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Rotina de Caixa Torácica – Esterno e Arcos Costais A. Articulação costocondral B. Articulação esternoclavicular C e D. Articulação esternocostal E. Articulações intercondrais TÉCNICA RESPIRATÓRIA A técnica respiratória pode ser usada para o exame radiográfico do esterno e demanda que o paciente realize respirações curtas durante a exposição. Essa técnica também é chamada de técnica ortostática. Se realizada corretamente, a trama pulmonar fica obscurecida, enquanto a imagem do esterno continua bem definida. Isso requer uma kV baixa (65 ± 5) (imagem analógica), uma baixa mA e um longo tempo de exposição, entre dois e três segundos. O tecnólogo deve ter certeza de que o tórax, no geral, não está se movendo durante a exposição, exceto pelo movimento suave da respiração. TÉCNICA RESPIRATÓRIA INSTRUÇÕES PARA AVALIAR OS ARCOS COSTAIS INSTRUÇÕES PARA AVALIAR OS ARCOS COSTAIS INSTRUÇÕES PARA AVALIAR OS ARCOS COSTAIS 1. A natureza da queixa do paciente (dor aguda versus dor crônica ou como a lesão ocorreu). 2. O local da lesão ou da dor. 3. Se a lesão foi causada por traumatismo na cavidade torácica (O paciente tem dificuldade em respirar?). Antes de iniciar o procedimento, o técnico também deve saber se o paciente é capaz de ficar em pé. As instruções de posicionamento a seguir vão permitir que o tecnólogo produza um exame diagnóstico radiológico das costelas. INSTRUÇÕES PARA AVALIAR OS ARCOS COSTAIS Para demonstrar melhor as costelas acima do diafragma, o técnico deve fazer o seguinte: 1. Radiografar em posição ereta, se o paciente for capaz de se sentar. A gravidade ajuda a rebaixar o diafragma quando o paciente está em posição ereta. Essa posição também permite uma inspiração mais profunda, a qual faz o diafragma assumir sua posição mais baixa. Além disso, lesões nas costelas são muito dolorosas e movimentos corporais criam pressão contra a caixa torácica, como a mobilização do paciente na mesa de raios X, que pode causar dor aguda e desconforto. 2. Suspender a respiração e radiografar na inspiração. Isso deve projetar o diafragma abaixo da nona ou décima costelas em inspiração total. 3. Selecionar baixa kV (65 a 75). As costelas superiores são cercadas por tecidos pulmonares, uma kV baixa preservará o contraste radiográfico (com imagens analógicas). Entretanto, se o local da lesão está próximo à área do coração, uma kV mais alta deve ser usada para obter maior escala de contraste, a fim de visualizar as costelas através da silhueta cardíaca e dos campos pulmonares. INSTRUÇÕES PARA AVALIAR OS ARCOS COSTAIS Para demonstrar melhor as costelas abaixo do diafragma, o técnico deve fazer o seguinte: 1. Radiografar o paciente deitado (supinação). Isso permite que o diafragma erga-se à posição mais alta, de forma que o abdome fique menos volumoso (especialmente com pacientes brevilíneos, pois o abdome se achata nesta posição). Isso proporciona melhor visualização das costelas inferiores através das estruturas abdominais. 2. Suspender a respiração e radiografar na expiração. Isto deve permitir que o diafragma se erga ao nível das costelas 7 e 8 posteriores, novamente proporcionando uma densidade uniforme para as costelas abaixo do diafragma. 3. Selecionar uma kV média (70 a 80). As costelas inferiores são cercadas pelo diafragma muscular e pelas estruturas abdominais densas, uma kV média vai garantir uma penetração adequada desses tecidos. INSTRUÇÕES PARA AVALIAR OS ARCOS COSTAIS Alguns protocolos departamentais solicitam que o tecnólogo marque um pequeno BB metálico ou algum outro marcador radiopaco perto do local da lesão, antes de obter as imagens. Isso garante que o radiologista fique ciente da localização do traumatismo ou da patologia, como indicado pelo paciente. INDICAÇÕES CLÍNICAS Fraturas A palavra fratura refere-se à quebra da estrutura do osso. Fraturas da caixa torácica podem ser especialmente perigosas por causa da proximidade dos pulmões, coração e grandes vasos. Áreas comuns de fratura incluem as seguintes: • Costelas: Fraturas nas costelas são mais comumente causadas por traumatismos ou secundárias a uma condição clínica preexistente. Fraturas das primeiras costelas geralmente estão associadas a lesões nas artérias ou veias subjacentes, ao passo que fraturas das costelas inferiores (8 a 12) podem estar associadas a lesões nos órgãos adjacentes como o baço, o fígado ou o rim. Qualquer fratura de costela pode causar lesão ao pulmão e as estruturas cardiovasculares (p. ex., pneumotórax, contusões pulmonares ou cardíacas). • Tórax instável: Essas fraturas costais em dois ou mais lugares são causadas por traumatismos fechados e estão associadas a lesões pulmonares. Esse tipo de lesão pode levar à instabilidade da parede torácica. • Esterno: Causado, em geral, por traumatismo fechado, fraturas no esterno estão associadas a lesões cardíacas. INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS Anomalias Congênitas • Pectus carinatum (peito de pombo): Esse defeito congênito é caracterizado por protrusão anterior da parte inferior do esterno e processo xifoide. Geralmente é uma condição benigna, porém pode levar a complicações cardiopulmonares em casos raros. • Pectus excavatum: Também conhecido como peito escavado, essa deformidade é caracterizada pela depressão no esterno. Essa condição raramente interfere na respiração, mas é frequentemente corrigida cirurgicamente por razões estéticas. INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS INDICAÇÕES CLÍNICAS Metástases Neoplasias malignas primárias disseminam-se para locais distantes por meio da circulação sanguínea e linfática. As costelas são locais comuns de metástases, as quais podem ser visualizadas e caracterizadas na imagem do seguinte modo: • Osteolíticas: lesões destrutivas com margens irregulares. • Osteoblásticas: lesões ósseas proliferativas com densidade aumentada. • Lesões mistas (osteolíticas e osteoblásticas): aparência de roído por traça resultante da combinação de lesões destrutivas e blásticas. ESTERNO - OAD Indicações Clínicas Patologia esternal, incluindo fraturas e processos inflamatórios. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. • Tamanho do RI – 24×30 cm, longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais – faixa de 65 a 80 Kv. Proteção Proteger tecidos radiossensíveis fora da região de interesse. Posicionamento do Paciente • Ereto (preferencialmente) ou em semipronação com uma leve rotação, braço direito para baixo ao lado do corpo, braço esquerdo para cima. • Oblíqua, 15° a 20° para o lado direito. ESTERNO - OAD ESTERNO - OAD RC Raio central (RC) perpendicular ao RI. RC direto no centro do esterno (2,5 cm à esquerda da linha média e na metade da distância entre a incisura jugular e o processo xifoide). Colimação Recomendada Campo de colimação longo e estreito na região do esterno. Respiração A técnica ortostática (respiratória) pode ser realizada se o paciente puder cooperar. Se a técnica respiratória não for possível, suspender a respiração na expiração. A técnica respiratória requer o mínimo de dois segundos de exposição e uma baixa mA para obscurecer as estruturas sobrejacentes. ESTERNO - OAD ESTERNO - OAD POSIÇÃO DO RC ESTERNO - OAD ESTERNO - OAD A correta rotação do paciente é demonstrada pela visualização do esterno ao longo da coluna vertebral, sem ser superposto pelas vértebras!!! ESTERNO - OAD ESTERNO - OAD Um tórax volumoso requer menos rotação que um tórax fino, a fim de mobilizar o esterno para a esquerda da coluna vertebral sobreposta à silhueta homogênea do coração. A quantidade de rotação necessária também pode ser determinada ao se colocar uma mão sobre o esterno e a outra sobre os processos espinhosos e determinar que esses dois pontosnão estejam sobrepostos, visualizados da posição do tubo de raios X. ESTERNO – PERFIL D/E Indicações Clínicas Patologia esternal, incluindo fraturas e processos inflamatórios. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. • Tamanho do RI – 24×30 cm ou 30x35 cm, longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais – faixa de 70 a 80 Kv. Proteção Proteger tecidos radiossensíveis fora da região de interesse. Posicionamento do Paciente • Ereto (preferencialmente) ou em decúbito lateral. Ereta • Paciente de pé ou sentado com os ombros e os braços para trás. Em Decúbito Lateral • Paciente deitado de lado com os braços sobre a cabeça e ombros para trás. • Posicionar o topo do RI a 4 cm da incisura jugular. • Alinhar o eixo longitudinal do esterno ao RC e à linha média da mesa/Bucky vertical. • Assegurar uma posição lateral verdadeira, sem rotação. ESTERNO – PERFIL D/E ESTERNO – PERFIL D/E RC RC perpendicular ao RI. RC direcionado ao centro do esterno (entre a incisura jugular e o processo xifoide). Colimação Recomendada Campo de colimação longo e estreito na região do esterno. Respiração Suspender a respiração na INSPIRAÇÃO. ESTERNO – PERFIL D/E ESTERNO – PERFIL D/E POSIÇÃO DO RC ESTERNO – PERFIL D/E Mamas grandes e volumosas de pacientes do sexo feminino devem ser afastadas para os lados e mantidas nessa posição com uma bandagem larga, se necessário. ESTERNO – PERFIL D/E ESTERNO – PERFIL D/E ESTERNO – PERFIL D/E ESTERNO – PERFIL D/E ESTERNO – PERFIL D/E ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA Indicações Clínicas Subluxação da articulação ou outras condições das articulações esternoclaviculares. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. • Tamanho do RI – 18X24 cm, longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais – faixa de 65 a 75 Kv. Colimação Colimar a região das articulações esternoclaviculares. ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA Posicionamento do Paciente • Paciente em pronação, com a cabeça virada para um dos lados sobre um travesseiro, os braços para cima ao lado da cabeça ou para baixo ao lado do corpo (também pode ser obtida a PA em posição ereta). • Não permitir a rotação dos ombros. ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA RC RC perpendicular, centralizado no nível de T2-T3, ou 7 cm distais à proeminência vertebral (processo espinhoso de C7). Respiração Suspender a respiração na expiração para obter uma densidade mais uniforme. ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA POSIÇÃO DO RC ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES - PA ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES – OAD E OAE Indicações Clínicas Diástase da articulação, subluxação ou outras condições das articulações esternoclaviculares. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. • Tamanho do RI – 18X24 cm, longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais – faixa de 65 a 75 Kv. Colimação Colimar a região das articulações esternoclaviculares. ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES – OAD E OAE Posicionamento do Paciente Em pronação, com leve rotação (10° a 15°) do tórax, um dos braços levantado em frente ao paciente e o outro atrás do paciente. RC RC perpendicular no nível de T2 e T3, ou 7,5 cm distal à proeminência vertebral, e 2,5 a 5 cm lateral ao plano sagital médio. Respiração Suspender a respiração na expiração para uma densidade mais uniforme (brilho). ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES – OAD E OAE ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES – OAD E OAE POSIÇÃO DO RC ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES – OAD E OAE OAD ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULARES – OAD E OAE OAD ARCOS COSTAIS POSTERIORES – AP Indicações Clínicas Patologia costal, incluindo fraturas e processos neoplásticos. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. SE FOR BILATERAL: 180 cm. • Tamanho do RI – 35X43 cm na transversal ou 30X35 cm na longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais Acima do diafragma: 65 a 85 kV Abaixo do diafragma: 70 a 90 kV Colimação Colimar a área de interesse. ARCOS COSTAIS POSTERIORES - AP Posicionamento do Paciente • Acima do diafragma, a posição ereta é preferível (se a condição do paciente permitir) e, abaixo do diafragma, a posição supina. • Rodar os ombros anteriormente, a fim de remover as escápulas da incidência dos campos pulmonares. • Erguer o queixo para evitar que esse se sobreponha às costelas superiores; olhar para a frente. • Garantir a ausência de rotação do tórax ou da pelve. ARCOS COSTAIS POSTERIORES - AP ARCOS COSTAIS POSTERIORES - AP RC Acima do diafragma • RC perpendicular ao RI, centralizado de 8 a 10 cm abaixo da incisura jugular (nível de T7). • RI centralizado no nível do RC (o topo do RI deve estar aproximadamente 4 cm acima dos ombros). Abaixo do diafragma • RC perpendicular, centralizado no nível do processo xifoide. • RI centralizado ao RC (margem inferior do RI na crista ilíaca). ARCOS COSTAIS POSTERIORES - AP Respiração Suspender a respiração na inspiração para costelas acima do diafragma e na expiração para costelas abaixo do diafragma. Observação Em pacientes grandes, ao realizar um exame bilateral das costelas, posicionar o RI transversalmente, tanto para o estudo acima quanto abaixo do diafragma, a fim de garantir que as margens das costelas laterais não sejam cortadas. Uma DFR de 183 cm também pode ser usada para minimizar a ampliação da anatomia. Um estudo unilateral das costelas ou um tórax com dimensões estreitas permitem o uso de um RI mais curto. ARCOS COSTAIS POSTERIORES - AP 1 10 ARCOS COSTAIS POSTERIORES - AP 9 12 ARCOS COSTAIS ANTERIORES – PA Indicações Clínicas Patologia costal, incluindo fraturas e processos neoplásticos. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. SE FOR BILATERAL: 180 cm. • Tamanho do RI – 35X43 cm na transversal ou 30X35 cm na longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais – 65 a 70 kV Colimação Colimar a área de interesse. ARCOS COSTAIS ANTERIORES – PA Posicionamento do Paciente • Preferivelmente ereto, ou em pronação, se necessário, com braços para baixo. • Rodar os ombros anteriormente a fim de remover as escápulas da incidência dos campos pulmonares. • Garantir a ausência de rotação do tórax ou da pelve. ARCOS COSTAIS ANTERIORES – PA ARCOS COSTAIS ANTERIORES – PA RC RC perpendicular ao RI, centralizado no nível de T7 (18 a 20 cm), abaixo da proeminência vertebral para PA do tórax. RI centralizado ao RC (topo do RI 4 cm acima dos ombros). Respiração Suspender a respiração na inspiração. ARCOS COSTAIS ANTERIORES – PA ARCOS COSTAIS UNILATERAL – AP/PA Indicações Clínicas Esta incidência é realizada para demonstrar sinais de traumatismos específicos de um lado da cavidade torácica. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. • Tamanho do RI – 35X43 cm ou 30X35 cm na longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais Acima do diafragma 65 a 85 kV Abaixo do diafragma 70 a 90 kV Colimação Colimar a área de interesse. ARCOS COSTAIS UNILATERAL – AP/PA Posicionamento do Paciente • A posição ereta é preferível para costelas acima do diafragma (se a condição do paciente permitir) e em supinação para costelas abaixo do diafragma. • Alinhar o lado esquerdo ou direito do tórax ao RC e à linha média da grade ou mesa/Bucky vertical. • Erguer o queixo para evitar que se sobreponha às costelas superiores; olhar para a frente. • Garantir a ausência de rotação da pelve ou tórax. ARCOS COSTAIS UNILATERAL – AP/PA ARCOS COSTAIS UNILATERAL – AP/PA RC Acima do diafragma • RC perpendicular ao RI, centralizado entre o plano sagital medial e a margem externa do tórax. • RI centralizado ao nível do RC (o topo do RI deve ficar aproximadamente 4 cm acima dos ombros). Abaixo do diafragma • Alinhar a parte esquerda ou direita do tórax ao RC e à linha média da grade ou mesa/Bucky vertical. • RI centralizado ao RC (topo do RI 4 cm acima dos ombros). RespiraçãoSuspender a respiração na inspiração para costelas acima do diafragma e na expiração para costelas abaixo do diafragma. ARCOS COSTAIS UNILATERAL – AP/PA ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR Indicações Clínicas Patologia costal que inclui fraturas e processos neoplásticos. Posições oblíquas vão demonstrar a porção axilar das costelas que não é bem visualizada nas incidências AP-PA. Fatores Técnicos • DFR mínima – 102 cm. SE FOR BILATERAL: 180 cm. • Tamanho do RI – 35X43 cm ou 30X35 cm na longitudinal. • Grade. • Sistemas analógicos ou digitais Acima do diafragma: 65 a 85 kV Abaixo do diafragma: 70 a 90 Kv Colimação Colimar a área de interesse. ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR Posicionamento do Paciente Lesão posterolateral Posição oblíqua posterior, lado afetado em direção ao RI. Lesão anterolateral Posição oblíqua anterior, lado afetado oposto ao RI. Para demonstrar a porção axilar das costelas direitas, realizar uma oblíqua posterior direita (OPD) ou OAE. Para demonstrar a porção axilar das costelas esquerdas, realizar uma OPE ou OAD. ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR Posicionamento do Paciente • A posição ereta é preferível para costelas acima do diafragma (se a condição do paciente permitir) e em supinação para costelas abaixo do diafragma. • Posicionar o paciente em oblíqua posterior ou anterior a 45°, com o lado afetado próximo ao RI em oblíqua posterior e o lado afetado oposto ao RI em oblíqua anterior. (Rodar a coluna de forma que ela se afaste do local da lesão.) • Erguer o braço do lado elevado acima da cabeça; estender o braço oposto para baixo e atrás do paciente, longe do tórax. • Se deitado, flexionar o joelho do lado elevado para ajudar a manter essa posição. • Apoiar o corpo com blocos de posicionamento, se necessário. • Alinhar o plano do tórax ao RC e à linha média da grade ou mesa/Bucky na distância média entre a coluna vertebral e a margem lateral do tórax do lado de interesse. (Assegurar-se de que o lado de interesse não será excluído.) ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR OPD ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR OAD ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR OPD ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR RC • RC perpendicular ao RI, centralizado entre a margem lateral das costelas e a coluna. Acima do diafragma • RC 8 a 10 cm abaixo da incisura jugular (T7) (o topo do RI aproximadamente 4 cm acima dos ombros). Abaixo do diafragma • RC entre o processo xifoide e o gradil costal inferior (parte inferior do cassette no nível da crista iIíaca). Respiração Suspender a respiração na inspiração para costelas acima do diafragma e na expiração para costelas abaixo do diafragma. ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR OPE ARCOS COSTAIS ANTERIORES – OBLÍQUA POSTERIOR OU ANTERIOR OPE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BONTRAGER, Kenneth L., 1937- Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada / Kenneth L. Bontrager, John P. Lampignano; tradução Alcir Costa Fernandes, Douglas Omena Futuro, Fabiana pinzetta. - 8. ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2015. BIASOLI JR., Antonio. Técnicas radiográficas: princípios físicos, anatomia básica, posicionamento. 2 ed. ed. Rio De Janeiro: Livraria e Editora Rubio, 2016.