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DESENHO ASSISTIDO POR 
COMPUTADOR - CAD 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prezado(a) aluno(a)! 
 
O desenho de engenharia é a atividade de criar representações precisas de 
objetos para uso em arquitetura ou engenharia. A pessoa que executa esta 
atividade é chamada de designer técnico. Hoje, as tarefas de desenho mudaram 
drasticamente devido ao uso de programas CAD. No entanto, quer o desenho seja 
feito à mão ou no computador, é importante que seja reproduzível. 
 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA 01 – DESENHO 
MANUAL X DESENHO 
ASSISTIDO POR 
COMPUTADOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nesta aula, você vai conferir os contextos conceituais da psicologia entenderá 
como ela alcançou o seu estatuto de cientificidade. Além disso, terá a oportunidade 
de conhecer as três grandes doutrinas da psicologia, behaviorismo, psicanálise e 
Gestalt, e as áreas de atuação do psicólogo. 
 Compreender o conceito de psicologia 
 Identificar as diferentes áreas de atuação da psicologia 
 Conhecer as áreas de atuação do psicólogo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nesta aula, você vai conferir os contextos da história sobre desenho manual 
e assistido por computador. Para poder alcançar esses conhecimentos, são 
objetivos desta aula: 
 
 Conhecer a história do início do desenho manual; 
 Interpretar a diferença do desenho manual para CAD; 
 Compreender os benefícios com a evolução na arte de desenhar, do manual 
para os programas computacionais. 
 
 
 
 
 
 
1 HISTÓRIA DO DESENHO MANUAL 
Em português, desenho é um substantivo deverbal do verbo desenhar, que 
remonta ao latim designare, marcar, notar, traçar, desenhar; indicar, designar; dispor, 
ordenar, regular, imaginar, étimo do italiano desegnare. Desenhar (e desenho) é 
modernamente só traçar (e traçado) com linhas e afins (CATAPAN, 2015). 
O desenho é uma forma de representar graficamente visões, formas e ideias, 
seja à mão ou com a ajuda de ferramentas e equipamentos especiais, como mostra a 
Figura 1. desenho à mão livre, praticado por artistas, difere do desenho técnico por 
seguir o padrão de representação gráfica acordado internacionalmente. A 
padronização do design surgiu como uma estratégia para padronizar as 
representações gráficas a fim de compreender as soluções propostas. 
Figura 1 – Representação das variadas formas de desenhos 
 
Fonte: (Catapan, 2015) 
 
 
 
 
Desenhar é a arte de reproduzir formas e ideias à mão, seja como esboço ou 
com ferramentas, seguindo certos padrões. Assim, o desenho técnico torna-se um 
elemento de expressão e comunicação, ou o elo entre o projeto (design) e a execução 
(SILVA, 2001). 
Para Ulbricht (1992) apud Silva (2001), o desenho artístico é uma linguagem 
de expressão gráfica que permite a transferência de informações artísticas entre 
indivíduos. 
Os desenhos técnicos são a única forma eficaz e segura de transmitir ideias e 
soluções para projetos em qualquer área da engenharia. Portanto, os programas de 
estudo dos cursos de engenharia possuem essa especialização em sua programação. 
O sistema de desenho técnico, embora faça parte das disciplinas básicas da 
engenharia, é uma importante ferramenta na formação profissional de engenheiros 
que utilizam o desenho para criar, comunicar, interpretar e analisar informações 
(MORAES, 2001). 
Os fundamentos do desenho técnico são universais. Em outras palavras, facilita 
a globalização do conhecimento independentemente da cultura e legislação nacional. 
Portanto, o conhecimento das regras do desenho técnico complementará a formação 
dos engenheiros. 
Os meios de transmissão de informação através do desenho existem desde a 
pré-história, altura em que foram feitas as primeiras pinturas nas paredes das grutas 
(Fig. 2). Ao longo do tempo, formas de comunicação baseadas em números, como 
pictogramas, foram amplamente utilizadas na cultura egípcia, conforme figura 3. 
Figura 2 – Pintura rupestre da gruta de altamira na Espanha 
Fonte: (Wikipédia, 2007) 
 
 
 
 Figura 3 - Hieróglifos em uma estela funerária 
 Fonte: (Wikipédia, 2007) 
Um fato importante que marcou o desenvolvimento do desenho foi a origem do 
conceito de geometria (do grego geo = terra + metria = régua, que significa “medir a 
terra”) com base na matemática. A geometria é a mais antiga expressão conhecida 
da atividade matemática, segundo Gonçalves et al. (2007). Já por volta de 3000 a.C. 
os antigos egípcios tinham conhecimentos para reconstruir a terra destruída pela 
inundação do rio Nilo e a geometria necessária para construir as famosas pirâmides. 
Os gregos, especialmente Pitágoras e Platão, também reconheceram os 
benefícios do estudo da geometria espacial e a associaram ao estudo da metafísica e 
da religião devido às formas abstratas apresentadas por entidades. 
A geometria também estava intimamente relacionada com a necessidade de 
melhorar o sistema tributário nas áreas rurais, e os antigos egípcios deram os 
primeiros passos para desenvolver esse sistema (Wikipedia, 2007). De acordo com 
HISTORY (2007), verificou-se que o uso de figuras geométricas e suas combinações 
é muito útil para definir áreas de terras tributáveis. Um exemplo pode ser observado 
na Figura 4, onde se visualiza a combinação de diversos triângulos. 
 
 
 
 
 
 Figura 4 – Área de terreno irregular 
 Fonte: (Serra, 2008). 
A partir século V a.C os matemáticos gregos desenvolveram uma parte da 
matemática, intimamente relacionada à geometria, denominada construção 
geométrica, que utilizava recursos gráficos para explicar problemas com gráficos. 
No século XV, o grande pintor, escultor, arquiteto, engenheiro, cientista e 
músico do Renascimento italiano, Leonardo da Vinci, realizou pesquisas relacionadas 
à teoria da pintura, usando o desenho como ferramenta para compreender a realidade 
e representou muitas de suas invenções gráficas. Suas pinturas mostram diferentes 
visões das coisas, dependendo da posição do observador (Fig.5). 
Figura 5 - Modelos de máquinas voadoras planejados por Leonardo da Vinci 
Fonte: (Wikipédia, 2007) 
O desenho tornou-se uma das formas mais antigas de comunicação e 
 
 
expressão humana, como se pode ver, na arquitetura dos monumentos antigos, cujo 
desenho se baseava em desenhos cuidadosamente planeados. Além disso, o design 
liderado pela engenharia deu um grande impulso com a evolução da indústria. 
No século XVIII, o grande matemático francês Gaspard Monge (1746-1818), 
formulou as regras da geometria descritiva, como uma ciência, generalizando os 
métodos introduzidos pelos artistas renascentistas. Apresentou de forma metódica e 
rigorosa as diferentes formas de representação na elaboração dos planos, até agora 
tratadas com moderação. A expansão das máquinas no século XIX teria sido 
impossível, sem a geometria descritiva originalmente usada na engenharia militar. Um 
exemplo de desenho de maquinaria pode ser observado na Figura 6. 
Ao analisar a figura 6, pode-se observar que os dois desenhos representam a 
mesma peça e os desenhos correspondem a diferentes posições de visualização. A 
Figura 1 pode ser entendida como a vista frontal do objeto e a Figura 2 como a vista 
lateral. Assim, pode-se dizer que, dependendo da posição da peça no espaço, 
obtemos diferentes projeções (ou desenhos) da mesma peça. 
Figura 6 – Desenho de um objeto da us patent (1913), mostrando duas vistas 
de um mesmo objeto 
Fonte: (Wikipédia, 2007) 
Para facilitar e padronizar a representação das peças em plantas, a geometria 
descritiva torna-se a base. A geometria descritiva é entendida como a ciência que 
estuda os métodos de representação gráfica das formas espaciais em um plano e 
resolve problemas olhando até três dimensões (STAMATO et al., 1972). 
 
 
A geometria descritiva (também conhecida comogeometria mongeana ou 
método de monge), é um ramo da geometria que visa representar objetos 
tridimensionais em um plano bidimensional. Um exemplo da representação de um 
sólido pode ser observado na Figura 7. 
Figura 7 - Representação de sólido em geometria descritiva 
 
Fonte: (Wikipédia, 2007) 
Para Silva (2001), “desenhos técnicos baseados em geometria, codificação e 
tecnologia têm papel de destaque tanto na concepção como na fabricação e 
montagem de peças moldadas, desenhos de identificação e de montagem”. Recursos 
como ajuste de planos de projeção, rotação, curvatura e verificação de seção estão 
disponíveis quando um sistema de exibição ortogonal é insuficiente para os requisitos 
de projeto. O designer pode escolher a opção que mais lhe convém. 
Atualmente, o desenho técnico ocupa uma posição descentralizada e 
interdisciplinar, combinando recursos vitais, como computadores, que auxiliam a 
produzir produtos do mundo físico, usados em inúmeras áreas, como projetos 
ambientais, mecânicos, aeroespaciais, mobiliários, arquitetônicos, navais, entre 
outros (SERRA, 2008). A Figura 8 é uma ilustração de alguns dos gabaritos e 
instrumentos utilizados no desenho técnico à mão. 
 
 
 
Figura 8- Instrumentos, acessórios e materiais utilizados no desenho manual 
 
Fonte:( Kubba, 2014) 
 
A geometria descritiva, fornece uma base geométrica para o desenho técnico 
estudar a relação espacial de formas tridimensionais mostradas em projeção e não 
aborda especificamente problemas técnicos. Mas é um desenho técnico, que está 
incorporado o plano do desenho, a definição da forma do objeto e uma descrição 
precisa, como meio de comunicação entre o projetista e o projetista ou construtor. 
Com o advento dos computadores e a facilitação do ensino da geometria, 
surgiu recentemente um novo ramo dessa parte da matemática: a geometria dinâmica. 
O termo geometria dinâmica é frequentemente utilizado para designar a geometria 
executada por computador, que permite a movimentação de objetos, mantendo todas 
as conexões originalmente estabelecidas na construção. Uma das vantagens mais 
 
 
importantes, é a sua utilização em ambiente de aprendizagem, onde a compreensão 
das características e estruturas é facilitada pela visualização e movimentação. 
 Atualmente, os projetos de engenharia utilizam diversos softwares e é 
praticamente impossível desenvolver projetos bons ou complexos sem eles, conforme 
mostra a Figura 9, a partir da análise de fotografias é possível constatar que a 
execução dos projetos pressupõe que haja conhecimento das regras de 
representação dos desenhos e no ajuste das peças, as geometrias básicas utilizadas, 
combinadas para se obter o objeto final. (SERRA, 2008). 
Figura 9 - Projetos de engenharia 
Fonte: https://bit.ly/3YbmfVc 
1.1 Disciplina de Expressão gráfica para engenharia 
Podemos perceber a importância do desenho na história da humanidade e da 
engenharia. 
Esta disciplina pode ser entendida como a base do raciocínio espacial ou 
exercício mental no projeto e planejamento de engenharia. Mas ensinar desenho e 
seus conceitos, difere de fazer um projeto. Para transformar uma ideia em projeto, um 
desenho também requer alguma habilidade manual ou destreza por parte do 
engenheiro, principalmente no cálculo quando os recursos computacionais não estão 
disponíveis. Assim, esta disciplina se apoiará sobre estes dois pilares: raciocínio 
espacial e habilidade manual (SERRA, 2008). 
https://bit.ly/3YbmfVc
 
 
Podemos utilizar os instrumentos de desenho que foram evoluindo ao longo 
dos tempos; atualmente a informática é o meio mais utilizado profissionalmente para 
a representação de projetos de engenharia e arquitetura. Mas ler e interpretar o projeto 
requer conhecimento teórico e prático das formas e meios de representar gráficos no 
papel e transmitir informações operacionais. 
Em nosso entendimento, é necessário que o aluno aprenda a desenhar e 
desenhar com a ferramenta antes de aprender a representar em um programa de 
desenho. O gráfico em um determinado programa é sempre baseado na 
cardinalidade. O resultado será uma mistura de diferentes texturas e formas. Portanto, 
é importante conhecer a teoria com antecedência. 
Estes conhecimentos serão importantes ao longo de todo o curso e, 
principalmente, ao longo da vida profissional. Praticamente, o desenho é a forma de 
representação das ideias dos(as) engenheiros(as) (SERRA, 2008). 
1.2 Projeto assistido por computador (CAD), desenho e projeto assistidos por 
computador (CADD) 
A mudança do desenho manual para o projeto e layout auxiliados por 
computador, é um avanço em termos de recursos da tecnologia atual. CAD 
originalmente significa desenho assistido por computador, a qual foi o substituto do 
desenho tradicional. Agora, em geral, ele se refere ao projeto assistido por 
computador, refletindo, assim, que as modernas ferramentas de CAD realizam mais 
do que apenas o desenho (Figura 10). Outros acrônimos são: CADD, que significa 
desenho e projeto assistidos por computador; CAID, projeto industrial assistido por 
computador; e CAAD, projeto de arquitetura assistido por computador. Todos esses 
termos são essencialmente sinônimos, mas há algumas diferenças sutis de significado 
e aplicação. Fabricação assistida por computador (CAM) também costuma ser 
utilizada de maneira similar ou como uma combinação (CAD/CAM) (KUBBA, 2014). 
 
 
 
 
 
 
Figura 10 - Exemplo de um tipo de desenho gerado por CADD. 
 
Fonte: https://bit.ly/3l4o3Rt. 
Ao trabalhar com desenho e projeto assistido por computador (CADD), surgem 
alguns problemas que muitas vezes são negligenciados ao trabalhar em uma mesa 
de desenho. Embora com CAD ou CADD não usemos as ferramentas típicas do 
desenho manual, ainda assim, estamos projetando ou desenhando (KUBBA, 2014). 
O CADD é uma ferramenta eletrônica que permite criar desenhos rapidamente, 
usando um computador, possibilitando produzir plantas arquitetônicas em menos 
tempo do que se fossem feitas à mão. Além disso, ao contrário dos métodos de 
desenho tradicionais feitos em uma prancheta, os gráficos profissionais podem ser 
criados com o sistema CADD usando um mouse e um teclado e os desenhos criados, 
apresentam várias vantagens sobre os criados com métodos tradicionais, são limpos, 
precisos e bonitos, podem ser facilmente editados e convertidos em diversos 
formatos, podem ser armazenados em um computador, unidade USB, CD-ROM ou 
disco rígido externo, em vez de folhas individuais ou papel vegetal, que requerem um 
armário para armazenamento. 
Há uma década, o CADD era amplamente utilizado em aplicações específicas 
de engenharia, que exigiam alta precisão. Os custos de produção associados ao uso 
eram tão altos, que poucos especialistas podiam arcar com eles. Mas, recentemente, 
o preço do computador caiu drasticamente, o que permitiu que mais e mais 
 
 
profissionais usassem o software CADD para tirar proveito dele (KUBBA, 2014). 
Hoje, existem muitos softwares CADD no mercado. Alguns são usados para 
trabalhos gerais de desenho, enquanto outros para aplicações específicas de 
engenharia. Esses programas permitem, entre outros, a produção de desenhos 2D, 
desenhos 3D, renderizações, sombreamentos, listas de tarefas, planejamento 
espacial, projeto arquitetônico, sistemas de saneamento de fluidos, sistemas HVAC, 
sistemas de desenho e gerenciamento de projetos. Hoje, podemos encontrar 
programas CADD para quase todas as disciplinas imagináveis de engenharia. 
Embora o CADD seja destinado principalmente a desenhos de linha simples e 
tenha capacidade limitada de criar expressões artísticas, é um ótimo aplicativo para 
desenho e renderização em 3D, que podem ser criados e visualizados de vários 
ângulos e parecer muito realistas com o sombreamento e a largura corretos. Com o 
CADD, você pode criar gráficos impressionantes com centenas de cores, estilos de 
linha, portas, íconesde exibição, estilos de texto e outros recursos. Mesmo que, no 
final, sua apresentação não tenha ficado do seu agrado, você pode alterá-la 
instantaneamente (Figura 11). 
Figura 11 - Exemplo de um corte perspectivado de apresentação gerado com 
o uso do software ArchiCAD. 
 
Fonte: https://bit.ly/3WXysMj 
Além de preparar apresentações de papel impressionantes, o CADD também 
pode ser usado para criar apresentações na tela. As ideias podem ser apresentadas 
na tela por meio de um cabo que conecta ao computador ao projetor. O software 
https://bit.ly/3WXysMj
 
 
CADD avançado também pode criar animações. Você pode mostrar como é quando 
entra em uma edificação ou como um componente da máquina funcionará quando 
diferentes partes da máquina forem movidas, representando o estado bem real de 
determinada construção (KUBBA, 2014). 
1.3 BIM – Building Information Modeling 
O significado da sigla BIM é mostrado tanto pelo Modelo de Informação 
da Construção, quanto pela modelagem de edificações, podendo ser entendida como 
uma coleção de informações geradas sobre um projeto. Isso pode ser entendido como 
a criação de um modelo de projeto que reúna todas as áreas de engenharia civil, 
arquitetura, hidráulica, elétrica, estrutural, entre outras, tudo em um único projeto, 
integrar e compatibilizar informações. Não desenhamos mais uma vista 2D para 
representar um edifício em 3D, mas construímos o edifício virtualmente antes de 
construí-lo fisicamente (KUBBA, 2014). 
BIM inclui geometria, relações espaciais, geografia, informações 
quantitativas, custo e características de construção dos componentes (por exemplo, 
fabricante e detalhes de custo). O BIM pode ser usado para demonstrar todo o ciclo 
de vida da construção, incluindo processos de construção, fases de instalação e 
manutenção. Projetar com a filosofia BIM leva mais tempo na execução do projeto, 
mas a qualidade do projeto é alta e o tempo de execução é otimizado. 
O BIM assume que ao projetar um modelo de construção virtual, por 
ferramentas tridimensionais (Scia Engineer, Allplan, Revit, Bentley Architecture, 
Archicad, VectorWorks, Tekla Structures, Cype, etc.), todas as informações 
necessárias para Representações gráficas, análises construtivas, quantificação de 
obra e tempo de obra, desde o início do projeto até o fim ou mesmo do processo de 
manutenção estão presentes no modelo. 
Vantagens do BIM 
Algumas das vantagens de utilização da metodologia BIM: 
 Examinar o edifício de qualquer ponto; 
 Testar e analisar o edifício; 
 
 
 Conferência fácil e rápida de incompatibilidades no projeto; 
 Realizar orçamentos desde os primeiros estudos; 
  Possibilidade de realizar estudos de insolação, uso de energia; 
 Documentação fiel ao modelo; 
 Gerenciamento da construção com auxílio de softwares como MS Project e 
Navisworks 
1.4 Autodesk Revit Architecture 
Com desenvolvimento iniciado em 1997 pela empresa de software Charles 
River Software, é uma das ferramentas mais populares que operam na filosofia BIM, 
a ponto de alguns autores terem usado erroneamente Revit como sinônimo de BIM. 
O Revit pode ser utilizado para as fases de desenvolvimento de projetos de arquitetura 
e engenharia, bem como para o orçamento de obras. Para as fases de planejamento 
e acompanhamento de construção, manutenção e demais fases, deve-se utilizar 
software específico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
CATAPAN, Márcio, Fontana. Apostila de desenho técnico.2015. 
KUBBA, Sam A. A. Desenho técnico para construção. Porto Alegre, 2014). 
MORAES, A.B. A expressão gráfica em cursos de engenharia: estado da arte e 
principais tendências. 2001.Tese (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em 
Engenharia de Construção Civil e Urbana da Escola Politécnica da Universidade de 
São Paulo (USP), 2001. 
SERRA, S. M.B. Breve histórico do desenho técnico. Apostila do departamento de 
engenharia civil da UFSCAR, p.2-9, 2008. 
SILVA, J.C. Aprendizagem mediada por computador: uma proposta para 
desenho técnico mecânico. 2001.Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação 
em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 
2001. 
STAMATO, J.; OLIVEIRA, J.C.; GUIMAR, J.C.M. Desenho 3: introdução ao 
desenho técnico. Coleção Cadernos MEC, 1972. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
	1 HISTÓRIA DO DESENHO MANUAL
	1.1 Disciplina de Expressão gráfica para engenharia
	1.2 Projeto assistido por computador (CAD), desenho e projeto assistidos por computador (CADD)
	1.3 BIM – Building Information Modeling
	1.4 Autodesk Revit Architecture

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