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Teoria da Empresa 
MSc. Leila Dutra Rodrigues
Professor
Disciplina
Curso de Direito 
Agenda – Aula 08
REVISÃO 
 Material extra: Startup
7. Sociedade por Ações:
7.1. Títulos emitidos pelas sociedades por ações
7.2. Capital social
7.3. Órgãos sociais da companhia
7.4. Deveres e responsabilidades dos administradores
7.5. Consórcios
7.6. Grupo de sociedades
7.7. Sociedade em comandita por ações
Startup
O termo startup era praticamente desconhecido no Brasil, embora bastante popular nos EUA. Foi durante a chamada bolha.com, ou bolha da internet, entre os anos 1996 e 2001, que o conceito se tornou mais comumente utilizado.
O significado literal seria “empresa emergente” - na verdade, o termo é intraduzível ao pé da letra. Sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento, sempre foi revestido de uma aura romântica, lembrando jovens trabalhando em uma garagem em torno de uma ideia que ninguém sabia explicar muito bem qual era.
Pense no surgimento da Apple e da Microsoft, e terá captado a ideia. Empresas não convencionais, que poderiam submergir em semanas ou arrecadar fortunas, e aí desaparecer, ou não, subitamente. Esta é a ideia a que o termo startup remete
Principais características de uma Startup?
Inovação: Propõem produtos, serviços ou modelos de negócio diferenciados.
Escalabilidade: Projetadas para expansão rápida, alcançando muitos usuários com baixo custo.
Incerteza: Navegam por riscos enquanto definem mercado, público e modelo de negócio, adaptando-se conforme necessário.
Financiamento Externo: Buscam recursos de terceiros para investir em pesquisa, desenvolvimento e divulgação.
Cultura Empreendedora: Priorizam inovação, colaboração e agilidade.
Flexibilidade e Velocidade: Adaptam-se rapidamente às demandas do mercado, com estruturas ágeis e respostas imediatas.
Tipos de startups:
Bootstrapped: Startups que são financiadas pelo próprio fundador, sem depender de investimento externo.
Unicórnios: Startups avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares.
Scale-ups: Startups que já passaram pela fase inicial e estão em um estágio de crescimento acelerado.
Para abrir uma startup:
É preciso que o empreendedor analise diversas questões relacionadas ao negócio, não apenas técnicas, mas estratégicas, financeiras, fiscais, jurídicas e societárias, pois impactarão diretamente nos negócios.
Um dos principais fatores a serem considerados são relacionados aos objetivos pretendidos pelo fundador da startup, como a captação de investidores, relação entre os sócios, segmentação de mercado e escolha do regime tributário mais adequado.
Marco Legal das Startups
A Lei Complementar nº182/21, conhecida como Marco Legal das Startups, criou a normatização específica para atender as demandas do mercado empreendedor tecnológico e inovador.
Através dessa nova lei, há a modernização do ambiente de negócios por meio de incentivos ao empreendedorismo inovador.
Tipos Societários para as startups
É o valor do investimento que define o tipo societário.
Caso seja uma empresa individual poderá ser Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).
Possuindo sócios, normalmente antes do ingresso de um investidor, as startups são constituídas na forma de Ltda. e, quando há o ingresso de um terceiro investidor, se transforma em S/A, adequando-se os poderes de deliberação, classe de ações, regras para venda e retirada da sociedade, dentre outras.
Exemplos reais de startups:
A curitibana Contabilizei, que é uma empresa Ltda. e possui como sócios pessoas físicas e jurídicas estrangeiras.
O Ebanx, outra empresa curitibana, é um exemplo de startup que iniciou suas atividades como Ltda. e se transformou em S/A.
Benefícios fiscais para startups
Lei do Bem
Conhecida como Lei do Bem, a Lei 11.196/05 permite a criação da concessão de incentivos fiscais direcionados às pessoas jurídicas que, de alguma forma, realizam pesquisas e/ou desenvolvem projetos de inovação tecnológica.
Procura-se assim buscar uma maior aproximação das empresas com as universidades e institutos de pesquisa. Todavia, para se obter tal incentivo é preciso observar os seguintes pré-requisitos:
Empresas que contam com Lucro Fiscal;
Empresas que investem em Pesquisa e Desenvolvimento;
Empresas que possuem regularidade fiscal (ou seja, emitem a CND ou a CPD-EM);
Empresas que se encontram em regime no Lucro Real.
Vale lembrar que, graças a esta Lei que os consumidores brasileiros conseguiram adquirir produtos eletrônicos durante muito tempo com preços baixos.
Benefícios fiscais para startups
Simples Nacional
Considerado com uma das opções mais vantajosas que trazem benefícios fiscais para startups e também para microempresas, o Simples Nacional é um regime de tributação que foi criado em 2006 através da Lei Complementar de número 123, e que tem como um dos seus principais objetivos simplificar o pagamento, em uma única via, de vários impostos.
Para poder usufruir dos benefícios concedidos pelo Simples Nacional é importante que se enquadre nas seguintes situações:
Enquadrar o seu negócio como microempresa ou empresa de pequeno porte;
Cumprir todos os requisitos que estão previstos na lei;
Formalizar a opção do regime tributário pelo Simples Nacional.
Benefícios fiscais para startups
Lei do Investidor Anjo
Trata-se da Lei Complementar 155/2016 que desde a sua implementação tem “salvado” muitas empresas através dos chamados Investidores Anjos que auxiliam os novos negócios com capital financeiro aliado a experiência de mercado, em troca de participação nos lucros da empresa.
Algumas plataformas como a Anjos do Brasil podem te conectar com os investidores interessados no seu negócio.
Benefícios fiscais para startups
Finep
Financiadora de Estudos e Projetos, uma empresa de caráter público que fomenta a ciência, tecnologia e inovação.
Através do Prêmio Finep é possível que novas startups consigam os investimentos desejados para a sua aceleração.
SOCIEDADES ANÔNIMAS 
Sociedade por ações 
Trata-se de sociedade empresária que existe nas espécies anônimas e comandita por ações. 
Possui capital social dividido em ações, estando a responsabilidade de cada acionista (sócio) limitada ao preço de emissão da ação. 
Possui legislação especial (Lei nº 6.404/76) que trata de suas particularidades, como a constituição, requisitos, funcionamento etc.
Fundamentação: Artigo 982, parágrafo único, do Código Civil
Lei nº 6.404/76 – Sempre empresária!
Em outras palavras
A sociedade anônima é o tipo societário comumente utilizado por aqueles que desejam criar, fundar ou instituir grandes empreendimentos. Todo regramento a respeito desse tipo societário será analisado à luz da Lei 6.404 de 1976 que é a lei que rege as sociedades por ações. 
A sociedade anônima também pode ser chamada de companhia. 
O capital social da sociedade anônima é dividido em ações e a lei estabelece que a responsabilidade dos sócios, também chamados de acionistas, será limitada. Esse limite é o preço de emissão das ações que foram subscritas ou adquiridas por esse sócio.
A sociedade anônima pode ter por objeto qualquer empresa ou seja qualquer atividade econômica desde que tenha fins lucrativos, que não seja contrário à lei e muito menos contrário à ordem e aos bons costumes.
Nome da empresa
O documento de constituição das sociedades anônimas é o Estatuto Social. 
Nome Empresarial da Sociedade Anônima:
O nome empresarial de uma sociedade anônima será sempre do tipo denominação. 
Mesmo sendo uma denominação, é possível que conste nesse nome empresarial o nome de alguma pessoa. A lei admite o uso do nome do fundador, de acionista ou de pessoa que tenha contribuído para o bom desempenho da companhia no nome empresarial.
Relembrando
Publicidade – Importante!
Existem diversas pessoas interessadas e atentas ao que é feito em uma companhia aberta, exatamente por isso é que a lei destacou um órgão de regulação, fiscalização e normatização que estará sempre de olho no que as companhias abertas estão fazendo.
Esse órgão é autarquia federal chamada de Comissãode Valores Mobiliários ou CVM.
Todas as vezes que uma companhia aberta quiser emitir valores mobiliários, só poderá negociar esses valores no mercado após o devido registro na CVM do valor mobiliário a ser negociado.
Além disso, só vai poder distribuir valores mobiliários no mercado as companhias que estiverem devidamente registradas na CVM.
Ações 
As ações podem ser classificadas de acordo com as vantagens ou com os direitos assegurados a quem for dono dessas ações. 
Então, as ações podem ser ordinárias, podem ser preferenciais ou ainda de fruição.
A Lei define o conceito de resgate. Resgate é o pagamento das ações pelo valor devido e com objetivo de retirar essas ações de circulação. Esse resgate pode ocasionar a redução do capital ou pode ser mantido o capital. Sendo mantido o capital social será necessário atribuir um novo valor nominal das ações remanescentes. 
Partes Beneficiárias
As partes beneficiárias são valores mobiliários que podem ser emitidos pelas companhias. Após sua emissão eles podem ser negociados e vendidos como forma de angariar recursos. São títulos sem valor nominal e que não fazem parte do capital social.
Os que adquirem esse valores passam a ter direito de crédito eventual contra a companhia, ou seja, são credores da companhia, mas nem sempre receberão valores, pois são créditos eventuais que dependem de a companhia obter lucro. 
Partes Beneficiárias
Os titulares de partes beneficiárias recebem créditos relativos à participação nos lucros anuais da companhia. Essa participação não pode ser maior do que 10% dos lucros, ou, nos termos da lei, não pode ultrapassar 0,1 (um décimo) dos lucros. 
Apenas companhias fechadas podem emitir esses valores mobiliários, pois a lei veda que companhias abertas emitam partes beneficiárias. 
Partes beneficiárias podem ser convertidas em ações se essa situação estiver prevista no estatuto e mediante utilização da capitalização de reserva criada com essa finalidade.  
Debêntures 
As debêntures são valores mobiliários que podem ser criados e emitidos por uma sociedade anônima com a finalidade de captar recursos. Alguém adquire essas debêntures pagando o valor devido e a companhia então obtém dinheiro para cumprir determinados projetos. É uma maneira de capitalizar sem precisar pegar esse dinheiro em uma instituição financeira. 
O comprador da debênture se chama debenturista e passa a ser um credor da companhia de maneira que vai receber juros remuneratórios e ainda, no momento oportuno, receberá o valor pago pela debênture. Esses valores, prazos e modos de pagamento deverão constar da escritura de emissão ou do certificado da debênture.
Debêntures 
A emissão de debênture pode acontecer mais de uma vez, ou seja, a sociedade anônima pode efetuar mais de uma emissão de debênture. A cada emissão ainda existe a possibilidade que sejam feitas debêntures com divisão em séries. 
Debêntures de uma mesma série devem ser emitidas todas com o mesmo valor nominal e asseguraram aos debenturistas os mesmo direitos, afinal, é esse o objetivo da divisão em séries, diferenciar determinados valores e direitos de debenturistas de acordo com a série da debênture. 
Bônus de subscrição 
A lei assegura uma outra forma interessante de a companhia angariar recursos por meio de emissão de valores mobiliários. 
É o caso dos bônus de subscrição. 
Imagine que uma determinada sociedade vai muito bem e muitas pessoas querem ser acionistas desta sociedade. 
A S/A poderá emitir novas ações, mas antes, ela deverá vender o direito de comprar essas ações. Trata-se de uma operação anterior à aquisição de ações. 
A emissão de bônus de subscrição é feita para que as pessoas que comprarem esses bônus passam a ser detentores do direito de comprar as novas ações quando elas forem emitidas. 
Então, a companhia recebe valor na emissão do bônus de subscrição e depois recebe o valor pela emissão da ação. 
Bônus de subscrição 
A companhia pode emitir esses bônus dentro do limite do que já está autorizado pelo estatuto como aumento de capital. 
Portanto, o bônus de subscrição dá aos seus titulares o direito de subscrever ações do capital social. 
Esse direito será exercido mediante apresentação do título à companhia e pagando o preço de emissão das ações. 
Órgãos das Sociedades Anônimas
Assembleia Geral.
Conselho de Administração.
Diretoria.
Conselho Fiscal.
Fundamento Legal: artigos 121 a 165-A da Lei nº 6.404/1976
Deveres e responsabilidades dos administradores 
Obrigação de Realizar o Capital
A pessoa torna-se acionista quando subscreve as ações, assumindo essa responsabilidade cabe a ela pagar o valor devido pela ação como forma de realização da ação. 
O acionista é obrigado a realizar a prestação da ação que tenha sido por ele subscrita (primeira emissão) ou adquirida (compra posterior). 
Os termos dessa realização estarão previstos no estatuto ou no boletim de subscrição. 
Consórcio
As companhias e quaisquer outras sociedades, sob o mesmo controle ou não, podem constituir consórcio para executar determinado empreendimento.
O consórcio não tem personalidade jurídica e as consorciadas somente se obrigam nas condições previstas no respectivo contrato, respondendo cada uma por suas obrigações, sem presunção de solidariedade.
A constituição de um consórcio está prevista na Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76), que determina:
“As companhias e quaisquer outras sociedades, sob o mesmo controle ou não, podem constituir consórcio para executar determinado empreendimento.”
Consórcio – Contrato aprovado 
O consórcio será constituído mediante contrato aprovado pelo órgão da sociedade competente para autorizar a alienação de bens do ativo não circulante, do qual constarão:
I - a designação do consórcio se houver;
II - o empreendimento que constitua o objeto do consórcio;
III - a duração, endereço e foro;
IV - a definição das obrigações e responsabilidade de cada sociedade consorciada, e das prestações específicas;
V - normas sobre recebimento de receitas e partilha de resultados;
VI - normas sobre administração do consórcio, contabilização, representação das sociedades consorciadas e taxa de administração, se houver;
VII - forma de deliberação sobre assuntos de interesse comum, com o número de votos que cabe a cada consorciado;
VIII - contribuição de cada consorciado para as despesas comuns, se houver.
Grupo empresarial 
O grupo empresarial consiste em um conjunto de empresas, que não são necessariamente do mesmo setor ou com características semelhantes, mas que são administradas por uma empresa em comum, chamada companhia matriz.
Nesse cenário, as empresas pertencem ao mesmo grupo empresarial e podem estar conectadas de diferentes maneiras.
Além disso, é comum que elas possuam operações jurídicas e contábeis específicas, por não serem necessariamente do mesmo segmento.
Em alguns casos, as holdings preferem atuar no mesmo segmento, como cervejas ou ramo alimentício.
Sociedade em comandita por ações
As sociedades em comandita por ações são regradas pelo Código Civil, artigos 1090 a 1092, e pela lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/1976), artigos 280 a 284. 
Nos casos omissos, serão aplicadas as normas das Sociedades Anônimas (contidas na Lei 6.404). 
São destinadas para empreendimentos de médio e grande porte, e atividades econômicas mais complexas. Praticamente não existem atualmente, já que existem tipos societários mais vantajosos.
CLASSIFICAÇÃO
Quanto à personificação: são sociedades personificadas, pois há a formação de uma pessoa jurídica, após sua inscrição na Junta Comercial.
Quanto à empresarialidade: são sempre sociedades empresárias.
Quanto à responsabilidade dos sócios: são de responsabilidade mista, pois alguns sócios possuem responsabilidade ilimitada e outros possuem responsabilidade limitada
Quanto ao regime de constituição e dissolução: são sociedades institucionais, constituídas por um estatuto social, e possuem o capital social dividido em ações
RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS
Nas sociedades em comandita por ações, os sóciospessoas físicas que ocuparem um cargo na administração serão considerados diretores ou gerentes, e sua responsabilidade pelas obrigações sociais será subsidiária (só respondem se o patrimônio da sociedade for insuficiente para arcar com as obrigações por ela contraídas), ilimitada (se as dívidas da sociedade forem superiores ao seu patrimônio, tudo o  que não puder ser pago por ela será cobrado destes sócios, qualquer que seja o valor) e solidária (se um sócio não tiver como pagar a sua parte, os demais terão que supri-la, além de pagar a parte que lhes corresponde). 
Por isto este modelo não é vantajoso para os sócios que exercem a administração, pois seus patrimônios pessoais ficam desprotegidos, já que podem ter que pagar as dívidas da sociedade, o que causa maiores riscos.
RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS
Os acionistas pessoas físicas que não fazem parte da administração, bem como os acionistas pessoas jurídicas, são membros da outra classe de sócios, que possuem responsabilidade limitada ao preço de emissão das ações por eles subscritas ou adquiridas (não respondem pelas obrigações contraídas pela sociedade, ainda que o patrimônio desta e, posteriormente, os patrimônios dos sócios diretores, não seja suficiente para saldá-las por completo). 
Uma vez que um sócio ingressa na sociedade, subscrevendo ou adquirindo ações, este valor por ele pago é o máximo que poderá ser perdido, não necessitando desembolsar nada mais do seu patrimônio pessoal.
NOME EMPRESARIAL
O nome empresarial das sociedades em comandita por ações pode ser formado por firma ou razão social (com o nome civil de um ou mais sócios diretores, completo ou abreviado, acrescido da expressão “e companhia” ou sua abreviatura, caso haja outros sócios desta categoria que não foram mencionados) ou por denominação (com uma expressão de fantasia, mais a atividade econômica que será exercida pela sociedade). Tanto a firma quanto a denominação devem ser seguidas pela expressão “Comandita por Ações” por extenso ou abreviadamente. 
Se o nome de um sócio constar da firma social, este sócio terá responsabilidade solidária e ilimitada, ainda que não exerça efetivamente a função de administrador.
CONSTITUIÇÃO E REGISTRO
As sociedades em comanditas por ações são constituídas por um estatuto social e devem ser registradas, onde forem sediadas, na Junta Comercial.
O estatuto social deverá conter, no mínimo:
nome empresarial;
objeto social;
endereço da sede;
prazo da sociedade;
capital da sociedade, expresso em moeda corrente; o número de ações em que se divide o capital, e se elas terão, ou não, valor nominal;
os nomes dos sócios-diretores ou gerentes, e os poderes e atribuições da diretoria;
se o conselho fiscal funcionará de modo permanente ou apenas quando for deliberado pelos acionistas;
a data do término do exercício social.
DISSOLUÇÃO E EXTINÇÃO
As sociedades em comandita por ações se dissolverão quando ocorrer:
vencimento do prazo de duração previsto no contrato;
deliberação dos sócios;
existência de 1 (um) único acionista, verificada em assembleia geral ordinária, se o mínimo de 2 (dois) não for reconstituído até à do ano seguinte;
extinção, na forma da lei, da autorização para funcionar;
decisão de autoridade administrativa competente, nos casos e na forma previstos em lei especial;
decisão judicial que anula sua constituição;
decisão judicial de dissolução, por não poder mais preencher seu fim (a realização do objeto social ou a lucratividade se tornou inviável ou impossível);
decisão judicial que declara a falência;
ocorrência de um ato ou fato expressamente previsto no estatuto social como causa de dissolução.
Próxima aula 
Revisão para prova 
Questionário 
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