalho: fáscia transversalis. 
Nyhus: 
I: indireta – cça; 
II: indireta anel dilatado, parede intacta. 
IIIa: direta 
IIIb: indireta, anel dilatado, defeito parede posterior. 
IIIc: femoral 
IVa: direta 
IVb: indireta 
IVc: femoral 
IVd: combinada 
Hernia inguinal 
indireta 
Passa pelo canal inguinal, lateral aos 
vasos epigástricos; congênita. 
Persistência do conduto peritônio 
vaginal. 
Abaulamento em região inguinal, reduzível 
ou não, pode ter dor ou encarceramento 
Exame físico, USG em dúvida; tratamento cirúrgico (hernioplastia) 
Hernia Inguinal 
direta 
Protrusão medial aos vasos 
epigástricos, por fraqueza da parede 
posterior do canal; adquirida. 
Dentro triangulo de hesselbach 
Abaulamento inguinal medial, geralmente 
adquirida em adultos, menos risco de 
encarceramento 
Diagnóstico clínico, USG se 
dúvida; 
cirurgia se sintomática ou complicada

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