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INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO HUMANO 
 
 
1. CONCEITO: 
Trata-se do processo contínuo que se inicia quando óvulo (gameta feminino) é fecundado pelo 
espermatozoide (gameta masculino) e dão origem ao zigoto que, a partir de mecanismos biológicos, 
formará o ser humano multicelular. 
Observação: 
A maior parte das alterações ocorrem durante os períodos embrionário e fetal. 
2. PERÍODOS: 
• Pré embrionário: clivagem (divisão dos blastômeros) até a formação do disco trilaminar – entre a 
primeira e metade da terceira semana. 
• Embrionário: ocorrem os processos de morfogênese e organogênese (formação de órgãos) – 
entre o final da terceira semana e a oitava semana. 
• Fetal: crescimento, aumento de peso e maturação de órgãos que foram formados no período 
embrionário – entre a nona e trigésima oitava semana. 
 
 
Cronologia do desenvolvimento 
Comentado [IG1]: Também chamado oócito 
Comentado [IG2]: Célula altamente especializada e 
totipotente 
Comentado [IG3]: Divisão celular (mitoses) 
Migração celular 
Morte celular programada (apoptose) 
Diferenciação (programada a partir de fatores genéticos) 
Crescimento 
Rearranjo celular 
Comentado [IG4]: Posição anatômica: 
Corpo adulto ereto, com membros superiores estendidos a 
cada lado e as palmas direcionadas anteriormente 
 
 
 
GAMETOGÊNESE 
 
Comentado [IG5]: Espermatogênese (formação do gameta 
masculino) e oogênese (formação do gameta feminino) 
 
Corresponde ao processo de formação e desenvolvimento 
das células germinativas especializadas, os gametas, a partir 
de células precursoras bipotentes (potencial de formar duas 
células, um esperma ou um ovócito) 
OBS: a gametogênese anormal, geralmente marcada pela não disjunção de cromossomos, resulta em 
anomalias e aberrações cromossômicas, sendo a principal causa de aberrações cromossômicas 
numéricas. 
1. ESPERMATOGÊNESE 
Sequência de eventos pelos quais as espermatogônias (células germinativas primordiais) são 
transformadas em espermatozoides maduros. 
EVENTOS: 
• Espermatogônia (CGP) sofre sucessivas mitoses, até aumentar de tamanho, sofrer modificações 
e se tornar espermatócito primário 
• O espermatócito primário sofre a primeira divisão meiótica, a reducional, para formar 
espermatócitos secundários 
• Cada espermatócito secundário sofre a segunda divisão meiótica, a equacional, dando origem a 
duas células cada, as espermátides haploides 
• Resultado: 4 espermátides haploides 
• As 4 espermátides sofrem gradativas modificações até se tornarem, se fato, espermatozoides 
maduros, processo conhecido por espermiogênese 
• Tem início na puberdade 
2. OOGÊNESE 
Sequência de eventos pelos quais as oogônias (células germinativas primordiais) são transformadas em 
oócitos maduros. 
EVENTOS: 
• As oogônias crescem sucessivamente por mitose e se tornam os oócitos primários antes do 
nascimento 
• Assim que se forma o oócito primário, células do tecido conjuntivo o circundam e formam uma 
única camada de células achatadas, as células foliculares 
• O oócito primário circundado por essa camada de células forma o folículo primário 
• Esse oócito primário é revestido pela zona pelúcida 
• Os oócitos primários iniciam a primeira divisão meiótica antes do nascimento, mas o término da 
prófase só começa com a puberdade 
• Maturação 
• Mensalmente, após a puberdade, a mulher libera um folículo ovariano com o ovócito II dentro, o 
qual é expelido no dia da ovulação 
• A ovulação é influenciada pelo FSH e LH, os quais são estimulados pelo GnRh 
• A cada mês, o ovócito I finaliza a primeira meiose, dando origem ao ovócito II, o qual será 
liberado para as tubas uterinas e, em caso de fecundação, sofrerá a meiose II, dando origem, de 
fato, ao óvulo 
 
 
3. HORMÔNIOS GONADOTRÓFICOS (FSH E LH): são formados pela adeno-hipófise, parte 
anterior da hipófise, mediante a influência do GnRh 
 
• FSH (hormônio folículo estimulante) 
Comentado [IG6]: Maiores células germinativas nos 
túbulos seminíferos dos testículos 
Comentado [IG7]: Cada espermatócito primário diploide 
forma dois espermatócitos secundários haploides a partir da 
meiose reducional 
Comentado [IG8]: As células de sertoli revestem os 
túbulos seminíferos, sustentam e participam da nutrição das 
células germinativas, além de estarem envolvidas com a 
regulação da espermatogênese 
Comentado [IG9]: São transportados passivamente dos 
túbulos seminíferos para o epidídimo, onde são 
armazenados e tornam-se funcionalmente maduros durante 
a puberdade. O epidídimo é um ducto longo e espiralado, no 
qual há o ducto deferente em seu seguimento e transporta 
os espermatozoides para a uretra 
 
São ativamente móveis devido aos flagelos 
Comentado [IG10]: Dura cerca de dois meses para 
acontecer e, quando completada, os espermatozoides 
entram na luz dos túbulos seminíferos 
Comentado [IG11]: Também chamados de ovócitos 
Comentado [IG12]: Secretam uma substância: inibidor da 
maturação do oócito, que mantém estacionado o processo 
meiótico do oócito 
Comentado [IG13]: Conforme o oócito primário cresce 
durante a puberdade, as células foliculares se tornam 
cúbicas e depois cilíndricas, formando o folículo primário 
Comentado [IG14]: Material glicoproteico acelular e 
amorfo 
Comentado [IG15]: No ciclo ovariano feminino, os dois 
tem pico no dia 14 
• Nas mulheres: estimula o desenvolvimento do folículo ovariano (dentro do qual o oocito 
I está com a meiose I estacionada, voltando a ser completada a cada ciclo menstrual: 
que gerará um oocito II), o qual libera muito estrógeno – hormônio ovariano 
• Nos homens: estimula as células de Sertoli (nutrição das células germinativas 
masculinas) 
• LH (hormônio luteinizante) 
 
• Nas mulheres: promove a liberação do ovócito II (ovulação), além de estimular a 
formação do corpo lúteo/ amarelado, que é o folículo ovariano envelhecido responsável 
pela liberação de progesterona 
• Nos homens: estimula as células de Leyding na produção de testosterona 
 
 
4. CICLO HORMONAL E OVARIANO ATÉ A FECUNDAÇÃO 
 
 
 
 
 
• O hipotálamo libera GnRh pelo sistema porta-hipofisário, que estimula a adeno-hipófise a liberar 
FSH e LH, os quais estimulam ou inibem o ovário a produzir estrógeno e progesterona em um 
comando de feedback positivo e negativo 
• O hormônio folículo-estimulante (FSH) estimula o desenvolvimento dos folículos ovarianos e a 
produção de estrogênio pelas células foliculares. 
• O hormônio luteinizante (LH) age como um “disparador” da ovulação (liberação do oócito 
secundário) e estimula as células foliculares e o corpo lúteo a produzirem progesterona. 
• Esses hormônios também induzem o crescimento dos folículos ovarianos e do endométrio. 
• durante a gravidez, o corpo da mulher passa a produzir o HCG (placenta), o qual é responsável 
por estimular os ovários a produzir mais altos níveis de estrogênio e progesterona para manter o 
útero apto para a gestação 
• PASSOS: 
• - Hipotálamo libera GnRh 
• - Adeno-hipófise libera FSH (estimula a granulosa que dá origem ao estrogênio) e LH (estimula a 
produção de progesterona na célula de TECA) 
• - O FSH estimula o ovário a produzir estrógeno (fase menstrual) 
• - Enquanto aumenta o nível de estrógeno, FSH e LH são "inibidos" por feedback negativo 
• - quando estrógeno chega à secreção máxima, voltam a subir os níveis de FSH e LH 
(principalmente) 
• - O LH estimula a ovulação 
• - Após o pico, onde ocorre a ovulação, FSH e LH começam a cair 
• - Progesterona (produzida pelo corpo lúteo) começa a aumentar, após a ovulação, objetivando a 
manutenção do endométrio e preparação para a gestação 
• - Ao não ocorrer fecundação, o endométrio descama e ocorre a menstruação 
• FECUNDAÇÃO: 
• Quando houver a união da membrana do ovócito com a membrana do espermatozoide, ocorre 
uma “mudança de carga elétrica” que rompe a camada protetora, permitindo a entrada do 
esperma ao ovócito II 
• Ao se unirem,ocorre a conclusão da meiose do ovócito II 
• Com isso, forma-se o ovócito maduro e o segundo corpo polar 
• O núcleo do ovócito II possui o pronúcleo feminino 
• Ao entrar no ovócito, o esperma separa sua cabeça e cauda, aumenta a cabeça para formar o 
procúcleo masculino 
• A fecundação se completa com a união dos prónucleos e mistura dos cromossomos na primeira 
divisão mitótica do zigoto 
 
 
 
Comentado [IG16]: Após a fecundação, a cariogamia 
(união dos gametas) só ocorre após a finalização da meiose II 
do ovócito feminino 
PRIMEIRA SEMANA DE DESENVOLVIMENTO 
Fecundação e desenvolvimento acontecem internamente. 
• Após a fecundação, o zigoto se divide e forma blastômeros (primeiras células embrionárias na 
fase de clivagem). 
• Durante a clivagem, os blastômeros não aumentam de tamanho. 
• A cada aproximadamente 24h, há uma divisão nos blastômeros, de modo que, estimadamente, 
no quinto dia, haja 16 células, cujo nome passa a ser mórula (fase de mórula: blastômeros 
compactados) 
• Enquanto se dividem para formar a mórula, essas células que tiveram a fecundação na tuba 
uterina se transferem para o útero, onde irão se fixar. 
• Por volta do sexto ao sétimo dia, com a mórula na cavidade uterina, os blastômeros começam a 
adsorver líquido uterino e, assim, formando cavidade intercelular. A tal cavidade preenchida por 
líquido dá-se o nome blastocele, enquanto ao todo dá-se o nome de blastocisto (fase de 
blástula) 
• Composição do blastocisto: 
1. Blastocele: cavidade preenchida por líquido 
2. Embrioblastos: conjunto de células internas, cuja função será desenvolver o embrião 
3. Trofoblastos: conjunto de células externas, que delimitam o blastocisto e interagem com as 
células endometriais, inclusive participando da formação da placenta. 
 
 
SEGUNDA SEMANA DE DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO 
• o blastocisto se implanta na cavidade posterior do útero aproximadamente no início da segunda 
semana de gestação 
• No início da segunda semana de gestação, em função do desenvolvimento de vilosidades entre 
as células do blastocisto e da interação com as células endometriais, o embrião se implanta no 
endométrio (processo de nidação) e ocorre a formação do disco bilaminar 
• O disco embrionário origina as camadas germinativas que formam todos os tecidos e órgãos do 
embrião 
• Simultâneo à implantação, as células do embrioblasto e trofoblasto começam a se diferenciar. 
Trofoblasto: 
• 1 Citotrofoblasto (camada que reveste todo o blastocisto) 
• 2 Sinciciotrofoblasto (camada externa de várias células que libera enzimas responsáveis pela 
implantação do blastocisto no endométrio do útero, como também produz o hormônio HCG – 
são invaginações que entram em contato direto com o endométrio) 
Observação: o hormônio gonadotrofina coriônica (HCG) é responsável pela manutenção do corpo lúteo 
durante os primeiros meses de gestação. A presença do corpo lúteo funcional no ovário mantém os níveis 
de progesterona necessários à manutenção do endométrio 
Comentado [IG17]: Ao final da primeira semana o 
blastocisto estará superficialmente implantado no 
endométrio 
Comentado [IG18]: cerca de 6 dias após a fecundação, o 
blastocisto adere ao epitélio endometrial por ação de 
enzimas proteolíticas 
Comentado [IG19R18]: Assim que o blastocisto completa 
a implantação no endométrio uterino ocorre uma rápida 
proliferação e diferenciação do trofoblasto. 
• As mudanças no endométrio resultantes da adaptação 
desses tecidos em preparação para a implantação são 
denominadas de reação decidual. 
• Concomitantemente, forma-se a vesícula umbilical 
primitiva e ocorre o desenvolvimento do mesoderma 
extraembrionário. O celoma (cavidade) extraembrionário 
forma-se a partir de espaços presentes no mesoderma 
extraembrionário. Posteriormente, o celoma se torna a 
cavidade coriônica. 
• A vesícula umbilical primitiva diminui e desaparece 
gradativamente conforme ocorre o desenvolvimento da 
vesícula umbilical secundária. 
• A cavidade amniótica aparece entre o citotrofoblasto e o 
embrioblasto. 
• O embrioblasto se diferencia em um disco embrionário 
bilaminar formado pelo epiblasto, voltado para a cavidade 
amniótica, e pelo hipoblasto, adjacente à cavidade 
blastocística. 
• O desenvolvimento da placa pré-cordal, um espessamento 
localizado no hipoblasto, indica a futura região cranial do 
embrião e o futuro local da boca; a placa pré-cordal também 
é um importante organizador da região da cabeça 
Comentado [IG20]: Oriundo do embrioblasto, que é 
oriundo do blastocisto, que é oriundo da mórula 
O citotrofoblasto também reveste o disco bilaminar (cavidade amniótica e vitelínica), formando 
mesoderma extraembrionário, no interior do qual se formarão espaços, o celoma extraembrionário – 
formará o cordão umbilical. 
 
Embrioblasto – diferenciação do embrioblasto e formação do disco bilaminar: 
• Epiblasto – camada de células internas mais superior: dá origem à vesícula amniótica 
• Hipoblasto – camada de células adjacente ao epiblasto (abaixo): dá origem à vesícula vitelínica 
primitiva 
 
 
Estruturas formadas a partir do embrioblasto 
• Durante a organização do disco bilaminar, forma-se acima do epiblasto uma cavidade que 
corresponde à vesícula amniótica, a qual é revestida pelas células amnióticas 
• Além da vesícula amniótica, se forma a vesícula vitelínica primária a partir da cavidade 
circundada pelos hipoblastos. 
• As estruturas extraembrionárias que se formam durante a segunda semana são a cavidade 
amniótica, o âmnio, a vesícula umbilical conectada ao pedículo e o saco coriônico 
• O mesoderma somático extraembrionário e as duas camadas de trofoblasto forma o córion, 
membrana fetal mais externa, que forma a parede do saco coriônico 
 
 
 
Comentado [IG21]: O cório, também chamado 
de serosa, é uma membrana formada a partir do 
mesoderma e ectoderma que recobre todo o embrião e os 
outros anexos embrionários, dá “origem” à placenta 
 
Comentado [IG22]: Essa imagem deveria estar virada, ou 
seja, o embrioblasto está posicionado nas "costas", na 
parede do útero 
 
 
 
TERCEIRA SEMANA DE DESENVOLVIMENTO 
 
 
• Na terceira semana de desenvolvimento ocorre a gratrulação, processo pelo qual se 
formam os três folhetos germinativos (endoderme, mesoderme e ectoderme) que darão 
origem aos órgãos e sistemas (organogênese) e, ainda, é estabelecida a orientação 
céfalo-caudal do embrião. 
• O disco embrionário origina as camadas germinativas que formam todos os tecidos e 
órgãos do embrião 
• são formadas as vilosidades coriônicas primárias (união entre sinciciotrofoblasto e 
citotrofoblasto), que passam a ser nutridas pelo próprio endométrio 
Comentado [IG23]: Oriundo do embrioblasto, que é 
oriundo do blastocisto, que é oriundo da mórula 
• o disco embrionário bilaminar é convertido em disco embrionário trilaminar 
 
 
 
Referência para visualizar: a camada do epiblasto fica 
voltada para a parede do útero, enquanto a camada 
de hipoblasto fica voltada para a cavidade uterina. 
Corte longitudinal, como se epiblasto 
estivesse deitada sobre a parede do 
útero. Essa camada vai se invaginar. 
Corte transversal do 
embrião, visto por camadas 
 
Processo 
• A primeira evidência do processo de gastrulação é formação da linha primitiva (espessamento 
das células do epiblasto que surge na porção caudal) no início da terceira semana de 
desenvolvimento 
• Na extremidade cranial da linha primitiva se forma o nó primitivo 
• A formação dessa linha primitiva permite o reconhecimento do eixo céfalo-caudal, das 
superfícies dorsal e ventral e dos lados direito e esquerdo. 
• As células do epiblasto deslocam o hipoblasto, formando o endoderma embrionário 
• As células remanescentes do epiblasto formam o ectoderma embrionário 
• Formação da notocorda 
 
Comentado [IG24]: A gastrulação começa quando uma 
região linear de células da superfície do epiblasto ficam mais 
espessasna porção causal do embrião, formando a linha 
primitiva a partir da replicação dessas células epiblásticas 
migrando para a linha média do disco bilaminar (sentido 
craniocaudal) 
 
 
• morfogênese (desenvolvimento da forma do corpo) 
• nessa etapa, o organismo é chamado de gástrula 
• ECTODERMA EMBRIONÁRIO 
• MESODERME EMBRIONÁRIO 
• ENDODERME EMBRIONÁRIO 
Diferenciação 
 
NEURULAÇÃO 
• A partir da metade da terceira semana até a oitava semana, o disco embrionário assume a 
conformação de um tubo, o tubo neural, de modo que nesse período o embrião começa a ter 
conformação humana. 
• Inicialmente, a notocorda passará por um espessamento para formar a placa neural, na qual 
haverá invaginação do ectoderma para formar o tubo neural 
• O tubo neural dará origem às estruturas do Sistema Nervoso Central (SNC) 
Vista dorsal 
Vista transversal 
Nesse meio havia a linha primitiva, a qual sofre 
invaginação para formar o sulco neural 
Comentado [IG25]: dá origem à epiderme, aos sistemas 
nervosos central e periférico, aos olhos e ouvidos internos, 
às células da crista neural 
Comentado [IG26]: O ectoderma superficial dá origem a: 
 - Epiderme e seus derivados (pelos, unhas, glândulas 
sudoríparas, glândulas sebáceas e parênquima e ductos das 
glândulas mamárias) 
- Epitélios da córnea e da lente (cristalino) do olho 
- Órgão do esmalte e esmalte dos dentes 
- Componentes da orelha interna Adenohipófise (lobo 
anterior da hipófise) 
- Mucosa da cavidade oral e da parte inferior do canal anal. 
O neuroectoderma dá origem a: 
- Tubo neural e seus derivados, incluindo componentes do 
SNC, epêndima (epitélio que reveste as cavidades do 
encéfalo e da medula espinal), glândula pineal, neuro-
hipófise (lobo posterior da hipófise) e epitélio sensorial do 
olho, da orelha e do nariz 
- Crista neural e seus derivados, incluindo componentes do 
SNP (gânglios cranianos, espinais e autônomos; nervos 
periféricos e células de Schwann); células gliais 
(oligodendrócitos e astrócitos); células cromafins 
(medulares) da glândula suprarrenal; células 
enteroendócrinas (APUD) do sistema neuroendócrino difuso; 
melanoblastos, precursores dos melanócitos, mesênquima 
da cabeça e seus derivados (como arcos faríngeos que 
contêm músculos, tecido conjuntivo, nervos e vasos); 
odontoblastos; e endotélio da córnea e dos vasos sanguíneo 
Comentado [IG27]: 
Comentado [IG28]: dá origem a todos os músculos 
esqueléticos, às células sanguíneas, ao revestimento dos 
vasos sanguíneos, à musculatura lisa das vísceras, ao 
revestimento seroso de todas as cavidades do corpo, aos 
ductos e órgãos dos sistemas genitais e excretor e à maior 
parte do sistema cardiovascular. No tronco, ele é a fonte de 
todos os tecidos conjuntivos, incluindo cartilagens, ossos, 
tendões, ligamentos, derme e estroma (tecido conjuntivo) 
dos órgãos internos 
Comentado [IG29]: Dá origem a: 
- Tecido conjuntivo, incluindo tecido conjuntivo embrionário 
(mesênquima), o próprio tecido conjuntivo (tecido 
conjuntivo frouxo e denso) e tecidos conjuntivos 
especializados (cartilagem, osso, tecido adiposo, sangue e 
tecido hemocitopoético e tecido linfoide) 
- Músculos estriados e músculos lisos 
- Coração, vasos sanguíneos e vasos linfáticos, incluindo seu 
revestimento endotelial 
- Baço ...
Comentado [IG30]: Formado a partir do hepiblasto 
Comentado [IG31]: é a fonte dos revestimentos epiteliais 
dos sistemas respiratório e digestório, incluindo as glândulas 
que se abrem no trato digestório e as células glandulares de 
órgãos associados ao trato digestório, como o fígado e o 
pâncreas. 
Comentado [IG32]: endoderma forma a parede do 
intestino primitivo e dá origem às porções epiteliais ou 
revestimento dos órgãos que se desenvolvem a partir do 
intestino primitivo. 
Os derivados do endoderma incluem: ...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O embrião ganha conformação de tubo, o qual 
começa a se dobrar sobre a parte de baixo 
Dobramentos 
 
 
• Do tubo neural será originado o sistema nervoso central 
• Ao redor do tubo neural, células da ectoderme em invaginação que rodeia o tubo forma a crista 
neural, a qual dará origem ao sistema nervoso periférico 
• Essas células da crista neural desprendem do tubo neural e imigram para diferentes regiões do 
corpo. 
 
 
CORTE SAGITAL DO EMBRIÃO 
CORTE TRANSVERSAL DO EMBRIÃO

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