Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Resumo: Informação 
O nosso país é um dos líderes na produção agrícola mundial, e é fácil perceber que 
o apoio tecnológico é um importante aliado nesse processo. 
Utilizamos maquinários, ferramentas e outras tecnologias que contribuem de forma 
decisiva para obtermos alto desempenho da nossa produtividade. 
 
Entre as principais tecnologias que hoje beneficiam o campo estão as Tecnologias 
da Informação. No caso da produção agrícola, é possível encontrar programas de 
computador específicos para auxiliar no aumento da produtividade, bem como outros 
recursos que contribuem para a produção em diferentes aspectos como é o caso da 
agricultura de precisão, que une a computação a equipamentos de posicionamento 
geográfico. 
 
Os GPS: É um sistema de posicionamento global — do inglês, global positioning 
system (GPS) —, ou seja, é um sistema de navegação por satélite que informa posição, hora 
e condições atmosféricas para um aparelho receptor móvel. 
Os GPS: Utiliza soluções computadorizadas para a melhoria genética de plantas e 
animais; e da automação agrícola, com equipamentos que controlam tratores, semeadoras, 
colhedoras, pulverizadores, entre outros. 
 
Tecnologias da Informação: É a área da Informática que trabalha com a produção, 
a organização, a classificação, o armazenamento e a segurança de informações para os 
mais diversos objetivos. 
 
 Fundamentos do Sistema de Informação 
 
Atualmente, convivemos com diversos dispositivos eletrônicos relacionados aos 
sistemas de informação. Além dos computadores pessoais, existem tablets, smartphones 
entre outros. 
Conceito e histórico de sistemas de informação: Os computadores foram criados 
para processar dados, isto é, para realizar ações como cálculos, ordenações, comparações, 
classificações, listagens, entre outros. 
Dado: É a matéria-prima originalmente obtida de uma ou mais fontes (etapa de 
coleta) que sozinha não significa nada. 
Por exemplo: 150. 
Informação: É o resultado do processamento de dados, que pode ter uma ou mais 
fontes, e, assim, passa a ter um significado. 
Por exemplo: • 150 metros. 
O computador foi desenvolvido para processar dados e gerar informações úteis com 
o objetivo de auxiliar na tomada de decisão. 
O computador realiza três operações principais: 
• entrada de dados; 
 • processamento de dados; 
• saída de dados. 
 
Além das máquinas, o próprio conceito relacionado ao processamento de dados 
também evoluiu. 
Com a popularização da internet e dos serviços de comunicação, é cada vez mais 
comum usarmos o termo “Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs)” para definir 
as atividades relacionadas ao processamento e à transmissão de dados e informações. 
Componentes dos computadores: o computador é um conjunto de componentes 
eletrônicos desenvolvido para realizar as mais diferentes atividades, desde as mais 
complexas, como cálculos aeroespaciais, até as mais simples, como a ordenação de uma 
lista de nomes. 
 
Os recursos tecnológicos compreendem tanto os dispositivos físicos como os 
aplicativos, ou programas. 
 
Você terá de apresentar resultados com o auxílio de recursos tecnológicos: 
resultados da produção, do estoque, dos insumos, do maquinário, enfim, de tudo o que está 
relacionado à atividade rural. 
 
Para realizar todas essas tarefas , você utilizará dois recursos: hardware e o 
software 
Hardware: Representa a parte física de um computador, podem ser divididos em 
hardware internos e externos. 
 
 
Tipos de hardware: Internos 
 Unidade Central de Processamento (CPU): É o principal hardware de um 
computador 
Memória principal: Elemento básico para o funcionamento de um computador. Ela 
armazena os dados que são processados pela CPU 
Disco rígido: É o hardware responsável por armazenar as informações e as 
instruções executadas pelo processador. 
Placa-mãe: Principal componente para o funcionamento de um computador, 
conectar e interligar os componentes necessários para o funcionamento da máquina. 
hardware externos: chamados de periféricos, o teclado, o mouse, o monitor, a 
webcam, as impressoras etc. 
Software: São instruções escritas e que devem ser interpretadas pelo computador 
para que uma tarefa seja executada. É a parte abstrata de uma máquina a qual comumente 
chamamos de programa de computador, como é o caso de editores de texto, Spotify, Netflix, 
WhatsApp etc. 
 
Tipos de software: 
Software básico: É o sistema operacional. Permiti realizar tarefas básicas do 
computador, como ligar os dispositivos de entrada e saída, manter o funcionamento do 
relógio e a data, entre outras. 
Software utilitário: É um tipo de programa que necessita do sistema operacional 
para ser executado. 
Software aplicativo: Tem como finalidade ajudar os usuários a executarem uma ou 
mais funções, tarefas ou atividades coordenadas para o seu benefício. 
Sistema Operacional: É um conjunto de programas utilizados para fazer o 
gerenciamento 
de recursos, como: processadores, armazenamento, dispositivos de entrada e saída 
e manipulação de dados. O sistema faz comunicação entre hardware e os demais 
softwares, criado assim uma plataforma comum a todos os programas comum a todos os 
programas. 
Sistemas operacionais para computadores: 
Microsoft Windows: É um sistema operacional desenvolvido pela empresa 
Microsoft, fundada por Bill Gates. Se consolidou como o mais popular sistema operacional 
atualmente. 
macOS: Sistema operacional desenvolvido pela Apple Inc.® Criado para trabalhar 
integrado aos equipamentos da empresa Apple®. 
Linux: É um sistema operacional de código aberto. Isso significa que ele pode ser 
modificado e distribuído por qualquer pessoa que tem conhecimento em sistema operacional. 
Sistemas operacionais para dispositivos móveis: 
Android: O sistema operacional Android foi desenvolvido pela Google®. Ele usa a 
mesma lógica das distribuições Linux e também é gratuito, por isso, quase todas as 
empresas fabricantes de telefones celulares instalam o Android em seus dispositivos. 
iOS: É o sistema operacional da Apple Inc. desenvolvido para dispositivos móveis. 
Assim como acontece com o macOS®, não é possível executar o iOS® em outro tipo de 
equipamento que não seja da Apple. 
Vírus e ataques virtuais: Os invasores virtuais utilizam técnicas cada vez mais 
sofisticadas para ter acesso a esses dados: Eles elaboram algoritmo para captar as suas 
ações sem que o usuário do computador, perceba, eles induzem o clique em determinados 
links que concedem acesso aos dados de modo encoberto. 
Tipos de ataques: 
 Malware: Acontece, geralmente, quando o usuário clica em algum link ou abre um 
anexo de e-mail infectado. Podendo, entre outras ações, bloquear o acesso aos principais 
recursos da rede (ransomware) e coletar informações sensíveis dos usuários (spyware). 
Phishing: Consiste em enviar mensagens fraudulentas, geralmente por e-mail, que 
aparentam se originar de uma fonte confiável. Rouba informações de cartões de crédito e de 
acesso a sistemas, e, em muitos casos, instala um malware no dispositivo da vítima. 
Inserção de SQL (Structured Query Language): A prática é comum e se utiliza das 
caixas de pesquisas de um site para inserir o código malicioso. 
Para se proteger desses ataques é necessário tomar alguns cuidados, como: 
• Não clicar em links desconhecidos. 
• Ficar atento às novas versões lançadas para os software que você utiliza. 
• Manter o sistema operacional e o software de antivírus atualizados. 
• Não abrir arquivos suspeitos ou que você não tenha solicitado que vem anexos em 
e-mails 
Sinais que podem indicar se seu computador está ameaçado: 
• lentidão para executar tarefas; 
• navegação lenta ou com excesso de propagandas; 
• navegador com a página principal modificada; 
• mecanismo de busca alterado 
 
O uso do computador e os impactos na saúde: visão, postura, esforços 
repetitivosdo efeito. 
 
 Incluir um som de transição. 
 
 Optar pela entrada do slide por meio do clique do mouse. 
 
Escolher quantos segundos levará para a transição acontecer. 
 
 Aplicar a mesma transição, com as mesmas configurações, em todos os 
slides. 
 
Para animar algum elemento do slide, contamos com a guia Animações, em que você verá 
as opções de animação de entrada, ênfase e saída, respectivamente. 
 
 
 
Diferentemente do que ocorre com as transições de slide, os elementos podem 
receber mais de um efeito de animação. 
 
Para definir uma animação, siga os passos: 
1. Selecione o elemento que deseja animar. 
2. Clique na guia Animações. 
3. Clique na seta da opção referente ao tipo de animação que você deseja aplicar (entrada, 
ênfase ou saída) para ver os estilos disponíveis. 
4. Clique sobre o tipo de animação para aplicá-la ao elemento. 
 
Ao se definir o efeito, é exibido um painel na lateral direita da tela com as configurações 
possíveis para aquela animação. Assim, é possível controlar o tempo, a velocidade e a 
ordem de exibição. 
 
 
Caso esse painel não apareça, você poderá clicar na opção Painel de Animação. 
 
Além disso, a barra de ferramentas habilita funções de controle de: 
 
• Animação avançada — podem-se definir a cor do efeito, a forma como ele aparecerá e 
o que irá dispará-lo (por exemplo, o clique). 
 
 
• Intervalo — a partir dessas opções, conseguimos controlar se o início será imediato, se 
será ao clicar, após o último slide, bem como quanto tempo o slide e o efeito levarão para 
serem executados. 
 
 
 
Inserir elementos de mídia 
No PowerPoint®, as funcionalidades de formatação de texto estão disponíveis na guia 
Página 
Inicial. São as mesmas funções do Word® — recursos para tipos, tamanhos e estilos e 
fontes, além de alinhamento e atalhos para a área de transferência. 
 
 
 
O destaque da guia Inserir fica para as funcionalidades de mídia, que permitem inserir 
vídeos e áudios às apresentações. 
 
 
Para isso, clique no botão Vídeo ou no botão Áudio. Em seguida, selecione um arquivo 
compatível que esteja armazenado em seu computador. 
 
 
 
Inserir vídeo 
No caso dos vídeos, você pode inserir um que esteja em seu computador selecionando a 
opção Vídeo em meu PC. Outra possibilidade é inserir um vídeo disponível na internet. 
Para essa opção, basta selecionar Vídeo on-line e, na caixa de diálogo aberta, colar o link 
desejado. 
 
 
 
Inserir áudio 
Para os áudios, você pode inserir um arquivo do seu computador selecionando a opção 
Áudio em meu PC. Além disso, também é possível gravar um áudio diretamente no 
PowerPoint® pela opção Gravar Áudio. 
 
Você pode inserir um vídeo, conforme o padrão, ou vincular um arquivo de vídeo 
armazenado em seu computador. 
 
• Inserir vídeo: é o comportamento padrão, porém aumenta o tamanho do arquivo do 
arquivo elaborado no PowerPoint®. 
 
• Vincular vídeo: mantém o tamanho da apresentação, mas há risco de o vídeo falhar. 
Então, se você usar esta opção, mantenha o vídeo e a apresentação salvos na mesma 
pasta. 
 
 
 
 
 
Impressão 
Assim como os demais aplicativos da suíte Microsoft Office®, caso haja a necessidade é 
possível imprimir os slides, seja para guardar, para ter uma ideia de como ficará o resultado 
final do trabalho ou para entregar aos espectadores. 
 
Para imprimir uma apresentação, você tem duas opções: 
 
1. Acesse a guia Arquivo e selecione a opção Imprimir. 
2. Pressione as teclas Ctrl + P. 
Será aberta a janela de visualização de impressão, assim como ocorre no Word® e no 
Excel®. 
 
 
 
Você pode conferir se tudo está conforme imaginado. Além disso, pode escolher como será 
feita a impressão. Há algumas opções interessantes, como imprimir com as anotações, 
sem as imagens, com dois ou mais slides ou, ainda, somente com a estrutura dos tópicos.e impacto ambiental. 
Pessoas sendo acometidas por doenças que há algum tempo nem sequer existiam, 
resultado do impacto causado pelo uso excessivo e sem critérios de computadores e 
dispositivos móveis. 
Saúde mental: As doenças psicológicas estão no topo da lista daquelas que 
acometem pessoas que usam descontroladamente ou excessivamente os equipamentos 
tecnológicos. 
O desejo compulsivo de checar as atualizações nas redes sociais, e-mails e 
aplicativos de mensagens podem sofrer da síndrome do “medo de estar perdendo algo” 
— conhecida com FoMO, em tradução livre do inglês Fear of Missing Out. Ela é a 
sensação de não fazer ou não saber algo enquanto todos os outros fazem ou sabem, o que 
pode gerar ansiedade, mau humor, angústia e até depressão. 
Postura: 
Ergonomia :É a ciência relacionada ao entendimento das interações entre seres 
humanos e elementos, incluindo a postura corporal durante as atividades de trabalho. 
Em decorrência da má postura e dos movimentos repetitivos, os profissionais podem 
ter doenças classificadas como distúrbios osteomusculares relativos ao trabalho (Dort), que 
antigamente eram chamados de lesão por esforço repetitivo (LER). 
 
Digitando com postura correta: 
Braços: 
 Ombros: devem ficar relaxados. 
Os antebraços devem estar apoiados, em paralelo com o chão e formando um 
ângulo próximo a 90o em relação ao braço. 
Os pulsos: devem ter o mínimo de curvatura. Se necessário, utilize apoios de braço 
e punho. 
Costas: cadeira deve ter encosto, apoio para os braços e ajuste de altura. 
Pernas: coxas devem car paralelas ao chão. Os joelhos, por sua vez, devem 
permanecer dobrados, formando um ângulo entre 90º e 120º. 
Monitor: Ajustar distância e altura. A parte superior do monitor deve car na altura 
dos olhos e levemente levantado. 
Pés: Devem ficar apoiados no chão, sustentando todo o peso das pernas. Se 
necessário, utilize um apoio. 
Recomenda-se realizar uma parada a cada 25 minutos ou alternar entre a postura 
sentada e em pé e regulagem de altura do monitor e de apoio e ângulo dos braços. 
Visão: Exposição prolongada , impõe-se uma carga muito alta aos olhos sem dar 
tempo suficiente para que eles se recuperem. 
Alguns dos problemas comuns causados pela exposição excessiva a telas. 
Olhos doloridos ou irritados; 
 Dores de cabeça; 
Visão turva ou dobrada; 
 Sensibilidade à luz aumentada; 
Sensibilidade à poeira e ao vento aumentada; 
Fadiga ocular com dificuldade em focar; 
Olhos lacrimejantes Olhos secos. 
Impactos ambientais do uso de computadores 
Há um grande impacto ambiental causado pelos computadores, desde sua 
construção até o descarte depois de se tornar obsoleto. 
 A água pura é utilizada na produção de chips, além de combustíveis fósseis e 
produtos químicos. 
O descarte indiscriminado desses computadores está causando danos ao meio 
ambiente que levarão décadas para serem solucionados. No Brasil, não existe uma 
legislação que regulamente o destino do lixo eletrônico. 
 
 
 
 
 
 REDE DE COMPUTADORES 
A internet revolucionou nossa vida em diversos aspectos, e cada vez mais se fala 
em aumentar o acesso às tecnologias da informação. 
A necessidade de investir em tecnologias é uma realidade tanto para grandes como 
para pequenas empresas. No entanto, é essencial que esse investimento seja feito no que 
é, de fato, útil ao negócio. 
Rede local ou LAN (do inglês local area network): É uma rede criada para 
conectar dispositivos em uma área específica, ou seja, foi pensada para proporcionar 
eficiência e produtividade em um local mais restrito, como um escritório. 
A rede local foi projetada para permitir o compartilhamento de recursos computacionais, 
sejam eles software ou hardware. 
Vantagens de uma rede local: 
• a facilidade para o compartilhamento de recursos; 
• a segurança interna no ambiente corporativo; 
• o gerenciamento centralizado; 
• a possibilidade de escalonamento de recursos. 
Para configurar uma LAN, alguns componentes específicos são fundamentais: 
• servidor de rede; 
• sistema operacional para servidor; 
• placa de rede, ou network interface card (NIC); 
• cabo de rede; 
• protocolos TCP/IP e DHCP, entre outros serviços; 
• switch; 
• roteador de rede. 
Servidor de rede 
O servidor de rede é um computador que possui características específicas para a 
configuração de uma LAN. 
TCP/IP 
TCP e IP: são dois protocolos de rede de computadores. 
O IP obtém o endereço para o qual os dados são enviados, 
 O TCP é o protocolo responsável pela entrega dos dados para o 
IP encontrado. 
Sistema operacional para servidor 
Por meio de um sistema operacional de rede, é possível realizar, entre outras coisas: 
• o gerenciamento de usuários de uma organização (domínio de rede); 
• o armazenamento compartilhado de arquivos (servidor de redes); 
• a configuração, a manutenção e o compartilhamento de mensagens de e-mail (servidor 
de 
e-mail); 
• a hospedagem de aplicações web (servidor web). 
Placa de rede, ou network interface card (NIC) 
Uma placa de rede, ou NIC, permite a conexão entre dispositivos em uma LAN, 
possibilitando 
que os dados trafeguem entre eles. 
 
Cabos de rede 
As LANs modernas podem utilizar conexão com fio, sem fio ou com e sem fio entre os 
dispositivos. 
 
As LANs sem fios dependem de um sinal Wi-Fi®, que é limitado à determinada distância e 
pode ser protegido por uma senha, restringindo o acesso somente para utilizadores com 
permissões específicas. 
 
Para estabelecer uma comunicação efetiva entre diversas máquinas a serem configuradas 
na LAN, são necessários protocolos bem definidos, de modo que, quando um dispositivo 
enviar uma informação para outro, essa informação não seja entregue a outro diferente 
nem se perca. 
 
Protocolos de rede 
O objetivo de uma rede é conectar vários dispositivos em um mesmo lugar ou em lugares 
diferentes, como andares distintos de um mesmo prédio ou diversos cômodos em uma 
mesma casa. 
Protocolos de rede podem ser definidos como uma linguagem universal pela qual 
todos os dispositivos conectados a uma rede se comunicam. 
 
Tipos de Protocolo 
o protocolo de configuração dinâmica de host (DHCP, do inglês dynamic host 
configuration 
protocol); 
• o protocolo de controle de transmissão (TCP, do inglês transmission control protocol); 
• o endereço de protocolo da internet (IP adress, do inglês internet protocol adress). 
 
DHCP 
Todo computador conectado a uma rede, seja ela externa (internet) ou interna (intranet), 
necessita de um sistema que defina os endereços de cada elemento conectado a ela a fim 
de 
que o tráfego de informações não seja visível para quem estiver utilizando os serviços dessa 
rede. 
Essa é uma configuração realizada automaticamente por um serviço disponível no sistema 
operacional de rede, o dynamic host configuration protocol (DHCP), ou protocolo de 
configuração 
dinâmica de endereço de rede. 
 
TCP/IP 
Para que as informações sejam transmitidas dentro da rede, é necessário um endereço 
compartilhado entre seus dispositivos. Esse endereço é composto a partir dos protocolos 
transmission control protocol (TCP) e internet protocol (IP), que, apesar de serem 
diferentes, são 
complementares e, por isso, referenciados juntos — protocolo TCP/IP. 
 
Internet: É uma rede mundial de computadores interligados que usa um conjunto de 
protocolos com o objetivo de servir usuários em todo o planeta. 
 
A história da internet: A internet tem sua origem na década de 1960, quando o 
Departamento de Defesa dos Estados Unidos criou uma rede entre alguns computadores 
para fazer a troca de informação utilizando linhas telefônicas. 
Nas décadas seguintes, mais órgãos passaram a aderir a esse tipo de rede como canal de 
comunicação. Inicialmente, elas eram restritas às universidades e aos centros de 
investigação, 
até que, no início dos anos 1990, boa parte dos institutosde pesquisa mundo afora estavam 
conectados à agora chamada internet. 
 
O que inicialmente foi uma iniciativa militar tornou-se tão comum e essencial, que hoje 
temos acesso à internet a partir dos nossos smartphones em praticamente qualquer lugar 
do planeta. 
 
Atualmente, há eletrodomésticos, carros e até mesmo máquinas e equipamentos utilizados 
na produção rural que utilizam a conexão à internet como um benefício para melhorar os 
resultados. 
 
Tipos de conexões de internet: dia modem) 
A conexão discada (dial-up ou dial modem) foi a primeira forma de utilização da internet. 
Era necessário queo computador ficasse perto da tomada e conectado a um modem, que 
era o responsável 
por fazer a ligação da chamada telefônica entre o computador local e o servidor, o qual 
estava 
diretamente conectado à rede mundial. 
A conexão era lenta e o custo era bem alto. 
Banda larga (xDSL) 
 
É o tipo de conexão mais utilizado em residências e nas empresas. Foi uma evolução em 
relação à conexão discada, pois, além de ser muito mais veloz, não congestionava a linha 
telefônica, permitindo que a conexão ficasse ativa durante todo o dia. 
 
Sem cabo (wireless ou wireless fidelity — Wi-Fi) 
Tipo de conexão de internet sem cabo. No padrão wireless fidelity (Wi-Fi), o roteador 
é utilizado para distribuir o sinal. Ele recebe os dados por meio de uma conexão com fios 
e, então, converte o sinal por intermédio de ondas de rádio ou infravermelho, que tem o 
alcance de alguns metros. 
 
Conexão de dados ou redes 3G/4G/5G 
 
Com o aumento da popularização da internet e dos computadores, em pouco tempo a 
evolução 
dos componentes permitiu que os dispositivos móveis surgissem e também acessassem a 
rede mundial. 
Antes, o sinal para a conexão era analógico, e, agora, temos o sinal digital e os 
smartphones, que provocaram uma nova revolução na comunicação e na forma de 
consumir conteúdos. 
 
 Além do sinal Wi-Fi, os dispositivos móveis contam com as tecnologias 3G, 4G e, mais 
recentemente, 5G, que irá gerar um ganho considerável de velocidade, além de fortalecer o 
conceito de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), que tem o objetivo de conectar 
equipamentos e eletrônicos cotidianos entre si, como carros, drones e eletrodomésticos. Em 
números, esta nova forma de conexão será cerca de 50 vezes mais rápida do que a rede 4G. 
 
Navegadores, ou web browsers. 
 
Os navegadores de internet se utilizam do protocolo de transferência de hipertexto (em 
inglês 
hypertext transfer protocol — HTTP) para receber e enviar dados na rede mundial, ou seja, 
o 
HTTP interpreta o conteúdo das páginas. 
 
os principais navegadores da atualidade. 
O Internet Explorer foi lançado em 1995 pela Microsoft. Pode ser usado em diversas 
plataformas: Windows, Linux, macOs etc. 
 
O Google Chrome foi lançado em 2008 pela Google e se tornou o maior concorrente do 
Internet Explorer. Pode ser usado em diversas plataformas: Windows, macOS, Linux e 
Android. Atualmente, é o navegador mais usado no mundo. 
 
O Firefox foi lançado em 2002 e é um navegador de código aberto, fruto do Projeto Mozilla. 
Seu desenvolvimento contou com a ajuda de diversos colaboradores, e é tido por muitos 
como o navegador mais seguro existente. 
 
O Safari foi lançado em 2003 pela Apple e incluído como navegador padrão do seu sistema 
operacional a partir da versão 10.3 do macOS. O fato de ser um aplicativo de código 
fechado faz 
com que sofra constantes atualizações, que o tornam um navegador muito seguro, 
contando 
inclusive com um sistema de proteção de dados e antiphishing, que impedem que o usuário 
seja 
redirecionado a sites falsos. 
 
O Microsoft Edge é o mais novo navegador desenvolvido pela Microsoft. Teve sua primeira 
versão lançada em 2015 somente para o Windows 10 e o Xbox One, e, em 2017, foram 
lançadas versões para dispositivos móveis iOS e Android. Em 2019, foi lançada uma versão 
para o 
macOS. Embora a Microsoft tenha desenvolvido versões para dispositivos móveis e 
compatíveis 
com o sistema operacional da Apple, o Edge não conseguiu atingir o sucesso de seu 
antecessor, o 
Internet Explorer. 
 
Correio eletrônico: Popularmente conhecido como e-mail, é um sistema de troca de 
mensagens que imita a funcionalidade do envio de cartas. Seus surgimento e 
estabelecimento 
estão relacionados à ARPANet, portanto trata-se de um sistema mais antigo que a própria 
internet. 
 
Por ser um serviço antigo e amplamente utilizado para a troca de informações privadas e 
importantes, inclusive com validade legal, o e-mail é um alvo comum de ataques virtuais. 
Devemos ficar atentos para não sermos vítimas de furto de dados e informações, por isso 
é 
importante entendermos sobre segurança e privacidade de dados e informações. 
 
Segurança e privacidade dos dados e informações 
 
Segurança da Informação se refere ao conjunto de ações que têm a finalidade de proteger 
um grupo de dados, seja para uma pessoa física ou para uma organização. 
 
Ela se aplica a todos os aspectos de proteção de dados, não sendo restrita à área de 
tecnologia. 
 
A privacidade é o direito de um indivíduo estar livre de atenção e 
investigação não solicitadas. 
 
Com o objetivo de assegurar a integridade e a privacidade dos dados na internet, o Brasil 
passou a fazer parte de um pequeno grupo de países que possuem uma legislação 
específica para a proteção de dados e informações, a Lei Geral de Proteção de Dados 
(LGPD), ou Lei nº 13.709, de 2018. 
 
A LGPD tem como objetivo aumentar a privacidade de dados pessoais 
e o poder das entidades reguladoras para fiscalizar organizações. 
 
Periféricos: Os periféricos são componentes físicos que, acoplados a um sistema de 
computação, têm a função de transmitir a informação do usuário à máquina, e vice-versa. 
 
Exemplo de periféricos mais comuns: 
teclado; 
• mouse; 
• monitor; 
• impressora; 
• leitor de código de barras; 
• disco ou fita magnética. 
 
Um periférico, sozinho, não tem utilidade, pois para que ele funcione são necessários dois 
sistemas trabalhando em conjunto: o sistema operacional e um driver, ou controlador, de 
dispositivo. 
 
O driver informa para o sistema operacional como o periférico a que ele é dedicado se 
comunica com o computador e qual porta usa para isso, traduzindo para o sistema 
operacional as informações emitidas ou recebidas desse dispositivo. 
 
Os periféricos podem ser classificados de acordo com a sua função em periféricos de 
entrada, 
de saída e de armazenamento de dados. 
Periféricos de entrada: Os dispositivos periféricos de entrada são responsáveis por 
comunicar as informações dos usuários para o computador. 
Exemplo: Teclado , Mouse, Controle, Escâner, Câmera, Microfone 
 
Teclado: A partir da entrada de dados que ocorre quando pressionamos uma ou mais 
teclas, com o auxílio de um driver o computador os lê e transforma nas letras que vemos 
no monitor. 
 
O leitor de código de barras é muito útil, pois com ele um trabalho que levaria dias pode 
ser 
feito em horas ou até minutos, e pode ajudar bastante em alguns pontos da produção em 
empresas do agronegócio. 
Um leitor de código de barras (ou escâner de código de barras) é um dispositivo 
eletrônico 
criado para ler e interpretar os códigos de barras impressos. 
 
Periféricos de saída: Os dispositivos responsáveis por exibir ou enviar as informações 
processadas pelo computador para o usuário são chamados de periféricos de saída. 
Geralmente, esses periféricos são conectados ao computador por um cabo que pode 
transmitir 
dados e energia, mas já é possível encontrarmos dispositivos mais modernos que se 
conectam 
sem fio, por Bluetooth ou Wi-Fi. 
 
 
Impressoras: As impressoras são dispositivos que, quando conectados a um computador 
ou diretamente em uma rede, têm a função de imprimir textos, gráficos ou qualquer outro 
tipo de conteúdo. Os tipos deNesta seção, estão os comandos para realizar diferentes formatações em relação à forma 
de 
distribuição do texto no documento. 
 
• Este recurso aplica marcadores em cada parágrafo do trecho selecionado. 
• Clique sobre a seta para ter acesso a diferentes opções de marcadores. 
 
 Este recurso se chama “lista numerada” e aplica um numeral (ou letra) 
sequencial 
para cada parágrafo do texto selecionado. 
1. A seta dá acesso a diferentes opções de numeração ou de letras. 
 
 Este recurso se chama “lista de vários níveis”, útil para organizar o texto em 
itens 
e subitens em níveis diferentes, que chamamos de indentação. 
 
Outro recurso útil para organizar o texto em itens e subitens em diferentes níveis, além de 
formatar parágrafos de citação, é o recuo. 
 
 Os botões da imagem ao lado são, respectivamente, para diminuir o recuo, 
posicionando o texto mais para a esquerda, e para aumentar o recuo, levando 
o texto mais para a direita da tela. 
 
 Em seguida, temos o recurso para organizar os parágrafos selecionados em 
ordem alfabética, numérica ou de data, de acordo com o conteúdo. 
A ordenação pode ser crescente ou decrescente. 
 
O botão “¶” serve para mostrar ou ocultar marcas de parágrafo, ou seja, as 
 quebras de linha, além de outros símbolos de formatação do Word® e que, 
normalmente, estão ocultos, como as setas de recuo. 
 
Na segunda linha de botões da seção “Parágrafo”, você encontra quatro 
botões agrupados. Cada um deles contém um grupo de linhas desenhadas com 
diferentes alinhamentos, que mostram o que será feito à formatação do texto 
selecionado. 
 
Da esquerda para a direita, respectivamente, cada botão representa os alinhamentos à 
esquerda, centralizado, à direita e justificado. 
 
 
 O botão da imagem ao lado define o espaçamento entre as linhas do trecho 
selecionado. 
Clique sobre a seta para ter acesso a diferentes medidas de espaçamento. 
 
 Você pode definir uma cor de fundo para o trecho selecionado utilizando o botão 
indicado na imagem ao lado. 
Assim como na cor da fonte, a seta dá acesso a uma paleta de cores para você 
definir a de sua preferência. 
 
 O botão que possui o desenho de uma “grade” com a linha de baixo sólida e as 
demais pontilhadas serve para você inserir linhas no entorno do parágrafo e criar 
tabelas. 
Clique na seta ao lado do ícone para ver todas as opções, como linha superior, 
inferior, à direita, à esquerda etc. 
Estilos 
Nesta seção, você encontra uma série de opções de formatos de fonte e parágrafos 
predefinidos. 
Você pode deixar configurados, por exemplo, os estilos que atendam às normas da ABNT, 
tais como títulos, subtítulos, citações etc., para serem aplicados de modo mais rápido 
quando 
você estiver produzindo seus trabalhos 
 
Editando 
A última seção da aba Página Inicial do Word® é a Editando, que apresenta três 
comandos 
principais. Acompanhe. 
Localizar: Utilize para encontrar palavras ou expressões dentro de um 
documento. 
Substituir: A partir da localização de uma palavra ou expressão, você pode 
substituí-la por outras automaticamente. A substituição pode ser feita caso a caso ou em 
todas as ocorrências de uma vez. 
Selecionar: 
Permite selecionar trechos ou elementos do documento. Ao clicar 
sobre a seta do botão, você tem acesso às opções: 
• Selecionar tudo: seleciona todo o conteúdo. 
• Selecionar Objetos: seleciona elementos gráficos, como tabelas, 
imagens etc. 
• Selecionar todo texto com formatação semelhante. 
• Painel de seleção. 
 
Inserir 
Elementos extras podem ser adicionados ao documento por meio das funcionalidades 
disponíveis na aba Inserir, que está dividida nas seguintes seções: 
• Páginas; 
• Tabelas; 
• Ilustrações; 
• Suplementos; 
• Mídia; 
• Links; 
• Comentários; 
• Cabeçalho e Rodapé; 
• Texto; e 
• Símbolos. 
 
 
Páginas 
Folha de Rosto: Opção para inserir uma folha de rosto no início do documento. 
Página em Branco: Insere uma página em branco. 
Quebra de Página: Insere uma quebra de página. Isso ajuda a preservar as configurações 
nas páginas já concluídas, ou seja, pode ser usado como um finalizador de página. 
 
 Tabelas 
 
Esta é uma seção de apenas uma funcionalidade. Ao clicar sobre a seta, você vê 
inicialmente uma grade e, passando o mouse sobre ela, pode definir o tamanho da tabela 
que será inserida no documento conforme a quantidade de linhas e colunas. Além disso, 
há algumas outras opções para inserir ou desenhar tabelas, incluir uma planilha do 
Microsoft Excel®, além de algumas opções de tabelas pré-formatadas. 
 
Ilustrações 
 
Esta seção conta com comandos para inserir diferentes tipos de imagens e artes visuais. 
Você pode acessar conteúdos estáticos e interativos da web ou que estejam armazenados 
no seu computador por meio do Word® para adicioná-los em seu documento. Acompanhe 
a 
descrição de cada funcionalidade a seguir. 
 
Imagem: Selecione fotos ou ilustrações que estejam em seu computador ou em 
algum dispositivo de armazenamento conectado a ele. 
Imagens Online: Pesquise e selecione fotos ou ilustrações que estejam disponíveis na 
internet. 
Formas: Insere formas prontas, como retângulos e círculos, setas, linhas, símbolos de 
fluxogramas e textos explicativos. 
 
SmartArt: Insira gráficos pré-formatados com desenhos mais sofisticados para serem 
usados na produção de organogramas, fluxos de trabalho etc. 
 
Gráficos: Configure diferentes tipos de gráficos baseados em conjuntos de dados em 
formas variadas. 
 
Instantâneo: Selecione a tela inteira ou uma parte dela exibida no próprio Word® ou em 
outro programa para copiar essa imagem e inseri-la em seu documento — basta clicar na 
seta que está na parte de baixo deste botão e selecionar a opção Recorte de tela. Essa é 
uma ferramenta bastante útil para auxiliar na criação de manuais ou tutoriais sobre o uso 
de software, por exemplo. 
 
Mídia: Nesta seção, você encontra a funcionalidade para incluir um vídeo do 
YouTube ou de outra fonte compatível consultando diretamente do Word®. 
 
Comentários: 
Por meio desta opção, você pode inserir anotações em determinados pontos do 
documento. Selecione o local ou trecho sobre qual quer comentar e clique na opção 
 
Comentários. 
Uma caixa de texto se abre na lateral da página. Nela, você verá o nome do usuário 
do Word® e poderá digitar o comentário no abaixo dele. 
 
 Cabeçalho e Rodapé: Na seção Cabeçalho e Rodapé, estão as 
opções para editar, respectivamente, o cabeçalho e o rodapé do documento, e para 
inserir número nas páginas. 
 
 Texto: Entre as opções mais utilizadas da seção Texto, estão: 
• Caixa de Texto – usada para dar um destaque a determinado texto ou inserir um texto 
sobre uma imagem. 
• WordArt – apresenta opções de fontes estilizadas. 
 
Símbolos: Nesta seção estão as funcionalidades para inserir equações, que 
necessitam de formatação especial, e símbolos, isto é, caracteres que não estão 
disponíveis nos teclados comuns. 
 
Tabelas: As tabelas são muito úteis para organizar informações, por exemplo, para 
relacionar itens de estoque e fazer o checklist de reposição. 
Vamos ver como inserir uma tabela no documento. 
 
1. Clique na opção de menu Inserir. 
A seção de Tabela permite que você inclua e edite tabelas ao longo do documento. 
2. Clique na seta da ferramenta Tabela. 
Será aberta uma nova caixa com a representação de células de uma tabela, além de 
opções de formatação. 
3. Passe o mouse sobre o quadriculado até selecionar a quantidade de células, em 
linhas e colunas, que deseja. 
4. Clique sobre o último quadrado selecionado. 
A tabela com a quantidade de linhas e colunas selecionadas será inserida no documento 
 
 
Índices: 
A guia Referências apresenta funcionalidades muito importantes para quando 
necessitamos produzir trabalhos acadêmicos e documentos oficiais. Por meio delas, vocêpoderá inserir, entre outras coisas, o sumário e o índice de ilustrações. Para criar um 
sumário rápido em o seu documento, você deverá aplicar um estilo a cada título e subtítulo 
que queira apresentar nesse índice. Para isso, aplique os estilos predefinidos na seção 
Estilos da guia Página Inicial. 
 
Criando um sumário: 
1. Selecione o texto que você deseja referenciar. 
2. Na guia Referências no grupo Referências, clique no botão Adicionar texto e escolha 
um 
dos níveis disponíveis (Nível 1, Nível 2 ou Nível 3). 
No exemplo, a expressão “1. Risoto de ervilha” foi selecionada para receber a formatação 
de 
Nível 1. Além disso, as palavras “Ingredientes” e “Modo de fazer” receberam a 
formatação de 
Nível 2. 
 
 
 
 
3. Coloque o ponteiro do mouse no local que deseja que o sumário seja inserido. 
4. Na guia Referências, no grupo Sumário, clique no botão Sumário. 
5. Escolha um formato na lista de opções sugeridas. O sumário será criado e colocado no 
documento, incluindo o título e o números da página. 
 
 
 
Após inserido o sumário, sempre que você alterar o documento, deverá atualizá-lo. Para 
isso, clique uma vez sobre o sumário para selecioná-lo. Na guia Referências, no grupo 
Sumário, clique no botão Atualizar sumário. Use a caixa de diálogo Atualizar Sumário 
para escolher 
o que atualizar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Verificação de ortografia e impressão: 
 
 
Uma funcionalidade muito útil disponível no Word® é a verificação ortográfica. 
O programa possui dicionário de palavras em diversos idiomas e, por isso, tem a 
capacidade 
de nos alertar quando um termo está escrito errado ou fora de contexto, além de sugerir 
uma 
forma de correção. 
 
 
 
Clique sobre a opção com sugestões a serem conferidas. A aba Editor apresentará as 
sugestões de correção. 
Confira e selecione as sugestões. 
Opte por uma das seguintes ações: 
 
Impressão: O Word® nos permite imprimir documentos de diversas formatações e 
tamanhos diferentes. Tempos atrás, ao tratar de impressão, estaríamos falando 
necessariamente de ter um dispositivo conectado ao computador por cabos. Atualmente, 
existe também a opção de enviar documentos para impressão via conexão sem fio e 
imprimir o arquivo com uma extensão diferente. 
1. No menu superior da janela, clique na opção Arquivo. 
Será aberto um submenu com as opções de manipulação do documento. 
 
2. Selecione a opção Imprimir. 
Serão exibidas as opções para selecionar a impressora e as configurações de impressão. 
 
3. Clique na seta no campo da seção Impressora. 
Serão exibidas as opções de impressoras disponíveis. 
 
4. Clique no botão Imprimir. 
 
 
Caso tenha uma impressora conectada ao computador via cabo e configurada, você poderá 
selecioná-la. Também existe a possibilidade imprimir por uma impressora de rede, via 
conexão sem fio, se os dois dispositivos estiverem na mesma rede local. Outra opção é a 
impressão online,que consiste em enviar o arquivo para uma impressora conectada à 
nuvem por meio de um e-mail. Você também pode usar uma impressora virtual, que gera 
um arquivo na extensão .pdf. 
 
Planilha Eletrônica: 
 
Planilhas eletrônicas são tabelas para realizar cálculos, organizar dados e apresentar 
informações, por isso são geralmente utilizadas em controle financeiro e como um pequeno 
banco de dados. 
O Microsoft Excel® é o editor de planilhas eletrônicas desenvolvido pela Microsoft e é um 
dos principais programas disponibilizados pelo Pacote Office. Ele é reconhecido por possuir 
uma interface intuitiva e por ter inúmeras ferramentas que auxiliam na execução de 
cálculos, na construção de tabelas e na criação de gráficos. Além disso, muitas aplicações 
criadas para realizar cálculos e consolidar informações financeiras se comunicam com o 
Excel®, tanto lendo as planilhas geradas nele como exportando suas informações para seu 
formato de arquivo. Com o Excel® é possível realizar inúmeros lançamentos e cálculos com 
o uso de fórmulas predefinidas e criar lista de dados, tabelas e gráficos, painéis de controle 
(em inglês, dashboards), projeções e análises estatísticas e financeiras. 
 
 Manipulação de arquivos: 
 
 
Perceba que a disposição das barras de tarefas e até alguns nomes são os mesmos do 
Word®. 
O editor de textos a área de trabalho é composta por uma página em branco, na planilha 
do Excel® são exibidas as linhas de grade, e cada retângulo corresponde a uma célula. 
 
A área de trabalho do Excel® é uma imensa grade composta por linhas, representadas por 
números inteiros, e colunas, que são representadas por letras alfabéticas. 
 
A primeira coluna é representada pela letra A, e a primeira linha é representada pelo número 
1, gerando assim a célula A1. 
 
O conceito de célula é importante para o Excel®, porque os cálculos são realizados entre 
um 
intervalo de células e os resultados também são exibidos em células. Por exemplo, a célula 
A1 
está selecionada na figura a seguir. 
 
 
Iniciando uma planilha 
Para iniciar um documento Excel®, você tem duas formas de fazer: 
1. Clicar no ícone do programa na área de trabalho. 
2. Clicar no botão “Iniciar” e pesquisar pelo programa Excel®. 
 
Feito isso, a primeira coisa que você verá será a tela a seguir. 
 
 
 
A partir daqui, você poderá iniciar um documento “do zero”. 
1. Clique em “Novo”. 
2. Escolha a opção “Pasta de trabalho em branco”, e uma nova planilha será aberta. 
Identificando as guias e as funcionalidades principais do Excel® 
A barra de ferramentas do Excel® é dividida em seções e possui os menus Página Inicial, 
Inserir, Layout da Página, Fórmulas, Dados, Revisão e Exibir. 
 
Página Inicial 
 
 
A maioria das funcionalidades do Excel® está disponível no menu Página Inicial. 
 
As três primeiras seções desse menu — Área de Transferência, Fonte e Alinhamento — 
possuem praticamente as mesmas funções do Word® que você estudou no tema anterior. 
 
Todos possuem recursos para tipos, tamanhos e estilos e fontes, além de alinhamento e 
atalhos para a área de transferência. 
 
A partir da seção Números, começamos a ter opções de formatação diferenciadas para o 
Excel®, tais como formatações do tipo de número e de condicional, inserção e exclusão de 
células etc. 
 
 
 
 
 
Clique na seta do campo Geral para visualizar 
os tipos de dados que podem ser exibidos na 
célula: número, moeda, contábil, data abreviada, 
data completa, hora, porcentagem, fração, 
científico e texto. Por fim, também é possível 
acessar a opção Mais Formatos de Número para 
ver outros tipos de dados. 
A partir dessa definição, fica mais fácil obter 
resultados nos cálculos executados. 
 
 
 Formatação de número contábil 
 
 Estilo de porcentagem 
 
 Estilo de número com vírgula 
 Aumentar casa de número decimal 
 
 Diminuir casa de número decimal 
 
Agora que iniciamos o nosso documento, vamos aprender como salvá-lo. Salvar o que 
estamos 
criando é muito importante, e, conforme formos realizando alterações nele, é necessário 
que 
efetuemos o salvamento a cada mudança significativa no documento. 
 
Pela barra de acesso rápido 
 
 
 
Será aberta uma janela para você definir o nome do arquivo e o local em que ele será salvo. 
 
PELO ATALHO CTRL+B 
 
Na primeira vez que você for salvar a sua planilha, poderá utilizar o comando Ctrl + B, que 
abrirá 
uma tela para definir o: 
• nome do arquivo; 
• formato — por padrão, .xlsx; 
• local de salvamento — a pasta onde você guardará seu documento. 
Se você clicar onde estiver escrito “.xlsx”, irá se abrir uma lista com opção de vários outros 
formatos. 
Há também a opção mais opções de salvamento. Ao clicar nela, você abrirá a guia 
Arquivo já 
na opção salvar como. 
 
Após o primeiro salvamento, você sempre pode usar o atalho Ctrl + B para salvar 
rapidamente o seu documento. 
 
SALVAR: 
 
Se for a primeira vez salvando o arquivo, aparecerá a nova janela paradefinir o nome e a 
pasta em que o arquivo será salvo. Após realizar o primeiro salvamento da sua planilha, ao 
utilizar esta opção, o seu arquivo será salvo sempre com o mesmo nome, o mesmo formato 
e na mesma pasta que você escolheu. 
 
SALVAR COMO: 
Esta opção permite que você salve o arquivo em novo formato, com um novo nome ou 
ainda numa pasta diferente, se assim desejar. 
 
 
Por padrão no Windows, o Excel® salva os arquivos na pasta Documentos do usuário do 
Sistema. 
 
Edição e formatação de células: 
A inserção dessas informações é o que chamamos de “alimentar a planilha” e é a partir daí 
que começamos a edição e formatação das células. 
 
A formatação de uma planilha, mais do que focar no design propriamente dito, deve sempre 
ter como meta facilitar a visualização das informações ou dar destaque aos dados que são 
importantes em sua planilha. 
 
Determinando o tipo de dados da planilha: 
Há dois tipos diferentes de dados que podemos usar em planilhas: 
Valor Constante: É o dado que você digita diretamente na célula, ou seja, que não é 
obtido a partir de cálculos envolvendo outros valores, e podem ser alterados sempre que 
necessário. 
 
Por exemplo: números, datas, horas e textos. 
Fórmula: É a combinação de uma sequência de valores constantes, obtidos a partir de 
duas ou mais células, que produzem um novo valor ou dado. Se um dos valores constantes 
for zero ou se a célula estiver vazia, em algumas fórmulas, o resultado será um erro. 
 
Quando criamos uma planilha, por padrão, todas as células utilizarão o formato de número 
“Geral” que não possui um formato definido. Conforme você digita as informações, o 
programa irá interpretar estes dados e atribuir a ele a formatação que entender como a 
mais lógica. 
 
As formatações de dados mais utilizadas são: 
 
Número: 
Pode incluir caracteres numéricos (de 0 a 9) e os caracteres especiais: + - ( ) , / $ e %. Os 
números 
são automaticamente alinhados à direita da célula. 
 
Texto: 
Inclui letras e números. Por padrão, todo e qualquer conjunto de caracteres digitados em 
uma 
célula que não possa ser lido como número, fórmula, data ou hora, será interpretado pelo 
Excel como Texto ou Geral (sem formatação). Quando o texto for digitado, os caracteres 
serão alinhados à esquerda na célula. Uma célula aceita até 255 caracteres. 
 
Data e Hora: Inclui números e o caractere especial “:”. Exemplo: 10:00. 
 
Além dessas, existem ainda as formatações: moeda, contábil, porcentagem, fração, 
científico, especial e personalizado. 
 
Formatação de linhas e colunas: 
O Excel permite que você configure linhas e colunas de modo que a sua planilha tenha a 
aparência que você deseja. 
 
É possível aumentar a altura das linhas e a largura das colunas. Isso é muito útil quando 
há muita informação dentro de uma única célula e você deseja visualizá-la por completo. 
Para fazer isso, você pode fazer de duas formas: 
 
1. Posicione o cursor do mouse na linha que separa duas linhas ou duas colunas até que o 
cursor fique como mostra a imagem a seguir. 
 
 
Legenda: Cursor para 
ajuste de largura de 
coluna no Excel®. 
Fonte: Microsoft Suporte. 
 
 
 
 
Legenda: Cursor para ajuste de altura de linha no Excel®. 
 
2.Arraste a linha divisória para aumentar ou diminuir as dimensões de uma linha/coluna. 
02-Forma 
 
1. Clique, com o botão direito do mouse, sobre a linha/coluna. 
2. Escolha a opção “Altura da Linha/Largura da Coluna” para 
redimensioná-las. 
 
Aplicando cor de preenchimento e bordas 
 
Para modificar a cor de preenchimento e bordas de uma célula você pode usar os 
comandos 
presentes na guia Página Inicial, representadas pelos ícones em destaque na imagem a 
seguir. 
 
 
Também pode acessar a função “Formatar Célula” com o botão direito do mouse. Na aba 
“Borda”, você poderá configurar o tipo de linha da borda, a cor e quais lados da célula 
terão ou não bordas. 
 
 
 
 
 
Na aba “Preenchimento” você pode selecionar a cor de fundo da célula. O quadro 
“Exemplo” lhe dará uma visão de como será o efeito final. 
 
 
 
Fórmulas: Um dos objetivos do Excel® é realizar cálculos para apresentar resultados. 
Para isso, podemos usar fórmulas simples ou funções predefinidas. 
 
Para inserir qualquer fórmula em uma planilha, você deve selecionar uma célula e digitar o 
sinal de igual (“=”). Toda fórmula deve iniciar com o sinal de igual, pois, se você não o 
inserir, ela não funcionará. 
 
Soma: A função SOMA tem o objetivo de agilizar a soma entre intervalos de células. 
 
Suponha que você esteja trabalhando com uma planilha para o controle de raça de bovinos. 
Se desejar saber o total de bovinos na fazenda, independentemente da raça, você poderá 
realizar a soma de duas formas: 
 
1 – Forma: 
 
Utilizando a fórmula: =”Célula 1” + “Célula 2” 
Exemplo: 
 
 
 
 
2-Forma 
 
Usando a função SOMA, cuja estrutura pode ser: 
1. =SOMA(Célula1:Célula2); ou 
 
2. =SOMA(Celula1;Célula2). 
Utilize dois pontos para realizar o cálculo entre um intervalo 
de células. E para realizar um cálculo entre duas células 
específicas ou mais, utilize o ponto e vírgula (;). Veja o exemplo: 
 
• =soma(B3:B10) o resultado é 61, pois 
8+17+5+6+2+9+6+8=61. 
• =soma(B3;B10) o resultado é 16, pois 8+8=16. 
 
 
 
Para subtrair no Excel não existe função. É possível somente pelo uso de fórmula 
simples. 
A fórmula é: 
=”Célula 1” - “Célula 2”. 
Exemplo: 
=A1-A2. 
 
Média 
Outra função bem interessante do Excel é a função MÉDIA, que realiza um cálculo entre 2 
ou mais valores. Ela retorna o valor médio de todos os valores de um conjunto, dividido pela 
quantidade de itens que há nele. 
 
Sintaxe da função: 
= MÉDIA(B3:B10) 
Vamos a um exemplo para ficar mais claro. 
Na nossa planilha de controle de raças de bovinos, temos oito raças, totalizando 61 bovinos. 
Ao utilizar a função “MÉDIA” entre o intervalo de B3 a B10, ela realiza o seguinte cálculo: 
soma todos os valores (total de bovinos) e divide pelo total de espécies (8), resultando em 
uma média de 7,6 bovinos por espécie. 
 
 
Máximo e mínimo 
As funções “MÁX” (“MÁXIMO”) e “MÍN” (“MÍNIMO”) retornam, respectivamente, o maior e o 
menor valores a partir da seleção de uma faixa de células. 
 
Para exemplificar o uso dessas funções, alteramos o valor do nosso exemplo anterior para 
ficar bem clara sua aplicação. Veja como está nossa tabela agora: 
 
 
 
Máximo e mínimo 
As funções “MÁX” (“MÁXIMO”) e “MÍN” (“MÍNIMO”) retornam, respectivamente, o maior e o 
menor valores a partir da seleção de uma faixa de células. 
 
Para exemplificar o uso dessas funções, alteramos o valor do nosso exemplo anterior para 
ficar bem clara sua aplicação. Veja como está nossa tabela agora: 
 
 
 
A estrutura da função “MÁX” é: =MÁXIMO(intervalo de células). 
Exemplo: = MÁXIMO(B1:B8) 
 
A estrutura da função MÍN é: =MÍNIMO(intervalo de células). Exemplo: 
=MÍNIMO(B1:B8) 
 
Ao aplicar essas fórmulas, é possível obter os maiores e os menores valores entre as 
células 
selecionadas. Nesse caso, 65 e 8, respectivamente. 
Botão “Autossoma” (“Σ”) e botão “Porcentagem” 
 
Situação 01 
A primeira forma de utilizar o botão “Autossoma” é selecionando uma célula e, em seguida, 
clicando no botão “Σ” na aba Edição da guia Página Inicial. Simples assim! 
 
Situação 02 
A segunda maneira de utilizá-lo é pelo atalho: “Alt + =”. Pronto, soma realizada! 
 
Seja qual for o método utilizado, ao acionar esse botão ele selecionará um grupo de células 
na planilha que contenham dados do tipo número. A única coisa que você precisará fazer 
será 
verificar se o intervalo de células correto foi selecionado e, em seguida, pressionar a tecla 
Enter. Veja o exemplo a seguir: 
 
 
Legenda: Planilha do Excel® com intervalode células selecionado 
e fórmula de soma aplicada. 
Já a opção Porcentagem no Excel® tem a função de transformar o número contido na 
célula em uma porcentagem. Utilizar essa opção é um meio mais rápido de configurar uma 
ou mais células como porcentagem. 
 
 Gráficos e tabelas: 
Uma função muito recorrente em planilhas do Excel® é o uso de gráficos. Eles são 
essenciais 
para a visualização de dados de uma forma mais sintetizada. Então, vamos conhecer um 
pouco desse recurso e da sua aplicação. 
 
Os gráficos são uma ferramenta muito necessária para pessoas que trabalham com muitas 
planilhas e, consequentemente, um grande volume de dados. É uma ferramenta excelente 
no momento de criar e apresentar relatórios gerenciais, por exemplo 
 
O Excel® conta com diferentes tipos de gráficos que podem ser utilizados. Confira a seguir. 
 
 
 
 
Este tipo de gráfico é muito utilizado para o acompanhamento de dados por longos períodos 
e, geralmente, é usado para comparar poucas informações. Ele apresenta dois eixos: 
 
• eixo X, que é uma linha horizontal; 
• eixo Y, que é uma linha vertical. 
Gráficos de linhas são ótimos para apresentar 
informações ao longo do ano, como: 
 
1. Resultados de vendas. 
2. Controle de custos de produção. 
3. Controle de uso do estoque. 
4. Taxa de reprodução bovina 
 
 
 
Os gráficos de colunas no Excel® tambémsão muito úteis para analisar dados por períodos 
longos, igualmente chamados de série histórica. Esse tipo de gráfico é ótimo se você tem 
uma planilha com muitas categorias de dados que possuem subcategorias. 
 
Esse modelo permite a comparação entre um número maior de itens. Isso é possível 
porque, visualmente, é um gráfico mais fácil de se compreender. Os gráficos de coluna são 
excelentes para comparar diferentes subcategorias dentro de uma mesma categoria. 
Assim, você pode 
usá-lo quando, por exemplo: 
 
1. Apresentar resultado por categorias específicas (raça bovina, produção de leite, 
taxa de reprodução etc.). 
 
2. Precisar controlar custos por safra (por insumo, colheita terceirizada, maquinários 
etc.). 
 
Bem parecido com o gráfico de colunas, este tipo é útil para comparar séries de 
dados, permitindo uma melhor visualização de uma ou mais categorias de informação, 
especialmente se elas tiverem muitas subcategorias, dando destaque à diferença entre as 
informações de cada uma delas. 
 
Os gráficos de barra são bons quando precisamos comparar, por exemplo, os resultados 
ou a performance de uma determinada categoria em diferentes segmentos, períodos ou 
contextos com o intuito de que fique visualmente destacada essa informação. 
 
Esse tipo de gráfico é útil para, por exemplo, apresentar resultados de vendas ou custos de 
produção a partir de categorias específicas (estado, tipo de safra, período do 
ano etc.). 
 
 
 
O gráfico de pizza é, certamente, o mais popular do Excel®. Como o seu nome sugere, ele 
permite a visualização dos dados em formato de “fatias de pizza”, sempre trabalhando com 
porcentagem. Esse tipo considera a soma total de todos os itens que compõem o gráfico e 
cria as fatias de acordo com a quantidade de itens, apresentando a proporção de cada um 
deles em relação ao todo. 
 
Os gráficos pizza são os mais simples de todos e não servem para apresentar muitos 
dados. Por causa dessa característica, o ideal é que não se insiram mais do que cinco ou 
seis dados nele. Gráficos de pizza não são capazes de ilustrar valores negativos ou iguais 
a zero. 
 
Inserir um gráfico 
Para inserir um gráfico, siga os passos indicados: 
1. Selecione na planilha os dados que deseja apresentar. 
2. Escolha a opção “Inserir” na barra de ferramentas. 
3. No grupo “Gráficos”, escolha o tipo de gráfico que deseja inserir. Observe que o gráfico 
já 
será inserido na planilha atual. 
Caso seja necessário, será possível criar uma planilha somente para o gráfico. Para isso, 
realize 
as seguintes ações: 
1. Selecione o gráfico. 
2. Acesse a opção “Ferramentas de Gráfico”. 
3. Escolha a opção “Mover Gráfico”. 
4. Selecione a opção “Nova Planilha”. 
 
Impressão: 
Antes de enviar seu arquivo para impressão, é importante visualizá-la para verificar se está 
da forma como você quer. 
5.1 Visualizar uma planilha 
1. Clique na planilha ou selecione as planilhas que você deseja visualizar. 
2. Clique no menu Arquivo. 
3. Selecione a opção Imprimir. 
Serão exibidas a janela de visualização e as opções de impressão. 
Ainda antes de enviar o arquivo para impressão, você pode escolher a impressora e as 
opções de impressão que melhor lhe convêm. 
 
 
Definir as opções de impressão 
1. Acesse a janela Imprimir pela guia Arquivo. 
2. Clique na caixa suspensa da seção Impressora. 
3. Se necessário, clique na caixa suspensa Impressora para alterar o dispositivo de 
impressão. 
4. Para fazer alterações nas demais configurações, clique sobre a caixa suspensa de cada 
campo e selecione a opção desejada. 
 
 
Confira, a seguir, a descrição de cada campo. 
Botão Imprimir: Envia o documento para impressão. 
Cópias: Configura a quantidade de cópias do documento para imprimir. 
Impressora: Abre um menu suspenso em que você pode selecionar a impressora 
a ser utilizada. 
Imprimir Planilhas Ativas: Exibe um menu em que você pode selecionar se deseja 
imprimir 
a planilha em que está trabalhando, toda a pasta de trabalho ou apenas algumas células 
selecionadas. 
Imprimir em um Lado: Permite selecionar a impressão em apenas um lado ou na frente e 
no verso da folha. 
Agrupado: Possibilita configurar a ordem em que deseja imprimir as páginas. Por exemplo, 
se você selecionar a opção Agrupada, todo o arquivo será impresso repetidamente até 
finalizar todas as cópias que você configurou. Já ao escolher a opção Desagrupado será 
impressa apenas a primeira página na quantidade de cópias configuradas. 
Orientação: Configura se planilha será impressa em orientação retrato (“em pé”) ou 
paisagem (“deitada”). 
Tamanho da folha: Permite selecionar o tamanho da folha em que a planilha será 
impressa. 
Margens: Permite definir o tamanho das margens no documento impresso. 
Dimensionamento: Ajusta o tamanho da planilha que se deseja imprimir. 
 
Imprimir uma planilha 
Você pode imprimir uma planilha completa, optar pela impressão parcial ou configurar a 
impressão de mais cópias. 
1. Acesse a janela Imprimir pela guia Arquivo. 
2. Escolha da seleção, planilha(s) ativa(s), pasta de trabalho inteira ou tabela. 
3. No campo Cópias, insira a quantidade de impressões a serem feitas. 
4. Se necessário, altere a impressora. 
5. Clique no botão Imprimir. 
 
 
 
 
Programa de Apresentações. 
 
O PowerPoint® faz parte do Pacote Office e, assim como o Word® e o Excel®, é um dos 
programas mais utilizados. 
 
O PowerPoint® é um aplicativo voltado para o desenvolvimento de apresentações que 
conta com diversos recursos — objetos gráficos, organogramas, fotos, vídeos, arquivos de 
áudio, efeitos de transição de slides, modelos de apresentação predefinidos, além da 
possibilidade de incluir animações. 
 
Os recursos diferenciais do programa, no entanto, são aqueles que permitem a projeção 
das apresentações a partir de monitores, projetores multimídia e dispositivos móveis. 
 
Isso faz dele uma ferramenta muito útil para os momentos em que necessitamos expor 
informações para grupos de pessoas. 
 
Edição e manipulação de arquivos: 
 
Pense no seu público-alvo — em que ambiente está, qual é a idade/geração, o 
quanto conhece do assunto a ser apresentado — e em qual é a melhor forma de 
entregar a mensagem para ele. 
 
Primeiro, crie o conteúdo para depois desenvolver os slides. 
 
Pense nos slides como um apoio para a sua fala e coloque apenas frases curtas, 
palavras e expressões-chave, evitando inserir uma quantidade excessiva de informações. 
 
Ao utilizar imagens, busque as que sejam diretamente relacionadas ao assunto e úteispara 
apoiar o entendimento. 
 
Evite as que possuam marca d’água e lembre-se de incluir a fonte das imagens de terceiros 
antes de compartilhar o arquivo. 
 
A ordem dos slides e dos itens deve acompanhar a sua fala, portanto revise sua 
apresentação e treine seu texto. 
 
Como iniciar uma apresentação: 
 
Abrir um arquivo de apresentação: 
 
Ao clicar no ícone do PowerPoint® e abri-lo, vemos a tela com as opções para abrir um 
novo arquivo. São elas: 
 
1. Abrir um arquivo recentemente aberto. 
2. Abrir outras apresentações. 
3. Abrir uma apresentação em branco. 
4. Abrir um modelo predefinido. 
 
 
 
 
Clique na opção de apresentação em branco. O documento será aberto para começar a 
inserção, a edição e a formatação dos elementos que comporão o primeiro slide. 
 
Repare que o slide já contém caixas de textos para você adicionar o conteúdo escrito. 
 
 
 
 
Perceba, também, que o PowerPoint® conta com menus e barras de ferramentas 
semelhantes aos do Word® e do Excel®, portanto o que você estudou nos Temas 4 e 5 
sobre formatação de textos, tabelas e formas poderá ser utilizado aqui! 
 
 
 
Ações essenciais para trabalhar com arquivos de apresentação do PowerPoint®. 
 
1.2 Salvar uma apresentação. 
 
No PowerPoint® do Office 365, todo arquivo é salvo, por padrão, com a extensão “.pptx”, 
mas é possível salvar o arquivo em outras extensões úteis, como a “.pdf”. 
 
1.3 Salvando o documento com o botão disquete. 
 
 
 
Uma das possibilidades para salvar o seu é ir ao ícone simbolizado por um disquete, no 
canto superior esquerdo do PowerPoint®, e clicar com o botão esquerdo do mouse. Veja 
na imagem. 
 
1.4 Salvando o documento pela aba Arquivo 
 
Outra maneira de salvar o documento é ir até a aba Arquivo e, então, procurar pela opção 
Salvar. Clique sobre ela com o botão esquerdo do mouse. 
 
 
 
Ao salvar um documento pela primeira vez, será aberta uma janela para você definir a pasta 
em que ele ficará, bem como o nome e o tipo de arquivo, determinado pela extensão. 
Caso o documento tenha sido salvo anteriormente, ele será gravado com as novas 
inserções. 
 
Salvando um documento na opção Salvar como 
 
O PowerPoint® também disponibiliza a opção chamada Salvar como. 
 
A diferença entre “Salvar” e “Salvar como” é que, na segunda opção, existem as 
possibilidades de você escolher, mais facilmente, o local em que deseja salvar e mudar o 
nome e a extensão do arquivo. Existem algumas diferenças de formato quando salvamos 
um arquivo de slide. Veja o quadro a seguir: 
Apresenta 
Apresentação do PowerPoint: Salvamento padrão. Cria o arquivo editável com a 
extensão “.pptx”. 
PowerPoint® 
 Apresentação de Slides do PowerPoint: Salvamento em modo de apresentação. Abre 
a apresentação diretamente, sem necessidade de usar o aplicativo. 
EG-4 
MPEG-4: Salva a apresentação de PowerPoint® em formato MPEG-4, ou seja, faz 
a conversão direta de uma apresentação em um vídeo. 
GIF, JPEG, PNG, 
T GIF,JPEG,PNG, TIFF: ISalva o arquivo em formatos de imagens, com as extensões 
mais comuns. 
 
O GIF, por exemplo, é um tipo de arquivo que pode ser animado, mostrando uma sequência 
de imagens constantemente. 
PDF 
PDF: Converte automaticamente o slide em padrão PDF. 
 
Editar e formatar um slide 
Para formatar slides, utilizamos principalmente as funcionalidades disponíveis no menu 
Design. 
 
Ao clicar nessa opção, a barra de ferramentas mostrará os modelos predefinidos do 
PowerPoint®. Há também as opções para ajuste de tema — que incluem cores, tipo de 
fonte e estilo do plano de fundo —, tamanho do slide, formatação de plano de fundo e 
ideias de design. 
 
 
 
Temas: Permite alterar o padrão de cores e fontes que são utilizados no modelo. 
 
Tamanho do Slide: Possibilita alterar o tamanho do slide. Há duas opções de formatação 
predefinidas — 4:3 (padrão) e 16:9 (widescreen) —, além de Tamanho de Slide 
Personalizado. Dependendo do dispositivo em que você for exibir a apresentação, conhecer 
essa opção poderá fazer toda a diferença. 
 
Formatar plano de fundo: Disponibiliza opções para mudar cor, efeito ou padrão gráfico 
de preenchimento e transparência do plano de fundo do slide. 
 
Ideais de design: Com base no slide selecionado, mostra ideias de formatação para serem 
aplicadas. 
 
Ao selecionarmos uma opção, o slide receberá a configuração predefinida. 
 
 
 
 
 
 
Os modelos têm formatações predefinidas tanto para o primeiro slide, em que normalmente 
se adicionam título e subtítulo, como para o restante da apresentação. 
 
1.7 Adicionar um novo slide 
Para adicionar um novo slide à sua apresentação, você pode optar por uma entre três 
formas: 
 
Pela barra de ferramentas 
 
Na guia Inserir ou na guia Página Inicial, você tem duas opções: 
 
1. Clicar sobre o ícone para inserir um novo slide automaticamente. 
 
2. Clicar na seta ao lado do ícone para ver as opções de inserção de slide: 
a. Escolha o layout de slide conforme o conteúdo que necessitar inserir. 
 
b. Clique em Duplicar Slide Selecionados para inserir um slide com o mesmo layout 
daquele 
selecionado na barra de miniatura. 
 
c. Clique em Slides da Estrutura de Tópicos para criar slides a partir de um arquivo de 
texto 
estruturado em níveis com indentação. 
 
d. Clique em Reutilizar Slides para inserir slides a partir de outro arquivo de apresentação. 
 
 
Pela barra de miniaturas 
 
 
 
Clique com o botão direito do mouse na barra de miniatura, no lado esquerdo da tela. 
Emseguida, clique na opção Novo Slide. Se você clicar com o botão direito do mouse em 
cima da miniatura de um slide, também aparecerá a opção Duplicar Slide. Além disso, 
você também verá a possibilidade para excluir o slide selecionado. 
 
Pelas teclas de atalho 
Pressione as teclas Ctrl + M ao mesmo tempo. 
Essa é uma forma rápida de inserir um novo slide, mas perceba que ele terá o layout básico 
de 
título e texto, portanto você poderá precisar modificar essa estrutura. 
 
Agora que já temos slides formatados, podemos inserir os elementos e o conteúdo. 
 
1.8 Inserir texto, tabela e outros elementos gráficos 
Como você viu, ao adicionar um novo slide, você pode escolher um modelo pré-formatado 
com caixas para adicionar texto, imagens e mídias em locais definidos. 
 
No entanto, também se pode adicionar um slide em branco. Nesse caso, é possível que, 
posteriormente, você precise adicionar uma caixa de texto ou uma imagem, por exemplo. 
 
 
A caixa de texto e a tabela são as únicas formas de inserir conteúdo 
escrito em um slide. 
 
Esse é o momento em que podemos relembrar tudo o que foi estudado sobre as 
funcionalidades do Word® e do Excel®! 
 
Na guia Página Inicial, você encontra as opções para inserir caixa de texto, bem como 
para formatar textos da mesma forma que aprendeu a fazer no Word®. 
 
 
 
 
Formata Na guia Inserir, seção Ilustrações, você encontrará todas as opções para inserir 
texto, tabela, formas geométricas, gráficos e outros elementos interessantes e funcionais 
para apresentar o conteúdo da melhor forma. Plano 
 
 
Além disso, ao adicionar um elemento, sempre que ele estiver selecionado o PowerPoint® 
apresentará a guia Formato de Forma. Nela, você encontrará funcionalidades para trocar 
cores, adicionar efeitos e mudar a posição, o alinhamento e o tamanho desse elemento. 
Confira o exemplo com uma caixa de texto: 
 
 
 Animação e uso de multimídias: 
Um dos recursos mais usados no PowerPoint® é a Transição de Slides, que permite 
aplicar efeitos animados para a mudança entre um slide e outro. Existem diversas opções 
de transição, que podem ser selecionadas livremente pela guia Transições. Por meio do 
botão Opções de Efeito, você pode configurar a transição, por exemplo, mudando a 
direção de início da animação. 
 
 
 
Além do estilo de transição, na seção Intervalo podemos: 
 
 Controlar o tempo de duraçãodo efeito. 
 
 Incluir um som de transição. 
 
 Optar pela entrada do slide por meio do clique do mouse. 
 
Escolher quantos segundos levará para a transição acontecer. 
 
 Aplicar a mesma transição, com as mesmas configurações, em todos os 
slides. 
 
Para animar algum elemento do slide, contamos com a guia Animações, em que você verá 
as opções de animação de entrada, ênfase e saída, respectivamente. 
 
 
 
Diferentemente do que ocorre com as transições de slide, os elementos podem 
receber mais de um efeito de animação. 
 
Para definir uma animação, siga os passos: 
1. Selecione o elemento que deseja animar. 
2. Clique na guia Animações. 
3. Clique na seta da opção referente ao tipo de animação que você deseja aplicar (entrada, 
ênfase ou saída) para ver os estilos disponíveis. 
4. Clique sobre o tipo de animação para aplicá-la ao elemento. 
 
Ao se definir o efeito, é exibido um painel na lateral direita da tela com as configurações 
possíveis para aquela animação. Assim, é possível controlar o tempo, a velocidade e a 
ordem de exibição. 
 
 
Caso esse painel não apareça, você poderá clicar na opção Painel de Animação. 
 
Além disso, a barra de ferramentas habilita funções de controle de: 
 
• Animação avançada — podem-se definir a cor do efeito, a forma como ele aparecerá e 
o que irá dispará-lo (por exemplo, o clique). 
 
 
• Intervalo — a partir dessas opções, conseguimos controlar se o início será imediato, se 
será ao clicar, após o último slide, bem como quanto tempo o slide e o efeito levarão para 
serem executados. 
 
 
 
Inserir elementos de mídia 
No PowerPoint®, as funcionalidades de formatação de texto estão disponíveis na guia 
Página 
Inicial. São as mesmas funções do Word® — recursos para tipos, tamanhos e estilos e 
fontes, além de alinhamento e atalhos para a área de transferência. 
 
 
 
O destaque da guia Inserir fica para as funcionalidades de mídia, que permitem inserir 
vídeos e áudios às apresentações. 
 
 
Para isso, clique no botão Vídeo ou no botão Áudio. Em seguida, selecione um arquivo 
compatível que esteja armazenado em seu computador. 
 
 
 
Inserir vídeo 
No caso dos vídeos, você pode inserir um que esteja em seu computador selecionando a 
opção Vídeo em meu PC. Outra possibilidade é inserir um vídeo disponível na internet. 
Para essa opção, basta selecionar Vídeo on-line e, na caixa de diálogo aberta, colar o link 
desejado. 
 
 
 
Inserir áudio 
Para os áudios, você pode inserir um arquivo do seu computador selecionando a opção 
Áudio em meu PC. Além disso, também é possível gravar um áudio diretamente no 
PowerPoint® pela opção Gravar Áudio. 
 
Você pode inserir um vídeo, conforme o padrão, ou vincular um arquivo de vídeo 
armazenado em seu computador. 
 
• Inserir vídeo: é o comportamento padrão, porém aumenta o tamanho do arquivo do 
arquivo elaborado no PowerPoint®. 
 
• Vincular vídeo: mantém o tamanho da apresentação, mas há risco de o vídeo falhar. 
Então, se você usar esta opção, mantenha o vídeo e a apresentação salvos na mesma 
pasta. 
 
 
 
 
 
Impressão 
Assim como os demais aplicativos da suíte Microsoft Office®, caso haja a necessidade é 
possível imprimir os slides, seja para guardar, para ter uma ideia de como ficará o resultado 
final do trabalho ou para entregar aos espectadores. 
 
Para imprimir uma apresentação, você tem duas opções: 
 
1. Acesse a guia Arquivo e selecione a opção Imprimir. 
2. Pressione as teclas Ctrl + P. 
Será aberta a janela de visualização de impressão, assim como ocorre no Word® e no 
Excel®. 
 
 
 
Você pode conferir se tudo está conforme imaginado. Além disso, pode escolher como será 
feita a impressão. Há algumas opções interessantes, como imprimir com as anotações, 
sem as imagens, com dois ou mais slides ou, ainda, somente com a estrutura dos tópicos.

Mais conteúdos dessa disciplina