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ACONSELHAMENTOACONSELHAMENTO
GENÉTICOGENÉTICO
Paula e Brayam
 O AG é um processo de comunicação que lida com os
problemas humanos associados à ocorrência ou ao risco de
ocorrência de uma doença genética em uma família. 
 Por meio deste processo, busca-se empoderar o indivíduo
na tomada de decisões que envolvam sua saúde, seu
planejamento familiar e suas escolhas de vida.
O QUE É;
Com o objetivo de ajudar o indivíduo ou a família a compreender os
aspectos envolvidos, incluindo o diagnostico, o curso provável da
doença e o manejo disponível. O aconselhamento Genético ainda tem
o papel de avaliar como a hereditariedade contribui para a doença e
o risco de recorrência nos familiares, bem como compreender as
opções para lidar com o risco de recorrência.
Ele é importante para pessoas com história familiar de doenças
genéticas, por exemplo doenças cromossômicas,doenças multifatoriais
entre outras, que estão a pensar em ter filhos ou que tenham
sofrido um diagnóstico de uma doença genética. 
OBJETIVO;
Geneticistas clínicos – médicos especializados em genética
médica, que avaliam o histórico familiar, realizam exames
clínicos e solicitam testes genéticos.
Biólogos e biomédicos com formação em genética – atuam
principalmente em laboratórios, realizando a análise dos testes
genéticos.
Geneticistas moleculares – analisam e interpretam os resultados
dos testes genéticos, especialmente quando envolvem técnicas
como sequenciamento de DNA.
Conselheiros genéticos – profissionais treinados (muitas vezes
biólogos ou enfermeiros com especialização em genética) que
ajudam pacientes a entender os riscos genéticos, implicações dos
testes e opções disponíveis.
QUEM REALIZA;
Prevenção de doenças: identificar predisposições genéticas permite adotar
medidas preventivas, como mudanças no estilo de vida, exames regulares ou
cirurgias preventivas (ex: mastectomia em mulheres com mutações nos genes
BRCA1/BRCA2).
1.
Diagnóstico precoce e preciso: muitas doenças genéticas podem ser confundidas
com outras condições. O acompanhamento genético ajuda a confirmar o
diagnóstico correto, o que evita tratamentos inadequados.
2.
Tratamento personalizado: a medicina de precisão usa informações genéticas
para escolher o melhor medicamento ou terapia para cada pessoa (por exemplo,
na oncologia).
3.
Aconselhamento reprodutivo: casais com histórico familiar de doenças genéticas
podem entender os riscos de transmitir condições aos filhos e considerar opções
como fertilização in vitro com diagnóstico genético pré-implantacional.
4.
Redução de custos com saúde: ao evitar doenças ou complicações por meio da
prevenção e do diagnóstico precoce, o acompanhamento genético também
contribui para reduzir gastos a longo prazo com tratamentos complexos.
5.
Qualidade de vida: saber sobre predisposições genéticas pode permitir um
acompanhamento mais próximo e um plano de cuidados adequado, melhorando a
saúde e o bem-estar geral do paciente.
6.
IMPORTÂNCIA;
Não discriminação – garantir
que as informações
genéticas não sejam usadas
para prejudicar a pessoa.
Justiça no acesso – todos
devem ter acesso igual aos
testes e acompanhamento,
sem desigualdades.
Implicações familiares –
considerar que os resultados
podem afetar parentes.
Uso ético em pesquisas –
dados só devem ser usados
em estudos com autorização
e ética.
ASPECTOS ÉTICOS;
Consentimento informado- o
paciente deve entender e aceitar
voluntariamente o teste genético.
Privacidade – os dados genéticos
devem ser protegidos e só
compartilhados com autorização.
Autonomia – o paciente tem o
direito de saber ou não saber os
resultados.
1. Câncer hereditário (ex: câncer de mama e
ovário)
Exemplo: Mulheres com histórico familiar de
câncer de mama fazem testes genéticos
para detectar mutações nos genes BRCA1 e
BRCA2.
Objetivo: Identificar risco aumentado e
adotar medidas preventivas (ex: exames
frequentes ou cirurgia preventiva).
CASOS;
2. Doenças raras ou hereditárias em
crianças
Exemplo: Um bebê com sintomas
neurológicos passa por testes genéticos
para investigar doenças metabólicas
hereditárias.
Objetivo: Confirmar diagnóstico e iniciar
tratamento o quanto antes, melhorando o
prognóstico.
Conclusão sobre o acompanhamento genético:
O acompanhamento genético é uma ferramenta essencial na
medicina moderna, pois permite identificar predisposições a
doenças, confirmar diagnósticos e orientar decisões de
prevenção e tratamento de forma personalizada. Além de
beneficiar diretamente o paciente, também pode impactar
positivamente seus familiares, especialmente em casos
hereditários. No entanto, esse processo exige cuidados éticos
fundamentais, como o respeito à privacidade, à autonomia e ao
consentimento informado. Com responsabilidade e equidade no
acesso, o acompanhamento genético contribui
significativamente para a promoção da saúde, o planejamento
familiar e a qualidade de vida.
CONCLUSÃO
obrigadaobrigada
pela atenção!pela atenção!

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