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Redação e Leitura 
 
Práticas em foco: [x] Produção de textos [x] Leitura 
 
Práticas de leitura e escrita do mês | 
Produção do projeto do texto 2 
 
2a Série EM 
1o bimestre 
Em anexo: proposta de redação 
e critérios de avaliação 
 
 
 
PLANO 
Aulas 9 e 10 
 1o bimestre 
 
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
Produção do projeto do texto 2 | 2a Série EM 
 
 
 
Aula 9 – Foco: leitura 
● Reconhecer a organização das práticas de leitura e produção textual do mês. 
● Relacionar a proposta de produção do mês à obra escolhida no bimestre. 
Aula 10 – Foco: produção de textos 
● Debater questões relevantes da vida escolar, juvenil, social, política, econômica 
ou científica que servirão de base para a produção textual. 
● Produzir um projeto de texto conforme a situação comunicativa delimitada 
pela proposta de produção do mês. 
 
 
HABILIDADES BNCC 
Aula 9 – Foco: leitura 
● (EM13LP46) 
● (EM13LP50) 
Aula 10 – Foco: produção de textos 
● (EM13LP01) 
● (EM13LP12) 
● (EM13LP15) 
(BRASIL, 2018) 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
Produção do projeto do texto 2 | 2a Série EM 
 
 
 
 PREMISSAS 
● Serão disponibilizadas duas propostas de redação por bimestre na plataforma 
Redação Paulista. 
● As redações precisam ser redigidas na plataforma para que os estudantes tenham uma 
devolutiva sobre o seu processo. A devolutiva é importante para que os estudantes 
reflitam sobre a própria escrita, reconheçam aspectos positivos e pontos de atenção no 
desenvolvimento de suas habilidades de produção textual. 
 
 
 
PREMISSAS 
● A expectativa é de que o estudante leia ao menos um livro por bimestre. 
● Foram pré-selecionadas quatro obras que dialogam com a unidade temática 
bimestral. Fica a critério do docente trabalhar com elas ou optar por outros títulos 
para compor o quadro de obras a serem escolhidas pelos estudantes. 
● Os estudantes poderão formar grupos de leitura das obras escolhidas por eles. 
● As aulas de Redação e Leitura contemplarão momentos específicos para fruição 
leitora, mas é importante incentivar os estudantes a lerem também em outros 
períodos da rotina. 
● Na plataforma de leitura, o estudante terá de responder a conjuntos de perguntas 
sobre os trechos lidos. Para livros com mais de cem páginas, haverá um conjunto 
de quatro perguntas a cada 10% de leitura (total de quarenta questões por 
exemplar). Para livros com menos de 100 páginas, haverá um conjunto de duas 
perguntas a cada 10% de leitura (total de vinte questões por exemplar). 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
Produção do projeto do texto 2 | 2a Série EM 
 
 
 
PRÉ-AULA 9 
PRÉ-AULA 9 – INSUMOS PARA O PLANEJAMENTO 
 
Objetivos 
Professor, o principal objetivo da aula 9 é possibilitar que os estudantes 
compreendam as práticas de leitura e produção textual do mês, relacionando 
leitura e a escrita à sua própria visão de mundo e à obra escolhida para ser lida 
no bimestre. 
 
Sobre as propostas de atividades da aula 
Na aula 9, a proposta será promover discussões entre os estudantes para que eles 
avaliem seu progresso com a leitura do bimestre até aqui, de modo a refletir sobre 
as relações que conseguem estabelecer entre elas e suas próprias visões de 
mundo. 
A partir disso, espera-se que a turma possa também estabelecer relações entre 
essas discussões e questões que se aproximem dos recortes temáticos 
trabalhados no bimestre – mais especificamente, com a produção textual do mês. 
Assim, a ideia é dividir o tempo de aula entre: 
UNIDADE TEMÁTICA 
FRONTEIRAS 
Obras sugeridas 
1. Vidas Secas, Graciliano Ramos 
2. Cartas ao meu vizinho palestino, Yossi Klein Halevi 
3. O fio das missangas, Mia Couto 
4. Mayombe, Pepetela 
 
Propostas de redação 
1. Canção sobre “Distâncias” 
2. Reportagem de divulgação científica “Invisibilidade pública” 
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
Produção do projeto do texto 2 | 2a Série EM 
 
 
(i) uma breve exposição das práticas de leitura e a produção textual do mês 
para que os estudantes possam se situar com relação ao trabalho das 
próximas aulas; 
(ii) a promoção de discussões acerca da(s) obra(s) lida(s), tendo em vista 
suas possíveis relações com as visões de mundo dos estudantes; 
(iii) o desenvolvimento conjunto de possíveis relações entre a leitura bimestral 
e o recorte temático da produção do mês. 
Professor, considerando o foco desta aula, não foi proposto um tempo 
dedicado à leitura individual ou compartilhada da obra do bimestre. 
Contudo, caso você julgue que sua turma se beneficiaria disso, fique à 
vontade para remanejar o ritmo da aula e as atividades propostas para que 
os estudantes tenham um tempo de leitura. 
 
 
AULA 9 
SUGESTÕES PARA CONDUÇÃO DA AULA 9 
 
 
Começo de conversa (≅ 5 min.) 
Antes de passar à primeira atividade, explique para a sala o que será desenvolvido 
nesta e na próxima aula: 
 
a) neste mês, haverá a produção de uma reportagem de divulgação 
científica sobre invisibilidade pública; 
b) ainda haverá mais algumas aulas dedicadas à leitura da obra bimestral; 
c) as duas últimas aulas do bimestre serão dedicadas às discussões finais 
sobre as obras lidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
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ATIVIDADE 1 
PROMOVENDO DISCUSSÕES LITERÁRIAS 
 
Passo 1 (≅25 min.) 
Pensar sobre as leituras 
Explique aos estudantes que vocês passarão para um momento de discussões 
literárias acerca da(s) obra(s) selecionada(s) para a leitura no bimestre. 
 
Para auxiliar no fomento das discussões, foram selecionados fatos e curiosidades 
sobre cada uma das obras do bimestre e, a partir disso, foram formuladas 
questões que possam ser levadas para os estudantes para que eles estabeleçam 
relações entre a leitura feita até aqui e suas próprias visões de mundo. 
 
Você pode escolher, de acordo com a(s) obra(s) escolhida(s) pela turma, quais 
perguntas são mais pertinentes para a discussão. 
 
Professor, com base em seus conhecimentos sobre os interesses da turma, 
sinta-se à vontade, também, para formular suas próprias perguntas sobre as 
leituras do bimestre. A ferramenta Google Notícias pode oferecer bons subsídios 
para que você faça pesquisas acerca de como cada obra tem circulado 
atualmente e pense em questões que possam suscitar o interesse dos 
estudantes, por exemplo. 
 
 
Vidas secas, de Graciliano Ramos 
 
a) O título de Vidas secas faz referência direta à aridez do sertão brasileiro; 
contudo, a secura pode se relacionar também a outros aspectos do livro. 
Que aspectos poderiam ser esses? Você os observa na realidade brasileira 
hoje de alguma forma? 
 
b) Em alguns anos, o livro completará noventa anos desde sua primeira 
publicação. De que forma você diria que ele continua relevante hoje, quase 
um século depois? 
 
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c) O formato do livro, dividido em capítulos curtos narrados do ponto de vista 
de diferentes personagens, contribuiu de alguma forma para sua 
apreciação (ou não) da leitura? 
 
d) O livro já recebeu diversas adaptações para TV, cinema, teatro e cordel. Que 
capítulo ou momento específico do livro você diria que deve aparecer em 
uma adaptação para que ela transmita a essência da história? 
 
 
O fio das missangas, de Mia Couto 
a) O fio das missangas é escrito por um autor moçambicano, por isso o 
português usado pelo autor tem variações e diferenças se relacionado ao 
português usado no Brasil. Você notou essas questões em algum 
momento? Como isso afetou sua leitura? 
 
b) Que tipo de fronteiras são atravessadas no livro? Você as percebe em seu 
cotidiano de alguma forma? 
 
c) Em uma das principais passagens do livro, lemos: “Eu [o narrador] dou o 
fio e as mulheres a missanga. E são tantas as missangas”.Que missangas 
do livro mais te marcaram em sua leitura até agora? 
 
d) Como tem sido sua relação com o ritmo de leitura do livro, considerando 
que ele reúne vários contos de curta extensão? Isso pode facilitar a leitura 
de alguma forma? 
 
Cartas ao meu vizinho palestino, de Yossi Klein Halevi 
a) Cartas ao meu vizinho palestino trabalha de forma particular a ideia de 
“fronteiras”, cuidando para ouvir o tempo todo o “lado de lá” do muro que 
o separa de seus vizinhos. Como você avalia esse exercício do autor? 
 
b) O livro tem um formato epistolar, isto é, escrito em forma de cartas. Como 
essa estrutura composicional impactou a leitura para você (por exemplo, 
deixando-a mais ou menos fluida)? 
 
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c) O que você acha da ideia de escrever um livro em forma de cartas? Você 
já tinha entrado em contato com esse formato antes? 
 
d) Uma carta geralmente tem um tom mais intimista, destinado a pessoas 
com quem o remetente tem familiaridade. Você nota esse tom no livro? De 
que forma ele pode contribuir (ou não) para estabelecer diálogos entre 
fronteiras, em sua visão? 
 
Mayombe, de Pepetela 
 
a) Recentemente, Mayombe foi incluído na lista de livros do PNLD (Programa 
Nacional do Livro e do Material Didático), política pública voltada para 
distribuir obras literárias gratuitamente em escolas públicas de ensino 
básico do Brasil. Com base em sua leitura, a que você diria que se deve essa 
decisão? 
 
b) O livro foi publicado pela primeira vez em 1980 na Angola, dialogando com 
o contexto sociopolítico do país na época. Você diria que há paralelos entre 
o que o livro retrata e o que o Brasil viveu ou vive hoje? De que forma isso 
torna o livro relevante para você? 
 
c) Como você está se conectando com o formato do livro escrito a partir de 
diferentes pontos de vista? De que forma isso afeta sua leitura? 
 
d) O livro foi escrito no português de Angola, o qual apresenta diferenças e 
variações com relação ao português do Brasil. Em que momentos do livro 
você notou isso? De que forma isso afetou sua leitura? 
 
Sugestão de conduta de atividade 
Professor, neste momento, caso julgue pertinente, você pode usar a técnica 
“Virem e conversem”, de Lemov (2023), para estimular os estudantes a 
conversarem entre si e a elaborarem respostas rápidas, mas bem pensadas, 
para suas perguntas. Dê alguns minutos (≅ 3 min.) para que eles conversem, em 
 
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duplas, com colegas das carteiras próximas e exprimam suas respostas para as 
perguntas. 
 
Você pode pedir que algumas duplas compartilhem suas discussões em voz 
alta ou fazer esse exercício pontualmente apenas para que os estudantes 
interajam entre si, seguindo com novas perguntas depois da rodada de 
conversa. 
 
Passo 3 (≅ 10 min.) 
Introduzindo a produção textual 
Após a primeira atividade de discussão, diga aos estudantes que, agora, vocês 
tentarão estabelecer relações entre a leitura bimestral e o recorte temático da 
produção textual do mês, isto é, uma reportagem de divulgação científica sobre 
invisibilidade pública. Possíveis perguntas são: 
 
● De que forma esse recorte temático aparece na sua vida? 
● Como isso se relaciona ao que você está lendo? 
 
 
Encerramento da aula (≅ 5 min.) 
Bilhete de saída (exit ticket) 
Professor, a técnica "Arremate", de Lemov (2023), envolve o uso de um “bilhete de 
saída”. É uma maneira eficaz de avaliar rapidamente a compreensão dos 
estudantes sobre o tema explorado. 
A depender do engajamento dos estudantes nas atividades anteriores, utilize o 
tempo final da aula conduzindo-a da seguinte maneira: 
 
a) menor tempo final: realizar a atividade oralmente, com a resposta de 
apenas uma pergunta na saída da aula; 
 
b) maior tempo final: realizar a atividade por escrito, com uma ou mais 
perguntas a serem respondidas e entregues a você na saída da aula. 
 
Para encerrar esta aula em que o tema da produção textual do mês foi introduzido 
aos estudantes, seguem duas sugestões de perguntas: 
 
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Produção do projeto do texto 2 | 2a Série EM 
 
 
 
● O que você entendeu sobre o recorte temático da produção textual? Você 
se interessou por ele? 
 
● Sobre qual(is) aspecto(s) do recorte temático você ainda tem dúvidas? 
Formule ao menos uma pergunta para a qual você ainda não tenha 
respostas. 
 
 
PRÉ-AULA 10 
SEÇÃO PRÉ-AULA 10 – INSUMOS PARA O PLANEJAMENTO 
 
Objetivos 
Professor, na aula 10, os estudantes deverão debater questões relevantes da vida 
escolar, juvenil, social, política, econômica ou científica que servirão de base para 
a produção textual do bimestre por meio de discussões e atividades. Eles também 
deverão produzir um projeto de texto conforme a situação comunicativa 
delimitada pela proposta de produção do mês. 
 
Sobre a criação de um projeto de texto, lembre-se: 
 
1. o projeto pode conter as ideias centrais a cada parágrafo da reportagem; 
2. o projeto pode prever quantos parágrafos a reportagem terá; 
3. o projeto pode ser feito a partir da identificação de elementos importantes 
para a caracterização do gênero e da situação comunicativa. 
 
Professor, para a análise da situação de comunicação prevista no enunciado 
orientador da proposta, você pode mediar a identificação, pelos estudantes, dos 
seguintes elementos*: 
 
a. o objetivo/a finalidade da escrita (para quê?); para divulgar uma pesquisa sobre 
invisibilidade pública, fomentando o debate sobre o tema 
b. o destinatário (para quem?); para os leitores do jornal 
 
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c. o suporte em que o texto será difundido (será afixado em um mural, será 
publicado no jornal da escola, será lido em voz alta em uma roda de 
leitura etc.) (onde?); será publicado no jornal da escola 
d. a modalidade (oral ou escrita, formal ou informal). modalidade escrita formal, 
adequada ao gênero, ao público-alvo e à norma-padrão da língua portuguesa 
 
*Os elementos listados não esgotam o rol de aspectos que compõem o contexto 
de produção e circulação de um texto. São, porém, estratégicos para a 
elaboração de projetos de texto pelos estudantes. Isso porque, ao identificarem 
para que escrevem, para quem, qual será o suporte de difusão e a modalidade, 
os estudantes compreendem com mais facilidade como compor o texto. 
 
 
 
 
PARA SABER MAIS sobre situação comunicativa, confira: 
ROJO, R. Letramento e diversidade textual. In: CARVALHO, M. A. F. de; MENDONÇA, 
R. H. (org.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Ministério da Educação, 2006. 
p. 27-28. Disponível em: 
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf. Acesso em: 
13 jan. 2025. 
 
 
 
Professor, na aula de Língua Portuguesa sobre o gênero reportagem de divulgação 
científica, os estudantes leram uma reportagem intitulada Livro introduz o mundo da 
ciência e explica importância de vacinação para crianças, publicado no Jornal da USP. É 
possível acessá-la em: 
CUSTÓDIO, J. Livro introduz o mundo da ciência e explica importância da vacinação para 
crianças. Jornal da USP, 6 maio 2024. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/livro-
introduz-o-mundo-da-ciencia-e-explica-importancia-da-vacinacao-para-criancas/. 
Acesso em: 13 jan. 2025. 
 
 
 
 
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-introduz-o-mundo-da-ciencia-e-explica-importancia-da-vacinacao-para-criancas/
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-introduz-o-mundo-da-ciencia-e-explica-importancia-da-vacinacao-para-criancas/
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
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AULA 10 
SUGESTÕES PARA CONDUÇÃO DA AULA 10 
 
Começode conversa (≅ 5 min.) 
Antes de passar à primeira atividade, explique aos estudantes que a aula será 
voltada para o planejamento do texto da produção mensal, isto é, ao projeto de 
texto que norteará o desenvolvimento de sua produção escrita. Para delimitar o 
foco da aula, você pode explicar os seguintes pontos, destacando na lousa o que 
julgar necessário: 
 
a) qual é o gênero a ser produzido; 
b) quais as principais características do gênero, deixando claro que elas 
servem para nortear as escolhas feitas no processo de escrita, mas não 
são categorias estanques e imutáveis. “Relembre o gênero”, no anexo, pode 
contribuir para a preparação desta etapa. 
 
Professor, se julgar que há tempo para isso no “Começo de conversa”, você pode 
resgatar os bilhetes de saída dos estudantes, elaborados no final da aula 9, para 
tirar eventuais dúvidas ou para nortear sua condução das próximas atividades. 
 
ATIVIDADE 1 
LEITURA E ANÁLISE DA PROPOSTA DE PRODUÇÃO TEXTUAL 
 
Passo 1 (≅ 5 min.) 
Leitura do enunciado e formulação de hipóteses 
Comece pela leitura do enunciado da proposta, ainda que ele esteja apenas no 
final da página. Discuta com os estudantes: qual é a situação comunicativa da 
proposta? Liste as respostas mais adequadas na lousa. (ver pré-aula 10 para conferir 
sugestões de respostas). 
 
 
 
 
 
 
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
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Passo 2 (≅ 15 min.): 
Leitura da proposta e reunião de ideias 
Leia e analise coletivamente com os estudantes a proposta de produção textual. 
 
Durante a leitura ou depois dela, anote na lousa comandos importantes da 
proposta e informações que possam ajudar a construir a reportagem de 
divulgação científica. Peça ajuda dos estudantes para fazer a reunião dessas 
ideias. 
 
 
ATIVIDADE 2 
PLANEJAMENTO DO TEXTO 
 
Passo 1 (≅ 5 min.) 
Construção do projeto de texto 
Construa na lousa uma tabela prevendo os principais conteúdos de cada 
parágrafo do texto. Para organizar o conteúdo de cada parágrafo, pode-se propor 
aos estudantes que cada um deles responda a uma ou mais perguntas 
(organizadoras da escrita). Enquanto você escreve na lousa, pode pedir que os 
estudantes já comecem a fazer suas anotações. 
 
Sugestão de organização: 
 
Parágrafo 1 Qual pesquisa está sendo divulgada e qual é seu objetivo? 
Quem é o pesquisador envolvido? 
Parágrafo 2 Como a pesquisa foi conduzida? Quais foram os resultados 
obtidos? 
Parágrafo 3 Qual depoimento foi dado pelo pesquisador envolvido? 
Parágrafo 4 Qual a importância do estudo em questão para a sociedade 
brasileira? 
 
 
 
 
 
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Passo 2 (≅ 10 min.) 
Continuidade do desenvolvimento do projeto de texto 
Reserve um momento da aula para que, individualmente ou em grupos, os 
estudantes terminem de dar forma a seus projetos de texto, elencando as ideias 
que estarão presentes em cada parágrafo. Você pode transitar pela sala 
verificando o andamento da atividade. 
 
Fechamento da atividade 2 e encerramento da aula (≅ 5 min.) 
Deixe os minutos finais da aula para a solução de eventuais dúvidas dos 
estudantes sobre o planejamento do texto. Verifique com eles se os comandos da 
proposta foram compreendidos – deixe claro que eles nortearão o 
desenvolvimento do texto nas próximas aulas. 
 
 
Repertório para consulta 
BRÄKLING, K. L. A leitura da palavra: aprofundando compreensões para aprimorar 
as ações. São Paulo: Edições SM, 2008. Disponível em: 
https://www.academia.edu/18097159/A_Pr%C3%A1tica_de_Leitura_colet%C3%A2
nea_de_materiais_te%C3%B3ricos_e_pr%C3%A1ticos. Acesso em: 13 jan. 2025. 
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: FGV, 2011. 
 
Referências 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília (DF), 
2018. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal
_site.pdf. Acesso em: 10 dez. 2024. 
 
COUTO, M. O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 
 
CUSTÓDIO, J. Livro introduz o mundo da ciência e explica importância da 
vacinação para crianças. Jornal da USP, 6 maio 2024. Disponível em: 
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-introduz-o-mundo-da-ciencia-e-explica-
importancia-da-vacinacao-para-criancas/. Acesso em: 13 jan. 2025. 
https://www.academia.edu/18097159/A_Pr%C3%A1tica_de_Leitura_colet%C3%A2nea_de_materiais_te%C3%B3ricos_e_pr%C3%A1ticos
https://www.academia.edu/18097159/A_Pr%C3%A1tica_de_Leitura_colet%C3%A2nea_de_materiais_te%C3%B3ricos_e_pr%C3%A1ticos
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-introduz-o-mundo-da-ciencia-e-explica-importancia-da-vacinacao-para-criancas/
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-introduz-o-mundo-da-ciencia-e-explica-importancia-da-vacinacao-para-criancas/
 
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HALEVI, Y. K. Cartas ao meu vizinho palestino. São Paulo: Contexto, 2022. 
 
LEMOV, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de 
aula. Porto Alegre: Penso, 2023. 
 
PEPETELA. Mayombe. São Paulo: LeYa, 2013. 
 
RAMOS, G. Vidas secas. [s.l.]: Elivros, 1938. 
 
ROJO, R. Letramento e diversidade textual. In: CARVALHO, M. A. F. de; MENDONÇA, R. 
H. (org.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Ministério da Educação, 2006. 
Disponível em: 
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf. 
Acesso em: 13 jan. 2025. 
 
Identidade visual: imagens © Getty Images 
 
 
 
 
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf
 
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ANEXO I 
PROPOSTA DE REDAÇÃO 
Proposta de produção de reportagem de divulgação científica sobre 
“Invisibilidade pública”. Gênero estudado em: 2ª série, aulas 11 e 12 de Língua 
portuguesa do 1º bimestre. 
 
COLETÂNEA 
Texto único 
Estudo: “Garis: um estudo de psicologia sobre invisibilidade pública” 
Pesquisador: psicólogo social Fernando Braga da Costa 
Objetivo: compreender e analisar a condição de trabalho dos garis e a maneira 
como são inseridos na cena pública. 
Condução do estudo: o psicólogo social, à época estudante da Universidade de 
São Paulo (USP), vestiu uniforme e trabalhou como gari durante seis anos, 
varrendo ruas da USP. 
Resultados: o psicólogo constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores 
braçais são “seres invisíveis”, “sem nome”. [...] conseguiu comprovar a existência 
da ‘invisibilidade pública’: ou seja, uma percepção humana totalmente 
prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, segundo a qual enxerga-
se somente a função social e não a pessoa. 
Depoimento do pesquisador: Braga diz ter descoberto “que um simples bom dia, 
que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria 
existência”. [...] “Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam 
por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no 
meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se 
tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão”. 
Trechos adaptados das seguintes fontes: 
DELPHINO, Plínio. “Fingi ser gari e vivi como um ser invisível”. IP Comunica, 07 dez. 2008. Disponível 
em: https://www.ip.usp.br/site/noticia/o-homem-torna-se-tudo-ou-nada-conforme-a-
educacao-que-recebe-orquidario-cuiaba/. Acesso em: 28 jan. 2025. 
https://www.ip.usp.br/site/noticia/o-homem-torna-se-tudo-ou-nada-conforme-a-educacao-que-recebe-orquidario-cuiaba/
https://www.ip.usp.br/site/noticia/o-homem-torna-se-tudo-ou-nada-conforme-a-educacao-que-recebe-orquidario-cuiaba/
 
Aulas 9 e 10 | Práticas de leitura e escrita do mês | 
Produção do projeto do texto 2| 2a Série EM 
 
 
Repositório USP. Garis: um estudo de psicologia sobre invisibilidade pública (2002). Disponível em: 
https://repositorio.usp.br/item/001298332. Acesso em: 28 de jan. 2025. 
 
ENUNCIADO 
Imagine que você, interessado(a) em divulgação científica, deparou-se 
recentemente com o estudo conduzido pelo psicólogo social Fernando Braga da 
Costa, que trabalhou como gari durante seis anos para estudar a condição de 
trabalho e a forma como esse profissional está inserido na sociedade. Por 
compreender a relevância do tema para o debate público, você decidiu difundi-
lo em sua comunidade escolar. 
Escreva, então, uma reportagem de divulgação científica sobre invisibilidade 
pública para o jornal da escola. Para escrever sua reportagem, adequada à 
modalidade formal da língua portuguesa, siga os passos abaixo: 
a) Fale sobre o psicólogo e sua pesquisa, detalhando qual foi o objetivo dela; 
b) Descreva como a pesquisa foi conduzida; 
c) Explique os resultados obtidos; 
d) Apresente o depoimento do pesquisador sobre o estudo; 
e) Conclua declarando qual é a importância do estudo para a sociedade. 
Lembre-se, ainda, de: 
f) Elaborar um título que resuma as principais ideias da reportagem; 
g) Explicar os conceitos da pesquisa de forma acessível: você pode, por exemplo, 
fazer analogias para exemplificá-los. 
 
Professor(a), espera-se que os estudantes escrevam uma reportagem de divulgação científica para 
um jornal da escola destinado à comunidade escolar. A situação comunicativa proposta tem o 
objetivo de contextualizar a produção textual. Vale explicar aos estudantes que o enunciado é um 
mapa que organiza a escrita. Informações sobre a pesquisa de Braga, sobre seu objetivo e resultado, 
por exemplo, são essenciais, pois contribuem para o nível de informatividade da reportagem. 
Contudo, o estudante não precisa dizer diretamente algo como: “Este texto é para os leitores da 
comunidade escolar e foi inspirado por minha vontade de falar sobre a pesquisa de Fernando Braga 
Costa”, porque a reprodução mecânica de algumas das características da situação comunicativa 
foge à natureza da reportagem de divulgação científica. 
Nesse sentido, caso haja dúvidas sobre quais informações presentes no enunciado devem ou não 
ser explicitadas, uma sugestão é pensar se a informação, ao ser fornecida explicitamente, contribuirá 
ou não para a caracterização do gênero. 
Sobre a relação entre enunciado orientador e coletânea: 
https://repositorio.usp.br/item/001298332
 
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Como o gênero reportagem de divulgação científica demanda uma série de informações 
específicas sobre o conteúdo reportado, optou-se pela formulação de uma coletânea em tópicos. 
Estes, quando reorganizados pelos estudantes na forma de um texto corrido, possibilitarão a 
configuração do gênero. Os estudantes devem acrescentar informações que julgarem pertinentes 
para complementar o cumprimento das tarefas; vale lembrá-los de que elas devem contribuir para 
a informatividade da reportagem. 
Para a discussão do tema com os estudantes, sugere-se ao professor a leitura prévia do texto “Fingi 
ser gari e vivi como um ser invisível”*, disponível nas referências do material. Assim, será possível 
apresentar um panorama da pesquisa como um todo antes de passar à leitura dos tópicos 
elencados. 
*Correção: o texto menciona que Fernando Braga atuou como gari por 10 anos, semanalmente. No 
entanto, segundo consta na tese de mestrado do pesquisador, o período foi de 6 anos (fonte: 
repositório de teses da USP). 
RELEMBRE O GÊNERO 
(seção a ser consultada caso os estudantes precisem rever as principais características do gênero) 
FOCO NO GÊNERO 
 O que é uma reportagem de divulgação científica? 
A divulgação científica democratiza o conhecimento científico ao torná-lo 
acessível ao público em geral. Assim, seus objetivos incluem informar, de forma 
compreensível, sobre avanços tecnológicos e estudos científicos de diversas 
áreas; promover a alfabetização científica para engajar o público na discussão de 
temas complexos e de interesse público; combater a desinformação e valorizar a 
ciência na sociedade. 
As reportagens de divulgação científica circulam, principalmente, em jornais e 
revistas impressas e digitais. Elas devem ter uma linguagem acessível ao público 
leigo, facilitando a compreensão do tema abordado. 
Como escrever uma reportagem de divulgação científica? 
Para escrever uma reportagem de divulgação científica, você pode estruturar 
seu texto da seguinte maneira: 
1. Introdução: 
Apresente o estudo sobre o qual você vai falar, detalhando seu objeto, seu 
objetivo e os pesquisadores envolvidos. 
2. Desenvolvimento: 
Desenvolva a descrição do que está sendo divulgado. Este é o momento, 
 
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também, de discorrer sobre outros detalhes, como as motivações para que 
a pesquisa em questão fosse realizada e a percepção das pessoas 
envolvidas em seu desenvolvimento. 
 
 
3. Conclusão: 
Finalize com uma declaração acerca da relevância da pesquisa para a produção 
de conhecimento científico e/ou para a população de forma geral. 
 
FOCO NO MODELO 
Cientistas analisam ancestralidade genética da população paulistana 
População é heterogênea – composta de diferentes grupos étnicos – e também 
miscigenada, com diferentes grupos se expressando em cada pessoa 
individualmente 
 
Um estudo do Instituto de Biociências (IB) utilizou uma calculadora científica 
para investigar a ancestralidade média da população de São Paulo. A publicação 
apontou uma ancestralidade global média 77,5% europeia, 10,4% africana, 7,4% 
nativa americano, 4,1% leste asiática, 0,5% sul asiática e 0,1% oceânica. Já a análise 
por grupos populacionais apontou predominância basca/ibéria (entre 33,9% e 
37,9%), albânia/itália/sardenha (entre 22,3% e 26,7%) e do oeste europeu (entre 
6,2% e 7,2%). 
Apesar de a análise ser focada na ancestralidade coletiva, o estudo 
também fez investigações individuais. Nestes casos, havia presença de múltipla 
ancestralidade, o que indica um perfil miscigenado da população. As 
miscigenações mais comuns na amostra são entre europeus, africanos, 
ameríndios e leste-asiáticos. 
Em entrevista ao Jornal da USP, o pesquisador Raphael Amemiya afirmou: 
“a população paulistana não é apenas heterogênea [composta por diferentes 
grupos étnicos, que podem ou não ser isolados um do outro], mas também 
miscigenada, ou seja, diferentes grupos populacionais podem se expressar no 
gene de uma só pessoa”. Os Estados Unidos e a Índia são exemplos de países 
heterogêneos, mas menos miscigenados. 
 
[...] 
Relevância da análise 
Os testes genéticos de ancestralidade, além de serem úteis para a pessoa 
conhecer mais sobre si mesma, também são úteis na área da saúde. Estudos 
 
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apontam que certos fatores genéticos associados a doenças apresentam 
frequências variadas em diferentes grupos populacionais. Variantes associadas a 
diabetes tipo 2, hipertensão, insuficiência renal e câncer de próstata são exemplos. 
O artigo também chama atenção para o fato de que grande parte dos 
estudos genéticos são feitos em populações europeias e, por isso, a 
patogenicidade (capacidade de um agente biológico causar doença) de 
algumas variantes não é totalmente compreendida em pessoas de fora do 
continente. O reconhecimento da ancestralidade paulistana direciona os 
cientistas para a produção de novos estudos e interpretações. 
 
CORTE, Beatriz La. Jornal da USP, 30 jan. 2025. Disponível em: 
https://jornal.usp.br/ciencias/cientistas-analisam-ancestralidade-genetica-da-populacao-
paulistana/. Acesso em: 30 jan. 2025. Adaptado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANEXO II 
 
 
 
 
Redação e Leitura 
 
Grade de correção de redação 
Reportagem de divulgação científica: 
“Invisibilidade pública” 
 
2º ano E.M. 
Código da proposta: 2EMP2 
1o bimestre 
 
 
 
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ORIENTAÇÕES DE USO 
Olá, professor(a)! 
 
● Este material tem como objetivo auxiliá-lo(a) na orientação aos estudantes durante a 
produção das redações e na etapa de análise das devolutivas. 
● A grade de correção é composta por um conjunto de instruções que determinam quais 
notas serão atribuídas em cada critério, de acordo com as características do texto 
avaliado. É com base na grade que a assistente de correção avalia as redações. 
● É importante que você conheça quais são as expectativas para cada produção textual. 
Assim, será possível fornecer as orientações mais precisas aos seus estudantes, bem 
como verificar se você concorda com as notas atribuídas pela assistente. 
● Vale lembrar: notas e comentários formulados pela assistente podem ser editados por 
você, de acordo com sua própria avaliação da produção de cada estudante. 
 
 
 
 
SITUAÇÕES QUE ZERAM A REDAÇÃO 
Leia a redação e procure identificar: 
1. Se a redação não menciona explicitamente as palavras “invisibilidade pública”. 
2. Se a redação foge completamente ao gênero reportagem. 
3. Se a redação apresenta trecho completamente desconectado do todo. 
 
 
 
 
 
Sobre a extensão da redação 
 
Número mínimo de caracteres proposta 2EMP2: 
Mínimo de 1618 e máximo de 3080 caracteres. 
 
Resultado em número médio de palavras: 
Em média, mínimo de 250 e máximo de 480 palavras. 
GRADE DE CORREÇÃO 
 
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GRADE SEDUC 
REPORTAGEM DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA “INVISIBILIDADE PÚBLICA” (2EMP2) 
CRITÉRIO RUBRICA 
ADEQUAÇÃO AO 
TEMA 
Atribua uma nota à redação de acordo com as orientações abaixo: 
Atribua 2.5 se a redação aborda a invisibilidade pública, sem mencionar a 
pesquisa de Fernando Braga da Costa. 
Atribua 5.0 se a redação apresenta o psicólogo Fernando Braga da Costa, mas 
não descreve a pesquisa realizada. 
 
Atribua 7.5 se a redação apresenta o psicólogo Fernando Braga da Costa, 
descreve a pesquisa realizada, mas não apresenta os resultados ou o depoimento 
do pesquisador. 
 
Atribua 10.0 se a redação apresenta o psicólogo Fernando Braga da Costa, 
descreve a pesquisa realizada, os resultados e o depoimento do pesquisador. 
ADEQUAÇÃO AO 
GÊNERO 
Considere em sua avaliação: 
3ª pessoa: quando não há uso dos pronomes “eu” ou “nós”, e não há verbos 
conjugados na 1ª pessoa. 
1ª pessoa: quando há uso dos pronomes “eu” ou “nós”, e há verbos conjugados 
na 1ª pessoa. 
Atribua uma nota à redação de acordo com as orientações abaixo: 
Atribua 2.5 se a redação é escrita majoritariamente em 1ª pessoa. 
Atribua 5.0 se a redação é escrita majoritariamente em 3ª pessoa, havendo 
emprego de 1ª pessoa apenas nos trechos que apresentam o depoimento do 
pesquisador, mas não apresenta título que resume o tema central. 
Atribua 7.5 se a redação é escrita majoritariamente em 3ª pessoa, havendo 
emprego de 1ª pessoa apenas nos trechos que apresentam o depoimento do 
pesquisador, apresenta título que resume o tema central, mas não explica os 
conceitos de forma acessível. 
Atribua 10.0 se a redação é escrita majoritariamente em 3ª pessoa, havendo 
emprego de 1ª pessoa apenas nos trechos que apresentam o depoimento do 
pesquisador, apresenta título que resume o tema central, e explica os conceitos 
de forma acessível. 
 
 
 
 
Analise a coerência da redação de acordo com os seguintes aspectos: 
 
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COERÊNCIA 
1. Unidade temática: a redação deve manter um foco central e evitar informações 
dispersas. Todos os parágrafos precisam estar relacionados ao tema principal. 
2. Consistência das informações: as informações não devem se contradizer ao 
longo da redação, nem entrar em contradição com as informações 
apresentadas na coletânea. 
3. Progressão de ideias: as informações (eventos, exemplos, relações de causa e 
efeito) devem ser apresentadas de forma organizada, levando o leitor de um 
ponto ao outro de maneira fluida. 
Em seguida, atribua uma nota à redação de acordo com as orientações abaixo: 
Atribua 0.0 se a redação é completamente incoerente, ou seja, não há quaisquer 
indícios de tentativa de conferir uma sequência lógica ou cronológica às ideias. 
Atribua 2.5 se a redação apresenta problemas de unidade temática. 
Atribua 5.0 se a redação não apresenta problemas de unidade temática, mas 
apresenta problemas de consistência das informações. 
Atribua 7.5 se a redação não apresenta problemas de unidade temática e de 
consistência das informações, mas apresenta problemas de progressão das 
ideias. 
Atribua 10.0 se a redação não apresenta problemas de unidade temática, 
consistência das informações e progressão das ideias. 
COESÃO 
Verifique os seguintes recursos coesivos da redação: 
1. Recursos coesivos sequenciais são os conectivos, que devem ser corretamente 
empregados em suas relações de sentido adequadas. 
2. Recursos coesivos referenciais são os pronomes, que devem contribuir para 
estabelecer referências entre ideias, construindo uma sequência fluida. 
3. Recursos coesivos lexicais são os substantivos utilizados, que devem contribuir 
para estabelecer referências entre ideias por meio de relações de sinonímia, 
antonímia, hiponímia e hiperonímia, construindo uma sequência fluida. 
Em seguida, considere que erros de coesão acontecem somente nas seguintes 
condições: 
1. Uso inadequado de recursos coesivos: quando eles não estabelecem as 
relações de sentido adequadas ao conteúdo das frases que ligam, prejudicando 
o entendimento do raciocínio. 
 
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2. Excesso de conectivos ou pronomes: quando a fluidez da leitura é prejudicada 
pelo uso demasiado. 
3. Ausência de recursos coesivos: quando o entendimento das relações de 
sentido entre ideias é prejudicado pela falta de conectivos ou pronomes. 
Em seguida, atribua uma nota à redação de acordo com as orientações abaixo: 
Atribua 0.0 se a redação não apresenta quaisquer indícios de uso de 
mecanismos coesivos. 
Atribua 2.5 se a redação apresenta todos os seguintes erros de coesão: uso 
inadequado de recursos coesivos, e excesso de conectivos ou pronomes, e 
ausência de recursos coesivos. 
Atribua 5.0 se a redação apresenta dois dos seguintes erros de coesão: uso 
inadequado de recursos coesivos, ou excesso de conectivos ou pronomes, ou 
ausência de recursos coesivos. 
Atribua 7.5 se a redação apresenta um dos seguintes erros de coesão: uso 
inadequado de recursos coesivos, ou excesso de conectivos ou pronomes, ou 
ausência de recursos coesivos. 
Atribua 10.0 se a redação não apresenta uso inadequado de recursos coesivos, 
nem excesso de conectivos ou pronomes, nem ausência de recursos coesivos. 
CONVENÇÕES 
DA ESCRITA 
Verifique a redação de acordo com o seguinte conceito: 
Desvios gramaticais consistem apenas em erros ortográficos na escrita das 
palavras; erros de acentuação; erros no acento agudo, acento circunflexo, 
til; erros no uso do acento grave (crase); erros de concordância verbal ou 
nominal; erros de regência verbal ou nominal; e erros de estrutura frasal. 
Em seguida, atribua uma nota à redação de acordo com as orientações abaixo: 
Atribua 2.5 se a redação apresenta muitos desvios gramaticais. 
Atribua 5.0 se a redação apresenta recorrentes desvios gramaticais. 
Atribua 7.5 se a redação apresenta poucos desvios gramaticais. 
Atribua 10.0 se a redação apresenta raros desvios gramaticais.

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