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HIDROLOGIA AULA 4 Profª Stéphanie Meyer Piazza 2 CONVERSA INICIAL Na hidrologia, um processo muito importante a ser estudado dentro do Ciclo Hidrológico é a infiltração e o estudo das águas subterrâneas. Ambos são discutidos em termo de disponibilidade para atender a demanda populacional bem como em análise da qualidade hídrica. Nesta etapa, aprenderemos sobre os conceitos e mecanismos da infiltração e da água subterrânea. TEMA 1 – A INFILTRAÇÃO E A ÁGUA SUBTERRÂNEA Denomina-se infiltração o fenômeno de penetração da água nas camadas de solo próximas à superfície do terreno, movendo-se para baixo, através dos vazios, sob a ação da gravidade, até atingir uma camada-suporte, que a retém, formando então a água do solo. Já as águas subterrâneas são os recursos hídricos que se encontram sob a superfície terrestre, preenchendo completamente os poros das rochas e dos sedimentos, constituindo os aquíferos (FUNDAJ, 2019). 1.1 Infiltração Na infiltração, podem ser destacadas três fases: a) Fase de intercâmbio; b) Fase de descida; c) Fase de circulação. Na fase de intercâmbio, a água está próxima à superfície do terreno, sujeita a retornar à atmosfera por uma aspiração capilar, provocada pela ação da evaporação ou absorvida pelas raízes das plantas e em seguida transpirada pelo vegetal. Na fase de descida, dá-se o deslocamento vertical da água quando a ação de seu peso próprio supera a adesão e a capilaridade. Esse movimento se efetua até atingir uma camada-suporte de solo impermeável. Na fase de circulação, devido ao acúmulo da água, são constituídos os lençóis subterrâneos, cujo movimento se deve também à ação da gravidade, obedecendo às leis de escoamento subterrâneo. Assim, dois tipos de lençóis podem ser definidos: 3 • Lençol freático, quando a sua superfície é livre e está sujeita à pressão atmosférica. • Lençol cativo, quando está confinado entre duas camadas impermeáveis, sendo a pressão na superfície superior diferente da atmosférica. A região do solo onde ocorre o fenômeno de infiltração pode ser dividida em duas zonas: (i) zona de aeração, onde ocorrem as fases de intercâmbio e de descida, inclui a franja de ascensão por capilaridade; e (ii) zona de saturação, onde se dá o movimento da água do lençol subterrâneo (fase de circulação). Um esquema da infiltração é apresentado na Figura 1. Figura 1 – Infiltração da água Crédito: VectorMine/Shutterstock. 1.2 Água subterrânea e lençol freático Segundo a Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ, 2019), “as águas subterrâneas sustentam diversos sistemas aquáticos, como rios, lagos, 4 mangues e pântanos e são essenciais para a manutenção de florestas em regiões de clima tropical ou seco”. O fluxo das águas subterrâneas impede o ingresso da água salgada marinha no continente e consequentemente, a não salinização de aquíferos costeiros. Sem ela, o planeta seria muito mais seco e com menor biodiversidade. Figura 2 – Água subterrânea Crédito: Designua/Shutterstock. No Brasil, as águas subterrâneas são extraídas por meio de poços tubulares (popularmente conhecidos como artesianos ou semiartesianos), poços escavados e de nascentes. Infelizmente, o número real de poços no país é desconhecido. Apesar da obrigatoriedade por lei do registro e/ou de autorização de extração (outorga) de água, o número de captações regulares é de pouco mais de 1%, no caso dos poços tubulares (CPRM, 2018). As águas subterrâneas são extraídas por meio de poços ou pelo aproveitamento direto de nascentes. Já as nascentes são pontos de descarga natural dos aquíferos que interceptam a superfície de um e que depois darão origem a corpos de água superficiais, como rios ou lagos. TEMA 2 – FATORES INTERVENIENTES DA INFILTRAÇÃO E SUA DETERMINAÇÃO Na Tabela 1, são apresentados os fatores que intervém na capacidade de infiltração. 5 Tabela 1 – Fatores intervenientes da infiltração Fator Descrição Tipo de solo A capacidade de infiltração varia diretamente com a porosidade, o tamanho das partículas do solo e o estado de fissuração das rochas. Altura de retenção superficial e espessura da camada saturada A água penetra no solo sob a ação da gravidade, escoando nos canalículos formados pelos interstícios das partículas. No início da precipitação, o solo não está saturado, a água que nele penetra vai constituir uma camada de solo saturado cuja espessura cresce com o tempo. Grau de umidade do solo Parte da água que se precipita sobre o solo seco é absorvida por ação de capilaridade que se soma à ação da gravidade. Se o solo, no início da precipitação, já apresenta uma certa umidade, tem uma capacidade de infiltração menor do que a que teria se estivesse seco. Ação da precipitação sobre o solo As águas da chuva chocando-se contra o solo promovem a compactação da sua superfície, diminuindo a capacidade de infiltração, destacam e transportam os materiais finos que ao sedimentarem tenderão a diminuir a porosidade da superfície. A intensidade dessa ação varia com a granulometria dos solos, sendo mais importante em solos finos. A presença de vegetação atenua ou elimina esse efeito. Compactação devido ao homem e aos animais Em locais onde há tráfego constante de homem ou veículos ou em áreas de utilização intensa por animais (pastagens), a superfície é submetida a uma compactação que a torna relativamente impermeável. Macroestrutura do terreno A capacidade de infiltração pode ser elevada pela atuação de fenômenos naturais que provocam o aumentam da permeabilidade como: escavações 6 feitas por animais e insetos, decomposição das raízes dos vegetais, ação da geada e do sol, e aradura e cultivo da terra. Cobertura vegetal A presença de vegetação atenua ou elimina a ação de compactação da água da chuva. A cobertura vegetal densa favorece a infiltração, pois dificulta o escoamento superficial da água. Temperatura A temperatura influindo na viscosidade da água faz com que a capacidade de infiltração nos meses frios seja mais baixa do que nos meses quentes. Presença do ar O ar presente nos vazios do solo pode ficar retido temporariamente, comprimido pela água que penetra no solo, tendendo a retardar a infiltração. Variação da capacidade de infiltração As variações da capacidade de infiltração dos solos podem ser classificadas conforme as categorias: a) Variações em área geográfica. b) Variações no decorrer do tempo em uma área limitada: (i) variações anuais devidas à ação de animais, desmatamento, alteração das rochas superficiais etc.; (ii) variações anuais devidas à diferença de grau de umidade do solo, estágio de desenvolvimento da vegetação, atividade de animais, temperatura; (iii) variações no decorrer da própria precipitação. Fonte: Pinto,1976. Entre as principais formas de determinar a infiltração temos: infiltrômetros, método de Horner e Lloyd e método de Horton. Os infiltrômetros são aparelhos para determinação direta da capacidade de infiltração local dos solos. Existem dois tipos, a saber: a) Infiltrômetro com aplicação de água por inundação, ou simplesmente infiltrômetros. b) Infiltrômetro com aplicação de água por aspersão ou simuladores de chuvas. 7 Os infiltrômetros são tubos cilíndricos curtos, de chapa metálica, com diâmetros variando entre 200 e 900 mm, cravados verticalmente no solo de modo a restar uma pequena altura livre sobre este. Uma vez conhecida a taxa de aplicação da água adicionada é dividida pela área da seção transversal do tubo e tem-se a capacidade de infiltração. O método de Horner e Lloyd foi estudado para bacias de pequenas áreas. Ele é baseada na medida direta da precipitação e do escoamento superficial resultante, o que possibilita a determinação da curva da capacidade de infiltração emfunção do tempo. Já o método de Horton foi proposto para bacias hidrográficas muito grandes onde a intensidade de precipitação não é constante em toda a área. Sendo então caracterizado como um método para avaliação da capacidade média de infiltração. É necessário que a precipitação seja medida por diversos aparelhos dispostos na área da bacia hidrográfica. Um deles, pelo menos, deve ser pluviógrafo. TEMA 3 – DISTRIBUIÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS As águas que atingem a superfície do solo a partir das precipitações, retidas nas depressões do terreno, ou escoando superficialmente ao longo dos talvegues, podem infiltrar-se por efeito das forças de gravidade e de capilaridade. A distribuição das águas subterrâneas, seu deslocamento e eventual ressurgimento na superfície, natural ou artificialmente, envolvem problemas extremamente variados e complexos, nos domínios da geologia e da hidráulica do escoamento em meios porosos. A água ao infiltrar no solo está sujeita às forças devidas à atração molecular ou adesão; à tensão superficial ou efeitos de capilaridade; e à atração gravitacional. Abaixo da superfície, em função das ações dessas forças e da natureza do terreno, a água pode se encontrar na zona de aeração ou na zona saturada. Na primeira, os interstícios do solo são parcialmente ocupados pela água, enquanto o ar preenche os demais espaços vazios e, na segunda, a água ocupa todos os vazios e se encontra sobre pressão hidrostática. Inúmeras atividades econômicas utilizam as águas subterrâneas para suprir suas necessidades pelo país (Figura 3), sendo o seu uso distribuído entre atendimento doméstico (30%), agropecuário (24%), abastecimento público 8 urbano (18%) e abastecimento múltiplo (14%), cujo destino é em grande parte diversificado para a prestação de serviços urbanos (CPRM, 2018). Figura 3 – Perfil de usuários de água subterrânea no país Fonte: CPRM, 2018. TEMA 4 – FLUXO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ZONA SATURADA E NÃO SATURADA As águas subterrâneas são identificadas de duas formas, a primeira chamada de zona não saturada, onde a água se encontra espalhada entre ar, solo e rochas. A segunda é denominada de zona saturada, nesse caso, a água se encontra armazenada em grande quantidade, formando uma espécie de rio subterrâneo (Figura 4). 24% 18% 14% 10% 30% 4% Agricultura/Pecuária Abastecimento público urbano Abastecimento múltiplo Abastecimento industrial Abastecimento doméstico Outros (lazer etc.) 9 Figura 4 – Caracterização esquemática das zonas não saturada e saturada no subsolo Crédito: Davi Souza. ABAS (2021) define zona não saturada, ou zona de aeração ou vadosa como a parte do solo que está parcialmente preenchida por água. Nesta zona, pequenas quantidades de água distribuem-se uniformemente, sendo que as suas moléculas se aderem às superfícies dos grãos do solo. Nesta zona ocorre o fenômeno da transpiração pelas raízes das plantas, de filtração e de autodepuração da água. Já a zona saturada é definida por ABAS (2021) como a região abaixo da zona não saturada onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água. As águas atingem esta zona por gravidade, através dos poros ou fraturas até alcançar uma profundidade limite, onde as rochas estão tão saturadas que a água não pode penetrar mais. De maneira geral, as águas subterrâneas são identificadas de duas formas, a primeira chamada de zona não saturada em que a água se encontra espalhada entre ar, solo e rochas. A segunda é denominada de zona saturada, nesse caso, a água se encontra armazenada em grande quantidade, formando uma espécie de rio subterrâneo (Figura 5). 10 Figura 5 – Zonas não saturada e saturada no subsolo Crédito: Jefferson Schnaider. O fluxo da água subterrânea é identificado a partir das diferenças de carga hidráulica do aquífero e da localização das drenagens. Na avaliação do regime de descarga dos aquíferos, deve ser considerado o tempo de renovação das águas, o tipo de solo e cobertura vegetal e ainda a geologia de cada sub-bacia. O movimento vertical da água subterrânea é extremamente lento e para alguns aquíferos profundos, pode levar séculos até a água penetrar nas suas profundidades. Já o fluxo horizontal em aquíferos confinados pode ser também um processo bastante lento, levando décadas a milhares de anos para finalmente chegar às áreas de descarga. Os fatores mais importantes que condicionam a taxa de infiltração dos contaminantes através do meio não saturado, até atingir a água subterrânea rasa, são os seguintes: a intensidade da precipitação pluviométrica, a composição litológica do solo, a condutividade hidráulica do meio não saturado, a porosidade total do meio não saturado e a profundidade do nível da água na zona saturada. Em grande parte, os contaminantes que infiltram são adsorvidos pela matéria orgânica ou por fácies argilosas, impedindo que estes alcancem as águas subterrâneas pertencentes a aquíferos livres e/ou confinados drenantes. A textura e a porosidade também são determinantes na capacidade do solo em reter ou não os contaminantes (Khan, 1980). 11 Já na zona saturada é possível, por meio da aplicação da equação de Darcy (1856), descrever o movimento da água subterrânea. O estudo de Darcy foi o primeiro a quantificar a densidade de fluxo em meio poroso saturado, em 1856, estudou o escoamento de água que atravessa um meio poroso, calculando as diferenças de potências e distância dos pontos da entrada a saída do fluxo em um experimento (Ferraz et al., 2015). Darcy observou que a descarga de cada filtro aumentava proporcionalmente à diferença de carga hidráulica entre os dois pontos (poços de monitoramento) e inversamente proporcional a condutividade hidráulica que varia de acordo com as características do meio poroso (Simmons et al., 2008). Foi o primeiro experimento realizado que deu origem à lei de Darcy que correlaciona a taxa de perda de energia da água no solo com a sua velocidade de escoamento conhecida como a velocidade de descarga ou velocidade aparente (Brito, 2014; Fajardo et al., 2010; Oliva et al., 2005) diferente da velocidade real da água avaliada nos vazios do solo. TEMA 5 – UTILIZAÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS O uso das águas subterrâneas é interessante pois se trata do maior volume de água doce existente em nosso planeta. Além disso, o interesse de utilização desta água está baseada nos volumes insuficientes das fontes superficiais de abastecimento bem como o comprometimento das águas superficiais pela poluição (lançamento de efluentes contaminados). A preocupação referente à utilização das águas subterrâneas é devido ao fato de que uma parte dessa água pode ser bombeada através de poços, porém outra parte contém sais, ou encontra-se armazenada tão profundamente ou em formações geológicas tão complexas que não há, ainda, tecnologia que permita sua captação e utilização. Além disso, quando os volumes captados excedem a recarga natural ocorre decréscimo dos níveis freáticos com a possibilidade de mineralização da água pela intrusão de água de formações adjacentes. Entre as vantagens da utilização da água subterrâneas, temos: • Captação descentralizada (custos de captação e distribuição da ordem de 20% dos custos relativos a águas superficiais); • Tratamento prévio mínimo; 12 • Atendimento de demandas industriais com o emprego de águas subterrâneas é vantajoso por apresentar, de forma geral, custo final reduzido. Estações de tratamento ao âmbito interno das indústrias são bastante frequentes, devido aos padrões de qualidade requeridos obedecerem a requisitos específicos, diferentes dos padrões para consumo doméstico, a exemplo do processamento direto em indústrias alimentícias, ou em processos de lavagem e resfriamento; • Não sofrem influências das variações sazonais como ocorre naságuas superficiais provenientes dos rios. Já a respeito das dificuldades do seu uso temos que no uso local, o bombeamento direto para os sistemas de abastecimento implica em redução de níveis freáticos e na redução da descarga dos rios. Além disso, as disponibilidades subterrâneas dependem das taxas de recarga natural e da capacidade de armazenamento/volumes armazenados. Já a utilização regional planejada e conservação torna recursos hídricos inesgotáveis. Mas de qualquer maneira é importante buscar a preservação das águas subterrâneas, pois os efeitos da poluição ou contaminação podem tornar-se irreversíveis devido às pequenas velocidades dos fluxos subterrâneos. Além disso, faz-se necessário melhorar a legislação, estabelecer os perímetros de proteção, promover normas de proteção de poços e sondagens, buscar o controle dos tipos de resíduos; reduzir os volumes de contaminantes lançados e promover um tratamento controlado de efluentes. A proteção dos reservatórios subterrâneos deve ser iniciada na zona não saturada do solo (faixa do solo compreendida entre sua superfície e o reservatório subterrâneo) que o reservatório subterrâneo é recarregado. Isto porque é nessa zona em que ocorrem o transporte de contaminantes e os fenômenos de autodepuração. Destaca-se que os processos de contaminação não se manifestam de forma imediata, sendo necessário um monitoramento contínuo dos fluxos subterrâneos, a montante e a jusante das fontes de poluição, de forma a permitir a aplicação de medidas preventivas ou corretivas a qualquer tempo. 13 NA PRÁTICA O Aquífero Guarani é um dos maiores aquíferos do mundo. Ele estende- se pelas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, além de abranger os territórios da Argentina, do Paraguai e do Uruguai, sendo, por isso, também chamado de Aquífero Gigante do Mercosul. A região onde esse aquífero se encontra é caracterizada por apresentar solos, em sua maioria, férteis ou de fácil correção, registrando um elevado índice de práticas agrícolas. Por esse motivo, alerta-se contra o uso indiscriminado de agrotóxico nas lavouras, pois se infiltra no solo e polui o reservatório em questão com elementos tóxicos (Pena, 2021). Apesar de boa parte dos estudos geológicos e geográficos sobre o Aquífero Guarani ainda estarem em desenvolvimento, podemos dizer que a sua presença concentrada, em maior parte, no território brasileiro torna-se importante para o abastecimento de distribuição de água no país. Por esse motivo, é necessária a sua correta preservação e exploração a fim de obter os recursos hídricos com a máxima qualidade sem danificar o ambiente (Pena, 2021). FINALIZANDO Nesta etapa, aprendemos que Infiltração é o processo pelo qual a água proveniente da precipitação penetra no solo, movendo-se para baixo, através dos vazios, sob a ação da gravidade, até atingir uma camada suporte, que a retém, formando então a água do solo. Verificamos que a capacidade de infiltração do solo pode ser medida por infiltrômetros ou estimada mediante Fórmulas Empíricas. Vimos ainda que as águas subterrâneas podem ser utilizadas, porém é necessária uma atenção maior visando a sua não contaminação e preservação da área e, para tal, recomenda-se legislações mais rigorosas e o monitoramento do controle de qualidade da água. Por fim, aprendemos sobre o Aquífero Guarani, o qual é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Sendo uma das principais reservas de água doce do mundo, ele está localizado em países da América do Sul, abrangendo áreas de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. 14 REFERÊNCIAS ABAS. Águas Subterrâneas. 2021 Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2023. BOSCARDIN BORGUETTI, N.R.; BORGHETTI, J.R.; ROSA FILHO, E. F. da. O Aquífero Guarani. 2004. BRITO, A. P. Elaboração de modelo numérico de fluxo de água subterrânea para uma microbacia de água clara na reserva florestal Adolpho Duke, Manaus-AM. Dissertação de mestrado, Instituto de Ciências Exatas Programa de Pós-graduação em Geociências/Universidade Federal do Amazonas, Manaus, Amazonas. 129pp. 2014. CPRM. 2018. SIAGAS: Sistema de Informações de Águas Subterrâneas. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2023. FARJADO, J. D. V. et al. Características hidrológicas do solo saturado na reserva florestal Adolpho Ducke: Amazônia central. Árvore, 34(4): 677-684. 2010. FERRAZ, F. M. et al. Study of hydraulic conductivity obtained in field tests: infiltration in percussion drills and slug test in monitoring wells. InterfacEHS, 10(1): 66-87. 2015. FUNDAJ. Fundação Joaquim Nabuco. Águas Subterrâneas: o que é e qual a importância. 2019. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2023. GEOGRAFIA. Águas Subterrâneas. 2012. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2023. KHAN, S. U. Pesticides in the soil environment. Amsterdam: Elsevier Scientific, 1980. 240 p. 15 OLIVA, A.; KIANG, C. H.; CAETANO-CHANG, M. R. Determination of the hydraulic conductivity of the Rio Claro formation: comparative analysis through grain size analyses and Guelph permeameter and slug tests. Águas Subterrâneas, 19(2): 1-17. 2005. PENA, R. F. A. Prepara Enem. Aquífero Guarani. 2021. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2023. PINTO, N. L. de S. et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. SIMMONS, C. T. Henry Darcy (1803 – 1858): immortalized by his scientific legacy. Hydrogeology Journal, v. 16, p. 1023–1038. 2008. Conversa inicial Na prática FINALIZANDO