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Buana Carlos 
Merina Davide 
Nelson Rafael Nahota 
Romana José Maulate 
 
 
 
 
INTERAÇÃO ENTRE AS DECISÕES DE INVESTIMENTO E DE 
FINANCIAMENTO 
 (Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos) 
 
 
 
 
 
Universidade Rovuma 
Campus de Nacala-Porto 
Julho, 2021 
Buana Carlos 
Merina David 
 
 
CENTRO PROFISSIONALIZANTE DE NACALA 
 
CENTRO PROFISSIONALIZANTE DE NACALA - CPN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRABALHO FINAL DO CURSO: 
Estudo do Património 
 
 
 
 
 
Jeny Isac Jacinto Cesar Do Rosário Casula. 
 
 
 
Nacala-Porto 
Janeiro, 2024 
 
 
Janeiro, 2024 
 
 
1 
 
CENTRO PROFISSIONALIZANTE DE NACALA - CPN 
 
 
 
 
 
 
 
TRABALHO FINAL DO CURSO: 
Estudo do Património 
 
 
 
 
Jeny Isac Jacinto Cesar Do Rosário Casula. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nacala-Porto 
Janeiro, 2024 
Trabalho final do curso de carácter 
avaliativo, do curso de Contabilidade e 
Auditoria a ser entregue no departamento 
do Centro Profissionalizante de Nacala, 
para defesa final. 
 
 
 
2 
 
ÍNDICE 
1. Introdução .................................................................................................................. 3 
1.1. Objectivos ............................................................................................................... 4 
1.1.1. Geral: .................................................................................................................. 4 
1.1.2. Específicos: ......................................................................................................... 4 
1.2. Metodologias .......................................................................................................... 4 
2. Patrimônio .................................................................................................................. 5 
2.1. Conceito.................................................................................................................. 5 
2.2. Aplicações reais ...................................................................................................... 6 
2.3. Classificação do património .................................................................................... 9 
2.4. Massas patrimoniais ................................................................................................ 9 
2.5. Estrutura patrimonial ..............................................................................................11 
2.5.1. Estrutura economica e financeira ........................................................................11 
2.5.2. Activo circulante ................................................................................................12 
2.5.3. Activo fixo .........................................................................................................12 
2.5.4. Passivo de funcionamento e de financiamento ....................................................12 
2.5.5. Circulo dos elementos patrimoniais concretos.....................................................12 
2.6. Factos patrimoniais ................................................................................................13 
3. Conclusão ..................................................................................................................17 
4. Referencias Bibliográficas .........................................................................................18 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
1. Introdução 
O presente trabalho, fruto de pesquisa efetuada em livros dos mais diversos autores, ligados 
ao tema de Estudo do Património, apresenta os conceitos básicos para uma iniciação ao 
estudo de Contabilidade e auditoria, tanto de pessoas físicas, como também, das pessoas 
jurídicas com interesses econômicos e sociais. 
Ao estudarmos Contabilidade, faz-se necessário falarmos inicialmente sobre Patrimônio, uma 
vez que este conceito será bastante utilizado por nós ao longo do curso. O Patrimônio é 
formado de diversos componentes, como bens, direitos e obrigações. Para estudarmos cada 
um deles, tomaremos, como exemplo, uma determinada família: Verificaremos todos os bens 
que ela possui: carro, computador, casa, etc. Observaremos, também, tudo que ela tem a 
receber dos outros: salários, férias, enfim, todos os direitos. Consideraremos ainda tudo 
aquilo que ela tem a pagar: faculdade, contas de água e luz, ou seja, as obrigações. 
O conjunto de valores utilizados pela unidade económica no exercício da sua actividade 
constitui o património. Contudo, nem só os edifícios, numerários e equipamentos utilizados 
constituem o património. A empresa ou unidade no desenvolvimento da sua actividade 
estabelece relações que originarão um conjunto de direitos e de obrigações. Assim aparecerão 
dívidas a receber (créditos de empresas ou débitos de terceiros) que representam valores 
pertencentes à empresa; e , dívidas a pagar (débitos de empresa ou créditos de terceiros) que 
representam valore pertencentes a terceiros e que a empresa se obriga a pagar. Tanto as 
dívidas a receber como as dívidas a pagar, são consideradas valores integrantes do 
património. 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1.1. Objectivos 
1.1.1. Geral: 
 Abordar sobre a noção do Património; 
1.1.2. Específicos: 
 Definir o conceito de Património; 
 Descrever a estrutura do património 
 Classificar o património; 
 Dar exemplos reais através dos cálculos 
1.2. Metodologias 
Para produção do trabalho realizou-se a pesquisa bibliográfica de livros, artigos e módulos 
para construção de abordagens no campo literário disponibilizados na internet, orientação 
metodológica com base nas normas de publicação de trabalhos científicos e por fim a 
copilação do conteúdo de forma clara e objectivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
2. PATRIMÔNIO 
2.1. Conceito 
Segundo Perreira (1980:23), patrimônio é o conjunto de Bens, Direitos e Obrigações de 
uma pessoa física ou jurídica. 
Bens: 
São as coisas úteis, capazes de satisfazer as necessidades das pessoas e das empresas e que 
podem ser avaliados economicamente. Classifica-se em: 
Bens Tangíveis: têm existência física, existem como coisa ou objeto; são os que possuem 
corpo,matéria. Exemplos: Máquinas (industriais, de somar, de escrever), Equipamentos, 
Veículos, Estoques de Mercadorias, Imóveis, Dinheiro, Móveis, Ferramentas, Materiais de 
Consumo, etc... 
Bens Intangíveis (imateriais, incorpóreos, abstratos): Constituem aplicações absolutamente 
necessárias para a empresa atingir seus objetivos; inexistem como coisa; não palpáveis, não 
constituídos de matéria. Exemplos: Marcas de Indústria (Nike, Coca-Cola, etc...), Patentes de 
invenção (documento pelo qual o Estado garante a uma pessoa ou empresa o direito exclusivo 
de explorar uma invenção), Fundo de Comércio ou pontoou local de trabalho ou clientela ou 
fama da loja (um indivíduo vende uma loja e além do valor de venda cobra mais um valor 
referente ao ponto) Perreira (1980). 
Direitos: 
São os valores que a empresa tem a receber de terceiros. Esses direitos geralmente aparecem 
comos nomes dos elementos seguidos da expressão a Receber. 
Exemplos: Duplicatas a Receber, Notas Promissórias a Receber, Juros a Receber, Aluguéis a 
Receber, etc... 
Obrigações: 
Todos os valores que a empresa tem a pagar para terceiros. Essas obrigações geralmente a 
parecem com os nomes dos elementos seguidos da expressão a Pagar ou a Recolher. 
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Exemplos: Duplicatas a Pagar, Notas Promissórias a Pagar, Salários a pagar, Aluguéis a 
pagar, Contribuições sociais a Recolher, etc... 
Segundo Borge (2004), no património podemos distinguir duas classes de elementos 
patrimoniais distintos: por um lado, os elementos que representam aquilo que se possui ou se 
tem a receberem; por outro lado, aquele que representam aquilo que se tem a pagar. 
A primeira classe, ou seja ao conjunto dos valores que se possui e se tem a receber, designa 
se Activo;a segunda classe, ou seja ao conjunto de valores a pagar, designa-se Passivo. 
2.2. APLICAÇÕES REAIS 
Aplicação 1: 
Património de Alfa 
ACTIVO (bens e direitos) em contos 
Numerário....................................................20 000.00 MT 
edifício......................................................280 000.00 MT 
Viatura.......................................................120 000.00 MT 
Dívidas a receber.........................................80 000.00 MT 
 500 000.00 MT 
PASSIVO (obrigações) 
Dívidas a pagar (fornecedores)...................30 000.00 MT 
Empréstimo bancário..................................70 000.00 MT 
 100 000.00 MT 
Num património há a considerar dois aspectos distintos: 
 A sua composição 
 O seu valor 
Quanto a composição, o património engloba um conjunto de elementos heterogéneos 
(elementos patrimoniais) com um determinado valor, como sejam as mercadorias, 
7 
 
numerários, edifícios, etc. A composição do património diz respeito à natureza dos elementos 
patrimoniais e à sua extensão, ou seja à proporção em que eles se encontram. A composição 
de patrimónios será tão distinta quanto: 
a) Os elementos de cada um forem diferentes; 
b) Tiverem os mesmos elementos mas com extensão (valor) diferente; 
c) Tiverem elementos e seu valor diferentes. 
Entende-se por valor do património “a quantia que seria preciso dar para obter, isto é, para 
receber em troca todo o activo, ficando ao mesmo tempo com o encargo de pagar todo o 
passivo”. Sendo o activo um conjunto de valores positivos e o passivo um conjunto de 
valores negativos, o valor do património corresponde à soma algébrica das duas classes de 
elementos. Em relação ao exemplo anterior, teríamos: 
Activo............................................................. 500MT 
Passivo............................................................ -100MT 
Valor do património de Miguel...................... 400MT 
A expressão numérica do valor do património, chama-se situação líquida, capital próprio, ou 
património líquido. Serão então: 
Activo...................................................................500Mt 
Passivo .................................................................-100MT 
Situação líquida ....................................................400MT 
Sendo a situação líquida dada pela diferença entre o activo e o passivo e vistas que foram as 
noções destes últimos, facilmente se depreende que ela representa o conjunto de valores que 
pertencem efectivamente ao proprietário da empresa, ou seja, representa os direitos deste 
últimos obre as propriedades da mesma. Em termos monetários, a situação líquida ou capital 
próprio de um dado momento, representa sua actividade, liquidando o património (do ponto 
de vista contabilístico), nesse momento. 
Três casos podem ocorrer em dada situação patrimonial: 
8 
 
1. O activo é superior ao passivo, havendo um excesso de valores activos sobre os 
passivos. Neste caso a situação líquida diz-se Activa. É o mais frequente representa o 
capital próprio. Esquematicamente: 
 Activa; ou seja: . Activa (ver exemplo anterior) 
Onde: A-activo, P- passivo e S.L-situação liquida 
2. Activo e o passivo são iguais, não havendo, neste caso situação líquida, ou seja, ela é 
nula A=P-S.L. Nula; ou seja A=P 
 
3. Último, o activo pode ser inferior ao passivo. Neste caso existe um excesso de valores 
passivos sobre os activos (deve-se mais do que se possui e se tem a receber). Logo, a 
situação líquida diz-se passiva e é considerada negativa. 
AMASSAS PARCIAIS Elementos 
Inicial Valor inicial do património 
Retida Valores interiores não distribuídos 
Adquirida no exercício Resultados do próprio exercício 
Fonte: Da Silva (2014, p 55) 
2.5. ESTRUTURA PATRIMONIAL 
2.5.1. Estrutura Económica E Financeira 
O activo constituído pelos bens e direitos, representa a estrutura económica, ou seja o 
emprego ou aplicação dada aos seus recursos financeiros, para alcançar os objectivos 
propostos. Alldridge (1797). 
O passivo e a situação liquida representam a estrutura financeira da unidade, ou seja, a 
origem dos seus recursos, havendo a considerar os fundos próprios (situação liquida) e os 
fundos alheios (passivo). 
 
 
12 
 
2.5.2. Activo Circulante 
A actividade económica de qualquer comerciante consiste, fundamentalmente, na compra de 
mercadorias, isto é, na transformação de disponibilidades em existências e das existências em 
disponibilidades. Neste círculo de elementos patrimoniais activos pode intervir o fenómeno 
de crédito (vendas a prazo), implicando a transformação de existências em créditos e destes 
em disponibilidades. Assim, as disponibilidades constituem o activo disponível e as 
existências e os créditos, com os quais se pode realizar dinheiro constituem activo realizável 
.A soma do activo disponível com o activo realizável corresponde ao activo circulante. 
Alldridge (1797). 
2.5.3. Activo Fixo 
As imobilizações destinadas a assegurar e auxiliar com o funcionamento da empresa, 
facilitando ou possibilitando a transformação dos valores circulantes, constituem o activo 
fixo. 
2.5.4. PASSIVO DE FUNCIONAMENTO E DE FINANCIAMENTO 
 Nos fundos alheios, regra geral, os débitos a curto prazo são débitos de funcionamento, 
originados pelas operações correntes de exploração. Os débitos a medio e longo prazo são 
débitos de financiamento, especificamente relacionados com a obtenção de recursos 
financeiros. 
2.5.5. CIRCULO DOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS CONCRETOS 
i. Compra a pronto – transformação de disponibilidades em existências e 
imobilizado; 
ii. Vendas – transformação de existências em disponibilidades ou credito; 
iii. Recebimentos de créditos – transformação de créditos em disponibilidades; 
iv. Compras a prazo – aumento de existências e de débitos; 
v. Empréstimos obtidos – aumento de disponibilidades e de débitos; 
vi. Pagamento de débitos – redução de disponibilidades e de débitos. 
Fundo de maneio 
Designa-se fundo de maneio a diferença entre o activo circulante e o passivo circulante, 
equivalente a diferença entre os fundos permanentes (soma do passivo a medio e longo prazo 
13 
 
com a situação liquida) e o activo fixo. Fundo de maneio = activo circulante – débitos a curto 
prazo Fundo de maneio = fundos permanentes – activo fixo. 
2.6. FACTOS PATRIMONIAIS 
O património de uma empresa não se mantém estático ao longo dos tempos. Pelo contrário, 
está sujeito a uma contínua transformação. Esta transformação pode ser motivada por duas 
espécies de acontecimentos: os normais ou voluntários que resultam das operações 
efectuadas, voluntariamente, pela empresa e, acontecimentos extraordinários ou 
involuntários, que são independentes da sua vontade. 
No primeiro caso, podem apontar-se as operações correntes tais como: compras, pagamentos, 
vendas, saques, aceites, recebimentos, etc., no segundo caso apontam-se os incêndios, os 
roubos, as quebras, etc... Tanto umas como outras constituem factos patrimoniais. 
Podemos dizer que os factos patrimoniais aparecem associados a tudo aquilo que implique 
variações, no património. É a observação, classificação, registo e controlo destes factos 
patrimoniais, constitui o trabalho contabilístico. 
Os factos patrimoniais classificam-se em dois tipos: 
 Factos permutativos 
 Factos modificativos 
Um facto diz-se permutativo quando provoca uma alteração na composição património, mas 
não no seu valor. 
Será modificativo quando implica, além da variação na composição uma alteração no valor 
do património. 
Os primeiros são os mais frequentes, podendo-se apresentar como exemplo: compra de 
mercadorias; pagamento de uma dívida; aquisição de um edifício; um saque sobre um cliente; 
etc. 
Os segundos implicam uma alteração na situação líquida (valor do património). Estarão neste 
caso todas as operações que originem um lucro ou um prejuízo para a empresa. Ex.: venda de 
mercadorias com lucro; venda de um valor móvel (ou outro) por um preço inferior, ou 
superior, ao representado no património, etc. 
14 
 
 APLICAÇÃO 
 O património de z é constituído por: 
ACTIVO 
 Numerário....................................................50 000 00MT 
Mercadorias ..................................................80 000 00MT 
Móveis diversos ...........................................180 000 00MT 
Depósitos em bancos....................................140 000 00MT 
 450 000 00 MT 
PASSIVO 
 Dividas a pagar.............................................60 000 00MT 
Empréstimo a reembolsar…………………...40 000 00MT 
 100 000 00MT 
O valor deste património será: 
Situação líquida = 450 000 00MT- 100 000 00MT = 350 000 00MT 
Consideram-se as seguintes duas operações: 
i. Depósito no Banco ........... 20 000 00MT 
ii. Venda de mercadorias, a pronto pagamento, por 30MT, que lhe haviam custado 
25MT. 
A primeira operação implicou: 
 -Saída de numerário no valor de 20 000 00MT (caixa-20c) 
 -Entrada do mesmo valor nos depósitos em bancos (Depósitos em bancos + 20c) 
O património após a primeira operação ficou constituído. 
 
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 ACTIVO 
 Numerário....................................................30 000 00MT 
Mercadorias ..................................................80 000 00MT 
Móveis diversos ...........................................180 000 00MT 
Depósitos em bancos....................................160 000 00MT 
 450 000 00 MT 
PASSIVO 
 Dividas a pagar.............................................60 000 00MT 
Empréstimo a reembolsar…………………...40 000 00MT 
 100 000 00MT 
Verifica-se uma alteração na composição do património (os elementos patrimoniais 
apresentam uma extensão diferente) mas o seu valor mantém-se (350 000 00MT). 
Temos um facto permutativo. 
A segunda operação origina: 
 -Entrada de numerário no montante de 30 000 00MT (valor da venda) 
 -Diminuição das mercadorias no valor de 25 000 00MT (preço a que estavam em 
armazém as mercadorias saídas). 
O património após esta operação, apresenta-se da seguinte forma: 
ACTIVO 
 Numerário....................................................60 000 00MT 
Mercadorias ..................................................55 000 00MT 
Móveis diversos ...........................................180 000 00MT 
Depósitos em bancos....................................160 000 00MT 
 455 000 00 MT 
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PASSIVO 
 Dividas a pagar.............................................60 000 00MT 
Empréstimo a reembolsar…………………...40 000 00MT 
 100 000 00MT 
Após esta última operação verifica-se uma alteração não só na composição do património, 
como também no seu valor. Este último é agora 355MT, ou seja, sofreu um acréscimo de 
5.000 MT, que corresponde ao ganho obtido na venda das mercadorias. Temos nesta segunda 
operação, um facto patrimonial modificativo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
3. Conclusão 
Chegando ao fim do presente trabalho, pode-se concluir que, para se identificar a situação deuma pessoa, não basta relacionar os bens e direitos; é preciso saber as dívidas (obrigações) 
que ela possui. É necessário saber o valor do patrimônio (um apartamento, por exemplo) e 
apurar se ela não tem dívidas com um banco financiador (no caso de ela ter adquirido o 
imóvel financiado). 
A empresa (ou unidade) no desenvolvimento da sua actividade estabelece relações que 
originarão um conjunto de direitos e obrigações. Assim, aparecerão dívidas a receber 
(créditos da empresa ou débitos de terceiros) que representam valores pertencentes à terceiros 
e que a empresa se obriga a pagar. Tanto as dívidas a receber como as dívidas a pagar, são 
consideradas valores integrantes do património. 
Podemos designar por património o conjunto de valores sujeitos a uma gestão e afectos a 
determinado fim. O património de um comerciante é conjunto de valores utilizados por esse 
comerciante na sua actividade comercial. Contudo, os valores pertencentes a esse 
comerciante mas não afectos àquela actividade (ex: utensílios domésticos) não devem ser 
considerados seu património comercial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
4. Referencias Bibliográficas 
 Borges et al (2000). Contabilidade e Finanças para a Gestão, 2ª Edição Áreas Editora, 
Lisboa. 
 Costa, Carlos Baptista e Gabriel Correia Alves (2008), Contabilidade Financeira, 
Editora Rei dos Rei, 7ªediçao, 2008, Pag.152. 
 Herman Jr., Frederico. Contabilidade superior: teoria económica da contabilidade São 
Paulo: Atlas, 1972. 345 p. 
 Moçambique, Conselho de Ministros (2009), Decreto nº 70/2009 de 22 de Dezembro 
(PGC) 
 Marion, J.C. (2005). Contabilidade Empresarial, 11ª Edição, Atlas Editora, São Paulo. 
 Oliveira, A. Contabilidade Geral e Financeira, Rei dos Livros, Lisboa 
 Pereira, M. Esteves e DA SILVA, Gonçalves (1998). Contabilidade das Sociedades, 
1ª Edição, Plátano Editora, Lisboa. 
 Silva, F. e Pereira, J. (1996). Contabilidade das Sociedades, 10ª edição, Plátano 
Editora, Lisboa.

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