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RESUMO LMF_LPF 3 sem LMF MOD 2

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ANATOMIA 
Ossificação 
Osteoblasto: Formação do osso 
>São células construtoras: produzem a matriz óssea (colágeno tipo I e proteínas osteóides). 
no envelhecimento, viram osteócitos (células maduras que mantêm o osso). 
 
Osteoclasto: Reabsorção do osso 
São células grandes e multinucleadas. 
Dissolvem a matriz óssea liberando cálcio no sangue. > Importantíssimos no remodelamento ósseo e 
equilíbrio do cálcio. 
Osteoclastos removem o osso velho ou danificado, em casos de crescimento para dar forma e tamanho 
corretos 
 
Histogênese dos ossos (formação dos ossos), ocorre por dois processos bastante diferentes: ossificação 
intramembranosa e ossificação endocondral. 
Ossificação Intramembranosa: 
Formação do osso diretamente a partir de tecido conjuntivo mesenquimal (sem cartilagem antes). 
Ocorre em ossos do crânio (frontal e parietal), mandíbula (parte) e clavícula (parte) 
Células mesenquimais se agrupam → Diferenciam-se em osteoblastos → Osteoblastos formam matriz óssea 
→ ossificação → A matriz se mineraliza → forma o osso. 
 
Ossificação Endocondral: 
Formação do osso a partir de um molde de cartilagem hialina. > o esqueleto é primeiro cartilaginoso → 
depois substituído por osso. 
Ocorre em ossos longos (Fêmur, úmero e Tíbia), Base do crânio, Vértebras e Pelve 
Forma-se um molde de cartilagem → A cartilagem sofre alterações → degeneração → Vasos sanguíneos 
penetram → trazem osteoblastos → Osteoblastos substituem a cartilagem por tecido ósseo. 
 
 
 
Nº Nome da Zona Função principal 
1 Zona de cartilagem em 
repouso 
Condrócitos pequenos e inativos, mantêm a cartilagem. 
2 Zona de proliferação Condrócitos se dividem ativamente em colunas → crescimento 
longitudinal. 
3 Zona de hipertrofia Condrócitos aumentam de tamanho (hipertrofia). 
4 Zona de calcificação da 
matriz 
Matriz cartilaginosa se calcifica → condrócitos morrem. 
5 Zona de ossificação Invasão de vasos sanguíneos e osteoblastos → formação de 
tecido ósseo. 
 
Anatomia do Sistema Cardiovascular 
A septação atrial é um processo que culmina na separação entre átrios direito e esquerdo 
O septo primum cresce em direção aos coxins endocárdicos que estão se fusionando, a partir do teto do átrio 
primitivo, inicialmente uma grande abertura – o forame primum – se forma entre sua borda livre e os coxins 
endocárdicos. Antes que o forame primum desapareça, perfurações produzidas por apoptose promovem 
novas aberturas no septo primum – o forame secundum. O forame garante o desvio contínuo de sangue 
oxigenado do átrio direito para o esquerdo. Logo após, o septo secundum forma uma septação incompleta 
entre os átrios, resultando no forame que após o nascimento irá constituir a fossa oval. 
 
 
A redução do fluxo sanguíneo para o fígado ocorre após o fechamento do ducto venoso, permitindo que 
mais sangue chegue para o coração e os pulmões. 
 
fechamento do forame oval: o fechamento funcional do forame oval ocorre devido ao aumento da pressão no 
átrio esquerdo, superando a pressão no átrio direito após o nascimento. 
 
fechamento do ducto arterioso: O fechamento do ducto arterioso ocorre em resposta ao aumento da pressão 
de oxigênio e à redução de prostaglandinas circulantes. 
>O fechamento funcional do ducto arterioso, que ocorre em resposta ao aumento da pressão de oxigênio 
alveolar, contribuindo para o redirecionamento do fluxo sanguíneo para os pulmões e aumentando a perfusão 
pulmonar. Após o nascimento, o aumento na pressão de oxigênio alveolar promove o fechamento funcional 
do ducto arterioso, um vaso que conecta a artéria pulmonar à aorta. Esse fechamento redireciona o fluxo 
sanguíneo para os pulmões, o que aumenta a perfusão pulmonar e melhora a oxigenação. Esse fenômeno é 
essencial na transição cardiorrespiratória bem-sucedida, pois permite que os pulmões assumam a função de 
oxigenação, que anteriormente era realizada pela placenta. 
> a manutenção do shunt fetal através do ducto arterioso não é desejável, pois comprometeria a oxigenação 
adequada e a transição bem-sucedida envolve o fechamento funcional do ducto arterioso, que redireciona o 
fluxo sanguíneo para os pulmões, aumentando a oxigenação 
 
fechamento do ducto venoso: 
 
Fechamento do ducto arterioso: O ducto arterioso, um vaso sanguíneo que conecta a artéria pulmonar 
e a aorta durante a vida fetal, normalmente se fecha dentro de 24 a 48 horas após o nascimento devido a 
mudanças na pressão sanguínea e na circulação pulmonar. O fechamento do ducto arterioso leva a uma 
separação completa entre a circulação pulmonar e sistêmica. 
Redução da resistência vascular pulmonar: Com o início da respiração, ocorre uma vasodilatação nos vasos 
sanguíneos pulmonares, resultando em uma redução na resistência vascular pulmonar e um 
aumento do fluxo sanguíneo para os pulmões. 
 
Aumento da pressão arterial sistêmica: 
Com o fechamento do ducto arterioso e o aumento do fluxo sanguíneo para o sistema circulatório sistêmico, 
ocorre um aumento na pressão arterial sistêmica. 
Redução do fluxo sanguíneo para o fígado: Com o fechamento do ducto venoso, um vaso sanguíneo que 
permite que o sangue passe pelo fígado durante a vida fetal, o fluxo sanguíneo para o fígado é reduzido, 
permitindo que mais sangue sua para o coração e os pulmões. 
 
Anatomia da Cavidade Abdominal 
 
 
 
 
 
 
1- Recesso subfrênico ou recesso hepato diafragmático 
2 – Recesso hepatorrenal 
 
Na imagem, o número 1 aponta para o espaço situado entre o fígado e o diafragma, conhecido como recesso 
subfrênico ou recesso hepato diafragmático. Esse recesso é delimitado superiormente pelo diafragma e 
inferiormente pela superfície diafragmática do fígado, sendo uma área comum de acúmulo de líquido em 
infecções abdominais, como abscessos subfrênicos. 
 
Já o número 2 indica o recesso hepatorrenal, também chamado de espaço de Morison, localizado entre o 
fígado e o rim direito. Esse é o ponto mais declivoso da cavidade peritoneal quando o paciente está em 
decúbito dorsal, o que o torna um local importante na avaliação de derrames líquidos em exames de imagem, 
como o ultrassom. 
 
“O fígado tem quatro lobos e dois ligamentos de suporte. Anteriormente, o lobo direito está separado do lobo 
esquerdo menor pelo ligamento falciforme 
 
 
 1 – ligamento coronário, localizados entre a região 
superior do fígado e o músculo diafragma. 
2 – Ligamento falciforme do fígado, localizado entre os 
lobos direito e esquerdo do fígado. 
3 – Ligamento redondo do fígado, liga o umbigo ao 
ligamento falciforme do fígado. 
4 – Ligamento triangular direito, formado pelas lâminas 
anterior e posterior do ligamento coronário 
 
 
EMBRIOLOGIA DA CAVIDADE ABDOMINAL 
O estômago primitivo é uma ligeira dilatação do intestino anterior tubular e, aumenta e se alarga 
ventrodorsalmente. Este local de rápido crescimento demarca a grande curvatura do estômago. 
O duodeno começa a se desenvolver a partir da região caudal do intestino anterior e da região cranial do 
intestino médio. Durante a quinta e a sexta semana, o lúmen do duodeno é temporariamente obstruído devido 
a proliferação das suas células epiteliais; em geral, o lúmen é recanalizado ao final do período embrionário (8 
semanas) 
O broto pancreático ventral é menor e desenvolve-se próximo à entrada do ducto biliar no duodeno 
A medida que o duodeno gira para a direita e assume o formato de um “C”, o broto é carregado dorsalmente 
com o ducto biliar. Logo, este se posiciona posteriormente ao broto pancreático dorsal e depois se fusiona 
com ele. Com a fusão dos brotos pancreáticos, seus ductos se anastomosam. 
A cloaca é dividida nas partes dorsal e ventral pelo mesênquima - o septo urorretal- que se desenvolve no 
ângulo entre o alantóide e o intestino posterior. A sinalização endodérmica da via beta-catenina é necessária 
para a formação do septo urorretal. À medida que o septo cresce em direção à membrana cloacal, ele 
desenvolve extensões bifurcadas que produzem invaginações das paredes laterais da cloaca, essas pregas 
crescemuma em direção à outra e se fusionam, formando uma partição que divide a cloaca em três partes: o 
reto, a parte cranial do canal anal e o seio urogenital 
 
 
Anatomia do Sistema Nervoso 
ENCÉFALO 
Fissura longitudinal: separa em hemisférios em direito e esquerdo 
corpo caloso une os dois hemisférios 
os hemisférios cerebrais possuem atividades diferentes que se complementam 
sulco central > separa lobo frontal e parietal 
sulco lateral > separa frontal e parietal de lobo temporal 
sulco parieto occipital > separa parietal e occipital 
 
O crânio do recém-nascido possui 6 fontanelas, duas ímpares, a fontanela anterior ou bregmática e a 
fontanela posterior ou lambdóide e duas pares, as fontanelas anterolaterais ou mastóideas e a fontanela 
posterolateral ou esfenoidal. 
III - Na calota craniana observamos algumas suturas, sendo que a sutura sagital está localizada entre os 
ossos parietais. 
 
 
 
 
1 Corpo caloso 
2 Cabeça do núcleo caudado 
3 Cápsula interna 
4 Putâmen 
5 Globo pálido 
6 Comissura anterior 
7 Trato óptico 
8 Corpo amigdaloide 
9 Corno inferior do ventrículo lateral 
10 Ventrículo lateral 
11 Septo pelúcido 
12 Lobo insular (ínsula) 
13 Cápsula externa 
14 Coluna do fórnice 
15 Recesso óptico 
 16-Infundíbulo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 Sulco circular da ínsula 
2 Giro longo da ínsula 
3 Giros curtos da ínsula 
4 Límen da ínsula 
5 Opérculos (cortados) 
(a) Opérculo frontal 
(b) Opérculo frontoparietal 
(c) Opérculo temporal 
 
 
1 Sulco central 
2 Giro pré-central 
3 Sulco pré-central 
4 Lobo frontal 
5 Ramo ascendente anterior do sulco lateral 
6 Ramo horizontal anterior 
7 Sulco lateral 
8 Lobo temporal 
9 Lobo parietal 
10 Giro pós-central 
11 Sulco pós-central 
12 Lobo occipital 
13 Cerebelo 
14 Sulco frontal superior 
15 Giro frontal médio 
16 Sulco semilunar 
17 Fissura longitudinal 
18 Granulações aracnóideas 
 
O lobo temporal, localizado abaixo do lobo parietal e da porção posterior do lobo frontal, está separado de 
ambos pelo sulco lateral, e contém centros da audição que recebem fibras sensoriais da cóclea da orelha 
interna 
 
 
 A – Giro frontal superior, localizado acima do sulco frontal superior. 
B – Giro frontal médio, localizado entre o sulco frontal superior e o sulco 
frontal inferior. 
C – Giro frontal inferior, localizado abaixo do sulco frontal inferior. 
D – Giro pré-central, localizado entre o sulco central e o sulco 
pré-central. 
 
 
 
 
 
 
Vias Noradrenérgicas (Noradrenalina) 
 
 
Vias Serotoninérgicas (serotonina) 
 
 
 
 
 
 
Vias Dopaminérgicas (dopamina) 
 
Via dopaminérgica nigro-estriatal 
Via dopaminérgica tuberoinfundibular 
Via dopaminérgica mesocortical 
Via dopaminérgica mesolímbica 
 
 
 
Fontanelas/fontículo > aberturas entre as suturas para crescimento e desenvolvimento do encéfalo 
Fontanela Anterior: central > próxima ao osso frontal entre a sutura coronal e sagital 
4 laterais e 2 anteriores >Mais demora a fechar após o nascimento 1 e ⅕ anos 
Fontanela Posterior: seguindo a sutura lambdoide > 8°/9° mês 
Fontanela Ântero Lateral/ Látero Anterior 
Fontanela Postero Anterior 
 
O crânio do recém-nascido possui 6 fontanelas, duas ímpares, a fontanela anterior ou bregmática e a 
fontanela posterior ou lambdóide e duas pares, as fontanelas anterolaterais ou mastóideas e a fontanela 
posterolateral ou esfenoidal. 
 
 
 
Sutura que vem da fontanela anterior > trás prolongamento a frente do osso frontal e vai se fechando 
Sutura Frontal ou Metópica 
Sutura Intermandibular > como se dividi-se a mandíbula em dois 
O que separa os hemisférios cerebrais: fissura longitudinal e sulco central 
 
 
 
 
 
 
 
Os ventrículos laterais, o primeiro e o segundo ventrículos, são as maiores cavidades do sistema ventricular e 
ocupam grandes áreas dos hemisférios cerebrais. 
O epitálamo é a porção posterior do diencéfalo que forma um teto qno sobre o terceiro ventrículo. 
HISTOLOGIA 
Ossificação 
Esqueleto Axial: Crânio, Coluna vertebral e tórax 
Esqueleto Apendicular: Cintura escapular, Cintura Pélvica, Membros inferiores 
Ossos que compõem o membro superior: úmero, rádio, ulna, carpo, metacarpos e falanges. 
Ossos que compõem a cintura pélvica: Ossos do quadril (íleo, ísquio e púbis, formando o osso coxal) 
 
Formação do tecido ósseo pode ser dada de duas maneiras: 
Na ossificação intramembranosa, células osteoprogenitoras se diferenciam em osteoblastos que sintetizam e 
secretam o osteóide (matriz ainda não mineralizada) que, em seguida. Os osteoblastos que acabam sendo 
totalmente envolvidos pela matriz que foi secretada passam a ser osteócitos. 
 
Embriologia Coração 
Septação átrio ventricular do coração 
O átrio primitivo é dividido em átrios direito e esquerdo pela formação e subsequentes modificação e fusão de 
dois septos, o septo primum e o septo secundum. 
O septo primum cresce em direção aos coxins endocárdicos que estão se fusionando, a partir do teto do átrio 
primitivo, dividindo parcialmente o átrio em metades direita e esquerda. 
 
Desenvolvimento das valvas cardíacas 
> As valvas atrioventriculares são formadas a partir do endocárdio, tanto o tecido epitelial, quanto seu 
acompanhamento de tecido conjuntivo (saliências do tecido subendocárdico) e permitem direcionamento do 
fluxo sanguíneo 
As valvas semilunares se desenvolvem a partir de três saliências do tecido subendocárdico ao redor dos 
orifícios da aorta e do tronco pulmonar. Os precursores cardíacos, oriundos das células da crista neural, 
também contribuem para essa formação. Essas saliências estão escavadas e remodeladas para formar três 
cúspides de parede delgada. As valvas atrioventriculares (valvas tricúspide e mitral) se desenvolvem 
similarmente a partir da proliferação do tecido ao redor dos canais AV. 
 
Embriologia do Sistema Nervoso 
EMBRIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO 
Parte do SNC protegida e localizada dentro da caixa craniana e da caixa vertebral 
 
Autônomo subdivisão do SNP que envolve principalmente parte aferente do SNP 
• O sistema nervoso central (SNC), que inclui o encéfalo e a medula espinal e é protegido pelo crânio e pela 
coluna vertebral 
• O sistema nervoso periférico (SNP), que inclui os neurônios fora do SNC, os nervos e gânglios cranianos 
e os nervos e gânglios espinais, que conectam o cérebro e a medula espinal às estruturas periféricas 
• O sistema nervoso autônomo (SNA), que possui partes no SNC e no SNP e é composto por neurônios 
que inervam os músculos lisos, os músculos cardíacos, o epitélio glandular ou combinações destes tecidos 
Desenvolvimento do SNC: 
1. Neurulação e organização do tubo neural; 
2. Formação da medula espinhal; 
3. Formação do encéfalo. 
 
NEURULAÇÃO: 
ocorre a partir da 4 semana 
> formação de mesoderma, endoderma e ectoderma a partir dele 
O tubo neural se forma a partir do ectoderma 
À medida que o tubo neural se separa da ectoderme de superfície, essas células da crista neural migram 
dorsolateralmente em cada lado do tubo neural. Elas formam uma massa achatada e irregular, a crista neural, 
entre o tubo neural e a ectoderme de superfície sobrejacente. A crista neural logo se separa nas partes direita 
e esquerda, que migram em uma onda para os aspectos dorsolaterais do tubo neural e irão, futuramente, 
constituir estruturas do sistema nervoso periférico 
 
Ectoderma> começa a sofrer dobramentos e o que era anteriormente uma placa retilínea começa a se 
modificar 
se modifica formando o que vai ser a futura crista neural, pregas neurais e o afundamento a notocorda 
>forma um sulco neural > aprofundando nessa direção 
 
as células da crista neural > parte que vai subindo > vai juntar e a hora que se adere lado DIR e lado ESQ 
células em verde> células da crista neural vão se desprender 
 
porção central > tubo neural 
células se desprendem e vão fechar 
 
Há somitos quevieram do mesoderma e a partir deles há formação de miótopo, esclertótopo > formando 
posteriormente pele, músculo e vértebras 
 
Tubo neural se fecha da parte central para extremidades 
constitui posteriormente neurótico cranial e caudal 
 
 
 
 
Os somitos estão em pares 
Do quarto somito do par para cima > encéfalo 
Do quarto somito para região caudal > medula espinal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ao falar de estruturas do SNC > dentro da caixa craniana e dentro do canal vertebral 
dentro dessas estruturas há membranas que provém do mesoderma 
células mesenquimais se desenvolvem para formas essas membranas > MENINGES 
Inicialmente: 
Meninge primitiva > uma só membrana 
a partir dela desenvolve dura máter e após isso uma camada mais externa desenvolve pia máter e aracnóide 
máter 
As meninges cranianas originam-se de uma bainha mesenquimal na superfície do cérebro em 
desenvolvimento, chamada meninge primária, e sofrem diferenciação em três camadas com características 
histológicas distintas: a dura-máter, a aracnóide-máter e a pia-máter. 
 
O mesoderma que circunda o tubo neural se condensa para formar uma membrana denominada meninge 
primitiva, a qual se divide em três camadas. 
 A camada externa dessa meninge (mesoderma) se espessa para formar a dura-máter; 
A camada interna, a pia-aracnoide, é derivada das células da crista neural, sendo composta pelas pia máter 
(interna) e aracnoide-mater (mediana). 
No interior da pia-aracnóide surgem espaços, que coalescem para formar o espaço subaracnóideo. 
O líquido cerebroespinhal começa a se formar durante a 5ª semana. 
 
Nos espaços dependendo pode haver o fluido do LÍQUOR 
 
Formação da Medula Espinal: 
Formada a partir do quarto somito em direção a região caudal 
tem proliferação celular e o espaço interno do tubo neural diminui > vai passar o Líquor 
Nessa porção da parede do tubo neural há um epitélio > neuroepitélio pseudoestratificado 
medula espinal primordial se desenvolve a partir da porção caudal da placa neural e da eminência caudal. 
O tubo neural caudal ao quarto par de somitos se desenvolve e dá origem à medula espinal. As 
paredes laterais do tubo neural se espessam e gradualmente reduzem o tamanho do canal neural até um 
diminuto canal central. A princípio, a parede do tubo neural é composta pelo espesso e 
pseudoestratificado neuroepitélio colunar. 
as células neuroepiteliais, em intensa atividade mitótica, organizam a camada mais interna da medula 
espinhal, a camada ependimária, que delimita o canal central da medula 
A partir das células do neuroepitélio → diferenciam-se várias células do SN 
 
diferenciação das células ependimárias > reveste internamente estes canais 
 
 
Essa proliferação das células inicialmente está acompanhando o desenvolvimento da coluna vertebral 
O tecido ósseo passa a acrescer em relação ao tecido nervoso 
Cone medular > ao final da medula > fica ao final da coluna vertebral na região do gânglio espinal (S1)e a 
medida que vai crescendo e se desenvolvendo o feto o cone medular vai se diferenciando neste gânglio e 
quando finaliza o desenvolvimento da medula espinhal ele fica na região de L1 
final do cone > filamentos e feixes nervosos que partem desta região 
 
 
Formação do Encéfalo: 
Relacionado com a extremidade cefálica do tubo neural 
Há dilatações e dobras deste tubo neural 
Dilatações iniciais> vesículas encefálicas primárias 
prosencéfalo, mesencéfalo, rombencéfalo 
 
A partir da primária tem-se a formação das vesículas encefálicas secundárias 
 
A extremidade cefálica do tubo neural, à frente do 4º par de somitos, formará o encéfalo. 
Ao final da 4ª semana a porção cefálica do tubo neural apresentará três dilatações, que correspondem às 
vesículas encefálicas primárias, denominadas: 
• prosencéfalo, ou encéfalo anterior; 
• mesencéfalo, ou encéfalo médio; 
• rombencéfalo, ou encéfalo posterior. 
Durante a 5ª semana de desenvolvimento, a partir das vesículas primárias, formam-se vesículas 
encefálicas secundárias. 
 
Ventrículos > espaços que ficam entre essas estruturas do SNC 
dentro desses espaços tem-se preenchimento com o Líquor 
 
Caixa Craniana não cresce na mesma proporção ao que se desenvolveu 
 
 
Para formação e divisão das vesículas > se tem flexuras 
 
 
Formação da medula espinal primitiva a partir dos somitos 
 
> tudo ainda é primitivo 
 
 
 
Uma vez que se tem aquelas flexuras a medida que vai torcendo há formação de espaços no qual formarão 
as cavidades 
era um tubo, sofreu dilatação e nem toda área sofreu dilatação uniforme > nestas áreas de menor proliferação 
é onde houve a formação dos ventrículos 
 
 
 
 
 
Histologia do Nervo: 
 
 
 
O que é axônio > prolongação longa e fina do neurônio > Função: conduzir o impulso nervoso (sinal 
elétrico) do corpo celular até outra célula (outro neurônio, músculo ou glândula). 
O que é bainha de mielina > camada de gordura (lipoproteica) que reveste o axônio. > isola o axônio para 
aumentar a velocidade de condução dos impulsos nervosos 
 
PATOLOGIA 
 
 
Cartilagem: condrócitos, matriz rica em colágeno (II), proteoglicanos e sulfato de 
condroitina 
 
 
 
 
No osso longo: 
 
 
 
Epífise 
Metáfise 
Diáfise 
 
 
 
 
 
 
 
Metabolismo da vitamina D: 
Endógena (principal): Produzida na pele pela exposição aos raios UVB do sol. 
Exógena: Ingerida pela alimentação (peixes gordurosos, gema de ovo, fígado) ou suplementos. 
 
Vitamina D3 (colecalciferol): Produzida na pele e encontrada em alimentos de origem animal. > luz solar ou 
dieta 
No fígado, a vitamina D3 sofre a primeira hidroxilação pela enzima 25-hidroxilase, formando 
25-hidroxivitamina D (25(OH)D), também chamada calcidiol. 
25(OH)D é a principal forma circulante e usada para medir o status da vitamina D no sangue. 
Nos rins, a 25(OH)D é hidroxilada pela enzima 1α-hidroxilase (CYP27B1), formando 1,25-dihidroxivitamina 
D (1,25(OH)₂D), também chamada calcitriol. > O calcitriol é a forma ativa da vitamina D. 
Desenvolvimento Estrutural - Patologias Ósseas 
Doenças do colágeno de TIPO I: 
Osteogênese imperfeita 
quando se tem a expressão dos genes o colágeno tipo I não se forma adequadamente 
e ele é necessário para o cálcio 
 
- ossos, articulações, olhos, ouvidos, pele e dentes 
- herança autossômica dominante (genes COL1A1 ou COL1A2) 
- rarefação óssea; múltiplas fraturas 
doença afeta a qualidade de vida, sujeito a infecções 
 
ouvidos: ossículos da orelha média 
olhos: esclera é branca, nessas crianças fica transparente em tonalidade azul 
dentes: ficam transparentes por conta da dentina 
esses tecidos têm colágeno I 
 
 
-tem se duas variantes 
Tipo I: É a forma mais leve e comum da doença. Caracteriza-se por uma redução na produção de colágeno 
tipo I, resultando em ossos frágeis, mas com pouca ou nenhuma deformação óssea. Pessoas com esse tipo 
geralmente têm crescimento normal ou levemente afetado. 
Tipo II: É a forma mais grave da osteogênese imperfeita. Nesse caso, há uma alteração significativa na 
qualidade do colágeno, levando a deformações ósseas severas e, muitas vezes, complicações fatais logo 
após o nascimento. 
 
Osteomielite Infantil 
infecção que acomete os ossos 
-geralmente é secundária de uma infecção que acomete o osso 
Secundária à uma infecção sistêmica 
 
Osteomielite NÃO é causada por defeito no colágeno tipo I. > mas ela danifica o osso que é rico em 
colágeno tipo I. (por isso secundária) 
 
• Vírus, bactérias, micobactérias, parasitas e fungos 
- piogênica 
- Gram +: estafilococo, estreptococo 
- Gram - : E.coli, Klebsiella, Pseudomonas 
 
• Vias hematogênica, contiguidade, implantação direta 
• Necrose: sequestro ósseo 
• Evolução: cura ou cronificação 
 
> vai ser notado necrose no osso, chamado de sequestro pode se curar ou cronificar (não cura, se prolonga) 
 
sequestro = parte do osso entra em necrose, morre e se desprende 
 
 
Exsudato= quando a inflamação é aguda, muitos 
leucócitos 
fibrina = proteína age na coagulaçãomatriz nova > cor mais forte matriz pré existente > linha cementante 
 
 
rosa > matriz pré existente com lamelas maduras 
linhas cementantes com o passar do tempo tornam-se maduras 
 
CRONIFICAÇÃO 
quando cronifica sai o neutrófilo e entra plasmócito e linfócito > processo crônico 
 
 
biópsia óssea de osso de paciente pediátrico, com osteomielite em tratamento: 
 
A= matriz óssea neoformada, de aspecto eosinofílico homogêneo; 
 B= linha cementante, separando as duas matrizes; 
C= matriz óssea pré existente, contendo as lamelas maduras. 
 
 
osteomielite óssea em vértebra torácica: 
 
A= granuloma epitelioide; B= matriz óssea pré existente; C=matriz óssea neoformada; D=linha cementante; 
E= bacilos álcool ácido resistentes (BAAR)/portanto, osteomielite tuberculosa 
 
 
 
 
 
TUBERCULOSE ÓSSEA 
> tipo de osteomielite 
> assim como a hanseníase tuberculóide essa bactéria causa granuloma 
necrose caseosa > típica da tuberculose 
 
OSTEOMIELITE TUBERCULOSA > a partir da tuberculose 
 
MALL DE POTT > causado pela tuberculose, gera escoliose 
 
 
 
SÍFILIS: 
Lesão ulcerada de bordos endurecidos 
 
começa com um exantema, pode ter pápulas e alopécia 
 
 
lesão nos ossos e no SNC nos ossos: necrose gomosa > leva a 
desabamento dos ossos > lesões dos nervos II, VI, VII, VIII paralisias, demência e convulsões 
 
 
 
 
 
IV. Doença de Osgood-Schlatter 
 
• entre os 10 e os 15 anos de idade e em geral afeta somente uma perna. 
• inflamação dolorosa do osso e da cartilagem na parte superior da tíbia. 
• causada pelo uso excessivo da perna. Os sintomas habituais incluem dor, inchaço e sensibilidade no joelho. 
• repuxamento repetitivo e excessivo do tendão da patela no seu ponto de fixação na parte superior da tíbia. 
Esse ponto de fixação se denomina tuberosidade tibial. 
 
 
 
RAQUITISMO e OSTEOMALACIA 
> deficiência da vitamina D 
ossos vão ter perda mineral, vai ter perda de fosfato e hidroxiapatita 
 
osteomalacia > não tem a ver com osteoporose > raquitismo que se prolonga a vida adulta 
muitas vezes é um adulto que não está restrito a luz solar 
 
 
 
biópsia óssea de osso de paciente pediátrico, com osteomielite em tratamento: 
 
A= matriz óssea neoformada, de aspecto eosinofílico homogêneo; 
 B= linha cementante, separando as duas matrizes; 
C= matriz óssea pré existente, contendo as lamelas maduras. 
 
 
 
 
 
 
Alterações Cardiorrespiratórias 
Antes do nascimento > shunt fisiológico 
Após o nascimento > não deve ter mais 
 
3 tipos de malformações congênitas: 
● I. shunt da Esquerda para Direita: acianóticas (hiperfluxo pulmonar) > mais fluxo nos pulmões 
● II. shunt da Direita para Esquerda: cianóticas (cianose). 
● III. obstrução: estenose ou atresia (estenose> estreitamento anormal, atresia > ausência ou 
fechamento completo) 
 
 I. shunt da E para D: acianóticas (hiperfluxo pulmonar) > mais fluxo nos pulmões em ambos 
 
Defeito do septo atrioventricular > Desvio da esquerda para direita 
 
Comunicação interventricular- CIV (acianótica; shunt da E p/ D): Ex.: mutação gene GATA4 
 Comunicação interventricular tipo Perimembranosa 
 
fica perto do anel de inserção da valva a nível do ventrículo (SEPTO INTRAVENTRICULAR) 
 
Comunicação interventricular tipo Muscular > no meio do septo intraventricular 
 
Defeito do septo interatrial 
Comunicação interatrial- CIA (acianótica -shunt da E p/ D): - gene NKX2.5 
Comunicação Interatrial 
Correção: Patch 
 A seta A corresponde a comunicação interatrial 
 
Forame oval patente diferente de CIA (comunicação interatrial) > o forame oval patente tem ainda o septum 
secundum, o fechamento normal ocorre nos primeiros meses até 1 ano de vida 
 
 Forame oval patente 
Parcialmente ocluído, com presença de pertuito na ponta da seta. Cerca de 20-25% da população tem o 
forame oval patente, sem sintomas; no presente caso, houve a tromboembolia paradoxal, quando o êmbolo, 
ao invés de ir para os pulmões (na maioria dos casos), passa pelo forame, cai no AE, VE e daí para a 
circulação sistêmica, podendo causar o AVCI 
 
 
Shunt da E para D: 
Persistência do canal arterial ( ou ducto arterioso): fechamento normal em 1 a 2 dias de vida 
(funcionalmente) e no máximo em 2 a 3 semanas (anatomicamente). 
O fechamento do Ducto Arterioso gera um processo inflamatório na túnica íntima 
- PGE2; indometacina ou ibuprofeno para manter aberto. 
- Fechamento cirúrgico: via percutânea ou toracotomia. 
 
 
II. Shunt da direita para esquerda: cianótica 
Tetralogia de Fallot (TF): 
Ex.: mutação gene NOTCH2 
 
Na Tetralogia de Fallot, há estenose (estreitamento) da válvula pulmonar e 
hipertrofia do ventrículo direito, dificultando a saída do sangue para o pulmão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Transposição das grandes artérias (TGA) 
A. aorta sai do VD e tronco da pulmonar sai do VE 
Obs: manter o forame oval ou PCA (Persistência do canal arterial) abertos, com cateterismo/ prostaglandina, 
respectivamente. 
Transposição das grandes artérias (TGA) 
 
Defeito do Septo Atrioventricular (DSAV) 
 
Em vez de serem duas válvulas separadas (mitral e tricúspide), o bebê nasce com uma válvula única, 
defeituosa. >> Isso permite que o sangue se mistura entre o lado direito e o lado esquerdo do coração. 
 
Obstrução: 
Estenose ou atresia aórtica : 
Ex.: Sínd. De Turner (Cromossomo X) 
 
 
- Coarctação da aorta: diferença de pressão entre MMSS e MMII 
 
 
 
 
 
-estreitamento de uma parte da aorta (geralmente próximo ao ducto arterioso). > a pressão arterial é alta 
nos braços e baixa nas pernas, além de sobrecarregar o coração. 
-Coarctação não causa cianose 
PATOLOGIA DA PREMATURIDADE: Doença das membranas hialinas 
-O pulmão do bebê prematuro ainda não produziu suficiente > Sem surfactante, os alvéolos colapsam, 
dificultando muito a entrada de ar nos pulmões. 
Pneumócito tipo II > produção de surfactante 
Membrana Hialina 
 
DEFICIÊNCIA CONGÊNITA DA ALFA 1 ANTI-TRIPSINA: GENE SERPINA1 (autossômica de 
co-dominância). 
-doença genética causada pela produção insuficiente ou pela produção de uma proteína defeituosa 
chamada alfa-1 antitripsina (A1AT), que é muito importante para proteger os pulmões e o fígado. 
Função da alfa-1 antitripsina: 
Ela bloqueia enzimas que podem destruir os tecidos, especialmente a tripsina e elastase. >Sem A1AT 
suficiente, essas enzimas "atacam" os pulmões e o fígado. 
Enfisema panacinar ou panlobular 
 
 Cirrose Hepática 
 
Fibrose Cística: 
Doença genética crônica e progressiva que afeta principalmente o sistema respiratório, digestivo e 
glândulas sudoríparas. 
 
Mutação no gene CFTR (Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator). 
Esse gene controla a produção de uma proteína que regula a passagem de cloro e água pelas membranas 
celulares. >Sem a função correta do CFTR → o muco fica desidratado e espesso. 
Diagnóstico dado pelo teste do pezinho 
 
Sinais: 
Pólipos Nasais (pequenos nódulos carnosos no nariz) 
Transpiração de sabor muito salgado 
Sibilos (chiado no peito) 
Tosse e Muco nos pulmões 
Pneumonia de repetição 
Ganho de peso lento, embora apetite seja bom 
Defecação Anormal (diarréia crônica, fezes volumosas, frequentes, gordurosas e mal cheirosas) 
Prolapso Retal (reto se expõem através do anus) 
Baqueteamento digital (na ponta dos dedos das mãos e dos pés) 
 
Desenvolvimento dos órgãos abdominais 
Demora na eliminação do mecônio: mecônio rico em bilirrubina. 
Se há retenção do mecônio, pode haver aumento da reabsorção intestinal de bilirrubina e maior risco de 
icterícia neonatal (icterícia por reabsorção de bilirrubina conjugada/desconjugada). 
 
CEFALOHEMATOMA X BOSSA SEROSSANGUINOLENTA 
 
Hiperbilirrubinemia 
 
Bilirrubinômetro > aparelho usado para medir a bilirrubina no bebê de forma rápida e não invasiva (sem 
precisar tirar sangue inicialmente). 
 
 
Fotoisomerização da bilirrubina: o principal isômero, a lumirrubina, não é passível de 
reabsorção pela via entero-hepática. 
 
 
 
 
 
 
 
Encefalopatiabilirrubínica ou Kernicterus 
 
Trata-se de impregnação bilirrubínica em topografia de núcleos da base, 
correspondendo à bilirrubina não conjugada (indireta), que tem a 
capacidade de ultrapassar a barreira hematoencefálica e levar à encefalopatia 
bilirrubínica (Kernicterus). 
 
 
 
 
 
 Patológico Normal 
 
FASE I: Letargia, dificuldade de sucção, choro estridente, hipotonia, convulsões 
 
 
FASE II: Opistótono (posição anormal causada por fortes espasmos musculares) 
 
 
 
 
 
 e Paralisia cerebral 
 
Fígado Normal 
 
Colestase: Bilirrubina Direta (conjugada) 
 
Atresia de vias biliares 
 
 
Def. de alfa 1 anti-tripsina 
 
 
Cirrose hepática 
 
 
ESTEATOSE HEPÁTICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Biópsia hepática de RN masculino, portador de sífilis congênita, o qual 
apresentou icterícia precoce após o nascimento. 
 
hepatite aguda colestática, com aumento predominante da bilirrubina 
conjugada 
 
 
Trata-se de hepatite neonatal de etiologia sifilítica, onde se observa a presença de infiltrado inflamatório, 
hepatócitos balonizados, contendo pigmento bilirrubínico citoplasmático. Há ainda estase de bilirrubina 
conjugada nos canalículos biliares, a qual é hidrossolúvel, sem risco para encefalopatia bilirrubínica. 
 
DESNUTRIÇÃO PROTEICO CALÓRICA (ou Proteico Energética) 
 
 
 
 
-edema difuso decorrente da hipoalbuminemia (diminuição da pressão osmótica, com extravasamento de 
líquido do intravascular para o interstício e cavidades, além de esteatose hepática, com presença de macro e 
microvacúolos intracitoplasmáticos. 
 
Desenvolvimento do Sistema Nervoso > Malformações Congênitas 
 
DISRAFIAS – DFTN (defeito de fechamento do tubo neural): 
dis: distúrbio rafia:fechamento 
 
I. Craniais : anencefalia; encefalocele 
II. Caudais: espinha bífida 
Acrania - Anencefalia > caminham juntas 
 
Acrania: não desenvolvimento dos ossos do crânio 
Anencefalia: não desenvolvimento do encéfalo > se vê um resquício de um tecido nervoso primitivo 
Faces de batráquio > olhos protuberantes 
Anencefália > permitida para aborto provocado, pois é incompativel com a vida 
 
 
ENCEFALOCELE 
 
Occipitais 
defeito do fechamento da região occipital do crânio 
herniação da região occipital sai as meninges e dentro pode haver líquor e tecido nervoso (geralmente 
cerebelo) 
nasais ou frontais 
 
 
 
 
 
TIPOS DE DISRAFISMOS ESPINHAIS 
 
 
A suplementação de ácido fólico pelo menos um mês antes da gravidez ajuda a prevenir defeitos do tubo 
neural, como a espinha bífida. não é efetiva sua introdução após a 3ª a 4ª semana de gestação. O sulfato 
ferroso é relacionado à prevenção de anemia materna, ao invés de defeitos congênitos. 
 
as lâminas do processo espinhoso não se desenvolveram e não houve fechamento do processo medular e a 
medula ficou aberta 
em cima da medula> tecido muscular, aponeurose, pele 
em cima do tecido há pelo > pele, tecido nervoso derivam da ectoderme > sinalização do defeito 
 
MENINGOCELE > meningite 
MIELOMENINGOCELE > paraplegia 
 
 
a) Disrafismo oculto 
relacionados a deficiência do ácido fólico 
 
 
b) Cística: 
-Meningocele 
 
- Meningocele 
 
c) aberta: 
-Raquisquise e craniorraquisquise 
nada recobrindo a medula > totalmente aberta e mais grave 
 
craniorraquisquise, pela exposição completa do SNC em decorrência do não desenvolvimento completo das 
lâminas e processos espinhosos vertebrais, até a base do crânio (defeito de fechamento do tubo neural). 
 
OCULARES 
bilaterais ou unilaterais 
 
 
CRANIOFACIAIS: 
Disrafia- fissura labial e fenda palatina 
 
 
 
DEFEITOS DE FECHAMENTO DA PAREDE ABDOMINAL 
alças intestinais possuem muita mobilidade e muitas vezes são elas que se exteriorizam 
ONFALOCELE: na cicatriz umbilical e essas vísceras que se exteriorizam são revestidas por uma membrana 
que se constituam com o âmnio do cordão 
 
onfalocele (defeito de fechamento da parede abdominal), com exteriorização das vísceras abdominais na 
região do cordão umbilical; contudo, ainda envoltas por membrana que se continua com o âmnio 
 
HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA 
não fechamento do diafragma e fica com pertuitos 
pressão da CT menor que CA > quando há comunicação alças tendem a ir para o tórax por diferença de 
pressão 
Pulmões não tem espaço pra se desenvolver > hipoplásico 
> correção deve ser intra útero 
 
 
 
Hérnia de Bochdalek 
>pertuito póstero lateral esquerdo 
- Porção posterolateral do diafragma (hérnia de Bochdalek) em 95% dos casos e ocorre no lado 
esquerdo em 85% dos casos; em 2% dos casos é bilateral. 
- A incidência estimada é 1 a 4 para cada 10.000 nascidos vivos. 
 
Hérnia de Morgagni 
> pertuito na região anterior retroesternal > menos comum 5% dos casos 
 
TRATO DIGESTÓRIO 
Atresia > estreitamento ou fechamento 
Atresia de esôfago: com ou sem fístula traqueoesofágica 
 
 
cinco tipos: 
primeiro: sem fístula traqueoesofágica 
segundo: esôfago termina na traqueia > há uma fístula e tudo que mama vai para os pulmões 
terceiro: mais comuns, parte proximal do esofago termina em fundo cego e parte distal tem uma fístula com a 
traqueia 
quarto:segmento com fundo cego 
cinco:depois segmentos comunicam com a traqueia 
GÊNITO-URINÁRIAS 
 
Criptorquidia: testículo não desceu pro escroto 
Rim em ferradura: quando o polo inferior dos rins não separaram > funcionam normalmente, porém os 
ureteres fazem uma curvatura ao invés de descerem de maneira retilínea 
gera êxtase e aumento o risco de infecções urinárias 
 
DOENÇA POLICÍSTICA INFANTIL 
 
 doença genética de herança hereditária 
 
bebês com rins multicísticos > não funcionam adequadamente> não urina na quantidade adequada 
Oligoâmnio > pouco líquido 
pouco líquido amniótico > não consegue se movimentar direito e vai gerando deformidades 
 
 
 
 
SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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