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ESCALA PERME E PONTUAÇÃO ESCALA PERME ESTADO MENTAL Estado de alerta no começo da avaliação: • Não responsivo=0 • Letárgico=1 • Acordado e alerta=2 Paciente consegue seguir 2 entre 3 comandos? • Não=0 • Sim=1 POTENCIAIS BARREIRAS A MOBILIDADE Pontuação máxima=4 O paciente está em VM invasiva ou não-invasiva? • Sim=0 • Não=1 No momento do contato inicial ou a qualquer momento durante a intervenção Dor: Incapaz de determinar dor ou o paciente indica • Sentir dor=0 • Sem dor =1 O paciente apresenta dois ou mais dos seguintes, circule: Dispositivos de oxigenioterapia, cateter de Foley, TOT, traqueostomia, , cateter central, cateter periférico, PAM, cateter de diálise, sonda nasogástrica, drenos, marcapasso, BIA. • Sim=0 • Não=1 O paciente está em infusão endovenosa? Infusão endovenosa contínua : vasopressores, inotrópicos, insulina, sangue, antibióticos, fluidos • Sim=0 • Não =1 FORÇA FUNCIONAL Pontuação máxima =4 Pernas: 20 graus de flexão de quadril na posição supino ou semi-reclinado contra a gravidade, direita e esquerda com joelhos esticados • Não=0 • Sim=1 Braços: Aproximadamente 45 graus com cotovelo estendido em posição supino ou sentado, direito e esquerdo • Não=0 • Sim=1 MOBILIDADE NO LEITO Pontuação máxima =6 Supino para sentado: • Não avaliado ou assistência total (75%) ou supervisão=3 Equilíbrio estático uma vez estabelecida a posição sentado a beira do leito: • Não avaliado ou assistência total (75%) ou supervisão=3 TRANSFERÊNCIAS Pontuação máxima =9 Sentado para em pé: • Não avaliado ou assistência total (75%) ou supervisão=3 Equilíbrio estático uma vez estabelecida a posição em pé: • Não avaliado ou assistência total (75%) ou supervisão=3 Transferência do leito para cadeira OU da cadeira para o leito: • Não avaliado ou assistência total (75%) ou supervisão=3 INSTRUÇÕES PARA USO DA TABELA PERME INSTRUÇÕES PARA O USO DA ESCALA PERME ESTADO MENTAL Estado de alerta no contato inicial O estado de alerta é obsevado no momento da hega e intervenção inicial do avaliador Paciente consegue seguir 2 entre 3 comandos? Solicitar 3 comandos consecutivos Para pacientes com fraqueza evidente sugerem: piscar os olhos, mostrar a língua, mexer a cabeça para cima e para baixo POTENCIAIS BARREIRAS A MOBILIDADE Considerar potenciais barreiras de mobilidade à qualquer momento durante a mobilização Paciente está em VM invasiva ou não-invasiva? Inclui suporte por tubo, traqueostomia ou máscara Dor O paciente sente ou não dor em qualquer momento da mobilização O paciente apresenta 2 ou mais dos seguintes Acessos, tubos, cateteres, dispositivos conectados ao corpo, mesmo que não estejam em uso (exemplo cateter de diálise) O paciente está com infusão endovenosa? Considera-se qualquer tipo de infusão endovenosa contínua: vasopressores, inotrópicos, insulina, sangue, antibióticos, fluidos FORÇA FUNCIONAL Pernas O paciente deve elevar cada uma das pernas paradamente aproximadamente 20 graus de lexão de quadril na posição supino ou semi- reclinado contra a gravidade Braços Solicitar flexão de ombro, um por vez, em aproximadamente 45 graus com cotovelo estendido em posição supino ou sentado MOBILIDADE NO LEITO Supino para sentado Solicitar que o paciente passe de supino para sentado. Se o paciente não conseguir iniciar pode ser dada assistência física, verbal ou tátil para que ele complete a tarefa Equilíbrio estático sentado a beira do leito uma vez estabelecida a posição O nível de assistência deve ser estabelecido assim que o paciente assumir a posição sentado TRANSFERÊNCIA Sentado para posição em pé A partir da posição sentada solicitar que o paciente passe para posição ortostática Equilíbrio estático uma vez estabelecida a posição em pé Nível de assistência determinado assim que o paciente assumir a posição ortostática Transferência do leito para cadeira ou da cadeira para o leito Solicitar que o paciente passe do leito para sentado OU solicitar que ele volte da posição sentado para o leito. Se o paciente já estiver fora do leito e não conseguir voltar a atividade deve ser considerada como “NÃO AVALIADA” MARCHA Marcha Definida como sequência de movimento de pés no qual o ciclo completo da marcha é realizado várias vezes. Durante a marcha pode ser utilizado andador, bengala ou qualquer ESCALA DE MOBILIDADE DA UTI (EMU) ESCALA DE MOBILIDADE DA UTI (EMU) CLASSIFICAÇÃO DEFINIÇÃO 0 Nada (deitado no leito) Rolado passivamente ou exercitado passivamente pela equipe, mas sem movimentação ativa. 1 Sentado no leito, exercícios no leito Qualquer atividade no leito, incluindo rolar, ponte, exercícios ativo-assistidos, ativos livres, sem sair do leito ou sentado à beira do leito. 2 Transferido passivamente para a poltrona Transferido para poltrona por meio de guincho, elevador ou passante, sem ortostatismo ou se sentar à beira do leito. 3 Sentado à beira do leito Pode ser auxiliado pela equipe, mas envolve sentar-se ativamente à beira do leito e com algum controle de tronco. 4 Ortostatismo Sustentação do peso sobre os pés na posição ortostática, com ou se ajuda. Pode ser considerada o uso de guincho ou prancha ortostática. 5 Transferência do leito para a poltrona Ser capaz de trocar passos ou arrastar os pés na posição de pé até a cadeira. Envolve transferir ativamente o peso de uma perna para a outra e ir até a poltrona. Se o paciente já ficou em pé com auxílio de algum equipamento médico, ele deve andar até a poltrona (não aplicável se o paciente é levado por algum equipamento de elevação). 6 Marcha estacionária (à beira do leito) Ser capaz de marcha estacionária erguendo os pés de forma alternada (deve ser capaz de dar no mínimo, quatro passos, dois em cada pé), com ou sem auxílio. 7 Deambular com auxílio de duas ou mais pessoas Paciente consegue se distanciar pelo menos 5 metros do leito ou poltrona com auxílio de duas ou mais pessoas 8 Deambular com auxílio de uma pessoa Paciente consegue se distanciar pelo menos 5 metros do leito ou poltrona com auxílio de uma pessoa. 9 Deambulação independente COM auxílio de dispositivo de marcha Paciente consegue se distanciar pelo menos 5 metros do leito ou poltrona com uso de dispositivo de marcha, mas sem auxílio de outra pessoa. Em pacientes cadeirantes, esse nível implica locomover-se com cadeira de rodas de forma independe por cinco metros para longe do leito ou poltrona. 10 Deambulação independente SEM auxílio de dispositivo de marcha Paciente consegue se distanciar pelo menos 5 metros do leito ou poltrona sem uso de dispositivo de marcha, mas sem auxílio de outra pessoa. TABELA 08: PROTOCOLO DE MOBILIZAÇÃO PRECOCE DO PACIENTE CRÍTICO (PMPPC) PROTOCOLO DE MOBILIZAÇÃO PRECOCE DO PACIENTE CRÍTICO (PMPPC) AVALIAÇÃO DE MOBILIDADE FORÇA NÍVEL ESTADO FUNCIONAL EMU PERME MRC Treinamento muscular periférico Transferências/Treinamentos 0 0- 7 0-23 1 INATIVO Eletroestimulação Ciclismo passivo Posicionadores Transferências passivas para mudança de decúbito no leito Prancha ortostática 1-3 7-12 23-35 2 MOBILIDADE RESTRITA AO LEITO OU POLTRONA Eletroestimulação Exercícios ativo assistidos, ativos livres Dissociação de cinturasCiclismo passivo/assistido Sedestação na beira do leito com assistência Treino de controle de tronco Sedestação na poltrona com transferência passiva Prancha ortostática Treino de supino para sentar Treino de equilíbrio e coordenação em sedestação 4-6 12-17 35-48 3 ORTOSTATISMO Exercícios assistidos e/ou ativos, resistidos (tornozeleira, bola, bastão,) Dissociação de cinturas Ciclismo ativo/assistido Sedestação na poltrona com transferência assistida Treino de controle de tronco Ortostatismo assistido Trocas posturais: Treino de sentar-levantar Treino de equilíbrio e coordenação em ortostatismo Prancha ortostática Treino de marcha estática Treino de marcha assistida com progressão gradual de distância 7-10 17-32 48-60 4 DEAMBULAÇÃO Exercícios resistidos com progressão de carga Dissociação de cinturas Ciclismo ativo Transferências com mínima assistência ou independente. Sedestação Treino de equilíbrio e coordenação em ortostatismo e marcha Treino de marcha com progressão de distância e mínima assistência LISTA 01: CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO CRITÉRIOS DE INCLUSÃO indica-se a todos os pacientes críticos admitidos no serviço de terapia intensiva, salvo aqueles enquadrados em parâmetros de inviabilidade da terapia e riscos à segurança (critérios de exclusão). CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO BARREIRAS RELACIONADAS AO PACIENTE (ASPECTOS CLÍNICOS) 1. Pressão arterial média: 110 mmHg, ou pressão arterial sistólica > 180 mmHg; 2. Frequência cardíaca: 130 bpm; 3. Presença significativa de droga vasoativa; incremento da dosagem nas últimas duas horas ou inclusão de nova droga; 4. Arritmias não tratadas ou introdução de nova droga antiarrítmica; 5. PCR ou infarto do miocárdio em ECG ou dosagem de enzimas cardíacas nas primeiras 24 horas 6. Condições cardiovasculares não abordadas: aneurisma, TEP e/ou embolia maciços, BAVT, isquemia mesentérica entre outras similares em gravidade. 7. Falência ventilatória aguda; 8. Hipoxemia: FIO2 > 60% com PaO2 10 cm H2O; PPI > 40 cmH2O, Pplat > 30 cmH2O 10. Frequência Respiratória: FR > 45 rpm ou 38 °C; 15. Anemia severa: Hb 2 mmol/L (causa não corrigida); 18. Hemorragia ativa em progresso; 19. Hipoglicemia; 20. Edema/ enfisema subcutâneo generalizado; 21. Alterações significativas de eletrólitos; 22. Instabilidade da coluna vertebral ou fraturas em membros que contraindiquem mobilizações; 23. Abdome aberto ou alto risco de deiscências de suturas a mobilização; 24. Evento neurológico agudo; 25. PIC > 20 mmHg; 26. Morte cerebral, paliação exclusiva (exceto solicitação do paciente); 27. Paciente não colaborativo ou nega-se a realizar o procedimento; 28. Presença de sintomas limitantes de dor; BARREIRAS RELACIONADAS AO PROFISSIONAL 29. Não há percepção de benefício ao paciente dos procedimentos de mobilização disponíveis a avaliação no momento. 30. Staff limitado; 31. Falta de treinamento da equipe ao protocolo; 32. Falta de tempo necessário para a mobilização; BARREIRAS RELACIONADAS A EQUIPE E INFRAESTRUTURA DA UTI 33. Expressa contraindicação médica 34. Dispositivos conectados impedem a realização do PMPPC de forma eficiente e segura 35. Cultura da UTI refratária mobilização; 36. Falta de equipamentos e acessórios para a mobilização. LISTA 02: CRITÉRIOS DE INTERRUPÇÃO E EVENTOS ADVERSOS CRITÉRIOS DE INTERRUPÇÃO 1. Variação de 20% na frequência cardíaca ou na pressão arterial média; 2. Início de nova arritmia cardíaca; 3. Redução > 4% da SpO2 de repouso; 4. Rebaixamento do nível de consciência, convulsões; 5. Hipotensão ortostática; 6. Ansiedade importante ou sinais de desconforto respiratório EVENTOS ADVERSOS 1. Extubação acidental; 2. Perda de sonda para dieta/ gastrostomia/ jejunostomia; 3. Perda de sonda vesical de demora /cistostomia /dispositivos urinários; 4. Perda de acessos venosos periféricos; 5. Perda de acesso venoso central e/ou de diálise; 6. Perda de dreno torácicos: pleural e/ou mediastinal; 7. Perda de bolsas e drenos coletores; 8. Perda de dispositivo invasivo de medida da pressão arterial; 9. Perda de dispositivo invasivo de medida da pressão intracraniana; 10. Queda