Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SEMIOLOGIA 
VETERINÁRIA
PROF. DR. BRUNO CABRAL PIRES
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
bruno.pires@estacio.com
2025.1
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• SEMIOLGOIA VETERINÁRIA (ARA1157)
• DISCIPLINA PRESENCIAL:
• CARGA HORÁRIA: 80h extensionistas
• 4H SEMANAIS
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• OBJETIVOS SOCIOCOMUNITÁRIOS
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• OBJETIVOS SOCIOCOMUNITÁRIOS
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AULAS TEÓRICAS
• Terão 3 momentos respeitando a metodologia do modelo AURA:
• 1º momento: Apresentação da situação- problema (estudo de caso)
• 2º momento: Apresentação do conteúdo na forma de Brainstorming
• 3º momento: Atividade verificadora de aprendizagem
Aprenda +: material digital disponível para estudo do tema em casa.
AS AULAS SERÃO DISPONIBILIZADAS NO SAVA LOGO APÓS SEREM MINISTRADAS + 
MATERIAL COMPLEMENTAR. 
O que é extensão?
Extensão 
Extensão 
• É uma oportunidade de inovação curricular com impacto social. Trata-se de uma concepção 
acadêmico-social de extensão, protagonizada por alunos sob orientação docente em diferentes 
cenários de práticas, com a participação da sociedade (atores/coletivos/organizações sociais, 
empresas, entidades governamentais etc.). É norteada por objetivos acadêmicos relacionados ao 
perfil profissiográfico doscursos de graduação e por objetivos sociocomunitários conexos às 
demandas locorregionais.
Extensão
• Propõe-se um currículo em ação, 
em contato direto com as questões 
contemporâneas, que se 
materializam em experiências reais 
de aprendizagem resultantes da 
problematização-produção-
aplicação-sistematização de 
conhecimentos. 
Extensão
• EXEMPLOS DE ATIVIDADES EXTENSIONISTAS:
• Cursos livres.
• Prestação de serviços.
• Ações de responsabilidade social e ou voluntariado.
• Extensão tecnológica.
• Atividades esportivas e culturais.
• Eventos e publicações para socialização do conhecimento gerado na academia.
Extensão
• Exemplos de projetos de sucesso – TERAPIA ASSISTIDA POR 
ANIMAIS
Extensão
• Exemplos de projetos de sucesso – PROJETO LEITE A PASTO
Extensão
• Exemplos de projetos de sucesso – AUXÍLIO AO PEQUENO 
PRODUTOR DE FRANGO CAIPIRA
Extensão
• Exemplos de projetos de sucesso – EDUCAÇÃO ANIMAL NAS 
ESCOLAS
Extensão
• Exemplos de projetos de sucesso – POSSE RESPONSÁVEL
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• O processo de avaliação se dá através de NOTA FINAL ÚNICA (NF), 
estabelecida ao fim do semestre. Os procedimentos de avaliação 
contemplarão as competências desenvolvidas no componente 
curricular, bem como os resultados dos projetos extensionistas. 
• A avaliação do componente SEMIOLOGIA VETERINÁRIA será composta 
pela soma das notas obtidas nas seguintes etapas:
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• I. Atividade Avaliativa Teórica:
• Será aplicada uma prova com valor de 4,0 PONTOS (semana da AV)
• Deverá contemplar os temas teóricos abordados na disciplina até o 
momento de sua realização. 
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• II. Projeto de extensão:
• a) Diagnóstico e Teorização (Tópico 1 do Roteiro de Aprendizagem)
• Esta atividade terá valor de até 1 (um) ponto; Os Grupos de Trabalho (GT) 
deverão apresentar a parte inicial do projeto de extensão, que será avaliada 
segundo sua relevância, prazo e/ou urgência de execução, factibilidade 
técnica e viabilidade financeira.
• OBS: APÓS IDENTIFICADOS OS PÚBLICOS-ALVO, O PROFESSOR DEVERÁ 
ENVIAR UMA CARTA CONVITE AOS AUTORES SOCIAIS, BEM COMO ESTES 
DEVEM REDIGIR UMA AUTORIZAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO. 
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• II. Projeto de extensão:
• b) Planejamento e Desenvolvimento do Projeto (Tópico 2 do Roteiro de 
Aprendizagem). 
• Esta atividade terá valor de até 2 (dois) pontos; Projeto de extensão redigido 
entre cinco (5) e oito (8) páginas, contendo a descrição da forma de 
envolvimento do público participante; o cronograma; a descrição da atuação 
do grupo de trabalho; as metas, critérios ou indicadores de avaliação do 
projeto; os recursos previstos; e o plano de trabalho em modelo 5W2H; 
Deverá ser avaliado, além dos critérios descritos acima, o engajamento e 
trabalho em equipe dos GT e a capacidade de resolução dos problemas 
encontrados.
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• II. Projeto de extensão:
• c) Seminário de Socialização de Experiências (Tópico 3 do Roteiro de Aprendizagem)
• Esta atividade terá valor de até 1 (um) ponto; Os GT deverão apresentar a articulação do 
projeto com o conteúdo teórico do componente e a aplicação prática da proposta, 
devendo ser observada a autonomia dos GT em seu desenvolvimento, a habilidade de 
comunicação, a ética, o trabalho em equipe, a condução dos conflitos, a tomada de 
decisão, a liderança, o domínio do aprendizado, o compromisso com a educação 
permanente dos atores envolvidos e a atenção médico veterinária dispensada aos 
indivíduos e coletivos humanos e de outros animais.
• APRESENTAÇÃO DO SEMINÁRIO DO PROJETO NA SEMANA NACIONAL 
DE SAÚDE
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• II. Projeto de extensão:
• d) Relatórios Coletivo e Individual (Tópico III do Roteiro de Aprendizagem)
• Esta atividade terá valor de até 2 (dois) pontos; Devem ser avaliadas a 
síntese dos textos trabalhados pelo componente e dos textos específicos do 
projeto desenvolvido; a articulação entre esses textos e os dados coletados 
no cenário de prática; a aplicabilidade prática do à realidade do território, o 
dinamismo e a cientificidade do estudo desenvolvido; É previsto que nesses 
relatórios haja espaço para elogios, sugestões e críticas. 
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• A soma de todas as atividades que possam vir a compor o grau final da 
NF não poderá ultrapassar o máximo de 10 (dez) pontos. Para 
aprovação na disciplina, o aluno deverá, ainda: 
• - Atingir resultado igual ou superior a 6,0;
• - Frequentar, no mínimo, 75% das atividades.
SEMIOLOGIA 
VETERINÁRIA
• CRONOGRAMA
• SEGUIRÁ O CALENDÁRIO 
ACADÊMICO DA UNIDADE
• CASO OCORRA ALGUM 
IMPREVISTO, SERÁ 
COMUNICADO AO 
REPRESENTANTE DE TURMA E A 
AULA SERÁ REALOCADA.
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AVALIAÇÕES
• SIMULADO 1 – Contemplará todos os temas abordados até sua realização. Prova individual com valor 
até 1,0 ponto extra.
• PRESENCIAL 
• SIMULADO 2 – Contemplará todos os temas da disciplina. Prova individual com valor até 1,0 ponto 
extra.
• PRESENCIAL
• As notas entre os dois SIMULADOS serão somadas
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• AULAS PRÁTICAS
• Serão realizadas no laboratório de PROPEDÊUTICAS VETERINÁRIAS
• Normas de biossegurança
• Manipulação de animais ou técnicas em manequins de animais de acordo com as normas do 
CEUA.
• As aulas serão ministradas conforme disponibilidade. Materiais necessários: jaleco branco 
de manga comprida ou scrub, luvas de procedimento, caneta, prancheta, folha A4 ou 
caderno. Vestimenta: calça jeans comprida, sapato fechado, cabelo preso
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• TEMAS DE APRENDIZAGEM
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• TEMAS DE APRENDIZAGEM
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
• TEMAS DE APRENDIZAGEM
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA 
SEMIOLOGIA EM PEQUENOS ANIMAIS
A palavra semiologia origina-se do grego Semeion e significa
sintomas/sinais + Logos que significa ciência/estudo.
• Semiologia é a parte da medicina relacionada ao estudo dos métodos 
de exame clínico, pesquisa e interpretação de sintomas. Associando 
elementos necessários para a construção do diagnóstico e evolução da 
enfermidade.
Semiotécnica. É parte da 
Semiologia em que o 
examinador utiliza os recursos 
disponíveis para examinar o 
paciente enfermo, desde 
simples observação do animal 
até a realização de exames 
complexos. É a arte de 
examinar o paciente.
Clínica Propedêutica. Reúne e 
interpreta dados obtidos através 
do exame do paciente. Trata-se 
de raciocínio e análise na clínica 
médica para o estabelecimento 
do diagnóstico.
Semiogênese. Buscaexplicar mecanismos 
pelos quais sintomas 
aparecem e se 
desenvolvem.
SEMIOTECNIA
Física Funcional Experimental
Determina as 
alterações anatômicas 
por meios físicos
Determina as 
alterações funcionais 
por meios de registros e 
gráficos
Promove alterações 
orgânicas para se 
comprovar o 
diagnóstico
Ex.: Eletrocardiograma
Ex.: Aumento do 
Volume 
atrioventricular
Ex.: Prova de 
Tuberculinização
CONCEITOS 
• Saúde: “Estado do Indivíduo cujas funções
orgânicas, físicas e mentais se acham em
situação normal.” Estado que é sadio ou
são.
• Doença: “Evento biológico caracterizado por
alterações anatômicas, fisiológicas ou
bioquímicas, isoladas ou associadas.”
CONCEITOS 
SINAL
Algo objetivo, palpável, mensurável.
Notado pelo examinador por inspeção, palpação, 
percussão, auscultação ou evidenciado por meio de 
exames complementares (tosse, edema, cianose, 
sangue oculto).
SINTOMA
Algo subjetivo, não palpável ou 
mensurável.
Sentido pelo paciente e não visualizada pelo 
examinador (dor, náusea, dormência).
Em medicina veterinária: sintoma é todo o fenômeno anormal, orgânico ou funcional, pelo qual as doenças se 
revelam no animal (tosse, claudicação, dispneia, vômito).
SÍNDROME: Conjunto de sinais e sintomas comuns a várias doenças porém, sem caracterizar nenhuma. 
Síndrome febril; Síndrome ictéricia. 
CONCEITOS 
• CLASSIFICAÇÃO DOS SINTOMAS
• Quanto à evolução:
• Iniciais primeiros sintomas observados ou os sintomas reveladores da doença.
• Tardios aparecem no período de plena estabilização ou declínio da enfermidade.
• Residuais se verifica uma aparente recuperação do animal – mioclonias que ocorrem em alguns
casos de cinomose.
• Quanto ao mecanismo de produção:
• Anatômicos alteração da forma de um órgão ou tecido – esplenomegalia e hepatomegalia.
• Funcionais alteração na função dos órgãos – claudicação
• Reflexos sintomas distantes, originados longe da área em que o principal sintoma aparece
(sudorese em casos de cólicas, taquipnéia em caso de uremia,icterícia nas hepatites).
MÉTODOS DE EXPLORAÇÃO CLÍNICA
INSPEÇÃO 
Utilizamos nossos órgãos dos sentidos
Visão
10 Método de exploração
❑ Direta
❑ Indireta
Método de inspeção começa do geral até o específico
Estado geral do animal
Pele
Pêlo
Temperamento
Movimentos respiratórios 
Secreções nasais, oculares, vaginais, retais... 
MÉTODOS DE EXPLORAÇÃO CLÍNICA
PALPAÇÃO 
Utilizamos nossos órgãos dos sentidos
Tato
❑ Direta
❑ Indireta
❑ Superficial (Localiza e delimita órgãos)
❑ Profunda grandes animais
❑ Interna Toque em pequenos animais
❑ Externa por todo exterior do animal
Objetivos 
Dados como sensibilidade, elasticidade, forma, volume, mobilidade, temperatura
MÉTODOS DE EXPLORAÇÃO CLÍNICA
AUSCULTAÇÃO
Utilizamos nossos órgãos dos sentidos
Audição
❑ Direta 
❑ Indireta estetoscópio
Objetivos 
Reconhecer ruídos normais e patológicos dos órgãos dos animais
MÉTODOS DE EXPLORAÇÃO CLÍNICA
PERCUSSÃO
Utilizamos nossos órgãos dos sentidos
Audição
❑ Direta dígito-digital
❑ Indireta plexímetro, martelo plexímétrico
Resultados
✓ Sons Timpânicos = regiões contendo ar ou gases
✓ Som Sub-mate = regiões intermediárias
✓ Som mate = regiões maciças
✓ Claro pulmonar = região pulmonar
Objetivos 
Sons resultantes das batidas
MÉTODOS DE EXPLORAÇÃO CLÍNICA
OLFAÇÃO
Utilizamos nossos órgãos dos sentidos
Olfato
❑ Direta acetose, miíase, cinomose 
EXAMES 
COMPLEMENTARES
• TERMOMETRIA
• AFERIÇÃO PRESSÃO 
• EXAMES LABORATORIAIS
• RADIOGRAFIA
• ULTRASSONOGRAFIA
• ECOGRAFIA
• CULTURA
• ANTIBIOGRAMA
EXAME DO PACIENTE
SUBJETIVO
Histórico ou história clínica espontâneo
Queixa principal sintoma que o animal apresentou 
Anamnese perguntas ao responsável pelo animal = enriquecer o histórico
Quanto tempo?
Uso de medicamento?
Quem? O que? Quando? Porque?
OBJETIVO
Ficha Clínica Resenha: raça; idade; espécie
Dados do responsável
EXAME DO PACIENTE
Contenção Clínica
MECÂNICA mordaça
FARMACOLÓGICA fármacos
Diagnóstico conclusão após a interpretação dos sinais, sintomas, ex complementares + experiência 
profissional 
Sintomático, Etiológico, Medicamentoso, Dedutivo, ...
Observações que auxiliam no Diagnóstico:
Região Endêmicas; Enzoóticas; Epizoóticas
Estação do ano Inverno = respiratórias/ Verão = Leptospirose 
EXAME DO PACIENTE
DIAGNÓSTICO
Anamnese
50%
Exame Físico
35%
Complementares
15%
EXAME DO PACIENTE
Prognóstico corresponde ao futuro do paciente; evolução da enfermidade e possíveis consequências
Favorável evolução satisfatória
Desfavorável término fatal ou possibilidade de óbito 
Reservado duvidoso; curso imprevisível
Evolução da doença segundo a patocronia
Superaguda de horas a 2 dias
Aguda 3 a 14 dias
Subaguda 2 a 4 semanas
Crônica mais de 4 semanas 
• Papel e caneta para anotações.
• Aparelho de ausculta.
• Martelo e perímetro para percussão.
• Termômetro.
• Aparelho de iluminação (lanterna).
• Luvas de procedimento.
• Luvas de palpação retal.
• Otoscópio e oftalmoscópio.
• Especulos vaginais.
• Frascos para acondicionamento de amostras.
• Material específico para contenção (cordas, 
cachimbo, mordaças, etc.).
MATERIAL 
Perspectiva de:
1- Salvar a vida
2-Recuperar a saúde ou de curar o paciente
3- Manter a capacidade funcional dos órgãos acometidos
Idade
Raça
Espécie
Valor Econômico
Custos
Condições disponíveis dos tutores
Levamos em 
consideração 
EXAME DO PACIENTE
Tratamento ou Resolução
Meio utilizado para combater a doença. 
Meios cirúrgicos, medicamentosos e dietéticos (e combinados)
De forma individual ou grupo (depende de cada caso)
Quanto a finalidade: 
Causal: combater a causa da doença (hipocalcemia: administra-se cálcio).
Sintomático: combater apenas os sintomas (anorexia: orexigênicos, vitaminas) ou abrandar o sofrimento do animal 
(analgésicos, antipiréticos).
Patogênico: modificar o mecanismo de desenvolvimento da doença no organismo (tétano: usa-se soro antitetânico 
antes que as toxinas atinjam os neurônios).
 Vital: quando procuramos evitar o aparecimento de complicações que possam fazer o animal correr risco de 
morte.
Primum non nocere
✓ Mensurar a temperatura interna do animal
✓ Palpação da pele, interior das orelhas e regiões glabras sugerem alterações de 
temperaturas
✓ Uso de termômetros (ideal).
✓ Temperatura interna dos animais domésticos = mantém-se dentro de limites normais 
(variação específica)
Termometria Clínica
▪ Cão = 37,5 –39°C
▪ Gato = 38 –39°C
▪ Cavalo = 37,2 –38°C (potros mais elevada)
▪ Jumento = 37,5 –38,5°C
▪ Muar = 38,8 –39°C
▪ Bovino = 38 –39,5°C
▪ Pequenos ruminantes = 38,5 –39°C
▪ Suíno = 38,5 –39°C
▪ Galinha = 40 –42°C
▪ Cobaio = 38,5 –39,5°C
▪ Coelho = 38,5 –39,5°C.
Termometria Clínica
Fisiológicos
▪ Variação nictameral oscilação de temperatura nas 24h do dia 
(manhãs mais brandas/tardes mais quentes)
▪ Clima Dias quentes x Frios; Intermação 
▪ Ingestão de alimentos 
▪ Ingestão de água 
▪ Espécie ou porte pequenas temp mais altas
▪ Idade jovens centro termorregulador
▪ Sexo pouco influi na temperatura retal (cio/gestação > discreto 
aumento, véspera do parto > discreta redução – feto sequestra)
▪ Estado nutricional
▪ Exercício físico
▪ Tosquia/tosa estresse
Patológicos
▪ Processos Inflamatórios
▪ Processos Infecciosos
▪ Intoxicações
▪ Insolação
Fatores que alteram a temperatura:
Subjetivo: Mão do examinador – face interna das coxas; base das orelhas, chifres 
Objetivo: Termômetros de mercúrio, digital, laser, flexível (graduados 34°C/42°C)
Mensuração retal/pele
o Bulbo do termômetro mais profundo possível (contato com mucosa e atenção com as fezes)
o Verificar se a coluna de mercúrio está no seu nível inferior
o Termômetro no reto de 1 a 3 minutos
Termometria Clínica
Método de exploração
Termogênese: 
Aumento na produção de hormônios (tireoide) 
gerando aumento do metabolismo, causando 
mais produção de calor.
Termólise: 
Mecanismos que geram perda de calor. 
Animais que hibernam, neonatos e mamíferos 
pequenos = gordura marrom
Fisiologia da termorregulação
Evitaa hipertermia e aumento consequente da 
taxa metabólica. 
Atividade da musculatura do corpo e das 
glândulas Evaporação de água, irradiação de calor da 
superfície corporal, excreção de fezes e urina.
Calafrio = mecanismo sob controle hipotalâmico >> 
receptores periféricos (pele e vísceras) e centrais 
(hipotalâmicos e espinhais). 
Mamíferos adultos; cordeiros e potros (nascem mais 
desenvolvidos 
Filhotes de cão e outros recém-nascidos menos 
desenvolvidos não conseguem tremer (mãe e do ninho)
Termometria Clínica
Elevação da temperatura interna do corpo 
normal ou patológica (níveis muito altos)
Hiperpirexia
Hipertermia 
 Por retenção quando a irradiação de calor do 
corpo está reduzida em relação a sua produção
 Do esforço gerada por trabalhos musculares 
(exercícios físicos)
 
 Mista calor produzido está aumentado e não é 
dissipado
Termometria Clínica
HIPERTERMIA ou PIREXIA 
fisiológica ou patológica 
Fisiológica Queda da temperatura a nível mais baixo que o 
normal
 Com defervescência (fase de covalescência) quando os 
sintomas declinam (prog favorável – eliminação dos agentes 
pirógenos.
 Com agravação dos sintomas quando a Temperatura 
cai e pulso sobe. Fadiga dos centros termo-reguladores. Prog 
desfavorável.
 Por intoxicação em caso de Uremia – conjunto de 
sintomas que indicam o acúmulo de substâncias tóxicas no 
sangue (são eliminadas pelos rins – urina) = Depressão dos 
centros produtores de calor.
HIPOTERMIA 
Termometria Clínica
HIPOTERMIA 
Outras causas:
Hemorragia intensa, narcose prolongada (barbitúricos que agem no centro termorregulador), 
perda da consciência, choque, anemia, icterícia e colapso circulatório (paresia puerperal e 
indigestão aguda do rúmen em bovino).
Microorganismos, toxinas ou tóxicos de outra natureza são veiculados pelo sangue > hipotermia 
Paralisa a termorregulação central >> circulação sanguínea torna-se deficiente = isquemia afeta 
a irrigação dos centros motores do hipotálamo no bulbo e dos órgãos produtores de calor
ORIGEM: Hipertermia + Alterações de origem tóxica ou metabólica 
causas variadas 
Animal com hipertermia – colocá-lo na sombra em repouso por 
algum tempo > se a temperatura não baixar = é febre. 
Febre: reação contra uma agressão; a evolução representa a 
capacidade de resistência do organismo. 
Pode não ser causa e sim consequência – causa deve ser 
identificada e combatida com tratamento específico (inútil e 
desaconselhável a terapêutica antifebril sintomática).
Termometria Clínica
HIPERTERMIA ou PIREXIA Patológica 
FEBRE/HIPERPIREXIA ( 40 graus)
A partir da curva febril = 3 fases:
I. Fase de Ascenção ou Stagium incrementi fase inicial de aumento progressivo de forma brusca ou 
lenta); quando brusca é comum a presença de calafrios (vasoconstricção periférica) e podem ainda ocorrer 
convulsões
II. Fastígio ou Fastigium curva térmica permanece em seu auge; ocorre síndrome febril e caracteriza os 
diferentes tipos de febre – aguda, subaguda, crônica... 
III. Declínio ou defervescência ou tagium decrementi fase de declínio da curva.
Queda pode ser lenta (lise) > prog favorável 
Queda brusca (crise) > prog favorável ou desfavorável (agravação dos sintomas: Frequência do pulso, 
taquicardia e hipotensão arterial) – Paciente em colapso circulatório ou metabólico = linhas de temperatura e 
pulso se divergem – cruzam > Cruz da Morte!
Cada 1ºC de temp retal >>> 8 unidades de pulsação. .
pulso não acompanha a queda da temperatura 
Termometria Clínica
Evolução da febre
Termometria Clínica
HIPERTERMIA ou PIREXIA Patológica 
FEBRE/HIPERPIREXIA ( 40 graus)
ORIGEM
❑ Séptica Oriunda de substâncias piretógenas microbianas (bactérias, vírus, fungos, protozoários) = Infecções 
Oriunda de substâncias piretógenas não microbianas (agentes físicos = queimaduras; mecânicos = 
pancadas ou químicos = toxinas)
Febre de origem nervosa (verdadeira ou falsa)
Verdadeira = influxos nervosos que atuam sobre os centro termorreguladores = ESTRESSE
Falsa = elevação térmica resultante de convulsões e contrações musculares.
❑ Neurógena 
❑ Asséptica
o Contínua: oscilação térmica durante 24 horas não ultrapassa 1°C 
(pneumonia)
o Remitente ou em agulha: oscilações diárias ultrapassam a 1°C, não 
alcançam o limite fisiológico, parece ser o mais frequente (doenças 
infeciosas)
o Intermitente: quando a curva térmica apresenta períodos piréticos e 
apiréticos no espaço de um dia (malária) 
o Recorrente: alternância de períodos piréticos de alguns dias com 
períodos apiréticos de alguns dias (tuberculose, mormo, neoplasias 
malignas)
o Efêmera: aparece bruscamente e desaparece logo depois em um período 
de 24 horas (AIE)
o Atípica: febre com curva térmica irregular (cinomose)
Termometria Clínica
Tipos de febre – quanto a oscilação da curva térmica
▪ Ligeira: eleva-se de 0 a 1°C
▪ Regular: eleva-se de 1 a 2°C
▪ Alta: oscila de 2 a 3°C
▪ Muito alta: eleva-se acima de 3°C.
Termometria Clínica
Tipos de febre – quanto a elevação da temperatura
Hiperpirexia – temperatura muito elevada e 
incompatível com a vida (lesões de tecidos nobres) 
A intensidade da febre depende da capacidade de 
reação do organismo: pacientes extremamente 
debilitados e idosos – podem não responder...
Termometria Clínica
✓ Avaliar: início, intensidade, duração, modo de evolução e término - Anamnese.
✓ Exame físico: avaliar linfonodos, mucosas e sistemas orgânicos
✓ Exames complementares: hemograma, urinálise e bioquímica renal e/ou hepática.
AVALIAÇÃO CLÍNICA DA FEBRE
ALTERAÇÕES ORGÂNICAS (SÍNDROME FEBRIL)
Digestivas: Hiporexia ou anorexia (diminuição das secreções digestivas); hipossialia (diminuição da secreção 
salivar) e polidipsia (compensa a perda hídrica devido ao aumento do metabolismo)
Respiratórias: Taquipneia (estímulo dos centros respiratórios) 
Circulatórias: Taquisfigmia (pulso acelerado) e taquicardia – temperatura estimula o nodo sinusal.
Urinárias: Oligúria (perda hídrica).
Nervosas: Obnubilação sensorial (transtornos nos órgãos dos sentidos > fotofobia, hiperestesia, adnamia, 
desmaio).
Outras alterações: mucosas ressecadas e hiperêmicas; hipohidrose; pelos arrepiados; focinho seco e quente; 
base do chifre quente; animais de pequeno porte ficam encolhidos (diminui área de irradiação de calor) e 
animais de grande porte se afastam do rebanho. 
OBRIGADA!
	Slide 1: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 2
	Slide 3: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 4: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 5: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 6: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 7: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 8: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 9
	Slide 10: Extensão 
	Slide 11: Extensão 
	Slide 12: Extensão
	Slide 13: Extensão
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28: Extensão
	Slide 29: Extensão
	Slide 30: Extensão
	Slide 31: Extensão
	Slide 32: Extensão
	Slide 33: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 34: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 35: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 36: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 37
	Slide 38: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 39: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 40: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 41: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 42: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 43: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 44: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 45: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 46: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 47: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SEMIOLOGIA EM PEQUENOS ANIMAIS
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 58
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69
	Slide 70
	Slide 71
	Slide 72
	Slide 73
	Slide 74
	Slide 75
	Slide 76
	Slide 77