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18
FACULDADE PADRE ARNALDO JANSSEN
O USO DA TOXINA BOTULÍNICA PARA PROCESSOS TERAPÊUTICOS DE BRUXISMO E BRIQUISMO
The use of botulinum toxin for therapeutic processes of bruxism and brichism
Amaral Patrícia[footnoteRef:1] [1: Discente de Odontologia pela Faculdade Padre Arnaldo Janssen – dra.pattycosta@gmail.com] 
Franciely Correia Silva[footnoteRef:2] [2: Discente de Odontologia pela Faculdade Padre Arnaldo Janssen – correiafranciely1@gmail.com] 
Franciely Pereira[footnoteRef:3] [3: Discente de Odontologia pela Faculdade Padre Arnaldo Janssen – Francielypamaral@gmail.com] 
Lorenza Carvalhaes Marques da Costa[footnoteRef:4] [4: Mestre em biologia celular pela UFMG, Docente do Curso de Odontologia, Faculdade Arnaldo Janssen, Belo Horizonte, Minas Gerais – lorenza.souza@profarnaldo.com.br] 
Patrícia Amaral 
Franciely Correia Silva
Franciely Pereira
Lorenza Carvalhaes Marques da Costa
O uso da toxina botulínica para processos terapêuticos de Bruxismo e Briquismo
Trabalho de conclusão de curso apresentado ao programa de graduação em Odontologia da Faculdade Arnaldo como requisito parcial para obtenção so título de bacharel em Odontologia.
Orientadora: Prof. Lorenza Carvalhaes Marques da Costa
Belo Horizonte
2023
RESUMO
O bruxismo e o briquismo, distúrbios do sono e do dia, respectivamente, são caracterizados pelo aperto e ranger dos dentes. Essas parafunções têm se tornado cada vez mais comuns devido ao estresse diário. Embora a causa exata não seja conhecida, acredita-se que ocorra devido a alterações no sistema nervoso central, levando ao aperto e ranger dos dentes. Esses distúrbios podem ser percebidos por meio de dores de cabeça atípicas, desgaste anormal dos dentes e disfunção temporomandibular. Diversos tratamentos terapêuticos estão disponíveis para o bruxismo e o briquismo, incluindo o uso de placas interoclusais flexíveis ou rígidas durante o sono, fisioterapia, quiropraxia e toxina botulínica (TXB) como tratamento coadjuvante. A TXB é uma neurotoxina que atua atendendo a hiperatividade muscular responsável pelos distúrbios, inibindo a liberação do neurotransmissor acetilcolina nas placas motoras. O uso da TXB nos músculos masseter e temporal pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes, aliviando a dor e verificando a tensão na articulação temporomandibular (ATM), além de prevenir o desgaste causado pelo hábito parafuncional. Com o aumento do estresse e distúrbios nervosos na população em geral, torna-se relevante discutir o uso do TXB como auxiliar no tratamento do bruxismo e do briquismo. Para avaliar a eficácia do uso da TXB como modalidade terapêutica para esses distúrbios, será realizada uma revisão da literatura, utilizando bases de dados como a Scielo e a BVS. Os critérios de seleção incluirão artigos publicados nos últimos cinco anos, gratuitos e relacionados ao tema proposto. Espera-se que essa pesquisa revele a eficácia do uso da toxina botulínica como tratamento coadjuvante para o bruxismo e o briquismo, proporcionando uma melhora na qualidade de vida dos pacientes, tolerando a tensão na ATM e oferecendo maior conforto. Os resultados esperados incluem redução da intensidade dos distúrbios, alívio da dor e proteção dos dentes. 
Palavras-chave: Toxina botulínica em briquismo. Toxina botulínica em bruxismo. TXB e DTM. TXB em masseter. TXB em temporomandibular.
ABSTRACT
Bruxism and briquism, sleep and daytime disorders, respectively, are characterized by clenching and grinding of the teeth. These parafunctions have become increasingly common due to daily stress. Although the exact cause is not known, it is believed to occur due to changes in the central nervous system, leading to clenching and grinding of the teeth. These disorders can be noticed through atypical headaches, abnormal tooth wear and temporomandibular disorders. Several therapeutic treatments are available for bruxism and bruxism, including the use of flexible or rigid interocclusal splints during sleep, physiotherapy, chiropractic and botulinum toxin (TXB) as an adjuvant treatment. TXB is a neurotoxin that acts by responding to the muscular hyperactivity responsible for the disorders, inhibiting the release of the neurotransmitter acetylcholine in the motor endplates. The use of TXB on the masseter and temporal muscles can improve patients' quality of life, relieving pain and checking tension in the temporomandibular joint (TMJ), in addition to preventing wear and tear caused by the parafunctional habit. With the increase in stress and nervous disorders in the general population, it becomes relevant to discuss the use of TXB as an aid in the treatment of bruxism and bricism. To evaluate the effectiveness of using TXB as a therapeutic modality for these disorders, a literature review will be carried out, using databases such as Scielo and the VHL. The selection criteria will include articles published in the last five years, free of charge and related to the proposed topic. It is expected that this research will reveal the effectiveness of using botulinum toxin as an adjuvant treatment for bruxism and bruxism, providing an improvement in patients' quality of life, tolerating tension in the TMJ and offering greater comfort. Expected results include reduction in the intensity of disorders, pain relief and tooth protection.
Keywords: Botulinum toxin in brichism. Botulinum toxin in bruxism. TXB and DTM. TXB in masseter. TXB in temporomandibular joint.
Resumo em língua estrangeira
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	5
2	DESENVOLVIMENTO	7
3	MATERIAIS E MÉTODOS	14
4	RESULTADOS ................................................................................................................. 15
5 CONCLUSÃO	17
	REFERÊNCIAS	18
INTRODUÇÃO
O Bruxismo é um ato parafuncional do distúrbio do sono que causa tanto apertamento dos dentes quanto o ranger dos dentes, tensionando a articulação temporomandibular. O Briquismo também age da mesma forma, porém com a pessoa acordada, durante o decorrer do dia.1
Os fatores etiológicos relacionados ao bruxismo e briquismo ainda são bastante discutidos na literatura. Entretanto, sabe-se que tratar essas parafunções é de suma importantância para o cirurgião-dentista já que o número de pacientes que as apresentam vem aumentando ao longo dos anos em decorrência principal do estresse do dia a dia1-2. 
Apesar de ser de etiologia multifatorial, como razões emocionais, interferências oclusais e distúrbios neurológicos, acredita-se que as parafunções ocorram devido a uma alteração no sistema nervoso central, o que acaba causando o ranger ou apertamento dos dentes e esse consequente distúrbio.1-3
Muitas vezes, os distúrbios são percebidos pelo cirurgião-dentista, outras vezes pelo próprio paciente que apresenta dores de cabeça atípicas; há casos em que são percebidos pelo parceiro ou membros da família em razão do barulho do ranger de dentes durante o sono. O bruxismo e briquismo, além de causarem o desgaste anormal dos dentes, podem levar à disfunção temporomandibular (DTM), cefaléia e dores na articulação temporomandibular (ATM)2,3.
Há vários tipos de tratamento terapêutico para os distúrbios de bruxismo e briquismo. Dentre eles, o uso de placas interoclusais flexíveis de silicone ou as rígidas de acrílico durante o sono, fisioterapia e quiropraxia. A toxina botulínica (TXB) pode agir como um tratamento coadjuvante para essa patologia, visto que atua em músculos relacionados a esses distúrbios e se trata de um procedimento pouco invasivo1-3. A TXB é uma neurotoxina que age impedindo a liberação do neurotransmissor acetilcolina nas regiões de placa motora. Como consequência, a contração muscular é reduzida levando a uma diminuição da hiperatividade muscular3-5.
A utilização da TXB no músculo masseter e temporal pode melhorar a saúde e qualidade de vida dos pacientes aliviando a dor e aumentando o relaxamento dos músculos envolvidos na ATM. Indiretamente, sua ação pode paralisar os desgastesdentários já ocorridos durante o hábito parafuncional3-5.
Diante do aumento de fatores estressores e distúrbios neurológicos, na população em geral torna-se necessário discutir sobre a utilização da TXB como auxiliar no tratamento do Bruxismo e Briquismo. Portanto, esta revisão de literatura tem como objetivo geral avaliar se o uso da TXB no tratamento coadjuvante dessas parafunções é capaz de melhorar a qualidade de vida do paciente, tendo em vista que reduz gradativamente a tensão na articulação temporomandibular, proporcionando mais conforto ao mesmo. Como objetivos específicos pode-se citar: 
a) Conhecer a localização dos pontos anatômicos da face onde a toxina botulínica é injetada para promover resultados satisfatórios; 
b) Determinar a eficácia do uso da toxina botulínica como uma modalidade terapêutica do tratamento de bruxismo e briquismo. 
c) Identificar quais são os efeitos adversos causados pela injeção da toxina botulínica na face. 
A falta de conhecimento por parte dos profissionais a respeito dos sinais, sintomas e tratamento afetam a qualidade de vida do portador de bruxismo e a aplicação da toxina botulínica em um ponto anatômico incorreto pode causar danos ao paciente. Desta forma, o problema central desse trabalho é: Qual a eficácia da toxina botulínica no tratamento do bruxismo e briquismo? 
Este questionamento justifica e evidência a relevância desse trabalho que visa buscar uma melhora na qualidade de vida dos pacientes que se submetem ao tratamento com a toxina botulínica no tratamento do bruxismo e briquismo.
DESENVOLVIMENTO
É crescente o número de dentistas que têm optado por utilizar a toxina botulínica em pacientes, pois seu uso em problemas faciais e relacionados à saúde bucal tem apresentando resultados satisfatórios quando comparados com outros tratamentos. (Hoque A; McAndrew M, 2009). 6
Os primeiros estudos utilizando a toxina botulínica foram realizados em macacos por Scott em 1973 para observar os efeitos dessa droga sobre os músculos extra-oculares para correção de estrabismo. Com o avanço das pesquisas, a toxina botulínica foi utilizada em casos de estrabismo humano, transtornos neuromusculares e em desarranjos das articulações temporomandibulares (Jonkovic et al 1990)7-8 (Amantea et al 2006)8.
As articulações temporamandibulares atuam sincronicamente em todos os movimentos da mandíbula (Ingawale S; Goswami T 2009)9, portanto, a desarmonia desta articulação desencadeia processos álgicos, alterações posturais, contração excessiva da musculatura e, nesses casos a indicação da toxina Botulínica acaba sendo amplamente favorável. (Kindler LL; Bennett RM; Jones KD 2011)10.
A eficiência desta toxina no tratamento das disfunções temporomandibulares, apresenta-se como uma excelente indicação devido a sua eficácia na diminuição do processo álgico e ao relaxamento muscular. A aplicação ocorre nas terminações nervosas dos músculos mastigatórios (músculos masseter e o Temporal) que bloquearão os canais de cálcio, diminuindo a liberação de acetilcolina (Dutton 1996)11-12. Pode também ser injetada no musculo pterigóideo Lateral (Bakke M 2005)12. 
2.1 O BRUXISMO E SUAS CLASSIFICAÇÕES 
O Bruxismo é um ato parafuncional do distúrbio do sono que causa tanto apertamento dos dentes quanto o ranger dos dentes, tensionando a articulação temporomandibular. O Briquismo também age da mesma forma, porém com a pessoa acordada, durante o decorrer do dia.1
Outra definição é que o bruxismo “é um hábito oral involuntário, rítmico ou espasmódico de ranger os dentes, podendo levar a um trauma oclusal” Koyano et al (2008)13 e é considerado a atividade mais prejudicial para o sistema estomatognático, pois ocorre desgaste dental, lesão nos tecidos periodontais, lesões articulares e dano muscular.
O termo “la bruxomanie” foi primeiramente introduzido por Marie Pietkiewicz, em 1907 e posteriormente, adaptado para "bruxismo" por Frohman em 1931 que identificou a relação do bruxismo com problemas dentários ligados a movimentos mandibulares anormais (GIMENES, M. 2004)14-15 (PEREIRA et al, 2006). 
O bruxismo é classificado de acordo com o tipo da contração muscular – cêntrico ou excêntrico. “O bruxismo durante a vigília, ou cêntrico, se manifesta principalmente pelo apertamento dental, e é considerado um comportamento adquirido” (LAVIGNE, 2008)16. 
O apertamento ocorre quando há o travamento forçado dos maxilares numa posição estática por um tempo considerável, mas não resulta necessariamente em dano aos dentes, pois a pressão é distribuída ao longo eixo dos dentes posteriores, sem o envolvimento de forças laterais. A maior carga pode resultar em dano ao periodonto, articulação temporomandibular (ATM) e aos músculos da mastigação (ATTANASIO, 1991)17. 
O bruxismo do sono, ou excêntrico, é caracterizado pelo ranger dos dentes, onde há apertamento e deslizamento dos dentes nas posições protusivas e lateroprotusivas e, esse deslizamento causa desgaste em dentes anteriores e posteriores (ORTEGA, 1988)18. 
O bruxismo ainda é subclassificado como primário e secundário. Bruxismo primário corresponde ao apertamento diurno ou ao bruxismo do sono, onde não é possível reconhecer os problemas ou causas médicas que causam tal parafunção. Já o bruxismo secundário corresponde a formas do bruxismo associado a distúrbios neurológicos, psiquiátricos e administração de drogas (KATO, T. 2001)19. 
a. SINAIS E SINTOMAS
Os efeitos sintomáticos do bruxismo podem ser divididos em seis categorias principais: (1) efeitos sobre a dentição, (2) efeitos sobre o periodonto, (3) efeitos sobre os músculos mastigatórios, (4) efeitos na articulação temporomandibular, (5) dor de cabeça, e (6) efeitos psicológicos/ comportamentais (GLAROS e RAO, 1977)20. 
O sinal clínico mais citado do bruxismo e do briquismo é o desgaste anormal na dentição que resulta do contínuo rangimento e apertamento, além da formação de trincas, erosão cervical, fraturas coronárias ou de restaurações (GAMA; ANDRADE; CAMPOS, 2013)21. 
Esta parafunção também causa trauma oclusal e apresenta sinais clínicos como: “mobilidade dental, mudança do som a percussão dos dentes, migração patológica dentária, formação de abcessos periodontais, ulceração gengival, hipertonicidade dos músculos da mastigação e alterações na ATM” (MACIEL, 2010)22. 
A dor e o desconforto na ATM são as principais queixas do paciente, além de dificuldades mastigatórias, travamento articular, falta de coordenação durante os movimentos mandibulares, luxação e subluxação, crepitação, ruído articular uni ou bilateral, alterações degenerativas na articulação, limitação de abertura, restrição dos movimentos e desvios na trajetória de abertura (GLAROS; RAO, 1977)20. 
Os efeitos do bruxismo e do briquismo não afetam apenas o sistema estomatognático, mas interneferem no resultado dos trabalhos odontológicos, pois a literatura e a prática têm demonstrado que nos pacientes com bruxismo a contra-indicação na realização de trabalhos protéticos é grande (ATTANASIO, 1991)17. 
Bragger et al.23 (2001) constataram em seus estudos que a maior causa de complicações nos casos de próteses fixas implanto ou dento-suportadas aconteceram em pacientes com bruxismo e briquismo. 
Existem diversas maneiras de diagnosticar o bruxismo e o briquismo, porém o exame visual é a primeira avaliação física do paciente. O profissional deve verificar os músculos mastigatórios e cervicais, a ATM e a dentição, além de realizar a palpação muscular com o propósito de analisar a condição estrutural e funcional dos músculos, pois “o tecido muscular não apresenta sensibilidade à palpação, mas o músculo comprometido é considerado um dos tecidos mais sensíveis do corpo humano” (MACIEL, 2010)22. 
Segundo Koyano13 (2008) o diagnóstico clínico do bruxismo e briquismo consiste em verificar o “desgaste excessivo dos dentes, mobilidade dentária e hipertrofia dos músculos mastigatórios, dor na articulação temporomandibular, dor de cabeça, dor ou cansaço dos músculos da mastigação”. Pode-se complementar o diagnóstico com a polissonografia,um exame que registra, por meio de eletrodos e sensores, os principais eventos fisiológicos que ocorrem durante uma noite de sono, capaz de identificar os episódios de bruxismo durante a noite de sono. 
2.3 TRATAMENTO 
A abordagem de tratamento para o bruxismo e briquismo tem sido variada, pois não existe atualmente cura, mas utilizam-se opções de tratamento comportamental, odontológico, farmacológico para aliviar os sintomas, de acordo com o perfil do portador (BADER; LAVIGNE, 2000)24. 
A placa oclusal é a forma de tratamento mais utilizada para o bruxismo noturno (HOLMGREN, et al, 1993)25-26, pois podem atuar na ATM induzindo o côndilo a se posicionar corretamente na fossa condilar, aliviando os sintomas por causa da distribuição das forças mastigatórias (MCNIELL, 2000). 
Para o briquismo são utilizadas técnicas que visam o “autocontrole e monitoramento do hábito por parte do paciente, assim como a utilização da placa para proteção de restaurações e manutenção da saúde bucal” (BAHLIS; RODRIGUES; FERRARI, 1999)27. 
Já o uso de medicamentos que têm a proposta de relaxar os músculos para diminuir a tensão do paciente e conseqüentemente o bruxismo é um tratamento temporário, tendo em vista que se a medicaçao for suspensa o hábito parafuncional se reinstala (RODRIGUES, et al, 2006)1. 
O tratamento comportamental do bruxismo e briquismo consiste em controlar o estresse através de mudanças no estilo de vida. A higiene do sono visa instruir o paciente a corrigir hábitos pessoais e fatores ambientais que interferem na qualidade do sono se o portador de bruxismo apresenta sintomas de ansiedade (THOMPSON, 1994)28. Além disso, utilizam-se as manobras de relaxamento que consiste em relaxar a musculatura da mandíbula enquanto os lábios estão fechados e os dentes separados, isso várias vezes por dia. 
O biofeedback é uma técnica de relaxamento que consiste em monitorar variáveis fisiológicas como a temperatura cutânea, freqüência cardíaca e pressão arterial, onde o paciente recebe um treinamento com o objetivo de aprender a relaxar a partir da observação e controlando essas funções fisiológicas monitorizadas com equipamentos (KATO, 2001)19. 
Já a hipnoterapia é uma técnica de relaxamento onde o paciente relaxa os músculos da mandíbula e associa o estado de relaxamento muscular com imagens (CLARKE; REYNOLDS, 1999)29. 
2.4 A TOXINA BOTULÍNICA E O BRUXISMO/BRIQUISMO
A toxina botulínica (TB) foi descoberta em 1817, quando foi descrito como botulismo após Justinus Kerner associar algumas mortes à intoxicação com um veneno encontrado em salsichas defumadas (no Latim, botulus significa salsicha). Kerner concluiu que tal veneno interferia na excitabilidade do sistema nervoso motor e autônomo (DRESSLER; SABERI; BARBOSA, 2005)30. 
Os estudos sobre a utilização da TB para fins terapêuticos começaram a ser realizados por Scott em 1973 e mostravam que a droga agia efetivamente nos músculos extra-oculares de macacos, corrigindo o estrabismo. Em 1980, Scott iniciou os estudos em humanos (AMANTÉA et al, 2003)8. 
Em 1989, o Food and Drug Administration (FDA) aprovou o uso terapêutico do BOTOX® para o tratamento do estrabismo, blefaroespasmo e espasmo hemifacial. Em 2000, o FDA aprovou BOTOX® e a toxina B para distonia e BOTOX® Cosmetic para linhas faciais hipercinéticas (SPOSITO, 2009)31. 
O efeito da TB em distúrbios funcionais, como a hiperatividade muscular e em sintomas dolorosos, é conhecido no tratamento da distonia cervical e em várias patologias associadas à exacerbada atividade muscular (LINDERN, 2001)32. 
O uso da toxina botulínica é contra indicado em pacientes que sofrem de doenças neuromusculares, como: “distúrbios de transmissão neuromuscular, doença auto-imune adquirida, entre outros”. Mulheres grávidas ou no período de amamentação, pacientes que usam aminoglicosídeos ou que possuem reações alérgicas à TB também não podem utilizar a droga (AMANTÉA et al, 2003)8. 
Na Odontologia a TB é usada como forma de controle para cefaléia tensional, disfunção temporomandibular (DTM), dor orofacial, bruxismo e briquismo, sorriso gengival, queilite angular, sorriso assimétrico, hipertrofia de masseter, pós-operatório de cirurgias periodontais e de implantes, em pacientes braquicefálicos cuja força muscular dificulta a mecânica ortodôntica e também na sialorréia. (HOQUE; MC ANDREW, 2009)6. 
Tan e Jankovic33 (2000) realizaram um estudo para verificar a eficácia e as complicações da TXB-A no tratamento de pacientes com bruxismo grave. Os pacientes que participaram do estudo apresentavam queixa de apertamento e rangido dental como sintomas principais, dificuldade na mastigação, deglutição ou fala, desgaste dentário, dor ou a hipertrofia do músculo masseter. Durante as consultas foi injetada TXB-A no músculo masseter e este estudo mostrou que injeções de TXB A é um tratamento seguro e eficaz para o rangido dentário grave. No entanto, deve ser considerado como uma opção terapêutica apenas para aqueles que têm bruxismo grave ou incapacitante e são refratários à terapêutica médica e dentária. 
Lee et al34 (2010) demonstrou em seu estudo que a aplicação da injeção de toxina botulínica tipo A no músculo masseter no bruxismo noturno, usando um dispositivo portátil de eletromiografia (EMG) pode detectar as diferenças de atividade entre o músculo masseter e o músculo temporal no bruxismo. Antes da aplicação da toxina botulínica foi solicitado que cada participante apertasse os dentes o máximo que podia, e a atividade eletromiográfica foi registrada por 3 segundos, sendo este procedimento repetido três vezes. A primeira descoberta do estudo foi a de que o número de eventos do bruxismo, coletados através da eletromiografia durante o sono, diminuiu significativamente no músculo masseter no grupo que recebeu a injeção de toxina botulínica em comparação com o grupo que recebeu a injeção de solução salina. O segundo resultado foi de que os eventos do bruxismo no músculo temporal foram notavelmente constantes. Acredita-se que o bruxismo é mediado centralmente, porém os seus efeitos se manifestam na atividade muscular periférica, e tal estudo sugeriu que a atividade periférica pode ser reduzida pela toxina botulínica. 
Nardini et al35 (2008) realizou um estudo com o objetivo de avaliar a eficácia da toxina botulínica tipo A no tratamento da dor miofascial em pacientes com bruxismo. Participaram pacientes com diagnóstico clínico de bruxismo e dor nos músculos mastigatórios, sendo a dor miofascial dos músculos mastigatórios diagnosticada de acordo com o Guia de Critérios Diagnósticos de Pesquisa para DTM, que é descrita como uma dor de origem muscular, assim como a dor associada a áreas com sensibilidade à palpação no músculo. Os resultados da investigação apoiaram a eficácia da toxina botulínica na redução dos sintomas da dor miofacial em pacientes com bruxismo, apesar de que em alguns casos as diferenças em relação ao placebo não foram significativas. 
2.6 CONSEQUENCIAS NA APLICAÇÃO DA TOXINA BOTULÍNICA 
Um estudo realizado por Raphael et al36 (2014) “teve como objetivo detectar mudanças na densidade óssea do côndilo mandibular em pacientes que receberam injeções de toxina botulínica nos músculos mastigatórios”. O estudo comparou uma amostra de mulheres com dor orofacial que receberam injeções de toxina botulínica nos músculos mastigatórios e com outra amostra de mulheres apresentaram diagnóstico de DTM e nunca receberam injeções de toxina botulínica. Todas as participantes realizaram uma tomografia computadorizada bilateral da região temporomandibular e após a avaliação das tomografias por dois radiologistas, observaram-se padrões de densidade óssea trabecular anormalmente baixos em todas as mulheres que receberam injeções de toxina botulínica. Nenhuma das mulheres não expostas a toxina botulínica apresentaram padrões de baixa densidade óssea, na verdade, dependendo do avaliador, algumas mulheres não expostas mostraram aumento nos padrões de densidade óssea trabecular. Os autores afirmam que o significado clínico dos achados aindanão é claro, não é possível saber se a densidade óssea pode ser normalizada após a interrupção do tratamento com toxina botulínica ou se ela tem conseqüências importantes para a qualidade e força óssea. Porém é possível afirmar que, sem outras alterações, a densidade óssea reduzida pode acarretar em fraturas ósseas. 
MATERIAIS E MÉTODOS
Para chegarmos ao objetivo proposto fizemos um levantamento da produção científica já existente e publicada. Uma revisão literária narrativa no sentido de trilhar um caminho para construção de um pensamento e conceito sobre o tema proposto a ser estudado. 
Para realizar esse levantamento de literatura será ultilizada uma base de dados da Scielo e da BVS. Nessa base foram determinadas como palavras chaves da pesquisa a: toxina botulínica em bruxismo, toxina botulinica em briquismo, TXB e DTM, TXB em masseter e TXB em temporomandibular. Nessas buscas foi usado o operador booleano “and” para ligar a palavra chave TXB e a parafunção que estudamos. Para complementar a busca, limitamos apenas a artigos com, no máximo, 10 anos de publicação e artigos gratuitos que estavam de acordo com o tema.
A busca pelos artigos se iniciaram no inicio de julho de 2023 e encerrará no final de novembro de 2023. E incluimos, além de artigos de acordo com nosso tema, estudos publicados, com relação ao tema proposto, como caso clínico, monografias, artigos de defesa de mestrado e doutorado, todos publicados em alguma revista de prestígio internacional. Da mesma forma excluimos artigos fora do contexto do tema e que não foram publicados em revistas cientificas, artigos que falem apenas da TXB sem dar ênfase na aplicação temporomandibular e sem que estivessem ligados a DTM. Primeiro critério de seleção foi pela leitura do titulo, segundo pelo resumo e terceiro pela leitura do artigo como um todo.
Nos casos de discordância entre os membros da pesquisa, se deveria ou não incluir ou excluir determinado artigo, os mesmos entraram em discussão para determinar se o artigo entraria ou não em nossa revisão literária.
Nosso objetivo com a presente pesquisa foi realizar estudo para determinar a eficácia do uso da toxina botulínica como uma modalidade terapêutica do tratamento de bruxismo e briquismo.
 
resultados
O bruxismo apresenta etiologia ampla, onde a gravidade do dano varia em cada indivíduo. É indispensável que o paciente tenha um acompanhamento multidisciplinar. O cirurgião dentista deve conscientizar o paciente em relação ao hábito e oferecer-lhe um tratamento odontológico conservador. Não há um tratamento específico, cada indivíduo deve ser avaliado e tratado individualmente, porém devido aos avanços das pesquisas, é bem provável que em um futuro próximo conheceremos uma abordagem terapêutica mais precisa no alcance de todos os bruxômanos37. 
Todos os artigos revisados neste estudo demonstraram que a TB é uma boa alternativa para o controle do bruxismo em pacientes que sofrem desta parafunção. Tan e Jankovic33 (2000) mostraram que de 18 pacientes que receberam a injeção de TXB-A, 16 relataram alívio do rangido dental e uma melhora na fala, mastigação e deglutição. Lee et al34 (2010) concluíram que o número de eventos do bruxismo durante o sono, diminuiu significativamente no músculo masseter no grupo que recebeu a injeção de TB em comparação com o grupo que recebeu a injeção de solução salina. O estudo de Nardini et al35 (2008) apoiou a eficácia da toxina botulínica na redução dos sintomas da dor miofascial em pacientes com bruxismo. 
Em relação aos pontos anatômicos onde a toxina botulínica foi aplicada, apenas os estudos de Lee et al34 (2010) descreveu exatamente quais foram os pontos. Segundo Lee et al34 (2010) a toxina foi aplicada em 3 locais, o primeiro foi a parte mais proeminente inferior do músculo masseter, observado quando o participante foi solicitado a apertar os dentes, os outros dois locais foram 5 milímetros a partir do primeiro ponto para anterior e para posterior. Tan e Jankovic33 (2000) apenas afirmam que as injeções foram aplicadas no músculo masseter em 2 ou 3 sítios e Nardini et al35 (2008) afirma que foram aplicadas 4 injeções no músculo masseter e 3 injeções no músculo temporal, não relatando especificamente os locais de aplicação da TB. 
Sobre a quantidade de TB aplicada que apresentou os melhores resultados em relação ao controle do bruxismo e seus sintomas, houve divergência entre os autores. No estudo de Tan e Jankovic33 (2000) foi injetada uma dose média de 25 a 100 UI de TXB-A no músculo masseter de cada lado. Lee et al34 (2010) afirmou que 80 UI de toxina botulínica apenas no músculo masseter foi o suficiente para apresentar bons resultados no controle do bruxismo. No estudo de Nardini et al35 (2008) foram aplicadas quatro injeções de toxina botulínica tipo A no músculo masseter de cada lado (30 UI) e três injeções (20 UI) no músculo temporal, totalizando 100 UI. 
Em relação ao tempo médio de duração dos efeitos positivos da TB, Tan e Jankovic33 (2000) concluem que o efeito total de cada injeção durou em média 19 semanas, os pacientes necessitaram de injeções de toxina botulínica em um intervalo regular de cinco meses. No estudo de Lee et al34 (2010), a redução dos sintomas do bruxismo foi mantida durante 12 semanas.
Sobre os efeitos colaterais, os pacientes relataram diferentes ou nenhum efeito nos estudos revisados. No estudo de Tan e Jankovic33 (2000) um participante relatou efeito adverso de disfagia após a injeção de toxina botulínica, já no estudo de Lee et al34 (2010) alguns pacientes relataram dificuldade de mastigação, dores musculares e distúrbios na fala. 
Mesmo apontando resultados positivos, os autores destacam a necessidade de mais pesquisas e estudos para comprovar de fato a eficácia da TB no controle do bruxismo. Nardini et al35 (2008) sugerem a necessidade de um estudo clínico randomizado com uma amostra adequada, cujo tamanho deve ser determinado por uma análise que leva em conta os achados preliminares. Tan e Jankovic33 (2010) afirmam que futuros estudos controlados com placebo podem ser úteis para avaliar melhor o potencial da toxina botulínica como tratamento para o bruxismo. 
CONCLUSÃO
Todos os estudos revisados concluem que a toxina botulínica é uma alternativa viável e que tem demonstrado ser eficiente, apresentando bons resultados em relação à diminuição dos sintomas do bruxismo. 
Observou-se que o músculo masseter foi o local de aplicação da injeção de toxina botulínica em todos os estudos revisados. Os exatos pontos de aplicação diferiram entre os autores, porém todos os pontos foram sobre o músculo masseter. Apenas em um estudo a TB foi também injetada no músculo temporal. 
Os estudos clínicos mostram que as aplicações de toxina botulínica podem diminuir os níveis de dor, frequência dos eventos de bruxismo e satisfazer os pacientes no que diz respeito à eficácia da toxina botulínica nesta patologia. Assim, o tratamento com toxina botulínica A parece ser um tratamento seguro e eficaz para pacientes com bruxismo.
A dose média de toxina botulínica aplicada variou entre 14 e 100 UI, por isso não foi ainda possível conhecer a dose exata que obteve melhores resultados. 
Em relação ao tempo de duração dos efeitos positivos da toxina botulínica, não foi possível afirmar qual é o exato tempo que os efeitos permanecem, apenas 2 estudos relatam o tempo de duração de tais efeitos sendo de 12 e 19 semanas. 
Os efeitos colaterais não se mostraram importantes, e tiveram poucos dias de duração. Alguns participantes relataram dificuldade na mastigação ou fala, disfagia e dores musculares. Porém outros estudos indicam que é necessário ter cautela na indicação da toxina botulínica, concluindo que podem causar osteopenia e alterações profundas na estrutura da junção neuromuscular. 
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