Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

RUMO AO PODIUM
MANUALMANUAL
DE SOBREVIVÊNCIADE SOBREVIVÊNCIA
OLÍMPICAOLÍMPICA
ONHB EDITION
PROJETOPROJETO
MENTOLIMPMENTOLIMP
PEDRO H. R. SAMPAIO
MANUAL
DE SOBREVIVÊNCIA
OLÍMPICA
AUTOR:
Pedro Henrique Rodrigues Sampaio
 
CO-AUTORES:
Viviane Cristine Pereira Nunes
Bruno Farias de Oliveira
Victória Aparecida Fares Lopes
Carolina Cruz Ledoux
 
REVISÃO:
Pedro Henrique Rodrigues Sampaio
 
PARTICIPAÇÃO:
Marcos Henriq Pereira Santos
Maria Laura Amaral Correia Tavares
Mariana Portela Macedo
Anderson Silva Bernardo dos Santos
01
02
SumárioSumário
01. Introdução
02. Apresentação
03. Orientações
04. Primeira Fase
05. Segunda Fase 
06. Terceira Fase
07. Quarta Fase
08. Quinta Fase
09. Sexta Fase
10. Fase Final
11. Edições Extras
12. Dicas Olímpicas
13. Exercitando
14. Gabaritando
15. Referências
Pág. 03
Pág. 04
Pág. 09
Pág. 12
Pág. 14
Pág. 19
Pág. 21
Pág. 29
Pág. 32
Pág. 33
Pág. 35
Pág. 36
Pág. 42
Pág. 63
Pág. 65
Apresentar a Olimpíada Nacional de História
do Brasil em sua completude;
Discutir sobre técnicas de resolução de
questões e tarefas;
Propor uma metodologia de estudo tanto
para a olimpíada quanto para os vestibulares
de maneira geral;
 O Projeto Mentolimp é um projeto que tem
como missão ajudar no processo de incentivo as
olimpíadas científicas do nosso país. Pensando
nisso, a coleção "Manual de Sobrevivência
Olímpica" foi criada para suprir a falta de
materiais voltados para o mundo olímpico.
 O projeto já tem uma longa história com a
ONHB, onde se iniciou com a criação do perfil
@onhbdadepressão. Este programa foi o
responsável pela criação do evento ONHBMent
que hoje está realizando sua terceira edição.
Além disso, este material tem como objetivos:
1.
2.
3.
03
IntroduçãoIntrodução
 A Olimpíada Nacional em História do Brasil é
um projeto de extensão da Universidade
Estadual de Campinas, desenvolvido pelo
Departamento de História por meio da
participação de docentes, alunos de pós-
graduação e de graduação. Além disso, a
olimpíada é coordenada pelas profª. drª. Cristina
Meneguello e Alessandra Pedro.
 De acordo com a própria coordenadora, a ideia
de uma olimpíada de história surgiu a partir de
um professor de matemática que a desafiou a
fazer algo do tipo. A princípio a resposta era
negativa, mas a provocação foi suficiente para
Cristina estudar e fazer este projeto se tornar
real e se transformar no que é hoje.
 A ONHB, além de uma olimpíada científica, é
também um espaço de resistência e luta contra
ações que ferem a sociedade como um todo,
reafirmando a importância da história para que
certos erros não voltem a acontecer no mundo
contemporâneo.
04
ApresentaçãoApresentação
01. Sobre as questões
05
 De acordo com o regulamento, a olimpíada
é realizada por equipes compostas por 03
estudantes (do oitavo ano do Ensino
Fundamental até o último ano do Ensino
Médio) e um professor de história que terá o
papel de orientar as equipes.
 Já em relação à prova, ela é dividida em 6
fases online mais uma presencial (a grande
final), sendo que, cada uma destas fases
online, são compostas por uma tarefa e 11 ou
12 questões com mais de uma alternativa
considerada correta.
01 ponto: é mais descritiva e não exige
muita pesquisa ou análise.
04 pontos: é mais analítica e muitas vezes
leva mais em consideração o contexto do
que o documento.
 Em cada questão existem três alternativas
corretas e uma errada. Porém, as
alternativas corretas têm diferentes valores:
02. Sobre as tarefas
06
05 pontos: possui um tom mais crítico,
analisa o documento, sua fonte/origem e
o contexto, além de apresenta uma
discussão sobre nossa sociedade.
 É importante destacar que isso é apenas um
padrão identificado, mas que nem sempre
será assim, cabendo ao grupo avaliar e
discutir para encontrar a alternativa de
maior valor. Uma dica para facilitar no
processo, busque identificar qual
ensinamento a olimpíada quer passar.
Fase 01: Coleta de dados;
Fase 02: Migalhas;
Fase 03: Linha do tempo;
Fase 04: Paleografia;
Fase 05: Tarefa Surpresa;
Fase 06: Correção da Tarefa Surpresa;
 Ao longo de cada fase, uma tarefa diferente
é apresentada a equipe, sendo elas:
 Mas iremos falar mais especificamente de
cada ao longo do material, onde poderemos
apresentar detalhadamente a proposta de
cada uma.
03. Sistema de classificação
07
 Nas olimpíadas científicas, é normal que
algumas equipes sejam eliminadas a cada
avanço de fase. O mesmo acontece com a
ONHB, sendo o esquema acima a
representação da quantidade de equipes que
avançam de fase.
 Além disso, o sistema de pontuação vai
dobrando a cada fase que passa, mas é
sempre bom valorizar também as de menor
pontuação.
Fa
se
 1
Fa
se
 2
Fa
se
 3
Fa
se
 4
Fa
se
 5
Fa
se
 6
Fi
na
l Final
Fase 6
Fase 5
Fase 4
Fase 3
Fase 2
Fase 1
100%
das equipes inscritas
90%
das equipes da fase anterior
70%
das equipes da fase anterior
60%
das equipes da fase anterior
1800 equipes
TODAS
equipes que entregaram a tarefa
200 equipes
no mínimo
04. Provas anteriores
08
 Para toda e qualquer prova, vestibular ou
olimpíada que você for prestar, a melhor
forma de estudar é resolvendo questões e
provas antigas, fato que com a ONHB não é
diferente.
 Responder as edições anteriores da
olimpíada lhe permite ter um conhecimento
muito mais técnico do funcionamento da
mesma, possibilitando identificar com muito
mais clareza os valores correspondentes de
cada alternativa e lhe dando uma maior
agilidade na hora do pra valer.
 Por conta disso, logo abaixo vocês terão
acesso a um link que lhe levará a uma pasta
com (quase) todas as questões da ONHB até o
momento.
Provas Anteriores
https://drive.google.com/drive/folders/15SThNIbCW5kxPu4
w75aGG45Z0iOdnidt?usp=sharing
Link com todas as provas de todas as edições da ONHB,
ONHB-A e Pré-ONHB até o momento
 O processo de resolução das questões da ONHB
é algo que depende essencialmente da equipe,
no entanto, há alguns aspectos que, se seguidos,
possibilitarão um excelente resultado na
competição.
 A primeira coisa que você deve ter em mente é:
você e sua equipe devem trabalhar juntos. É um
pouco óbvio isso, mas o que acontece muito é
que várias equipes não avançam de fase por não
estarem focados e juntos, por isso é sua função e
de seus parceiros fazerem a equipe funcionar.
 Com isso em mente, podemos passar a discutir
sobre o processo de treinamento com questões:
09
OrientaçõesOrientações
1. A equipe, ainda sem o orientador, deve ler o
enunciado, analisar os documentos, buscar se
aprofundar no assunto e organizar numa
espécie de diagrama com as observações;
2. Com as análises feitas, busquem identificar e
eliminar a alternativa errada (valor 0) para
que restem apenas as corretas para
identificar;
Das que sobraram, busquem identificar as de
valor mais alto (4 e 5), isso serve tanto para ter
uma pontuação maior quanto para ter um
porto seguro;
3.
4. Agora com a ajuda do orientador, voltem as
observações e busquem revisar o que foi
discutido para refletirem sobre as alternativas
que vocês analisaram;
5. Por fim, decidam qual a alternativa será o
gabarito da equipe e anotem o porquê dos
valores atribuídos as alternativas;
10
01. Conselhos para a olimpíada
1º. Dê o seu melhor desde o princípio,
principalmente na primeira fase;
2º. Preencha todas as informações pedidas nas
tarefas;
3º. Não se esqueça de enviar as questões e as
tarefas (evite deixar para a última hora);
4º. Busque identificar os ensinamentos que a
ONHB quer passar com cada questão;
3.02. Modelo de análise/diagrama
11
Análise da questão 23 da 3ª fase feita durante a ONHB 13
OBS.: A análise acima foi feita enquanto acontecia a 13ª
edição da ONHB, não levando em conta o gabarito
revelado posteriormente, portanto, use-a apenas como
referência para suas próprias análises.
 A primeira fase da ONHB é composta por 11
questões objetivas, onde cada alternativa pode
ter um valor diferente (00, 01, 04 e 05), mais
uma tarefa conhecida como coleta de dados.
 Na teoria, essa é a fasemais fácil de toda a
edição da olimpíada e justamente por esse fator
que ela deve ser valorizada e respondida com
atenção.
12
Primeira FasePrimeira Fase
01. Tarefa: Coleta de Dados
 De toda olimpíada, essa tarefa é a mais simples
de se ganhar pontos. Ela consiste basicamente
de um formulário onde os alunos deverão
responder com alguns dados próprios.
 O questionário é longo e demanda tempo e
atenção para ser preenchido, mas é muito
importante, pois é uma forma de conhecer
melhor os participantes da ONHB, de gerar
dados e de aprimorarmos as outras edições.
02. Exercitando
13
 Por essa tarefa ser bastante extensa e
consistir basicamente no recolhimento de
dados, foi proposto uma versão mais curta
que serve para apenas ter um embasamento
de como ela funciona.
1. Nome Completo:
 
2. Data de Nascimento:
 
3. Qual o seu sexo/gênero?
 
4. Qual a sua religião?
 
5. Ano/Série:
 
6. Qual é o filme que você mais gosta?
 
7. Qual o tipo de música você mais gosta?
 
8. Quais edições da ONHB você já participou:
 
 A segunda fase da ONHB é composta por 11
questões objetivas com o mesmo esquema de
pontuação que a primeira e uma tarefa
conhecida como migalhas.
14
Segunda FaseSegunda Fase
01. Tarefa: Migalhas
 Nesta tarefa, é proposto às equipes o trabalho
com um instrumento que é muito importante
para os historiadores: analisar e compreender
imagens, observando seus detalhes e tirando
conclusões a partir deles.
 Na imagem as equipes encontrarão “números”.
A tarefa consiste em associar estes números às
frases que aparecerão ao lado de cada parte
destacada na imagem. Essas frases descrevem
aspectos do fragmento da imagem.
 Para isso, é importante que os alunos usem
uma boa ferramenta de análise de imagens e
assumam algumas posturas para poderem ter
êxito na tarefa.
02. O Paradigma Indiciário
15
 O livro "Mitos, emblemas, sinais: morfologia
e história", de Carlo Ginzburg, é uma obra
que apresenta exatamente as posturas que
devemos apresentar diante dessa tarefa.
 De acordo com Carlo, nós devemos agir
como: Giovanni Morelli (Historiador da arte),
Sherlock Holmes (Detetive) e Sigmund Freud
(Psicanalista).
Indicação Olímpica
Livro: Mitos, emblemas, sinais. GINZBURG, Carlo.
Freud, Sherlock Holmes, o crítico de arte Morelli: partindo desses nomes, Carlo
Ginzburg constrói o paradigma de um "saber indiciário", um método de
conhecimento cuja força está na observação do pormenor revelador, mais do que na
dedução.
 Partindo desses nomes,
Carlo Ginzburg constrói o
paradigma de um "saber
indiciário", método de
conhecimento cuja força está
na observação do pormenor
revelador, mais que na
dedução.
03. Como resolver as Migalhas?
16
 Agora que já conhecemos um pouco sobre
essa tarefa, chegou a hora de apresentar
alguns passos que você e sua equipe possa
seguir diante dessa atividade, são eles:
1. Procure identificar o tema ou o assunto da
imagem;
2. Identifique o que está no centro e à frente na
figura. Geralmente é o que o autor da imagem
procurou destacar;
3. Identifique todas as pessoas, animais,
construções e demais figuras que compõem a
imagem (lateral, fundo, centro, alto);
4. Agora verifique as ações que estão sendo
retratadas. Qual é a principal? Quais são as
secundárias?
5. Preste atenção nas expressões faciais e
atitudes das personagens. Cada movimento é
importante. Não se esqueça dos detalhes: eles
podem revelar muito.
04. Exercitando
17
1 3
2 4
Victor
Meireles,
primeira
missa no
Brasil, 1860,
óleo sobre
tela, 268x356
cm
Tarefa
presente na
Pré-ONHB
18
5
6
7
8
Indicação
A. Trata-se do quadro "A Primeira Missa no Brasil", uma das principais obras do artista
Victor Meireles (1832-1903), realizado entre 1858 e 1860. Encontra-se no Museu
Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro) e se refere ao episódio narrado na carta de Pero
Vaz de Caminha a Dom Manuel, rei de Portugal, ocorrido em 1500, na Praia de Coroa
Vermelha, Cabrália, litoral sul da Bahia. O quadro possivelmente inspirou-se na obra
"Primeira Missa na Cabília" (1854), do pintor francês Horace Vernet.
Indígenas carregam armas.B.
Frei Henrique de Coimbra, com uma veste branca e dourada, está ao centro do quadro.C.
Entre os indígenas, há velhos, mulheres, crianças e bebês.D.
Uma arca com objetos utilizados para a celebração da missa (crucixo, água) é exibida à
frente do altar, numa demonstração dos detalhes do ritual.
E.
Os brancos europeus ocupam o centro do quadro e da ação. Os demais brancos da
representação estão chegando a partir do mar.
F.
Um indígena subiu numa árvore para ver melhor o acontecimento.G.
Uma arca com objetos saqueados dos indígenas pelos invasores portugueses é exibida
logo à frente do altar, numa demonstração de poder.
H.
Há embarcações ao fundo.I.
Um indígena subiu numa árvore e está em posição de ataque.J.
 A terceira fase da ONHB é composta por 12
questões objetivas que seguem com o mesmo
esquema de pontuação mais uma tarefa
conhecida como linha do tempo.
19
Terceira FaseTerceira Fase
01. Tarefa: Linha do tempo
 Nesta tarefa, são fornecidos documentos
históricos que devem ser organizados de duas
formas:
1. Dentro de uma linha de tempo histórico de
produção: classifique cada documento
consoante a época a que pertence, ou seja, a
época em que foi originalmente ou produzido.
2. Dentro de uma linha de tempo histórico do
tema abordado: classifique cada documento
consoante a época que se refere, ou seja, a
época sobre a qual fala o documento. Observe
que um documento pode falar de um século
específico ou abranger mais de um século.
02. Exercitando
20
Século em que foi produzido:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII] [XVIII]
[XIX] [XX] [XXI]
Século a que se refere:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII] [XVIII]
[XIX] [XX] [XXI]
Agostini, 05.02.1887. Apud Renato Lemos.
Uma história do Brasil através da caricatura, 2006
USOS DO AÇÚCAR
 
a) Produção de doces
 
Em meados do século XV, a produção de açúcar na ilha da Madeira
permitiu à Europa maior acesso a vários tipos de doces,
considerados privilégios por conta dos altos preços.
b) Decoração
 
No final do século XV e no começo do século XVI, o açúcar era
misturado a gomas, nozes e amidos, para que, cristalizados,
formasse figuras, que a seguir eram pintadas e expostas nas
mesas das famílias principescas.
[Os usos do açúcar, pesquisa de texto Nashla Dahás]. SCHWARTZ, Stuart B. Como se cria um país. Revista
de História da Biblioteca Nacional, Rio de janeiro, nº 94, jul. 2013.
Século em que foi produzido:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII]
[XVIII] [XIX] [XX] [XXI]
Século a que se refere:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII]
[XVIII] [XIX] [XX] [XXI]
 A quarta fase da ONHB é composta por 12
questões objetivas que seguem com o mesmo
esquema de pontuação mais uma tarefa
conhecida como Paleografia.
21
Quarta FaseQuarta Fase
01. Tarefa: Paleografia
 Quando os historiadores fazem suas pesquisas,
por exemplo, em arquivos, bibliotecas, museus e
acervos pessoais, frequentemente têm que ler,
decifrar e compreender documentos produzidos
no passado.
 Por estar em letra cursiva (escrita à mão), deve-
se prestar atenção em alguns detalhes que os
pesquisadores da área utilizam:
a) leiam com calma cada palavra, tentando dar
sentido ao que está escrito;
b) procurem se acostumar com as formas como o
autor desenha certas letras;
c) estejamatentos aos detalhes;
02. Transcrição de manuscritos
22
Tipo de documento:
Informações quanto a produção:
Contexto histórico:
 Nesse momento vamos discutir sobre
algumas ações que você e sua equipe podem
tomar diante dessa tarefa.
1. Sobre o Documento:
 Algumas informações sobre o texto que
você está trabalhando é necessário
identificar logo de início, são elas:
2. Análise Paleográfica:
 Num documento do tipo, geralmente ele
apresenta alguns elementos como carimbos
ou selos, rasuras (de todo tipo) e até mesmo
sinais de desgaste podem estar presentes.
Tem caráter oficial (ex: telegramas, relatórios, cartas
oficiais)?
Utiliza-se de linguagem formal ou informal? Sabe-se quem
escreveu? Quando foi produzido? Para que foi escrito?
Em que período ele se insere? Sobre qual contexto trata?
Abreviaturas: é comum que ao longo do
texto encontrar palavras que estão
abreviadas que na hora da transcrição
você poderá desenvolver, mas só caso
você e sua equipe tenham total certeza do
seu significado.
3. Elementos do texto:
 Além dos apresentados no tópico anterior,
existem alguns outros que interferem ainda
mais no processo de transcrição do documento,
são eles:
 Exemplos:
23
 = annualmᵀᴱ.
 = Fazdᵃ. Real
 = mesmo q'. 
 = Amᵒˢ. & Crᵒˢ.
Indicação Olímpica
Livro: Abreviaturas: Manuscritos dos Séculos XVI ao XIX
Escrito por Maria Helena Ochi Flexor. Catálogo de várias abreviaturas que as
pessoas dos séculos XVI e XIX usavam (e ainda usam) em suas cartas e documentos.
Pode ajudar muito na tarefa da quarta fase da olimpíada, já que em seus
documentos é possível encontrar algumas abreviaturas.
Grafia das palavras: por se tratar de
documentos antigos, muitas das palavras
presentes se encontrarão de uma
maneira diferente da qual se é usada
atualmente, portanto, no processo de
transcrição, busque escrever exatamente
como se encontra no documento.
 Exemplos:
24
 = Rezultaria = Olandezes
 = àporporção = uzo
4. Levantamento Escriptográfico:
 Esse talvez seja o ponto mais importante
para a resolução desta tarefa, visto que é por
meio dele que você conhecerá melhor a
grafia do autor do documento.
 Como existem diferentes formas de uma
mesma pessoa escrever a mesma letra, fazer
o levantamento escriptográfico é muito
importante para economizar tempo. Esse
método consiste basicamente em catalogar
as letras do autor numa tabela, vejamos:
Texto (Exemplo):
25
Nota: Geralmente os textos apresentados tendem a ser
mais complicados
Levantamento Escriptográfico:
26
 Ao fazer esse tipo levantamento,
transcrever o resto do documento se torna
bem mais simples e rápido.
Indicação Olímpica
Livro: Paleografia Portuguesa Básica
Material muito usado pelos participantes da ONHB durante a tarefa de paleografia,
uma vez que ele apresenta um levantamento escriptográfico com exemplos de letras
que estavam presentes nas grafias. Além disso, o livros apresenta muitas
curiosidades da grafia portuguesa que podem ser de grande ajuda na tarefa.
03. Exercitando
27
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
Documento
retirado da
12ª ONHB,
Fase 04, q.
38c/Tarefa
Documento transcrito:
28
01. 
02. 
03. 
04. 
05. 
06. 
07. 
08. 
09. 
10. 
11. 
12. 
13. 
Levantamento Escriptográfico
https://drive.google.com/file/d/1eAsyBn7ptUnWDiX3-
wGSMjNV4UpUWCu7/view?usp=sharing
Folha para que você possa fazer o levantamento
escriptográfico do documento acima.
 A quinta fase da ONHB, diferentemente das
outras etapas da olimpíada, é composta apenas
por uma única tarefa "surpresa", não tendo
questões objetivas.
29
Quinta FaseQuinta Fase
01. Tarefa surpresa?
 A tarefa dessa fase é a que mais dá trabalho de
realizar e ela é considerada surpresa justamente
porque ela não é um padrão em todas as edições
como nas outras fases.
 Mas, independente disso, ainda há alguns
pontos que se repetem nessa etapa, sendo eles
divididos em alguns micro passos.
02. Os seis micro passos
Estratégias;
Divisão de Tarefas;
Início da Tarefa;
 Durante essa fase, seis micro passos devem ser
executados antes da tarefa para que a mesma possa
ser feita sem muitas dificuldades, sendo eles:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Leitura Inicial;
Reflexão;
Leitura Guiada;
Leitura Inicial: busque identificar do que
se trata a tarefa;
Reflexão: analise como você pode fazer a
tarefa sem muitos problemas;
Leitura Guiada: Diferente da Leitura
Inicial, aqui você irá atrás de localizar o
que precisa estar presente na tarefa;
Elaboração de Estratégias: Discuta com
sua equipe sobre o que vocês realizarão
na tarefa;
Divisão de Tarefas: Após a discussão,
dividam a tarefa entre vocês de modo que
cada um tenha suas próprias
responsabilidades no projeto;
Início do Projeto: Com todos os passos
executados, é finalmente chegada a hora
de pôr em prática a tarefa;
 No entanto, apesar de serem os mesmos
micro passos, os alunos e o professor
orientador devem executá-los de maneira
diferente de modo a concluir com êxito sem
infringir as normas da olimpíada.
Alunos:
30
Leitura Inicial: Nessa etapa, o professor
deve analisar e buscar saber o que os
alunos precisam fazer nessa tarefa;
Reflexão: Já aqui, o professor deve refletir
sobre como ele pode ajudar seus alunos;
Leitura Guiada: Após pensar em como ele
pode ajudar, em seguida o orientador
deve analisar o que ele precisará para
ajudar sua equipe;
Elaboração de Estratégias: Nesse micro
passo, o professor deve buscar os
recursos necessários (livros, sites,
documentos, etc.) para dar o devido
suporte a seus alunos;
Divisão de Tarefas: Nesse ponto o
professor deve buscar saber qual será sua
responsabilidade enquanto orientador;
Início do Projeto: Com o início da tarefa, o
professor agora deve acompanhar o
desenvolvimento dos seus alunos e
auxiliar no processo de refinamento.
Professor(a) Orientador(a):
31
 A sexta fase, assim como a quinta, é composta
apenas por uma única tarefa que consiste
basicamente em avaliar as tarefas da fase
anterior de outras equipes.
32
Sexta FaseSexta Fase
01. Tarefa: Avaliação
 Essa tarefa funciona como uma dupla correção,
onde tanto as equipes quanto a ONHB, estarão
corrigindo as tarefas para realizar a devida
pontuação.
 A avaliação das tarefas consiste em perguntas
de "sim ou não" baseadas nas exigências
propostas na fase anterior (por isso, revise o que
a quinta fase pede antes dela iniciar).
02. Orientação
 Ao chegar nessa fase, analise o que a ONHB
pediu nas fases anteriores. Como as edições têm
um tema geral, as fases revelarão muito sobre as
últimas etapas.
 Aquelas equipes que conseguirem o melhor
resultado ao longo da edição serão convidadas a
participar da fase final da olimpíada. Sendo que,
de 2017 para cá, a olimpíada vem adotando uma
postura diferente ao realizar esta fase, sendo ela
mais simples do que antigamente.
 É válido destacar também que, assim comotodas as outras fases da olimpíada, a grande final
é totalmente baseada na temática geral
apresentada desde o início da primeira fase.
 Geralmente, a fase final consiste em produzir
uma dissertação argumentativa que,
costumeiramente, está associada ao tema
central da edição. No entanto, diferente do
ENEM, a citação de livros, pensadores, etc. não é
nada que vai impressionar a comissão da ONHB
ou que lhe dará muitos pontos, já que isso é só
mais do mesmo. O ideal é apresentar total
domínio do assunto e das ideias e construir algo
que vai além do que a olimpíada ensinou.
33
Fase FinalFase Final
01. Como se preparar?
34
 Se preparar para essa etapa não é tão difícil
quanto se parece, mas é um processo um
tanto quanto extenso e cansativo que você e
sua equipe precisará passar para conquistar
um bom resultado.
 A primeira coisa que se deve fazer é
observar bem como foi a edição da
olimpíada: revisar as questões, observar as
figuras (cantores, escritores, etc.) que foram
apresentadas, abrir os links e fontes
(incluindo do conteúdo adicional) presentes.
 Após isso, é hora de ir para materiais de
fora do que foi apresentado, artigos e teses
acadêmicas serão seus maiores aliados nessa
etapa. Opte por materiais associados ao tema
geral da edição, mas também busque por
olhar temas que tangenciam (principalmente
os que aconteceram mais recentemente).
 Por fim, é hora de pôr em prática, comece a
imaginar quais seriam os possíveis temas da
dissertação e passe a escrever sobre, isso lhe
dará um domínio muito maior.
 Além das edições tradicionais da ONHB, a
coordenação da olimpíada recentemente inovou
com a criação de algumas edições extras, a
Olimpíada Brasileira em História do Brasil
Aberta para Todos (ONHB-A) e a Pré-ONHB.
 Apesar de serem de menor duração do que as
oficiais, essas edições são excelentes para
aqueles que querem treinar/simular para a
olimpíada, já que você pode fazer de maneira
muito mais tranquila e pôr em prática todo o
treinamento que você vem tendo, além de
identificar no que você precisa melhorar.
 Além disso, essas edições são abertas para todo
mundo, ou seja, não importa sua idade,
localização ou nível escolar, qualquer pessoa
pode participar, o que pode permitir que você
forme equipes com amigos virtuais, familiares,
vizinhos e muito mais. Essas edições são muito
especiais justamente por trazer essa vastidão de
possibilidades, por isso vale a pena conferir.
35
Edições ExtraEdições Extra
Maria Laura Amaral Correia Tavares;
Bruno Farias Oliveira;
Mariana Portela Macedo;
Anderson Silva Bernardo dos Santos;
 Pelo fato deste material se tratar de uma troca
de experiências, resolvemos reservar um
capítulo especial onde estão reunidas algumas
dicas, orientações e conselhos de professores,
divulgadores e medalhistas que já tem certa
experiência com a olimpíada.
 As pessoas selecionadas para compor essa
secção são:
 Agora vamos conhecer as contribuições que
eles compartilharam conosco. Teremos dicas,
experiências e, claro, muita história.
OBS.: Caso queira conhecer mais histórias de
olímpicos, basta seguir o Instagram da
olimpíada (@olimpiada.história) que lá eles
apresentam diversos outros pra você conhecer.
36
Dicas OlímpicasDicas Olímpicas
37
Maria Laura Amaral Correia Tavares
@mlauraact • medalhista de ouro na ONHB12
O que a ONHB representa para você?
Tudo para mim. Foi um ambiente onde descobrir minhas fraquezas
e meus amores, fiz muitas amizades e todas elas permanecem até
hoje, mesmo depois da onhb.
Como foi o seu desenvolvimento ao longo das edições?
Minha primeira edição fui péssima, perdia na quarta fase. Na minha
segunda, consegui a medalha de ouro e na minha última edição, fiz
como um passatempo e consegui ser semifinalista.
Qual a sua tarefa preferida da olimpíada?
Prefiro a transcrição, pois várias pessoas de vários lugares se
juntam para desvendar um texto antigo. Acredito que seja a fase
mais acolhedora e mais compartilhada entre os próprios olímpicos.
Uma relação de amor e ódio.
O que você diria para aqueles que estão fazendo a
ONHB pela primeira vez?
Tenha calma e muita atenção. Cada fase tem seu valor, não importa
se seja a primeira ou a final. Faça tudo com maior atenção e carinho
possível que o resultado vem
E para aqueles que já fazem a ONHB a um tempo?
Que o amor pela história nunca acabe, pois, precisamos dela mais
presente em nossa sociedade. O homem que conhece sua história
não repete o mesmo erro do passado. Então o que eu aconselho é
para proliferar esse amor pela história e conscientizar as pessoas ao
redor a dar valor a nossa trajetória...
38
Bruno Farias Oliveira
@brunoprofessoraju • professor orientador
O que a ONHB representa para você?
Ela representa a esperança na educação, sendo ela a nossa melhor
amiga que permite o sucesso, seja ele financeiro, na carreira futura
ou na vida em geral.
Como foi o seu desenvolvimento ao longo das edições?
Muito bom. Desde 2016, atribuo ao meu crescimento profissional e
intelectual os ensinamentos gerados pela orientação e os temas das
questões que são sempre diversificados e surpreendentes.
Qual a sua tarefa preferida da olimpíada?
Migalhas. Pelo fortalecimento da análise imagética que ela gera
tanto nos alunos quanto nos professores e mentores que estão
orientando.
O que você diria para aqueles que estão fazendo a
ONHB pela primeira vez?
Tenha atenção aos mínimos detalhes, pois são eles que farão a
diferença em suas análises e lhe possibilitarão um bom resultado na
olimpíada.
E para aqueles que já fazem a ONHB a um tempo?
Persistam e continuem até onde for possível! Independente do
resultado, reconheçam que vocês deram o seu melhor e se orgulhem
disso.
Indicação: Histórias do Brasil (série de 10 curtas)
39
Mariana Portela Macedo
@mariportelam • medalhista de prata na ONHB13
O que a ONHB representa para você?
Se precisasse definir a ONHB em uma palavra, seria “transformação”, tanto
pela minha vivência pessoal quanto na perspectiva coletiva, porque acredito
que as provocações realizadas pela olimpíadas são, sim, transformadoras.
Como foi o seu desenvolvimento ao longo das edições?
Na primeira edição em que participei, no meu 9° ano, não passamos da quarta
para a quinta fase, enquanto na minha segunda vez na ONHB (durante o 1° ano
do EM), não fomos classificados para a final. Já no meu terceiro ano de
participação, quando estava no 2° ano do EM, fomos medalhistas de cristal,
enquanto no meu ano de vestibular e quarto ano fazendo Olimpíada, minha
equipe foi medalhista de prata.
Qual a sua tarefa preferida da olimpíada?
O que você diria para aqueles que estão fazendo a
ONHB pela primeira vez?
Sei que a palavra “Olimpíada” faz com que esse projeto seja comumente
associado à competição, mas é muito mais proveitoso quando há cooperação
entre as equipes. É tão bonito saber que quando uma equipe passa de fase, ela
pode levar tantas outras que a ajudaram.
E para aqueles que já fazem a ONHB a um tempo?
Ajudem aqueles que estão participando da Olimpíada pela primeira vez!
Entendam que esse projeto é construção coletiva, e que o conhecimento
construído por meio da ONHB é inesgotável. Por isso, para potencializar a
aprendizagem, estejam abertos a ouvir o outro, reconhecer erros e identificar
contradições, pois faz parte da formação cidadã proporcionada pelo projeto.
A tarefa da quarta fase, a transcrição. Acho interessantíssimo o conceito de
atuar como um “detetive do passado” nesse processo investigativo...
40
Anderson Silva Bernardo dos Santos
@andy_silva.09 • medalhista de bronze na ONHB12
O que a ONHB representa para você?
Uma oportunidade transformadora, capaz de desenvolver o senso crítico dos
participantes, contribuindo para a sua formação não só como estudantes, mas
também como cidadãos conscientes do seu dever histórico-social.
Como foi o seu desenvolvimento ao longo das edições?
Acredito que o ponto crucial para o meu desenvolvimento durante a olimpíada
foi a maneira de responder às questões, analisando-as para encontrar a
alternativade maior valor. A partir desse estilo de questão, pude desenvolver
minhas habilidades em análise, reflexão e trabalho em equipe. 
Qual a sua tarefa preferida da olimpíada?
Com certeza, tarefa final, que consiste numa redação do tema central da
Olimpíada. Isso se justifica pelo fato de que eu tenho um forte apreço pela
escrita de redações.
O que você diria para aqueles que estão fazendo a
ONHB pela primeira vez?
Posso resumir tudo em aprender a trabalhar em equipe. Isso inclui: 1. Ouvir as
opiniões dos colegas; 2. Dar atenção especial às assistências do orientador; 3.
Analisar cada opinião e encontrar uma solução que seja de comum acordo
entre os membros da equipe.
E para aqueles que já fazem a ONHB a um tempo?
Não desistirem de tentar a tão sonhada medalha.
O que você teria feito de diferente?
Teria estudado ainda mais a respeito de cada questão.
41
Indicações do mundo olímpico
Livro: História do Brasil. FAUSTO, Boris
Cobrindo um período de mais de quinhentos anos, desde as raízes da
colonização portuguesa até nossos dias, Boris Fausto narra aqui os fatos
mais importantes da história brasileira.
Livro: Visões da liberdade. CHALHOUB, Sidney
Recuperando aspectos da experiência dos escravos na Corte, estudando seu
modo de vida, Chalhoub mostra como as lutas em torno de diferentes visões
de liberdade e cativeiro contribuíram para o processo que culminou com o
fim da escravidão.
Instagram: ONHB da Depressão
Maior página de memes e divulgação da Olimpíada Nacional em História do
Brasil e idealizadora da ONHBMent.
Canal do YouTube: Prof. Viviane Forte
Canal da Professora Viviane Forte, orientadora, divulgadora e medalhista da
Olimpíada Nacional em História do Brasil.
Site: Brasiliana Fotográfica
Acervo de fotografias e imagens relacionadas a história do Brasil. Muitas das
imagens usadas na ONHB podem ser encontradas nesse site, o que facilita
na identificação da alternativa de maior valor.
Material: Guia de Estudos - ONHB
Pequeno material criado pela Big Olímpicos Brasil pelo mesmo autor deste
material, podendo ser considerado um protótipo do "Manual de
Sobrevivência Olímpica - ONHB Edition".
Instagram: @prof.vivianeforte
Página da mesma professora responsável pelo canal Prof. Viviane Forte.
Neste perfil, além da divulgação da ONHB, há também salas abertas para o
debate de equipes de todo o país durante cada fase das edições da Olimpíada
Nacional em História do Brasil.
Quatro fáceis;
Três médias;
Duas difíceis;
e uma muito difícil;
 Agora que você já sabe como funciona a
olimpíada, já leu algumas orientações de alunos
olímpicos e já aprendeu uma metodologia muito
eficaz na resolução de questões, vamos agora
exercitar com algumas questões.
 Nas próximas páginas estarão distribuídas 10
questões da seguinte maneira:
 Elas estão distribuídas dessa maneira para que
o processo de treinamento e a percepção do
funcionamento da olimpíada seja gradativo, ou
seja, mais ativa do que passiva.
 A proposta aqui, além de marcar a alternativa
mais correta, é conseguir definir os valores da
cada alternativa de modo a conhecer as
características de cada uma.
42
ExercitandoExercitando
01. ONHB11 - Fase 2 - Q.12
43
Leia a tirinha do artista baiano Antônio Cedraz:
Sobre o documento e as discussões que ele
suscita é possível afirmar:
(A) O quadrinho critica por meio do humor uma
perspectiva racista de materiais didáticos que,
em sua maioria, apresentam os brancos como os
únicos sujeitos da história.
(B) O quadrinho traz o diálogo de dois
personagens: um usa chapéu de cangaceiro e o
outro remete à figura do saci-pererê.
(C) Apesar da obrigatoriedade do ensino de
História da África e cultura afro-brasileira,
muitos livros didáticos continuam a priorizar o
registro da história europeia.
(D) O saci, figura conhecida por suas
traquinagens, mente para o personagem Xaxado
sobre a realidade do livro didático.
02. ONHB12 - Fase 0 - Q.04
44
Sobre esse documento
TÍTULO: BRASILIA: 950.000 CARROS VENDIDOS ATÉ AGORA
TIPO DE DOCUMENTO: PROPAGANDA
ORIGEM: Volkswagen do Brasil S.A. Veiculada em revistas de grande circulação.
Disponível em: https://designinnova.blogspot.com/2012/01/de-volta-aos-
anos-80.html
45
Assinale a alternativa que melhor apresenta uma
análise da propaganda, produzida no início da
década de 1980:
(A) A propaganda, veiculada em meios
impressos, celebra o sucesso de vendas do
automóvel Brasília, fabricado pela Volkswagen.
(B) O carro é vinculado à jovem capital brasileira,
destacando como pontos comuns linhas
modernas, economia e estabilidade para
investimentos.
(C) A variedade de cores do automóvel destacada
pela propaganda não encontra a mesma
variedade de ocupantes dos veículos, todos
homens.
(D) O modelo Brasília foi fabricado no Brasil
entre os anos de 1973 e 1982, voltado para
centros urbanos.
03. ONHB10 - Fase 2 - Q.12
46
Leia a letra e ouça a canção “A Carne”:
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
Que vai de graça pro presídio
E para debaixo do plástico
Que vai de graça pro subemprego
E pros hospitais psiquiátricos
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
Que fez e faz história
Segurando esse país no braço
O cabra aqui não se sente revoltado
Porque o revólver já está
engatilhado
E o vingador é lento
Mas muito bem intencionado
E esse país
Vai deixando todo mundo preto
E o cabelo esticado
Mas mesmo assim
Ainda guardo o direito
De algum antepassado da cor
Brigar sutilmente por respeito
Brigar bravamente por respeito
Brigar por justiça e por respeito
De algum antepassado da cor
Brigar, brigar, brigar
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
A carne mais barata do mercado é a
carne negra
Sobre esse documento
TÍTULO: A CARNE
TIPO DE DOCUMENTO: MÚSICA
ORIGEM: Álbum: DO CÓCCIX ATÉ O PESCOÇO
Gravadora: Maianga Discos
Ano: 2002
Compositores: Seu Jorge, Marcelo Yuka e Ulisses Cappelleti
Intérprete: Elza Soares
47
A partir da canção escolha uma das alternativas:
(A) A metáfora construída entre a carne mais
barata do mercado e a condição do negro tem em
vista a recorrente desqualificação profissional
dessa parcela da população.
(B) A canção inicia com os gritos de "A carne mais
barata do mercado é a carne negra" como se fosse
um pregão de um vendedor de rua ou feira.
(C) A canção apresenta a população negra presa a
uma lógica de violência, que a desqualifica e a
estabelece como descartável.
(D) Elza Soares, nascida na atual favela Vila Vintém
no Rio de Janeiro, foi casada com o jogador de
futebol Mané Garrincha e sofreu anos de violência
doméstica, tendo sua vida e carreira prejudicadas
pelos preconceitos de gênero e raça.
Conteúdo Adicional
Elza Soares: você precisa conhecer a história dessa guerreira
https://claudia.abril.com.br/famosos/elza-soares-voce-precisa-
conhecer-a-historia-dessa-guerreira/
Ouça "A Carne"
https://www.youtube.com/watch?v=HZXSo5lKk0g
04. Pré-ONHB - Fase 3 - Q.19
48
Sobre esse documento
TÍTULO: BRASILIA: RACHEL CLEMENTS E FIGUEIREDO
TIPO DE DOCUMENTO: FOTOGRAFIA
ORIGEM: Foto de Guinaldo Nicolaevsky, Belo Horizonte, 1979.
https://www.midiamax.com.br/brasil/2019/o-que-a-garotinha-que-nao-
deu-a-mao-para-gueiredo-achava-da-ditadura
49
Sobre a foto, as pessoas envolvidas e o contexto
da época, é correto afirmar:
(A) Guinaldo Nicolaevsky escolheu fazer a foto de
baixo para cima para contrapor o poder do
General Figueiredo e a insignificância da menina
e teve seu trabalho censurado por desafiar a
ordem vigente.
(B) A imagem mostra uma menina de braços
cruzados, recusando-se a retribuir o
cumprimentofeito pelo general Figueiredo,
último chefe de Estado do regime militar.
(C) O gesto da criança foi interpretado como
contestador, evidenciando que a intenção do
fotógrafo e os usos da imagem tiveram papel tão
importante na construção dos significados da
fotografia quanto a imagem em si.
(D) A foto circulou em diversos jornais e revistas
e foi eleita uma das mais importantes da história
do Brasil, pois representou a insatisfação com o
autoritarismo do governo militar.
05. ONHB13 - Fase 3 - Q.33
50
Sobre esse documento
TÍTULO: Conto dos Orixás
TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos
ORIGEM: 
PALAVRAS-CHAVE: HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
Hugo Canuto. Conto dos Orixás. Salvador: Selo
independente, 2017, p.6.
51
(A) As imagens da HQ apresentam a
cosmogonia segundo a mitologia Iorubá.
(B) Nas religiões de matriz africana cultuam-
se forças da natureza personificadas na forma de
ancestrais divinizados.
(C) No último quadro da página temos
representações inspiradas em esculturas
tradicionais iorubanas.
(D) O culto a Iemanjá está ligado ao
sincretismo, representando os perigos do mar.
06. ONHB11 - Fase 3 - Q.31
52
Leia os excertos abaixo e assinale uma alternativa
“Que é o enterro civil?
É a negação mais ou menos direta da imortalidade d’alma, que só existe pura e
integralmente no espiritualismo cristão.
O enterro civil é, portanto, um atentado sacrílego contra a base de todas as
crenças, contra o eixo em torno do qual giram os interesses mais palpitantes
da sociedade”.
“Além dos argumentos gerais, já aduzidos para justificarem a coletividade
dos decretos, acresce que, destinando-se a missão da Igreja ao preparo do
homem viador para os gozos da vida do além túmulo, desde que o espírito
abandona seu involutório, nada mais tem ela que ver em seus despojos:
então pura matéria, a matéria putrescível em sua composição infectuosa,
cai sobre a alçada da polícia sanitária, a quem incumbe especialmente de
levar sobre a salubridade pública e, portanto, de empregar os meios
profiláticos próprios para a manter inalteráveis, entre os quais figuram o do
– quando – e do – como de – inumações dos cadáveres. Fica, pois, claro que,
longe de derrogar prerrogativas da Igreja, a medida adotada aliviou-a de um
ônus impertinente que a distraía e sua piedosa missão, que então se
restringe a orar pelos que eram de seu grêmio (...)”
Documento 06a: A Boa Nova, 12/05/1877
Documento 06b: A voz do caixeiro, 29/06/1890
Sobre esse documento
TÍTULO: 
TIPO DE DOCUMENTO: 
ORIGEM: Silva, Erika Amorim da. O cotidiano da morte e a secularização dos
cemitérios em Belém da segunda metade do século XIX (1850/1891).
2005. 234 f. Dissertação (Mestrado em História) - Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2005.
Documento 06a: A Boa Nova, 12/05/1877
Documento 06b: A voz do caixeiro, 29/06/1890
Documento 06a: Jornal
Documento 06b: Jornal
53
(A) O processo de secularização dos cemitérios
consistia em negar à Igreja sua missão de
salvadora das almas, migrando para o Estado esta
atividade, o que era amplamente reconhecido pela
imprensa belenense.
(B) Os documentos revelam as tensões entre os
poderes espiritual e temporal, e as formas de
administrar suas divergências visando à
convivência entre eles.
(C) Os dois órgãos da imprensa belenense
interpretaram o processo de secularização dos
cemitérios de formas diversas, respaldando-se em
suas visões políticas e religiosas.
(D) A inauguração, em 1850, do primeiro cemitério
público do Pará dá início a uma intensa discussão
sobre a secularização dos cemitérios, que passou,
dentre outras coisas, pela questão da tributação
dos enterramentos.
Conteúdo Adicional
A morte é uma festa:
https://drive.google.com/file/d/1aXZt1a6apBs_BrNeWoh9BugpUssQn
0tS/view?usp=sharing
07. ONHB09 - Fase 4 - Q.35
54
Em junho de 2016, as redes sociais foram palco da "Guerra dos
Memes" entre Brasil e Portugal: a conta no Twitter "In Portugal We
Don't" (Em Portugal nós não...) começou a fazer sucesso depois de
usar como inspiração, em seus tweets, um dos memes brasileiros
de maior sucesso no ano anterior:
"No português do Brasil não se diz eu
te amo, se diz "te pago um salgado",
o que significa amor infinito e eu
acho que isso é lindo"
A conta portuguesa, por sua vez,
fazia piadas como:
E os portugueses não ficaram para
trás:
"Em Portugal nós não dizemos "Sou
profissional", dizemos "É MUITO
ANO A VIRAR FRANGO", o que é
muito mais humilde."
Os memes portugueses causaram
incômodo, e a resposta brasileira
não demorou:
"No Brasil nós não apreciamos o
humor dos outros, ao invés disso,
dizemos "ROUBARAM NOSSO OURO
E NOSSOS MEMES" e eu acho que
isso é realmente deprimente"
A mobilização brasileira foi intensa:
As postagens portuguesas, no
entanto, começaram a sair do campo
do humor:
"em portugal, nós não temos um país
cheio de favelas"
A "Guerra dos Memes" chegou ao fim
quando a conta In Portugal We Don't
encerrou suas atividades no Twitter -
e os brasileiros foram declarados,
portanto, vitoriosos.
55
Sobre esse documento
TÍTULO: Guerra dos Memes
TIPO DE DOCUMENTO: Meme
ORIGEM: Twitter
A partir dos memes destacados e do tipo de
humor que mobilizam, escolha uma
alternativa:
56
(A) O efeito de humor dos memes vem da
combinação de elementos da cultura popular
contemporânea e ideias do senso comum sobre
o conhecimento histórico.
(B) Ao afirmar que Portugal não é um país
repleto de favelas, o meme português mostra
uma interpretação preconceituosa dos
problemas sociais brasileiros.
(C) Os memes são exemplos de um tipo de
humor efêmero que revela também a capacidade
de ágil mobilização das redes sociais.
(D) Os memes indicam a falta de diversidade de
correntes historiográficas que interpretem o
passado colonial brasileiro.
08. ONHB13 - Fase 3 - Q.36
57
Sobre esse documento
TÍTULO: 
TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia
ORIGEM: 
CRÉDITOS: Autor desconhecido. CEDOC/UNESC
PALAVRAS-CHAVE: História das mulheres; Mundos do trabalho;
Mulheres “escolhedeiras” na Mina Hercílio Luz, Criciúma, 1938-
1939. CEDOC/UNESC.
Mulheres “escolhedeiras” na mina Hercílio Luz, 1938-1939
58
A partir da imagem, escolha a alternativa mais
adequada:
(A) O trabalho nos barracões de escolha de
carvão era uma atividade tipicamente feminina,
porque não representava risco à saúde e era
remunerada de forma condizente à função.
(B) As mulheres, em evidência na cena, são as
chamadas escolhedeiras ou catadoras do carvão,
responsáveis por separar manualmente as
pedras de carvão do restante do material
retirado das minas.
(C) A imagem mostra um cenário de
trabalhadores do carvão com destaque para as
mulheres que, em primeiro plano, empunham
picaretas diante de uma mesa com pedaços de
carvão.
(D) As medidas de incentivo à indústria
carbonífera, no século XX, promoveram a
concentração de trabalhadores e trabalhadoras
nas atividades de mineração na região sul do
país.
09. ONHB10 - Fase 4 - Q.43
59
Observe as xilografias a seguir, de autoria da
artista plástica Maria Bonomi:
Sobre esse documento
TÍTULO:
TIPO DE DOCUMENTO: Xilogravura
ORIGEM:
CRÉDITOS: Maria Bonomi
Documento 09a: Liberdade condicional
Documento 09b: Mechanicus
Documento 09c: A Águia
http://www.mariabonomi.com.br/obras-xilografia.asp
Podemos considerar que:
(A) As xilografias apresentadas, exemplos de arte
abstrata, são constituídas por formas definidas que
exploram a simetria e que são repetidas, deslocadas,
sobrepostas e coloridas de distintas maneiras no
processo de composição da obra de arte.
60
(B) Nesse momento de sua carreira, Bonomi
concebia o trabalho artístico como um processo,
sendo as matrizes esculpidas em madeira tão
importantes quanto a impressão final.
(C) A obra de Bonomi coloca em diálogo
diferentes tradições artísticas brasileiras e
internacionais, como a ordem e o rigor
geométrico do cubismo de Oswaldo Goeldi e
Lívio Abramo e o expressionismo abstrato
estadunidense.
(D) Bonomi destaca-se não apenas por ter
estabelecido uma revolução no gravurismo no
Brasil, mastambém por ter sido a única mulher
gravurista no país até a década de 1980, quando
surgiram artistas como Laurita Salles e Elisa
Bracher.
10. ONHB11 - Fase 4 - Q.42
61
Leia o fragmento da dissertação de mestrado de
Elzimar Fernanda Nunes e escolha a melhor
alternativa:
"O discurso histórico oficial brasileiro criou várias narrativas de origem
sobre o Brasil e sua identidade: a viagem do descobrimento, o Sete de
Setembro, o Quinze de Novembro e até a Semana de Arte Moderna de 1922,
entre outros. Como pudemos observar, os historiadores luso-brasileiros
fizeram das lutas entre portugueses e holandeses no século XVII, mais um
dos diversos mitos de origem do Brasil. No caso, trata-se primordialmente
da narrativa de origem do nosso nacionalismo, já que a restauração teria
sido o momento em que o homem brasileiro se reconheceu como tal,
iniciando o lento processo de construção da sua identidade, definindo sua
cultura e sua organização social.
Patriotas seriam os brasileiros fiéis a este paradigma de comportamento
determinado pelos nossos ancestrais, representados pelo panteão de heróis
da restauração. Traidores da pátria seriam os brasileiros que aspirassem
fugir de tal padrão sócio-cultural, o que é exemplificado pelo mito do
Calabar-traidor. Esse discurso assemelha-se ao discurso da ditadura
militar, pois ambos consideram 'a nação como um querer-ser inato e
homogêneo, expresso pelos objetivos nacionais permanentes', recusando
qualquer possibilidade de transformação no querer-ser do povo brasileiro.
Situar o nascimento do patriotismo brasílico no contexto das lutas contra
os holandeses traz consigo a implicação de que nosso nacionalismo teria
sido construído como uma rejeição à heterogeneidade. Ao expulsar o
'intruso' (representado pelo holandês e pelo Renascimento), os primeiros
'patriotas' teriam definido para sempre a tradição cultural do Brasil como
sendo a de uma nação em busca da unidade, onde elementos destoantes
são malvistos. E o espantoso é que o mesmo mito também seja usado como
a narrativa de origem do Exército Brasileiro.
Essa tradição cultural, que concebe o patriotismo como repulsa à
alteridade, fez parte do discurso de legitimação do gole de 64, com os
'comunistas' e a então União Soviética fazendo papel de 'intrusos'. A pátria
assume, no discurso 'revolucionário' [do regime militar], o valor de um
termo complexo que engloba as contraditoriedades de classes e unifica os
interesses divergentes."
62
(A) A “supressão do outro” ou a atitude de apontá-lo
como um inimigo comum foi utilizada na
historiografia e por regimes de exceção para a
criação de uma identidade nacional em que todos na
pátria formam um único corpo.
(B) O texto mostra como a influência do marxismo
cultural se fez presente nas ações dos invasores
holandeses, e como o Exército Brasileiro foi
fundamental em sua debelação em território
nacional.
(C) A autora aponta que o Exército Brasileiro
também situa seu berço e o do nacionalismo na
Batalha de Guararapes, um dos episódios marcantes
da Insurreição Pernambucana que expulsou os
holandeses do Brasil.
(D) Segundo a argumentação da autora,
nacionalismo e patriotismo são conceitos forjados
historicamente de acordo com projetos políticos
determinados.
Sobre esse documento
TÍTULO: 
TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico
ORIGEM: 
CRÉDITOS: Elzimar Fernanda Nunes
https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/1707/1/Dissertação_E
lzimarFernandaNunesRibeiro.pdf
 A reescrita da História em “Calabar, o Elogio da Traição”
 → Resposta pessoal.
63
GabaritandoGabaritando
01. Tarefa Primeira Fase
02. Tarefa Segunda Fase
Migalhas
01
02
03
04
05
06
07
08
Descrições
F
C
G
I
A
B
E
D
0
1
0
3
0
2
0
4
0
5
0
6
0
7
0
8
03. Tarefa Terceira Fase
Século em que foi produzido:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII] [XVIII]
[XIX] [XX] [XXI]
Século a que se refere:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII] [XVIII]
[XIX] [XX] [XXI]
Século em que foi produzido:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII] [XVIII]
[XIX] [XX] [XXI]
Século a que se refere:
[Pré-História] [XV] [XVI] [XVII] [XVIII]
[XIX] [XX] [XXI]
04. Tarefa Quarta Fase
64
01. Brinca criança innocente 
02. Tyra/Tira/Gyra/Gira, mimosa phalena/falena 
03. A vida é toda serena 
04. E teu instincto/instinto fervente. 
05. Folga em teus dias felizes, 
06. Enquanto lá não se for 
07. Esse encan- tado vigor, 
08. Que em teus sonhos bemdizes/bendizes. 
09. Caricias/Carícias da 
10. amiga 
11. M.E./Emília/Emilia 
12. S/São Paulo 
13. 4 - 7 - 08 
05. Exercitando
A B C D
Q. 01.
Q. 02.
Q. 03.
Q. 04.
Q. 05.
Q. 06.
Q. 07.
Q. 08.
Q. 09.
Q. 10.
05 01 04 00
00 05 01 04
01 05 00 04
04 0405 00
00 04 01 04
05 04 04 00
00 01 05 04
00 01 05 04
05 01 04 00
05 00 04 05
OLIMPÍADA NACIONAL EM HISTÓRIA DO BRASIL. Regulamento.
Disponível em: . Acesso
em: 28 de mar. de 2022.
PROENÇA, Renan. Como se preparar para Olimpíadas Científicas?.
Medalhei. Disponível em: . Acesso em: 28 de mar. de
2022.
SAMPAIO, P. H. R., Guia de Estudos - Olimpíada Nacional em
História do Brasil. Big Olímpicos Brasil. Publicado em: 12 de fev. de 
2021. Acesso em: 28 de mar. de 2022.
OLIMPÍADA DE HISTÓRIA. Como são calculadas as notas de corte
para cada fase da ONHB?. Campinas, 29 de maio de 2019.
Instagram: @olimpiada.historia. Disponível em:
. Acesso em: 28 de
mar. de 2022.
NUNES, V. C. P.. Canal: Prof. Viviane Forte. Disponível em:
.
Acesso em: 28 de mar. de 2022.
MARQUES, Vinícius. Instagram: @onhbdadepressao. Disponível
em: . Acesso em: 28 de
mar. de 2022.
PROJETO MENTOLIMP. II ONHBMent. abr. de 2021. Disponível em:
. Acesso em: 28
de mar. de 2022.
65
ReferênciasReferências

Mais conteúdos dessa disciplina