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Resumo: Informação O nosso país é um dos líderes na produção agrícola mundial, e é fácil perceber que o apoio tecnológico é um importante aliado nesse processo. Utilizamos maquinários, ferramentas e outras tecnologias que contribuem de forma decisiva para obtermos alto desempenho da nossa produtividade. Entre as principais tecnologias que hoje beneficiam o campo estão as Tecnologias da Informação. No caso da produção agrícola, é possível encontrar programas de computador específicos para auxiliar no aumento da produtividade, bem como outros recursos que contribuem para a produção em diferentes aspectos como é o caso da agricultura de precisão, que une a computação a equipamentos de posicionamento geográfico. Os GPS: É um sistema de posicionamento global — do inglês, global positioning system (GPS) —, ou seja, é um sistema de navegação por satélite que informa posição, hora e condições atmosféricas para um aparelho receptor móvel. Os GPS: Utiliza soluções computadorizadas para a melhoria genética de plantas e animais; e da automação agrícola, com equipamentos que controlam tratores, semeadoras, colhedoras, pulverizadores, entre outros. Tecnologias da Informação: É a área da Informática que trabalha com a produção, a organização, a classificação, o armazenamento e a segurança de informações para os mais diversos objetivos. Fundamentos do Sistema de Informação Atualmente, convivemos com diversos dispositivos eletrônicos relacionados aos sistemas de informação. Além dos computadores pessoais, existem tablets, smartphones entre outros. Conceito e histórico de sistemas de informação: Os computadores foram criados para processar dados, isto é, para realizar ações como cálculos, ordenações, comparações, classificações, listagens, entre outros. Dado: É a matéria-prima originalmente obtida de uma ou mais fontes (etapa de coleta) que sozinha não significa nada. Por exemplo: 150. Informação: É o resultado do processamento de dados, que pode ter uma ou mais fontes, e, assim, passa a ter um significado. Por exemplo: • 150 metros. O computador foi desenvolvido para processar dados e gerar informações úteis com o objetivo de auxiliar na tomada de decisão. O computador realiza três operações principais: • entrada de dados; • processamento de dados; • saída de dados. Além das máquinas, o próprio conceito relacionado ao processamento de dados também evoluiu. Com a popularização da internet e dos serviços de comunicação, é cada vez mais comum usarmos o termo “Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs)” para definir as atividades relacionadas ao processamento e à transmissão de dados e informações. Componentes dos computadores: o computador é um conjunto de componentes eletrônicos desenvolvido para realizar as mais diferentes atividades, desde as mais complexas, como cálculos aeroespaciais, até as mais simples, como a ordenação de uma lista de nomes. Os recursos tecnológicos compreendem tanto os dispositivos físicos como os aplicativos, ou programas. Você terá de apresentar resultados com o auxílio de recursos tecnológicos: resultados da produção, do estoque, dos insumos, do maquinário, enfim, de tudo o que está relacionado à atividade rural. Para realizar todas essas tarefas , você utilizará dois recursos: hardware e o software Hardware: Representa a parte física de um computador, podem ser divididos em hardware internos e externos. Tipos de hardware: Internos Unidade Central de Processamento (CPU): É o principal hardware de um computador Memória principal: Elemento básico para o funcionamento de um computador. Ela armazena os dados que são processados pela CPU Disco rígido: É o hardware responsável por armazenar as informações e as instruções executadas pelo processador. Placa-mãe: Principal componente para o funcionamento de um computador, conectar e interligar os componentes necessários para o funcionamento da máquina. hardware externos: chamados de periféricos, o teclado, o mouse, o monitor, a webcam, as impressoras etc. Software: São instruções escritas e que devem ser interpretadas pelo computador para que uma tarefa seja executada. É a parte abstrata de uma máquina a qual comumente chamamos de programa de computador, como é o caso de editores de texto, Spotify, Netflix, WhatsApp etc. Tipos de software: Software básico: É o sistema operacional. Permiti realizar tarefas básicas do computador, como ligar os dispositivos de entrada e saída, manter o funcionamento do relógio e a data, entre outras. Software utilitário: É um tipo de programa que necessita do sistema operacional para ser executado. Software aplicativo: Tem como finalidade ajudar os usuários a executarem uma ou mais funções, tarefas ou atividades coordenadas para o seu benefício. Sistema Operacional: É um conjunto de programas utilizados para fazer o gerenciamento de recursos, como: processadores, armazenamento, dispositivos de entrada e saída e manipulação de dados. O sistema faz comunicação entre hardware e os demais softwares, criado assim uma plataforma comum a todos os programas comum a todos os programas. Sistemas operacionais para computadores: Microsoft Windows: É um sistema operacional desenvolvido pela empresa Microsoft, fundada por Bill Gates. Se consolidou como o mais popular sistema operacional atualmente. macOS: Sistema operacional desenvolvido pela Apple Inc.® Criado para trabalhar integrado aos equipamentos da empresa Apple®. Linux: É um sistema operacional de código aberto. Isso significa que ele pode ser modificado e distribuído por qualquer pessoa que tem conhecimento em sistema operacional. Sistemas operacionais para dispositivos móveis: Android: O sistema operacional Android foi desenvolvido pela Google®. Ele usa a mesma lógica das distribuições Linux e também é gratuito, por isso, quase todas as empresas fabricantes de telefones celulares instalam o Android em seus dispositivos. iOS: É o sistema operacional da Apple Inc. desenvolvido para dispositivos móveis. Assim como acontece com o macOS®, não é possível executar o iOS® em outro tipo de equipamento que não seja da Apple. Vírus e ataques virtuais: Os invasores virtuais utilizam técnicas cada vez mais sofisticadas para ter acesso a esses dados: Eles elaboram algoritmo para captar as suas ações sem que o usuário do computador, perceba, eles induzem o clique em determinados links que concedem acesso aos dados de modo encoberto. Tipos de ataques: Malware: Acontece, geralmente, quando o usuário clica em algum link ou abre um anexo de e-mail infectado. Podendo, entre outras ações, bloquear o acesso aos principais recursos da rede (ransomware) e coletar informações sensíveis dos usuários (spyware). Phishing: Consiste em enviar mensagens fraudulentas, geralmente por e-mail, que aparentam se originar de uma fonte confiável. Rouba informações de cartões de crédito e de acesso a sistemas, e, em muitos casos, instala um malware no dispositivo da vítima. Inserção de SQL (Structured Query Language): A prática é comum e se utiliza das caixas de pesquisas de um site para inserir o código malicioso. Para se proteger desses ataques é necessário tomar alguns cuidados, como: • Não clicar em links desconhecidos. • Ficar atento às novas versões lançadas para os software que você utiliza. • Manter o sistema operacional e o software de antivírus atualizados. • Não abrir arquivos suspeitos ou que você não tenha solicitado que vem anexos em e-mails Sinais que podem indicar se seu computador está ameaçado: • lentidão para executar tarefas; • navegação lenta ou com excesso de propagandas; • navegador com a página principal modificada; • mecanismo de busca alterado O uso do computador e os impactos na saúde: visão, postura, esforços repetitivosdo efeito. Incluir um som de transição. Optar pela entrada do slide por meio do clique do mouse. Escolher quantos segundos levará para a transição acontecer. Aplicar a mesma transição, com as mesmas configurações, em todos os slides. Para animar algum elemento do slide, contamos com a guia Animações, em que você verá as opções de animação de entrada, ênfase e saída, respectivamente. Diferentemente do que ocorre com as transições de slide, os elementos podem receber mais de um efeito de animação. Para definir uma animação, siga os passos: 1. Selecione o elemento que deseja animar. 2. Clique na guia Animações. 3. Clique na seta da opção referente ao tipo de animação que você deseja aplicar (entrada, ênfase ou saída) para ver os estilos disponíveis. 4. Clique sobre o tipo de animação para aplicá-la ao elemento. Ao se definir o efeito, é exibido um painel na lateral direita da tela com as configurações possíveis para aquela animação. Assim, é possível controlar o tempo, a velocidade e a ordem de exibição. Caso esse painel não apareça, você poderá clicar na opção Painel de Animação. Além disso, a barra de ferramentas habilita funções de controle de: • Animação avançada — podem-se definir a cor do efeito, a forma como ele aparecerá e o que irá dispará-lo (por exemplo, o clique). • Intervalo — a partir dessas opções, conseguimos controlar se o início será imediato, se será ao clicar, após o último slide, bem como quanto tempo o slide e o efeito levarão para serem executados. Inserir elementos de mídia No PowerPoint®, as funcionalidades de formatação de texto estão disponíveis na guia Página Inicial. São as mesmas funções do Word® — recursos para tipos, tamanhos e estilos e fontes, além de alinhamento e atalhos para a área de transferência. O destaque da guia Inserir fica para as funcionalidades de mídia, que permitem inserir vídeos e áudios às apresentações. Para isso, clique no botão Vídeo ou no botão Áudio. Em seguida, selecione um arquivo compatível que esteja armazenado em seu computador. Inserir vídeo No caso dos vídeos, você pode inserir um que esteja em seu computador selecionando a opção Vídeo em meu PC. Outra possibilidade é inserir um vídeo disponível na internet. Para essa opção, basta selecionar Vídeo on-line e, na caixa de diálogo aberta, colar o link desejado. Inserir áudio Para os áudios, você pode inserir um arquivo do seu computador selecionando a opção Áudio em meu PC. Além disso, também é possível gravar um áudio diretamente no PowerPoint® pela opção Gravar Áudio. Você pode inserir um vídeo, conforme o padrão, ou vincular um arquivo de vídeo armazenado em seu computador. • Inserir vídeo: é o comportamento padrão, porém aumenta o tamanho do arquivo do arquivo elaborado no PowerPoint®. • Vincular vídeo: mantém o tamanho da apresentação, mas há risco de o vídeo falhar. Então, se você usar esta opção, mantenha o vídeo e a apresentação salvos na mesma pasta. Impressão Assim como os demais aplicativos da suíte Microsoft Office®, caso haja a necessidade é possível imprimir os slides, seja para guardar, para ter uma ideia de como ficará o resultado final do trabalho ou para entregar aos espectadores. Para imprimir uma apresentação, você tem duas opções: 1. Acesse a guia Arquivo e selecione a opção Imprimir. 2. Pressione as teclas Ctrl + P. Será aberta a janela de visualização de impressão, assim como ocorre no Word® e no Excel®. Você pode conferir se tudo está conforme imaginado. Além disso, pode escolher como será feita a impressão. Há algumas opções interessantes, como imprimir com as anotações, sem as imagens, com dois ou mais slides ou, ainda, somente com a estrutura dos tópicos.e impacto ambiental. Pessoas sendo acometidas por doenças que há algum tempo nem sequer existiam, resultado do impacto causado pelo uso excessivo e sem critérios de computadores e dispositivos móveis. Saúde mental: As doenças psicológicas estão no topo da lista daquelas que acometem pessoas que usam descontroladamente ou excessivamente os equipamentos tecnológicos. O desejo compulsivo de checar as atualizações nas redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagens podem sofrer da síndrome do “medo de estar perdendo algo” — conhecida com FoMO, em tradução livre do inglês Fear of Missing Out. Ela é a sensação de não fazer ou não saber algo enquanto todos os outros fazem ou sabem, o que pode gerar ansiedade, mau humor, angústia e até depressão. Postura: Ergonomia :É a ciência relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e elementos, incluindo a postura corporal durante as atividades de trabalho. Em decorrência da má postura e dos movimentos repetitivos, os profissionais podem ter doenças classificadas como distúrbios osteomusculares relativos ao trabalho (Dort), que antigamente eram chamados de lesão por esforço repetitivo (LER). Digitando com postura correta: Braços: Ombros: devem ficar relaxados. Os antebraços devem estar apoiados, em paralelo com o chão e formando um ângulo próximo a 90o em relação ao braço. Os pulsos: devem ter o mínimo de curvatura. Se necessário, utilize apoios de braço e punho. Costas: cadeira deve ter encosto, apoio para os braços e ajuste de altura. Pernas: coxas devem car paralelas ao chão. Os joelhos, por sua vez, devem permanecer dobrados, formando um ângulo entre 90º e 120º. Monitor: Ajustar distância e altura. A parte superior do monitor deve car na altura dos olhos e levemente levantado. Pés: Devem ficar apoiados no chão, sustentando todo o peso das pernas. Se necessário, utilize um apoio. Recomenda-se realizar uma parada a cada 25 minutos ou alternar entre a postura sentada e em pé e regulagem de altura do monitor e de apoio e ângulo dos braços. Visão: Exposição prolongada , impõe-se uma carga muito alta aos olhos sem dar tempo suficiente para que eles se recuperem. Alguns dos problemas comuns causados pela exposição excessiva a telas. Olhos doloridos ou irritados; Dores de cabeça; Visão turva ou dobrada; Sensibilidade à luz aumentada; Sensibilidade à poeira e ao vento aumentada; Fadiga ocular com dificuldade em focar; Olhos lacrimejantes Olhos secos. Impactos ambientais do uso de computadores Há um grande impacto ambiental causado pelos computadores, desde sua construção até o descarte depois de se tornar obsoleto. A água pura é utilizada na produção de chips, além de combustíveis fósseis e produtos químicos. O descarte indiscriminado desses computadores está causando danos ao meio ambiente que levarão décadas para serem solucionados. No Brasil, não existe uma legislação que regulamente o destino do lixo eletrônico. REDE DE COMPUTADORES A internet revolucionou nossa vida em diversos aspectos, e cada vez mais se fala em aumentar o acesso às tecnologias da informação. A necessidade de investir em tecnologias é uma realidade tanto para grandes como para pequenas empresas. No entanto, é essencial que esse investimento seja feito no que é, de fato, útil ao negócio. Rede local ou LAN (do inglês local area network): É uma rede criada para conectar dispositivos em uma área específica, ou seja, foi pensada para proporcionar eficiência e produtividade em um local mais restrito, como um escritório. A rede local foi projetada para permitir o compartilhamento de recursos computacionais, sejam eles software ou hardware. Vantagens de uma rede local: • a facilidade para o compartilhamento de recursos; • a segurança interna no ambiente corporativo; • o gerenciamento centralizado; • a possibilidade de escalonamento de recursos. Para configurar uma LAN, alguns componentes específicos são fundamentais: • servidor de rede; • sistema operacional para servidor; • placa de rede, ou network interface card (NIC); • cabo de rede; • protocolos TCP/IP e DHCP, entre outros serviços; • switch; • roteador de rede. Servidor de rede O servidor de rede é um computador que possui características específicas para a configuração de uma LAN. TCP/IP TCP e IP: são dois protocolos de rede de computadores. O IP obtém o endereço para o qual os dados são enviados, O TCP é o protocolo responsável pela entrega dos dados para o IP encontrado. Sistema operacional para servidor Por meio de um sistema operacional de rede, é possível realizar, entre outras coisas: • o gerenciamento de usuários de uma organização (domínio de rede); • o armazenamento compartilhado de arquivos (servidor de redes); • a configuração, a manutenção e o compartilhamento de mensagens de e-mail (servidor de e-mail); • a hospedagem de aplicações web (servidor web). Placa de rede, ou network interface card (NIC) Uma placa de rede, ou NIC, permite a conexão entre dispositivos em uma LAN, possibilitando que os dados trafeguem entre eles. Cabos de rede As LANs modernas podem utilizar conexão com fio, sem fio ou com e sem fio entre os dispositivos. As LANs sem fios dependem de um sinal Wi-Fi®, que é limitado à determinada distância e pode ser protegido por uma senha, restringindo o acesso somente para utilizadores com permissões específicas. Para estabelecer uma comunicação efetiva entre diversas máquinas a serem configuradas na LAN, são necessários protocolos bem definidos, de modo que, quando um dispositivo enviar uma informação para outro, essa informação não seja entregue a outro diferente nem se perca. Protocolos de rede O objetivo de uma rede é conectar vários dispositivos em um mesmo lugar ou em lugares diferentes, como andares distintos de um mesmo prédio ou diversos cômodos em uma mesma casa. Protocolos de rede podem ser definidos como uma linguagem universal pela qual todos os dispositivos conectados a uma rede se comunicam. Tipos de Protocolo o protocolo de configuração dinâmica de host (DHCP, do inglês dynamic host configuration protocol); • o protocolo de controle de transmissão (TCP, do inglês transmission control protocol); • o endereço de protocolo da internet (IP adress, do inglês internet protocol adress). DHCP Todo computador conectado a uma rede, seja ela externa (internet) ou interna (intranet), necessita de um sistema que defina os endereços de cada elemento conectado a ela a fim de que o tráfego de informações não seja visível para quem estiver utilizando os serviços dessa rede. Essa é uma configuração realizada automaticamente por um serviço disponível no sistema operacional de rede, o dynamic host configuration protocol (DHCP), ou protocolo de configuração dinâmica de endereço de rede. TCP/IP Para que as informações sejam transmitidas dentro da rede, é necessário um endereço compartilhado entre seus dispositivos. Esse endereço é composto a partir dos protocolos transmission control protocol (TCP) e internet protocol (IP), que, apesar de serem diferentes, são complementares e, por isso, referenciados juntos — protocolo TCP/IP. Internet: É uma rede mundial de computadores interligados que usa um conjunto de protocolos com o objetivo de servir usuários em todo o planeta. A história da internet: A internet tem sua origem na década de 1960, quando o Departamento de Defesa dos Estados Unidos criou uma rede entre alguns computadores para fazer a troca de informação utilizando linhas telefônicas. Nas décadas seguintes, mais órgãos passaram a aderir a esse tipo de rede como canal de comunicação. Inicialmente, elas eram restritas às universidades e aos centros de investigação, até que, no início dos anos 1990, boa parte dos institutosde pesquisa mundo afora estavam conectados à agora chamada internet. O que inicialmente foi uma iniciativa militar tornou-se tão comum e essencial, que hoje temos acesso à internet a partir dos nossos smartphones em praticamente qualquer lugar do planeta. Atualmente, há eletrodomésticos, carros e até mesmo máquinas e equipamentos utilizados na produção rural que utilizam a conexão à internet como um benefício para melhorar os resultados. Tipos de conexões de internet: dia modem) A conexão discada (dial-up ou dial modem) foi a primeira forma de utilização da internet. Era necessário queo computador ficasse perto da tomada e conectado a um modem, que era o responsável por fazer a ligação da chamada telefônica entre o computador local e o servidor, o qual estava diretamente conectado à rede mundial. A conexão era lenta e o custo era bem alto. Banda larga (xDSL) É o tipo de conexão mais utilizado em residências e nas empresas. Foi uma evolução em relação à conexão discada, pois, além de ser muito mais veloz, não congestionava a linha telefônica, permitindo que a conexão ficasse ativa durante todo o dia. Sem cabo (wireless ou wireless fidelity — Wi-Fi) Tipo de conexão de internet sem cabo. No padrão wireless fidelity (Wi-Fi), o roteador é utilizado para distribuir o sinal. Ele recebe os dados por meio de uma conexão com fios e, então, converte o sinal por intermédio de ondas de rádio ou infravermelho, que tem o alcance de alguns metros. Conexão de dados ou redes 3G/4G/5G Com o aumento da popularização da internet e dos computadores, em pouco tempo a evolução dos componentes permitiu que os dispositivos móveis surgissem e também acessassem a rede mundial. Antes, o sinal para a conexão era analógico, e, agora, temos o sinal digital e os smartphones, que provocaram uma nova revolução na comunicação e na forma de consumir conteúdos. Além do sinal Wi-Fi, os dispositivos móveis contam com as tecnologias 3G, 4G e, mais recentemente, 5G, que irá gerar um ganho considerável de velocidade, além de fortalecer o conceito de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), que tem o objetivo de conectar equipamentos e eletrônicos cotidianos entre si, como carros, drones e eletrodomésticos. Em números, esta nova forma de conexão será cerca de 50 vezes mais rápida do que a rede 4G. Navegadores, ou web browsers. Os navegadores de internet se utilizam do protocolo de transferência de hipertexto (em inglês hypertext transfer protocol — HTTP) para receber e enviar dados na rede mundial, ou seja, o HTTP interpreta o conteúdo das páginas. os principais navegadores da atualidade. O Internet Explorer foi lançado em 1995 pela Microsoft. Pode ser usado em diversas plataformas: Windows, Linux, macOs etc. O Google Chrome foi lançado em 2008 pela Google e se tornou o maior concorrente do Internet Explorer. Pode ser usado em diversas plataformas: Windows, macOS, Linux e Android. Atualmente, é o navegador mais usado no mundo. O Firefox foi lançado em 2002 e é um navegador de código aberto, fruto do Projeto Mozilla. Seu desenvolvimento contou com a ajuda de diversos colaboradores, e é tido por muitos como o navegador mais seguro existente. O Safari foi lançado em 2003 pela Apple e incluído como navegador padrão do seu sistema operacional a partir da versão 10.3 do macOS. O fato de ser um aplicativo de código fechado faz com que sofra constantes atualizações, que o tornam um navegador muito seguro, contando inclusive com um sistema de proteção de dados e antiphishing, que impedem que o usuário seja redirecionado a sites falsos. O Microsoft Edge é o mais novo navegador desenvolvido pela Microsoft. Teve sua primeira versão lançada em 2015 somente para o Windows 10 e o Xbox One, e, em 2017, foram lançadas versões para dispositivos móveis iOS e Android. Em 2019, foi lançada uma versão para o macOS. Embora a Microsoft tenha desenvolvido versões para dispositivos móveis e compatíveis com o sistema operacional da Apple, o Edge não conseguiu atingir o sucesso de seu antecessor, o Internet Explorer. Correio eletrônico: Popularmente conhecido como e-mail, é um sistema de troca de mensagens que imita a funcionalidade do envio de cartas. Seus surgimento e estabelecimento estão relacionados à ARPANet, portanto trata-se de um sistema mais antigo que a própria internet. Por ser um serviço antigo e amplamente utilizado para a troca de informações privadas e importantes, inclusive com validade legal, o e-mail é um alvo comum de ataques virtuais. Devemos ficar atentos para não sermos vítimas de furto de dados e informações, por isso é importante entendermos sobre segurança e privacidade de dados e informações. Segurança e privacidade dos dados e informações Segurança da Informação se refere ao conjunto de ações que têm a finalidade de proteger um grupo de dados, seja para uma pessoa física ou para uma organização. Ela se aplica a todos os aspectos de proteção de dados, não sendo restrita à área de tecnologia. A privacidade é o direito de um indivíduo estar livre de atenção e investigação não solicitadas. Com o objetivo de assegurar a integridade e a privacidade dos dados na internet, o Brasil passou a fazer parte de um pequeno grupo de países que possuem uma legislação específica para a proteção de dados e informações, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), ou Lei nº 13.709, de 2018. A LGPD tem como objetivo aumentar a privacidade de dados pessoais e o poder das entidades reguladoras para fiscalizar organizações. Periféricos: Os periféricos são componentes físicos que, acoplados a um sistema de computação, têm a função de transmitir a informação do usuário à máquina, e vice-versa. Exemplo de periféricos mais comuns: teclado; • mouse; • monitor; • impressora; • leitor de código de barras; • disco ou fita magnética. Um periférico, sozinho, não tem utilidade, pois para que ele funcione são necessários dois sistemas trabalhando em conjunto: o sistema operacional e um driver, ou controlador, de dispositivo. O driver informa para o sistema operacional como o periférico a que ele é dedicado se comunica com o computador e qual porta usa para isso, traduzindo para o sistema operacional as informações emitidas ou recebidas desse dispositivo. Os periféricos podem ser classificados de acordo com a sua função em periféricos de entrada, de saída e de armazenamento de dados. Periféricos de entrada: Os dispositivos periféricos de entrada são responsáveis por comunicar as informações dos usuários para o computador. Exemplo: Teclado , Mouse, Controle, Escâner, Câmera, Microfone Teclado: A partir da entrada de dados que ocorre quando pressionamos uma ou mais teclas, com o auxílio de um driver o computador os lê e transforma nas letras que vemos no monitor. O leitor de código de barras é muito útil, pois com ele um trabalho que levaria dias pode ser feito em horas ou até minutos, e pode ajudar bastante em alguns pontos da produção em empresas do agronegócio. Um leitor de código de barras (ou escâner de código de barras) é um dispositivo eletrônico criado para ler e interpretar os códigos de barras impressos. Periféricos de saída: Os dispositivos responsáveis por exibir ou enviar as informações processadas pelo computador para o usuário são chamados de periféricos de saída. Geralmente, esses periféricos são conectados ao computador por um cabo que pode transmitir dados e energia, mas já é possível encontrarmos dispositivos mais modernos que se conectam sem fio, por Bluetooth ou Wi-Fi. Impressoras: As impressoras são dispositivos que, quando conectados a um computador ou diretamente em uma rede, têm a função de imprimir textos, gráficos ou qualquer outro tipo de conteúdo. Os tipos deNesta seção, estão os comandos para realizar diferentes formatações em relação à forma de distribuição do texto no documento. • Este recurso aplica marcadores em cada parágrafo do trecho selecionado. • Clique sobre a seta para ter acesso a diferentes opções de marcadores. Este recurso se chama “lista numerada” e aplica um numeral (ou letra) sequencial para cada parágrafo do texto selecionado. 1. A seta dá acesso a diferentes opções de numeração ou de letras. Este recurso se chama “lista de vários níveis”, útil para organizar o texto em itens e subitens em níveis diferentes, que chamamos de indentação. Outro recurso útil para organizar o texto em itens e subitens em diferentes níveis, além de formatar parágrafos de citação, é o recuo. Os botões da imagem ao lado são, respectivamente, para diminuir o recuo, posicionando o texto mais para a esquerda, e para aumentar o recuo, levando o texto mais para a direita da tela. Em seguida, temos o recurso para organizar os parágrafos selecionados em ordem alfabética, numérica ou de data, de acordo com o conteúdo. A ordenação pode ser crescente ou decrescente. O botão “¶” serve para mostrar ou ocultar marcas de parágrafo, ou seja, as quebras de linha, além de outros símbolos de formatação do Word® e que, normalmente, estão ocultos, como as setas de recuo. Na segunda linha de botões da seção “Parágrafo”, você encontra quatro botões agrupados. Cada um deles contém um grupo de linhas desenhadas com diferentes alinhamentos, que mostram o que será feito à formatação do texto selecionado. Da esquerda para a direita, respectivamente, cada botão representa os alinhamentos à esquerda, centralizado, à direita e justificado. O botão da imagem ao lado define o espaçamento entre as linhas do trecho selecionado. Clique sobre a seta para ter acesso a diferentes medidas de espaçamento. Você pode definir uma cor de fundo para o trecho selecionado utilizando o botão indicado na imagem ao lado. Assim como na cor da fonte, a seta dá acesso a uma paleta de cores para você definir a de sua preferência. O botão que possui o desenho de uma “grade” com a linha de baixo sólida e as demais pontilhadas serve para você inserir linhas no entorno do parágrafo e criar tabelas. Clique na seta ao lado do ícone para ver todas as opções, como linha superior, inferior, à direita, à esquerda etc. Estilos Nesta seção, você encontra uma série de opções de formatos de fonte e parágrafos predefinidos. Você pode deixar configurados, por exemplo, os estilos que atendam às normas da ABNT, tais como títulos, subtítulos, citações etc., para serem aplicados de modo mais rápido quando você estiver produzindo seus trabalhos Editando A última seção da aba Página Inicial do Word® é a Editando, que apresenta três comandos principais. Acompanhe. Localizar: Utilize para encontrar palavras ou expressões dentro de um documento. Substituir: A partir da localização de uma palavra ou expressão, você pode substituí-la por outras automaticamente. A substituição pode ser feita caso a caso ou em todas as ocorrências de uma vez. Selecionar: Permite selecionar trechos ou elementos do documento. Ao clicar sobre a seta do botão, você tem acesso às opções: • Selecionar tudo: seleciona todo o conteúdo. • Selecionar Objetos: seleciona elementos gráficos, como tabelas, imagens etc. • Selecionar todo texto com formatação semelhante. • Painel de seleção. Inserir Elementos extras podem ser adicionados ao documento por meio das funcionalidades disponíveis na aba Inserir, que está dividida nas seguintes seções: • Páginas; • Tabelas; • Ilustrações; • Suplementos; • Mídia; • Links; • Comentários; • Cabeçalho e Rodapé; • Texto; e • Símbolos. Páginas Folha de Rosto: Opção para inserir uma folha de rosto no início do documento. Página em Branco: Insere uma página em branco. Quebra de Página: Insere uma quebra de página. Isso ajuda a preservar as configurações nas páginas já concluídas, ou seja, pode ser usado como um finalizador de página. Tabelas Esta é uma seção de apenas uma funcionalidade. Ao clicar sobre a seta, você vê inicialmente uma grade e, passando o mouse sobre ela, pode definir o tamanho da tabela que será inserida no documento conforme a quantidade de linhas e colunas. Além disso, há algumas outras opções para inserir ou desenhar tabelas, incluir uma planilha do Microsoft Excel®, além de algumas opções de tabelas pré-formatadas. Ilustrações Esta seção conta com comandos para inserir diferentes tipos de imagens e artes visuais. Você pode acessar conteúdos estáticos e interativos da web ou que estejam armazenados no seu computador por meio do Word® para adicioná-los em seu documento. Acompanhe a descrição de cada funcionalidade a seguir. Imagem: Selecione fotos ou ilustrações que estejam em seu computador ou em algum dispositivo de armazenamento conectado a ele. Imagens Online: Pesquise e selecione fotos ou ilustrações que estejam disponíveis na internet. Formas: Insere formas prontas, como retângulos e círculos, setas, linhas, símbolos de fluxogramas e textos explicativos. SmartArt: Insira gráficos pré-formatados com desenhos mais sofisticados para serem usados na produção de organogramas, fluxos de trabalho etc. Gráficos: Configure diferentes tipos de gráficos baseados em conjuntos de dados em formas variadas. Instantâneo: Selecione a tela inteira ou uma parte dela exibida no próprio Word® ou em outro programa para copiar essa imagem e inseri-la em seu documento — basta clicar na seta que está na parte de baixo deste botão e selecionar a opção Recorte de tela. Essa é uma ferramenta bastante útil para auxiliar na criação de manuais ou tutoriais sobre o uso de software, por exemplo. Mídia: Nesta seção, você encontra a funcionalidade para incluir um vídeo do YouTube ou de outra fonte compatível consultando diretamente do Word®. Comentários: Por meio desta opção, você pode inserir anotações em determinados pontos do documento. Selecione o local ou trecho sobre qual quer comentar e clique na opção Comentários. Uma caixa de texto se abre na lateral da página. Nela, você verá o nome do usuário do Word® e poderá digitar o comentário no abaixo dele. Cabeçalho e Rodapé: Na seção Cabeçalho e Rodapé, estão as opções para editar, respectivamente, o cabeçalho e o rodapé do documento, e para inserir número nas páginas. Texto: Entre as opções mais utilizadas da seção Texto, estão: • Caixa de Texto – usada para dar um destaque a determinado texto ou inserir um texto sobre uma imagem. • WordArt – apresenta opções de fontes estilizadas. Símbolos: Nesta seção estão as funcionalidades para inserir equações, que necessitam de formatação especial, e símbolos, isto é, caracteres que não estão disponíveis nos teclados comuns. Tabelas: As tabelas são muito úteis para organizar informações, por exemplo, para relacionar itens de estoque e fazer o checklist de reposição. Vamos ver como inserir uma tabela no documento. 1. Clique na opção de menu Inserir. A seção de Tabela permite que você inclua e edite tabelas ao longo do documento. 2. Clique na seta da ferramenta Tabela. Será aberta uma nova caixa com a representação de células de uma tabela, além de opções de formatação. 3. Passe o mouse sobre o quadriculado até selecionar a quantidade de células, em linhas e colunas, que deseja. 4. Clique sobre o último quadrado selecionado. A tabela com a quantidade de linhas e colunas selecionadas será inserida no documento Índices: A guia Referências apresenta funcionalidades muito importantes para quando necessitamos produzir trabalhos acadêmicos e documentos oficiais. Por meio delas, vocêpoderá inserir, entre outras coisas, o sumário e o índice de ilustrações. Para criar um sumário rápido em o seu documento, você deverá aplicar um estilo a cada título e subtítulo que queira apresentar nesse índice. Para isso, aplique os estilos predefinidos na seção Estilos da guia Página Inicial. Criando um sumário: 1. Selecione o texto que você deseja referenciar. 2. Na guia Referências no grupo Referências, clique no botão Adicionar texto e escolha um dos níveis disponíveis (Nível 1, Nível 2 ou Nível 3). No exemplo, a expressão “1. Risoto de ervilha” foi selecionada para receber a formatação de Nível 1. Além disso, as palavras “Ingredientes” e “Modo de fazer” receberam a formatação de Nível 2. 3. Coloque o ponteiro do mouse no local que deseja que o sumário seja inserido. 4. Na guia Referências, no grupo Sumário, clique no botão Sumário. 5. Escolha um formato na lista de opções sugeridas. O sumário será criado e colocado no documento, incluindo o título e o números da página. Após inserido o sumário, sempre que você alterar o documento, deverá atualizá-lo. Para isso, clique uma vez sobre o sumário para selecioná-lo. Na guia Referências, no grupo Sumário, clique no botão Atualizar sumário. Use a caixa de diálogo Atualizar Sumário para escolher o que atualizar. Verificação de ortografia e impressão: Uma funcionalidade muito útil disponível no Word® é a verificação ortográfica. O programa possui dicionário de palavras em diversos idiomas e, por isso, tem a capacidade de nos alertar quando um termo está escrito errado ou fora de contexto, além de sugerir uma forma de correção. Clique sobre a opção com sugestões a serem conferidas. A aba Editor apresentará as sugestões de correção. Confira e selecione as sugestões. Opte por uma das seguintes ações: Impressão: O Word® nos permite imprimir documentos de diversas formatações e tamanhos diferentes. Tempos atrás, ao tratar de impressão, estaríamos falando necessariamente de ter um dispositivo conectado ao computador por cabos. Atualmente, existe também a opção de enviar documentos para impressão via conexão sem fio e imprimir o arquivo com uma extensão diferente. 1. No menu superior da janela, clique na opção Arquivo. Será aberto um submenu com as opções de manipulação do documento. 2. Selecione a opção Imprimir. Serão exibidas as opções para selecionar a impressora e as configurações de impressão. 3. Clique na seta no campo da seção Impressora. Serão exibidas as opções de impressoras disponíveis. 4. Clique no botão Imprimir. Caso tenha uma impressora conectada ao computador via cabo e configurada, você poderá selecioná-la. Também existe a possibilidade imprimir por uma impressora de rede, via conexão sem fio, se os dois dispositivos estiverem na mesma rede local. Outra opção é a impressão online,que consiste em enviar o arquivo para uma impressora conectada à nuvem por meio de um e-mail. Você também pode usar uma impressora virtual, que gera um arquivo na extensão .pdf. Planilha Eletrônica: Planilhas eletrônicas são tabelas para realizar cálculos, organizar dados e apresentar informações, por isso são geralmente utilizadas em controle financeiro e como um pequeno banco de dados. O Microsoft Excel® é o editor de planilhas eletrônicas desenvolvido pela Microsoft e é um dos principais programas disponibilizados pelo Pacote Office. Ele é reconhecido por possuir uma interface intuitiva e por ter inúmeras ferramentas que auxiliam na execução de cálculos, na construção de tabelas e na criação de gráficos. Além disso, muitas aplicações criadas para realizar cálculos e consolidar informações financeiras se comunicam com o Excel®, tanto lendo as planilhas geradas nele como exportando suas informações para seu formato de arquivo. Com o Excel® é possível realizar inúmeros lançamentos e cálculos com o uso de fórmulas predefinidas e criar lista de dados, tabelas e gráficos, painéis de controle (em inglês, dashboards), projeções e análises estatísticas e financeiras. Manipulação de arquivos: Perceba que a disposição das barras de tarefas e até alguns nomes são os mesmos do Word®. O editor de textos a área de trabalho é composta por uma página em branco, na planilha do Excel® são exibidas as linhas de grade, e cada retângulo corresponde a uma célula. A área de trabalho do Excel® é uma imensa grade composta por linhas, representadas por números inteiros, e colunas, que são representadas por letras alfabéticas. A primeira coluna é representada pela letra A, e a primeira linha é representada pelo número 1, gerando assim a célula A1. O conceito de célula é importante para o Excel®, porque os cálculos são realizados entre um intervalo de células e os resultados também são exibidos em células. Por exemplo, a célula A1 está selecionada na figura a seguir. Iniciando uma planilha Para iniciar um documento Excel®, você tem duas formas de fazer: 1. Clicar no ícone do programa na área de trabalho. 2. Clicar no botão “Iniciar” e pesquisar pelo programa Excel®. Feito isso, a primeira coisa que você verá será a tela a seguir. A partir daqui, você poderá iniciar um documento “do zero”. 1. Clique em “Novo”. 2. Escolha a opção “Pasta de trabalho em branco”, e uma nova planilha será aberta. Identificando as guias e as funcionalidades principais do Excel® A barra de ferramentas do Excel® é dividida em seções e possui os menus Página Inicial, Inserir, Layout da Página, Fórmulas, Dados, Revisão e Exibir. Página Inicial A maioria das funcionalidades do Excel® está disponível no menu Página Inicial. As três primeiras seções desse menu — Área de Transferência, Fonte e Alinhamento — possuem praticamente as mesmas funções do Word® que você estudou no tema anterior. Todos possuem recursos para tipos, tamanhos e estilos e fontes, além de alinhamento e atalhos para a área de transferência. A partir da seção Números, começamos a ter opções de formatação diferenciadas para o Excel®, tais como formatações do tipo de número e de condicional, inserção e exclusão de células etc. Clique na seta do campo Geral para visualizar os tipos de dados que podem ser exibidos na célula: número, moeda, contábil, data abreviada, data completa, hora, porcentagem, fração, científico e texto. Por fim, também é possível acessar a opção Mais Formatos de Número para ver outros tipos de dados. A partir dessa definição, fica mais fácil obter resultados nos cálculos executados. Formatação de número contábil Estilo de porcentagem Estilo de número com vírgula Aumentar casa de número decimal Diminuir casa de número decimal Agora que iniciamos o nosso documento, vamos aprender como salvá-lo. Salvar o que estamos criando é muito importante, e, conforme formos realizando alterações nele, é necessário que efetuemos o salvamento a cada mudança significativa no documento. Pela barra de acesso rápido Será aberta uma janela para você definir o nome do arquivo e o local em que ele será salvo. PELO ATALHO CTRL+B Na primeira vez que você for salvar a sua planilha, poderá utilizar o comando Ctrl + B, que abrirá uma tela para definir o: • nome do arquivo; • formato — por padrão, .xlsx; • local de salvamento — a pasta onde você guardará seu documento. Se você clicar onde estiver escrito “.xlsx”, irá se abrir uma lista com opção de vários outros formatos. Há também a opção mais opções de salvamento. Ao clicar nela, você abrirá a guia Arquivo já na opção salvar como. Após o primeiro salvamento, você sempre pode usar o atalho Ctrl + B para salvar rapidamente o seu documento. SALVAR: Se for a primeira vez salvando o arquivo, aparecerá a nova janela paradefinir o nome e a pasta em que o arquivo será salvo. Após realizar o primeiro salvamento da sua planilha, ao utilizar esta opção, o seu arquivo será salvo sempre com o mesmo nome, o mesmo formato e na mesma pasta que você escolheu. SALVAR COMO: Esta opção permite que você salve o arquivo em novo formato, com um novo nome ou ainda numa pasta diferente, se assim desejar. Por padrão no Windows, o Excel® salva os arquivos na pasta Documentos do usuário do Sistema. Edição e formatação de células: A inserção dessas informações é o que chamamos de “alimentar a planilha” e é a partir daí que começamos a edição e formatação das células. A formatação de uma planilha, mais do que focar no design propriamente dito, deve sempre ter como meta facilitar a visualização das informações ou dar destaque aos dados que são importantes em sua planilha. Determinando o tipo de dados da planilha: Há dois tipos diferentes de dados que podemos usar em planilhas: Valor Constante: É o dado que você digita diretamente na célula, ou seja, que não é obtido a partir de cálculos envolvendo outros valores, e podem ser alterados sempre que necessário. Por exemplo: números, datas, horas e textos. Fórmula: É a combinação de uma sequência de valores constantes, obtidos a partir de duas ou mais células, que produzem um novo valor ou dado. Se um dos valores constantes for zero ou se a célula estiver vazia, em algumas fórmulas, o resultado será um erro. Quando criamos uma planilha, por padrão, todas as células utilizarão o formato de número “Geral” que não possui um formato definido. Conforme você digita as informações, o programa irá interpretar estes dados e atribuir a ele a formatação que entender como a mais lógica. As formatações de dados mais utilizadas são: Número: Pode incluir caracteres numéricos (de 0 a 9) e os caracteres especiais: + - ( ) , / $ e %. Os números são automaticamente alinhados à direita da célula. Texto: Inclui letras e números. Por padrão, todo e qualquer conjunto de caracteres digitados em uma célula que não possa ser lido como número, fórmula, data ou hora, será interpretado pelo Excel como Texto ou Geral (sem formatação). Quando o texto for digitado, os caracteres serão alinhados à esquerda na célula. Uma célula aceita até 255 caracteres. Data e Hora: Inclui números e o caractere especial “:”. Exemplo: 10:00. Além dessas, existem ainda as formatações: moeda, contábil, porcentagem, fração, científico, especial e personalizado. Formatação de linhas e colunas: O Excel permite que você configure linhas e colunas de modo que a sua planilha tenha a aparência que você deseja. É possível aumentar a altura das linhas e a largura das colunas. Isso é muito útil quando há muita informação dentro de uma única célula e você deseja visualizá-la por completo. Para fazer isso, você pode fazer de duas formas: 1. Posicione o cursor do mouse na linha que separa duas linhas ou duas colunas até que o cursor fique como mostra a imagem a seguir. Legenda: Cursor para ajuste de largura de coluna no Excel®. Fonte: Microsoft Suporte. Legenda: Cursor para ajuste de altura de linha no Excel®. 2.Arraste a linha divisória para aumentar ou diminuir as dimensões de uma linha/coluna. 02-Forma 1. Clique, com o botão direito do mouse, sobre a linha/coluna. 2. Escolha a opção “Altura da Linha/Largura da Coluna” para redimensioná-las. Aplicando cor de preenchimento e bordas Para modificar a cor de preenchimento e bordas de uma célula você pode usar os comandos presentes na guia Página Inicial, representadas pelos ícones em destaque na imagem a seguir. Também pode acessar a função “Formatar Célula” com o botão direito do mouse. Na aba “Borda”, você poderá configurar o tipo de linha da borda, a cor e quais lados da célula terão ou não bordas. Na aba “Preenchimento” você pode selecionar a cor de fundo da célula. O quadro “Exemplo” lhe dará uma visão de como será o efeito final. Fórmulas: Um dos objetivos do Excel® é realizar cálculos para apresentar resultados. Para isso, podemos usar fórmulas simples ou funções predefinidas. Para inserir qualquer fórmula em uma planilha, você deve selecionar uma célula e digitar o sinal de igual (“=”). Toda fórmula deve iniciar com o sinal de igual, pois, se você não o inserir, ela não funcionará. Soma: A função SOMA tem o objetivo de agilizar a soma entre intervalos de células. Suponha que você esteja trabalhando com uma planilha para o controle de raça de bovinos. Se desejar saber o total de bovinos na fazenda, independentemente da raça, você poderá realizar a soma de duas formas: 1 – Forma: Utilizando a fórmula: =”Célula 1” + “Célula 2” Exemplo: 2-Forma Usando a função SOMA, cuja estrutura pode ser: 1. =SOMA(Célula1:Célula2); ou 2. =SOMA(Celula1;Célula2). Utilize dois pontos para realizar o cálculo entre um intervalo de células. E para realizar um cálculo entre duas células específicas ou mais, utilize o ponto e vírgula (;). Veja o exemplo: • =soma(B3:B10) o resultado é 61, pois 8+17+5+6+2+9+6+8=61. • =soma(B3;B10) o resultado é 16, pois 8+8=16. Para subtrair no Excel não existe função. É possível somente pelo uso de fórmula simples. A fórmula é: =”Célula 1” - “Célula 2”. Exemplo: =A1-A2. Média Outra função bem interessante do Excel é a função MÉDIA, que realiza um cálculo entre 2 ou mais valores. Ela retorna o valor médio de todos os valores de um conjunto, dividido pela quantidade de itens que há nele. Sintaxe da função: = MÉDIA(B3:B10) Vamos a um exemplo para ficar mais claro. Na nossa planilha de controle de raças de bovinos, temos oito raças, totalizando 61 bovinos. Ao utilizar a função “MÉDIA” entre o intervalo de B3 a B10, ela realiza o seguinte cálculo: soma todos os valores (total de bovinos) e divide pelo total de espécies (8), resultando em uma média de 7,6 bovinos por espécie. Máximo e mínimo As funções “MÁX” (“MÁXIMO”) e “MÍN” (“MÍNIMO”) retornam, respectivamente, o maior e o menor valores a partir da seleção de uma faixa de células. Para exemplificar o uso dessas funções, alteramos o valor do nosso exemplo anterior para ficar bem clara sua aplicação. Veja como está nossa tabela agora: Máximo e mínimo As funções “MÁX” (“MÁXIMO”) e “MÍN” (“MÍNIMO”) retornam, respectivamente, o maior e o menor valores a partir da seleção de uma faixa de células. Para exemplificar o uso dessas funções, alteramos o valor do nosso exemplo anterior para ficar bem clara sua aplicação. Veja como está nossa tabela agora: A estrutura da função “MÁX” é: =MÁXIMO(intervalo de células). Exemplo: = MÁXIMO(B1:B8) A estrutura da função MÍN é: =MÍNIMO(intervalo de células). Exemplo: =MÍNIMO(B1:B8) Ao aplicar essas fórmulas, é possível obter os maiores e os menores valores entre as células selecionadas. Nesse caso, 65 e 8, respectivamente. Botão “Autossoma” (“Σ”) e botão “Porcentagem” Situação 01 A primeira forma de utilizar o botão “Autossoma” é selecionando uma célula e, em seguida, clicando no botão “Σ” na aba Edição da guia Página Inicial. Simples assim! Situação 02 A segunda maneira de utilizá-lo é pelo atalho: “Alt + =”. Pronto, soma realizada! Seja qual for o método utilizado, ao acionar esse botão ele selecionará um grupo de células na planilha que contenham dados do tipo número. A única coisa que você precisará fazer será verificar se o intervalo de células correto foi selecionado e, em seguida, pressionar a tecla Enter. Veja o exemplo a seguir: Legenda: Planilha do Excel® com intervalode células selecionado e fórmula de soma aplicada. Já a opção Porcentagem no Excel® tem a função de transformar o número contido na célula em uma porcentagem. Utilizar essa opção é um meio mais rápido de configurar uma ou mais células como porcentagem. Gráficos e tabelas: Uma função muito recorrente em planilhas do Excel® é o uso de gráficos. Eles são essenciais para a visualização de dados de uma forma mais sintetizada. Então, vamos conhecer um pouco desse recurso e da sua aplicação. Os gráficos são uma ferramenta muito necessária para pessoas que trabalham com muitas planilhas e, consequentemente, um grande volume de dados. É uma ferramenta excelente no momento de criar e apresentar relatórios gerenciais, por exemplo O Excel® conta com diferentes tipos de gráficos que podem ser utilizados. Confira a seguir. Este tipo de gráfico é muito utilizado para o acompanhamento de dados por longos períodos e, geralmente, é usado para comparar poucas informações. Ele apresenta dois eixos: • eixo X, que é uma linha horizontal; • eixo Y, que é uma linha vertical. Gráficos de linhas são ótimos para apresentar informações ao longo do ano, como: 1. Resultados de vendas. 2. Controle de custos de produção. 3. Controle de uso do estoque. 4. Taxa de reprodução bovina Os gráficos de colunas no Excel® tambémsão muito úteis para analisar dados por períodos longos, igualmente chamados de série histórica. Esse tipo de gráfico é ótimo se você tem uma planilha com muitas categorias de dados que possuem subcategorias. Esse modelo permite a comparação entre um número maior de itens. Isso é possível porque, visualmente, é um gráfico mais fácil de se compreender. Os gráficos de coluna são excelentes para comparar diferentes subcategorias dentro de uma mesma categoria. Assim, você pode usá-lo quando, por exemplo: 1. Apresentar resultado por categorias específicas (raça bovina, produção de leite, taxa de reprodução etc.). 2. Precisar controlar custos por safra (por insumo, colheita terceirizada, maquinários etc.). Bem parecido com o gráfico de colunas, este tipo é útil para comparar séries de dados, permitindo uma melhor visualização de uma ou mais categorias de informação, especialmente se elas tiverem muitas subcategorias, dando destaque à diferença entre as informações de cada uma delas. Os gráficos de barra são bons quando precisamos comparar, por exemplo, os resultados ou a performance de uma determinada categoria em diferentes segmentos, períodos ou contextos com o intuito de que fique visualmente destacada essa informação. Esse tipo de gráfico é útil para, por exemplo, apresentar resultados de vendas ou custos de produção a partir de categorias específicas (estado, tipo de safra, período do ano etc.). O gráfico de pizza é, certamente, o mais popular do Excel®. Como o seu nome sugere, ele permite a visualização dos dados em formato de “fatias de pizza”, sempre trabalhando com porcentagem. Esse tipo considera a soma total de todos os itens que compõem o gráfico e cria as fatias de acordo com a quantidade de itens, apresentando a proporção de cada um deles em relação ao todo. Os gráficos pizza são os mais simples de todos e não servem para apresentar muitos dados. Por causa dessa característica, o ideal é que não se insiram mais do que cinco ou seis dados nele. Gráficos de pizza não são capazes de ilustrar valores negativos ou iguais a zero. Inserir um gráfico Para inserir um gráfico, siga os passos indicados: 1. Selecione na planilha os dados que deseja apresentar. 2. Escolha a opção “Inserir” na barra de ferramentas. 3. No grupo “Gráficos”, escolha o tipo de gráfico que deseja inserir. Observe que o gráfico já será inserido na planilha atual. Caso seja necessário, será possível criar uma planilha somente para o gráfico. Para isso, realize as seguintes ações: 1. Selecione o gráfico. 2. Acesse a opção “Ferramentas de Gráfico”. 3. Escolha a opção “Mover Gráfico”. 4. Selecione a opção “Nova Planilha”. Impressão: Antes de enviar seu arquivo para impressão, é importante visualizá-la para verificar se está da forma como você quer. 5.1 Visualizar uma planilha 1. Clique na planilha ou selecione as planilhas que você deseja visualizar. 2. Clique no menu Arquivo. 3. Selecione a opção Imprimir. Serão exibidas a janela de visualização e as opções de impressão. Ainda antes de enviar o arquivo para impressão, você pode escolher a impressora e as opções de impressão que melhor lhe convêm. Definir as opções de impressão 1. Acesse a janela Imprimir pela guia Arquivo. 2. Clique na caixa suspensa da seção Impressora. 3. Se necessário, clique na caixa suspensa Impressora para alterar o dispositivo de impressão. 4. Para fazer alterações nas demais configurações, clique sobre a caixa suspensa de cada campo e selecione a opção desejada. Confira, a seguir, a descrição de cada campo. Botão Imprimir: Envia o documento para impressão. Cópias: Configura a quantidade de cópias do documento para imprimir. Impressora: Abre um menu suspenso em que você pode selecionar a impressora a ser utilizada. Imprimir Planilhas Ativas: Exibe um menu em que você pode selecionar se deseja imprimir a planilha em que está trabalhando, toda a pasta de trabalho ou apenas algumas células selecionadas. Imprimir em um Lado: Permite selecionar a impressão em apenas um lado ou na frente e no verso da folha. Agrupado: Possibilita configurar a ordem em que deseja imprimir as páginas. Por exemplo, se você selecionar a opção Agrupada, todo o arquivo será impresso repetidamente até finalizar todas as cópias que você configurou. Já ao escolher a opção Desagrupado será impressa apenas a primeira página na quantidade de cópias configuradas. Orientação: Configura se planilha será impressa em orientação retrato (“em pé”) ou paisagem (“deitada”). Tamanho da folha: Permite selecionar o tamanho da folha em que a planilha será impressa. Margens: Permite definir o tamanho das margens no documento impresso. Dimensionamento: Ajusta o tamanho da planilha que se deseja imprimir. Imprimir uma planilha Você pode imprimir uma planilha completa, optar pela impressão parcial ou configurar a impressão de mais cópias. 1. Acesse a janela Imprimir pela guia Arquivo. 2. Escolha da seleção, planilha(s) ativa(s), pasta de trabalho inteira ou tabela. 3. No campo Cópias, insira a quantidade de impressões a serem feitas. 4. Se necessário, altere a impressora. 5. Clique no botão Imprimir. Programa de Apresentações. O PowerPoint® faz parte do Pacote Office e, assim como o Word® e o Excel®, é um dos programas mais utilizados. O PowerPoint® é um aplicativo voltado para o desenvolvimento de apresentações que conta com diversos recursos — objetos gráficos, organogramas, fotos, vídeos, arquivos de áudio, efeitos de transição de slides, modelos de apresentação predefinidos, além da possibilidade de incluir animações. Os recursos diferenciais do programa, no entanto, são aqueles que permitem a projeção das apresentações a partir de monitores, projetores multimídia e dispositivos móveis. Isso faz dele uma ferramenta muito útil para os momentos em que necessitamos expor informações para grupos de pessoas. Edição e manipulação de arquivos: Pense no seu público-alvo — em que ambiente está, qual é a idade/geração, o quanto conhece do assunto a ser apresentado — e em qual é a melhor forma de entregar a mensagem para ele. Primeiro, crie o conteúdo para depois desenvolver os slides. Pense nos slides como um apoio para a sua fala e coloque apenas frases curtas, palavras e expressões-chave, evitando inserir uma quantidade excessiva de informações. Ao utilizar imagens, busque as que sejam diretamente relacionadas ao assunto e úteispara apoiar o entendimento. Evite as que possuam marca d’água e lembre-se de incluir a fonte das imagens de terceiros antes de compartilhar o arquivo. A ordem dos slides e dos itens deve acompanhar a sua fala, portanto revise sua apresentação e treine seu texto. Como iniciar uma apresentação: Abrir um arquivo de apresentação: Ao clicar no ícone do PowerPoint® e abri-lo, vemos a tela com as opções para abrir um novo arquivo. São elas: 1. Abrir um arquivo recentemente aberto. 2. Abrir outras apresentações. 3. Abrir uma apresentação em branco. 4. Abrir um modelo predefinido. Clique na opção de apresentação em branco. O documento será aberto para começar a inserção, a edição e a formatação dos elementos que comporão o primeiro slide. Repare que o slide já contém caixas de textos para você adicionar o conteúdo escrito. Perceba, também, que o PowerPoint® conta com menus e barras de ferramentas semelhantes aos do Word® e do Excel®, portanto o que você estudou nos Temas 4 e 5 sobre formatação de textos, tabelas e formas poderá ser utilizado aqui! Ações essenciais para trabalhar com arquivos de apresentação do PowerPoint®. 1.2 Salvar uma apresentação. No PowerPoint® do Office 365, todo arquivo é salvo, por padrão, com a extensão “.pptx”, mas é possível salvar o arquivo em outras extensões úteis, como a “.pdf”. 1.3 Salvando o documento com o botão disquete. Uma das possibilidades para salvar o seu é ir ao ícone simbolizado por um disquete, no canto superior esquerdo do PowerPoint®, e clicar com o botão esquerdo do mouse. Veja na imagem. 1.4 Salvando o documento pela aba Arquivo Outra maneira de salvar o documento é ir até a aba Arquivo e, então, procurar pela opção Salvar. Clique sobre ela com o botão esquerdo do mouse. Ao salvar um documento pela primeira vez, será aberta uma janela para você definir a pasta em que ele ficará, bem como o nome e o tipo de arquivo, determinado pela extensão. Caso o documento tenha sido salvo anteriormente, ele será gravado com as novas inserções. Salvando um documento na opção Salvar como O PowerPoint® também disponibiliza a opção chamada Salvar como. A diferença entre “Salvar” e “Salvar como” é que, na segunda opção, existem as possibilidades de você escolher, mais facilmente, o local em que deseja salvar e mudar o nome e a extensão do arquivo. Existem algumas diferenças de formato quando salvamos um arquivo de slide. Veja o quadro a seguir: Apresenta Apresentação do PowerPoint: Salvamento padrão. Cria o arquivo editável com a extensão “.pptx”. PowerPoint® Apresentação de Slides do PowerPoint: Salvamento em modo de apresentação. Abre a apresentação diretamente, sem necessidade de usar o aplicativo. EG-4 MPEG-4: Salva a apresentação de PowerPoint® em formato MPEG-4, ou seja, faz a conversão direta de uma apresentação em um vídeo. GIF, JPEG, PNG, T GIF,JPEG,PNG, TIFF: ISalva o arquivo em formatos de imagens, com as extensões mais comuns. O GIF, por exemplo, é um tipo de arquivo que pode ser animado, mostrando uma sequência de imagens constantemente. PDF PDF: Converte automaticamente o slide em padrão PDF. Editar e formatar um slide Para formatar slides, utilizamos principalmente as funcionalidades disponíveis no menu Design. Ao clicar nessa opção, a barra de ferramentas mostrará os modelos predefinidos do PowerPoint®. Há também as opções para ajuste de tema — que incluem cores, tipo de fonte e estilo do plano de fundo —, tamanho do slide, formatação de plano de fundo e ideias de design. Temas: Permite alterar o padrão de cores e fontes que são utilizados no modelo. Tamanho do Slide: Possibilita alterar o tamanho do slide. Há duas opções de formatação predefinidas — 4:3 (padrão) e 16:9 (widescreen) —, além de Tamanho de Slide Personalizado. Dependendo do dispositivo em que você for exibir a apresentação, conhecer essa opção poderá fazer toda a diferença. Formatar plano de fundo: Disponibiliza opções para mudar cor, efeito ou padrão gráfico de preenchimento e transparência do plano de fundo do slide. Ideais de design: Com base no slide selecionado, mostra ideias de formatação para serem aplicadas. Ao selecionarmos uma opção, o slide receberá a configuração predefinida. Os modelos têm formatações predefinidas tanto para o primeiro slide, em que normalmente se adicionam título e subtítulo, como para o restante da apresentação. 1.7 Adicionar um novo slide Para adicionar um novo slide à sua apresentação, você pode optar por uma entre três formas: Pela barra de ferramentas Na guia Inserir ou na guia Página Inicial, você tem duas opções: 1. Clicar sobre o ícone para inserir um novo slide automaticamente. 2. Clicar na seta ao lado do ícone para ver as opções de inserção de slide: a. Escolha o layout de slide conforme o conteúdo que necessitar inserir. b. Clique em Duplicar Slide Selecionados para inserir um slide com o mesmo layout daquele selecionado na barra de miniatura. c. Clique em Slides da Estrutura de Tópicos para criar slides a partir de um arquivo de texto estruturado em níveis com indentação. d. Clique em Reutilizar Slides para inserir slides a partir de outro arquivo de apresentação. Pela barra de miniaturas Clique com o botão direito do mouse na barra de miniatura, no lado esquerdo da tela. Emseguida, clique na opção Novo Slide. Se você clicar com o botão direito do mouse em cima da miniatura de um slide, também aparecerá a opção Duplicar Slide. Além disso, você também verá a possibilidade para excluir o slide selecionado. Pelas teclas de atalho Pressione as teclas Ctrl + M ao mesmo tempo. Essa é uma forma rápida de inserir um novo slide, mas perceba que ele terá o layout básico de título e texto, portanto você poderá precisar modificar essa estrutura. Agora que já temos slides formatados, podemos inserir os elementos e o conteúdo. 1.8 Inserir texto, tabela e outros elementos gráficos Como você viu, ao adicionar um novo slide, você pode escolher um modelo pré-formatado com caixas para adicionar texto, imagens e mídias em locais definidos. No entanto, também se pode adicionar um slide em branco. Nesse caso, é possível que, posteriormente, você precise adicionar uma caixa de texto ou uma imagem, por exemplo. A caixa de texto e a tabela são as únicas formas de inserir conteúdo escrito em um slide. Esse é o momento em que podemos relembrar tudo o que foi estudado sobre as funcionalidades do Word® e do Excel®! Na guia Página Inicial, você encontra as opções para inserir caixa de texto, bem como para formatar textos da mesma forma que aprendeu a fazer no Word®. Formata Na guia Inserir, seção Ilustrações, você encontrará todas as opções para inserir texto, tabela, formas geométricas, gráficos e outros elementos interessantes e funcionais para apresentar o conteúdo da melhor forma. Plano Além disso, ao adicionar um elemento, sempre que ele estiver selecionado o PowerPoint® apresentará a guia Formato de Forma. Nela, você encontrará funcionalidades para trocar cores, adicionar efeitos e mudar a posição, o alinhamento e o tamanho desse elemento. Confira o exemplo com uma caixa de texto: Animação e uso de multimídias: Um dos recursos mais usados no PowerPoint® é a Transição de Slides, que permite aplicar efeitos animados para a mudança entre um slide e outro. Existem diversas opções de transição, que podem ser selecionadas livremente pela guia Transições. Por meio do botão Opções de Efeito, você pode configurar a transição, por exemplo, mudando a direção de início da animação. Além do estilo de transição, na seção Intervalo podemos: Controlar o tempo de duraçãodo efeito. Incluir um som de transição. Optar pela entrada do slide por meio do clique do mouse. Escolher quantos segundos levará para a transição acontecer. Aplicar a mesma transição, com as mesmas configurações, em todos os slides. Para animar algum elemento do slide, contamos com a guia Animações, em que você verá as opções de animação de entrada, ênfase e saída, respectivamente. Diferentemente do que ocorre com as transições de slide, os elementos podem receber mais de um efeito de animação. Para definir uma animação, siga os passos: 1. Selecione o elemento que deseja animar. 2. Clique na guia Animações. 3. Clique na seta da opção referente ao tipo de animação que você deseja aplicar (entrada, ênfase ou saída) para ver os estilos disponíveis. 4. Clique sobre o tipo de animação para aplicá-la ao elemento. Ao se definir o efeito, é exibido um painel na lateral direita da tela com as configurações possíveis para aquela animação. Assim, é possível controlar o tempo, a velocidade e a ordem de exibição. Caso esse painel não apareça, você poderá clicar na opção Painel de Animação. Além disso, a barra de ferramentas habilita funções de controle de: • Animação avançada — podem-se definir a cor do efeito, a forma como ele aparecerá e o que irá dispará-lo (por exemplo, o clique). • Intervalo — a partir dessas opções, conseguimos controlar se o início será imediato, se será ao clicar, após o último slide, bem como quanto tempo o slide e o efeito levarão para serem executados. Inserir elementos de mídia No PowerPoint®, as funcionalidades de formatação de texto estão disponíveis na guia Página Inicial. São as mesmas funções do Word® — recursos para tipos, tamanhos e estilos e fontes, além de alinhamento e atalhos para a área de transferência. O destaque da guia Inserir fica para as funcionalidades de mídia, que permitem inserir vídeos e áudios às apresentações. Para isso, clique no botão Vídeo ou no botão Áudio. Em seguida, selecione um arquivo compatível que esteja armazenado em seu computador. Inserir vídeo No caso dos vídeos, você pode inserir um que esteja em seu computador selecionando a opção Vídeo em meu PC. Outra possibilidade é inserir um vídeo disponível na internet. Para essa opção, basta selecionar Vídeo on-line e, na caixa de diálogo aberta, colar o link desejado. Inserir áudio Para os áudios, você pode inserir um arquivo do seu computador selecionando a opção Áudio em meu PC. Além disso, também é possível gravar um áudio diretamente no PowerPoint® pela opção Gravar Áudio. Você pode inserir um vídeo, conforme o padrão, ou vincular um arquivo de vídeo armazenado em seu computador. • Inserir vídeo: é o comportamento padrão, porém aumenta o tamanho do arquivo do arquivo elaborado no PowerPoint®. • Vincular vídeo: mantém o tamanho da apresentação, mas há risco de o vídeo falhar. Então, se você usar esta opção, mantenha o vídeo e a apresentação salvos na mesma pasta. Impressão Assim como os demais aplicativos da suíte Microsoft Office®, caso haja a necessidade é possível imprimir os slides, seja para guardar, para ter uma ideia de como ficará o resultado final do trabalho ou para entregar aos espectadores. Para imprimir uma apresentação, você tem duas opções: 1. Acesse a guia Arquivo e selecione a opção Imprimir. 2. Pressione as teclas Ctrl + P. Será aberta a janela de visualização de impressão, assim como ocorre no Word® e no Excel®. Você pode conferir se tudo está conforme imaginado. Além disso, pode escolher como será feita a impressão. Há algumas opções interessantes, como imprimir com as anotações, sem as imagens, com dois ou mais slides ou, ainda, somente com a estrutura dos tópicos.